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28 de jun de 2018

Maria, em cartaz, às quintas-feiras, no Mezanino do Sesc Copacabana “Maria!” chega neste momento em que o primeiro samba-canção completa 90 anos


Inez Viana dirige Claudio Mendes no espetáculo "Maria!", uma ode a Antônio Maria, cronista admirável e compositor dos mais notáveis

Estreia dia 12 de abril, quinta-feira, no Mezanino do Sesc Copacabana


“Maria!” chega neste momento em que o primeiro samba-canção completa 90 anos





Na TV Globo, Claudio Mendes está na novela "O Outro Lado do Paraíso" e foi escalado "O Tempo não para”, próxima novela das 19h 
O Mezanino do Sesc Copacabana recebe, de 12 de abril a 6 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, o espetáculo “Maria!”, com dramaturgia e atuação de Claudio Mendes. A peça é uma organização das crônicas e canções de Antônio Maria, costuradas de modo a constituírem um enredo. O tempo cronológico do espetáculo é o de um dia na vida de Maria, o dia de seu aniversário, mas suas lembranças é que dão o tom biográfico que cria o enredo da peça. “Maria!” resgata o poeta e o traz de volta à luz no seu “palco original”, Copacabana, bairro no qual viveu a maior parte de sua vida. Em cena, Claudio Mendes atua em um palco em forma de arena, acompanhado pela violoncelista Maria Clara Valle. A direção é de Inez Viana.

- Falar do Maria hoje é, de certa forma, entrar em contato com um Rio menos ansioso e violento, onde o que reina na noite são os boêmios e os poetas -, comenta Inez Viana.

O espetáculo começa com o artista voltando para casa, um apartamento de quarto e sala em Copacabana, com o dia amanhecendo, vindo de mais uma noitada boêmia. Faz uma ode ao Rio de Janeiro, cidade que escolheu para viver e também critica seu abandono. Antes de dormir fala sobre cansaço, velhice e sua vida irrequieta. Adormece, enfim, e ao acordar entre as várias tarefas que tem para cumprir, escrevendo crônicas para a rádio e para o jornal, conversa sobre feiura, velhice, solidão, amor, trabalho, dívidas, insatisfações. Sem conseguir escrever uma linha, nem sobre si mesmo, ele abre o seu diário e relembra o Carnaval de sua infância no Recife, sua chegada ao Rio de Janeiro, na Lapa dos anos 40, cheio de deslumbramentos. Ao anoitecer ele sai de casa, vai cair no Sacha’s, como sempre, e lá encontra seus amigos: Vinícius, Di Cavalcanti, Maysa e lamenta a perda de sua amiga querida, Dolores Duran, de quem se recorda com muita saudade. Dia amanhecendo, nosso cronista volta para casa pela orla, onde o “colar de pérolas” ainda aceso vai se apagando com a luz da manhã. Ele fala sobre Copacabana, bairro onde morou boa parte de sua vida e onde morreu. Chegando em casa ele só quer o merecido descanso, o sossego. É apenas mais uma noite de sono, mas podemos imaginar que possa ser a última. O Menino Grande deixa-nos um último samba, melancólico, mas cheio de humor, como era o próprio Antônio Maria.

A respeito de sua atuação, Claudio Mendes comenta que “não há uma tentativa de mimetizar o personagem Antônio Maria, reproduzindo sotaques, trejeitos e voz, porém o texto é todo dito em primeira pessoa. Então, é o Antônio Maria na voz do ator Claudio Mendes.” E citando seu envolvimento com este trabalho Claudio diz que “minha alma colou na do Maria desde a primeira leitura. Nesse espetáculo quero tentar traduzir para o teatro, toda beleza, poesia, humor, acidez, ironia, a graça das palavras deste grande cronista, poeta e compositor. Quero emprestar a ele o meu melhor, como ele me deu o melhor que havia nele e fazê-lo chegar às pessoas. Acho o momento perfeito para se ouvir Antônio Maria.”

Pequena biografia de Antônio Maria
Nascido em 17 de março de 1921, no Recife, Antônio Maria foi um dos maiores craques literários de todos os tempos. Cronista admirável, com pleno domínio e intimidade com a sonora língua portuguesa, falava e escrevia com exigência de estilo, beleza poética e técnica de mestre.

Seu primeiro emprego, aos 17 anos, foi o de apresentador de programas musicais na Rádio Clube Pernambuco. Em 1940, se muda para o Rio de Janeiro para ser locutor esportivo na Rádio Ipanema. Em 1947, se torna diretor artístico da Rádio Tupy. Convocado por Assis Chateaubriand foi o primeiro diretor de produção da TV Tupi, inaugurada em janeiro de 1951. Durante mais de 15 anos, escreveu crónicas diárias para O Jornal. Em 1952, Maria foi um dos primeiros contratados da Rádio Mayrink Veiga. Em 1957, com Ary Barroso, apresentou o programa “Rio, Eu Gosto de Você”, na TV Rio. No Jornal O Globo, em 1959, manteve a coluna Mesa de Pista, tendo então se transferido para o Última Hora.

Antônio Maria foi ainda compositor dos mais notáveis da música popular brasileira, também ali seu estilo se fazia presente: sambas, sambas-canção, valsas, frevos e alguns prenúncios da bossa nova, que fizeram muito sucesso no Brasil e no exterior. Maria era, além de poeta da alma humana, um documento vivo dos costumes de sua época, incorporando em suas crônicas a linguagem do povo, enriquecendo os dicionários do nosso idioma. A noite do Rio, os modismos dos anos dourados, os seus “personagens”, alegrias e dissabores de encontros amorosos e sua fascinação pelas mulheres, poesia, música, política, esporte, teatro, restaurantes, moda, vida social, humor, amor, está tudo em Antônio Maria, que é autor de obras-primas da música brasileira como “Valsa de Uma Cidade” e “Manhã de Carnaval”, uma das canções brasileiras mais conhecidas no exterior. Muito conhecido por suas canções dor-de-cotovelo como “Ninguém me Ama” e “Se eu Morresse Amanhã”, Maria tem uma vasta obra que inclui ainda “As Suas Mãos”, “Canção da Volta” e “Frevo nº1 do Recife”.

Antônio Maria, cardiopata desde a infância, faleceu fulminado por um enfarte do miocárdio na madrugada de 15 de outubro de 1964, em Copacabana, quando se dirigiu para o Le Rond Point.

Claudio Mendes, ator

Claudio Mendes é ator com mais de 30 anos de carreira e 70 espetáculos realizados com diretores como Amir Haddad e Aderbal Freire-Filho, seus parceiros mais frequentes e dos quais se considera um discípulo, tendo sido dirigido também por André Paes Leme, Moacir Chaves, Luis Artur Nunes, Bia Lessa e muitos outros. Claudio Mendes está indicado como melhor ator coadjuvante ao Prêmio APTR por seu trabalho em “Agosto”. Está na nova série brasileira da NETFLIX, “O Mecanismo”, direção de José Padilha, que estreia dia 23 de março, e no elenco de três filmes que serão lançados em 2018: “Simonal”, de Leonardo Domingues, protagonizado por Ísis Valverde e Fabrício Boliveira, “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, com Luís Lobianco à frente do elenco, e “Um Animal Amarelo” de Felipe Bragança. Atualmente está na novela "O Outro Lado do Paraíso", da TV Globo e foi escalado para a próxima novela das 19h, "O Tempo não para", também da Globo.

Inez Viana, direção

Inez Viana tem mais de 30 anos de profissão. É atriz, cantora e diretora com várias indicações e prêmios conquistados. Seu talento como atriz é reconhecido entre colegas, público e crítica, a exemplo do sucesso “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, espetáculo de 2007, com o qual tem feito várias temporadas e apresentações, festivais e turnês pelo Brasil. Artista importantíssima no cenário teatral carioca, Inez tem muitas contribuições ao teatro nacional como a participação no Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, grupo consagrado nos anos 90, dirigido por Aderbal Freire-Filho. É fundadora e diretora da Cia OmondÉ que, com 8 anos de trajetória e 6 espetáculos em repertório, atualmente prepara, para junho de 2018, a montagem de “A Mentira”, texto de Nelson Rodrigues, inédito no Teatro.

Ficha Técnica

Autor: Antônio Maria
Dramaturgia: Claudio Mendes
Direção: Inez Viana
Elenco: Claudio Mendes
Instrumentista: Maria Clara Valle
Assistente de Direção: Marta Paret
Direção Musical: Ricardo Góes
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurino: Flavio Souza
Produção: Barbara Montes Claros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Silvana Andrade
Fotos e Vídeo: Elisa Mendes
Mídias Sociais: Rafael Teixeira
Realização: J.R. Mac Niven Produções Ltda.

Serviço
Local: Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 2547-0156
Temporada: 12 de abril a 6 de maio
Dias: Quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 7,50 (Associados do SESC) e R$ 30,00 (casos previstos em lei pagam meia)
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 70 minutos
Lotação: 80 pessoas
Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj agendaculturalriodejaneiro.blogspot.com

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23 de mai de 2018

FILE Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz a exposição “DISRUPTIVA” ao Rio de Janeiro


FILE

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz a exposição “DISRUPTIVA” ao Rio de Janeiro


Mostra recebeu mais de 300 mil visitantes em Brasília e Belo Horizonte, e agora chega ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) da capital fluminense

DISRUPTIVA se destaca pela ruptura no modo tradicional de apreciação das obras, possibilitando comportamentos inéditos ao público – os visitantes podem tocar, balançar, deitar e interagir com as obras;

A exposição é gratuita e reúne instalações interativas, games e animações internacionais, tudo com classificação indicativa livre;



De 13 de abril a 04 de junho de 2018




Rio de Janeiro, março de 2018 – Você poderá ter a sensação de estar no núcleo de um furacão, ser embalado a vácuo ou até balançar em um mundo de realidade mista – real e virtual. Estas são apenas algumas das experiências que o público do Rio de Janeiro vai vivenciar na exposiçãoDISRUPTIVA, iniciativa do FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – que acontece gratuitamente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de 13 de abril a 04 de junho de 2018.

