Rio de Janeiro, dezembro de 2017 - Feições hipnotizantes estampam autorretratos que ironizam vultos de um passado barroco.

ÁFRICA CONTEMPORÂNEA É TEMA DE GRANDE




O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) recebe Ex Africa, a maior mostra sobre arte africana contemporânea já realizada no Brasil, com trabalhos de 20 artistas, de oito países, numa cuidadosa seleção de mais de 80 obras; a entrada é gratuita e a exposição pode ser visitada por pessoas de todas as idades até 26/03/18

à Fotos, vídeos, lista de obras, catálogo digital e outras informações:www.agenciagalo.com/exafrica

Rio de Janeiro, dezembro de 2017 - Feições hipnotizantes estampam autorretratos que ironizam vultos de um passado barroco. Metrópoles desoladoras são observadas através de janelas virtuais. Painéis e instalações de dimensões colossais, vídeo-arte e performances sonoras chamam atenção para conexões culturais profundas e permanentes de um continente com o resto do mundo. Essa é a África de hoje. A partir de 20 de janeiro de 2018, o CCBB do Rio de Janeiro sedia Ex Africa, a maior exposição de arte contemporânea africana realizada no Brasil. Em cartaz até 26 de março, a mostra pode ser vista, gratuitamente, de quarta a segunda-feira, entre 9h e 21h. O patrocínio é do Banco do Brasil, com apoio da BB DTVM.

Dezoito artistas de oito países africanos e dois brasileiros - Arjan Martins e Dalton Paula - assinam 80 obras que apresentam uma espécie de microcosmo da África. Fotografias, pinturas, esculturas, performances, vídeos e uma gigantesca instalação assinada pelo ganês Ibrahim Mahama (em cada cidade ele vai construir uma instalação particular, com materiais usados e doados por trabalhadores locais) se relacionam na exposição por meio de quatro eixos distintos: Ecos da História, Corpos e Retratos, O Drama Urbano e Explosões musicais.

A interseção desses eixos mostra que o continente africano vive um contínuo e efervescente processo de renovação criativa e artística, sublinha o curador da exposição, Alfons Hug. Ele conta ainda que esse raciocínio, que está por trás do conceito e do nome da exposição, partiu da frase Ex Africa semper aliquid novi, (da África sempre há novidades a reportar), cunhada há mais de 2 mil anos pelo escritor romano Caio Plínio.

“A arte contemporânea africana deu as costas a dois preconceitos longamente estabelecidos: de um lado o estigma do artesanato e da 'arte de aeroporto' e de outro as referências etnológicas. Ainda que não possam ser ignorados os efeitos do colonialismo, não deve ser subestimada a importância do intercâmbio artístico verificado na passagem do período colonial ao pós-colonial e, nesse contexto, a reação dos artistas em relação ao período que antecedeu a independência”, afirma o curador.

De acordo com ele, não causará surpresa, portanto, que as obras que integram Ex Africa apresentem uma relação com suas raízes na cultura nativa, no cristianismo e no islamismo; assim como fortes conexões com elementos da cultura inglesa, francesa, portuguesa, hispânica e árabe. “Em contraste com a arte ocidental, a arte contemporânea africana tem a vantagem de não precisar atender a nenhum cânone e poder orientar-se unicamente pelo aqui e agora”.



Tradição e modernidade
Uma crítica ácida ao colonialismo e ao tráfico de escravos estão em Ecos da História, primeira parte da exposição. Nela, destaca-se uma instalação formada por objetos do tempo do comércio de escravos (algemas, ferros de marcar, moedas, mandados de captura). Assinada pela artista nigeriana Ndidi Dike, a obra propõe uma obscura viagem no tempo, época impiedosa, marcada pelo sofrimento humano e pela cobiça.

As obras sugerem ainda uma reflexão amarga sobre a relação entre a pobreza, o desemprego, as recentes migrações e aspectos relacionados aos tempos dos navios negreiros. Não deixam de lembrar as imposições de uma cultura religiosa ocidental e herança colonial, evidenciada na série de fotografias de Leonce Raphael Agbodjélou, artista do Benim. Em parte de sua obra, ele evoca o Code Noir, decreto em que a administração colonial francesa da África Ocidental regulava a escravatura.

