“Nós que nos devoramos” estreia neste sábado (07) no Rio com drama inspirado em Tennessee Williams


Peça dirigida por Anderson Cunha e com Barbára Reis no elenco estreia no Teatro Gláucio Gill em novembro; temporada terá ingressos populares e sessões com Libras

Uma família marcada por herança, segredos, desejos reprimidos e conflitos de classe é o centro de “Nós que nos devoramos”, espetáculo que estreia no Rio de Janeiro em novembro de 2026.

Livremente inspirado no clássico “Um Bonde Chamado Desejo”, de Tennessee Williams, o drama terá temporada no Teatro Gláucio Gill, em Copacabana, de 7 a 30 de novembro, aos sábados, domingos e segundas-feiras, sempre às 20h.

A montagem tem Barbára Reis, Adriana Rabelo, Gabriel Canella e Raphael Naajan no elenco, direção de Anderson Cunha e texto da premiada dramaturga Daniela Pereira de Carvalho.

Uma família entre desejos e segredos

A história acompanha Sérgio, estivador das Docas do Rio de Janeiro, interpretado por Gabriel Canella, e sua mulher, Diana, vivida por Barbára Reis.

O casal vive em uma pequena quitinete na Glória quando a chegada de Raul, irmão de Diana e escritor recém-retornado da Europa, altera completamente a rotina da casa.

Raul traz uma notícia que abala a família e passa a dormir no sofá da sala.

A tensão aumenta quando ele se envolve com Evelyn, uma mulher mais velha, abastada e marcada pela perda recente do marido.

O triângulo formado entre os personagens faz emergir feridas antigas e desejos que estavam reprimidos, colocando em discussão as consequências de negar aquilo que se deseja.

Uma releitura brasileira de Tennessee Williams

A montagem parte do universo de “Um Bonde Chamado Desejo”, mas constrói uma narrativa própria e contemporânea.

Para o diretor Anderson Cunha, a atualização do clássico permite reconhecer conflitos que continuam presentes na sociedade.

A dramaturgia de Daniela Pereira de Carvalho dialoga ainda com a tradição de autores como Henrik Ibsen e Arthur Miller, utilizando o teatro como espaço de reflexão sobre relações humanas.

Entre os temas abordados estão conflitos de classe, patriarcado, etarismo e os limites entre desejo e destruição.

Barbára Reis interpreta Diana

A atriz Barbára Reis interpreta Diana, uma mulher que carrega as consequências de ter sido deserdada por amar e escolher seu próprio caminho.

A personagem também representa uma reconstrução depois da ruptura familiar, tornando-se uma das figuras centrais da trama.

A partir dessa perspectiva, a peça investiga como decisões individuais podem reverberar por toda uma família — e como aquilo que é reprimido pode voltar à superfície de maneiras imprevisíveis.

Teatro com acessibilidade

Além de ingressos com preços populares, a temporada terá sessões com interpretação em Libras aos domingos, ampliando o acesso do público à montagem.

Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Ficha técnica

“Nós que nos devoramos”

🎭 Elenco: Barbára Reis, Adriana Rabelo, Gabriel Canella e Raphael Naajan

🎬 Direção: Anderson Cunha
✍️ Texto: Daniela Pereira de Carvalho
🎭 Produção: Baco Produções Artísticas
🤝 Coprodução: Babik Produções e Estrela Canella Produções

A equipe reúne ainda Gabriel Garcia na produção, Marcio Jahú na direção de movimento, Mina Quental na cenografia, Luana de Sá no figurino e Paulo Denizot na iluminação.

A trilha sonora original é assinada por Guilherme Miranda e executada ao vivo pelo músico Lucianno Moreira.

Serviço

“Nós que nos devoramos”

📅 Temporada: 7 a 30 de novembro de 2026
📆 Sábados, domingos e segundas-feiras
⏰ 20h

📍 Teatro Gláucio Gill
Praça Cardeal Arcoverde, s/n — Copacabana, Rio de Janeiro/RJ
🚇 Ao lado da estação do Metrô Cardeal Arcoverde

🎟️ Ingressos: R$ 60 inteira | R$ 30 meia
💺 Lotação: 101 lugares
♿ Sessões com interpretação em Libras aos domingos

🕓 Bilheteria: a partir das 16h

🎟️ Ingressos: pelo canal oficial de vendas indicado pelo espetáculo.

📲 Instagram: @nosquenosdevoramos

Uma temporada para quem gosta de teatro que transforma conflitos familiares em perguntas sobre desejo, poder, classe e as escolhas que fazemos para sobreviver às nossas próprias relações.



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Fossa Dançante: Banda da Catarina transforma a sofrência em música, performance e dança no Teatro Sérgio Porto



Quem nunca sofreu por amor sabe que a dor de cotovelo pode apertar o coração, tirar o sono e até fazer a gente cantar junto com aquela música que parece contar a própria história. Mas, no espetáculo Fossa Dançante, a proposta é transformar esses sentimentos em uma experiência para cantar, dançar e extravasar.

