terça-feira, 30 de junho de 2015

MOACYR LUZ & SAMBA DO TRABALHADOR - Samba do Trabalhador festeja dez anos com terceiro disco no Teatro Rival Petrobras Participações especiais de Rildo Hora e Moyseis Marques

No mês em que completa dez anos, o Samba do Trabalhador volta a fazer história lançando seu terceiro CD. É a primeira vez que uma roda de samba grava um disco com músicas autorais e inéditas. O álbum “Moacyr Luz & Samba do Trabalhador – 10 anos & outros sambas” tem 12 faixas, sendo que nove nunca haviam sido gravadas. Moa é autor ou coautor de 11 das 12 músicas.
É um álbum que faz o ouvinte se sentir colado à roda, como se estivesse sob a sombra da caramboleira do Renascença Clube, pertinho dos músicos.  E os cantores do grupo se revezam ao microfone, como é feito toda segunda. O disco traz músicas que dão melodia ao sincretismo religioso tão presente no samba e na vida de uns brasileiros, fala da boemia e de temas atuais, como a violência. Tem homenagem à Dona Ivone Lara, canta a esperança e o amor, tema que sempre caminhou com o gênero musical.
Neste CD, o Samba do Trabalhador reforça sua identidade, misturando as receitas dos dois discos anteriores. O primeiro, de 2005, traz músicas de sambistas consagrados, como Candeia, e dos que ajudaram a criar a roda no Renascença Clube: Luiz Carlos da Vila, Éfson, Toninho Geraes, Zé Luiz do Império, Wanderley Monteiro, entre outros.
O segundo, de 2012, foi feito com músicas do repertório de Moacyr Luz. Sambas dele e feitos com seus parceiros. Apenas uma era inédita, a “Estranhou o quê?”.
Já o terceiro álbum tem a caneta da antiga e da nova safra dos compositores. Há músicas dos mestres Paulo César Pinheiro, Luiz Carlos da Vila e Sereno; de artistas com forte identificação com o Samba do Trabalhador (Toninho Geraes, que participou dos dois primeiros discos, e João Martins, que chegou a tocar com o grupo em ocasiões especiais); de músicos da roda (Alvaro Santos e Mingo Silva); e de talentos que chegam para aumentar a família Samba do Trabalhador (Gusttavo Clarão e Anderson Baiaco).
O CD começa com “A reza do samba”, de Moacyr e Clarão. A música exalta o movimento cultural que está completando dez anos. Diz que “Segunda-feira é das almas/É bom também de sambar/ Tem uma vela pro santo/A outra é para vadiar” e conclui: “Firma o ponto batuqueiro/Samba do Trabalhador, um quilombo brasileiro”.
O enredo da faixa 2 é facilmente decifrado pelo nome da música: “Amor, o dono do meu caminho”. A poesia que prega “O amor, raio na tempestade/O amor, voo de passarinho/O amor, vício da mocidade” é de Moacyr e Sereno. Esta é a primeira faixa do disco com participação especial. Nela, Allan Abbadia toca o seu trombone com a maestria.
“A cria do samba”, parceria inédita de Alvaro, Mingo e Moa, passeia pelo universo do sambista. Está na faixa 3: “Sou subúrbio às pampas, sim/Da domingueira/ Andar descalço, cinfrim/Zé Pereira/ Sou baticum, botequim/Abrideira, meu santo cuida de mim”.’
A faixa 4, assinada só por Moacyr Luz, coloca folclore e magia na roda. “Camarão vegê”, que tem a participação especial do acordeon de Bebe Kramer, ensina: “Em Juru, jajá, camarão vegê/Um vai lá buscar/Que eu faço comer/Só não pode é mentir, pescador/Pra tu não virar saci pererê”.
Nei Lopes e Moa compuseram “Na vaselina”, na faixa 5. O samba, levado com graciosa melodia, fala da violência do dia a dia e apresenta a voz de quem não se rende ao medo: “Mas eu não sou ‘psi’, nem vou ficar refém/ De Roma ao Haiti está tudo assim também/ Não há cidade sacro-santa em mais nenhum lugar/ Pode reparar”.
“Na vaselina” também foi gravada com o trombone de Allan Addadia.
“Se parasse de chover”, de Mingo e Baiaco, na faixa 6, conta o lamento de um bamba. Ele pede a São Pedro que a chuva pare de cair para que, assim, possa encontrar sua amada.
“Joia rara” é uma das mais bonitas deste trabalho. Na faixa 7, a canção, de Moacyr e Sereno, presta tributo a Dona Ivone Lara, a grande cantora e compositora. E essa música conta ainda com a gaita do mestre Rildo Hora.
A faixa 8 traz a releitura de “Samba de fato”, de Moa e Paulo César Pinheiro. A música foi gravada em 1998, no CD “Mandigueiro”, de Moacyr Luz. Agora, coube à bela voz de Gabriel exaltar o prazer despertado pelo samba: “Que eu gosto de samba é fato/E um samba de fato eu gosto assim/Na faca e no prato/Na mão de um mulato/No couro de gato que faz um bom tamborim”.
A segunda regravação está na faixa 9, “Anjo vagabundo”, de Moa e Luiz Carlos da Vila, que Simone Moreno gravou em 1997, no CD “Manda me chamar”. É poesia e lição: “Errar e pedir perdão/ É fugir da escuridão/ Pela luz dos olhos teus”.
Na faixa 10 está “Toda hora”, de Moacyr e Toninho Gerais, que coloca no disco um pouco de boemia e irreverência: “Toda hora alguém me chama pra beber/ Toda hora alguém me chama pra zoar/Por que ninguém chama pra benzer?/Por que ninguém me chama pra rezar?”.
“Vai que vai”, na faixa 11, é um lindo samba de Moa e João Martins. Faz a esperança sair das cordas, da pele dos instrumentos e abraçar quem dança em roda: “Vai que um dia eu
viro moda/Vai que a toda hora, em qualquer roda/ Toca aquela samba que eu fiz pra ti/ Vai que rolar, vai que embala, vai que embola, vai que estoura, vai que ‘estóura’”.
“No compasso do samba”, de Moacyr e Sereno, fecha o disco, na faixa 12. A música foi gravada originalmente pelo grupo Dose Certa, de São Paulo, em 2012. No disco do Samba do Trabalhador, todos os cantores da roda participam. Dá gosto de ouvir: “Tenho fé nos tambores/Sou de todas as cores/Coração e peito aberto/ Sem perder o compasso do samba”. E tudo isso com o som do sax soprano de Carlos Malta, mais uma grande participação especial do disco.
A canção parece encerrar o CD recorrendo à religiosidade que abre o álbum. É que diz: “Vou pedir proteção à mãe guerreira/Ilumina minha estrada/Eu canto/ Eu não tô de brincadeira”.
Mas, neste caso, a mãe guerreira é a música. Aliás, faz tempo que esse ser maior ouviu as preces dos músicos que dão vida e ritmo às segundas-feiras cariocas. Viva o Samba do Trabalhador, um quilombo brasileiro!
Daniel Brunet

