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Caixa Cultural RJ / Programação

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GRUPO ARMATRUX "DE BANDA PRA LUA " ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO




De banda pra lua mistura teatro de sombras e teatro físico para criar uma aventura povoada por seres encantados




O grupo de teatro mineiro Armatrux desembarca no Teatro de Arena da CAIXA Cultural Rio de Janeiro para cinco apresentações do espetáculo infantojuvenil De banda pra lua. Em temporada no estado, a peça terá apresentações entre os dias 7 e 15 de outubro (sábados e domingos, com sessão extra na quinta, 12), às 16h, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Em De banda pra lua, o grupo se vale do teatro de sombras, elemento essencial para a construção do ambiente mágico proposto pela dramaturgia. No enredo, Tonico e Bié moram na roça com o pai e a mula Madrugada. Apaixonados pela lua e seus mistérios, as crianças e Madrugada vivenciam aventuras marcadas por encantamento, trapalhadas, risos e sustos. O mundo da imaginação é o palco perfeito para essa misteriosa e terna história povoada de seres fantásticos, como São Jorge, o dragão, a lua e aparições de outro mundo.



A montagem, realizada pela primeira vez em 2007, iniciou a parceria entre o Armatrux e o diretor e dramaturgo Eid Ribeiro que se mantêm até os dias atuais. Com uma proposta voltada para o trabalho do ator, a peça dá prosseguimento a uma das marcas do grupo: caminhar entre o teatro físico e o teatro de objetos, o absurdo e a contemporaneidade.

Foi vencedora de prêmios importantes, como 1º Prêmio de Dramaturgia Infanto-Juvenil de Minas Gerais (2005), o Prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz (2006), e o 1º e 2º Prêmios “Cena Minas” (2007 e 2008) na categoria “Formação de Público”. Além disso, recebeu, em 2008, onze indicações para o Prêmio Sinparc e quatro para o Prêmio Sesc-Sated.

















O Armatrux:
Fundado em Minas Gerais, em 1991, o Grupo de Teatro Armatrux destaca-se pela construção de uma estética que alinha o trabalho físico, a manipulação de objetos e bonecos, a construção de imagens e os recursos circenses. Através de várias parcerias artísticas, o grupo desenvolveu uma linguagem própria, aberta a possibilidades de encenação muito diversas.


No total, são 19 espetáculos encenados, construindo uma trajetória e um repertório rico que levou o Armatrux a se apresentar em vários países, em todos os estados brasileiros e em mais de 50 cidades do interior de Minas. Assim, o Armatrux corre o Brasil e o mundo consolidando a importância das artes cênicas mineiras e totalizando um público de mais de meio milhão de pessoas em suas apresentações e oficinas.

Ficha técnica:
Direção e Dramaturgia: Eid Ribeiro
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Fernanda Vianna
Cenógrafo e Figurinista: Marney Heitmann
Iluminação: Telma Fernandes
Preparação vocal: Babaya
Elenco: Cristiano Araújo, Eduardo Machado, Paula Manata, Raquel Pedras, Rogério Araújo e Tina Dias 
Ator Convidado: Fabiano Persi
Trilha sonora: Lênis Rino e Eid Ribeiro
Maquiagem: Mona Magalhães
Bonecos: Oficina Armatrux
Produção Executiva: Luiz Fernando M. Vitral
Produção Local: Agenda Cultural RJ
Fotografia: Bruno Magalhães/Nitro

Serviço:
Espetáculo infantil De banda pra lua
Data: de 7 a 15 de outubro de 2017 (quinta, sábados e domingos)
Horário: 16h
Duração: 60 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia. 
Lotação: 84 lugares (mais 2 para cadeirantes) 
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Agenda Cultural RJ - Produção, Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram

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MINHA NOSSA CIA DE TEATRO APRESENTA COMÉDIA MUSICAL SARCÁSTICA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


Primavera Leste se inspira em Tom Waits, Lou Reed e Chico Buarque para narrar a história de uma professora sequestrada por alunos

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 19 a 29 de outubro de 2017, o espetáculo Primavera Leste, com montagem da MINHA NOSSA Cia de Teatro e direção de Dimis Jean Sores. A temporada inclui apresentações de quinta a domingo, às 19h, e tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Primavera Leste é uma comédia musical com composições originais de Enzo Veiga, inspiradas em Tom Waits, Lou Reed e Chico Buarque. Criado a partir da dramaturgia homônima do carioca Diogo Liberano, o espetáculo propõe um pesadelo cômico que flerta com o drama e o absurdo a partir do mote "como escrever outra história".

Na trama, o escritor "mundialmente famoso na Itália" Vito Konigsberg apresenta seu novo livro, Primavera Leste, fruto de uma pesquisa de cinco anos em que o italiano se aventurou pelo Brasil em busca de respostas sobre o sequestro de uma professora de História da UFRJ. Ela indagou a seus alunos “como escrever outra história”, mas três deles, por não conseguirem responder à questão, sequestram-na e a torturam em busca da solução. A fim de tornar sua palestra menos enfadonha, o escritor convida a Trupe Maravilhosa do Teatro Brasileiro para representar o caso.

A dramaturgia expõe a pesquisa em tragédia de Diogo Liberano e o teatro niilista e extremamente visual do curitibano Dimis Sores, que se fundem com a investigação de problemáticas do indivíduo contemporâneo da MINHA NOSSA Cia. O resultado é uma obra teatral que se abre à eclosão de conflitos sociais latentes.

“O mundo não melhora, ele vive um ciclo eterno de coisas horrorosas, permeadas por uma ou outra coisa boa que nos ajudam a sobreviver. A diferença está apenas na banalidade da violência, pois a política continua idêntica, apenas com uma falsa e confortável sensação de democracia. Com a internet, a violência é a única coisa que se democratizou de fato. As pessoas matam para fazer stories no Instagram, por não terem seus posts curtidos”, afirma o diretor.

A temporada inclui, ainda, a oficina gratuita de interpretação Ficcionalização do Real e Autoficção, ministrada pelo diretor do espetáculo no dia 21 de outubro (sábado), às 14h. Serão oferecidas 20 vagas e as inscrições devem ser realizadas pelo e-mailoficinaminhannossarj@gmail.com .

Projeto Câmbio:

A montagem de Primavera Leste é a primeira etapa do Projeto Câmbio, proposição da MINHA NOSSA Cia. de Teatro de intercâmbio com artistas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Curitiba, que irão se alternar entre dramaturgia e direção, em três espetáculos com a companhia. O programa propõe, em síntese, a criação de peças a partir do diálogo de estéticas distintas, tendo por objetivos o encontro de alteridades como meio propulsor de produção e criação em arte, bem como o intercâmbio de experiências e formações artísticas, filosóficas, culturais e regionais. Os próximos espetáculos que compõem o projeto são O Leão no Aquário, do dramaturgo mineiro Vinícius Souza, com direção de Diogo Liberano; e Tendência ao Drama e ao Caos, de autoria de Dimis Jean Sores e com direção de Vinicius Souza.

A companhia:

A MINHA NOSSA Cia. de Teatro, de Curitiba, mantém constante pesquisa, desde 2009, evidenciando os múltiplos desejos artísticos de seus integrantes, que os contemplam no teatro e na performance. Sua heterogeneidade, no ponto de vista da formação dos membros que a compõem, fortalece o cultivo de um lugar poético de reflexão, crítica e criação artística enquanto mantém vivo o encontro das diferenças dos artistas que a configuram como (Minha) e (Nossa).

Atualmente é formada por Álvaro Antônio (músico, sonoplasta e artista gráfico), Erica Mitiko (iluminadora e cenógrafa), Felipe Custódio (figurinista, ator e produtor), Fernanda Perondi (atriz, performer e arte-educadora), Léo Moita (diretor, dramaturgo, ator e arte-educador), Moira Albuquerque (atriz, performer, contadora de histórias e produtora), Raul Freitas (iluminador e maquiador), Val Salles (ator e figurinista).

Teaser do espetáculo: https://youtu.be/HXTbJHK-QFM

Ficha técnica:
Direção Geral: Dimis Jean Sores
Texto: Vito Konigsberg, a partir de dramaturgia
homônima de Diogo Liberano
Elenco: Fernanda Perondi, Geisa Costa, Jeff Bastos,Léo Moita, Moira Albuquerque, Sávio Malheiros, Val Salles
Direção Musical, Composições e Preparação Vocal:Enzo Veiga
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Val Salles
Iluminação: Raul Freitas
Assistente de Iluminação: Erica Mityko
Figurino: Val Salles
Costureira: Sindy Crespim
Cenografia: Erica Mityko
Adereços e efeitos especiais: Federico Konigsberg
Maquiagem: Andréa Tristão
Letras: Dimis Jean Sores, Diogo Liberano, Enzo Veiga
Design Gráfico: Álvaro Antonio
Produção Executiva: Maria Inês Gutiérrez
Produção Local: Clarissa Menezes
Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues – Aquela que Divulga
Fotógrafo: Lauro Borges
Realização: MINHA NOSSA Cia de Teatro; Girolê Produções

Serviço:

Primavera Leste
Data: de 19 a 29 de outubro de 2017 (quinta a domingo)
Horário: 19h
Duração: 80 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Lotação: 176 (mais 3 para cadeirantes)
Classificação indicativa: 12 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Oficina Ficcionalização do Real e Autoficção, com Dimis Jean Soares
Data: 21 de outubro de 2017 (sábado)
Horário: 14h
Duração: 4 horas
Vagas: 20

Inscrições: Gratuitas pelo e-mailoficinaminhannossarj@gmail.com


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ERNESTO NETO APRESENTA SUA VISÃO DA ARTE PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

O artista plástico é o convidado do penúltimo encontro do projeto Aventuras do Pensamento

Um dos mais renomados artistas plásticos brasileiros, Ernesto Neto, terá um público diferente do que está habituado no próximo dia 7 de outubro (sábado), às 11h, quando fará uma palestra sobre história da arte para crianças e adolescentes na CAIXA Cultural Rio de Janeiro. O escultor, artista multimídia, fotógrafo e cenógrafo é o próximo convidado do ciclo de palestras Aventuras do Pensamento, projeto pioneiro no Brasil que leva, gratuitamente, intelectuais para conversar de igual para igual com o público infantojuvenil.

Em uma abordagem bastante pessoal, A história da arte no Brasil através do meu coração foi o tema escolhido pelo artista para sua conferência. “Pretendo conversar sobre o Brasil e sua história através das obras e movimentos artísticos que tocaram o meu caminhar, dos mais íntimos aos periféricos, do começo do século 20 até os dias de hoje”, explica Ernesto.