Com curadoria de Paula Perissinotto e Ricardo Barreto a exposição reúne mais de 120 obras, de instalações totalmente imersivas a videogames e animações. A curadoria de animações é de Raquel Fukuda. O patrocínio é do Banco do Brasil.

"Essa parceria possibilita que o público do CCBB Rio interaja de uma nova forma com a arte. Estamos na era digital, e poder usar os artefatos que a tecnologia oferece para imergir, literalmente, nas obras de arte, é algo curioso e inovador”, comenta Marcelo Fernandes, Gerente Geral do CCBB."

As obras transportam o público para um mundo inédito de novas percepções: Nemo Observatorium, de Lawrence Malstaf (Bélgica), convida o visitante para experimentar a sensação de estar no centro de um furacão. Em um grande cilindro transparente, o participante toma assento em uma cadeira e comanda, por meio de um botão, o sistema do furacão simulado. É uma experiência única para quem está dentro do cilindro, e um espetáculo para quem assiste de fora. Physical Mind, de Teun Vonk (Holanda), convida o visitante a deitar-se entre dois objetos infláveis, que os erguem do chão e os pressionam suavemente, sugerindo a vivência do estado de stress e de alívio.

Artista do Rio de Janeiro integra a exposição

A carioca Celina Portella, que vive e trabalha no Rio de Janeiro, explora as fronteiras da representação virtual com o mundo real na obraVídeo-Boleba, que provoca os visitantes com bolinhas de gude que surgem de um vídeo.

Há ainda obras que abordam a relação entre movimento real e digital; movimento físico e sonoro. Em Swing (Alemanha), de Christin Marczinzik e Thi Binh Minh Nguyen, o público senta em um balanço usando óculos 3D, e a intensidade do balançar aciona animações na realidade virtual, as quais levam o visitante para um voo em um mundo de fantasia.

A interatividade também é destaque em nove instalações que sugerem a imersão digital, selfies misturados, a emoção real e virtual. Em KAGE-table, do coletivo japonês plaplax, sombras computadorizadas projetadas numa mesa ganham vida e adquirem movimentos de acordo com a interação do público. Até as sombras dos próprios espectadores, ao serem projetadas na mesa, integram a experiência.

A exposição também oferece a possibilidade de jogar e experimentar trabalhos realizados para plataformas de realidade virtual (VR) com dispositivo ótico. Um dos destaques é Dear Angelica, filme ilustrado à mão que leva o público a navegar entre desenhos numa narrativa espetacular das memórias de uma adolescente. Também chama a atenção Bound, um jogo estético que usa PlayStation 4 e realidade virtual, no qual o visitante controla uma princesa bailarina enquanto ela percorre desconstruindo ambientes surreais e oníricos.

DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva” traz ao público do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria inédita com o CCBB, uma amostra de como os artistas estão produzindo obras no atual contexto, proporcionando a imersão em novas tecnologias, interação com as novas mídias e produções artísticas que dialogam com a vivência compartilhada do mundo contemporâneo.

Sobre o FILE – O FILE é uma iniciativa cultural que viabiliza reflexões sobre as principais questões do universo eletrônico-digital desde o ano 2000, consolidando o Brasil como um dos protagonistas dessas discussões na comunidade internacional. O projeto pioneiro nasceu em São Paulo, capitaneado por Paula Perissinotto e Ricardo Barreto, e já exibiu trabalhos de artistas de 48 países a públicos de todas as idades em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, São Luís e Vitória. Desde a virada deste milênio, o festival tem conseguido aproximar os mais diversos públicos de obras de arte, debates e pesquisas que utilizam a tecnologia como suporte ou como inspiração. Por meio de uma apurada seleção de encontros, oficinas, exposições coletivas e publicações o FILE fomenta não só o acesso às criações artísticas contemporâneas, mas a produção de criações estéticas a partir de experiências tecnológicas. É considerado o maior evento do gênero na América Latina.
SERVIÇO

FILE – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva
Abertura: 13 de abril de 2018
Período da exposição: de 13 de abril a 04 de junho de 2018
Entrada gratuita
CCBB Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Quarta-feira a segunda-feira, das 9h às 21h
Informações: www.bb.com.br/cultura
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA
Livre
CURADORIA
Ricardo Barreto e Paula Perissinotto
PATROCÍNIO
Banco do Brasil

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj 

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22 de mai de 2018

DISRUPTIVA se destaca pela ruptura no modo tradicional de apreciação das obras, possibilitando comportamentos inéditos ao público – os visitantes podem tocar, balançar, deitar e interagir com as obras


FILE

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz a exposição “DISRUPTIVA” ao Rio de Janeiro


Mostra recebeu mais de 300 mil visitantes em Brasília e Belo Horizonte, e agora chega ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) da capital fluminense

DISRUPTIVA se destaca pela ruptura no modo tradicional de apreciação das obras, possibilitando comportamentos inéditos ao público – os visitantes podem tocar, balançar, deitar e interagir com as obras;

A exposição é gratuita e reúne instalações interativas, games e animações internacionais, tudo com classificação indicativa livre;



De 13 de abril a 04 de junho de 2018




Rio de Janeiro, março de 2018 – Você poderá ter a sensação de estar no núcleo de um furacão, ser embalado a vácuo ou até balançar em um mundo de realidade mista – real e virtual. Estas são apenas algumas das experiências que o público do Rio de Janeiro vai vivenciar na exposiçãoDISRUPTIVA, iniciativa do FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – que acontece gratuitamente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de 13 de abril a 04 de junho de 2018.

Com curadoria de Paula Perissinotto e Ricardo Barreto a exposição reúne mais de 120 obras, de instalações totalmente imersivas a videogames e animações. A curadoria de animações é de Raquel Fukuda. O patrocínio é do Banco do Brasil.

"Essa parceria possibilita que o público do CCBB Rio interaja de uma nova forma com a arte. Estamos na era digital, e poder usar os artefatos que a tecnologia oferece para imergir, literalmente, nas obras de arte, é algo curioso e inovador”, comenta Marcelo Fernandes, Gerente Geral do CCBB."

As obras transportam o público para um mundo inédito de novas percepções: Nemo Observatorium, de Lawrence Malstaf (Bélgica), convida o visitante para experimentar a sensação de estar no centro de um furacão. Em um grande cilindro transparente, o participante toma assento em uma cadeira e comanda, por meio de um botão, o sistema do furacão simulado. É uma experiência única para quem está dentro do cilindro, e um espetáculo para quem assiste de fora. Physical Mind, de Teun Vonk (Holanda), convida o visitante a deitar-se entre dois objetos infláveis, que os erguem do chão e os pressionam suavemente, sugerindo a vivência do estado de stress e de alívio.

Artista do Rio de Janeiro integra a exposição

A carioca Celina Portella, que vive e trabalha no Rio de Janeiro, explora as fronteiras da representação virtual com o mundo real na obraVídeo-Boleba, que provoca os visitantes com bolinhas de gude que surgem de um vídeo.

Há ainda obras que abordam a relação entre movimento real e digital; movimento físico e sonoro. Em Swing (Alemanha), de Christin Marczinzik e Thi Binh Minh Nguyen, o público senta em um balanço usando óculos 3D, e a intensidade do balançar aciona animações na realidade virtual, as quais levam o visitante para um voo em um mundo de fantasia.

A interatividade também é destaque em nove instalações que sugerem a imersão digital, selfies misturados, a emoção real e virtual. Em KAGE-table, do coletivo japonês plaplax, sombras computadorizadas projetadas numa mesa ganham vida e adquirem movimentos de acordo com a interação do público. Até as sombras dos próprios espectadores, ao serem projetadas na mesa, integram a experiência.

A exposição também oferece a possibilidade de jogar e experimentar trabalhos realizados para plataformas de realidade virtual (VR) com dispositivo ótico. Um dos destaques é Dear Angelica, filme ilustrado à mão que leva o público a navegar entre desenhos numa narrativa espetacular das memórias de uma adolescente. Também chama a atenção Bound, um jogo estético que usa PlayStation 4 e realidade virtual, no qual o visitante controla uma princesa bailarina enquanto ela percorre desconstruindo ambientes surreais e oníricos.

DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva” traz ao público do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria inédita com o CCBB, uma amostra de como os artistas estão produzindo obras no atual contexto, proporcionando a imersão em novas tecnologias, interação com as novas mídias e produções artísticas que dialogam com a vivência compartilhada do mundo contemporâneo.