No dia 12 de novembro, quinta-feira, às 19h30, a Banda da Catarina apresenta o show no Teatro Sérgio Porto, reunindo composições autorais e versões de músicas brasileiras e internacionais que abordam paixões, desilusões amorosas e sofrência.

Música, performance e teatralidade

Fossa Dançante articula música, performance e elementos cênicos em uma apresentação que reflete a trajetória artística dos integrantes da banda em diferentes linguagens, como teatro, cinema e carnaval.

O repertório alterna canções próprias com releituras de clássicos da música brasileira e internacional. Os arranjos incorporam bases eletrônicas e misturam diferentes ritmos e referências, criando uma sonoridade que dialoga com o pop queer contemporâneo.

À frente da apresentação está Catarina Saibro, cantora e atriz que conduz a performance vocal e corporal ao lado da banda. O espetáculo também conta com dois bailarinos em cena, ampliando a dimensão performática da experiência.

A trajetória da Banda da Catarina

Liderada por Catarina Saibro, a Banda da Catarina é formada por Breno Góes, Pedro Leal David, o pianista Antônio Ziviani e o programador Filipe Ridolfi.

O grupo nasceu em 2014, a partir do encontro dos artistas durante a montagem do espetáculo teatral Cabaré Foguete. Depois de um período de hiato, a banda retomou suas atividades em 2024 com o lançamento do single “Um Porto”, resultado de um show solidário em apoio às vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul.

Em sua fase atual, o grupo investe em um repertório autoral que transita pelo pop queer contemporâneo, preservando a força poética das letras e a teatralidade como uma de suas marcas centrais.

Serviço

Fossa Dançante | Banda da Catarina

📅 Data: 12 de novembro de 2026 (quinta-feira) ⏰ Horário: 19h30 📍 Local: Teatro Sérgio Porto

🎟️ Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/128284?share_id=1-copiarlink

Instagram: @bandadacatarina @catarinasaibro @umbrenogoes @pedro_leal_david @espacosergioporto.rio

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Rio Folia estreia no Museu do Amanhã com Ivete Sangalo, Babado Novo e Clementaum



Rio Folia estreia no Museu do Amanhã com Ivete Sangalo, Babado Novo e Clementaum

Nova festa promete 12 horas de música no verão carioca, reunindo axé, pop e música eletrônica no dia 2 de janeiro

O verão do Rio de Janeiro vai ganhar uma nova festa para entrar no calendário de quem gosta de música, encontros e grandes experiências. No dia 2 de janeiro de 2027, estreia o Rio Folia, no Museu do Amanhã, com uma programação de 12 horas de música e atrações que passeiam pelo axé, pop e música eletrônica.

Para a primeira edição, o evento já confirmou três nomes de peso: Ivete Sangalo, Babado Novo e Clementaum.

A proposta é reunir diferentes sonoridades e públicos em um dos cenários mais emblemáticos da cidade, criando uma experiência que combina a energia do verão carioca com uma programação musical diversificada.

Ivete Sangalo, Babado Novo e Clementaum no line-up

O público poderá curtir o repertório de Ivete Sangalo, uma das principais representantes do axé e da música brasileira, além do Babado Novo, grupo que marcou diferentes gerações do Carnaval e da música baiana.

A programação também contará com Clementaum, ampliando a mistura de ritmos e aproximando o evento da cena contemporânea.

E o line-up ainda não está completo.

Segundo a organização, novos nomes da cena eletrônica serão anunciados em breve, aumentando a expectativa para a estreia do Rio Folia.

Um novo encontro para o verão carioca

A escolha do Museu do Amanhã como cenário reforça a proposta de criar uma experiência especial para começar o ano.

Com 12 horas de música, o Rio Folia pretende reunir axé, pop e música eletrônica em uma programação pensada para o verão e para o início de 2027.

A estreia acontece no dia 2 de janeiro, período em que a cidade costuma receber visitantes de diferentes lugares do Brasil e do mundo.

Pré-venda começa nesta quarta-feira

Quem quiser se antecipar poderá participar da pré-venda do Rio Folia, que acontece nesta quarta-feira, 28 de outubro, a partir das 12h.

A primeira etapa de vendas será exclusiva pelo canal oficial do evento no WhatsApp.

As vendas gerais começam no dia 29 de outubro.

Para acompanhar as informações sobre ingressos, novos artistas e demais novidades da festa, o público pode seguir o perfil oficial @rio_folia.

Rio Folia 2027 — Serviço

🌴 RIO FOLIA

📅 Data: 2 de janeiro de 2027
📍 Local: Museu do Amanhã — Rio de Janeiro
⏰ 12 horas de música

Atrações confirmadas

🎤 Ivete Sangalo
🎶 Babado Novo
⚡ Clementaum

🎧 Novos nomes da cena eletrônica serão anunciados em breve.

Ingressos

🎟️ Pré-venda: 28/10, às 12h, exclusiva pelo canal oficial do evento no WhatsApp.

🎟️ Vendas gerais: a partir de 29/10.

