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20 de set de 2017

Até 24 de setembro – sáb. e dom às 16h a contação de história infantojuvenil “O Caminho de Buda”.


“O Caminho de Buda”







Grupo Tecendo Contos apresenta no Teatro Glauce Rocha, de 02 a 24 de setembro – sáb. e dom às 16h a contação de história infantojuvenil “O Caminho de Buda”.



O projeto é realizado pelo Grupo Tecendo Contos (Élida Candido e Valéria Gonçalves) e fará apresentação da contação no Teatro Glauce Rocha, Centro da Cidade RJ . Estreia dia 02 SET, temporada até 24 SET. - sáb. e dom. às 16h.

Além da contação, realizaremos uma breve oficina de origami destinada a crianças e adultos.


A contação aborda, em cinco episódios, a vida de Siddhartha Gautama: o nascimento, a infância, a juventude, a descoberta dos quatro sinais e a saída do palácio em busca da sabedoria.
Siddhartha Gautama nasceu no século VI, 563 anos a.C, em Lumbini, fronteira entre a Índia e o Nepal. Era um príncipe, filho único da rainha Maya e do rei Suddhodana, líder do clã Shakya, cuja capital era Kapilavastu.






Acostumado ao ambiente de luxo e conforto do palácio e à superproteção de seu pai, sai um dia a passeio para além dos muros do palácio e se depara com a vida das pessoas em vilarejo pobre. Neste lugar, testemunha a velhice, a doença, a morte. E, ainda, a sabedoria, na vida liberta das paixões e desejos.

Ao completar 29 anos, decide abandonar o palácio. Recusa o título de príncipe e parte em busca da sabedoria e do sentido da vida.
O conteúdo da história do príncipe Siddhartha é atual, com suas reflexões, suas inquietações e sua busca para a transformação. Os recursos cênicos utilizados são tapete,bonecos lúdicos e sonoridades
executadas ao vivo com violão, percussão e sinos. A dramaticidade das cenas é apresentada com alegria e comicidade, tornando a contação um momento prazeroso ao público presente.


O grupo é integrante do MAMI – Movimento Artístico Musical para a Infância, formado por artistas que produzem e atuam em espetáculos,contação de histórias e shows infantis.
Além da contação, o grupo realizará, 15 minutos antes da sessão, uma breve oficina de origami destinada a crianças e adultos.


Episódios abordados no conto: - Nascimento: A rainha Maya dá à luz à Sidarta. Os magos do palácio apresentam a premonição de que a
criança abandonará a riqueza e o luxo e se tornará um iluminado. - Infância: Sidarta vive em um mundo artificial, criado pelo pai que o cerca de mimos. Até os 10 anos de idade, ele só conhece pessoas saudáveis, belas e ricas, quando sai pela primeira vez do palácio e conhece a vida simples das pessoas no campo.


SAIBA MAIS 

Obs. nesta temporada estamos contando com a participação de Rodney Mariano na direção musical e como músico convidado. Foi parceiro de Zé Zuca por mais de 35 anos, com várias apresentações no Programa de auditório para crianças chamado “Zé Zuca e a Rádio Maluca” e em turnês pelo Brasil.



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Orquestra e Coro Nova Sinfonia inicia temporada “Clássicos do Rock” no Rio Envolvido pelo clima rock´n´roll que toma conta da cidade este mês, grupo formado pela Agência do Bem faz exibição gratuita, dia 24, no Teatro dos Grandes Atores


Orquestra e Coro Nova Sinfonia inicia temporada “Clássicos do Rock” no Rio

Envolvido pelo clima rock´n´roll que toma conta da cidade este mês, grupo formado pela Agência do Bem faz exibição gratuita, dia 24, no Teatro dos Grandes Atores

As guitarras dão lugar aos violinos. Os vocais rasgados cedem espaço para a harmonia de um coro. É com a paixão por um dos estilos musicais mais consagrados, porém, com uma nova leitura, que a Orquestra e Coro Nova Sinfonia inicia a temporada de concertos “Clássicos do Rock”. A apresentação de estreia acontece no próximo dia 24 de setembro, às 11h, no Teatro dos Grandes Atores, com entrada gratuita. A data da exibição é a mesma do encerramento do maior festival de música do país - o Rock in Rio -, e faz coro com a atmosfera que toma conta da cidade este mês.

Como de costume, a apresentação se repetirá no último domingo dos meses subsequentes: dias 29 de outubro e 26 de novembro. A ideia para o espetáculo com pegada rock´n´roll partiu dos próprios alunos das Escolas de Música e Cidadania que compõem a Orquestra e Coro Nova Sinfonia. O repertório traz a proposta de fazer um passeio pela história do estilo, indo de Elvis Presley a U2 e passando por ícones como Rolling Stones, Deep Purple, Journey, Cazuza, Legião Urbana e Guns n´ Roses.


A linguagem musical de uma banda de rock é bem diferente da linguagem orquestral. Para este repertório, pensamos em adaptar o rock para uma linguagem mais clássica, o que origina algumas sonoridades diferentes. É claro que manteremos a linha principal das músicas para que elas não sejam descaracterizadas. Inclusive, teremos o acompanhamento de uma bateria na apresentação. Porém, iremos adicionar a essa linha principal as linhas independentes dos outros instrumentos, fazendo os contrapontos, as respostas melódicas. Isso complementará a base da música para que ela não fique apenas rítmica o tempo todo, criando um ambiente um pouco mais clássico”, explica o maestro da Orquestra e Coro Nova Sinfonia, Vitor Damiani.

Playing For Change Day


Quem ficou curioso e quiser curtir uma amostra do que será apresentado no dia 24 terá a oportunidade de assistir a um ensaio aberto da orquestra no dia 23, sábado, das 11h às 12h, em Vargem Grande. A iniciativa integrará a agenda de apresentações do Playing For Change Day, que acontece em todo o mundo nessa data. Recentemente, a Agência do Bem se tornou parceira da Fundação Playing For Change, que promove um movimento global de empoderamento e transformação social por meio da música (https://playingforchange.org/).

Sobre a Orquestra e Coro Nova Sinfonia

Com passagem por renomadas salas de espetáculo e locais de interesse público, dentre eles, o L´Olympia Hall, em Paris, o Copacabana Palace, o Cristo Redentor e a Igreja da Candelária, o grupo é uma seleção de 42

alunos de destaque das Escolas de Música e Cidadania, projeto criado pela ONG Agência do Bem com o objetivo de desenvolver a cidadania entre crianças e adolescentes em comunidades de baixa renda.

"Acreditamos muito na importância de colocar essa garotada nos palcos - nos melhores palcos -, e com frequência. Todo artista se faz no contato com o público, se nutre dos aplausos. É vital para a formação deles. Sempre que possível, tentamos acompanhar a agenda de eventos e temas gerais da cidade e do mundo, por isso essa oportuna e inusitada conversa musical com o rock", afirma o presidente da Agência do Bem, Alan Maia.

Sobre a Agência do Bem


A Agência do Bem é uma organização da sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos e sem finalidade religiosa ou político-partidária. Sua missão é promover o desenvolvimento humano visando à cidadania plena de populações de baixa renda, através da educação, de forma transparente e sustentável. Ampliar a abrangência de atuação a partir da rede de organizações parceiras, beneficiando um maior número de pessoas em todo o país, é a visão de futuro da organização. Atualmente, a Agência do Bem conta com 14 polos de atuação comunitária permanente, além de diversas iniciativas em apoio a instituições em mais de 20 localidades.

Serviço
Concerto de estreia “Clássicos do Rock”
Data: 24/09, domingo
Horário: 11h

Local: Teatro dos Grandes Atores
Endereço: Av. das Américas, 3.900 - Barra da Tijuca
Entrada gratuita

Ensaio aberto no Playing for Change Day
Data: 23/09, sábado
Horário: 11h
Local: Creche Cantinho Feliz II
Endereço: Rua Manhuaçu, Lote 52, Vargem Grande
Entrada gratuita

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Um encontro inusitado na final da Copa de 94 muda o rumo da vida de 3 pessoas. Uma doença terminal em um deles os leva a repensar sobre suas vidas.