Serviço:  
Moacyr Luz & Samba do Trabalhador – 10 anos & outros sambas  - Lançamento do CD
Participações especiais de Rildo Hora e Moyseis Marques
Teatro Rival Petrobras
Dia: 4  de julho, sábado, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel.: 2240-4469
Preço:
R$ 60 (inteira)
R$ 40 (preço promocional para os 200 primeiros pagantes)
R$ 30 (meia-entrada)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares

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Rio Fashion Day traz moda, beleza e gastronomia em atmosfera aconchegante - As feiras de moda, acessórios, beleza e gastronomia estão literalmente na crista da onda no Rio de Janeiro. No entanto, por muito tempo, os tijucanos se sentiam órfãos de eventos desse tipo com a cara do bairro. Essa realidade mudou quando Ana Beatriz Freitas e Gustavo Libonati, ambos tijucanos, criaram a Rio Fashion Day, que, em agosto próximo, completa dois anos.

Gabriel Valadão
Tudo começou com a Ana Beatriz, que tinha uma marca de moda feminina e começou a fazer outros eventos no Rio. Como somos moradores da Tijuca, percebemos que, por aqui, não existiam feiras com esse perfil e acreditamos que daria muito certo. Assim, criamos a Rio Fashion Day - explica Gustavo.
A iniciativa deu tão certo que já integra o roteiro mensal do bairro e atrai pessoas de diferentes partes da cidade. A próxima edição, a 12ª, nos dias 11 e 12 de julho, será um especial de festa julina com comidinhas típicas gratuitas, como maçã do amor, algodão doce, canjica, paçoca, pé de moleque, cocada, doce de amendoim, entre outras.
 - Teremos também um café da manhã de boas-vindas ao público a partir das 10h30. No cardápio, pães recheados, mini sanduiches, biscoitos, bolo, frios, torradas, geleias artesanais, suco, café e muitas outras delícias - revela Ana Beatriz.
Além disso, brincadeiras típicas da ocasião ganharão novas versões, como a Pescaria de descontos, em que todos os que consumirem R$ 150 em uma marca poderão participar e pescar um desconto em um dos outros expositores.
- A Tijuca é um local jovem, de fácil acesso e os moradores são ávidos por novidades que aliem qualidade a bons preços. É a nossa casa. Por isso gostamos de conviver nessa atmosfera de “Casa de mãe”, onde todos são bem recebidos - ressalta Ana Beatriz.
Nesta edição da feira, as novidades das marcas ficarão por conta das coleções Outono Inverno 2015. Ao todo, serão 58 grifes de moda, acessórios, maquiagem, artesanato e gastronomia. Entre elas, a Garage Vintage, Blank, Identidade e ZieZier, no segmento feminino; Aktory e Território Carioca, no masculino; e Naira's Bijoux, Lola Manola Acessórios e Bessie Complementos, na área de acessórios. 
O próximo Rio Fashion Day acontece nos dias 11 e 12 de julho, no Buteko Buxixo, coração do polo gastronômico da Tijuca. No sábado, das 10h às 16h, e no domingo, das 10 às 15h. A entrada é gratuita e as marcas aceitam todos os cartões (débito e crédito).

Rio Fashion Day

Dias 11 (das 10h às 16h) e 12 de Julho (das 10h às 15h).
Local: Buteko Buxixo – Rua Almirante João Candido Brasil, 19 – Maracanã (em frente à Praça Vanhargem).
Entrada: gratuita.
Lotação: 400 pessoas.
Pagamento: dinheiro e cartões (crédito e débito)

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Feira Rio Antigo de julho acontece neste sábado Centro Antigo acorda cedo para receber cerca de 30 mil visitantes No primeiro sábado de julho (04), a Feira Rio Antigo, carinhosamente apelidada de Feira do Lavradio, recebe o sambinha gostoso de Adriano Canguru & Banda.


Organizada há 18 anos pela Associação Polo Novo Rio Antigo, a Feira é um dos eventos gratuitos mais prestigiados da capital fluminense e reúne mais de 400 expositores, oferecendo uma vasta diversidade de produtos - de artesanatos a sebos e antiguidades. Além disso, bares e restaurantes da região abrem as portas para receber os mais de 30 mil visitantes que passam pela Rua do Lavradio durante o evento.
O show acontece às 16h30 no espaço musical montado em frente a Praça Emilinha Borba (esquina da Rua do Lavradio com Rua do Senado). No repertório de Adriano Canguru & Banda, clássicos do samba e da música brasileira.
O passeio pela Feira Rio Antigo também é uma excelente alternativa para quem curte arquitetura. Uma das ruas mais antigas da cidade, a Lavradio conserva seus casarões antigos, muitos construídos ainda quando o país era colônia de Portugal.

Projeto Circuito – Desde agosto de 2014, a Feira ganhou um reforço de peso em suas atrações culturais: o Projeto Circuito. Organizado pela Tiradentes Cultural, o projeto nasceu com o objetivo de potencializar as atividades do polo cultural do entorno da Praça Tiradentes através de programações conjuntas, como exposições, seminários, apresentações musicais, teatrais, entre outros. 