📲 Instagram: @rio_folia


Comece 2027 no ritmo do verão carioca

Com uma combinação de grandes nomes da música brasileira, atrações da cena contemporânea e um cenário emblemático do Rio, o Rio Folia chega com a proposta de transformar o início de janeiro em uma grande celebração musical.

Agora é acompanhar os próximos anúncios e descobrir quais serão os novos nomes que vão completar essa folia. 🌴☀️🎶

Prepare-se para começar 2027 em grande estilo!



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Costela & Rock leva churrasco, cerveja artesanal e muito rock para a Praça do Lido

Evento acontece nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, em Copacabana, com entrada solidária e programação musical para diferentes gerações

Imagine chegar à Praça do Lido, em Copacabana, e encontrar costelas assando lentamente em uma roda-gigante, cervejas artesanais e dois dias de rock ao vivo.

Essa é a proposta do Costela & Rock, que ocupa a praça nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, das 12h às 22h.

O evento reúne gastronomia, música e cerveja artesanal em uma programação ao ar livre, com atrações que passam pelo punk rock, rock nacional, clássicos internacionais, hard rock e metal.




Costela na roda-gigante

O grande diferencial do evento está literalmente na brasa.

A atração gastronômica inclui costela assada lentamente em uma roda-gigante, criando um espetáculo à parte para quem estiver na Praça do Lido.

A programação também reúne mais de 60 rótulos de cervejas artesanais, incluindo opções entre as premiadas no Mondial de la Bière Rio.

Halloween com rock em Copacabana

O sábado, 31 de outubro, será ainda mais especial porque coincide com o Halloween.

A organização convida o público a entrar no clima e comparecer fantasiado.

A programação musical começa ao meio-dia, com DJ, e segue durante toda a tarde e noite.




Sábado — 31/10

🎧 12h — DJ
🤘 13h30 — SxFX
🦖 15h — Banda Dinossauros do Rock
🎤 16h30 — Phonograma
🔥 18h30 — Black Revolver
⚡ 20h30 — The Goodfellas

O repertório passa por artistas como Rita Lee, Blitz, Gal, Capital Inicial, Pitty, Beatles, AC/DC, Queen, Guns N' Roses, Iron Maiden, System of a Down, Kiss, Led Zeppelin, Black Sabbath, Nirvana e muitos outros.

Domingo também tem rock

No domingo, 1º de novembro, a programação continua a partir das 12h.

🎧 12h — DJ
🎸 13h30 — Tal Pai Tal Filho
🎶 15h — Banda 80 Tons
🍋 16h30 — Soul Lemon
🌪️ 18h30 — Vintage Storm
💀 20h30 — A Grave

O repertório inclui nomes como Barão Vermelho, Titãs, Raimundos, Nirvana, Metallica, The Clash, Sepultura, Bon Jovi, Cássia Eller, Red Hot Chili Peppers, Charlie Brown Jr., Foo Fighters, Linkin Park, Slipknot, Korn e Alice in Chains.

Entrada solidária

Além de música, gastronomia e diversão, o Costela & Rock tem uma proposta solidária.

A entrada pode ser realizada mediante a doação de 2 kg de alimento ou por meio de contribuição pelo link disponível na bio do evento.

Serviço

COSTELA & ROCK

📅 31 de outubro e 1º de novembro
🕛 12h às 22h
📍 Praça do Lido — Copacabana, Rio de Janeiro

🎸 Rock ao vivo
🥩 Costela assada
🍺 Mais de 60 rótulos de cervejas artesanais
🎃 Halloween no sábado

❤️ Entrada solidária: doação de 2 kg de alimento ou contribuição pelo link na bio.

Realização: FM Produções e Eventos
Parceiro oficial: Mr. Barbecue RJ
Apoio: Farra Bier, Yupstar e Visit Rio

🔞 Bebidas alcoólicas somente para maiores de 18 anos. Beba com moderação.

Prepare a fantasia, chame a galera e vá descobrir de perto a costela que gira!



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Ciência, música e arte se encontram no Rio em encontro gratuito sobre árvores e Amazônia

“Como morre uma árvore?” é a pergunta que conduz a segunda edição da série “Ciência em estado de arte”, promovida pelo Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ e pelo Instituto Serrapilheira. O encontro acontece na quinta-feira, 29 de outubro, das 18h às 21h, na área externa da galeria de artes VÃO, no Centro do Rio. A entrada é gratuita, sujeita à lotação do espaço.

A proposta da série é aproximar o público dos debates científicos contemporâneos por meio de diferentes linguagens e formas de compreender o mundo. Para isso, cientistas e artistas são convidados a dividir o palco em conversas que também incorporam música e performances poéticas.

Uma pergunta sobre árvores que vai muito além das árvores

Nesta edição, a bióloga e professora da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), Deliane Penha, conversa com a cantora, compositora, instrumentista e produtora cultural Josyara.

A pergunta “Como morre uma árvore?” serve como ponto de partida para uma conversa que atravessa temas como inteligência, vulnerabilidade, adaptação, vida e morte no mundo vegetal.