Cosmópoles

Paisagens desoladoras, ordem e caos, modernidade e ruínas. Esses e tantos outros contrates das metrópoles africanas estão nas obras de O Drama Urbano. Um dos destaques vai para a videoinstalação Ponte City, nome de um arranha-céu no centro de Joanesburgo. Assinada pelos artistas sul-africanos Mikhael Subotsky e Patrick Waterhouse, a obra é composta por 12 janelas digitais que simulam a vista do edifício marcado por histórias de decadência e gentrificação.

Karo Akpokiere, nascido em Lagos (maior cidade da Nigéria e uma das maiores do mundo) assina ilustrações, com fortes elementos da cultura pop, que fazem uma sátira à miríade de anúncios publicitários que invadem diariamente a megalópole e refletem modismos, o mercado e suas desigualdades, a política e negociatas de toda natureza.


Expressões do corpo

Cabelos trançados que lembram delicadas esculturas; retratos com ares ironicamente pomposos remetem a notáveis africanos que atuaram na Europa entre os séculos XVI e XIX. A força expressiva da estética corporal está nas fotografias, vídeos e instalações de Corpos e Retratos, recorte que traz os famigerados autorretratos do senegalês Omar Victor Diop e a série Hairdo Revolution(revolução do penteado), com fotografias em preto e branco do nigeriano Okhai Ojeikere.

Outro destaque do eixo Corpos e Retratos é a arte multifacetada do angolano Nástio Mosquito. Por meio de vídeos, performances, música experimental, instalações e poesia, o artista levanta questões em torno da fé, identidade, herança colonial, entre outros temas. “Para onde queremos ir? O que queremos construir?”, ele pergunta. “Não seja cool, seja relevante. E se conseguir ser cool de maneira relevante, melhor ainda”, diz. Na mostra ele apresenta uma videoinstalação da música Hilário.

Galerias musicais 

Do afrobeat de Fela Kuti, ao pop nigeriano, Explosões Musicais transforma uma das galerias de “Ex Africa” no “Clube Lagos”. Poder, sexo, riqueza e religião são temas habituais da música africana e ganham relevância nesta sala onde os clichês da world music dão lugar à autenticidade do Naija Pop. O New Afrika Shrine, de Femi Kuti, muito popular na cena nigeriana, também está entre os destaques.

*Integrando a programação da exposição Ex Africa, também será realizada no CCBB, no dia 22 de janeiro, uma mesa redonda sobre a produção artística e os caminhos entre Brasil e África. Mediado pelo curador Alfons Hug, o debate terá a participação do artista egípcio Youssef Limoud e do brasileiro Arjan Martins, que participou de uma exposição no Brazilian Quarter de Lagos (Nigéria).

à Fotos, vídeos, lista de obras, catálogo digital e outras informações:www.agenciagalo.com/exafrica


Ex Africa

CCBB Rio de Janeiro (Rua Primeiro de Março, 66 - Centro)

De 20 de janeiro a 26 de março | quarta a segunda-feira, 9h às 21h.

Informações: www.bb.com.br/cultura

Entrada gratuita
Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. (21)99676-9323 / whatsapp #agendaculturalrj

  

Últimas apresentaçoes da temporada. no Teatro Glauce Rocha, "Alice Mandou um Beijo", dias 7 e 8 de fevereiro




ALICE MANDOU UM BEIJO

Diretor de “Tom na Fazenda”, Rodrigo Portella reestreia “Alice Mandou um Beijo” em curta temporada no Glauce Rocha a partir de 17 de janeiro

Montagem da Cia Cortejo foi indicada aos prêmios Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Texto Inédito

Terceiro espetáculo da Cia Cortejo, “Alice Mandou um Beijo” volta aos palcos da cidade em 17 de janeiro para curta temporada no Glauce Rocha, com apresentações as quartas e quintas, às19h, até 8 de fevereiro. Indicado ao prêmio Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Texto Inédito, a peça, escrita e dirigida por Rodrigo Portella, que também assina a direção de Tom na Fazenda (em cartaz no Teatro Dulcina de 12 a 28 de janeiro), é um resgate das memórias de infância do autor, nascido e criado no município de Três Rios, no Centro-Sul Fluminense. No palco, Luan Vieira, Marcos Ácher, Ricardo Gonçalves, Suzana Nascimento e Vivian Sobrino vivem uma família que, após a morte da filha caçula, se vê diante de uma inesperada instabilidade em seu convívio. Uma série de acontecimentos revela a fragilidade das relações que se estabeleceram durante toda uma vida dentro de uma casa.