“Era Só Por Uma Noite... (Guerra Doce)” faz três apresentações no Theatro Bangu Shopping

Com texto de Edu Porto e direção de William Vita, montagem se apresenta dias 22, 23 e 24 de setembro.


Depois de uma temporada de sucesso na Zona Sul carioca, o espetáculo “Era Só Por Uma Noite... (Guerra Doce)” fará três apresentações no Theatro Bangu Shopping nos dias 22, 23 e 24 de setembro.

Escrita por Edu Porto e dirigida por William Vita, ambos no elenco, completa o time, a atriz da série Os dias eram assim, Bárbara Reis. Nessa comédia dramática baseada numa história real a partir do encontro de três pessoas durante a final da copa do mundo de 94, André, estudante de filosofia, convida Gustavo, um empresário bem sucedido e conservador, que acabara de ser traído por sua esposa, para comemorarem juntos. Inicia-se ali uma relação homoafetiva. Porém Carol, uma dançarina e cantora, apaixonada por André, pode ameaçar essa relação. Após a descoberta de uma doença terminal, a história toma outro rumo.

Toda a trama é pautada em momentos relevantes de cada ano. Lançamento do Windows 95, Impressora colorida, recorde de audiência da novela A Próxima Vítima, teletrim, primeiro celular sem fio, o saudoso tijolão, o charmoso star tac e outros elementos que costuram a linha temporal de uma forma atemporal e muito divertida!

Ambientada na década de 90, a utilização de vídeos torna-se um elemento facilitador para mostrar a passagem de tempo. Mas o que muda, o que transforma não é o corpo, nem a mentalidade. Impactados pelo sofrimento, os personagens vão se mostrando novas pessoas, mais comprometidas, vencendo o sofrimento e entendendo que a vida pode ser uma guerra. Desde que seja doce.



FICHA TÉCNICA
Texto: Edu Porto
Direção: William Vita
Elenco: Bárbara Reis, Edu Porto, William Vita
Direção de produção: Ronaldo Tass
Iluminação: Éder Nascimento
Design: William Souza e Luciana Leal
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Produção executiva: Edu Porto e William Vita
Assistência de produção: Diogo Bonfim
Foto: Débora Oliveira
Realização: r/tasso Ideias e Realizações e Vita de Atores


SERVIÇO:
ERA SÓ POR UMA NOITE... (GUERRA DOCE)
Theatro Bangu Shopping – Rua Fonseca nº 240 Shopping Bangu, Bangu
Data: 22, 23 e 24 de setembro de 2017
Horário: Sexta e sábado às 21h e domingo às 19h.
Classificação: 14 anos.
Duração: 80 minutos.
Ingresso: R$ 60,00 (plateia) e R$ 40,00 (balcão).
Capacidade do Teatro: 574 lugares.
Telefone do teatro: 21 2401 3631

Mais informações: https://www.facebook.com/TheatroBanguShopping

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Reservas para grupos: Guilherme Romeu - guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 - 0012

Horário de atendimento - De Segunda a Sábado de 14h às 21h.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais
Estacionamento no Bangu Shopping

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Tim Maia in Jazz, dia 22 de setembro, no Hotel Vila Galé, na Lapa

Com a parceria do Jazz Out, apresentamos o Tim Maia in Jazz que será um tributo ao grande ícone da nossa música brasileira, só que com um diferencial no qual se ele estivesse vivo iria adorar.
Estaremos apresentando grandes sucessos do mestre Tim Maia com uma nova roupagem inspirado em gêneros como R&B, soul, Neosoul.
Sendo idealizado pelo pianista Jonathan Ferr e banda.
O evento ocorrerá nesta sexta feira agora, dia 22 às 19:00 horas no hotel Vila Galé (próximo a Lapa) RJ.

Link do evento.
https://www.facebook.com/events/256945501479905/?ti=cl


Ingressos ( somente em dinheiro) 40 reais na hora e 30 na lista amiga.

Consumação: cartões crédito, débito e dinheiro. 

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DREAM TEAM DO PASSINHO AGITA A LONA CULTURAL CARLOS ZÉFIRO O grupo se apresenta em Anchieta no próximo dia 23


DREAM TEAM DO PASSINHO AGITA A LONA CULTURAL CARLOS ZÉFIRO

O grupo se apresenta em Anchieta no próximo dia 23


Sábado, 23 de setembro, é dia de baile em Anchieta. É caprichar no figurino, partir para a Lona Cultural Carlos Zéfiro e curtir o show do Dream Team do Passinho. O grupo ficou conhecido pela internet, com milhões de visualizações em seus vídeos no YouTube, e é o expoente maior do movimento do passinho, essa dança ao som do funk tão popular nos bailes cariocas.

Formado em 2013, o Dream Team do Passinho gravou, dois anos depois, o CD de estreia, “Aperte o play”, inspirado no nome do primeiro trabalho do grupo: a música "Todo Mundo Aperta o Play", uma das trilhas sonoras da Copa do Mundo no Brasil.

Para divulgar o trabalho, o grupo rodou pelo mundo, se apresentando em cidades dos EUA, da França e de Angola, além do Brasil, claro! Em menos de dois anos, já havia marcado presença na TV, empalacado hits em trilhas de novelas e nas rádios. O Dream Team do Passinho também invadiu o mundo da moda, fazendo shows em desfiles e ensaios como para revistas. Como se diz na pista, “bombou”!

Os integrantes do Dream Team do Passinho – Lelezinha, Diogo Breguete, Pablinho, Heltinho e Rafael Mikej – participaram como cantores e dançarinos de um clipe remix da música “Viva”, do astro internacional Ricky Martin.

Serviço:
Dream Team do Passinho
Local: Lona Cultural Carlos Zéfiro

Endereço: Estrada Marechal Alencastro 4113 – Anchieta

Dia: Sábado, 23 de setembro
Horário: 20h

Ingresso: R$ 25
Os Ingressos estarão à venda na administração da Lona.
De terça a domingo, das 11h às 19h.
Classificação Livre

Lona Cultural Carlos Zéfiro

Endereço: Lona Cultural Carlos Zéfiro - Avenida Marechal Alencastro 4.113, Anchieta - em frente à estação de trem do bairro
Informações: 2148-0813

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O grupo carioca Casuarina apresenta seu samba para o público do New York City Center na próxima terça (26), às 19h. Para o show, o quinteto preparou um repertório composto por músicas próprias, como “Ponto de Vista”, “Dissimulata”, “Queira ou não queira”, “Casa Minha” e Ambidestra”.


Casuarina faz show gratuito no New York City Center na próxima terça-feira (26) 

O grupo carioca Casuarina apresenta seu samba para o público do New York City Center na próxima terça (26), às 19h. Para o show, o quinteto preparou um repertório composto por músicas próprias, como “Ponto de Vista”, “Dissimulata”, “Queira ou não queira”, “Casa Minha” e Ambidestra”.

A apresentação faz parte do projeto MPB no Mall, que tem como objetivo trazer grandes nomes da música brasileira, apresentar novos talentos, e animar o happy hour de quem frequenta os bares e restaurantes do New York City Center.

Biografia Casuarina

São 15 anos de carreira, sete CDs, dois DVDs na trajetória do Casuarina. Formado por Daniel Montes (violão de sete cordas), Gabriel Azevedo (pandeiro e voz), João Cavalcanti (tantan e voz), João Fernando (bandolim) e Rafael Freire (cavaquinho), o grupo carioca já apresentou seu samba em diferentes lugares do mundo. A estreia em disco, em 2005, veio com o lançamento de "Casuarina" e a recriação de sambas como "Pranto de Poeta" (Nelson Cavaquinho/Guilherme de Brito) e "Minha Filosofia" (Aluísio Machado). O repertório passeia por canções autorais, clássicos e joias.

** Show Casuarina, às 19h

New York City Center - Avenida das Américas, 4.666
Gratuito


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Com direção de Alessandra Gelio, o espetáculo fica em cartaz até o dia 27 de setembro, sempre as terças e quartas, no Teatro Municipal Café Pequeno.

Peça que explora as relações humanas
fica em cartaz até o dia 27


Com direção de Alessandra Gelio, o espetáculo fica em cartaz até o dia 27 de setembro, sempre as terças e quartas, no Teatro Municipal Café Pequeno.