Feira Rio Antigo – julho
04 de julho de 2015
Local: Rua do Lavradio, entre a Av. Mem de Sá e a Av. Visconde do Rio Branco, Centro Antigo – Rio de Janeiro/RJ
Horário: das 10h às 19h. Grátis

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segunda-feira, 29 de junho de 2015

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS - OFICINAS GRATUITAS NAS BIBLIOTECAS POPULARES DE CAMPO GRANDE,ILHA DO GOVERNADOR, JACAREPAGUÁ E TIJUCA.

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS com Cadu Cinelli e Warley Goulart nas Bibliotecas 
Populares de Campo Grande, Ilha do Governador, Jacarepaguá e Tijuca. As inscrições 
são gratuitas e através do email: oficina.tapetes@hotmail.com

Programação das Oficinas
BP da Tijuca - dias 06, 08, 13, 15, 20, 22 e 27/07 das 09h às 12h com Cadu Cinelli
BP de Cpo Grande - dias 06, 08, 13, 15, 20, 22 e 27/07 das 13h30 às 16h30 com Warley Goulart
BP da Ilha do Governador - dias 07, 09, 14, 16, 21, 23 e 28/07 das 09 às 12h com Warley Goulart
BP de Jacarepaguá - dias 07, 09, 14, 16, 21, 23 e 28/07 das 13h30 às 16h30 com Cadu Cinelli

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‘Cinderela’, de José Wilker, estreia no Rio! O espetáculo infantil, sucesso 21 anos atrás no teatro, sobe ao palco do Teatro Ipanema a partir de 4 de julho. Sob a direção de Luisa Thiré, o lindo texto ganha nova montagem repleta de magia e efeitos. Os atores Anna Rita Cerqueira, Bernardo Mesquita e Vitor Thiré estão no elenco.

O grande sucesso infantil de José Wilker estreia nos palcos do Rio! Depois de 21 anos, a mágica história de "Cinderela", contada de maneira divertida e singular por Wilker, promete ganhar o público no teatro novamente. Sob a direção de Luisa Thiré, que está no ar como a Flávia da novela das nove da Globo “Babilônia”, o espetáculo "Cinderela", que nesta versão ganha nova cara e efeitos, estreia no Teatro Ipanema, no dia 4 de julho. Muita magia, música, dança, números de sapateado, humor, alegria e romance são os elementos que vão encantar as crianças, os papais e o público em geral. Essa linda homenagem vai tocar o coração de todos. No elenco, estão Anna Rita Cerqueira, Bernardo Mesquita, Vitor Thiré e grandes jovens atores. A peça ficará em cartaz sempre aos sábados e domingos, às 17h. A temporada será até o dia 30 de agosto, com ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). A classificação indicativa é livre.


Montar "Cinderela" era um sonho antigo de Luisa Thiré, que, 21 anos atrás, interpretou uma das filhas da terrível Madrasta. "Tenho vontade de montar esse texto há um tempão já. Sabe essas vontades que ficam rondando, rondando a cabeça da gente e parece que está esperando a hora certa? Foi assim", diz ela que, dessa vez, está do outro lado, na direção. Aliás, é a sua estreia dirigindo uma peça profissional divulgada na imprensa. Em tempo: ela dirige o filho mais velho, Vitor Thiré, que, em 1994, quando ela fez a primeira versão da peça, tinha apenas 1 aninho e assistia a todas as sessões. "É maravilhoso! Eu já conhecia muito a peça, mas de dentro do palco, da coxia. Agora, eu tenho que olhar de fora para orquestrar tudo. E ainda mais bacana é que eu estou dirigindo o meu filho! Tô bem ansiosa e muito animada! Mas, como não sou boba nem nada, eu me cerquei de gente talentosa e maravilhosa, como Teca Fichinski, Victor Maia, Felipe Lourenço e João Thiré (ficha técnica abaixo). ".

A estreia do espetáculo acontece cerca de um ano depois da morte de José Wilker e justamente no Teatro Ipanema, local onde o ator esteve em cartaz com grandes espetáculos e de muita importância para a sua carreira. Com certeza, uma bela homenagem. Luisa conta que Wilker autorizou a montagem do infantil em 2012. "O Wilker sempre foi incrível! Não teve negociação, teve generosidade (ele) e gratidão (eu). Passei um e-mail para ele no dia 10/12/2012 e ele respondeu no mesmo dia: 'Olá Luisa. Claro. Fique à vontade. Estarei lhe aplaudindo na estreia. Good vibes pra você!'", lembra ela, que completa: "E com certeza ele estará! Não é à toa que estrearemos no Teatro Ipanema, palco tão fundamental em toda trajetória dele". 

Luisa Thiré é uma atriz de brilhante trajetória no teatro e na TV. Entre os sucessos nos palcos: “Feliz por nada”; “Valsa nº6”, “A aurora da minha vida”, “Sonhos de uma noite de verão”; “A farsa”; e “Sonhos de um sedutor”. E na telinha: as novelas “Sangue bom” (2013), “Quatro por quatro” (1994) e “Direito de amar” (1987). 

Na pele de Cinderela e do Príncipe estão os belos e talentosos Anna Rita Cerqueira e Bernardo Mesquita, respectivamente, que já haviam trabalhado juntos em "Malhação". Os dois concordam que "Cinderela" é uma história de amor para todas as idades. 

"’Cinderela’ está sendo preparada com muito carinho, amor. E acho que essa é a verdadeira essência de 'Cinderela: o amor. Acho que as pessoas vão achar incrível, vão se encantar e entrar na magia. O amor é essencial na vida de uma pessoa ", opina Anna, aos 16 anos, que está adorando ser a Cinderela. "É uma responsabilidade muito grande viver uma personagem tão querida por milhares de pessoas. Toda menina já sonhou entrar numa carruagem, ir ao baile e conhecer seu príncipe encantado. O que mais me encanta nela é que ela é pura". Anna fez as novelas "Eterna Magia (2007)", "Escrito nas estrelas" (2010). "Vida da gente" (2011/2012) e "Malhação" (2010 e 20130; e o filme “Confissões de adolescente” (2014).  