Deliane vive em Oriximiná, no Pará, e pesquisa a vulnerabilidade de árvores da Floresta Nacional do Tapajós, na Amazônia. Sua atuação também envolve a defesa de maior protagonismo para cientistas da região, especialmente mulheres.

Josyara, natural de Juazeiro, na Bahia, é um dos destaques da nova MPB. Em sua produção artística, combina letras poéticas, questões sociais e arranjos inovadores, em um processo marcado pela experimentação musical.

A conversa será mediada pela poeta e performer Natasha Felix.

Ciência também é feita de curiosidade

A série “Ciência em estado de arte” parte da ideia de que ciência e arte podem compartilhar muito mais do que normalmente imaginamos.

A curadoria busca aproximar convidados a partir de afinidades que ultrapassam suas trajetórias profissionais, explorando a curiosidade, a paixão e a incerteza presentes tanto na pesquisa científica quanto na criação artística.

Além do bate-papo, os encontros são acompanhados por apresentações musicais e performances poéticas.

Uma série em três encontros

O projeto começou em setembro com o encontro “Plantas, memória e a história da Terra”, que reuniu a geóloga Adriana Alves e o músico, pesquisador e filósofo Tiganá Santana.

Depois da edição de outubro, a série chega ao último encontro em novembro.

No dia 19 de novembro, o tema será “Cabeça nas nuvens”, com o meteorologista Micael Cecchini, que pesquisa a formação das nuvens e sua influência no regime de chuvas da Amazônia, e o cantor e compositor Muato.

Serviço

Ciência em estado de arte — “Como morre uma árvore?”

📅 29 de outubro (quinta-feira)
⏰ 18h às 21h
📍 Área externa da galeria de artes VÃO — Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ
📌 Av. Presidente Vargas, 62 — Centro, Rio de Janeiro
🎟️ Entrada gratuita, sujeita à lotação

Realização: Sesc RJ e Instituto Serrapilheira.

Se você gosta de ciência, música, arte e programação cultural fora do comum, vale colocar esse encontro na agenda. 🌿







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Ghadyego Carraro apresenta concerto que une jazz contemporâneo e raízes sul-americanas no Rio


Contrabaixista e compositor gaúcho se apresenta no dia 27 de outubro, no Palácio da Música, acompanhado por músicos de destaque da cena brasileira

O Rio de Janeiro recebe, no dia 27 de outubro, um concerto especial do contrabaixista, compositor e pesquisador gaúcho Ghadyego Carraro.

A apresentação acontece às 20h, no Palácio da Música, e propõe uma experiência musical construída a partir do diálogo entre jazz contemporâneo, improvisação, música de câmara e raízes sul-americanas.

Reconhecido por desenvolver uma linguagem própria no contrabaixo, Ghadyego Carraro trabalha a música como uma espécie de narrativa de territórios. Sua pesquisa e produção artística atravessam diferentes referências culturais, especialmente as sonoridades brasileiras e platinas.

Um encontro entre diferentes territórios musicais

A música de Ghadyego parte do princípio de que as fronteiras também podem ser espaços de encontro.

Seu trabalho articula elementos da música brasileira, sul-americana e do jazz, combinando pesquisa, composição e improvisação.

Essa característica está presente em “Anhum”, álbum lançado em 2024 que homenageia os povos originários das Américas e explora diferentes conexões culturais e musicais. O trabalho contou com participações de artistas como Arismar do Espírito Santo, João Barradas e Victor Angeleas.

O disco recebeu atenção da crítica especializada e reforçou a presença de Carraro na cena da música instrumental brasileira.

Do rigor da música de câmara à liberdade do jazz

No concerto carioca, o público poderá acompanhar uma proposta marcada pela chamada “fricção criativa” entre o rigor da música de câmara e a liberdade característica do jazz contemporâneo.

O contrabaixo assume papel central nessa construção, conduzindo uma experiência em que composição e improvisação convivem em constante diálogo.

Time de primeira linha no palco

Para a apresentação no Rio de Janeiro, Ghadyego Carraro estará acompanhado por músicos de destaque da cena brasileira:

Zé Staneck, na harmônica;
Julio Falavigna, na bateria;
Leo Freitas, no piano.

A apresentação também contará com a participação especial da cantora Alana Moraes.

O resultado promete uma noite dedicada à música instrumental, à experimentação e ao encontro entre diferentes tradições musicais.

Serviço

GHADYEGO CARRARO — CONCERTO NO RIO

📅 27 de outubro
⏰ 20h
📍 Palácio da Música — Rio de Janeiro

🎻 Ghadyego Carraro — Contrabaixo

Participações:

🎵 Zé Staneck — Harmônica
🥁 Julio Falavigna — Bateria
🎹 Leo Freitas — Piano
🎤 Alana Moraes — Participação especial

📲 Reservas: (21) 99319-1314

Uma noite para quem aprecia jazz, música instrumental e novas possibilidades de diálogo entre as raízes musicais sul-americanas e a criação contemporânea.