· Embora independente, é a última peça de uma trilogia, cujos dois primeiros espetáculos comoveram crítica e público.

Idealizada e escrita pela artista Alessandra Gelio, a peça “, mas de tal modo se aprende a viver com o que tanto falta” fica em cartaz até o dia 27 de setembro, no Teatro Municipal Café Pequeno, no Leblon.
Esta é a última peça de uma trilogia que se iniciou com “Da Carta ao Pai – ou tudo aquilo que eu queria te dizer” - uma peça delicada e intimista, que partiu de uma história relatada num livro de Franz Kafka e se expandiu para a experiência de outras pessoas. A encenação acolhia e emocionava com leveza, - e “Se eu fosse Sylvia P.”, - onde a autora fazia um paralelo entre fatos e afetos que coincidiam bastante entre ela e a poeta norte americana Sylvia Plath. Este último espetáculo realizou duas temporadas no primeiro semestre deste ano, no Rio de Janeiro, e comoveu público e crítica.

Desta vez, dividindo a cena com a atriz Mônnica Emilio, Alessandra finaliza sua trilogia com o espetáculo “, mas de tal modo se aprende a viver com o que tanto falta”, inspirado em Clarice Lispector, Caio Fernando Abreu e Anais Nin.

A peça transita no território das relações humanas através do encontro entre duas mulheres (mãe e filha, amantes, autora e personagem, um espelho de si?) e revela fragmentos de diferentes histórias, enquanto uma mulher tenta sobreviver a uma doença crônica que pode levá-la à morte.

O quanto somos de nossa própria história e ao mesmo tempo, como não ficar fadados a ela? Como nos perder, encontrar e reencontrar através do outro? Quanto desejo nos vaza? Como é conviver com o inevitável? E, finalmente, como rir de nós mesmos?

O espetáculo traz uma experiência cênica que mergulha no território da delicadeza dos afetos e das relações humanas. Na trajetória das relações, o espectador passará por instantes de amor, despedida, encontro, pelo medo da morte, pelos sonhos e a comunhão com a vida.

As três peças que fazem parte da trilogia são independentes, e se caracterizam pela temática da ausência e do amor nas relações humanas e por uma linguagem que mistura o confessional e o ficcional, estilo que já se tornou uma marca da dramaturga. “Com uma atmosfera intimista, procuro trazer o espectador para dentro de um universo particular, que diz respeito à humanidade de todos nós”, diz Alessandra Gelio.

A montagem inédita conta com a participação da violoncelista Maria Clara Valle, que além de compor a trilha original, está em cena para executá-la ao vivo.

Um pouco sobre as peças que compõem a trilogia:
“Da Carta ao Pai - ou tudo aquilo que eu queria te dizer” foi um espetáculo confessional que partiu da carta do escritor Franz Kafka para abordar as relações entre pais e filhos, suas expectativas e ausências. A partir daí, misturou experiências vividas pela autora e pelos atores e relatos colhidos de pessoas anônimas. É uma ficção que envolveu algumas camadas de dramaturgia. E, no cerne dela, enquanto um escritor escreve uma carta para seu pai, avalia a relação entre eles e tenta recriar uma versão possível para a convivência dos dois. A montagem apostava em um processo criativo simultâneo, consultando a plateia para desenvolver situações e fazendo com que, através da interação, o espectador se tornasse cúmplice da trama e pudesse rememorar também as suas próprias experiências.

“Se eu fosse Sylvia P.” Há quatro anos, depois de assistir ao filme Sylvia – Paixão além das palavras, dirigido por Christine Jeffs (2003), Alessandra Gelio começou a pesquisar sobre o universo da poeta Sylvia Plath (1932-1963) e descobriu semelhanças entre momentos marcantes da sua vida pessoal e da escritora americana. Para criar a dramaturgia dessa peça, Alessandra Gelio se fez valer de experiências de sua vida pessoal e da história da poeta Sylvia Plath. A peça foi desenvolvida durante um processo criativo, onde os atores descobriram mais uma série de identificações surpreendentes com suas respectivas personagens. Assim, o texto de Gelio contou com a colaboração do elenco, formado por Téia Kane e Léo Rosa, além da própria idealizadora.


PARA ROTEIRO

Sinopse:
Fragmentos de diferentes histórias são revelados, enquanto uma mulher tenta sobreviver a uma doença crônica que pode levá-la à morte.

Ficha Técnica:
Direção e dramaturgia: Alessandra Gelio
Elenco: Alessandra Gelio e Mônnica Emilio
Iluminação: Renato Machado
Cenografia: Daniel de Jesus
Figurinos: Tiago Ribeiro
Direção de movimento: Mônnica Emilio
Trilha original e musicista: Maria Clara Valle
Direção de produção: Rafael Fleury
Assistência de direção: Dani Rougemont
Colaboração artística: Yasmin Garcez
Operação de luz: Pedro Thimoteo
Fotógrafo still: Serginho Carvalho
Programação visual: Daniel de Jesus
Realização e idealização: Alessandra Gelio

Serviço:
Temporada: até 27 de setembro
Horário: Terças e quartas, às 20h.
Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon (Tel.: 2294-4480)
Preço: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia)
Capacidade: 90 lugares
Gênero: Drama
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos

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VIAJE DE CARONA NA ASA DA BORBOLETA Para crianças espertas e adultos bem-humorados De Gisela de Castro com Ilustrações de Anna Bella Geiger

VIAJE DE CARONA NA ASA DA BORBOLETA

Para crianças espertas e adultos bem-humorados

De Gisela de Castro com Ilustrações de Anna Bella Geiger

Que tal viajar na asa de uma borboleta por um mundo de palavras em dois idiomas? Quem convida para essa viagem poética e lúdica é a atriz, produtora, diretora, roteirista e contadora de histórias Gisela de Castro, que estreia agora como escritora no livro A asa da borboleta e outras sutilezas, pela Editora Bambolê. Com ilustrações da consagrada artista plástica Anna Bella Geiger, retomando a atividade de ilustradora que não exercia desde os anos 1960, o livro será lançado neste mês de setembro no Rio de Janeiro (dia 21, na Hamburgueria Vikings, no Humaitá; e dia 24, na Livraria da Travessa do BarraShopping). ). O projeto foi produzido com o patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro / Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, Grupo Lorinvest e Escola Mopi.

Gisela sempre leu para a filha Lara, hoje uma devoradora de livros aos 9 anos de idade, e sempre teve vontade de contar suas próprias histórias. Em virtude das oficinas e dos cursos livres que fez com o escritor e doutor em literatura brasileira Ivan Proença, Gisela sentiu-se segura para essa incursão ao mundo das palavras em forma de poesia. E quando ela cisma... Como se não bastasse, resolveu ampliar seus estudos e hoje também é aluna de Carlito Azevedo em sua oficina na Estação das Letras. Toda quarta-feira corre da Senador Vergueiro para a Marquês de Abrantes para a dupla jornada literária.

Quem tanto viajou pelas histórias de Sylvia Orthof e pela poesia de Manoel de Barros, Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles, forjou suas próprias asas e partiu nessa jornada lúdica.

“Trata-se de um projeto que acalento há alguns anos e agora se torna realidade graças à Lei de Incentivo à Cultura do Rio”, explica Gisela, que defende: “cultura tem de ser lei”.

A autora desenvolveu o projeto para incentivar o hábito da leitura e apresentar o alfabeto aos leitores em formação. Para ilustrar o livro, convidou uma artista que admirava desde sempre: Anna Bella Geiger, figura marcante na arte contemporânea brasileira, cujo maravilhoso senso de humor estampa as páginas desta obra, especialmente dedicada às crianças em fase de letramento. O interessante foi como Anna Bella levou para o universo infantil seus famosos mapas, presentes em sua obra reverenciada no mundo todo.

A asa da borboleta e outras sutilezas, que era um singelo livro de poemas curtos para crianças, acabou se tornando um pequeno livro de arte contemporânea, resultado para o qual também contribuiu a neta de Anna Bella, a designer brasileira radicada em Nova York Alice Chekroun, responsável pelo projeto gráfico e pela capa da obra.