“Quando eu era criança, minha mãe era só a minha mãe. Toda aquela família encharcada de tios e primos de variados graus parecia, aos meus olhos, tipos bem definidos: o tio bonachão, o primo esperto, a avó afetuosa, o pai que me roubava a mãe às madrugadas, o irmão que era o meu avesso, o padrinho e seus extraordinários presentes de aniversário, a prima a quem todos os primos fingiam namorar... Tudo parecia estável, eterno e definitivo. Só mais tarde, bem mais tarde mesmo, fui perceber que aquelas pessoas eram muito mais complexas. Me dei conta que o que eu enxergava antes era só uma pontinha de um volumoso e assustador iceberg. Alice Mandou um Beijo é um resgate ficcional das minhas memórias de infância. Acredito, que só agora, aos 40 anos, é que começo a entender que o sentido de HUMANIDADE está potencialmente relacionado à palavra CONTRADIÇÃO”, reflete Rodrigo Portella.

Quando a peça começa, Alice já está morta. O público não a conhece pelo que ela é, mas pelo que descrevem dela. Paradoxalmente, Alice está viva dentro da casa. Todos falam dela todo o tempo, vestem suas roupas, executam suas tarefas, tentam assumir o seu lugar. O eixo dramático está nas delicadas decisões dos personagens diante da ‘ausência’ de Alice, uma espécie de representação da coerência familiar. Alice é quem dava sentido àquela convivência. Diante de sua morte, as relações se refazem, se transformam instáveis e até mesmo impossíveis.

A respeito da encenação, que Rodrigo divide com o diretor Léo Marvet, pode-se dizer que o essencial continua sendo a mais importante ferramenta estética da Cia Cortejo. A simplicidade da encenação reforça o interesse da companhia em apostar no encontro honesto entre ator e espectador.






SINOPSE: Após a morte da filha caçula, uma família se vê diante de uma inesperada instabilidade no convívio entre eles. A ausência de Alice acaba por disparar uma série de acontecimentos que revelam a fragilidade das relações que se estabeleceram durante toda uma vida dentro daquela casa.

FICHA TÉCNICA
Texto e direção: Rodrigo Portella. Elenco: Luan Vieira, Marcos Ácher, Ricardo Gonçalves, Suzana Nascimento e Vivian Sobrino.

Co-direção e Trilha Sonora: Leo Marvet. Iluminação: Renato Machado. Figurinos: Daniele Geammal. Cenografia: Raymundo Pesine e Rodrigo Portella.

Projeto Gráfico: Raul Taborda. Fotos: Renato Mangolin e Danillo Sabino.

Produção Executiva: Maria Albergaria. Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela. Produção e Realização: Cia Cortejo e Galharufa Produções Culturais.


SERVIÇO

“Alice Mandou um Beijo”Espetáculo teatral da Cia Cortejo
Temporada: de 17 de janeiro a 8 de fevereiro – apresentações quartas e quintas, às 19h
Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco 179 – Centro. Tel.: 2220 0259
Ingressos: R$ 15 (meia) e R$30 (inteira) – Bilheteria: de 4ª a domingo, das 14h às 19h
Duração: 75 minutos. Classificação: 16 anos.
Capacidade: plateia inferior - 130 lugares | plateia superior - 72 lugares


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Programação CAIXA Gente Arteira - Grande Ateliê do Carnaval entre os dias 6 a 9 de fevereiro, GRATUITO

PROGRAMA EDUCATIVO CAIXA GENTE ARTEIRA ENTRA NO RITMO DO CARNAVAL EM FEVEREIRO

Visitantes da CAIXA Cultural Rio poderão produzir e se enfeitar com adereços para a festa em oficina gratuita






Em fevereiro, o Programa Educativo CAIXA Gente Arteira prepara o público para pular folia no Grande Ateliê do Carnaval. A oficina, que acontece dos dias 6 a 9 (terça a sexta-feira), das 16h às 19h, contextualiza os participantes sobre o carnaval do Rio de Janeiro e sobre o sentido do uso das fantasias, além de incentivar que cada um produza máscaras e adereços de cabeça para se enfeitar.