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Banheirão da Casa celebra a diversidade com humor em nova edição no Rio



Banheirão da Casa celebra a diversidade com humor em nova edição no Rio

Espetáculo de stand up comedy LGBT+ acontece no dia 30 de outubro, na Casa da Comédia Carioca, em Ipanema, com participação especial de Karoline Absinto

A comédia LGBT+ volta a ocupar o palco carioca no dia 30 de outubro com mais uma edição do Banheirão da Casa, projeto que há mais de um ano reúne humor, representatividade e experiências compartilhadas da comunidade LGBT+.

A apresentação acontece às 21h30, na Casa da Comédia Carioca, em Ipanema, e será comandada pelos humoristas Gahbi, Pahby e Gabe Brandão. Nesta edição, o trio recebe Karoline Absinto como convidada especial.

Com o lema “Stand up comedy de LGBTs para TODES”, o Banheirão da Casa propõe uma noite que vai além da comédia. O espetáculo transforma situações do cotidiano, vivências, afetos e experiências da comunidade em humor afiado, irreverente e próximo do público.



Humor, representatividade e identificação

Ao longo de sua trajetória, o Banheirão da Casa vem construindo um espaço de encontro para artistas e público, utilizando a comédia também como ferramenta de representatividade e ocupação cultural.

A proposta é criar um ambiente em que diferentes histórias possam ser compartilhadas através do humor — com liberdade para rir, se identificar e celebrar a diversidade.

O projeto já recebeu nomes como Inês Brasil, Suzy Brasil, Tiago Santinelli e Benny Briolly, reforçando sua conexão com diferentes expressões da cena LGBT+ e da cultura brasileira.

Mais do que uma noite de stand up, o Banheirão se apresenta como um encontro de pessoas, histórias e afetos, mostrando que o humor também pode ser território de diversidade, acolhimento e resistência cultural.

Karoline Absinto é a convidada especial

Para a edição de outubro, Karoline Absinto chega ao palco da Casa da Comédia Carioca como convidada especial.

Ao lado de Gahbi, Pahby e Gabe Brandão, ela integra uma noite dedicada ao humor e à pluralidade, em uma programação especialmente pensada para quem gosta de comédia sem abrir mão da representatividade.



Serviço

BANHEIRÃO DA CASA

📅 30 de outubro
⏰ 21h30
📍 Casa da Comédia Carioca — Ipanema, Rio de Janeiro

🎤 Com: Gahbi, Pahby e Gabe Brandão
✨ Convidada especial: Karoline Absinto

🌈 Stand up comedy de LGBTs para TODES

🎟️ Ingressos:
https://www.casadacomediacarioca.com/event-details/1e0N5EZh7OciORxQ4G1X

Programe-se, marque a sua companhia de rolê e prepare-se para uma noite de humor, diversidade e muito deboche no Rio!


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Cadê o Sobrevento? Grupo celebra 40 anos com espetáculo de teatro de bonecos no Sesc Tijuca



Cadê o Sobrevento? Grupo celebra 40 anos com espetáculo de teatro de bonecos no Sesc Tijuca

Nova montagem do Grupo Sobrevento estreia em 31 de outubro e combina humor, mistério, teatro de animação e a tradicional técnica da Luva Chinesa

Afinal, cadê o Sobrevento? A pergunta que dá nome ao novo espetáculo do Grupo Sobrevento é também o ponto de partida de uma aventura teatral que mistura mistério, humor, bonecos, memória e muita técnica de manipulação.

Um dos mais importantes grupos brasileiros dedicados ao Teatro de Animação comemora 40 anos de trajetória com a estreia de “Cadê o Sobrevento?”, no dia 31 de outubro, às 16h, no Teatro 1 do Sesc Tijuca.



A temporada segue até 13 de dezembro, aos sábados e domingos, sempre às 16h.

A montagem é realizada por meio do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar e marca o retorno do Sobrevento ao Rio de Janeiro — e especialmente à Tijuca, bairro que teve importância na trajetória da companhia.

Um grupo desapareceu. E agora?

A história começa com um mistério: o Grupo Sobrevento, depois de um passado de fama e glória, simplesmente desapareceu.

O sumiço movimenta as pessoas e desperta uma série de perguntas. Enquanto a sociedade tenta entender o que aconteceu, a trama acompanha personagens como uma Baronesa autoritária, sua filha e um jovem carteiro que chega ao castelo carregando uma mensagem.

A partir daí, a história ganha novos rumos, com direito a monstros, aventuras, conflitos e reviravoltas.

A dramaturgia é assinada pelo argentino Horacio Tignanelli, autor também de “Cadê o meu Herói?”, espetáculo do Sobrevento que marcou época no teatro de bonecos.

A nova montagem recupera elementos daquela história, mas os coloca em outro contexto, quase três décadas depois, estabelecendo um diálogo entre o passado e os novos tempos.

A Luva Chinesa como protagonista

Um dos grandes destaques do espetáculo é a utilização da Luva Chinesa, técnica tradicional de manipulação de bonecos que o Sobrevento pesquisa e desenvolve há décadas.

A técnica permite movimentos de enorme precisão. Os bonecos podem servir e tomar chá, lançar objetos, manejar espadas, lutar, saltar e realizar uma série de ações que exigem treinamento e domínio corporal dos atores-manipuladores.