A obra bilíngue

E por que uma edição bilíngue para crianças? A procura por escolas bilíngues vem aumentando a cada ano. Não à toa. Pesquisas apontam que crianças educadas em escolas bilíngues são mais focadas e atentas, e têm raciocínio rápido e lógico. Ao contrário do que já se pensou, elas não confundem os dois idiomas que aprendem no colégio. Na verdade, desenvolvem melhor – e mais rapidamente – processos mentais de percepção, memória, juízo e raciocínio.

Gisela de Castro optou por uma escola bilíngue para a filha. Como sentiu falta de material literário infantil em dois idiomas, decidiu ousar. A tradução do português para o inglês de A asa da borboleta e outras sutilezasficou a cargo do professor Alex Mervart, nascido em Cambridge e graduado em Psicologia na Universidade de Birmingham, Inglaterra. “Mervart manteve toda a poética do texto”, enaltece Gisela, destacando a importância desse trabalho num livro que tem como mote apresentar o alfabeto às crianças.

Sobre Gisela de Castro
Nascida no bairro carioca de Santa Teresa, no dia 20 de setembro de 1973, Gisela de Castro é graduada em Biologia pela UFRJ e estudou Metodologia do Ensino na Faculdade de Educação da Unicamp. Produtora atuante no Rio de Janeiro, desde 2003 é sócia e diretora artística da Zucca Produções. Trabalha como atriz, produtora, diretora, roteirista e contadora de histórias, com alguns prêmios na estante. É agenciada como escritora e roteirista pela Agência Riff. Tem um interesse especial pelo universo infanto-juvenil, gosta muito de ler, de rir e de guloseimas em geral. Tem uma filha que ama livros, quatro sobrinhos e muitos, muitos amigos.

Sobre Anna Bella Geiger

Nascida em 1933, no Rio de Janeiro, Anna Bella Geiger é considerada uma das artistas mais importantes do Brasil, em plena atividade, com trabalhos e exposições ao redor do mundo. Mãe de quatro filhos, avó e bisavó, é casada há mais de 50 anos com Pedro Geiger, um importante geógrafo brasileiro, e sua obra tem forte influência da cartografia – o que a levou a desenvolver um singular trabalho com mapas. Com formação em língua e literatura anglo-germânicas, trabalha como escultora, pintora, gravadora, desenhista, artista intermídia e professora de Arte e Filosofia na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Já hospedou em seu apartamento dezenas de gatos, um tatu e um tamanduá.

Ficha técnica do livro
Textos, idealização e coordenação geral: Gisela de Castro
Ilustrações: Anna Bella Geiger
Capa e projeto gráfico: Alice Chekroun
Digitalização e tratamento das imagens: Vini Couto
Tradução português-inglês: Alex Mervart
Assistente de produção: Luci Vilanova
Assistentes administrativos: Guilherme Pina e Jéssica Araújo
Consultoria de leis de incentivo: Julio Augusto Zucca
Agenciamento: Agência Riff
Realização: Zucca Produções

Serviço
Dia 21 de Setembro de 2017, quinta-feira, a partir das 18h.
Noite de autógrafos com a autora Gisela de Castro e a ilustradora Anna Bella Geiger.

Festa na Hamburgueria VIKINGS

Rua General Dionísio, 11 / 3º Piso

Humaitá, Rio de Janeiro/RJ
(21) 2539-1403

Dia 24 de Setembro de 2017, domingo, a partir das 16h, tarde de autógrafos com a autora Gisela de Castro.

Livraria da Travessa – Barra Shopping

Av. das Américas, 4666, loja 220

Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ

(21) 2430-8100

Agenda Cultural RJ - Produção,  Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online.Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com
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O assunto da semana é o Rock in Rio, mas a cidade conta com roteiros “off”, que garantem diversão democrática e de graça na rua como o Rivalzinho, evento descolado do Teatro Rival Petrobras que tem chamado a atenção na Cinelândia. Nesta semana o agito noturno começa na quinta, 21, com Frankie Monstro e Bearbiekill


Frankie Monstro e Bearbiekill agitam a noite do Rivalzinho, na quinta-feira, e a na sexta é a vez da Festa Tombei na sua cara


O assunto da semana é o Rock in Rio, mas a cidade conta com roteiros “off”, que garantem diversão democrática e de graça na rua como o Rivalzinho, evento descolado do Teatro Rival Petrobras que tem chamado a atenção na Cinelândia. Nesta semana o agito noturno começa na quinta, 21, com Frankie Monstro e Bearbiekill, tocando de tudo nos comandos das carrapetas. Já na sexta, 22, acontece a festa “Tombei – Happy Hour na sua cara”.

Frankie Monstro - sucesso no elenco do Cabaré Diferentão, espetáculo apresentado no Teatro Rival Petrobras - vai pra rua colocar o público daÁlvaro Alvin -33 para dançarPOP “de raiz, daqueles que a gente ouve e não consegue não cantarolar, aqueles dos anos 90/2000”, diz. O artista performático ressalta que, das músicas atuais, “Despacito” é recorde de solicitações. “Já me pediram cinco vezes na mesma noite”. E num agito desbundado em que a variedade toma conta do quarteirão cultural da Cinelândia, Frankie Monstro (foto) também aposta nos grandes nomes da cena pop-funk do momento: “Não pode faltar Dua Lipa, Anitta e Pabllo Vittar”.

Pra quem ainda não conhece o som do DJ BearbieKill e de Frankie Monstro na HOLE (TV BAR), MORTA (Fosfobox) e BEARBIE (TV Bar) vai encontrar MUITA AGITAÇÃO, dos hinos clássicos às novidades passando, inclusive, pelos flop’s injustiçados! Porém, a festa não para por aí. A programação do Rivalzinho para sexta está ainda melhor.

Dia 22 - Já que é pra tombar... O Rivalzinho faz todo mundo descer até o chão com a festa “Tombei – Happy Hour na sua cara”. O evento tem entrada gratuita e está de volta nesta edição que vai celebrar a alegria de encontrar os amigos depois do trabalho. A rua, literalmente, vai virar uma pista de dança a partir das 19h, recebendo dezenas de pessoas no bar anexo ao tradicional Teatro Rival Petrobras. “Tombei” tem hip hop, house, pop, rastabunda, dance, rock nacional, música para rebolar e lacração certa.

O Rivalzinho vai levantar seu ânimo com o melhor do show de rua, no estilo carnaval fora de época que todo bom carioca adora. Para acompanhar o pedido você ainda pode desfrutar de muita comida gostosa, música boa, agitação e energia positiva. É só chegar!

A programação é gratuita para o público.

· Quinta-feira: Frankie Monstro e DJ BearbieKill
Sexta-feira: Tombei – Happy Hour
Horário: A partir das 19horas

Rivalzinho – Rua Álvaro Alvin, 33. Grátis. Quinta, 21, e Sexta, 22. Das 19h às 00h.

Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro - (21) 2240-9796



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Dia 22/09 No Rival , a voz poderosa de Ellen Oléria tomará conta do palco do Rival no dia 22, com o show “Afrofuturista”, em que a cantora e compositora combina samba, forró, carimbó, afoxé e maracatu, imprimindo timbres e arranjos modernos.

A voz poderosa de Ellen Oléria tomará conta do palco do Rival no dia 22, com o show “Afrofuturista”, em que a cantora e compositora combina samba, forró, carimbó, afoxé e maracatu, imprimindo timbres e arranjos modernos. 