O encontro é o penúltimo da segunda edição do Aventuras do Pensamento. A dinâmica dos debates se divide em duas partes: primeiro, os especialistas convidados fazem uma palestra de cerca de 50 minutos, apresentando a questão. Em seguida, crianças e adolescentes assumem o microfone, para perguntarem o que bem quiserem.

“Esta é, sem dúvida alguma, a parte mais interessante do evento, e é quando sabemos se o encontro foi ou não bem sucedido”, diz André Duchiade, um dos curadores. “Perguntaram a Eduardo Viveiros de Castro, por exemplo, quais eram os índios preferidos dele e ele respondeu. Do mesmo modo, uma criança pediu o microfone para dizer a Luiz Eduardo Soares que discordava de sua apresentação sobre sociologia da violência, e que, contra a má índole de algumas pessoas, não há nada que possa ser feito. São comentários que nenhum adulto faria”, acrescenta.

Em novembro, a pesquisadora, ex-secretária de direitos humanos e cidadania de São Paulo e ativista Djamila Ribeiro encerra esta edição do Aventuras do Pensamento com palestra intitulada A importância da quebra do silêncio.

Mais informações podem ser obtidas em www.aventurasdopensamento.com.br

Programação:
7 de outubro (sábado)
11h – A história da arte no Brasil através do meu coração - Ernesto Neto, artista plástico

4 de novembro (sábado)
11h - A importância da quebra do silêncio - Djamila Ribeiro, pesquisadora e mestre em Filosofia Política pela Unifesp e feminista

Serviço:
Ciclo de Palestras Aventuras do Pensamento
A história da arte no Brasil através do meu coração, com Ernesto Neto
Entrada franca (Ingressos distribuídos uma hora antes de cada palestra)                        
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1 (com transmissão ao vivo no Cinema 2)
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: 7 de outubro de 2017 (sábado)
Horário: 11h
Duração: 1h30min
Lotação:  Cinema 1 - 78 lugares (mais três para cadeirantes) / Cinema 2 - 80 lugares (mais dois para cadeirantes)
Classificação Indicativa: Livre (Projeto voltado ao público infantojuvenil, com temas e linguagem adaptados para essa faixa etária)
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


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ESPETÁCULO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO COMPILA PEÇAS CURTAS DO DRAMATURGO ROMENO MATÉI VISNIEC


Montagem da Cia. Os Barulhentos venceu os prêmios de Melhor Espetáculo APCA 2015 e Melhor Direção Aplauso Brasil 2015

Após sucesso de público e crítica em São Paulo, o espetáculo teatral Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar realiza curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 22 de setembro a 1º de outubro (sexta a domingo). A montagem da companhia paulista Os Barulhentos, com direção de Rodrigo Spina, apresenta ao Rio de Janeiro o trabalho do dramaturgo romeno Mátei Visniec. A temporada oferece audiodescrição para deficientes visuais nas apresentações dos sábados (23 e 30 de setembro) e conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Ganhadora dos prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Espetáculo 2015 e Aplauso Brasil de Melhor Direção 2015, a peça foi criada a partir da obra Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias. Com encenação em três atos, o espetáculo tem como uma de suas marcas, uma estética inovadora, na qual tons de cinza, branco e preto cobrem o palco, os atores e o figurino.

Incentivados pela própria liberdade dada por Visniec no prefácio do texto, o diretor e o grupo realizaram um extenso trabalho sobre a dramaturgia, no qual optou-se por entrecortar 14 das 15 peças presentes no escrito original, tendo como fio condutor um personagem cego. Inicialmente divididas em três grandes eixos – Fronteiras, Agorafobias e Desertos – as tramas fluem interligadas de forma que comecem e sejam interrompidas por outras, que, por sua vez, saem de cena para que, só então, as primeiras se finalizem.

Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar é o resultado de um ir e vir de tipos solitários, que vivem abismos nas mais variadas formas de relações que daí se sucedem. Através de uma abordagem fragmentada, uma diversidade de temas se apresenta para a reflexão do público, entre eles: a solidão em meio à multidão; a distância entre dois seres na intimidade do lar; a opressão que se dá pelo poder direto do aparato policial ou pelo poder sutil da legalidade e burocracia; e os absurdos cometidos em nome da pátria, religião ou democracia. “Visniec valoriza o teatro enquanto arte viva, dando ao encenador a liberdade para imprimir seus questionamentos e identidade à apresentação”, revela o diretor Rodrigo Spina.

Após a temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo segue para temporada na CAIXA Cultural Curitiba ainda em outubro de 2017.

Os Barulhentos:
A companhia surgiu no final de 2012, na capital paulista, e é atualmente composta por 10 atores sob a direção artística de Rodrigo Spina. Em seu primeiro projeto, a comédia Muito Barulho por Nada, o grupo pesquisou, por um ano, o universo Shakespeariano, buscando as fórmulas que reverberam até hoje nas artes e que formam a base das emoções do homem.
Depois, o grupo encontrou, em Visniec, uma reverberação de suas inquietudes atuais, o que resultou neste segundo trabalho, que chega agora à CAIXA Cultural Rio de Janeiro.

Mais recentemente, estiveram presentes no espetáculo Diásporas, que apresenta três histórias sobre três povos fictícios vividos por três diferentes companhias. Os Barulhentos representaram o povo do deserto somando, junto com a a Cia. Histriônica de Teatro e a Cia. Elevador e convidados, 45 atores em cena.

Para mais informações e atualizações, siga a página do grupo no Facebook: https://www.facebook.com/osbarulhentos.com.br/

Sobre o autor:
Matéi Visniec nasceu na Romênia em 1956 e desde pequeno encontrou na literatura um lugar dedicado à liberdade. Censurado durante o a ditadura de Nicolae Ceaușescu, suas peças só vieram a público em 1987, durante seu autoexílio na França, onde vive até hoje. Ter vivido sob um regime autoritário influenciou definitivamente a obra de Visniec, sendo constante o tema da inadequação do ser humano ante a máquina estatal e a solidão daí proveniente. O autor, porém, não restringe esse conflito ao jugo ditatorial, demonstrando, por meio de um texto ao mesmo tempo lírico e ácido, que a democracia também pode tolher a humanidade do indivíduo.

Ficha técnica:
Autor: Matéi Visniec
Direção Artística: Rodrigo Spina
Elenco: Cadú Cardoso, Clara Rocha, Domitila Gonzalez, Elias Pintanel, Gustavo Pompiani, Lia Maria, Lucas Horita, Lucas Paranhos, Marina Campanatti, Murilo Zibetti
Assistente de Direção e Stand-in: Thalita Trevisani
Cenário: Moshe Motta
Figurino: Camila Fogaça
Maquiagem: Domitila Gonzalez
Sonoplastia: Rodrigo Spina e Maria Claudia Mesquita
Iluminação: Lui Seixas
Cenotécnico: Mateus Fiorentino e Isis Mara Angrisani
Design gráfico: Ed Santana
Fotografia: Domitila Gonzalez e Valerie Mesquita
Assessoria de imprensa: Edu Leah, Ana Paula Romeiro e Silvana Cardoso
Produção e Realização: Os Barulhentos

Vídeo:
https://youtu.be/zFAVNRB9VlY




Serviço:
Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar
Data: de 22 de setembro a 1º de outubro (sexta a domingo)
Horário: 19h
Duração: 110min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Lotação: 80 lugares
Classificação indicativa: 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Sessões com audiodescrição nos dias 23 e 30 de setembro (sábados)
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram
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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO RECEBE 7ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO UNIVERSITÁRIO

Além do espaço da CAIXA, programação do 7º FESTU percorrerá os teatros Cesgranrio e SESI com 48 montagens


O 7º Festival de Teatro Universitário (FESTU) inicia sua programação apresentando, pela primeira vez, um apanhado com os destaques da edição anterior. É a Mostra Destaques 6º FESTU, que ocupa a CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 30 de agosto a 3 de setembro (quarta-feira a domingo), exibindo, em sequência, oito esquetes que participaram da Mostra Nacional Competitiva do festival em 2016.

São peças curtas criadas por jovens estudantes de artes cênicas de diferentes universidades, sendo seis montagens do Rio de Janeiro (UNIRIO, Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, PUC e Universidade Cândido Mendes - UCAM), uma da Bahia (Universidade Federal da Bahia) e uma do Distrito Federal (Universidade de Brasília), constituindo um recorte do evento do ano passado.

Dentre os esquetes cariocas, encontram-se quatro premiados da 6ª edição do festival: 2 Homens e 1 Dinheiro (prêmio de Melhor Ator para Cassio Duque),Do Fim Para Frente (Melhor Iluminação para Gabriel Prieto, Trilha Original para Rodrigo Trindade e Melhor Figurino para Dora de Assis), País das Maravilhas(Melhor Direção de Movimento para Cia. Os Brincantes) e Procura-se profundidade (MelhorCenografia para Cia. Pá), além das peças Do Lar ou Star e Saudades-Branca. Já a Bahia contribui com a peça Combatente Maria, enquanto, de Brasília, chegaStanisloves-me, que recebeu o prêmio de Melhor Atriz para Bruna Martini.

“É um festival que incentiva a pesquisa e valoriza muito o jovem. Queremos promover muitos encontros, trazer cada vez mais cenas de fora do Rio para o evento. Essa troca enriquece muito a cena. É teatro feito por jovens e para jovens”, diz Felipe Cabral, diretor e curador artístico. “O FESTU é um evento de experimentação, diversidade de olhares e ponto de encontro de universitários de diversos estados que formarão o futuro do teatro brasileiro, como atores, diretores, iluminadores, figurinistas, cenógrafos e demais profissionais do meio”, acredita o diretor Miguel Colker.

Mais espetáculos:
Depois da programação na CAIXA Cultural, o festival segue para o Teatro Cesgranrio, onde realiza, de 9 de setembro a 1º de outubro, a Mostra de Espetáculos, com 13 montagens selecionadas de universidades do Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. O espetáculo Chão de Pequenos, premiada no FESTU 2016 em três categorias (Melhor Esquete, Direção e Texto Original), abre a mostra no dia 9 (sexta-feira). A montagem, que teve temporada de sucesso na CAIXA Cultural Rio de Janeiro em maio deste ano, foiidealizada pela Companhia Negra de Teatro e narra a vida de dois jovens abandonados pela família, representados pelos atores Felipe Soares e Ramon Brant.