O trabalho do grupo com essa linguagem começou a ganhar destaque no Brasil a partir de “Cadê o meu Herói?”, que estreou em 1998 e recebeu o Prêmio Mambembe, da Funarte/Ministério da Cultura, pela manipulação dos bonecos.

Para aperfeiçoar ainda mais essa pesquisa, o Sobrevento promoveu um workshop com o marionetista chinês Yeung Fai, integrante da quinta geração de uma família dedicada à técnica.

O intercâmbio reforçou uma característica presente na história do grupo: a combinação de tradições antigas do Teatro de Animação com a pesquisa e a linguagem próprias dos artistas brasileiros.

Uma história sobre gerações e transformação

Apesar do tom divertido e aventuresco, “Cadê o Sobrevento?” também propõe uma reflexão sobre as transformações da sociedade.

A montagem aborda a necessidade de diálogo entre diferentes gerações, especialmente em um mundo marcado pelo medo, pelo isolamento e pelas rápidas mudanças.

A própria trajetória do Sobrevento aparece como matéria-prima para a criação: o que acontece com um grupo de teatro depois de quatro décadas? O que muda no mundo? O que muda no teatro? E o que permanece?

A proposta é discutir essas questões sem abandonar o humor e o encantamento característicos do teatro de formas animadas.



Um time artístico de peso

A montagem reúne importantes nomes da cena artística brasileira e latino-americana.

Horacio Tignanelli assina a dramaturgia. Astrônomo e dramaturgo argentino, é reconhecido por sua atuação no Teatro de Bonecos e na dramaturgia para crianças e jovens.

A direção é de Luiz André Cherubini e Sandra Vargas, fundadores do Sobrevento.

A música fica por conta de Arrigo Barnabé, enquanto os figurinos são assinados pelo estilista João Pimenta e a cenografia por Telumi Hellen.

Em cena estão os atores-manipuladores Agnaldo Souza, Luiz André Cherubini, Maurício Santana e Sandra Vargas.

40 anos de Teatro de Animação

Fundado em 1986, o Grupo Sobrevento mantém uma trajetória contínua de pesquisa e produção em torno da animação de bonecos, formas e objetos.

Ao longo de quatro décadas, a companhia apresentou seus espetáculos em dezenas de cidades brasileiras e realizou turnês e participações em festivais internacionais em países como Espanha, França, China, Inglaterra, Chile, Colômbia, México, Suécia, Estônia, Índia, Irã, Angola e outros.

Entre seus trabalhos estão espetáculos como “Mozart Moments”, “Beckett”, “O Theatro de Brinquedo”, “Ubu!”, “Cadê o meu Herói?”, “O Anjo e a Princesa”, “Submundo”, “O Cabaré dos Quase-Vivos”, “O Copo de Leite”, “Orlando Furioso”, “Bailarina”, “Meu Jardim”, “Só”, “Terra”, “Escombros”, “Noite”, “O Amigo Fiel”, “Pérsia” e “Pra Lá de Teerã”.

A companhia é reconhecida nacional e internacionalmente como uma das principais referências brasileiras no Teatro de Animação.

O Sobrevento volta à Tijuca

O retorno ao Rio tem ainda um significado especial para Luiz André Cherubini, diretor, fundador e carioca.

A Tijuca foi sede do grupo em parte de sua trajetória, e a nova temporada representa também uma oportunidade de reencontro com o público e com artistas da cidade.

A programação do Sesc RJ confirma a temporada no Teatro 1 do Sesc Tijuca entre 31 de outubro e 13 de dezembro, aos sábados e domingos, às 16h.

E há ainda uma sessão especial com intérprete de Libras em 22 de novembro, ampliando as possibilidades de acesso ao espetáculo.

Serviço

Cadê o Sobrevento?

🎭 Criação: Grupo Sobrevento
🎭 Direção: Luiz André Cherubini e Sandra Vargas
✍️ Dramaturgia: Horacio Tignanelli
🎭 Atores-manipuladores: Agnaldo Souza, Luiz André Cherubini, Maurício Santana e Sandra Vargas
🎼 Direção musical e músicas originais: Arrigo Barnabé
🎨 Cenografia: Telumi Hellen
👗 Figurinos: João Pimenta

📅 Temporada: 31 de outubro a 13 de dezembro de 2026
📆 Sábados e domingos
⏰ 16h
📍 Teatro 1 — Sesc Tijuca
📌 Rua Barão de Mesquita, 539 — Tijuca — Rio de Janeiro/RJ
👧 Classificação: Livre
⏱️ Duração: 1h15
🎟️ Ingressos: R$ 20 inteira | R$ 10 meia-entrada | R$ 18 conveniado | R$ 14 Credencial Sesc Plena | gratuito pelo PCG.

Confira a programação oficial e as informações de ingressos no Sesc RJ

📸 Fotos para divulgação: Galeria de fotos do Grupo Sobrevento

Um mistério para toda a família

Quarenta anos depois de sua fundação, o Sobrevento volta à Tijuca para fazer uma pergunta que parece simples, mas abre espaço para muita imaginação:

Cadê o Sobrevento?