No show, a artista combina ritmos brasileiros como o samba, o forró, o carimbó, o afoxé, o maracatu com os timbres e arranjos contemporâneos que apontam para um encontro urbano de identidades. Da poética das ruas, pela linguagem do hip-hop, às performances jazzísticas da banda em cena, o ambiente acústico converge modernidade e ancestralidade em arranjos elaborados.
Teclados: Salomão Soares, Baixo: Ed Menezes, Bateria: Célio Macie

SERVIÇO:
eatro Rival Petrobras
Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro - (21) 2240-9796
Dia 22/9 (sexta-feira) Ellen Oléria ‘Afrofuturista’:
Horário: 20h. Preços: R$ 50/25.
Capacidade: 400 pessoas
Censura: 18 anos

Bilheteria (novo horário!): terça a sexta das 13h às 21h; sábados e feriados das 16h às 22h.

http://www.rivalpetrobras.com.br/

https://www.facebook.com/teatro.rival/

Instagram: @teatro.rival

Twitter: @teatro_rival

VENDA DE INGRESSOS ONLINE:www.eventim.com.br (com cobrança de taxa de conveniência)
Aceitamos cartões de crédito e débito.
Abertura da casa: 1h antes do show

Assessoria de comunicação: Sheila Gomes (Imprensa.sheila@armazemcomunica.com.br) (21) 98479-7111(Whatsapp)

Gestora de Conteúdo de Mídias Sociais - Fernanda Con’Andra
(fernandaconandra@gmail.com)
Programação: Marcos Morales(rival.agenda@gmail.com)

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A Casa Museu Eva Klabin traz de volta à Zona Sul obras de Arthur Bispo do Rosário em Flutuações, exposição que marca a 22ª edição do projeto Respiração, com curadoria de Marcio Doctors. Considerado uma das maiores referências da arte contemporânea brasileira

Arthur Bispo do Rosário ganha exposição na Casa Museu Eva Klabin

"Flutuações" marca retorno à Zona Sul das obras inesquecíveis de um dos maiores nomes da arte contemporânea brasileira




A Casa Museu Eva Klabin traz de volta à Zona Sul obras de Arthur Bispo do Rosário em Flutuações, exposição que marca a 22ª edição do projeto Respiração, com curadoria de Marcio Doctors. Considerado uma das maiores referências da arte contemporânea brasileira, Bispo do Rosário é o primeiro artista morto a ser convidado para participar do projeto, que faz parte do circuito vip do ArtRio e abre as portas dia 14 de setembro.

Em Flutuações, nada na Casa será tirado do lugar e as obras de Bispo do Rosário não encostarão em nenhum objeto já presente. As doze obras selecionadas ficarão suspensas, como se estivessem flutuando, espalhadas pela sala renascença, hall principal, sala inglesa, sala de jantar, sala verde, quarto de dormir, closet e banheiro. No auditório com capacidade para 80 pessoas, será exibido o filme “O Prisioneiro da Passagem” (Hugo Denizart, 1982), onde é possível conferir depoimentos e imagens exclusivas de Bispo do Rosário.

A História de Arthur Bispo do Rosário:

Nascido em 1909, Bispo do Rosário viveu os últimos 50 anos de sua vida como interno na Colônia Juliano Moreira, até 5 de julho de 1989. Foi lá, por volta dos anos 60, após receber um “chamado divino”, que iniciou o seu processo de fazer “um levantamento de todas as coisas do mundo”, como costumava dizer. Um enorme inventário que representasse sua passagem pela terra, como um verdadeiro testemunho.

Um rico, detalhado, autêntico e genuíno registro de um cotidiano fisicamente limitado, composto por coleções de utensílios como talheres, pratos, copos, potes, vasos, pneus, roupas, vassouras, sapatos, vidros, telhas, e moedas, até estandartes mantos minuciosamente bordados com descritivos de situações da sua vida.

Mesmo sem se considerar um artista, mas um fazedor de coisas, Bispo do Rosário foi apreciado e admirado, ainda em vida, pelo meio da arte. Após sua morte é consagrado como um dos mais inventivos artistas brasileiros, graças à primeira exposição abrangente realizada sobre sua obra, em 1989, por Frederico Morais, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

O Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea é o guardião do acervo do artista e está localizado dentro do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira, no Rio de Janeiro. Vale ressaltar, ainda, que suas disputadas obras já foram expostas nos maiores e mais relevantes museus de todo o mundo, como Pompidou, em Paris, e o New Museum de Nova Iorque.

Nas palavras do curador Marcio Doctors:

“Flutuações” nos traz dois personagens que viveram em uma mesma época, numa mesma cidade, atravessaram o mesmo tempo, mas que eram totalmente distintos. Com diferentes perspectivas e percepções do mundo que os cercava, criaram suas próprias realidades, que podem ser interpretadas a partir de suas particularidades e diferenças sociais, nos deixando um legado singular de suas passagens pelo mundo. Hoje, duas grandes potências espirituais, Eva Klabin e Arthur Bispo do Rosário se encontram, sem se encostar, como foi assim em vida, em uma intervenção reflexiva e emocionante, marcando a 22ª edição do Respiração.

Casa Museu Eva Klabin

Av. Epitácio Pessoa 2480 | Lagoa | RJ

Tel: 3202 8550

cultura@evaklabin.org.br | www.evaklabin.org.br

Quando: De 14 de setembro de 2017 a 14 de janeiro de 2018

Visitação: De terça a domingo das 14 às 18 hs

Ingressos:

R$ 10,00 (inteira) | R$5,00 (meia – acima de 60 anos e estudantes)

Gratuidade: crianças até 10 anos e aos finais de semana e feriados.

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16ª edição do EncontrArte acontece entre 28 de setembro e 8 de outubro, em Nova Iguaçu, com toda programação gratuita.


Andréa Beltrão se apresenta e recebe homenagem no grande festival de teatro da Baixada Fluminense


16ª edição do EncontrArte acontece entre 28 de setembro e 8 de outubro, em Nova Iguaçu, com toda programação gratuita.

Foto de divulgação: Matheus José Maria
Descrição: Antígona_Fotos de Matheus José Maria_007release


Antígona, com Andréa Beltrão, abre a programação do EncontrArte 2017 dia 28 de setembro, 20h no Sesc Nova Iguaçu. Dirigida por Amir Haddad, a atriz protagoniza monólogo adaptado da tragédia grega de Sófocles.



Figurinistas, cenógrafos, produtores, enfim, são inúmeros os empregos diretos e indiretos gerados por uma produção teatral. Imagine um festival que reúne várias peças e profissionais que trabalham ao longo de todo o ano para levar a melhor programação para o público. No próximo dia 28 de setembro até o dia 8 de outubro acontecerá a décima sexta edição do EncontrArte - Encontro de Artes Cênicas da Baixada Fluminense - e com ele a discussão em torno dessa economia criativa que envolve a produção teatral e que cada vez mais se desenvolve no país.

Com o patrocínio da Petrobras por meio das leis de incentivo do Brasil, do Governo do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, o EncontrArte também conta com a parceria do Sesc e da prefeitura e câmara municipal de Nova Iguaçu. O festival vai homenagear nesta edição a atriz Andréa Beltrão, que abrirá o evento com a peça Antígona, dia 28 de setembro, 20h no Sesc Nova Iguaçu. A homenagem local será feita a Cesário Candhí, ator e dramaturgo, e in memoriam o troféu será para o grande ator Paulo Goulart.


- A arte além de tudo é um oficio e como tal deve ser reconhecido e remunerado. Não podemos nos esquecer jamais disso, senão perdemos totalmente a razão da nossa luta por melhores condições de trabalho, diz Fábio Mateus, um dos diretores do EncontrArte.



Em 15 anos de existência, o EncontrArte já apresentou 247 espetáculos, além de 31 oficinas, nove seminários e reuniu mais de 100 coletivos da Baixada Fluminense em apresentação de espetáculos, cortejos e performances artísticas. Cerca de 200 mil pessoas já passaram pelo evento desde então, que já prestou 18 homenagens a artistas nacionais e 16 a artistas regionais.



Ao longo de 11 dias o município de Nova Iguaçu receberá o principal festival de teatro da Baixada Fluminense respeitado em todo país, que este ano trará 17 espetáculos, sendo 10 adultos e 7 infantis. Todos apresentados gratuitamente, com retirada de senha a partir de uma hora antes de cada espetáculo. O público ainda terá uma manhã inteira de atrações no último dia do evento, domingo (8), haverá uma maratona de amor às crianças e a família. O “Dia de Fazer o Bem” traz uma programação com atrações diversificadas de arte (Teatro, recreação, cidadania, entre outros) na Praça do DPO em Miguel Couto, entre 9 e 13h. Nesse dia haverá a distribuição de brinquedos, arrecadados durante o festival, em comemoração ao dia das crianças. O Teatro Sylvio Monteiro além de programação teatral, servirá de palco no dia 2 de outubro para uma discussão em torno da economia criativa. Coletivos e pessoas ligadas à

área cultural, apresentarão pensamentos e propostas para o setor na Baixada Fluminense e regiões periféricas. O evento acontece das 9 às 12h.