Finalizando a programação, o 7º FESTU leva sua Mostra Nacional Competitiva para o Teatro SESI entre os dias 4 e 7 de outubro. Em 2017, foram 152 inscritos de sete estados, dentre os quais 27 esquetes foram selecionadas. As produções concorrem em dez categorias: Melhor Esquete, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Direção, Melhor Direção de Movimento, Texto Original, Melhor Iluminação, Melhor Cenografia, Melhor Figurino e Esquete pelo Júri Popular, que conta com votação do público. O vencedor da categoria Melhor Esquete recebe um patrocínio de R$ 40 mil para montar um espetáculo que já tem participação garantida no Festival de Curitiba em 2018.

Este ano, o evento promove uma maratona com 48 montagens criadas por jovens da cena universitária brasileira e tem patrocínio da Caixa Econômica Federal, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura, da Cesgranrio e do Governo Federal. A programação completa das três etapas está disponível no site www.festu.com.br.


Sobre o FESTU:

Criado em 2010 pelo produtor Miguel Colker e pelo diretor e ator Felipe Cabral para fomentar e revelar novos talentos, o Festival de Teatro Universitário é voltado para jovens estudantes que desejam um espaço para mostrar e desenvolver seus trabalhos. O evento promove uma intensa troca entre as escolas de artes cênicas, apresentando produções que variam de esquetes a espetáculos, passando por gêneros como drama, musical, teatro-dança e palhaçaria.

Em seis edições, o FESTU apresentou 158 esquetes, tendo patrocinado seis espetáculos e premiado 51 categorias. A cada ano, um novo júri é formado para avaliar os projetos em competição. Pelo corpo de jurados, já passaram 53 profissionais de artes cênicas, entre eles: Marília Pêra, João Falcão, Jô Bilac, José Wilker, Otávio Augusto, Debora Lamm, Renata Mizrahi, Pedro Kosovski, Jorginho de Carvalho, Tonico Pereira, Gregório Duvivier, Aurélio de Simoni, Victor Garcia Peralta, Deborah Colker e Lilia Cabral.

Serviço:

7º FESTU
Data: De 30 de agosto a 7 de outubro de 2017
Patrocínio: Caixa Econômica Federal, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Cesgranrio e Governo Federal

Mostra de Destaques 6º FESTU
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 30 de agosto a 3 de setembro de 2017 (quarta a domingo)
Horário: às 19h
Duração: 90 min
Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Lotação: 171 lugares (mais quatro para cadeirantes)
Bilheteria: de terça a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa do 7º FESTU:www.festu.com.br

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj

  
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MOSTRA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE DESTAQUES DO CINEMA RUSSO CONTEMPORÂNEO



No ano em que se comemora 100 anos da revolução russa, mostra Rússia: Um quarto de século através do cinema apresenta 16 filmes e um ciclo de palestras

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 19 de setembro a 1º de outubro de 2017 (terça a domingo), a mostra inédita Rússia: um quarto de século através do cinema, que reúne 16 filmes relevantes para a história do cinema russo contemporâneo e para a história da própria Rússia pós-soviética. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Além das exibições, a temporada da mostra no espaço conta com um ciclo de palestras ministradas pelos curadores Maria Vragova e Luiz Gustavo Carvalho e por Andrey Dolin. Andrey é redator chefe da revista A arte do cinema, principal publicação russa dedicada à sétima arte e vem ao Brasil especialmente para o evento.

A seleção de filmes abrange produções realizadas entre 1991 e 2017, sendo dividida em ficções e documentários. Um dos destaques é a pequena retrospectiva com a obra de Aleksey German realizada após a queda da União Soviética, apresentando pela primeira vez aos cariocas os longas Khrustalev, o carro! (1998) e É difícil ser um deus (2013), último trabalho do diretor, que faleceu em 2013. German é considerado, ao lado de Andrey Tarkovsky e Alexander Sokurov, o principal diretor de cinema da segunda metade do século XX na Rússia.

O público também poderá conferir três estreias em território nacional: Fábrica “Esperança” (2014), de Natália Meshaninova, um dos nomes femininos mais promissores da nova geração de diretores da Rússia;Blues de Grozny (2015), de Nicola Belucci, que retrata a vida na Chechênia contemporânea; e Algo melhor por vir (2014), da jovem diretora Hannah Polak. Este último recebeu 23 prêmios em festivais internacionais e aborda a vida de uma família no maior lixão da Europa.

Outro destaque é o filme Sufocamento (2017), de Kantemir Balagov. O filme estreou no Festival de Cannes 2017, no qual ganhou o prêmio de FIPRESCI Prizena na categoria Uncertainregard.


A programação exibirá, ainda, obras que retratam os difíceis anos 90, na Rússia pós-soviética, comoIrmão (1996), de Alexey Balabanov, e Periferia (1998), de Piotr Lutsik, além de produções mais contemporâneas, como Leviatã (2015), de Andrey Zviangintsev.

Já o cinema documental apresenta dois títulos do premiado diretor Vitaly Mansky, Relações próximas(2016) e Sob o sol (2015), aclamado longa que retrata a vida na Coreia do Norte.

“O cinema russo foi, com certeza, sempre um dos mais expressivos do mundo e o país contribuiu de maneira singular para o desenvolvimento da sétima arte no século XX. Em 2017, ano em que se comemora o centenário da Revolução Russa, a mostra apresenta, pela primeira vez ao público, uma produção cinematográfica em boa parte inédita no país, revelando grandes nomes do cinema russo contemporâneo. A escolha curatorial pretende revelar também um pouco da realidade da Rússia atual”, explicam os curadores Luiz Gustavo e Maria.

Programação:

19 de setembro (terça-feira)
Cinema 1
19h – Algo melhor por vir (2014), de Hanna Polak, Dinamarca, 100min, Full HD, Livre

Cinema 2

17h – Irmão (1996), de Aleksey Balabanov, Rússia, 97 min, Digital, 18 anos

19h15 – Fábrica "Esperança” (2014), de Nadezhda Meshaninova, Rússia, 90 min, Digital,18 anos

20 de setembro (quarta-feira)

Cinema 2

17h – Blues de Grozny (2015), de Nikola Belucci, Suíça, 104 min, Digital, 18 anos

19h – Periferia (1998), de Piotr Lutsik, Rússia, 100 min, Digital, 18 anos

21 de setembro (quinta-feira)

Cinema 2

17h – Alexandra (2007), de Aleksandr Sokurov. Rússia, 90 min, Full HD, 18 anos

19h – Enterrem-me atrás do rodapé (2009), de Serguey Snezhkin. Rússia, Upscale, 110 min, 18 anos

22 de setembro (sexta-feira)

Cinema 2

17h – O Aluno (2016), de Kirill Serebriannikov, Rússia, Digital, 18 anos

19h – Sobre homens e aberrações (1998), Aleksey Balabanov, Rússia, 93 min, Digital, 18 anos

23 de setembro (sábado)

Cinema 1

16h – Khrustalev, o carro! (1998), de Aleksey German, Rússia/França, 137 min, DVD, 18 anos

Cinema 2

16h30 – Fábrica "Esperança” (2014), de Nadezhda Meshaninova, Rússia, 90 min, Digital, 18 anos

18h30 – Irmão (1996), de Aleksey Balabanov, Rússia, 97 min, Digital, 18 anos

24 de setembro (domingo)

Cinema 1

19h - Algo melhor por vir (2014), de Hanna Polak, Dinamarca, 100min, Full HD, 18 anos


Cinema 2

15h30 – Blues de Grozny (2015), de Nikola Belucci, Suíça, 104 min, Digital, 18 anos

17h40 – É difícil ser um deus (2013), de Aleksey German, Rússia, 177 min, Digital, 18 anos


26 de setembro (terça-feira)

Cinema 2

16h – Alexandra (2007), de Aleksandr Sokurov. Rússia, 90 min, Full HD, 18 anos

18h30 – Khrustalev, o carro! (1998), de Aleksey German, Rússia/França, 137 min, DVD, 18 anos


27 de setembro (quarta-feira)

Cinema 1

17h – Palestra Rússia: um quarto de século através do cinema, com Maria Vragova e Luiz Gustavo Carvalho


Cinema 2

15h – O Aluno (2016), de Kirill Serebriannikov, Rússia, Digital, 18 anos

19h – Relações próximas (2016), de Vitaly Mansky, Letônia/Alemanha/Estônia, Ucrânia, Digital, 18 anos


28 de setembro (quinta-feira)

Cinema 1

18h – Palestra Balabanov e o cinema da Rússia pós-soviética, com Anton Dolin


Cinema 2

16h – Sobre homens e aberrações (1998), Aleksey Balabanov. Rússia, 93 min, Digital, 18 anos

19h20 – Irmão (1996), de Aleksey Balabanov, Rússia, 97 min, Digital, 18 anos


29 de setembro (sexta-feira)

Cinema 1

16h – Khrustalev, o carro! (1998), de Aleksey German, Rússia/França, 137 min, DVD, 18 anos

19h – Palestra O cinema de Aleksey German, com Anton Dolin


Cinema 2

17h – Fábrica "Esperança” (2014), de Nadezhda Meshaninova, Rússia, 90 min, Digital, 18 anos


30 de setembro (sábado)

Cinema 1

16h30 – Que tal a vida, camaradas?, de Luis Felipe Labaki, Brasil, 15 min, HD, Livre

17h – Mesa Redonda O cinema na Rússia atual: conformismo ou resistência?, com Anton Dolin e Luis Felipe Labaki


Cinema 2

15h – Sob o sol (2015), de Vitaly Mansky. Rússia/Letônia/Alemanha/Republica Tcheca/Coréia do Norte, 106 min, Digital, 18 anos

18h30 – Leviatã (2015), de Andrei Zviagintsvev, Rússia, Digital, 141 min, 18 anos

1 de outubro (domingo)

Cinema 1

15h – Periferia (1998), de Piotr Lutsik, Rússia, 100 min, Digital, 18 anos

17h – Debate Novas vozes do cinema russo, com Anton Dolin

19h15 – Algo melhor por vir (2014), de Hanna Polak, Dinamarca, 100min, Full HD, Livre

Cinema 2

14h30 – O Aluno (2016), de Kirill Serebriannikov, Rússia, Digital, 18 anos

19h – Sufocamento (2017), de Kantemir Balagov, Digital, 18 anos


Serviço:

Rússia: um quarto de século através do cinema

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Data: de 19 de setembro a 01 de outubro de 2017

(terça a domingo)

Horários: Consultar programação

Ingressos: R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Lotação: Cinema 1 - 78 lugares (mais três para cadeirantes) / Cinema 2 - 80 lugares (mais dois para cadeirantes)

Acesso para pessoas com deficiência

Classificação indicativa: Consultar programação

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 



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PROGRAMA EDUCATIVO CAIXA GENTE ARTEIRA PROMOVE ATIVIDADES PARA PÚBLICO UNIVERSITÁRIO EM SETEMBRO

Ações gratuitas são voltadas para estudantes de artes, filosofia, educação, e áreas afins

O público universitário tem espaço garantido nas atividades do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira no mês de setembro. A programação gratuita inclui uma oficina e diversos debates inspirados nas mostras In Memoriam, Retroperformance e O essencial é invisível aos olhos, todas em cartaz desde agosto na CAIXA Cultural Rio de Janeiro.