Já Bernardo Mesquita, que é carinhosamente lembrado como o Príncipe da Xuxa, e que é príncipe de muitas adolescentes do Brasil em bailes de debutantes, dançando a valsa, encara o Príncipe de "Cinderela" como um desafio. "É sempre uma etapa nova na minha vida. Mais um desafio. Tô muito feliz de viver mais uma vez um príncipe, não na telona, mas nos palcos do Brasil. É uma história incrível, mágica, que não vai só encantar as crianças, mas os pais, os irmãos, os amigos... É uma história muito bonita, de amor. É sucesso, sem dúvida!", enfatiza ele, de 21 anos, e que atuou nas novelas "Duas caras" (2006) e "Malhação" (2010) e no filme “O mistério de Feiurinha” (2009) e trabalhou num quadro de aventuras no Programa da Xuxa.  

E quem também está nessa deliciosa aventura é o ator Vitor Thiré, filho de Luisa Thiré, como o Rato Pantaleão, um dos narradores da trama. “É um sonho! Poder fazer teatro e fazer para as crianças, contar essa história, sem dúvida, será uma inestimável realização pra mim. Eu assisti a essa peça com 1 ano de idade e lembro de poucas coisas, mas lembro”, comemora ele, que, recentemente, “estourou” como Sidney de “Malhação” (2013). 

Vitor adianta um pouco do que a plateia verá do seu Rato em cena: “Fazer o Pantaleão (rato) está sendo una experiência muito única e nova pra mim. Ele é o ‘cérebro’ do trio dos bichinhos-narradores. Acho que a graça dele vem da própria inteligência e das suas ‘piradas’ de vez em quando. O público, sem dúvida alguma, vai assistir a essa montagem com outros olhos. Pois a nossa maneira de contar a história ‘Cinderela’ vem com muito humor, muita música, dança, sapateado e sobretudo: recheada de pureza e encanto. Os olhos (não só dos pequenos) vão brilhar”, afirma ele, de 21, que fez o longa-metragem adolescente 'Desenrola” (2011); o espetáculo 'Um Estranho no Ninho', que acaba de sair de cartaz; e é um dos fundadores do espetáculo de improviso "Deu Branco".

O elenco conta com os jovens talentos de Brasília Éryca Gonçalves, Gabriel Borges, Lairce Dias, Lucas Liér e Nathy Torres, que compõem a República Amor de Chocolate. Todos foram alunos de Luisa em uma oficina de Prática de Montagem de Teatro e foi a partir desse encontro que nasceu a ideia de montar “Cinderela”. “Sem eles, esta peça não estaria acontecendo. Quando eles chegaram, cheios de vontade de trabalhar, eu disse: ‘Acho que tenho uma peça pra vocês produzirem’. Foi quando vi que essa era a hora certa de a peça acontecer”, declara Luisa. 

Os atores Camila Matoso, Rodolfo Abritta, Marcelo Duque – este último é figurinha famosa em sua terra-natal, Minas Gerais, pelos diversos espetáculos de teatro de sucesso que apresentou na cidade -, André Lamoglia (stand-in Príncipe) e Isis Pessino (stand-in Cinderela e assistente de direção) completam o grupo.

Serviço:
“Cinderela”, de José Wilker. 
Estreia 4 de julho (sábado). 
Direção: Luisa Thiré.
Elenco: Anna Rita Cerqueira, Bernardo Mesquita, Camila Matoso, Éryca Gonçalves, Gabriel Borges, Lairce Dias, Lucas Liér, Marcelo Duque, Nathy Torres, Rodolfo Abritta e Vitor Thiré, André Lamoglia e Isis Pessino.
Sinopse: Cinderela é uma adaptação para o teatro que, de forma inovadora, aborda temas que envolvem a vida e a infância. Quando um rato, uma gata e um cachorro encontram um livro no lixo, magicamente recebem de uma fada madrinha o dom de ler. A leitura possibilita aos três personagens não apenas viajar na imaginação, mas vivenciar tudo o que está sendo lido e, por meio desta brilhante capacidade, eles entram na história da menina borralheira, que sofre a opressão da madrasta até encontrar o amor de um príncipe (70 minutos).
Teatro Ipanema - Rua Prudente de Morais 824, Ipanema - 2267-3750 (222 lugares).

Sábado e domingo, às 17h.

Classificação: Livre

Temporada: Até 30 de agosto.

FICHA TÉCNICA
Autoria: José Wilker
Direção: Luisa Thiré
Direção Musical: João Thiré 
Direção de Movimento: Victor Maia
Figurino: Teca Fichinski
Cenário: Teca Fichinski 
Iluminação: Felipe Lourenço 
Assistente de Direção: Isis Pessino 
Assistente de Montagem: Deco Mansilha 
Assessoria de Imprensa: Valéria Souza 
Produção: República Amor de Chocolate
Realização: Luisa Thiré e República Amor de Chocolate

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Oficina gratuita de Interpretação “Ai de mim, ressoa o eco de narciso”​com o ator francês​ William Nadylam​ - Cia Peter Brook ​ - dias 7,8 e 9 de julho no Oi Futuro Flamengo!

O Ciclo Ato Criador traz o ator francês William Nadylam ao Rio para ​três dias de oficina teatral: "Alas! alas! said Narcissus’s Echo"​ ​(workshop/Gathering about the actor’s relation to reality) - "Ai de​ ​mim!, ressoa o eco de Narciso" - Oficina / Reunião sobre o​ ​relacionamento do ator com a realidade.

O ator William Nadylam pretende trabalhar com atores profissionais, recém-formados ou em fim de formação, mas, de preferência com alguma experiência profissional. Os interessados devem enviar e-mail com breve currículo, foto e carta de ​intenção até o dia 03/07 às 18h, para ciclo.ato.criador@gmail.com. São 25 vagas.



Sobre William Nadylam​
Escolhido pelo lendário diretor inglês Peter Brook para viver​ ​o Hamlet negro, na consagrada montagem francesa da peça de William​ ​Shakespeare​., William é um dos principais atores da companhia. Os últimos espetáculos em que atuou foram A Flauta Mágica e O Terno. ​ ​

​Serviço:
​Oficina gratuita de ​ Interpretação “Ai de mim, ressoa o eco de narciso”​com o ator francês​ William Nadylam
Dias: 07, 08 e 09 de julho (terça, quarta e quinta-feira)
Horário:11h às 16h
Local: Oi Futuro Flamengo - R. Dois de Dezembro, 63 - Flamengo, Rio de Janeiro Limite de Vagas: 25 pessoas.
I​nscrições: Enviar e-mail com breve currículo, foto e carta de ​intenção até o dia 03/07 às 18h para ciclo.ato.criador@gmail.com.