A resposta está no palco — entre bonecos, atores, música, humor, tradição e uma das técnicas mais fascinantes do Teatro de Animação.


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Santos Dumont ganha ópera-monólogo em estreia mundial na Cidade das Artes pelos 120 anos do voo do 14-Bis


Espetáculo de Cyro Delvizio será apresentado nos dias 23 e 24 de outubro, no Teatro de Câmara da Cidade das Artes, e propõe um mergulho na dimensão humana do Pai da Aviação

120 anos depois do histórico voo do 14-Bis, Santos Dumont volta a ganhar os céus — desta vez, no palco. Nos dias 23 e 24 de outubro de 2026, às 19h, o Teatro de Câmara da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, recebe a estreia mundial da ópera-monólogo “Santos Dumont: 120 anos do voo”, com música e libreto do violonista, compositor e pesquisador Cyro Delvizio.

A primeira récita acontece justamente em 23 de outubro, data que marca os 120 anos do voo histórico do 14-Bis, realizado por Santos Dumont em Paris, em 1906. A coincidência transforma a estreia em uma celebração simbólica da trajetória de um dos personagens mais conhecidos da história brasileira.

Mas a proposta da nova obra vai muito além de uma homenagem ao inventor.

O homem por trás do mito

Em “Santos Dumont: 120 anos do voo”, Cyro Delvizio propõe um mergulho psicológico na dimensão humana do chamado Pai da Aviação brasileiro.

Inspirada nos escritos autobiográficos de Meus Balões, a ópera acompanha os últimos momentos de Santos Dumont no Hotel La Plage, no Guarujá. A narrativa se desenvolve como um fluxo de consciência, transitando entre memória, realidade e devaneio.

A partir desse recorte íntimo, o espetáculo apresenta um Santos Dumont diferente daquele conhecido apenas pelos livros de história: um homem marcado por sonhos, descobertas, inquietações e dilemas diante das consequências de sua própria criação.

“Talvez Santos Dumont seja uma das figuras brasileiras mais conhecidas e, ao mesmo tempo, menos compreendidas. Todos conhecem o inventor do avião, mas poucos conhecem suas inquietações, sua sensibilidade e seu sofrimento de ver sua criação utilizada para fins de guerra. A ópera busca justamente esse encontro: celebrar o herói e revelar o ser humano”, explica Cyro Delvizio.



Ópera, teatro e tecnologia no palco

A montagem combina diferentes linguagens artísticas para construir uma experiência cênico-musical imersiva.

Em cena, João Campelo, no papel do tenor solista, é acompanhado por um conjunto instrumental formado por Cyro Delvizio, no violão; Matheus Queiroz, no acordeão; Paulo Santoro, no violoncelo; Thiago Tavares, no clarinete; e Ana Letícia Barros, no vibrafone e percussões.

A cenografia também assume papel importante na narrativa. Um único elemento cênico modular se transforma em diferentes invenções do aviador, enquanto projeções em hélice holográfica ampliam a dimensão visual do espetáculo.

A trilha sonora parte da tradição operística e incorpora referências da música brasileira em uma linguagem contemporânea. O resultado busca aproximar diferentes públicos de uma linguagem que, embora sofisticada, é apresentada de maneira acessível e sensível.

Uma reflexão sobre sonho, inovação e guerra

Mais do que contar a história do 14-Bis, a obra coloca em discussão alguns dos grandes temas associados à trajetória de Santos Dumont: o desejo de superar limites, a busca pela inovação e as consequências que podem surgir quando uma invenção passa a ser utilizada de maneiras que ultrapassam a intenção de seu criador.

O espetáculo também convida o público a refletir sobre a memória e a construção dos mitos históricos.

Quem foi o homem por trás da imagem do inventor?

O que significava para Santos Dumont assistir ao desenvolvimento da aviação e perceber que uma invenção associada ao sonho de voar também poderia ser transformada em instrumento de guerra?

São questões que atravessam a dramaturgia da ópera e ajudam a construir uma representação mais complexa do personagem.




Cyro Delvizio: mais de duas décadas dedicadas à música brasileira

A nova ópera chega ao palco após outro momento importante na trajetória recente de Cyro Delvizio. Em setembro, o compositor estreou o “Réquiem Guarani-Kaiowá” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em apresentação com lotação máxima.

Violonista, compositor e pesquisador, Delvizio é integrante fundador do Duo Cancionâncias e desenvolve uma carreira dedicada à música erudita brasileira.

Ao longo de sua trajetória, realizou turnês internacionais, incluindo apresentações no México, e participou do GFA International Convention, nos Estados Unidos. Também estreou obras de compositores como Edino Krieger, Marco Pereira, Ronaldo Miranda, Dimitri Cervo e Ricardo Tacuchian.

Como compositor, possui mais de 70 obras, executadas por orquestras no Brasil e em países como Portugal, França, Alemanha, México, Estados Unidos, Japão e Finlândia.