Nos dias 12, 13 e 14 de setembro (terça a quinta), das 18h30 às 20h30, estudantes e profissionais de artes, educação e áreas afins poderão participar de um minicurso sobre performance. Inspirado na exposição Retroperformance, o curso abordará a história deste tipo de arte, além de incentivar os alunos a desenvolverem ações performáticas.

A atividade Peripatéticos: Um encontro entre a arte contemporânea e a filosofia se baseia em um antigo círculo filosófico grego para propor uma caminhada entre as obras das exposições In Memoriam e Retroperformance ao tempo em que os participantes tecem relações entre a filosofia e questões abordadas na arte contemporânea. Aberta a alunos e profissionais dos cursos de artes, filosofia, educação e afins, o evento será realizado no dia 28 de setembro (quinta-feira), às 18h30.

Voltada ao público universitário em geral, a Roda de Conversa Gente Arteira de setembro traz para discussão, no dia 23 (sábado), das 15h às 17h, as relações entre educação e arte nos processos de mediação em ambientes não escolares.

Já as crianças de 1 a 3 anos ganham vez no dia 17 de setembro (domingo), às 15h, durante a ação Arte Contemporânea para Crianças. O evento terá como base a exposição Natureza Concreta para trabalhar, por meio de diferentes atividades, as relações do homem com o meio ambiente. Natureza Concreta entra em cartaz na Galeria 4 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro no dia 9 de setembro (sábado), expondo fotografias, vídeos e instalações que colocam em perspectiva as interações entre os seres humanos e o mundo que os cerca.

Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência (21/09):
Sempre de olho no calendário, o Programa Educativo CAIXA Gente Arteira não poderia deixar de celebrar uma data tão importante para a inclusão e a igualdade. Por isso, no dia 29 de setembro (sexta-feira), às 18h30, estudantes e profissionais de artes, educação e cursos relacionados poderão participar do bate-papo A empregabilidade de pessoas com deficiência para discutir os desafios e barreiras sociais que ainda existem para a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Atividades mensais:
A programação também apresenta atividades que ocorrem mensalmente, incluindo a ação Você gosta de poesia?. A atividade ocorre todas as sextas do mês de setembro, das 10h às 20h, e incentiva o público a redigir um poema e deixá-lo nos varais existentes no Espaço de Leitura. A proposta é que cada um deixe um poema e leve outro, num gesto de troca e continuidade.

Enquanto isso, as ações de galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.

O programa CAIXA Gente Arteira tem, como objetivo, explorar diversas linguagens artísticas, possibilitando ao público a experimentação prática e teórica sobre artes visuais, música e dança, através de oficinas, vivências e bate-papos. Mais informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo telefone (21) 3980-4898 e pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br.

Programação CAIXA Gente Arteira:
Minicurso de performance
Datas: 12, 13 e 14 de setembro (terça a quinta)
Horários: das 18h30 às 20h30
Local: Sala de oficina 1
Classificação indicativa: a partir de 18 anos

Pequena Gente Arteira - Arte contemporânea para crianças
Datas: 17 de setembro (domingo)
Horário: 15h
Local: Galeria 4
Classificação indicativa: 1 a 3 anos

Roda de Conversa Gente Arteira
Datas: 23 de setembro (sábado)
Horário: das 15h às 17h
Local: Oficina 1
Classificação indicativa: a partir de 18 anos

Peripatéticos: Um encontro entre a arte contemporânea e a filosofia
Data: 28 de setembro (quinta-feira)
Horário: de 18h30 às 19h30
Local: Galerias da CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Classificação indicativa: a partir de 18 anos

Bate-papo A empregabilidade de pessoas com deficiência
Datas: 29 de setembro (sexta-feira)
Horário: das 18h30 às 20h30
Local: Oficina 1
Classificação indicativa: a partir de 18 anos

Serviço:
Programa educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Você gosta de poesia?: sextas-feiras, das 10h às 20h
Ações de galeria: de terça a sexta-feira, de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: a partir dos 5 anos (consultar programação)
Agendamento e informações: (21) 3980-4898 | agendamento@gentearteirarj.com.br

Assessoria de Imprensa:
Mateus Vasconcelos – mateus.vasconcelos@grupoinforme.com.br
(21) 99001-9915

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3980-3096 / 4097
www.caixacultural.gov.br | @imprensaCAIXA
https://www.facebook.com/CaixaCulturalRioDeJaneiro




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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REALIZA CICLO DE PALESTRAS GRATUITAS SOBRE A TROPICÁLIA


Nomes das artes visuais, teatro, música e cinema participam dos debates Tropicálias 1967- 2017 – 50 anos em revisão

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017 (terça a sexta-feira), o ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão, que reúne oito pesquisadores e realizadores do teatro, música, artes visuais e cinema para discutir um período histórico que ainda opera como um potente motor ideológico nos campos da cultura e da arte do Brasil contemporâneo. Os debates ocorrem sempre às 18h30, com entrada franca e retirada de senhas uma hora antes de seu início. O evento tem a idealização e a curadoria de André Masseno e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

“Levando em consideração o panorama de 1967, como pode ser entrevisto o Brasil de 2017? Como os preceitos éticos e estéticos destas tantas tropicálias ainda reverberam no momento atual e podem, sobretudo em retrospecto, oferecer uma visão arguta do país do presente?”, indaga o curador André Masseno.

Com o objetivo de discutir tais questões, o projeto apresenta e analisa, em quatro encontros, uma intricada e complexa relação entre arte, indústria e mercado, que viu moldar, na Tropicália, uma constelação artística composta por agentes (contra)culturais que buscavam saídas reflexivas para um contexto nacional sufocado pela ditadura.

Participam das palestras Luiz Tatit e Miguel Jost, em debate sobre as sonoridades tropicalistas e o álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis; Ricardo Basbaum e Fred Coelho analisam obras de Hélio Oiticica e Décio Pignatari; Victor Hugo Adler Pereira e José da Costa abordam O Rei da Vela, espetáculo com texto de Oswald de Andrade e dirigido por José Celso Martinez Corrêa; e Vladimir Carvalho e Jorge Furtado, que explicitam as relações entre o Cinema Novo e a Tropicália debatendo Terra em Transe, de Glauber Rocha.

O evento é destinado a públicos diversos: estudantes do ensino médio, universitários, artistas, pesquisadores e todos que se interessam pelo período e pela produção cultural e artística nacional.

Programação (sempre às 18h30):

29/08 (terça-feira)


Sonoridades tropicalistas, com Luiz Tatit

A influência do tropicalismo na canção brasileira pode ser avaliada sob dois ângulos igualmente importantes no quadro geral de nossa cultura artística. O primeiro considera o tropicalismo como um ato de intervenção brusca – e até certo ponto inesperada – num momento crucial de ebulição da música popular no Brasil. O segundo ângulo examina o movimento como um desejo de assimilação (mistura) que se tornou perene no âmbito da canção e que tem sua contrapartida no gosto pela depuração (triagem) introduzido pela bossa nova.

Tropicália ou Panis et Circensis, com Miguel Jost
O objetivo é debater de forma crítica as interações entre as propostas tropicalistas, suas relações com o mercado e a cultura pop, e sua oposição frontal contra um projeto de defesa da cultura nacional popular como definida no âmbito dos centros populares de cultura (CPCs) da UNE. Ainda na clave dessa concepção original dos tropicalistas sobre a contaminação da cultura nacional por elementos da cultura pop internacional, discutir também, sob a luz do debate entre Caetano Veloso e o professor da USP Roberto Schwarz, a oposição entre o tropicalismo e pensamento marxista na forma como este foi lido e desenvolvido no Brasil dos anos 1960.

30/08 (quarta-feira)

Corpos tropicalistas nas artes visuais, com Ricardo Basbaum


Serão comentados alguns temas relacionados ao período tropicalista, em sua relação com as pesquisas das artes visuais – especialmente em torno de duas das mais emblemáticas expressões daquela época: da adversidade vivemos, de Hélio Oiticica e geleia geral brasileira, de Décio Pignatari. Naquele momento, o que se queria com tais afirmações, que parecem indicar um interesse pelo confronto ("adversidade") e mistura e multiplicidade ("geleia")? Como tais frases poderiam ser atualizadas hoje, frente aos desafios do século XXI para o campo da arte e da cultura contemporâneas? Serão organizados comentários que apontam para a fórmula "geleia adversa" ou "adversa geleia" como eventual modo de resistência à economia da cultura tal qual se apresenta hoje, no sentido de buscar possibilidades efetivas de intervenção e resistência.

Tropicália (Hélio Oiticica), com Fred Coelho

A fala será dedicada aos textos de Hélio Oiticica escritos durante os anos de 1968 e 1969 e que relacionam sua obra Tropicália (1967) com os desdobramentos do movimento musical denominado Tropicalismo. A partir de suas ideias sobre uma “nova imagem”, a formação de uma vanguarda brasileira e os trabalhos do chamado Grupo Baiano, acompanharemos a Tropicália desde as críticas do seu criador aos usos modistas no Brasil até a recusa crítica em apresentá-lo na exposição Information (MoMA, NY, 1970), quando Oiticica envia outro trabalho em seu lugar. A ideia de uma “imagem do Brasil” nesse período será chave para o debate.