Crianças de 1 a 3 anos também poderão cair na festa com a ação Pequena Gente Arteira – Confetes e serpentinas. No dia 3 de fevereiro (sábado), às 14h, os pequenos foliões poderão levar suas fantasias para uma tarde de diversão e aprendizado enquanto exploram a arte do som e do ritmo do carnaval.

Fechando o mês, a CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, nos dias 21, 22 e 23 (quarta, quinta e sexta), sempre das 18h30 às 20h30, a oficina Um olhar sobre a fotografia etnográfica. Na atividade, os alunos serão apresentados ao campo da fotografia etnográfica e a seus principais expoentes. Além disso, produzirão um projeto inédito com fotografias próprias que servirão de base para fomentar debates. A oficina é destinada a fotógrafos, universitários e interessados na temática a partir dos 18 anos.

Atividades mensais:
A programação também traz as atividades que ocorrem mensalmente, incluindo a ação Você gosta de poesia?, todas as sextas do mês, das 10h às 20h. A atividade incentiva o público a redigir um poema e deixá-lo nos varais existentes no Espaço de Leitura. A proposta é que cada um deixe seu escrito e leve outro, num gesto de troca e continuidade. Em fevereiro, a temática abordada será o Carnaval.

Enquanto isso, as Ações de Galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terça a sexta-feira, nos intervalos de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.

O programa educativo CAIXA Gente Arteira tem como objetivo explorar diversas linguagens artísticas, possibilitando ao público a experimentação prática e teórica sobre artes visuais, música e dança, através de oficinas, vivências e bate-papos. Mais informações e agendamentos pelo telefone (21) 3980-4898 e pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br.

Programação CAIXA Gente Arteira:Pequena Gente Arteira – Confetes e serpentinas
Datas: 3 de fevereiro (sábado)
Horários: 14h
Local: Foyer inferior
Público-alvo: Crianças de 1 a 3 anos
Grande Ateliê do Carnaval
Datas: de 6 a 9 de fevereiro (terça a sexta)
Horário: das 16h às 19h
Local: Sala de oficina 1
Classificação indicativa: A partir de 5 anos

Oficina Um olhar sobre a fotografia etnográficaDatas: 21, 22 e 23 de fevereiro (quarta, quinta e sexta)
Horário: de 18h30 às 20h30
Local: Sala de oficina 1
Público-alvo: Fotógrafos, universitários e interessados na temática a partir dos 18 anos

Serviço:Programa educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Você gosta de poesia?: sextas-feiras, das 10h às 20h
Ações de galeria: de terça a sexta-feira, de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: Consultar programação
Agendamento e informações: (21) 3980-4898 | agendamento@gentearteirarj.com.br

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HOJE É DIA DE ROCK! - 3º EDIÇÃO DO GRITO ROCK JÄGERMEISTER!

3º EDIÇÃO DO GRITO ROCK JÄGERMEISTER!

Começar o ano com rock é promessa de A Collapse Agency em parceria com Buffallos Bar e apoio da Jägermeister apresentam a terceira edição do Grito Rock Jägermeister!

O rock and beer point mais roqueiro da zona norte carioca, junto da produtora Collapse Agency e Jägermeister, um dos destilados mais famosos do mundo, se unem em um novo projeto, afim de promover a música autoral e bandas que despontam no cenário brasileiro.
A ação da autonomia, visibilidade e incentiva bandas emergentes de rock alternativo, em um evento idealizado para homenagear a marcar mais rocker desse planeta: JÄGERMEISTER.

Para comemorar a 3º edição convidamos as bandas Amsterdan, We are the Revenge e Circus Rock.
E ainda rola:+ welcome shot de Jägermeister de graça!
+ bar temático da Jägermeister com bartenders da marca preparando drinks exclusivos
+ dose dupla de Jäger e promos de bar
+ Jogos
+ sorteio de 10 camisas exclusivas pela Collapse Clothing
+ casa decorada
+ discotecagem a noite toda
+ cobertura de fotos
+ cobertura de vídeo
+ cardápio especiaL

E muitas outras surpresas!!!