Sobre o FILE – O FILE é uma iniciativa cultural que viabiliza reflexões sobre as principais questões do universo eletrônico-digital desde o ano 2000, consolidando o Brasil como um dos protagonistas dessas discussões na comunidade internacional. O projeto pioneiro nasceu em São Paulo, capitaneado por Paula Perissinotto e Ricardo Barreto, e já exibiu trabalhos de artistas de 48 países a públicos de todas as idades em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, São Luís e Vitória. Desde a virada deste milênio, o festival tem conseguido aproximar os mais diversos públicos de obras de arte, debates e pesquisas que utilizam a tecnologia como suporte ou como inspiração. Por meio de uma apurada seleção de encontros, oficinas, exposições coletivas e publicações o FILE fomenta não só o acesso às criações artísticas contemporâneas, mas a produção de criações estéticas a partir de experiências tecnológicas. É considerado o maior evento do gênero na América Latina.
SERVIÇO

FILE – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva
Abertura: 13 de abril de 2018
Período da exposição: de 13 de abril a 04 de junho de 2018
Entrada gratuita
CCBB Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Quarta-feira a segunda-feira, das 9h às 21h
Informações: www.bb.com.br/cultura
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA
Livre
CURADORIA
Ricardo Barreto e Paula Perissinotto
PATROCÍNIO
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Últimas apresentações do Espetáculo "Ltda" no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura

19 de mai de 2018

“A Marca da Água”, espetáculo da Armazém Companhia de Teatro, no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues, último final de semana


“A Marca da Água”, espetáculo da Armazém Companhia de Teatro,  no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues


Eleito um dos melhores espetáculos de 2012, pelo Jornal O Globo, “A Marca da Água” foi vencedor dos prêmios Shell (melhor autor) e APTR (melhor iluminação) e Fringe First Award durante o Edinburgh International Festival 2013. Desde a sua estreia em 2012 o espetáculo cumpriu temporadas em 10 cidades brasileiras e participou de 3 festivais internacionais, o mais recente foi em outubro de 2017 durante o Wuhzen International Theatre Festival, em Zhejiang, na China.
O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 27 de abril a 20 de maio, sexta a domingo às 19h, “A Marca da Água”. O espetáculo da Armazém Companhia de Teatro conta a história de Laura, que vivendo numa aparente placidez, numa espécie de cotidiano automático e morno, aos 40 anos, é surpreendida pelo misterioso aparecimento de um enorme peixe em seu jardim. Esta perturbadora e surrealista aparição traz de volta à vida desta mulher sintomas de uma doença neurológica causada por um acidente na infância. A partir daí, Laura passa a ter acesso profundo e muito nítido às suas mais antigas memórias e é arrebatada por uma música imaginária e constante dentro de sua cabeça. A direção é de Paulo de Moraes.

Com tons e movimentos que mantém o universo de “A Marca da Água” entre o real e sonhado, a busca e o delírio da personagem flagram estados sutis quando a fragilidade física pode transformar-se em afirmação de vida. A encenação serve-se de inspirada ambientação cenográfica, em que movimentos dentro de uma piscina e coloridas projeções auxiliam na condução da ação.

Antes de dar voz ao texto caprichado de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes, que “bebem” em fontes como os livros do neurologista britânico Oliver Sacks, o elenco formado por Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras fez intenso preparo corporal para, em cena, conseguir, sem embaraço, atuar tendo que a quase todo instante se lançar num tanque com 3 mil litros de água.

Os figurinos de Rita Murtinho, em neoprene e tactel, faz com que os atores alternem o visual molhado/seco ao longo da encenação. O diretor musical Ricco Viana executa ao vivo, em cena, a trilha original. Maneco Quinderé assina a iluminação, os irmãos Rico e Renato Vilarouca o videografismo e Paulo de Moraes a cenografia.

Eleito um dos melhores espetáculos de 2012 pelo Jornal O Globo, vencedor dos prêmios Shell-RJ 2012 de Melhor Autor, APTR 2012 de Melhor Iluminação e Fringe First Award, durante o Edinburgh International Festival 2013, em outubro de 2017 “A Marca da Água” participou do Wuhzen International Theatre Festival, localizado na província de Zhejiang, China. Desde a sua estreia em 2012, o espetáculo foi apresentado no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Montevidéu (Uruguai), Edimburgo (Escócia), Vitória, Salvador, Maceió, Recife, Wuzhen (China) e Fortaleza.

Ficha técnica

Direção: Paulo de Moraes
Dramaturgia: Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: Rita Murtinho
Direção Musical: Ricco Viana
Cenografia: Paulo de Moraes
Vídeografismo: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Projeto Gráfico: Jopa Moraes
Fotografias: Mauro Kury
Produção Executiva: Flávia Menezes
Produção: Armazém Companhia de Teatro
Site Oficial: www.armazemciadeteatro.com.br

Serviço

Nome do espetáculo: “A Marca da Água”
Direção: Paulo de Moraes
Dramaturgia: Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro / Entrada pela Av. República do Paraguai (próximo ao Metrô e VLT Estação Carioca)
Informações: (21) 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 27 de abril a 20 de maio, sexta a domingo às 19h
Ingressos: R$ 20 (plateia) e R$ 10 (balcão)
Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação: 14 anos
Duração: 70 min


fotos © Mauro Kury

Veja no Instagram 

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17 de mai de 2018

O Fashion Mall organizou um mês de encontros com foco no autodesenvolvimento, em parceria com a organização internacional Arte de Viver.

Fashion Mall apresenta Fashion Talks nos meses de abril e maio

Organização Arte de Viver comandará a programação




O Fashion Mall organizou um mês de encontros com foco no autodesenvolvimento, em parceria com a organização internacional Arte de Viver. O evento inicia no dia 10 de abril e acontece quinzenalmente, nas terças-feiras dos próximos dois meses, sempre às 20h, no segundo piso. O shopping receberá a organização para um bate-papo com programas sobre meditação, que trazem uma profunda paz interior. A entrada é gratuita e com vagas limitadas.

O intuito da Arte de Viver é oferecer programas que facilitam a eliminação de estresse e criam paz interior, felicidade e bem-estar para todos indivíduos, através de técnicas de respiração, meditação, yoga, e sabedoria prática para o dia a dia.

A organização foi fundada pelo líder humanitário e espiritual Sri Sri Ravi Shankar, embaixador da paz no Sri Lanka, Cachemira, Paquistão, Israel e Colômbia. Ele explica que o principal valor da Arte de Viver é encontrar a paz interna e unir pessoas.

—A Arte de Viver é um princípio, uma filosofia sobre viver a vida ao seu máximo potencial. É mais um movimento do que uma organização. Seus valores principais são encontrar a paz interna e unir pessoas da nossa sociedade – de diferentes culturas, tradições, religiões, nacionalidade; e lembrar a todos nós que temos apenas um objetivo: apoiar a vida em todos os lugares — declara, Sri Sri Ravi Shankar.

Programação:
10/04: Mente e Meditação: Vivendo com mais vitalidade, saúde e paz interior
24/04: Fontes de energia para uma vida mais plena
08/05: Como lidar com o estresse no cotidiano
22/05: Benefícios da respiração e meditação no gerenciamento do estresse

Fashion Mall

Fashion Talks
Data: Terças feiras 10 e 24 de abril e 8 e 22 de maio
Horário: 20h
Local: Fashion Mall, piso L2
Entrada Gratuita
Estrada da Gávea, 899 – São Conrado

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj 
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“A Marca da Água”, espetáculo da Armazém Companhia de Teatro, inicia temporada no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues


“A Marca da Água”, espetáculo da Armazém Companhia de Teatro, inicia temporada no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues


Eleito um dos melhores espetáculos de 2012, pelo Jornal O Globo, “A Marca da Água” foi vencedor dos prêmios Shell (melhor autor) e APTR (melhor iluminação) e Fringe First Award durante o Edinburgh International Festival 2013. Desde a sua estreia em 2012 o espetáculo cumpriu temporadas em 10 cidades brasileiras e participou de 3 festivais internacionais, o mais recente foi em outubro de 2017 durante o Wuhzen International Theatre Festival, em Zhejiang, na China.
O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 27 de abril a 20 de maio, sexta a domingo às 19h, “A Marca da Água”. O espetáculo da Armazém Companhia de Teatro conta a história de Laura, que vivendo numa aparente placidez, numa espécie de cotidiano automático e morno, aos 40 anos, é surpreendida pelo misterioso aparecimento de um enorme peixe em seu jardim. Esta perturbadora e surrealista aparição traz de volta à vida desta mulher sintomas de uma doença neurológica causada por um acidente na infância. A partir daí, Laura passa a ter acesso profundo e muito nítido às suas mais antigas memórias e é arrebatada por uma música imaginária e constante dentro de sua cabeça. A direção é de Paulo de Moraes.

Com tons e movimentos que mantém o universo de “A Marca da Água” entre o real e sonhado, a busca e o delírio da personagem flagram estados sutis quando a fragilidade física pode transformar-se em afirmação de vida. A encenação serve-se de inspirada ambientação cenográfica, em que movimentos dentro de uma piscina e coloridas projeções auxiliam na condução da ação.

Antes de dar voz ao texto caprichado de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes, que “bebem” em fontes como os livros do neurologista britânico Oliver Sacks, o elenco formado por Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras fez intenso preparo corporal para, em cena, conseguir, sem embaraço, atuar tendo que a quase todo instante se lançar num tanque com 3 mil litros de água.

Os figurinos de Rita Murtinho, em neoprene e tactel, faz com que os atores alternem o visual molhado/seco ao longo da encenação. O diretor musical Ricco Viana executa ao vivo, em cena, a trilha original. Maneco Quinderé assina a iluminação, os irmãos Rico e Renato Vilarouca o videografismo e Paulo de Moraes a cenografia.