Entre seus trabalhos está a “Cantata de Ano Novo”, apresentada pela Orquestra Sinfônica Brasileira na Cidade das Artes em 2022, além das óperas “A Peste”, realizada inicialmente em formato online em 2020 e levada aos palcos em 2021, e “Um Homem Amarelo”, de 2023.

Doutor em Artes/Performance Musical pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, mestre em Musicologia pela UFRJ e bacharel em Violão também pela universidade, Delvizio ainda atua como professor substituto na Escola de Música da UFRJ.

Em 2023, celebrou 20 anos de carreira com o lançamento do álbum “Francisco Mignone: Twelve Guitar Studies”, pelo selo japonês Da Vinci Classics.




Uma estreia para celebrar 120 anos de história

Ao escolher 23 de outubro de 2026 para a primeira récita, “Santos Dumont: 120 anos do voo” estabelece uma conexão direta entre o palco e um dos momentos mais emblemáticos da história da aviação.

A obra não pretende apenas recontar o feito do 14-Bis. Sua proposta é olhar para o personagem a partir de suas memórias, seus sentimentos e suas contradições.

Uma oportunidade para revisitar Santos Dumont não apenas como inventor, mas como ser humano — e para transformar 120 anos de história em música, teatro e reflexão.




Serviço

Santos Dumont: 120 anos do voo — estreia mundial

📅 23 e 24 de outubro de 2026
⏰ 19h
📍 Teatro de Câmara da Cidade das Artes — Rio de Janeiro/RJ

🎼 Música e libreto: Cyro Delvizio

No elenco e conjunto instrumental:
🎤 João Campelo — tenor
🎸 Cyro Delvizio — violão
🪗 Matheus Queiroz — acordeão
🎻 Paulo Santoro — violoncelo
🎶 Thiago Tavares — clarinete
🥁 Ana Letícia Barros — vibrafone e percussões

Uma estreia mundial que transforma os 120 anos do voo do 14-Bis em uma experiência sobre memória, invenção, sonhos e os dilemas do homem que entrou para a história como o Pai da Aviação.


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HOUSE BREAK promove Halloween com 10 horas de música eletrônica e lineup de peso na Qualistage


HOUSE BREAK promove Halloween com 10 horas de música eletrônica e lineup de peso na Qualistage

O Halloween vai ganhar uma madrugada prolongada no Rio de Janeiro. No dia 1º de novembro, véspera do feriado, a HOUSE BREAK ocupa a Qualistage, na Barra da Tijuca, para uma edição especial que promete atravessar a noite inteira: serão 10 horas de festa, das 22h às 8h.

A proposta combina grandes nomes da música eletrônica com uma atmosfera inspirada no universo do terror, criando uma experiência especialmente pensada para o período de Halloween.

Um lineup para atravessar a madrugada

A programação reúne nomes de destaque da cena eletrônica nacional e internacional.

Estão confirmados:

Cat Dealers, Bhaskar, Ownboss, Fancy Inc, Blazy, Nat Valverde e Greg.

O lineup passeia por diferentes vertentes da música eletrônica, incluindo house, bass house, progressive e tech house, acompanhando as mudanças de clima e intensidade da pista durante as dez horas de evento.

A ideia é construir uma jornada musical que começa às 22h e segue madrugada adentro, chegando até o amanhecer.

HOUSE BREAK entra em uma nova fase

Além da programação musical, a edição de Halloween marca uma nova etapa da HOUSE BREAK: o evento passa a ser aberto ao público.

A Qualistage será transformada para receber uma ambientação inspirada no universo do terror, aproximando a experiência da temática do Halloween e criando uma identidade visual própria para a noite.

Para quem gosta de música eletrônica, é uma combinação difícil de ignorar: grandes nomes da cena, diferentes estilos, uma pista durante toda a madrugada e uma experiência temática.

10 horas de festa

Com abertura dos portões às 22h, a HOUSE BREAK segue até 8h da manhã.

O formato permite que o público acompanhe a transformação da pista ao longo da madrugada — começando a noite com house e outras vertentes da eletrônica e avançando por diferentes atmosferas e intensidades.

É uma programação para quem pretende fazer do Halloween uma verdadeira noite de pista.

Serviço

HOUSE BREAK — HALLOWEEN

📅 Data: domingo, 1º de novembro
⏰ Horário: 22h às 8h
📍 Local: Qualistage — Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ
🎃 Tema: Halloween
🎧 Atrações: Cat Dealers, Bhaskar, Ownboss, Fancy Inc, Blazy, Nat Valverde e Greg
🎶 Estilos: house, bass house, progressive e tech house

🎟️ Ingressos:
Compre seu ingresso para a HOUSE BREAK

📲 Instagram: @festahousebreak

E aí: você encara 10 horas?

A conta é simples: a festa começa às 22h, atravessa toda a madrugada e termina às 8h.

Ou seja: 10 horas de HOUSE BREAK para celebrar o Halloween até o amanhecer.

Agora fica a pergunta: você é do time que vai embora cedo ou do time que só encerra a festa quando o sol aparecer? 🎃🌅



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