31/08 (quinta-feira)

A cena tropical brasileira, com Victor Hugo Adler Pereira

A montagem de O Rei da Vela evidenciou as dificuldades da intelectualidade e das plateias “bem pensantes” encararem suas contradições ideológicas e a convivência do país do cosmopolitismo modernizante com o tradicionalismo patriarcal e as heranças do “atraso”, da chanchada e do melodrama. A produção musical dos tropicalistas explorou esses e outros desequilíbrios, desafiando os padrões de gosto e a rigidez de posições ideológicas. A discussão abordará como a diversidade estética e temática do teatro que resistiu aos desafios do período ditatorial e posteriores a ele relaciona-se à abertura de perspectivas do tropicalismo.

O Rei da Vela (Oswald de Andrade e José Celso Martinez Corrêa), com José da CostaA palestra vai abordar as necessidades artísticas e intelectuais que levaram José Celso Martinez Corrêa a encenar O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, no ano de 1967 e sua importância na trajetória criativa do diretor a partir daquele momento. O que se buscará, em primeiro lugar, é contextualizar a realização do espetáculo na época em que surgiu: período de governo totalitário e de práticas diferenciadas de resistência e contestação, de caráter político, cultural e comportamental. Em segundo lugar, pretende-se discutir como algumas das concepções teatrais que emergem no teatro de José Celso Martinez Corrêa no final dos anos 1960 se atualizam, posteriormente, no filme O Rei da Vela, realizado pelo encenador em parceria com o cineasta Noilton Nunes, no início da década de 1980. Será debatido, ainda, como algumas dessas concepções e métodos artísticos adotados no período tropicalista, mesmo transformados, persistem nos trabalhos do Teatro Oficina construídos a partir da década de 1990.

01/09 (sexta-feira)

Cinema e alegorias tropicalistas, com Vladimir Carvalho


O Cinema Novo e o tropicalismo nascem praticamente da mesma fonte original. O primeiro um pouco antes, mas ambos têm, a nosso juízo, muito a ver com o momento em que o país conheceu um extraordinário impulso em direção ao seu desenvolvimento e transformação, no início dose

anos de 1960, com sensível influência na cultura e nas artes. Os filmes desse período apresentavam um forte compromisso em espelhar a realidade social que vivíamos. Revê-los hoje nos coloca frente a frente com as possibilidades de melhor compreendermos a atualidade presente e o papel do cinema que queremos.

Terra em transe (Glauber Rocha), com Jorge Furtado

Nelson Rodrigues definiu brilhantemente Terra em Transe como um “vômito triunfal”. Dá para imaginar o efeito daquela ópera barroca tropical num país careta como o Brasil da ditadura militar, com procissões da família católica pelas ruas e artistas de terno e gravata. Acontece que uma obra seminal de um grande artista funciona como um pedra jogada num lago, expande sua força para muito além do seu tempo. Terra em Transe deve ser revisitado de tempos em tempos, como todos os clássicos. Eles nos lembram de o quanto mudamos e de o quanto permanecemos iguais.

Ficha técnica:

Idealização e Curadoria: André Masseno.

Produção e Coordenação Geral: Quintal Produções

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenação Artística: Valencia Losada

Coordenação de Planejamento: Maitê Medeiros

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto

Programação visual: Karin Palhano

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


Serviço:
Ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão

Entrada Franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada encontro)

Data: 29 de agosto a 01 de setembro (de terça a sexta-feira)

Horário: 18h30

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Classificação Indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Facebook: https://www.facebook.com/tropicalias50anosemrevisao

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 




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PROGRAMAÇÃO EDUCATIVA TRAZ O MUNDO DE FAZ DE CONTA PARA A CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


Atividades abordam o tema da fantasia com foco em diferentes públicos

O mundo de faz de conta está na programação educativa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro em duas atividades oferecidas pelo Programa Educativo Gente Arteira, no mês de agosto. Para os universitários, um bate-papo que relaciona aspectos psicológicos ao tema de fantasia; para os pequenos, uma viagem lúdica e sensorial a um lugar de personagens inesquecíveis, tudo inspirado pelos bonecos e marionetes da Mostra Mundo Giramundo(em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro até o dia 27 de agosto).



No dia 25 de agosto (sexta-feira), às 19h, a Conversa sobre psicologia e o mundo do faz de conta abordará a fantasia a partir do viés psicológico, desvendando como as lendas e fábulas podem refletir valores e comportamentos de cada época. A atividade é voltada para estudantes dos cursos de psicologia, ciências sociais, antropologia, pedagogia, história, letras e afins, com classificação indicativa de 18 anos.

Já no dia 27 de agosto (domingo), às 15h, será a vez dos pequenos adentrarem o espaço fantástico durante a atividade Pequena Gente Arteira – No mundo de faz de conta. O evento oferece uma imersão no universo da Mostra Mundo Giramundopara crianças com idade entre 1 e 3 anos, onde música e teatro proporcionarão experiências sensoriais, artísticas e educativas.

Da fantasia para as artes, a Roda de Conversa Gente Arteira do mês de agosto terá como tema o questionamento Quem tem medo de arte contemporânea? O evento, que acontece no dia 19 (sábado), às 15h, propõe uma discussão acerca de aspectos estéticos, intencionais e formais da produção artística contemporânea, buscando compreender uma concepção comum de que este tipo de arte seria algo distante e de difícil apreciação. O bate-papo se destina ao público universitário a partir dos 18 anos e é inspirado nas exposições In Memoriam e Retroperformance (em cartaz nas galerias 2 e 3, respectivamente).


Programação:

Conversa sobre psicologia e o mundo do faz de conta

Data: 25 de agosto (sexta-feira)

Horário: das 19h às 20h

Local: Cinema 2

Classificação indicativa: 18 anos

Pequena Gente Arteira – No mundo de faz de conta

Data: 27 de agosto (domingo)

Horário: às 15h

Local: Galeria 4

Classificação indicativa: Livre

Roda de Conversa Gente Arteira - Quem tem medo da arte contemporânea?

Data: 19 de agosto (sábado)

Horário: das 15h às 17h

Local: Cinema 2

Classificação indicativa: 18 anos

Serviço:

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira

Entrada franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Data e horário: Consultar programação

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Classificação Indicativa: Consultar programação

Agendamento e informações: (21) 3980-4898 |agendamento@gentearteirarj.com.br


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INSTALAÇÃO INTERATIVA UNE REALIDADE VIRTUAL COM ANIMAÇÃO 3D NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO







Desenvolvida pela dupla VJ Suave, O Essencial é invisível aos olhos convida o público para a experiência de imersão em uma floresta encantada

A instalação interativa O essencial é invisível aos olhos, da dupla VJ Suave, formada por Ygor Marotta e Ceci Soloaga, ocupa a Galeria 1 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 15 de agosto a 15 de outubro de 2017. A abertura acontece na terça-feira (15), às 19h. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Na obra, o duo investiga uma nova tecnologia: a realidade virtual, recurso que está ganhando espaço no mundo todo. Misturando animação 3D, programação, áudio espacializado e uma ferramenta de criação de games, os artistas transportam o espectador para o ambiente de uma floresta, onde ele é livre para escolher seus caminhos e ações. Lá ele pode se relacionar com o cenário, pegar objetos, interagir com personagens e também com seu próprio corpo. A cada escolha que faz, o ambiente se relaciona de maneira diferente com ele, resultando em uma jornada única e surpreendente.

A partir da imersão, o público é convidado ao autoconhecimento e à reflexão ao mesmo tempo em que se faz um resgate da sabedoria dos povos indígenas: as medicinas ancestrais, a cura pelas plantas, as trocas de energia e as sutilezas que não se consegue enxergar nem explicar.




“As florestas são espaços energéticos fortes e poderosos. A natureza nos lembra quem somos nós e que somos parte dela. É preciso ampliar a percepção que vai além da vista. Experimentar o ambiente com todos os sentidos, aguçar as sensações, e descobrir as forças que são invisíveis aos olhos” contam os artistas Ygor Marotta e Ceci Soloaga.

Workshop:

No dia 16 de agosto (quarta-feira), às 19h, Ceci Soloaga realiza o workshop Desenho em realidade virtual. Utilizando a tecnologia de realidade virtual (VR) e programas inovadores como Tilt Brush, os alunos participarão de uma vivência onde poderão desenvolver experiências em técnicas de pintura e desenho 3D. A tela é a própria sala, e a paleta de cores é a imaginação do aluno. O resultado do workshop pode ser compartilhado com outras pessoas e os participantes poderão levar para casa suas pinturas virtuais em imagem e vídeo.

 A atividade é voltada para artistas e estudantes de artes visuais acima de 10 anos de idade. As inscrições devem ser realizadas entre 7 e 13 de agosto pelo e-mail essencialvjsuave@gmail.com. A participação é gratuita.

VJ Suave:

Ygor Marotta e Ceci Soloaga formam o duo de artistas que trabalha com arte digital, projeção em movimento e animação 2D quadro a quadro projetada na superfície urbana. Com suas obras, VJ Suave propõe um momento único de conexão entre o espectador e a cidade, misturando história animada com vida real. As animações projetadas em movimento fazem a narrativa ganhar vida, onde os personagens correm e voam colorindo os ambientes em um conceito de arte chamado graffiti digital, que mescla tecnologia com street art.

Mais informações em http://vjsuave.com
Ficha técnica:
Direção: Ygor Marotta e Ceci Soloaga
Roteiro: VJ Suave e Roberta Nader
Direção de Arte: Ygor Marotta
Programação: Roger Sodré
Level Design: Paulo Stoker e VJ Suave
Character Design: Ygor Marotta e Paulo Stoker
Animação 3D: Leo Campasso
Modelagem: Bruno Saber
Rigging: Vivi Adade
Texturas: Ygor Marotta, Paulo Stoker, Ricardo Riamonde
Viagem Astral: VJ Vigas, Paulo Stoker, VJ Suave
Paisagem sonora:
Roda de luz e Viagem astral: Bmind
Cachoeira e Lagoa: Barrio Lindo
Cristais: Gama
Cogumelos: Psilosamples
Efeitos sonoros: Bmind
Vozes: Txuã Pakamayte - Índio
Cristais Luminosos: Ygor Marotta, Pascal Champagne, Ramon Porteiro, Yves Marotta
Assistente de Produção: Yves Marotta
Edição dos Vídeos da TV: Roberta Nader
Pesquisa em Tecnologia: Ceci Soloaga
Curadoria e Desenvolvimento: VJ Suave

Curadoria e Desenvolvimento: VJ Suave
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany
Coordenação e Produção Executiva: Cida Gonçalves e Casa do Batuque Produções Artísticas
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
O essencial é invisível aos olhos
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 15 de agosto (terça-feira), às 19h
Visitação: de 15 de agosto a 15 de outubro de 2017
Horário: terça-feira a domingo, das 9h às 12h e das 13h às 21h
Classificação indicativa: 10 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Workshop gratuito Desenho em realidade virtual, com Ceci Soloaga, da dupla VJ Suave
Data: 16 de agosto (quarta-feira)
Horário: 19h
Duração: 2h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Vagas: 20
Inscrições: de 7 a 13 de agosto, pelo e-mailessencialvjsuave@gmail.com .
Classificação indicativa: 10 anos
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PROGRAMA EDUCATIVO GENTE ARTEIRA PROMOVE APRESENTAÇÃO GRATUITA DE ÓPERA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


Ópera no Foyer reúne os cantores líricos Loren Vandal e Rafael Siano e a pianista Eliara Puggina

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, no dia 12 de agosto de 2017 (sábado), às 17h, o evento gratuito Ópera no Foyer, com apresentação dos cantores líricos Loren Vandal e Rafael Siano acompanhados pela pianista Eliara Puggina. A atração é uma iniciativa do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira e será aberta a todos os públicos.