Eleito um dos melhores espetáculos de 2012 pelo Jornal O Globo, vencedor dos prêmios Shell-RJ 2012 de Melhor Autor, APTR 2012 de Melhor Iluminação e Fringe First Award, durante o Edinburgh International Festival 2013, em outubro de 2017 “A Marca da Água” participou do Wuhzen International Theatre Festival, localizado na província de Zhejiang, China. Desde a sua estreia em 2012, o espetáculo foi apresentado no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Montevidéu (Uruguai), Edimburgo (Escócia), Vitória, Salvador, Maceió, Recife, Wuzhen (China) e Fortaleza.

Ficha técnica

Direção: Paulo de Moraes
Dramaturgia: Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: Rita Murtinho
Direção Musical: Ricco Viana
Cenografia: Paulo de Moraes
Vídeografismo: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Projeto Gráfico: Jopa Moraes
Fotografias: Mauro Kury
Produção Executiva: Flávia Menezes
Produção: Armazém Companhia de Teatro
Site Oficial: www.armazemciadeteatro.com.br

Serviço

Nome do espetáculo: “A Marca da Água”
Direção: Paulo de Moraes
Dramaturgia: Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro / Entrada pela Av. República do Paraguai (próximo ao Metrô e VLT Estação Carioca)
Informações: (21) 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 27 de abril a 20 de maio, sexta a domingo às 19h
Ingressos: R$ 20 (plateia) e R$ 10 (balcão)
Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação: 14 anos
Duração: 70 min


fotos © Mauro Kury

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16 de mai de 2018

Comédia romântica ‘O inevitável trem’ faz curta temporada na Sala Baden Powell a partir de 19 de abril

Comédia romântica ‘O inevitável trem’ faz curta temporada na Sala Baden Powell a partir de 19 de abril

Os atores Giuseppe Oristanio e Carla Nagel vivem um chef de cozinha e uma fotógrafa que decidem fazer um balanço do relacionamento. Com texto e direção de Pedro Jones, o espetáculo propõe uma reflexão ao espectador:

você sabe como e com quem valorizar o seu tempo?


Você sabe valorizar de verdade o tempo que passa em um relacionamento ou muitas vezes se desgasta com situações que, no fundo, quase não têm importância? O que foi vivido poderia ter sido diferente? E se tudo terminar do nada, de maneira inesperada? Poderia dizer que aproveitou da melhor forma possível? São esses os questionamentos propostos pela comédia romântica O inevitável trem, que volta ao circuito, agora na Sala Baden Powell, de 19 de abril a 18 de maio, sempre às quintas e sextas-feiras, às 20h, depois de duas temporadas no ano passado.

Com texto e direção de Pedro Jones, o espetáculo conta a história de um casal que tem uma conversa definitiva e, assim, relembra as histórias de amor e conflito do seu relacionamento. Vitória (Carla Nagel) é uma fotógrafa sonhadora e Jean Paul (Giuseppe Oristanio), um chef de cozinha pragmático. O encontro entre eles sempre foi mais sensorial do que racional, e os dois sempre tiveram discordâncias sobre quase todos os assuntos. Ainda assim, um deles tenta de todas as formas salvar a relação e o outro está convencido de que o ciclo que os unia terminou.

“O espetáculo propõe uma reflexão sobre o tempo que gastamos com situações banais, em vez de valorizarmos os momentos importantes que vivemos com quem amamos. É uma reflexão sobre como gastamos nosso tempo em uma sociedade cada vez mais acelerada”, explica a atriz Carla Nagel, idealizadora do projeto, que convidou o autor e diretor Pedro Jones para escrever uma peça para dois atores. “Quis levar para a cena a linguagem do clown, fazendo o público rir e se emocionar com os personagens” acrescenta Jones.


Convidado pelos dois para viver o chef de cozinha Jean Paul, o ator Giuseppe Oristanio aprendeu a se portar como um cozinheiro profissional com a chef Julia Lothus, consultora do projeto. Em cena, ele inclusive cozinha uma massa ao pesto sob os olhos do espectador. “Admiro muito o trabalho do Pedro Jones. Esta peça nos faz refletir sobre nossas próprias relações e sobre como podemos investir melhor o nosso tempo. Muitas vezes, esquecemos de como tudo é efêmero”, conclui Oristanio.

Ficha técnica:
Texto e Direção: Pedro Jones
Concepção: Carla Nagel e Pedro Jones
Elenco: Giuseppe Oristanio e Carla Nagel
Músicos: Christian Bizzotto e Saulo Vignoli
Iluminação: Ana Luiza de Simoni e João Gioia
Cenário: José Dias
Figurino: Carla Nagel e Maria Stella Bayma
Música original: Betto Serrador e Christian Bizzotto
Preparação corporal: Daphne Madeira
Assistente de direção: Maiko Facci
Consultoria Gastronômica: Julia Lottus
Produção Executiva: Ika Tronco e Jessica Rocha
Direção de Produção: Sandro Rabello
Realização: Les Vents des Anges e Diga Sim! Produções

Serviço:
O Inevitável trem
Temporada: De 19 de abril a 18 de maio.
Sala Baden Powell: Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana.
Telefone: 2547-9147
Dias e horários: Quintas e sextas, às 20h.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Lotação: 470 pessoas
Duração: 1h10
Classificação indicativa: Livre

Agenda Cultural RJ 

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15 de mai de 2018

Você acredita em tudo o que lê?


Debora Lamm dirige “LTDA.”, espetáculo inédito com dramaturgia de Diogo Liberano e atuação do Coletivo Ponto Zero

“LTDA.” discute o fenômeno das “fake news”
Estreia dia 5 de abril, no Teatro Eva Herz do Rio de Janeiro
Atriz do “Zorra”, Debora Lamm dirige sua quinta peça teatral

O Teatro Eva Herz recebe, de 5 de abril a 26 de maio de 2018, quinta a sábado, às 19h, o espetáculo “LTDA.”, com direção de Debora Lamm, dramaturgia de Diogo Liberano e atuação do Coletivo Ponto Zero. A obra inédita busca lançar um olhar sobre a condição humana em tempos de pós-verdade e pós-ética.

– Escolhi dirigir “LTDA.” por entender que o teatro é um espaço democrático, um lugar essencial para fomentar relevantes debates sobre o momento sombrio em que atravessamos –, comenta Debora Lamm

Você acredita em tudo o que lê?

Segundo publicação recente da Associação Nacional de Editores de Revistas - ANER, “as pessoas estão confusas por receberem grande quantidade de notícias falsas. Sejam impressas, online, no celular ou em vídeo.”

A história da peça: Em um edifício empresarial, um jovem recém-formado em jornalismo aguarda ansioso para a sua primeira entrevista de emprego. A empresa, que aparenta ser uma agência de jornalismo, aos poucos revela seus reais propósitos. Uma das antigas funcionárias, aquela que recebe o futuro novo empregado, manifesta o motivo de ainda estar ali: ela pretende ser demitida para, finalmente, abrir o seu próprio negócio. Na sala dos sócios fundadores da empresa, o rapaz é entrevistado e o serviço é exposto de maneira clara e inconfundível: “você será (bem) pago para inventar e divulgar notícias com o objetivo de expandir o mercado das empresas que contratam nossos serviços”. Porém, nada é assim tão simples e, pouco a pouco, a empresa vai ruindo porque as mentiras não são produtos apenas para os clientes, são também a engrenagem através da qual essa empresa funciona. É ano de eleição no Brasil: a situação se agrava quando uma famosa figura pública, aspirante à presidência, compra os serviços da empresa. O que aconteceria se toda e qualquer verdade inventada virasse um fato?

– Mais uma vez, venho através de uma dramaturgia colocar em questão o ser humano e a sua ganância por dinheiro e poder. No caso desta criação, manifesto o meu espanto com o grande comércio que se tornou a produção de notícias falsas” –, comenta Diogo Liberano

O espetáculo busca compor que tipo de força se pode fazer contra esse movimento tão violento de seres humanos agindo contra seres humanos, destruindo valores comuns e a possibilidade de uma vida em sociedade. Eis então que Liberano sugere o amor. O amor filosófico, o amor que tolera e se interessa pelas diferenças, contradições e mesmo paradoxos da vida; o amor pela amizade.

– O amor é, hoje, para mim, talvez o único modo para lidar com o ódio desenfreado e que vem marcando a nossa vida cotidiana. Por isso, apresento um personagem que vai costurando a dramaturgia e oferecendo a possibilidade de nos relacionarmos mais com aquilo que, a princípio, julgamos ser negativo” –, completa Diogo Liberano

O ator e produtor Lucas Lacerda, também integrante do Coletivo Ponto Zero, comenta: “queríamos uma dramaturgia brasileira, que fosse construída no presente para o presente. Para falar sobre a atualidade não se pode ter medo de mergulhar na lama. Estudamos o cenário político do país, pesquisamos sobre os meios de manipulação da informação e nos deparamos com a pós-verdade. Com este mote, estamos costurando teias que desconstroem as fronteiras e limitações entre ator e personagem, ficção e realidade, público e representação, real e imaginário.”