Mais informações na página do evento Ciclo Ato Criador
https://www.facebook.com/pages/Oficina-com-William-Nadylam/781183878665922


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O espetáculo teatral "Síndrome de Chipanzé" faz duas apresentações na Arena Jovelina Pérola Negra As sessões serão gratuitas e acontecerão nos dias 3 e 4/07, às 19h.


O espetáculo "Síndrome de Chipanzé" fará duas apresentações gratuitas na Arena Jovelina Pérola Negra. As sessões serão nos dias 3 e 4/07, sempre às 19h. A peça é escrita e dirigida por Alex Cassal e os atores Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello interpretam de forma bem humorada temas contemporâneos como as relações entre os sexos, as imprecisões da memória, o medo da morte e da solidão. A classificação é 16 anos.

Na história, uma catástrofe global extermina a humanidade e uma pequena tripulação de astronautas se vê isolada em uma distante estação espacial. Agora eles têm que administrar os recursos que se esgotam pouco a pouco, tentar manter a lucidez em um cotidiano invadido por delírios e encarar acidentes que ameaçam a sua existência. Enfrentar os temores, os desejos, os hábitos e as obsessões torna-se uma odisseia.

Ficha técnica:
Texto e direção: Alex Cassal
Assistência de direção: Marina Provenzzano
Elenco: Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello
Direção de movimento: Alice Ripoll
Figurinos: Antônio Medeiros 
Iluminação: Tomás Ribas 
Cenografia: Aurora dos Campos 
Direção musical: Domenico Lancellotti e Estevão Casé 
Produção executiva: Náshara Silveira 
Direção de produção: Tatiana Garcias
Realização: O Foguetes Maravilha

Serviço: 
Dias: 3 e 4/07, sexta e sábado, às 19h.
Local: Arena Jovelina Pérola Negra.
Endereço: Praça Ênio, s/n, Pavuna. 
Tel.: (21) 2886-3889 
Entrada gratuita
Classificação: 16 anos
A Arena possui acesso para deficientes físicos e estacionamento gratuito.


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O duo Max Robert e Marcê Porena lança ‘Entre a Mata, o Mar e o Amor’. 01 e 02 de Julho, no Teatro Café Pequeno. Divulgue o seu evento aqui no Agenda Cultural RJ. DIVULGAMOS O QUE TE ENCANTA!


Ele é (compositor, instrumentista e arranjador) ex - integrante do grupo de rock “O Terço”, e é parceiro de palco de artistas como Danilo Caymmi, Guinga Jane Duboc. Sua discografia totaliza cinco CDs.  Ela integrou a re-montagem da Opereta “Flor Tapuya”, de Pixinguinha e o musical “Histórias de Alexandre”, baseado na obra de Graciliano Ramos.

"Entre a Mata, o Mar e o Amor" é o primeiro álbum do Duo.
A natureza e o amor foram fontes de inspiração para as composições e a gênese das canções surgiu das idas e vindas de Max Robert e Marcê Porena pela Zona da Mata mineira e o Rio de Janeiro, lugares em que dividem residência. O nome não poderia ser outro.

www.maxrobertemarceporena.com
https://www.facebook.com/maxrobertemarceporena

SERVIÇO
Max Robert e Marcê Porena – lançamento do EP “Entre a Mata, o Mar e o Amor”
Max Robert (arranjos, violão, piano elétrico e instrumentos virtuais)
Marcê Porena (voz e direção de cena)
Músico: Alexandre Bitencourt (flauta e clarinete)
Iluminação: Carlos Lafert
Data: 01 e 02 de Julho
Local: Teatro Café Pequeno 
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269 - Leblon
Telefone: (21) 2294-4480
Horário: 20H
Ingresso: 30,00 

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TEATRO RIVAL PETROBRAS APRESENTA - Elymar Santos comemorando 30 anos de carreira Longe do teatro desde 2007, ele promete escancarar de vez cantando todos seus sucessos! #agendaculturalrj Divulgue seu evento no Agenda Cultural RJ!


O público pediu, ele está de volta. Elymar Santos é a atração do Teatro Rival Petrobras nos dias 2 e 9 de julho. Se foi no extinto Canecão que o cantor se lançou ao sucesso, é no palco do Rival que ele vai comemorar seus 30 anos de carreira. E palco é algo de que Elymar gosta muito. Ele se entrega com paixão e sempre canta todos seus maiores sucessos. Por isso, não vão faltar no repertório músicas que os fãs sabem de cor como “Escancarando de vez”, “Cachaça”, “Taras e manias”, “Teu jogo”, “Dez a dez” e “Subindo pelas paredes”, essa última canção composta por ele mesmo.

Cantor preferido de Chico Anysio, Elymar tem, realmente, muito a comemorar nesses 30 anos de carreira. Imperatriz Leopoldinense de coração – ano passado, estreou como compositor da escola –, o cantor já foi enredo de várias escolas de samba do Rio de Janeiro e de São Paulo. Em 1991, foi tema da escola Em cima da hora, do grupo de acesso do Rio, com o enredo "Elymar: o sonho que virou canção". Sete anos depois, foi homenageado na Império da Tijuca, com "Elymar Superpopular". Em 1999, a Camisa Verde e Branco lançou o tema "Escancarando o coração verde e branco: Elymar mais popular", sendo a primeira escola paulista a homenageá-lo. No ano seguinte, foi incluído como um dos destaques da história dos 500 anos do Brasil, enredo de outra escola paulista, a Acadêmicos do Tucuruvi.

Mais sobre Elymar:
Nascido no Complexo do Alemão – uma das maiores comunidades carentes do Rio de Janeiro, localizada no bairro de Ramos –, Elymar Santos teve uma infância humilde trabalhando sempre para ajudar a complementar o orçamento doméstico. Adolescente, começou a cantar em barzinhos e churrascarias e, mais tarde, participou de programas de calouros e se saiu bem cantando nos programas do Chacrinha e de Flávio Cavalcanti. A primeira oportunidade para gravar surgiu em 1972, quando Elymar lançou um compacto. Com os shows tornando-se mais frequentes, Elymar tomou coragem para se arriscar e, em novembro de 1985, viveu uma noite de glória: alugou o Canecão. O sucesso da ousadia veio ratificar um trabalho iniciado nos programas de calouros.