Confira o trabalho das bandas AQUI

DATA: 3 DE FEVEREIRO DE 2018.
ABERTURA DA CASA: 21h00
ENTRADA: R$ 10
Endereço: Rua Arquias Cordeiro, 316 - Meier , RJ

Evento promovido pela Collapse Agency & Buffallos Bar com apoio da Jägermeister. Unidos promovendo uma homenagem a um dos destilados mais consumidos do mundo.

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Últimas apresentaçoes da temporada, MATHEUS NACHTERGAELE no Teatro da CAIXA NELSON RODRIGUES



MATHEUS NACHTERGAELE APRESENTA MONÓLOGO NO TEATRO DA CAIXA NELSON RODRIGUES



Em Processo de Conscerto do Desejo, ator presta uma homenagem e incorpora o eu lírico da sua mãe, a poetisa Maria Cecília Nachtergaele

O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 25 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018 (quinta a domingo), às 19h, a peça Processo de Conscerto do Desejo. O espetáculo é uma homenagem que o ator Matheus Nachtergaele faz à mãe, Maria Cecília Nachtergaele, que faleceu em 1968. No palco, ele recita os textos da poetisa acompanhado do músico Luã Belik e do violinista Henrique Rohrmann. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A peça teve sua estreia em julho de 2015, quando Matheus e Luã Belik apresentaram, no Festival de Teatro de Ouro Preto e Mariana (MG), um recital com músicas que compuseram juntos, acompanhados dos poemas de autoria da mãe de Matheus, além das canções por ela adoradas. O título mistura as palavras concerto e conserto.

Na segunda etapa do processo, Matheus passa a dizer os textos de Maria Cecília em primeira pessoa, numa operação delicada de possessão e homenagem. Há dois anos na estrada, a peça já passou por cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza, Brasília, Paraty, Uberlândia, Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul, entre outras.

A construção desse espetáculo, segundo o ator e diretor, acontecerá diante do público: “Preciso das pessoas como observadores emocionados. Quero ir consertando meu desejo de acordo com essa emoção, dia após dia. Como na vida. Como no teatro. Isso, só o teatro pode nos trazer. Temos um ator, um violão, lindos poemas e a canção. Tudo pequenininho para a grandeza do essencial: artista e espectador em oração profana”, afirma.


Sobre Matheus Nachtergaele

Matheus Nachtergaele é um ator e diretor brasileiro com intensa atuação no teatro, cinema e televisão. Iniciou sua carreira teatral com o cultuado diretor paulista Antunes Filho, em 1989. No ano seguinte, ingressou na Escola de Arte Dramática (USP-SP) e logo estreou nos palcos profissionalmente, participando de diversas montagens com o Teatro de Vertigem e recebendo prêmios como o Shell, Mambembe e APCA.


Estreou no cinema em 1997, com o filme O que é isso, companheiro? e, desde então, atuou em cerca de trinta filmes, destacando-se e sendo igualmente premiado. Em 2008, inicia carreira atrás das câmeras, como roteirista e diretor do longa-metragem A Festa da Menina Morta, exibido na mostra “Um Certain Règard”, na seleção oficial do Festival de Cannes. Pelo trabalho, recebeu o prêmio de melhor diretor nos Festivais do Rio, Chicago e de Gramado. Na televisão atua continuamente em produções da Rede Globo, incluindo as recentes Cordel Encantado e o remake de Saramandaia.

Trailer oficial da peça Processo de Conscerto do Desejo





https://www.youtube.com/watch?v=D0VZANBL4fs

Ficha TécnicaTextos: Maria Cecília Nachtergaele
Direção e Interpretação: Matheus Nachtergaele
Violão: Luã Belik
Violino: Henrique Rohrmann / Bryan Diaz
Coordenação geral de Produção: Miriam Juvino
Direção de Produção: Jéssica Santiago e Rafael Faustini
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Corpo: Natasha Mesquita
Voz: Célio Rentroya
Iluminação: Orlando Schinder
Contra Regra: Cedelir Martinusso
Artes Visuais: Cláudio Portugal e Karina Abicalil
Manutenção de Artes Visuais: Thamires Trianon
Realização: 9MESES Produções e Faustini Produções
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal



Serviço
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca) - Entrada pela Avenida República do Paraguai.
Informações: 21 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 25 de janeiro a 4 de fevereiro, quinta a domingo às 19h
Ingressos: Plateia: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) / Balcão: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) ​
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h.
Acesso para pessoas com deficiência
Classificação indicativa: ​16 anos
Duração: 50 min

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Ainda dá tempo de levar os pequenos para curtir a programação de férias na Casa Museu Eva Klabin. As atividades acontecem de 3a a 6a às 10h e 15h e sábado e domingo às 15h. Entrada franca para crianças até 10 anos.