- É muito gratificante poder levar arte e educação de graça para uma região que ainda é muito carente e com pouca visibilidade. É uma honra reunirmos uma programação com espetáculos diversos de nosso Brasil. – dizem Claudina Oliveira e Tiago Costa também diretores do festival.

Toda a programação, detalhes e informações através do site: http://encontrarte.com.br/agenda/


SERVIÇO
EncontrArte – Encontro de Artes da Baixada Fluminense
De 28 de setembro a 8 de outubro de 2017
Local: Sesc Nova Iguaçu
Endereço: Rua Dom Adriano Hipólito, 10 - Moquetá, Nova Iguaçu - RJ,
Entrada Gratuita em todos os espetáculos. - Informações: (21) 3066-0054 e 98552-3055

Programação no site www.encontrarte.com.br


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Inspirado na obra de poesias eróticas “O Livro Vermelho de Maria Vasco”, o espetáculo “Sons de Vermelho” traz à cena a liberdade da mulher pelo gozo em um projeto multidisciplinar que reúne linguagens teatrais, performance e dança

SONS DE VERMELHO – Ensaio Aberto – segundas, 18 e 25 de setembro

Inspirado na obra de poesias eróticas “O Livro Vermelho de Maria Vasco”, o espetáculo “Sons de Vermelho” traz à cena a liberdade da mulher pelo gozo em um projeto multidisciplinar que reúne linguagens teatrais, performance e dança. Concebido e dirigido por Pedro Nogh, com co-direção de Hayla Barcellos e Danielle Oliveira, o trabalho não pretende fazer arte panfletária. A busca é pela beleza poética, expressividade e, principalmente, o auto-conhecimento e auto-controle da mulher sobre seu corpo, seus desejos e seu prazer. O elenco é composto por Sophia Dornellas, Danielle Oliveira, Renata Mattos, Maria Augusta Montera, Jana Torres, Bel Machado e Viviane Cataldi. O roteiro da peça é uma criação coletiva do elenco e dos diretores.
SERVIÇO
Sons de Vermelho | Ensaio Aberto 
Dias: 18 e 25 de setembro (segunda-feira)
Horário: 21h
Local: Teatro Solar de Botafogo
Endereço: Rua General Polidoro 180, Botafogo - Rio de Janeiro, RJ –  Tel.: 2543.5411
Ingressos: R$40; R$20 (meia)
Classificação: 14 anos
Casa acessível para cadeirantes

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Cantora e violonista leva show com repertório especial, o novo disco e as canções e histórias de 25 anos de carreira.

Badi Assad faz única apresentação no Rio de Janeiro

Cantora e violonista leva show com repertório especial, o novo disco e as canções e histórias de 25 anos de carreira.




A cantora e violonista, Badi Assad estará no no Rio de Janeiro para única apresentação, no dia 21 de setembro, na Casa de Baco, com participação especial da cantora, Joyce Cândido. O show traz um repertório bastante especial, do novo disco Singular, mas também parte da bagagem acumulada neste marco de 25 anos, interpretando músicas representativas desta trajetória e revivendo algumas boas histórias. 

Badi completou 25 anos de carreira, que conquistou o cenário internacional, sempre buscando romper o lugar comum: ela experimenta, cria e explora os sons, seja modificando formas tradicionais no uso dos instrumentos ou inovando no violão, efeitos vocais e percussivos.

No seu último e 14º álbum, Singular (lançado com o nome Hatched nos EUA e Europa), mais uma vez se reinventa. O disco traz músicas autorais com Entrelaçar, parcerias (com Sérgio Assad, Daved Levitan e Zélia Duncan) e releituras que atribuem roupagem brasileira à músicas do pop alternativo internacional. Badi selecionou jovens artistas que tem o que falar, como Lorde, Alt-J, Mumford & Sons, Hozier e Skrillex. Como é característico em seu trabalho, colocou sua assinatura musical nas canções.

A faixa do disco, Vejo Você Aqui, música composta em parceria com Zélia Duncan, acaba de ganhar um videoclipe gravado na tranquilidade de Paraty. Intimista e contemplativa, a balada fala de sentimentos como solidão e amor.







Há ainda muito mais por onde "passear" neste show. Sua discografia soma discos lançados pelo mundo e muitos deles premiados, como Wonderland, considerado pela BBC (Londres) como um dos 100 melhores álbuns do ano e ficou em 27º no ranking da Amazon mundial. Amor e Outras Manias Crônicas, primeiro trabalho independente e totalmente autoral, conquistou o prêmio de Melhor Compositora de 2012 pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), dele, a canção ‘Pega no Coco’ ganhou o 1º lugar no prestigiado ‘USA International Songwriting Competition’. Cantos da Casa, álbum de estreia direcionado para as crianças, ganhou o 'Troféu Cata-Vento' (da Fundação Padre Anchieta) como melhor disco infantil do ano.

Vá conferir este show especial e ver ao vivo o estilo único de expressão artística de Badi Assad.






SERVIÇO

Badi Assad - Singular + #Badi25anos
Participação especial de Joyce Cândido
Dia 21/09/2017, quinta-feira, às 22h
Loca: Casa de Baco

Rua da Lapa 243, Centro - Rio de Janeiro

Telefone: (21) 3439-9929
Duração: 75 minutos
Ingressos: R$ ​40,00 (inteira), R$ 30,00 (lista amiga)
Reservas por email: casadebacocuradoria@gmail.com
Estacionamento ao lado.
Aceitamos todos os cartões de crédito apenas no consumo
Assista os outros clipes do disco Singular:

Little Lion Man> https://www.youtube.com/watch?v=NbYL8xrrIXU

Royals> https://www.youtube.com/watch?v=uItaOo39ytE


Canais Badi Assad:

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GRUPO ARMATRUX ESTREIA ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


GRUPO ARMATRUX ESTREIA ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO




De banda pra lua mistura teatro de sombras e teatro físico para criar uma aventura povoada por seres encantados








O grupo de teatro mineiro Armatrux desembarca no Teatro de Arena da CAIXA Cultural Rio de Janeiro para cinco apresentações do espetáculo infantojuvenil De banda pra lua. Em temporada no estado, a peça terá apresentações entre os dias 7 e 15 de outubro (sábados e domingos, com sessão extra na quinta, 12), às 16h, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.


Em De banda pra lua, o grupo se vale do teatro de sombras, elemento essencial para a construção do ambiente mágico proposto pela dramaturgia. No enredo, Tonico e Bié moram na roça com o pai e a mula Madrugada. Apaixonados pela lua e seus mistérios, as crianças e Madrugada vivenciam aventuras marcadas por encantamento, trapalhadas, risos e sustos. O mundo da imaginação é o palco perfeito para essa misteriosa e terna história povoada de seres fantásticos, como São Jorge, o dragão, a lua e aparições de outro mundo.



A montagem, realizada pela primeira vez em 2007, iniciou a parceria entre o Armatrux e o diretor e dramaturgo Eid Ribeiro que se mantêm até os dias atuais. Com uma proposta voltada para o trabalho do ator, a peça dá prosseguimento a uma das marcas do grupo: caminhar entre o teatro físico e o teatro de objetos, o absurdo e a contemporaneidade.

Foi vencedora de prêmios importantes, como 1º Prêmio de Dramaturgia Infanto-Juvenil de Minas Gerais (2005), o Prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz (2006), e o 1º e 2º Prêmios “Cena Minas” (2007 e 2008) na categoria “Formação de Público”. Além disso, recebeu, em 2008, onze indicações para o Prêmio Sinparc e quatro para o Prêmio Sesc-Sated.









No dia 10 de outubro (terça-feira), das 10h às 18h (com intervalo de 12h às 13h), o grupo apresentará a oficina gratuita O ator, o objeto e a cena. Voltada para estudantes de teatro e profissionais da área artística com idade acima dos 14 anos, a oficina abordará elementos do processo criativo, exercícios físicos, jogos teatrais e de percepção, estudos das relações cênicas entre ação e objeto e técnicas de improvisação com o objetivo de estabelecer uma reflexão sobre o caminho da construção cênica/dramatúrgica característica do Armatrux. Serão oferecidas 20 vagas, e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail producao@armatrux.com.br. 

