Debora Lamm
Atriz da Rede Globo, no ar com o humorístico “Zorra”, Debora Lamm está no longa metragem de Júlia Rezende, “Como é cruel viver assim”, que participou do festival de Miami, vai participar dos festivais de Chicago e Paris, no Brasil estreia em agosto. Debora continua viajando com os espetáculos “Mata teu pai” de Grace Passô e “5x comédia” de Antônio Prata, Gregório Duvivier, Jô Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski. O espetáculo “LTDA.” é seu quinto trabalho como diretora, os anteriores foram: “Ricardo” (2013), “O Palhaço da Guerra” (2014), “Pedro Malazarte e a Arara Gigante” (2014) e “Abacaxi” (2017). Cria do O Tablado e com 11 indicações à prêmios de teatro como atriz e como diretora, tem 4 troféus no currículo. Participou de mais de 30 espetáculos entre eles: “Fatal” de Jô Bilac, “El Pânico” de Rafael Spregelburd, “Infância, Tiros e Plumas” de Jô Bilac, “Cock - Briga de Galo” de Mike Bartlett, “Maravilhoso” de Diogo Liberano, “O Médico e o Monstro” de Georg Osterman, “Os Mamutes” de Jô Bilac e as “Conchambranças de Quaderna” de Ariano Suassuna. É integrante da Cia OmondÉ desde sua formação. No cinema foi protagonista do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora” e do premiado “Seja o Que Deus Quiser” de Murilo Sales. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, atuou no primeiro programa de dramaturgia da TV a Cabo brasileira, o sucesso “Cilada”. Na TV Globo trabalhou com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Gilberto Braga, Felipe Miguez, Isabel de Oliveira, Guel Arraes, entre outros, em séries e novelas como “Geração Brasil”, “Celebridade”, “Sabor da Paixão”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Junto e Misturado” e, atualmente, é uma das protagonistas do humorístico “Zorra”.


Coletivo Ponto Zero

O Coletivo Ponto Zero é composto por artistas baianos radicados no Rio de Janeiro: Brisa Rodrigues, Brunna Scavuzzi e Lucas Lacerda. Seu primeiro espetáculo, “Curral Grande”, resgatou a história sobre os campos de concentração existentes no Ceará, durante a seca de 1932. O que movia esses artistas naquele momento era apresentar uma ferida desconhecida e principalmente investigar junto a obra os processos de higienização social presentes nos dias de hoje, tendo em vista os reflexos de um passado recalcado socialmente no Brasil. Para realizar o segundo espetáculo, a multiplicação de discursos e opiniões agressivas relacionadas à ganância pelo poder lhes parecia ser urgente e preenchia seus desejos de falar sobre a atual condição humana. Assim o Coletivo Ponto Zero se junta a Debora Lamm, Diogo Liberano e aos atores convidados, Leandro Soares e Orlando Caldeira, para trazer à cena teatral seus olhares a respeito de uma das mais profundas mazelas sócio-políticas da atualidade: a manipulação da informação.

Ficha Técnica
Dramaturgia: Diogo Liberano
Direção: Debora Lamm
Direção de Produção: Lucas Lacerda
Elenco: Brisa Rodrigues, Brunna Scavuzzi, Leandro Soares, Lucas Lacerda e Orlando Caldeira
Direção de Movimento: Denise Stutz
Criação Sonora: Marcelo H
Figurino: Ticiana Passos
Visagismo: Josef Chasilew
Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Cenário: Debora Lamm
Assistente de Direção: Junior Dantas
Assistente de Figurino: Brisa Rodrigues
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de Divulgação: Ricardo Borges
Making Off: Mika Makino e Tatiana Delgado
Marketing Digital: Eddesign - Maria Alice Edde
Produção Executiva: Geovana Araujo Marques
Assistente de Produção: Julia Kruger e Naomi Savage
Gestão Fnanceira: Carlos Darzé e Lucas Lacerda
Realização: Coletivo Ponto Zero

Serviço

Nome do espetáculo: LTDA.
Local: Teatro Eva Herz (Livraria Cultura) – Rua Senador Dantas, 45, Centro, Rio de Janeiro
(próximo ao Metrô e VLT Estação Cinelândia)
Informações/tel.: 3916-2600
Temporada: 5 de abril a 26 de maio, quinta a sábado às 19h
(NÃO HAVERÁ APRESENTAÇÃO NO DIA 21 DE ABRIL)
Ingresso: R$ 40,00 (com meia entrada para os casos previstos em lei)
Vendas pela internet: https://www.ingressorapido.com.br
Capacidade de público: 178 pessoas
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 70 minutos

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10 de mai de 2018

Mostra recebeu mais de 300 mil visitantes em Brasília e Belo Horizonte, e agora chega ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) da capital fluminense


FILE

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz a exposição “DISRUPTIVA” ao Rio de Janeiro


Mostra recebeu mais de 300 mil visitantes em Brasília e Belo Horizonte, e agora chega ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) da capital fluminense

DISRUPTIVA se destaca pela ruptura no modo tradicional de apreciação das obras, possibilitando comportamentos inéditos ao público – os visitantes podem tocar, balançar, deitar e interagir com as obras;

A exposição é gratuita e reúne instalações interativas, games e animações internacionais, tudo com classificação indicativa livre;



De 13 de abril a 04 de junho de 2018




Rio de Janeiro, março de 2018 – Você poderá ter a sensação de estar no núcleo de um furacão, ser embalado a vácuo ou até balançar em um mundo de realidade mista – real e virtual. Estas são apenas algumas das experiências que o público do Rio de Janeiro vai vivenciar na exposiçãoDISRUPTIVA, iniciativa do FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – que acontece gratuitamente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de 13 de abril a 04 de junho de 2018.

Com curadoria de Paula Perissinotto e Ricardo Barreto a exposição reúne mais de 120 obras, de instalações totalmente imersivas a videogames e animações. A curadoria de animações é de Raquel Fukuda. O patrocínio é do Banco do Brasil.

"Essa parceria possibilita que o público do CCBB Rio interaja de uma nova forma com a arte. Estamos na era digital, e poder usar os artefatos que a tecnologia oferece para imergir, literalmente, nas obras de arte, é algo curioso e inovador”, comenta Marcelo Fernandes, Gerente Geral do CCBB."

As obras transportam o público para um mundo inédito de novas percepções: Nemo Observatorium, de Lawrence Malstaf (Bélgica), convida o visitante para experimentar a sensação de estar no centro de um furacão. Em um grande cilindro transparente, o participante toma assento em uma cadeira e comanda, por meio de um botão, o sistema do furacão simulado. É uma experiência única para quem está dentro do cilindro, e um espetáculo para quem assiste de fora. Physical Mind, de Teun Vonk (Holanda), convida o visitante a deitar-se entre dois objetos infláveis, que os erguem do chão e os pressionam suavemente, sugerindo a vivência do estado de stress e de alívio.

Artista do Rio de Janeiro integra a exposição

A carioca Celina Portella, que vive e trabalha no Rio de Janeiro, explora as fronteiras da representação virtual com o mundo real na obraVídeo-Boleba, que provoca os visitantes com bolinhas de gude que surgem de um vídeo.

Há ainda obras que abordam a relação entre movimento real e digital; movimento físico e sonoro. Em Swing (Alemanha), de Christin Marczinzik e Thi Binh Minh Nguyen, o público senta em um balanço usando óculos 3D, e a intensidade do balançar aciona animações na realidade virtual, as quais levam o visitante para um voo em um mundo de fantasia.

A interatividade também é destaque em nove instalações que sugerem a imersão digital, selfies misturados, a emoção real e virtual. Em KAGE-table, do coletivo japonês plaplax, sombras computadorizadas projetadas numa mesa ganham vida e adquirem movimentos de acordo com a interação do público. Até as sombras dos próprios espectadores, ao serem projetadas na mesa, integram a experiência.

A exposição também oferece a possibilidade de jogar e experimentar trabalhos realizados para plataformas de realidade virtual (VR) com dispositivo ótico. Um dos destaques é Dear Angelica, filme ilustrado à mão que leva o público a navegar entre desenhos numa narrativa espetacular das memórias de uma adolescente. Também chama a atenção Bound, um jogo estético que usa PlayStation 4 e realidade virtual, no qual o visitante controla uma princesa bailarina enquanto ela percorre desconstruindo ambientes surreais e oníricos.

DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva” traz ao público do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria inédita com o CCBB, uma amostra de como os artistas estão produzindo obras no atual contexto, proporcionando a imersão em novas tecnologias, interação com as novas mídias e produções artísticas que dialogam com a vivência compartilhada do mundo contemporâneo.

Sobre o FILE – O FILE é uma iniciativa cultural que viabiliza reflexões sobre as principais questões do universo eletrônico-digital desde o ano 2000, consolidando o Brasil como um dos protagonistas dessas discussões na comunidade internacional. O projeto pioneiro nasceu em São Paulo, capitaneado por Paula Perissinotto e Ricardo Barreto, e já exibiu trabalhos de artistas de 48 países a públicos de todas as idades em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, São Luís e Vitória. Desde a virada deste milênio, o festival tem conseguido aproximar os mais diversos públicos de obras de arte, debates e pesquisas que utilizam a tecnologia como suporte ou como inspiração. Por meio de uma apurada seleção de encontros, oficinas, exposições coletivas e publicações o FILE fomenta não só o acesso às criações artísticas contemporâneas, mas a produção de criações estéticas a partir de experiências tecnológicas. É considerado o maior evento do gênero na América Latina.
SERVIÇO

FILE – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva
Abertura: 13 de abril de 2018
Período da exposição: de 13 de abril a 04 de junho de 2018
Entrada gratuita
CCBB Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Quarta-feira a segunda-feira, das 9h às 21h
Informações: www.bb.com.br/cultura
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA
Livre
CURADORIA
Ricardo Barreto e Paula Perissinotto
PATROCÍNIO
Banco do Brasil

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Cururu, o sapo jururu / peça


Cururu, o sapo jururu / peça

O sapo Cururu conhece a lua, encanta-se com a sua beleza e se apaixona por ela. Após ter o seu amor recusado, descobre o mistério que a envolve e, então, passa a ter um objetivo: acabar com a infelicidade e sua amada. Cururu, o sapo jururu é uma narrativa que tematiza o amor romântico e a solidariedade. Outros temas, como a lenda do amor impossível entre o sol e a lua, a ocorrência de um eclipse e a situação do indivíduo comum – que luta pela felicidade e supera a rejeição – também são trabalhados de forma delicada na história.
Texto: Tatiana Alves. Direção: Júlio Luz, Lea Fabres e Janaina Gaia

Até 20/05
Terça
19h
R$ 30 e R$ 15 (meia)
75min
Teatro
Classificação indicativa: livre

Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro 20040-009, Brazil


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9 de mai de 2018

Você sabe valorizar de verdade o tempo que passa em um relacionamento ou muitas vezes se desgasta com situações que, no fundo, quase não têm importância?