Inspirada na Mostra Mundo Giramundo, a atividade possibilitará a apreciação de árias (trechos de óperas) pertencentes ao universo operístico de algumas das peças já montadas pelo grupo de teatro de bonecos Giramundo. O público pode esperar histórias de amor, fantasia, drama e alegria em trechos de obras como A Flauta Mágica, de Mozart; e O Guarani, de Carlos Gomes.

Além da audição, o evento inclui um bate-papo a respeito da história da ópera no Brasil e no mundo, em um verdadeiro passeio lúdico pelo universo da música. Mais informações pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br .
Serviço:

Ópera no Foyer, com Loren Vandal, Rafael Siano e Eliara Puggina

Entrada franca

Data: 12 de agosto de 2017 (sábado)
Horário: às 17h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Foyer
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação indicativa: Livre

Informações: 3980-4898/

E-mail agendamento@gentearteirarj.com.br
 Acesso para pessoas com deficiência.
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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO RECEBE MONTAGEM DA MUNDANA COMPANHIA PARA TEXTO DE BRECHT

Indicada ao Prêmio Shell de Teatro de São Paulo na categoria Inovação, Na Selva das Cidades – Em Obras terá temporada com apresentações gratuitas





A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, a partir de 11 de agosto (sexta-feira), às 19h, a montagem deNa Selva das Cidades – Em Obras, com a mundana companhia. Escrito em 1927 pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956), o texto Na Selva das Cidades continua atual, quase um século depois, ao alinhar exclusão social aos poderes da vida em sociedade. Em cartaz até o dia 26 de agosto, a temporada conta com apresentações gratuitas nas terças, quartas e sextas, às 19h, e sábados e domingos, às 18h.

Dirigido por Cibele Forjaz, Na Selva das Cidades - Em Obras foi indicada na categoria Inovação para o Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, no primeiro semestre de 2017, e narra a luta entre dois homens numa metrópole americana. Nas extremidades desta luta, encontramos dois tipos opostos: um rico comerciante de madeiras malaio versus um pobre balconista que migrou com sua família do campo para a cidade grande. No enredo, não ficam claros os motivos que levam os dois homens ao embate, porém, tudo (família, amores, parceiros, amigos, justiça, polícia e negócios) em torno deles vai sendo envolvido até que a narrativa acaba por englobar toda a cidade.

Interessa aos criadores a transitoriedade: a cada nova ocupação, tudo se transforma em função da relação com o espaço ocupado, sua história, economia, política e as várias relações sociais implicadas no trabalho, a cada momento. Desta forma, o cenário propõe sempre uma nova intervenção, com novas configurações de luz, vídeo, figurinos e objetos de cena. O trabalho dos atores também não tem marcas fixas, mas regras que determinam a movimentação e o desenho da cena. “Tem um jogo entre o teatro e a antropologia urbana. A imersão por São Paulo durante a pesquisa de linguagem nos deu um eixo. Cada nova paragem da peça nos exige um estudo de campo, colocando uma lente de aumento nas questões e contradições do lugar”, explica a diretora Cibele Forjaz.

À direção soma-se sempre uma equipe propositiva, isto é, componentes do grupo assumem uma espécie de curadoria. No Rio, Aury Porto, Cibele Forjaz e Luiza Lemmertz assumem a função. Eles determinarão os rumos que a peça tomará a partir de um storyboard criado em conjunto com, por exemplo, artistas da cenografia e figurino.

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro é a primeira parada da peça fora de São Paulo desde a sua estreia, e os cariocas terão a oportunidade de assistir a uma montagem especialmente criada para o Teatro de Arena do espaço. “Nesta ocupação pegaremos toda nossa experiência direta com a cidade e colocaremos no ambiente artificial de um teatro de arena. O cenário será composto de um platô em forma de octógono que nos remete às lutas de MMA e de alguns aparelhos de TV que contêm informações sobre cada quadro da peça. Nesta versão daremos ênfase especial ao desafio inicial que detona a luta dentro do texto de Brecht: ‘Quanto custa sua opinião?’”, contextualiza Aury Porto, fundador da mundana companhia com Luah Guimarãez.

A pesquisa para a montagem da peça ainda resultou em um livro distribuído gratuitamente para escolas e instituições de teatro de todo o país. A temporada do espetáculo no Rio tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Ficha técnica:
Equipe propositora da Ocupação: Aury Porto, Cibele Forjaz e Luiza Lemmertz

Elenco: Aury Porto, Guilherme Calzavara, João Bresser, Luah Guimarãez, Luiza Lemmertz, Mariano Mattos Martins, Sylvia Prado, Vinícius Meloni e Washington Luiz Gonzales

Texto: Bertolt Brecht

Tradução: Christine Röhrig

Direção/Treinamento Cênico: Cibele Forjaz

Assistente de Direção: Gabriel Máximo

Direção de Cena: Renato Banti

Treinamento Corporal: Lu Favoreto

Treinamento Vocal Interpretativo: Lucia Gayotto

Arte/Cenografia: Flora Belotti

Assistente de Arte/Cenografia: Júlia Reis

Figurinos: Diogo Costa, Joana Porto e Rogério Pinto

Camareiro: Rogério Pinto

Luz: Alessandra Domingues

Assistência/Operação de Luz: Laiza Menegassi

Criação Musical: Guilherme Calzavara

Músico: Marcelo Castilha

Videos: Yghor Boy

Fotos: Renato Mangolin e Yghor Boy

Programação Visual: Mariano Mattos Martins

Assessoria de imprensa: Mônica Riani

Manutenção do Site: Yghor Boy

Idealização do Projeto/Coordenação de Produção: Aury Porto

Assistente de Produção: Mariana Oliveira e Lucas Cândido

Produção Executiva: Bia Fonseca

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Lotação: 200 lugares (mais 4 para cadeirantes)

Classificação indicativa: 14 anos

Acesso para pessoas com deficiência

Serviço:

Na Selva das Cidades – Em Obras
Entrada Franca (Ingressos distribuídos na bilheteria 1h antes de cada apresentação)
Datas: de 11 a 26 de agosto (de terça a domingo, exceto nas quintas-feiras)
Horários: Terças, quartas e sextas-feiras, às 19h; sábados e domingos, às 18h
Duração: 150 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj




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COMPOSITOR RIACHÃO COMEMORA 95 ANOS COM SHOWS NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


Sambista baiano toca seus maiores sucessos acompanhado pelo grupo Os Bambas de Sampa

Um dos maiores compositores do samba nacional e responsável por mais de 500 canções, o baiano Riachão sobe ao palco da CAIXA Cultural Rio de Janeiro para quatro apresentações, de 3 a 6 de agosto (quinta a domingo), às 19h. A série de shows é uma homenagem aos 95 anos do sambista, completados no final de 2016, e tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Riachão foi o primeiro compositor da Bahia a ser gravado no Rio de Janeiro após Dorival Caymmi, ainda na década de 50. Acompanhado pelo grupo paulistano Os Bambas de Sampa, o artista apresentará os maiores sucessos de sua carreira, além de músicas inéditas feitas no decorrer dos anos. O público poderá esperar canções de renome, como Eu vou chegando; Vá morar com o diabo, famosa na voz de Cássia Eller; e Cada macaco no seu galho.
“Se o samba tem 100 anos, Riachão só perdeu cinco deles. Aos 95 anos de idade, rei Riachão ainda esbanja vitalidade. Com seu jeito único de compor e cantar, ele vem há mais de sete décadas encantando o povo brasileiro”, comenta Paulinho Timor, um dos Bambas de Sampa.


Depois de passar pelas unidades da CAIXA Cultural em Curitiba e, agora, no Rio, o projeto segue para São Paulo, com apresentações nos dias 27, 28 e 29 de outubro de 2017.
Riachão:

Considerado uma lenda viva do samba da Bahia, é um dos sambistas da velha guarda mais reconhecidos do país, ao lado de Nelson Sargento (92 anos) e Dona Ivone Lara (95 anos). Ganhou o apelido na infância. Quando menino, Clementino Rodrigues gostava muito de brigar e sempre ouvia dos mais velhos que era um “riachão que não se podia atravessar”. Começou a se apresentar na década de 30, aos 9 anos, e seguiu o caminho artístico de sambista irreverente, compondo sambas como Retrato da Bahia, Bochechuda e Papuda. Ao longo de
sua carreira, suas canções foram gravadas por artistas como Jackson do Pandeiro, Jamelão, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, Cássia Eller, Zélia Duncan e muitos outros nomes consagrados.
Os Bambas de Sampa:

Em 2013, a nata do samba paulistano se reuniu para formar o grupo Os Bambas de Sampa e realizou um projeto de pesquisa intensa da obra de Riachão. O projeto foi batizado como Valeu Riachão, em agradecimento à valiosa contribuição que o sambista baiano vem dando à Musica Popular Brasileira, e rendeu diversos shows.

Atualmente, Os Bambas de Sampa reúnem sambistas de diversos grupos paulistanos sob a direção musical de Paulinho Timor, percursionista, compositor e integrante de grupos como Inimigos do Batente, Gafeira São Paulo, Picafumo dentre outros.