O Armatrux:
Fundado em Minas Gerais, em 1991, o Grupo de Teatro Armatrux destaca-se pela construção de uma estética que alinha o trabalho físico, a manipulação de objetos e bonecos, a construção de imagens e os recursos circenses. Através de várias parcerias artísticas, o grupo desenvolveu uma linguagem própria, aberta a possibilidades de encenação muito diversas.


No total, são 19 espetáculos encenados, construindo uma trajetória e um repertório rico que levou o Armatrux a se apresentar em vários países, em todos os estados brasileiros e em mais de 50 cidades do interior de Minas. Assim, o Armatrux corre o Brasil e o mundo consolidando a importância das artes cênicas mineiras e totalizando um público de mais de meio milhão de pessoas em suas apresentações e oficinas.


Ficha técnica:

Direção e Dramaturgia: Eid Ribeiro
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Fernanda Vianna
Cenógrafo e Figurinista: Marney Heitmann
Iluminação: Telma Fernandes
Preparação vocal: Babaya
Elenco: Cristiano Araújo, Eduardo Machado, Paula Manata, Raquel Pedras, Rogério Araújo e Tina Dias 
Ator Convidado: Fabiano Persi
Trilha sonora: Lênis Rino e Eid Ribeiro
Maquiagem: Mona Magalhães
Bonecos: Oficina Armatrux
Produção Executiva: Luiz Fernando M. Vitral
Produção Local: Agenda Cultural RJ
Fotografia: Bruno Magalhães/Nitro

Serviço:
Espetáculo infantil De banda pra lua
Data: de 7 a 15 de outubro de 2017 (quinta, sábados e domingos)
Horário: 16h
Duração: 60 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia. 
Lotação: 84 lugares (mais 2 para cadeirantes) 
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Após sucesso de público e crítica em São Paulo, o espetáculo teatral Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar realiza curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 22 de setembro a 1º de outubro

ESPETÁCULO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO COMPILA PEÇAS CURTAS DO DRAMATURGO ROMENO MATÉI VISNIEC


Montagem da Cia. Os Barulhentos venceu os prêmios de Melhor Espetáculo APCA 2015 e Melhor Direção Aplauso Brasil 2015

Após sucesso de público e crítica em São Paulo, o espetáculo teatral Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar realiza curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 22 de setembro a 1º de outubro (sexta a domingo). A montagem da companhia paulista Os Barulhentos, com direção de Rodrigo Spina, apresenta ao Rio de Janeiro o trabalho do dramaturgo romeno Mátei Visniec. A temporada oferece audiodescrição para deficientes visuais nas apresentações dos sábados (23 e 30 de setembro) e conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Ganhadora dos prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Espetáculo 2015 e Aplauso Brasil de Melhor Direção 2015, a peça foi criada a partir da obra Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias. Com encenação em três atos, o espetáculo tem como uma de suas marcas, uma estética inovadora, na qual tons de cinza, branco e preto cobrem o palco, os atores e o figurino.

Incentivados pela própria liberdade dada por Visniec no prefácio do texto, o diretor e o grupo realizaram um extenso trabalho sobre a dramaturgia, no qual optou-se por entrecortar 14 das 15 peças presentes no escrito original, tendo como fio condutor um personagem cego. Inicialmente divididas em três grandes eixos – Fronteiras, Agorafobias e Desertos – as tramas fluem interligadas de forma que comecem e sejam interrompidas por outras, que, por sua vez, saem de cena para que, só então, as primeiras se finalizem.

Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar é o resultado de um ir e vir de tipos solitários, que vivem abismos nas mais variadas formas de relações que daí se sucedem. Através de uma abordagem fragmentada, uma diversidade de temas se apresenta para a reflexão do público, entre eles: a solidão em meio à multidão; a distância entre dois seres na intimidade do lar; a opressão que se dá pelo poder direto do aparato policial ou pelo poder sutil da legalidade e burocracia; e os absurdos cometidos em nome da pátria, religião ou democracia. “Visniec valoriza o teatro enquanto arte viva, dando ao encenador a liberdade para imprimir seus questionamentos e identidade à apresentação”, revela o diretor Rodrigo Spina.

Após a temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo segue para temporada na CAIXA Cultural Curitiba ainda em outubro de 2017.

SAIBA MAIS



Mais recentemente, estiveram presentes no espetáculo Diásporas, que apresenta três histórias sobre três povos fictícios vividos por três diferentes companhias. Os Barulhentos representaram o povo do deserto somando, junto com a a Cia. Histriônica de Teatro e a Cia. Elevador e convidados, 45 atores em cena.

Para mais informações e atualizações, siga a página do grupo no Facebook: https://www.facebook.com/osbarulhentos.com.br/

Sobre o autor:
Matéi Visniec nasceu na Romênia em 1956 e desde pequeno encontrou na literatura um lugar dedicado à liberdade. Censurado durante o a ditadura de Nicolae Ceaușescu, suas peças só vieram a público em 1987, durante seu autoexílio na França, onde vive até hoje. Ter vivido sob um regime autoritário influenciou definitivamente a obra de Visniec, sendo constante o tema da inadequação do ser humano ante a máquina estatal e a solidão daí proveniente. O autor, porém, não restringe esse conflito ao jugo ditatorial, demonstrando, por meio de um texto ao mesmo tempo lírico e ácido, que a democracia também pode tolher a humanidade do indivíduo.

Ficha técnica:
Autor: Matéi Visniec
Direção Artística: Rodrigo Spina
Elenco: Cadú Cardoso, Clara Rocha, Domitila Gonzalez, Elias Pintanel, Gustavo Pompiani, Lia Maria, Lucas Horita, Lucas Paranhos, Marina Campanatti, Murilo Zibetti
Assistente de Direção e Stand-in: Thalita Trevisani
Cenário: Moshe Motta
Figurino: Camila Fogaça
Maquiagem: Domitila Gonzalez
Sonoplastia: Rodrigo Spina e Maria Claudia Mesquita
Iluminação: Lui Seixas
Cenotécnico: Mateus Fiorentino e Isis Mara Angrisani
Design gráfico: Ed Santana
Fotografia: Domitila Gonzalez e Valerie Mesquita
Assessoria de imprensa: Edu Leah, Ana Paula Romeiro e Silvana Cardoso
Produção e Realização: Os Barulhentos

Vídeo:
https://youtu.be/zFAVNRB9VlY




Serviço:
Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar
Data: de 22 de setembro a 1º de outubro (sexta a domingo)
Horário: 19h
Duração: 110min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Lotação: 80 lugares
Classificação indicativa: 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Sessões com audiodescrição nos dias 23 e 30 de setembro (sábados)
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Não percam! Últimas apresentações do Espetáculo “Zoológicos na Sede das Cias, na Lapa.


Espetáculo “Zoológicos” na Sede das Cias, na Lapa

Texto de John Marcatto ganha direção de Leandro Mariz e fica em cartaz até 21 de setembro de terça a quinta às 20h.


ZOOLÓGICOS é um espetáculo teatral que se propõe a lançar um olhar sobre a ética das relações humanas e as crises que desestruturam a sociedade. Em cena, seres humanos que deixam aflorar aspectos selvagens, animalescos, de suas personalidades, afetados por suas experiências individuais e coletivas que balizam a nem sempre harmoniosa convivência em grupo, sua conduta social, desejos e frustrações. A peça estreia na Sede das Cias dia 29 de agosto e fica em cartaz de terça a quinta às 20h, até o dia 21 de setembro.



O espetáculo conta a história de dois casais, cuja troca de pares revela que as diferenças alheias não são toleradas. Numa patologia que vincula a falta de limites éticos e morais à habilidade de seduzir, os pares envolvem-se, erótica e profundamente de tal modo que sua convivência pode resultar tanto em imenso prazer como em intenso sofrimento.