Comédia romântica ‘O inevitável trem’ faz curta temporada na Sala Baden Powell a partir de 19 de abril

Os atores Giuseppe Oristanio e Carla Nagel vivem um chef de cozinha e uma fotógrafa que decidem fazer um balanço do relacionamento. Com texto e direção de Pedro Jones, o espetáculo propõe uma reflexão ao espectador:

você sabe como e com quem valorizar o seu tempo?


Você sabe valorizar de verdade o tempo que passa em um relacionamento ou muitas vezes se desgasta com situações que, no fundo, quase não têm importância? O que foi vivido poderia ter sido diferente? E se tudo terminar do nada, de maneira inesperada? Poderia dizer que aproveitou da melhor forma possível? São esses os questionamentos propostos pela comédia romântica O inevitável trem, que volta ao circuito, agora na Sala Baden Powell, de 19 de abril a 18 de maio, sempre às quintas e sextas-feiras, às 20h, depois de duas temporadas no ano passado.

Com texto e direção de Pedro Jones, o espetáculo conta a história de um casal que tem uma conversa definitiva e, assim, relembra as histórias de amor e conflito do seu relacionamento. Vitória (Carla Nagel) é uma fotógrafa sonhadora e Jean Paul (Giuseppe Oristanio), um chef de cozinha pragmático. O encontro entre eles sempre foi mais sensorial do que racional, e os dois sempre tiveram discordâncias sobre quase todos os assuntos. Ainda assim, um deles tenta de todas as formas salvar a relação e o outro está convencido de que o ciclo que os unia terminou.

“O espetáculo propõe uma reflexão sobre o tempo que gastamos com situações banais, em vez de valorizarmos os momentos importantes que vivemos com quem amamos. É uma reflexão sobre como gastamos nosso tempo em uma sociedade cada vez mais acelerada”, explica a atriz Carla Nagel, idealizadora do projeto, que convidou o autor e diretor Pedro Jones para escrever uma peça para dois atores. “Quis levar para a cena a linguagem do clown, fazendo o público rir e se emocionar com os personagens” acrescenta Jones.


Convidado pelos dois para viver o chef de cozinha Jean Paul, o ator Giuseppe Oristanio aprendeu a se portar como um cozinheiro profissional com a chef Julia Lothus, consultora do projeto. Em cena, ele inclusive cozinha uma massa ao pesto sob os olhos do espectador. “Admiro muito o trabalho do Pedro Jones. Esta peça nos faz refletir sobre nossas próprias relações e sobre como podemos investir melhor o nosso tempo. Muitas vezes, esquecemos de como tudo é efêmero”, conclui Oristanio.

Ficha técnica:
Texto e Direção: Pedro Jones
Concepção: Carla Nagel e Pedro Jones
Elenco: Giuseppe Oristanio e Carla Nagel
Músicos: Christian Bizzotto e Saulo Vignoli
Iluminação: Ana Luiza de Simoni e João Gioia
Cenário: José Dias
Figurino: Carla Nagel e Maria Stella Bayma
Música original: Betto Serrador e Christian Bizzotto
Preparação corporal: Daphne Madeira
Assistente de direção: Maiko Facci
Consultoria Gastronômica: Julia Lottus
Produção Executiva: Ika Tronco e Jessica Rocha
Direção de Produção: Sandro Rabello
Realização: Les Vents des Anges e Diga Sim! Produções

Serviço:
O Inevitável trem
Temporada: De 19 de abril a 18 de maio.
Sala Baden Powell: Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana.
Telefone: 2547-9147
Dias e horários: Quintas e sextas, às 20h.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Lotação: 470 pessoas
Duração: 1h10
Classificação indicativa: Livre

Agenda Cultural RJ 

▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

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8 de mai de 2018

“as pessoas estão confusas por receberem grande quantidade de notícias falsas. Sejam impressas, online, no celular ou em vídeo.”


Debora Lamm dirige “LTDA.”, espetáculo inédito com dramaturgia de Diogo Liberano e atuação do Coletivo Ponto Zero

“LTDA.” discute o fenômeno das “fake news”
Estreia dia 5 de abril, no Teatro Eva Herz do Rio de Janeiro
Atriz do “Zorra”, Debora Lamm dirige sua quinta peça teatral

O Teatro Eva Herz recebe, de 5 de abril a 26 de maio de 2018, quinta a sábado, às 19h, o espetáculo “LTDA.”, com direção de Debora Lamm, dramaturgia de Diogo Liberano e atuação do Coletivo Ponto Zero. A obra inédita busca lançar um olhar sobre a condição humana em tempos de pós-verdade e pós-ética.

– Escolhi dirigir “LTDA.” por entender que o teatro é um espaço democrático, um lugar essencial para fomentar relevantes debates sobre o momento sombrio em que atravessamos –, comenta Debora Lamm

Você acredita em tudo o que lê?

Segundo publicação recente da Associação Nacional de Editores de Revistas - ANER, “as pessoas estão confusas por receberem grande quantidade de notícias falsas. Sejam impressas, online, no celular ou em vídeo.”

A história da peça: Em um edifício empresarial, um jovem recém-formado em jornalismo aguarda ansioso para a sua primeira entrevista de emprego. A empresa, que aparenta ser uma agência de jornalismo, aos poucos revela seus reais propósitos. Uma das antigas funcionárias, aquela que recebe o futuro novo empregado, manifesta o motivo de ainda estar ali: ela pretende ser demitida para, finalmente, abrir o seu próprio negócio. Na sala dos sócios fundadores da empresa, o rapaz é entrevistado e o serviço é exposto de maneira clara e inconfundível: “você será (bem) pago para inventar e divulgar notícias com o objetivo de expandir o mercado das empresas que contratam nossos serviços”. Porém, nada é assim tão simples e, pouco a pouco, a empresa vai ruindo porque as mentiras não são produtos apenas para os clientes, são também a engrenagem através da qual essa empresa funciona. É ano de eleição no Brasil: a situação se agrava quando uma famosa figura pública, aspirante à presidência, compra os serviços da empresa. O que aconteceria se toda e qualquer verdade inventada virasse um fato?

– Mais uma vez, venho através de uma dramaturgia colocar em questão o ser humano e a sua ganância por dinheiro e poder. No caso desta criação, manifesto o meu espanto com o grande comércio que se tornou a produção de notícias falsas” –, comenta Diogo Liberano

O espetáculo busca compor que tipo de força se pode fazer contra esse movimento tão violento de seres humanos agindo contra seres humanos, destruindo valores comuns e a possibilidade de uma vida em sociedade. Eis então que Liberano sugere o amor. O amor filosófico, o amor que tolera e se interessa pelas diferenças, contradições e mesmo paradoxos da vida; o amor pela amizade.

– O amor é, hoje, para mim, talvez o único modo para lidar com o ódio desenfreado e que vem marcando a nossa vida cotidiana. Por isso, apresento um personagem que vai costurando a dramaturgia e oferecendo a possibilidade de nos relacionarmos mais com aquilo que, a princípio, julgamos ser negativo” –, completa Diogo Liberano

O ator e produtor Lucas Lacerda, também integrante do Coletivo Ponto Zero, comenta: “queríamos uma dramaturgia brasileira, que fosse construída no presente para o presente. Para falar sobre a atualidade não se pode ter medo de mergulhar na lama. Estudamos o cenário político do país, pesquisamos sobre os meios de manipulação da informação e nos deparamos com a pós-verdade. Com este mote, estamos costurando teias que desconstroem as fronteiras e limitações entre ator e personagem, ficção e realidade, público e representação, real e imaginário.”


Debora Lamm
Atriz da Rede Globo, no ar com o humorístico “Zorra”, Debora Lamm está no longa metragem de Júlia Rezende, “Como é cruel viver assim”, que participou do festival de Miami, vai participar dos festivais de Chicago e Paris, no Brasil estreia em agosto. Debora continua viajando com os espetáculos “Mata teu pai” de Grace Passô e “5x comédia” de Antônio Prata, Gregório Duvivier, Jô Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski. O espetáculo “LTDA.” é seu quinto trabalho como diretora, os anteriores foram: “Ricardo” (2013), “O Palhaço da Guerra” (2014), “Pedro Malazarte e a Arara Gigante” (2014) e “Abacaxi” (2017). Cria do O Tablado e com 11 indicações à prêmios de teatro como atriz e como diretora, tem 4 troféus no currículo. Participou de mais de 30 espetáculos entre eles: “Fatal” de Jô Bilac, “El Pânico” de Rafael Spregelburd, “Infância, Tiros e Plumas” de Jô Bilac, “Cock - Briga de Galo” de Mike Bartlett, “Maravilhoso” de Diogo Liberano, “O Médico e o Monstro” de Georg Osterman, “Os Mamutes” de Jô Bilac e as “Conchambranças de Quaderna” de Ariano Suassuna. É integrante da Cia OmondÉ desde sua formação. No cinema foi protagonista do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora” e do premiado “Seja o Que Deus Quiser” de Murilo Sales. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, atuou no primeiro programa de dramaturgia da TV a Cabo brasileira, o sucesso “Cilada”. Na TV Globo trabalhou com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Gilberto Braga, Felipe Miguez, Isabel de Oliveira, Guel Arraes, entre outros, em séries e novelas como “Geração Brasil”, “Celebridade”, “Sabor da Paixão”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Junto e Misturado” e, atualmente, é uma das protagonistas do humorístico “Zorra”.