Crianças têm diversão garantida na programação de férias da Casa Museu Eva Klabin, na Lagoa


As atividades acontecem de 3a a 6a às 10h e 15h e sábado e domingo às 15h. Entrada franca para crianças até 10 anos

Ainda dá tempo de levar os pequenos para curtir a programação de férias na Casa Museu Eva Klabin. O Férias no Museu oferece uma série de atividades com propostas artísticas indicadas para crianças a partir de 5 anos. Cada dia uma atração diferente. De terça à sexta às 10h e 15h e sábado e domingo às 15h. Crianças até 10 anos não pagam entrada, sujeito a lotação.

Entre as atrações estão Detetives no Museu, Jogando no Museu, O Mistério da Peça Perdida, Teatro de Sombras, Curtas no Museu e Stop Motion. Confira abaixo os detalhes da programação:

- Terças-feiras: “Detetives no Museu”
Os participantes vão se transformar em detetives para desvendar enigmas e mistérios que envolvem a Casa Museu Eva Klabin, investigando os objetos da coleção e descobrindo suas histórias.

- Quartas-feiras: “Jogando no Museu”
O aprendizado pode ser um jogo divertido. A atividade promove o contato dos pequenos com a História da Arte de uma forma lúdica através de jogos interativos.

- Quintas-feiras: “O Mistério da peça perdida”
Uma peça da coleção de obras de arte da Casa Museu Eva Klabin sumiu. Os participantes vão ajudar a encontrá-la, criando uma relação lúdica e educativa com o acervo da Casa Museu. Muitas surpresas podem acontecer. Te aguardamos para iniciarmos a investigação!

- Sextas-feiras: “Teatro de sombras”
Libere a sua imaginação e a sua expressividade para criar personagens e atuar no teatro de sombras. Você poderá se inspirar nas enigmáticas figuras da Casa Museu. A atividade vai promover experiências que exercitem o processo criativo e a expressividade corporal dos participantes.

- Sábados: “Curtas no museu”
Brincadeira de cineasta. A criançada se diverte produzindo seu pequeno filme com as histórias que os personagens do museu podem contar! A ação promove a criação de curtas metragens de forma divertida através da elaboração de roteiros que utilizem a Casa Museu e o seu acervo como elementos inspiradores para o processo criativo dos participantes.

- Domingos: “Stop Motion”
O museu é um espaço vivo. Faça a sua própria animação, usando a técnica do Stop Motion para criar seus personagens inspirados nas figuras e histórias da coleção.

Serviço:
Férias no Museu - Eva Klabin
Janeiro - 3ª a 6ª, às 10h e 15h, sábado e domingo, às 15h

Ingressos: R$ 10,00
Estudantes e maiores de 60 anos: R$ 5,00
Gratuidade: crianças até 10 anos todos os dias e público em geral aos sábados, domingos e feriados.

Av. Epitácio Pessoa, 2480 – Lagoa

[Esquina do Corte de Cantagalo | Próximo o metrô Cantagalo]

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Último final de semana da temporada de 'O Mágico de Oz' no Teatro Miguel Falabella

Musical 'O Mágico de Oz' Realiza Curta Temporada em Especial ao Mês de Férias.



Após algumas temporadas de Sucesso, fomos convidados a realizar as últimas apresentações do Musical na 'casa' em que obtivemos temporadas marcantes: No Norte Shopping, Teatro Miguel Falabella. Vamos finalizar de forma especial, apresentações no mês das férias de 'Janeiro', e com horário diferenciado: Sempre aos sábados e domingos às 14:30h. De 13/01 a 04/02..

Crianças e adultos viajam no tempo e, assim como Doroty num tornado, são levados até Oz.
Na plateia pode-se ouvir muitas risadas durante as cenas da Bruxa Má e do Leão... E alguns 'grandinhos' chorosos ao lembrarem do musical 'Over the Rainbow' e ao verem os personagens dançando e cantando através da Estrada de Tijolos Amarelos...