Em sua estrutura, o texto rompe regras ao apresentar uma estrutura não linear, alterando o tempo medido cronologicamente. Semelhante ao adestramento de animais, a dramaturgia insinua um processo metafórico sobre a “domesticação”. Essa ocorre quando o treinador impõe uma ação ao animal que, ao executá-la bem, pode obter uma recompensa, constituindo um movimento contínuo de ação, satisfação, repetição e nova ação.


Desse modo o texto busca estimular a interação do público, deixando-o desconfortável, pois o trabalho de recompensa é estruturado na incerteza, para logo adiante dar-lhe o conforto da lógica, sua recompensa. Há quatro fifios condutores da história, cada um domesticando (ou tentando domesticar) a si e aos outros. Antônio, um homem de honrada aparência, que dirige um instituto destinado à sociabilização para jovens assassinos, em segredo, relaciona-se com a ex-interna Kika, que, por sua vez, tenta reconstruir sua vida. Babu, outro ex-interno, alcançou a ressocialização, mas precisa da ajuda de Antônio para salvar a bela e misteriosa Ilana, cuja natureza é aparentemente indomável. Num jogo perverso, cujas ações e palavras são armas para o jogo amoroso, com alto grau de envolvimento erótico afetivo, os dois casais provocam-se mutuamente, criando um ambiente que extrapola qualquer limite moral ou ético. O que vale é o que está em jogo.


SAIBA MAIS

SERVIÇO:
Zoológicos
Local: Sede das Cias. – Rua Manoel Carneiro, 12 – Escadaria do Selarón – Lapa. Tel: (21) 2137-1271
Temporada: de 29 de agosto a 21 de setembro.
Horários: Terças, Quartas e Quintas, às 20h.
Capacidade: 60 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos
Gênero: Drama
Ingresso: R$ 40,00 inteira (R$ 20,00 meia).

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ÊXTASE ANOTADO ESPETÁCULO INSTALAÇÃO DE CRISTINA FLORES E LETICIA MONTE ESTREIA EM CARTAZ ATĖ 1/10 NO SESC COPACABANA

ÊXTASE ANOTADO

ESPETÁCULO INSTALAÇÃO DE CRISTINA FLORES E LETICIA MONTE ESTREIA EM CARTAZ ATĖ 1/10 NO SESC COPACABANA

o Concebido a partir da tradução-tese de Ana Cristina Cesar para o conto Bliss, de Katherine Mansfield;

o Instalação sonora traz narração de Alamo Facó, Branca Messina, Drica Moraes, Ismar Tirelli Neto, Lola Sanchez e Mateus Solano;

o Som se movimenta num espaço tridimensional que transporta o público para dentro da ação, inaugura na cena o uso de uma tecnologia de som de cinema.


Êxtase anotado é um espetáculo-instalação concebido a partir da tradução-tese de Ana Cristina Cesar para o conto Bliss de Katherine Mansfield. Bliss é uma palavra quase intraduzível, assim como o universo feminino descrito neste conto. Mansfield constrói, com delicadeza e ironia, um texto que fala sobre as mulheres e seus sentimentos diante da norma e da opressão. O dispositivo cênico é composto por uma instalação sonora imersiva, uma instalação espacial e a pela performance das artistas Cristina Flores e Leticia Monte.

Bliss, escrito por Katherine Mansfield e publicado em 1918, é um de seus trabalhos mais conhecidos e icônicos. Bliss é uma palavra quase intraduzível, assim como o universo feminino descrito neste conto. Mansfield constrói, com delicadeza e ironia, um texto que fala sobre as mulheres e seus sentimentos diante da norma e da opressão. Sua linguagem densa e subliminar tornou-se a grande referência para mulheres escritoras. Concebido em plena efervescência da primeira onda do movimento feminista, Bliss é hoje consagrado como a expressão literária mais completa daquele momento.


Em 1981, 63 anos depois, Ana Cristina Cesar, poeta também referência da escrita de mulheres, se aventura na tradução de Bliss como trabalho final de mestrado na Universidade de Essex, na Inglaterra. A poeta investe na ambiguidade e intensidade do texto de Mansfield e escreve O conto Bliss anotado, enfrentando o mar aberto da tradução literária. O resultado foi a tradução/criação de um conto relativamente curto com oitenta notas de rodapé, iluminando as infinitas possibilidades de interpretação e leitura da palavra literária.

Hoje, Cristina Flores e Leticia Monte propõem uma nova tradução. Desta vez, a transposição de linguagem para a cena contemporânea, com a criação de um espetáculo-instalação tendo como ponto de partida a tradução-tese de Ana Cristina Cesar do conto de Katherine Mansfield. Com orientação de pesquisa de Heloisa Buarque de Hollanda e direção de movimento Ana Vitoria, Êxtase anotado é formado por duas instalações penetráveis sobrepostas: a primeira é sonora e imersiva, enquanto a segunda é espacial.

A instalação sonora é composta a partir da narração gravada do conto Êxtase (Bliss), interpretado por Alamo Facó, Branca Messina, Drica Moraes, Ismar Tirelli Neto, Lola Sanchez e Mateus Solano, além das duas criadoras. Êxtase anotado inaugura, na cena teatral, o uso da tecnologia Dolby Atmos, que faz o som se movimentar num espaço tridimensional que transporta o público para dentro da ação. A instalação espacial é constituída por uma enorme mesa plantada, um jardim de plantas-coração, um ‘viveiro-célula’ inspirado no conceito de Cells da artista Louise Bourgeois e na experiência dos penetráveis de Helio Oiticica. Em Êxtase anotado, o som, a cadência e a imaginação do público são elementos referenciais. A ausência de hierarquia entre os seus elementos constituem a polifonia desta obra inédita que propõe o cruzamento entre linguagens artísticas e reivindica uma cena expandida. Ao mesmo tempo, esta cena se constitui como uma escultura sonora, física e performática.

“Katherine dizia que escrevia como se fosse para ser lido em voz alta. A partir desse formato que a autora propõe, pensamos, desde o início, que seria muito interessante ter o conto Bliss como uma leitura, uma história contada em uma dimensão sonora, como uma peça radiofônica, uma narração”, explica Leticia Monte. “Apresentamos o conto como uma instalação sonora tridimensional; ao mesmo tempo em que trazemos a Ana Cristina Cesar por meio das notas produzidas por ela, a partir da traduzir ao conto, lidas ao vivo. Êxtase Anotado convida o público a experimentar a relação com Bliss de uma forma mais próxima e anotada”, completa Cristina Flores.

ÊXTASE ANOTADO

www.extaseanotado.com.br

Temporada: de 08 de setembro a 01 de outubro.

Apresentações: sextas e sábados, às 19h, e domingos, às 18h.

Local: Sala Multiuso do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira 160. Tel.: 2547-0156

Ingressos: R$ 6 (associado do SESC), R$12 (meia) e R$ 25 (inteira).

Classificação indicativa: livre. Duração: 70 min. Lotação: 40 pessoas


FICHA TÉCNICA:

Concepção, Direção, Dramaturgia, e Performance: Cristina Flores e Leticia Monte

Textos: Ana Cristina Cesar e Katherine Mansfield

Áudio imersivo: vozes de de Alamo Facó, Branca Messina, Cristina Flores, Drica Moraes, Ismar Tirelli Neto, Leticia Monte, Lola Sanchez e Mateus Solano

Desenho de som: Cristina Flores, Leticia Monte e Yan Saldanha

Orientação de pesquisa: Heloisa Buarque de Hollanda

Direção de Movimento: Ana Vitoria

Projeto Gráfico: Fernanda Kassar e Priscila Lopes/ Vento Estudio

Projeto Sonoro: Yan Saldanha

Mixagem de som: Eduardo Andrade e Yan Saldanha

Edição de som: Antonio Grosso e Yan Saldanha

Gravação: Antonio Grosso, Edielson Aureliano e Yan Saldanha

Mixado nos estúdios Dolby Lab, agosto de 2017, São Paulo

Luz: Vitor Emanuel

Instalação jardim: Carla Berri, Cristina Flores, Leticia Monte e Lívia Charret

Controller: Danielle Lopes

Produção: Alex Nunes, Ana Casalli, Camila Leal, Maria Albergaria, Nathalia Pinho e Silvio Batistela

Direção de produção: Sergio Saboya

Realização: Espiral e Galharufa Produções Culturais


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