Em 1986/1987, participou, em São Paulo, da ópera-rock, "Evita", em que interpretava Che Guevara, trabalho que lhe rendeu o prêmio de melhor ator.

Elymar também atuou como apresentador de TV. No programa da CNT “Elymar Popular”, dava chance a novos talentos e resgatava os antigos ídolos da Música Popular Brasileira.

Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dias  2 e 9 de julho, quintas-feiras, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel.: 2240-4469
 Preço:
Setor A / Mezanino:
R$   120 (Inteira)
R$     60 (Meia-entrada)
Setor B:
R$   100 (Inteira)
R$    80 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$    50 (Meia-Entrada)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares

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sábado, 27 de junho de 2015

Rodrigo Lamore se apresenta dia 11 de julho , às 22h no Boemia da Lapa.


Rodrigo Lamore
cantor e multi instrumentista baiano, atualmente radicado no Rio de Janeiro, está com um super show, tocando os grandes clássicos do rock, além de musicas do seu cd “Beauty And Bless”, lançado ano passado (2014).
Rodrigo Lamore se apresenta dia 11 de julho , às 22h no Boemia da Lapa. O Power trio também conta com Déric Luiz (guitarra) e João Werneck (bateria). Show imperdível!
Boemia da Lapa fica na Av. Men de Sá, 104, Lapa – RJ
Couvert Artistico 
R$10,00

Se inscreva no canal do Rodrigo Lamore no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UCJuxo8b_5nc3YYCSCxQzZ1A?spfreload=10






Links:
palcomp3.com/rodrigolamore

myspace.com/rodrigolamoreoficial

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Estreia nacional - Dois personagens ícones da literatura mundial se encontram em “Carmen, de Cervantes”, peça inédita no Sesc Tijuca Adaptada do conto homônimo de Marcos Arzua, a montagem estreia no próximo dia 3/07, às 20h.

Duas grandes personas da literatura internacional são os protagonistas da peça inédita “Carmen, de Cervantes”, montagem que estreia temporada de quatro semanas no Sesc Tijuca no próximo dia 3 de julho, com apresentações de sexta a domingo, às 20h. O texto inédito propõe um encontro entre o famoso escritor e poeta espanhol Miguel de Cervantes (1547-1616) com a personagem Carmen, a mítica cigana fatal do autor francês Prosper Mèrimée (1803-1870). A montagem, adaptada do conto homônimo de Marcos Arzua, do livro “O Quilombo Branco”, foi realizada pelo autor em parceria com o também diretor do espetáculo, Fábio Espírito Santo, e ganha destaque com a trilha sonora original de Luiz Brasil, executada ao vivo pelo violinista Luciano Câmara.
             Uma das peças que inauguram o projeto de longas temporadas inéditas no Sesc Tijuca, esta montagem propõe a junção inusitada entre Carmen e Cervantes. De um lado, Carmen, a vibrante e envolvente cigana interpretada por Ana Paula Bouzas. Do outro, o consagrado autor espanhol Miguel de Cervantes, vivido por Samir Murad. Livres no tempo e no espaço, eles se encontram e modificam suas trajetórias. Em cena, Carmen quer se reinventar, não deseja mais ser a cigana analfabeta que usa a sensualidade e a magia para conquistar e enganar os homens. Ela procura Cervantes e pede que ele reescreva a sua história. O texto propõe uma reflexão sobre o impulso das pessoas em querer alterar o rumo de suas vidas, detectar novas potencialidades e arriscar, independentemente dos riscos, acertos e desacertos.
 - O espetáculo fala do poder do ser humano de se reinventar, de querer ser novo e melhor. Esses dois personagens buscam esta transformação - explica o diretor, Fábio Espírito Santo.
             Fábio, diretor, dramaturgo, roteirista e iluminador cênico, estreia neste espetáculo como diretor teatral adulto. Ainda no elenco, os atores Ciro Sales e Andreza Bittencourt compõe a história com elementos cênicos e plásticos atemporais, que não ressaltam os estereótipos ligados aos personagens principais. O cenário fluido de tecidos de Ronald Teixeira e as sobreposições de figurinos de Bettine Silveira dialogam com o conceito de reinvenção proposto pela dramaturgia.

FICHA TÉCNICA
Baseado no conto homônimo de Marcos Arzua
Texto: Marcos Arzua e Fábio Espírito Santo
Direção: Fábio Espírito Santo
Elenco:
Ana Paula Bouzas (Carmen)
Andreza Bittencourt (Catalina)
Samir Murad (Miguel de Cervantes)
Ciro Sales (José)
Direção de Produção: Mariana Serrão
Direção Musical: Luiz Brasil
Direção Assistente: Rita Carelli
Diretora de Movimento: Eliane Carvalho
Cenografia: Ronald Teixeira
Iluminação: Fábio Espírito Santo
Figurino: Bettine Silveira
Programação Visual: Kimi Rodrigues
Fotos: Débora Setenta
Mídia Digital: Leo Ladeira
Produção Executiva: Clara Camatta
Idealização e Produtores Associados: Marcos Arzua
Realização: Sesc
  
Serviço:
“Carmen, de Cervantes” – Sesc Tijuca
3/07 a 26/07 (sexta a domingo), às 20h
Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539, Tijuca.
Tel.: 21 – 3238-2139
Local: Teatro I
Capacidade: 228 lugares.
Preços: R$5 (associados Sesc), R$10 (estudantes e idosos) e R$20.
Classificação: 14 anos.
Duração: 70 minutos

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

MAST promove evento de despedida do Meteorito Santa Luzia de Goiás Uma programação especial com exposição de meteoritos, palestra, oficinas, e o Programa de Observação do Céu! As atividades são gratuitas e direcionadas a todas as idades!



O Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) irá promover, no próximo sábado, dia 27 de junho, em parceria com o Observatório Nacional (ON), um evento de despedida do Meteorito Santa Luzia de Goiás que foi cedido ao MAST, em dezembro de 2010, pelo Museu Nacional. Haverá exposição de meteoritos, palestra, oficinas e o Programa de Observação do Céu! As atividades são gratuitas e direcionadas a todas as idades!