Coletivo Ponto Zero

O Coletivo Ponto Zero é composto por artistas baianos radicados no Rio de Janeiro: Brisa Rodrigues, Brunna Scavuzzi e Lucas Lacerda. Seu primeiro espetáculo, “Curral Grande”, resgatou a história sobre os campos de concentração existentes no Ceará, durante a seca de 1932. O que movia esses artistas naquele momento era apresentar uma ferida desconhecida e principalmente investigar junto a obra os processos de higienização social presentes nos dias de hoje, tendo em vista os reflexos de um passado recalcado socialmente no Brasil. Para realizar o segundo espetáculo, a multiplicação de discursos e opiniões agressivas relacionadas à ganância pelo poder lhes parecia ser urgente e preenchia seus desejos de falar sobre a atual condição humana. Assim o Coletivo Ponto Zero se junta a Debora Lamm, Diogo Liberano e aos atores convidados, Leandro Soares e Orlando Caldeira, para trazer à cena teatral seus olhares a respeito de uma das mais profundas mazelas sócio-políticas da atualidade: a manipulação da informação.

Ficha Técnica
Dramaturgia: Diogo Liberano
Direção: Debora Lamm
Direção de Produção: Lucas Lacerda
Elenco: Brisa Rodrigues, Brunna Scavuzzi, Leandro Soares, Lucas Lacerda e Orlando Caldeira
Direção de Movimento: Denise Stutz
Criação Sonora: Marcelo H
Figurino: Ticiana Passos
Visagismo: Josef Chasilew
Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Cenário: Debora Lamm
Assistente de Direção: Junior Dantas
Assistente de Figurino: Brisa Rodrigues
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de Divulgação: Ricardo Borges
Making Off: Mika Makino e Tatiana Delgado
Marketing Digital: Eddesign - Maria Alice Edde
Produção Executiva: Geovana Araujo Marques
Assistente de Produção: Julia Kruger e Naomi Savage
Gestão Fnanceira: Carlos Darzé e Lucas Lacerda
Realização: Coletivo Ponto Zero

Serviço

Nome do espetáculo: LTDA.
Local: Teatro Eva Herz (Livraria Cultura) – Rua Senador Dantas, 45, Centro, Rio de Janeiro
(próximo ao Metrô e VLT Estação Cinelândia)
Informações/tel.: 3916-2600
Temporada: 5 de abril a 26 de maio, quinta a sábado às 19h
(NÃO HAVERÁ APRESENTAÇÃO NO DIA 21 DE ABRIL)
Ingresso: R$ 40,00 (com meia entrada para os casos previstos em lei)
Vendas pela internet: https://www.ingressorapido.com.br
Capacidade de público: 178 pessoas
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 70 minutos

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

3 de mai de 2018

Fashion Mall apresenta Fashion Talks nos meses de abril e maio Organização Arte de Viver comandará a programação

Fashion Mall apresenta Fashion Talks nos meses de abril e maio

Organização Arte de Viver comandará a programação




O Fashion Mall organizou um mês de encontros com foco no autodesenvolvimento, em parceria com a organização internacional Arte de Viver. O evento inicia no dia 10 de abril e acontece quinzenalmente, nas terças-feiras dos próximos dois meses, sempre às 20h, no segundo piso. O shopping receberá a organização para um bate-papo com programas sobre meditação, que trazem uma profunda paz interior. A entrada é gratuita e com vagas limitadas.

O intuito da Arte de Viver é oferecer programas que facilitam a eliminação de estresse e criam paz interior, felicidade e bem-estar para todos indivíduos, através de técnicas de respiração, meditação, yoga, e sabedoria prática para o dia a dia.

A organização foi fundada pelo líder humanitário e espiritual Sri Sri Ravi Shankar, embaixador da paz no Sri Lanka, Cachemira, Paquistão, Israel e Colômbia. Ele explica que o principal valor da Arte de Viver é encontrar a paz interna e unir pessoas.

—A Arte de Viver é um princípio, uma filosofia sobre viver a vida ao seu máximo potencial. É mais um movimento do que uma organização. Seus valores principais são encontrar a paz interna e unir pessoas da nossa sociedade – de diferentes culturas, tradições, religiões, nacionalidade; e lembrar a todos nós que temos apenas um objetivo: apoiar a vida em todos os lugares — declara, Sri Sri Ravi Shankar.

Programação:
10/04: Mente e Meditação: Vivendo com mais vitalidade, saúde e paz interior
24/04: Fontes de energia para uma vida mais plena
08/05: Como lidar com o estresse no cotidiano
22/05: Benefícios da respiração e meditação no gerenciamento do estresse

Fashion Mall

Fashion Talks
Data: Terças feiras 10 e 24 de abril e 8 e 22 de maio
Horário: 20h
Local: Fashion Mall, piso L2
Entrada Gratuita
Estrada da Gávea, 899 – São Conrado

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj 
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Oi Futuro apresenta o musical infantil “Thomas e as Mil e Uma Invenções”


Oi Futuro apresenta o musical infantil
“Thomas e as Mil e Uma Invenções”


Com texto original de Vanessa Dantas e músicas de Tim Rescala, espetáculo é livremente inspirado na vida e na obra do inventor Thomas Alva Edison

Fabianna de Mello e Souza assina a direção do musical, que traz no elenco os atores e cantores

Gabriel Stauffer, Hugo Kerth, Letícia Medella e Thais Belchior
Na Zona Norte do Rio, Thomas Edison da Silva mora com os pais, a avó e o gato. Aos nove anos de idade, ele tem a mente fervilhando de ideias, sempre inventando engenhocas de todos os tipos. Seu pai, o eletricista Edison da Silva, tem como ídolo um dos maiores inventores de todos os tempos: o norte-americano Thomas Alva Edison (1847–1931). Ao batizar o filho, fez uma homenagem ao cientista na esperança que o menino trilhasse os mesmos passos do xará famoso. “Thomas e as Mil e Uma Invenções” é o novo musical infantil idealizado pela atriz, produtora e autora Vanessa Dantas. Com direção de Fabianna de Mello e Souza e direção musical de Tim Rescala, a peça estreia em 21 de abril, no Oi Futuro Flamengo, onde fica em cartaz até 10 de junho (sábados e domingos, às 16h). “Thomas e as Mil e Uma Invenções” tem patrocínio da Oi e da Eletrobras Furnas.

Conhecida por suas adaptações bem-sucedidas de óperas para o teatro infantil, Vanessa Dantas teve a ideia de abordar o universo do inventor Thomas Edison há três anos, após assistir a um documentário sobre a sua trajetória. “O filme mostrava da sua infância até a velhice, com seus acertos e enganos, de forma muito humana. Ele não deixou que aquela curiosidade da infância se apagasse com os passar dos anos, tinha uma criança curiosa dentro dele, mesmo na velhice”, conta a autora. “Essa chama da curiosidade não deve morrer. Devemos sempre prestar atenção nela, sem deixar o olhar curioso ficar empoeirado. Gosto muito de escrever sobre temas com os quais crianças e adultos possam se identificar”.

A história se passa na casa da família Silva, no Grajaú, Zona Norte do Rio, onde Thomas Edison da Silva, o Thominhas (Hugo Kerth), mora com o pai, Seu Edinho (Gabriel Stauffer), a mãe, Dona Nancy, a avó, Dona Madá (as duas interpretadas por Letícia Medella), e o gato de estimação, Petit Gâteau. No porão da casa fica o “Laboratório de Coisas Geniosas”, onde as invenções de Thominhas ganham vida, como a árvore de chiclete com sabores exóticos e o ideômetro – uma espécie de capacete com uma lâmpada que acende quando surge uma ideia. Na escola, Thominhas é convidado para a festa de aniversário de Marion, menina por quem ele é apaixonado e, coincidentemente, irmã gêmea da melhor amiga dele, Mina (ambas interpretadas por Thais Belchior). Ele é desafiado por Marion a presenteá-la com uma invenção eletrizante e terá apenas uma semana para criar algo incrível para conquistar o coração da garota dos seus sonhos – mas as coisas não vão sair exatamente como ele esperava.

Durante uma semana, Thominhas vai pesquisar e inventar engenhocas de todos os tipos, mas todas serão um fiasco. Na parede do laboratório, um retrato de Thomas Alvas Edison ganha vida e salta para a cena. A visita imaginária do grande inventor mostra ao menino que é preciso persistir para alcançar seus objetivos: como ele mesmo dizia, “o gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração.” A partir desse momento, uma tela de cinema desce no palco e um curta-metragem produzido especialmente para a peça conta a vida do cientista. Esse encontro mágico amplia os horizontes de Thominhas e o faz perceber a possibilidade de trilhar novos caminhos.