Tendo acompanhado artistas de renome, a exemplo de Elza Soares, Paulinho da Viola, Monarco, Paulo Moura e Wilson Moreira, seus integrantes tentam resgatar e preservar a cultura popular, bebendo diretamente da fonte.
Ficha técnica:
Voz: Riachão
Os Bambas de Sampa:
Batucada e voz: Paulinho Timor
Voz: Paula Sanches
Violão e voz: Renato Enoki
Pandeiro e voz: Cadu Ribeiro
Cavaquinho e voz: Gregory Andreas
Coordenação geral: Trevo Produções (Marcos Clement e Vanessa Vieira)
Produção local: Michelli Giovanelli e Ludmila Teixeira

Serviço:
Riachão - 95 anos de Samba
Data: 3 a 6 de agosto de 2017 (quinta-feira a domingo)
Horário: 19h
Duração: ​80 minutos
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro, Rio de Janeiro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h.
Realização: Trevo Produções
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Lotação: ​176 lugares (mais 4 para cadeirantes)
Classificação indicativa: ​12 anos




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Exposição coletiva traz performances da década de 80 
para a Caixa Cultural Rio de Janeiro 

Mostra “Retroperformance” reúne materiais de arquivo raros 
e inéditos de 14 artistas do eixo Rio-São Paulo
 
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 5 de agosto a 8 de outubro de 2017, a exposição “Retroperformance”, que abarca a surpreendente produção artística da década de 1980 de alguns dos nomes mais representativos da performance do eixo Rio-São Paulo em vídeos, fotografias, filipetas, jornais, cartazes, cadernos, croquis e storyboards. Com curadoria de Grasiele Sousa, Lucio Agra, Joanna Barros e Samira Br, do grupo Brasil Performance, a mostra conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
 
A abertura, no dia 5 de agosto (sábado), às 15h, será marcada por um debate com os curadores, seguida de uma apresentação de performances ao vivo com os artistas Guto Lacaz, Otávio Donsaci, Ricardo Basbaum, Alexandre Dacosta, Mauricio Ruiz e Alex Hamburger.
 
Na seleção dos trabalhos expostos, constam arquivos raros e alguns ainda inéditos de nomes como Lenora de Barros, Aimberê Cesar, Renato Cohen, Otávio Donasci, Guto Lacaz; das duplas Alex Hamburger e Márcia X, Lucila Meirelles e José Roberto Aguilar, Dupla Especializada (Ricardo Basbaum e Alexandre Dacosta) e do coletivo 3NÓS3 (Mário Ramiro, Rafael França e Hudnilson Jr). Para o time de curadores, “esses artistas tensionavam o limite, se rebelavam e usavam todos os recursos disponíveis naquela época, inclusive a performance, para fazer da sua vida, arte”.

Essa indistinção entre obra e documentação aparece em diversos artistas da época, quando casas noturnas promoviam atrações com bandas de garagem acompanhadas de performances de pintores, atores e bailarinos que partiam para alguma coisa diferente do que sempre se fazia. Estátuas eram ensacadas, triciclos invadiam concertos musicais, e mesmo os circuitos mais “caretas” – as livrarias e poucas galerias de arte – eram literalmente invadidos por “Interversões”, “Videocriaturas” (Otávio Donasci), “Eletroperformances” (Guto Lacaz), praticantes de “Zen-Nudismo” (Aimberê Cesar) e outras comunidades de poetas, músicos e “malucos” em geral. “Era possível performar na rua, na praia, no bar, na boate, mas também na galeria, no teatro, no cinema, no show”, acrescentam.
 
Em um dos destaques, “Ícones do Gênero Humano” (1988), de Márcia X e colaboração de Alex Hamburger, há todos os elementos presentes numa exposição profissional de artes visuais como galeria, iluminação, convites, divulgação, coquetel, livro de assinaturas, mas o que se consideraria "mais importante" não está presente: a obra. Os artistas tornam nítido que a “obra” é tudo ali e não somente o que se “vê” na galeria. É, de certo modo, a aparição da herança conceitual presente num ato de performance: performance dos artistas, do público, da galeria, dos objetos e das pessoas, é a situação pondo-se à prova dela mesma. “O garçom performa. Os convites performam”.

Com um distanciamento de quase 40 anos, o conjunto de obras de “Retroperformance” resgata esse espírito de “do it yourself”, quando as soluções técnicas de registro de performance em suportes como Betamax e VHS, a divulgação das mostras com lambe-lambes e filipetas e, sobretudo, a produção dos trabalhos, eram feitas pelos próprios artistas ou pelos grupos a que se associavam. “Naquele momento de urgência criativa, lançava-se mão dos recursos técnicos disponíveis, por isso o que se vê na mostra são recortes e fragmentos ‘low-tech’ de algo cujo frescor original é irrecuperável”, arrematam os curadores.
 
Como parte da programação, a mostra apresenta, no dia 23 de setembro (sábado), às 14h, a oficina “Retroperformance”, voltada para artistas e interessados na linguagem da performance. A atividade, ministrada pela curadora Grasiele Sousa, é gratuita, e as inscrições devem ser realizadas pelo e-mail oficina@espacoliquido.com.br.
 


“Retroperformance”
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 5 de agosto (sábado), às 15h
Visitação: 6 de agosto a 8 de outubro de 2017
Horário: terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Produção: Espaço Líquido
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
 
Oficina “Retroperformance”
Data: 23 de setembro (sábado)
Horário: das 14h às 17h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Sala de oficina 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Vagas: 20


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GRUPO GIRAMUNDO ENCENA PEÇA INFANTIL NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO




Grupo de teatro de bonecos promove lançamento do catálogo da Mostra Mundo Giramundo e fará apresentações gratuitas da clássica história Pedro e o Lobo

O grupo de teatro de bonecos Giramundo apresenta, neste sábado e domingo (29 e 30), às 16h, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, a clássica peça infantil Pedro e o Lobo, com entrada franca. A encenação do espetáculo, no sábado, marca também o lançamento do catálogo da Mostra Mundo Giramundo em evento aberto ao público.

A peça Pedro e o Lobo é baseada no conto sinfônico do maestro russo Sergei Prokofiev e apresenta às crianças a estrutura elementar de uma orquestra, seus instrumentos e timbres. A obra narra a história do menino Pedro e de seus amigos que, ao contrariarem os conselhos do avô, se veem às voltas com um grande e feroz lobo da floresta. A simplicidade e a mobilidade do espetáculo fizeram dele a montagem mais encenada da história do grupo Giramundo.

Exposição:
A Mostra Mundo Giramundo, em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro até o dia 27 de agosto, cobre parte da rica trajetória do grupo mineiro, apresentando 160 marionetes de confecção própria. Além de conhecer as marionetes, o público pode aprender sobre seu processo de criação e assistir a flashes em vídeo de muitos momentos da trajetória do Giramundo.

Ficha Técnica:
Direção: Álvaro Apocalypse
Música: Sergei Prokofiev
Construção De Bonecos: Beatriz Apocalypse, Marcos Malafaia, Gustavo Noronha. Ulisses Tavares
Figurino: Beatriz Apocalypse E Endira Drumond
Marionetistas: Andrea Baruqui, Beto Militani, Leo Campos
Técnica: Tito Fernandes

Serviço:

Apresentação da peça “Pedro e o Lobo” e lançamento do catálogo da Mostra Mundo Giramundo

Entrada Franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Foyer
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Data: 29 e 30 de julho de 2017 (sábado e domingo)

Horário: às 16h
Telefone: (21) 3980-3815
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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MOSTRA DE CINEMA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA PANORAMA DA PRODUÇÃO CUBANA RECENTE



Programação de Por dentro da Ilha — Cinema em Cuba nos anos 2000 inclui a exibição de nove longas-metragens, além de 13 médias e curtas

Um panorama dos últimos 15 anos da produção cinematográfica em Cuba chega à CAIXA Cultural Rio de Janeiro na mostra Por dentro da Ilha — Cinema em Cuba nos anos 2000, que acontece de 1º a 13 de agosto de 2017. Serão exibidos 22 filmes - nove longas-metragens e os demais médias ou curtas - em uma seleção que prima pela diversidade de gênero e de olhares. Embora a maioria dos filmes seja de diretores cubanos, há espaço também para estrangeiros que possuem estreita relação com o país, como os brasileiros Gustavo Vinagre e Janaína Marqués e a espanhola Irene Gutiérrez. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A programação inclui filmes bem recebidos em festivais em Cuba, como Digna guerra (2013), de Marcel Beltrán, ganhador do prêmio de melhor direção e melhor edição na Mostra Jovem de 2013; e também trabalhos já reconhecidos, como o longaVeneza (2014), de Kiki Álvares, selecionado em festivais em Toronto, Miami e Guadalajara. Também haverá uma sessão em homenagem a Nicolás Guillén Landrián, importante documentarista cubano ainda pouco conhecido no mundo.

Landrián produziu, nos anos 60, documentários marcados por forte crítica ao regime, o que levou à sua expulsão do órgão estatal onde trabalhava e posterior exílio nos Estados Unidos. Sua obra revela uma visão de vanguarda, ainda transgressora nos dias de hoje. A sessão traz dois curtas do cineasta,Coffea Arabiga (1968) e Los del Baile (1965), seguidos de um documentário sobre sua vida, Cafe con Leche (2003), dirigido por Manuel Zayas.

"Há temas que são recorrentes, como a imigração, o envelhecimento arquitetônico de Havana e questões relacionadas ao sistema político. Mesmo assim, escuto muito de novos autores que querem falar de outras coisas, mas que, como cubanos, se sentem pressionados a sempre girar em torno dos mesmos temas. Por isso, nessa mostra buscamos diversidade de formas e temas, além de privilegiar a exibição de filmes de ficção ou híbridos", explica a curadora Denise Kelm, que atualmente vive em Cuba.

O cinema cubano sempre teve papel importante na história do país, que realiza o Festival de Havana e abriga, desde 1986, a Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, onde estuda a curadora da mostra. Tomás Gutierrez Alea e Fernando Pérez são exemplos de cineastas reconhecidos, porém, a rica produção atual é pouco conhecida fora da Ilha.

A mostra, aliás, só se torna possível graças ao intercâmbio pessoal entre a curadora e os realizadores locais, já que a troca de informações com o resto do mundo segue sendo difícil para quem está na ilha. Denise descobriu que o cinema independente cubano tem ganhado cada vez mais força, o que é curioso quando se trata de um país com difícil acesso à tecnologia e com rigoroso controle dos meios de produção pelo estado — todos os filmes são obrigados a passar pelo Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos (ICAIC), órgão oficial do governo.