No sábado (27), às 16h, o público poderá participar da oficina Cozinhando com a Ciência, onde irá aprender a preparar a “Gelatina extraterreste”, uma gelatina psicodélica que brilha no escuro e ainda conhecer o fenômeno extraterrestre por trás dessa deliciosa receita! Às 17h, haverá a palestra “De onde vem os meteoritos“ que será ministrada pelo Dr. Fernando Roig, pesquisador do Observatório Nacional.

Participará também do evento, a especialista em meteorito Maria Elizabeth Zucolotto que realizará a oficina “Caçando extraterrestres”, na qual o público aprenderá um pouco mais sobre meteoritos. Uma brincadeira utilizando detector de metais, ímã, possíveis meteoritos e um painel para identificar meteoritos. Haverá também uma exposição de meteoritos.

O Programa de Observação do Céu terá início às 18h quando todos são convidados a observar o céu através da centenária Luneta Equatorial e do moderno telescópio refletor de 8 polegadas de abertura. Neste sábado, estarão visíveis no céu do Rio de Janeiro, a Lua, os planetas Vênus, Júpiter e Saturno, além de outros objetos interessantes no céu, como aglomerados de estrelas. A atividade é conduzida por um astrônomo ou um mediador capacitado.

O Meteorito Santa Luzia de Goiás é o segundo maior objeto espacial encontrado em todo território brasileiro. Ele está exposto no campus do MAST próximo aos pavilhões que abrigam centenárias lunetas, exemplos típicos da arquitetura e da engenharia para a astronomia dos primórdios do século XX. Os visitantes do MAST poderão apreciá-lo no campus até o final do mês de junho, pois ele será devolvido ao Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista.


SERVIÇO

Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão, Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3514-5200
www.mast.br
https://www.facebook.com/museuastronomia

PROGRAMAÇÃO

Sábado, 27 de junho

Exposição de meteoritos
Caçando extraterrestres
15h

Venha conhecer um pouco mais sobre meteoritos! E ainda participar de uma brincadeira utilizando detector de metais, ímã, possíveis meteoritos e um painel para identificar meteoritos. Haverá também uma mini exposição de meteoritos e um quiz com perguntas sobre temas de astronomia.

Visita à Luneta 46, o maior telescópio refrator do Brasil
15h às 18h

Encomendada em 1911, a Luneta 46 tem 6,5m de distância focal e é dotada de três lunetas. A principal possui lente objetiva de 45,72cm de diâmetro; a segunda, 25cm; e a terceira tem objetiva de 10 cm de diâmetro.

Oficina 'Cozinhando com a Química' (MAST)
Receita: Gelatina extraterreste
16h

No Cozinhando com a Ciência do mês de Junho, iremos preparar uma gelatina psicodélica que brilha no escuro! Venha conhecer o fenômeno extraterrestre por trás dessa deliciosa receita!

Palestra “De onde vem os meteoritos“
Palestrante: Dr. Fernando Roig, pesquisador do Observatório Nacional
17h

Saiba de onde vêm os meteoritos e como os cientistas conseguem entender a sua origem.

Programa de Observação do Céu
18h às 20h

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Arena Carioca Chacrinha, em Guaratiba, recebe o premiado espetáculo "Calango Deu! Os Causos da Dona Zaninha" dia 30 de junho com sessões gratuitas Monólogo de Suzana Nascimento obteve o reconhecimento no Cena Contemporânea de Brasília de melhor atriz e melhor espetáculo.

Sucesso absoluto de público e crítica, dirigido por Isaac Bernat, “Calango deu! Os causos da Dona Zaninha”, primeiro espetáculo da Cia. Caititu, escrito e interpretado por Suzana Nascimento, é um espetáculo teatral baseado na cultura popular mineira que se apresenta dia 30 de junho na Arena Carioca Abelardo Barbosa - Chacrinha, em Pedra de Guaratiba, em duas sessões gratuitas, 15 e 20h.

O monólogo foi construído ao longo de 5 anos de uma pesquisa que abrange vocabulário, hábitos, histórias, músicas, crenças; enfim, uma grande celebração à sabedoria popular. Dona Zaninha é uma guardiã desses ricos acervos de memórias – uma genuína contadora de causos, hilária por seu jeito e seu linguajar, mas profunda com suas “sabências” sobre o Tempo. Além de contar surpreendentes causos de amor, de assombração, de padres e beatas, de “sem- vergonhice”, a personagem também convida a plateia a cantar com seu bandolim, enquanto ensina uma receita ou simpatia. Entre um cafezinho e uma boa cachaça mineira, Dona Zaninha nos conduz a outras paragens, verídicas - da atriz mineira e seus relicários - ou fantasiosas, mas recheadas de humor, poesia e memória.

Nessa gostosa narrativa, a atriz homenageia os contadores de causos e cantadores, sábios guardiões que são a ponte do povo do interior com o maravilhoso.

O espetáculo fez circuito por diversas cidades, principalmente da região sudeste, além de receber prêmios e indicações em festivais internacionais de teatro. Dentre eles, destacam-se:

FESTIVAL CENA CONTEMPORÂNEA 2014 – Festival Internacional de Teatro de Brasília
- Melhor atriz, pelo júri do Jornal Correio Brasiliense;
- Melhor espetáculo por júri popular

FITA 2014 – Festa Internacional de Teatro de Angra dos Reis
Indicado em 8 categorias, com premiação marcada para março de 2015.
- Melhor espetáculo pelo júri técnico
- Melhor espetáculo pelo júri popular
- Melhor direção para Isaac Bernat
- Melhor atriz para Suzana Nascimento
- Melhor texto para Suzana Nascimento
- Melhor cenário para Desirée Bastos
- Melhor figurino para Desirée Bastos
- Melhor música para Suzana Nascimento

“Com aquele domínio de cena que faz o trabalho de ator parecer fácil, Suzana vai desfiando histórias hilárias e cativantes”.
Rafael Teixeira – Revista Veja Rio