Acompanhados da banda formada por Daniel Ganc (violão), David Ganc (flauta), Jayme Vignoli (cavaquinho) e Oscar Bolão (percussão), os atores interpretam ao vivo as treze canções originais criadas por Tim Rescala. Vanessa já tinha trabalhado com o diretor musical em “Blim-Blem-Blom” (2013) – uma rádio novela sobre música clássica na rádio MEC FM. “Na época, disse a ele que, quando eu fizesse um espetáculo inédito, o chamaria para fazer as músicas”, lembra a idealizadora. “As canções do Tim foram fonte de inspiração para mim. Foi uma troca mágica construir a dramaturgia junto com ele”.

A parceria também se repete com a diretora Fabianna de Melo e Souza, que dirigiu outro projeto infantil idealizado por Vanessa, a peça “A Borralheira – Uma Opereta Brasileira” (2012). “É um espetáculo para toda a família. Contar essa história nos dá a certeza que imaginar é um caminho. É fundamental apostar em caminhos improváveis, mas possíveis, usando a imaginação. A gente só faz teatro bom se a gente pensar nisso”, acredita a diretora. “Na trama desse espetáculo tem uma família muito participativa. Tem a expectativa dos pais que o Thominhas seja um inventor, mas tem a amizade, a compreensão e o respeito pelas escolhas dele.”

Como parte do projeto, Vanessa concebeu a inciativa “Pequenos Grandes Inventores”, na qual propôs que crianças entre sete e dez anos, da Escola Municipal Senador Corrêa respondessem à pergunta: “O que você inventaria para deixar as pessoas mais felizes?”. É a mesma indagação que acompanha Thominhas durante a peça. As respostas das crianças sugerindo novas invenções vieram em forma de desenhos. Idealizador da cenografia e dos objetos cênicos da montagem, o cenógrafo, artista plástico e escultor Glauco Bernardi selecionou três projetos para ganharem forma em cena: “Máquina do Abraço”, “Pica-Pau Despertador” e “Carro que Anda à Luz do Sol e da Lua”. Os objetos foram construídos por Glauco e inseridos na dramaturgia.

Sobre Vanessa Dantas (idealizadora e autora)

Nascida na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo. Iniciou seus estudos teatrais no Teatro Escola Célia Helena, em São Paulo (1991). Em 1996, recebeu o convite do diretor Wolf Maia para atuar na novela “Salsa e Merengue” e, em 1998, para participar da novela “Pecado Capital”, ambas na TV Globo. 

Em 1999, mudou-se definitivamente para o Rio de Janeiro. Participou de diversos cursos de teatro até chegar à Casa de Cultura Laura Alvim, onde começou a estudar com os diretores Susanna Kruger e Daniel Herz. De 2001 a 2008, sob direção da dupla, foi atriz da Companhia Atores de Laura. Com o grupo, viajou por diversas cidades com os espetáculos: “As Artimanhas de Scapino” (de Moliére), “Decote” (criação coletiva da Atores de Laura inspirada na obra de Nelson Rodrigues), “O Conto do Inverno” (de William Shakespeare) e “N.I.S.E” (criação coletiva da Atores de Laura em parceria com Maria da Luz sobre a vida e obra da Doutora Nise da Silveira).

Foi assistente de direção de Daniel Herz nos espetáculos musicais: “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro” (de Ricardo Hofstette), “Otelo da Mangueira” (de Gustavo Gasparani) e “Tom e Vinícius” (de Daniela Pereira e Eucanaã Ferraz).

Em 2007, fundou a Marcatto Produções Artísticas. Pela produtora, foi a idealizadora, adaptadora dos libretos, atriz e produtora dos espetáculos para crianças: “O Barbeiro de Ervilha” (2010), “A Borralheira – Uma Opereta Brasileira” (2012) e “O Elixir do Amor” (2014). Em mais de uma década, os seus projetos somam 28 indicações, tendo conquistado 9 prêmios, entre as principais premiações de teatro infantil do Rio. Em 2017, escreveu o texto original do musical “Tra-La-Lá” – projeto idealizado pela atriz e produtora Anna Bello.

Em 2013, foi convidada pelo criador e diretor musical Tim Rescala para escrever, em sua parceria, a rádio novela “Blim-blem-blom”, programa semanal de música clássica para crianças da Rádio MEC FM. Em 2014, o programa recebeu Menção Honrosa na Bienal de Rádio do México.

Sobre Tim Rescala (diretor musical)

Estudou na Escola de Música da UFRJ e na Escola de Música Villa-Lobos. Com Han-Joachim Koellreutter estudou composição, contraponto e arranjo. Licenciou-se em música pela UNI-RIO em 1983. Compositor e diretor musical de várias peças de teatro, recebeu diversos prêmios Mambembe, Shell, Coca-Cola e APTR. Faz música para cinema e TV, trabalhando para a TV Globo desde 1989. Atuou como compositor e regente em muitos festivais de música contemporânea no Brasil e no exterior.

Autor de óperas, musicais, música de câmera e eletroacústica. Sua peça “Pianíssimo” foi o primeiro texto infantil apresentado na Comédie-Française. Recebeu as bolsas Vitae e Rio-Arte. Foi diretor da Sala Baden Powell, RJ, em 2005 e 2006. Escreve e apresenta o programa “Blim-blem-blom”, na rádio MEC FM desde 2011. Seu “Quarteto Circular” foi indicado ao Grammy Latino de 2011. Sua ópera “O Perigo da Arte” estreou em Buenos Aires em 2013, e sua montagem brasileira, em 2014, foi escolhida como um dos dez melhores espetáculos do ano pelo jornal “O Globo”.Seus trabalhos mais recentes em TV tiveram ampla repercussão: as novelas “Meu Pedacinho de Chão” e “Velho Chico”, e a minissérie “Dois Irmãos”, todas com direção de Luiz Fernando Carvalho. Atualmente, trabalha na música do filme “Pluft”, com direção de Rosane Svartman.

Roteiro Musical
“Quando uma Lâmpada Aparece”
“Meu Filho Vai Ser o que Eu Não Pude Ser”
“Valsa da Luz”
“Eu Sou Pequeno, Mas Penso Grande”
“Tudo Já Foi Inventado”
“Meu Primeiro Amor É um Inventor”
“Madeleine”
“O que Está Acontecendo com a Gente?”
“O Calendário de Petit Gateau”
“Quando Nascem os Filhos, Nascem os Pais”
“Tá Ligado?”
“Deu-se a Luz”
“Em Qualquer Tempo e Lugar”

Ficha Técnica 
Espetáculo – “Thomas e as Mil e Uma Invenções”
Direção – Fabianna de Mello e Souza
Dramaturgia e Texto – Vanessa Dantas
Músicas, Direção Musical e Arranjos – Tim Rescala
Direção de Movimento – Eléonore Guisnet
Consultoria Dramatúrgica – Evelyn Disitzer
Colaboração Dramatúrgica e de Pesquisa – Tiago Herz e Thais Velloso
Elenco – Gabriel Stauffer (Thomas Alva Edison/Seu Edinho), Hugo Kerth (Thomas Edison da Silva), Letícia Medella (Dona Nancy/Dona Madá) e Thais Belchior (Mina/Marion)
Músicos – Daniel Ganc (violão), David Ganc (flauta), Jayme Vignoli (cavaquinho) e Oscar Bolão (percussão)
Stand-in músicos – Gabriel Leite e Leo Pereira
Participação especial (Curta Metragem) – Arthur Thaumaturgo
Iluminação – Aurélio de Simoni
Cenário, Objetos Cênicos e Exposição Pequenos Grandes Inventores: Glauco Bernardi
Figurinos – Espetacular Produções e Artes - Ney Madeira e Dani Vidal Visagismo – Mona Magalhães
Criação e Confecção de Adereços (bonecos e barriga) – Bruno Dante
Assistente de direção musical e pianista ensaiador – Tibor Fittel
Preparação vocal – Marcello Sader
Assistente de figurino – Rafaela Rocha
Assistente de produção – Juliana Soares
Operação de luz – Ana Luzia de Simoni e João Gioia
Alfaiataria – Renato Nascimento Costura – Railda Costa
Ilustrações e comunicação visual – Bruno Dante
Roteiro (Curta Metragem e Pílulas) – Vanessa Dantas e Leo Miranda
Direção Geral Audiovisual – Guilherme Fernandes
Designer de som e operador – Branco Ferreira
Assessoria de imprensa – Paula Catunda e Bianca Senna
Mídias sociais – Rafael Teixeira
Fotografia artística – Dalton Valério
Administração financeira – Natália Simonete

Serviços Contábeis – Cris Consult e Hiper Serviços
Assessoria jurídica – Reinoso e Canedo Advogados
Direção de Produção – Pagu Produções Culturais
Idealização do Projeto – Vanessa Dantas
Realização – Marcatto Produções Artísticas e Pagu Produções Culturais

SERVIÇO
Espetáculo: “Thomas e As Mil e Uma Invenções”
Temporada: 21 de abril a 10 de junho de 2018.
Local: Centro Cultural Oi Futuro (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo).
Telefone: 3131-3060.
Dias e horário: Sábado e domingo, às 16h.
Sessões com libras nos dias 12/05 e 02/06.
Sessão com audiodescrição no dia 26/05.
Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia).
Classificação: Livre.
Duração: 70 minutos.
Bilheteria: Terça a domingo, das 14h às 20h.
Capacidade: 63 lugares.
Venda pela internet: www.ticketplanet.com.br

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj 

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