O espetáculo está na ‘estrada’ há mais de 12 anos e está sempre surpreendendo o público com novidades cênicas e grandiosas.
Tudo acontece ao olhar dos ‘pequenos’...


O MÁGICO DE OZ é um grande espetáculo, recheado de músicas que foram tiradas do clássico com novos arranjos e gravações.

A direção fica por conta de Cristiane Sanctos, que hoje é uma referência de Teatro Infantil no Rio de Janeiro.
Comentário Online de uma Mamãe numa página de Dica Cultural: '... Recomendo MUITO para quem estiver procurando um bom programa para levar os filhos no final de semana e tem o prazer em ver um clássico bem encenado, bem dirigido e bem cuidado. Me surpreendi com a montagem, os atores e com a direção... Um super programa para toda a família' (Página 'Agendinha Cultural')

Sinopse:
A peça conta a história da menina Doroty que foi levada a Terra de Oz por um tornado. Para voltar para casa, a menina, com auxílio de um espantalho, homem de lata e um leão, precisa encontrar o poderoso Mágico de Oz, único capaz de mandá-la de volta para o lugar de origem. Porém precisa enfrentar a Bruxa Má do Oeste para conseguir este retorno.

Serviço:
'O Mágico de Oz'
Texto e Direção: André Lamare e Cristiane Sanctos
Com Cia Teatral Brincando de Fazer Arte.
O musical surpreende o espectador com as inovações cênicas, mexendo com o imaginário das crianças e adultos, fazendo a plateia rir e se emocionar com esse grande clássico.

Teatro Miguel FalabellaAv. Dom Hélder Câmara 5474/ 2º piso Cachambi. Tel: 2597-4452 e 99794-4829. De 13/01 a 04/02. Sábados e Domingos às 14:30h. Classificação: Livre. Valor: R$ 50,00 Duração: 55 minutos.

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O CINEMA DE HAL HARTLEY NA CAIXA CULTURAL RJ, ÚLTIMOS DIAS DA MOSTRA

MOSTRA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE O CINEMA DE HAL HARTLEY

Programação reúne todos os 14 longas do diretor americano, além de debate, sessões comentadas e um curso de roteiro cinematográfico




A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 23 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018 (terça a domingo), a mostra O Cinema de Hal Hartley, que reúne 14 longas-metragens e uma compilação de curtas de um dos mais cultuados diretores americanos dos anos 90. Sob curadoria do jornalista e crítico de cinema Leonardo Luiz Ferreira e produção da Buendía Filmes, a mostra também promoverá três sessões comentadas, um debate com críticos de cinema e convidados e um curso gratuito de introdução ao roteiro cinematográfico. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.


2 de fevereiro (sexta-feira)16h – Confiança (1990), EUA/Reino Unido, 107 min, Digital, 14 anos
18h – A Incrível Verdade (1989), EUA, 90 min, Digital, 14 anos + debate O Cinema de Hal Hartley, com o curador Leonardo Luiz Ferreira, a crítica de cinema Susana Schild e o cineasta José Joffily
3 de fevereiro (sábado)13h - AULA II - Curso Introdução Básica ao Roteiro Cinematográfico, com o roteirista Sylvio Gonçalves
17h15 – Flerte (1995), Alemanha/EUA/Japão, 85min, Digital, 14 anos
19h – Amateur (1994), EUA/França/Reino Unido, 105 min, Digital, 16 anos

4 de fevereiro (domingo)14h - Beatrice e o Monstro (2001), EUA/Islândia, 102 min, Digital, 14 anos
16h – A Incrível Verdade (1989), EUA, 90 min, Digital, 14 anos
18h – As Confissões de Henry Fool (1997), EUA, 137 min, Digital, 16 anos

Serviço:Mostra O Cinema de Hal HartleyLocal: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 23 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Além dos casos previstos em lei, 
clientes CAIXA pagam meia.Lotação: 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação indicativa: Consultar Programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online.
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Em busca do campeonato, Independentes de Olaria inicia ensaios de rua A diretoria da agremiação convoca todos os componentes, ritmistas, ala de passistas e musas para os ensaios.


Em busca do campeonato, Independentes de Olaria inicia ensaios de rua

A diretoria da agremiação convoca todos os componentes, ritmistas, ala de passistas e musas para os ensaios.