“... não há nada ali que não tenha sido cuidadosamente elaborado, com um domínio técnico considerável. De forma simples e despretensiosa,“Calango Deu!” é um modo muito agradável de se visitar uma tradição brasileira”.
Bárbara Heliodora - Jornal O Globo

Links de Calango deu! Os causos da Dona Zaninha
Página no facebook: https://www.facebook.com/calangodeu
Trailer da peça: http://www.youtube.com/watch?v=kzWFCz8zJrA
Trechos do espetáculo: http://vimeo.com/77621490

SERVIÇO
“Calango Deu! Os Causos da Dona Zaninha”
Datas: 30 de junho de 2015
Horário: 15 e 20h
Local: Arena Carioca Abelardo Barbosa -  Chacrinha - Pedra de Guaratiba - Telefone: 3404-7980
Endereço: Rua Soldado Elizeu Hipólito, 138 - Guaratiba
Capacidade: 500 lugares
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Ingressos: GRATUITOS

FICHA TÉCNICA
Texto, atuação e direção musical: Suzana Nascimento
Direção: Isaac Bernat
Cenário e Figurino: Desirée Bastos
Direção de movimento: Marcelle Sampaio
Preparação e supervisão musical: Pedro Amorim
Iluminação: Aurélio de Simoni
Fotografia: Sergio Santoian, Carlos Vaz e Julio Ricardo
Projeto gráfico: Raquel Alvarenga
Participações nas fotos: Maria Mirabel
Administração do projeto: Amanda Cesarina
Produção Executiva: Gabriel Salabert
Assistência de produção: Heder Braga
Direção de Produção: Aline Mohamad
Realização: Luminis Produções Artísticas

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Em julho o Sesc Tijuca realiza quatro shows de estilos variados, que vão de Luiz Gonzaga ao samba carioca. Em apresentações que incluem lançamento de show e direção de Henrique Cazes, sobem ao palco nomes como Acordeon e Choro Brasileiro, Pélico, Bianca Cardoso e a banda Mohanas.


 Uma grande homenagem a Luiz Gonzaga, uma banda de etnopop com uma sonoridade universal, uma bela sambista revelada no cenário do samba carioca e um cantor e compositor paulistano dos mais conceituais de sua geração. A programação musical do Sesc Tijuca em julho vai de 11/7 e 26/7 e contempla os mais variados gostos com uma seleção do melhor da música contemporânea a preços populares – entre R$3 e R$10.



Quem estreia a sequência de quatro shows de peso é o paulistano Pélico. Ele apresenta, pela primeira vez, seu mais recente trabalho, “Euforia”, no dia 11/07 (sábado), às 20h, no projeto #escutaisso. O show é fruto do terceiro álbum de um dos cantores, compositores e produtores que mais se destacam pelos arranjos elaborados, sensibilidade das letras e por uma admirável autoironia que apimenta o trabalho consistente com um repertório conciso. O reconhecimento de Pélico começou em 2011, quando entrou em diversas listas de destaques musicais, dentre elas a de “Melhores do Ano” na conceituada revista Rolling Stones.
            

No sábado seguinte, dia 18/7, o público da unidade pode conferir o estilo e o sotaque nordestino do show “Acordeon e o Choro Brasileiro”, às 18h. O espetáculo é uma grande homenagem a Luiz Gonzaga e ao período que o cantor e compositor estava mais ligado à música instrumental e ao choro. Com arranjos e direção musical de Henrique Cazes e Luís Felipe de Lima, a apresentação terá - além de violão sete cordas, percussão, cavaquinho e violão tenor -, dois grandes destaques do acordeon dividindo solos e acompanhamentos: Kiko Horta e Bebê Kramer.
           

 Suingue e muita sonoridade também fazem parte da apresentação da banda Mohanas no terceiro sábado do mês, dia 25/7, às 20h. Formado há quatro anos, o grupo é composto pelo percussionista e cantor Bel Baroni; pelo tecladista Diogo Jobim; pelo cantor, saxofonista e guitarrista Micael Amarante; pela percussionista e cantora Nana Orlandi e pelo baixista Pedro Rondon. No show, a banda mistura música pop e referências étnicas que resultam em uma multiplicidade rítmica e dançante. Esse é para ninguém ficar parado.
             

No dia seguinte, 26/7, a festa continua com um show essencialmente brasileiro para encerrar a farta agenda dos shows de julho do Sesc Tijuca. Bianca Cardoso, sambista carioca que se destaca no gênero misturando o samba de raiz com uma batida mais atual, começou a carreira como backing vocal da cantora Alcione. Após diversas gravações com sambistas consagrados, Bianca, com esta apresentação no Sesc, lança seu primeiro álbum no show inédito que apresenta domingo, às 17h, com canções autorais e releituras de obras de Arlindo Cruz e Dedé da Portela, entre outros. Depois dessa, só esperar pela agenda de agosto, que já prepara grandes shows e ótimas surpresas, sempre a preços populares.

Serviço:
Pélico – projeto #escutaisso
Sesc Tijuca
11/07 (sábado), às 20h.
Rua Barão de Mesquita, 539.
Local: Casa Rosa.
Tel.: 3238-2139
Preço: R$ 3 (associados Sesc), R$5 (estudantes e idosos), R$10.
Classificação: 10 anos.

Acordeon e o Choro Brasileiro – projeto Os Sons da Casa Rosa
Sesc Tijuca
18/07 (sábado), às 18h.
Rua Barão de Mesquita, 539.
Local: Casa Rosa.
Tel.: 3238-2139
Preço: R$ 3 (associados Sesc), R$5 (estudantes e idosos), R$10.
Classificação: 10 anos.

Mohandas – projeto #escutaisso
Sesc Tijuca
25/07 (sábado), às 20h.
Rua Barão de Mesquita, 539.
Local: Casa Rosa.
Tel.: 3238-2139
Preço: R$ 3 (associados Sesc), R$5 (estudantes e idosos), R$10.
Classificação: 10 anos.

Bianca Cardoso – projeto Coisas Nossas
Sesc Tijuca
26/07 (domingo), às 17h.
Rua Barão de Mesquita, 539.
Local: Casa Rosa.
Tel.: 3238-2139
Preço: R$ 3 (associados Sesc), R$5 (estudantes e idosos), R$10.
Classificação: Livre.

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