Debate:

A mostra promove também o debate Em épocas de mudanças, o que falar sobre o cinema cubano?, no dia 4 de agosto (sexta-feira), às 19h10, com a presença dos cineastas Iana Cossoy Paro e Víctor Alexis Guerrero Stoliar, e mediação do crítico de cinema e produtor da mostra Aristeu Araújo. Já no dia 12 (sábado), também às 19h10, Denise Kelm ministra a palestra A experiência de filmar dentro da Ilha. Ambas as atividades acontecem no Cinema 1 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro, com entrada franca e ingressos distribuídos uma hora antes do início.

Programação:

01 de agosto (terça-feira)

19h - Veneza (2013), de Kiki Álvares, 74 min, Digital, 14 anos


02 de agosto (quarta-feira)

17h10 – Sessão Curtas Documentários

Abecé (2013), de Diana Montero, 15 min, Digital, Livre

La carga (2015), de Víctor Alexis Guerrero Stoliar, 24 min, Digital, Livre

Nos quedamos (2009), de Armando Capó, 14 min, Digital, Livre

O inimigo (2015), de Aldemar Matias, 26 min, Digital, Livre

19h - La obra del siglo (2015), de Carlos Quintela, 100 min, Digital, 16 anos



03 de agosto (quinta-feira)

17h10 – Hotel Nueva Isla (2014), de Irene Gutiérrez, 71 min, Digital, Livre

19h10 – Sessão Marcel Beltrán

Cuerda al Aire (2011), de Marcel Beltrán, Digital, Livre

Digna Guerra (2013), de Marcel Beltrán, Digital, Livre



04 de agosto (sexta-feira)

16h30 – Memorias del desarrollo (2010), de Miguel Coyula, 113 min, Digital, 16 anos

19h10 – Debate Em épocas de mudanças, o que falar sobre o cinema cubano?, com a presença dos cineastas Iana Cossoy Paro e Víctor Alexis Guerrero Stoliar e mediação do crítico de cinema Aristeu Araújo



05 de agosto (sábado)

15h40 – Sessão Homenagem a Nicolás Guillén Landrián

Coffea Arabiga (1968), de Nicolás Guillén Landrián, 18 min, Digital, Livre

Los del baile (1965), de Nicolás Guillén Landrián, 6 min, Digital, Livre

Cafe con Leche (2003), Manuel Zayas, 28 min, Digital, Livre

17h - Soy Cuba, o Mamute Siberiano (2005), de Vicente Ferráz, 90 min, Digital, 10 anos

19h10 – Juan de Los Muertos (2012), de Alejandro Brugés, 92 min, Digital, 12 anos



06 de agosto (domingo)

14h30 - La piscina (2011), de Carlos Quintela, 65 min, Digital, Livre

16h – Sessão Curtas Ficções/Híbridos

Los Anfitriones (2011), de Miguel Ángel Moulet, 16 min, Digital, 12 anos

Polski (2015), de Rubén R. Cuauhtemoc, 20 min, Digital, Livre

Sirenas (2015), de Maryulis Alfonso, 20 min, Digital, Livre

Los Minutos, Las Horas (2009), de Janaína Marqués, 11 min, Digital, Livre

La llamada (2014), de Gustavo Vinagre, 19 min,Digital, Livre

18h – Jirafas (2013), de Kiki Álvarez, 90 min, Digital, 16 anos



08 de agosto (terça-feira)

17h - Sessão Curtas Ficções/Híbridos

Los Anfitriones (2011), de Miguel Ángel Moulet, 16 min, Digital, 12 anos

Polski (2015), de Rubén R. Cuauhtemoc, 20 min, Digital, Livre

Sirenas (2015), de Maryulis Alfonso, 20 min, Digital, Livre

Los Minutos, Las Horas (2009), de Janaína Marqués, 11 min, Digital, Livre

La llamada (2014), de Gustavo Vinagre, 19 min,Digital, Livre

19h – Hotel Nueva Isla (2014), de Irene Gutiérrez, 71 min, Digital, Livre



09 de agosto (quarta-feira)

17h - Soy Cuba, o Mamute Siberiano (2005), de Vicente Ferráz, 90 min, Digital, 10 anos

19h - Memorias del desarrollo (2010), de Miguel Coyula, 113 min, Digital, 16 anos



10 de agosto (quinta-feira)

17h - Juan de Los Muertos (2012), de Alejandro Brugés, 92 min, Digital, 12 anos

19h10 - La piscina (2011), de Carlos Quintela, 65 min, Digital, Livre



11 de agosto (sexta-feira)

17h - Jirafas (2013), de Kiki Álvarez, 90 min, Digital, 16 anos

19h10- Sessão Homenagem a Nicolás Guillén Landrián

Coffea Arabiga (1968), de Nicolás Guillén Landrián, 18 min, Digital, Livre

Los del baile (1965), de Nicolás Guillén Landrián, 6 min, Digital, Livre

Cafe con Leche (2003), Manuel Zayas, 28 min, Digital, Livre



12 de agosto (sábado)

15h10 - Sessão Curtas Documentários

Abecé (2013), de Diana Montero, 15 min, Digital, Livre;

La carga (2015), de Víctor Alexis Guerrero Stoliar, 24 min, Digital, Livre

Nos quedamos (2009), de Armando Capó, 14 min, Digital, Livre

O inimigo (2015), de Aldemar Matias, 26 min, Digital, Livre

17h - Sessão Marcel Beltrán

Cuerda al Aire (2011), de Marcel Beltrán, 33 min, Digital, Livre

Digna Guerra (2013), de Marcel Beltrán, 57 min, Digital, Livre

19h10 – Palestra A experiência de filmar por dentro da Ilha, com curadora da mostra Denise Kelm



13 de agosto (domingo)

16h15 - Veneza (2013), de Kiki Álvares, 74 min, Digital, 14 anos

18h - La obra del siglo (2015), de Carlos Quintela, 100 min, Digital, 16 anos




Serviço:

Por dentro da Ilha — Cinema em Cuba nos anos 2000

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Data: de 1º a 13 de agosto de 2017

Horários: Consultar programação

Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.

Lotação: 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Classificação Indicativa: Consultar programação

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal



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PROGRAMA EDUCATIVO CAIXA GENTE ARTEIRA OFERECE MINICURSO GRATUITO SOBRE ACESSIBILIDADE

A atividade aborda aspectos teóricos e práticos da inclusão e diversidade no contexto dos espaços culturais




A acessibilidade tem se tornado ponto de pauta presente em diversas discussões no âmbito social, especialmente em espaços educacionais e culturais. Interessados em integrar o público em tais tendências, o Programa Educativo CAIXA Gente Arteira oferece, nos dias 26, 27 e 28 de julho (quarta, quinta e sexta-feira), sempre das 18h30 às 20h30, oMinicurso sobre acessibilidade, inclusão e diversidade.

Voltado para estudantes e profissionais das áreas de educação, museologia e afins, o minicurso fará, em um primeiro momento, uma contextualização sobre a acessibilidade, tratando de questões acadêmicas e legais e traçando um panorama nacional e internacional sobre o tema. Além disso, os participantes serão estimulados a elaborar soluções práticas para questões de acessibilidade, inclusão e diversidade no contexto dos espaços culturais. A atividade será ministrada por Renata Andrade, especialista em Universal Design e Gestão Inclusiva da Diversitas Soluções Inclusivas.
Também com foco no público universitário, a Roda de Conversa Gente Arteira de julho abordará, no dia 22 (sábado), às 15h, o tema O corpo nos espaços expositivos: uma leitura pelo viés educativo. A proposta é criar um espaço de fala e interação de maneira a discutir a formação dos sujeitos na contemporaneidade, entendendo os espaços da cidade como potencialidades que se conectam, intercruzam, entram em conflito e dialogam.

E aproveitando o Dia Nacional do Escritor (25 de julho), a CAIXA Cultural Rio de Janeiro se inspira na exposição Poesia Agora e convida o público a refletir sobre a palavra e a escrita no bate-papo Diálogos entre poesia e literatura. O evento será realizado no dia 27 de julho (quinta), às 19h, sendo voltado para todos os públicos. Serão abordados diferentes aspectos da poesia, literatura e música no cotidiano ao mesmo tempo em que se desevolverá uma discussão sobre o papel da palavra no cenário conectado no qual estamos inseridos. A exposiçãoPoesia Agora exibe trabalhos de mais de 500 poetas contemporâneos e permanece em cartaz no espaço até 6 de agosto.

Atividades mensais:


A programação também apresenta atividades que ocorrem mensalmente, incluindo a ação Você gosta de poesia?. A atividade ocorre todas as sextas do mês de julho, das 10h às 20h, e incentiva o público a redigir um poema e deixa-lo nos varais existentes no Espaço de Leitura. A proposta é que cada um deixe um poema e leve outro, num gesto de troca e continuidade.

Durante todos os sábados, das 14h às 15h, e domingos, das 15h às 16h, são promovidos os ateliês criativos, atividades para as quais os visitantes são convidados depois de apreciarem as exposições em cartaz, estimulando sua criatividade. Enquanto isso, as ações de galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.

O programa CAIXA Gente Arteira tem, como objetivo, explorar diversas linguagens artísticas, possibilitando ao público a experimentação prática e teórica sobre artes visuais, música e dança, através de oficinas, vivências e bate-papos. Mais informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo telefone (21) 3980-4898 e pelo e-mailagendamento@gentearteirarj.com.br

Programação Julho:

Minicurso sobre acessibilidade, inclusão e diversidade
Com: Renata Andrade, especialista em Universal Design e Gestão inclusiva da Diversitas Soluções Inclusivas
Data: 26, 27 e 28 de julho (quarta, quinta e sexta-feira)
Horário: de 18h30 às 20h30
Local: Cinema 1
Classificação indicativa: 18 anos

Roda de Conversa Gente Arteira - O corpo nos espaços expositivos: uma leitura pelo viés educativo
Data: 22 de julho (sábado)
Horário: das 15h às 17h
Local: Sala Margot
Classificação indicativa: 18 anos
Bate-papo Diálogos entre poesia e literatura

Data: 27 de julho (quinta)
Horário: das 19h às 20h
Local: Cinema 1
Classificação indicativa: Livre

 Serviço:
Programa educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Ateliê Criativo: sábados, das 14h às 15h; e domingos, das 15h às 16h
Você gosta de poesia?: sextas-feiras, das 10h às 20h
Ações de galeria: de terça a sexta-feira, de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: a partir dos 5 anos
Agendamento e informações: (21) 3980-4898 |agendamento@gentearteirarj.com.br

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