Visando a perfeição para o desfile na Intendente Magalhães, a Independentes de Olaria dará inicio aos seus ensaios de rua às terças e sábados. Os treinos acontecerão a partir das 20h na rua Iriguati esquina com rua João Rêgo em Olaria.

Para os interessados em desfilar ainda há vagas. Basta levar uma foto 3X4, xerox do comprovante de residência e do RG no ato da inscrição nos dias de ensaio. Não haverá taxa.

Quinta escola a desfilar no sábado 17 de Fevereiro na Intendente Magalhães pela Série E, a Independentes de Olaria traz o enredo "Janaína, a Índia que virou sereia do mar" dos carnavalescos Guilherme Diniz, Rodrigo Marques e Vinícius Nascimento.

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online.
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"OS MONÓLOGOS DA VAGINA" em cartaz no Teatro Grandes Atores

Os Monólogos da Vagina
de Eve Ensler
Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella
Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis e Cacau Melo 



Comemorando 17 anos de sucesso absoluto de crítica e público, a comédia Os Monólogos da Vagina continua encantando e emocionando plateias de todo Brasil. Depois de 2 anos em cartaz em São Paulo (Teatro Gazeta) iniciará sua turnê pelo Brasil em 2018, a começar pelo Rio de Janeiro.

Produzido em mais de 150 países e traduzido para mais de 50 idiomas o espetáculo tornou-se fenômeno mundial. Depoimentos verídicos de mais de 200 mulheres colhidos pela autora em todo o mundo abordam de maneira extremamente bem-humorada, direta e livre de preconceitos uma reflexão sobre a relação da mulher com sua própria sexualidade.(sinopse)

A estreia brasileira desse fenômeno teatral aconteceu em 07 de abril de 2000, no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, com incrível sucesso de público e crítica. A genialidade de Miguel Falabella na adaptação e direção do texto o tornou o primeiro diretor no mundo a escalar três atrizes para, ao mesmo tempo, encenarem as narrativas das entrevistas originais colhidas por Eve Ensler. Essa concepção, a pedido da própria autora que esteve presente na estreia brasileira, foi adotada mundialmente em todas as produções e assim permanece até hoje.


Com ingressos esgotados em todas as apresentações, o espetáculo transformou-se em fenômeno de público e crítica no BRASIL, ganhando 5 prêmios Qualidade Brasil: Melhor Espetáculo (Rio e SP), Melhor Direção (Rio e SP) e Melhor Atriz (Zezé Polessa).

No elenco atual Adriana Lessa, Maximiliana Reis, Cacau Melo, Rebeca Reis e Sônia Ferreira. Atrizes consagradas, como Zezé Polessa, Cláudia Rodrigues, Cissa Guimarães, Fafy Siqueira, Totia Meirelles, Bia Nunes, Lucia Veríssimo, Tânia Alves, Elizângela, Mara Manzan, Maximiliana Reis, Chris Couto e Claudia Alencar, dentre outras, se orgulham de um dia ter tido a oportunidade de encenar, com muito carinho e respeito, os depoimentos reais de todas as mulheres que tornaram essa obra possível. Todas já participaram do elenco do espetáculo, juntas ou separadamente em outras formações.

Muito mais que um espetáculo teatral, Os Monólogos da Vagina tornou-se um Movimento Mundial. Segundo Charles Isherwood, do The New York Times,“provavelmente a mais importante obra de teatro da última década”.

OS MONÓLOGOS DA VAGINA
Teatro Grandes Atores - Shopping Barra Square, Av. Américas 3555 bl 02 loja116/117
Texto: Eve Ensler
Direção, Concepção e Adaptação: Miguel Falabella
Direção de elenco: Maximiliana Reis
Com Adriana Lessa, Maximiliana Reis, Cacau Melo
Standing: Rebeca Reis e Sônia Ferreira
Data da estreia: 05 de janeiro (sexta às 21h)
Temporada: de 05 de janeiro à 25 de fevereiro de 2018
Dias e horários: Sexta e sábado às 21 horas / Domingo às 20 horas
Preço: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00
(estudantes e aposentados)
Informações: (21) 3325.1645
Capacidade: 336 lugares
Gênero: comédia
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Vendas online: www.divertix.com.br

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