segunda-feira, 27 de abril de 2015

RIO FLOYD MACHINE Tributo a Pink Floyd Especial – Wish You Were Here - Dia 2 de maio ás 19h30.

Em maio, a Rio Floyd Machine volta ao palco do Teatro Rival Petrobras. E para homenagear o aniversário de 40 anos do lançamento do “Wish You Were Here”, a banda tocará o disco na íntegra, além de diversos sucessos da trajetória do Pink Floyd, em mais de duas horas de show.  O evento acontece no dia 2 de maio, sábado, às 19h30.


A Rio Floyd Machine é uma banda com 5 anos de estrada, que tem como objetivo reviver a trajetória do Pink Floyd. Composta por 10 integrantes, entre backing vocals femininas e saxofonista, a Rio Floyd Machine leva os timbres idênticos, os arranjos de álbuns e de shows do grupo inglês aos palcos cariocas. Todas as fases do Pink Floyd estão compreendidas em nossos shows.
É um minucioso trabalho, resultado do esforço individual e da paixão de cada integrante.  Em cada show, a Rio Floyd Machine leva você a uma viagem pela longa estrada que o grupo inglês ainda trilha.  Bem vindo à máquina do tempo “Rio Floyd Machine”. Welcome to the Machine!!!

Serviço: 
Rio Floyd Machine
Teatro Rival Petrobras
Dia: 2 de maio, sábado, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469
R$ 60 (Inteira)
R$ 40 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (Meia-entrada)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares

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domingo, 26 de abril de 2015

1° Concerto da Série “Domingos no Jardim Botânico”- Homenagem ao Dia das Mães – Espaço Tom Jobim – 11h. Entrada Franca


O Projeto Estrada Cultural nasceu da crença de que a música é uma forte aliada na transformação social e cultural de crianças, adolescentes ou jovens.

Diversas pesquisas demonstram isso. Quem já não ouviu falar dos benefícios da música para acalmar as crianças? E o famoso ditado “quem canta, seus males espanta”? Quem já não chorou ouvindo uma bela canção que evoca boas ou más lembranças?

Fato é que a música fala diretamente ao coração, impedindo que barreiras pré-conceituais, estabelecidas no consciente ou subconsciente, impeçam-no de ser tocado por seu apelo e beleza.

Por isso investimos nesta crença. Essa, no nosso entender, é a forma mais rápida e simples de se mudar o mundo. E temos como opção preferencial as comunidades em alto risco social. E temos dedicado a elas nosso melhor.

Hoje estamos na Maré, na Penha, no Caju e em Xerém.

O Projeto Estrada Cultural diferencia-se dos demais projetos sociais por seu objetivo ousado: formar músicos.

Não queremos ser mais um projeto que pretende apenas ocupar o tempo dos pequeninos. Queremos dar a eles um motivo para sonhar, acreditar num futuro melhor.

Concebido após dois anos de preparação e estudos pela equipe da Associação Cultural Armando Prazeres, o Estrada Cultural utiliza a música como ferramenta de transformação social e, consequentemente, profissional.

Suas atividades se dão por:

aulas de iniciação e percepção musical
aulas de cidadania através da harmonia e da participação na música em conjunto
aulas práticas de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta doce, flauta transversa e oboé.
O monitoramento de frequência e desempenho é também um forte aliado na formação das crianças e jovens como verdadeiros cidadãos.

O trabalho abrange hoje 300 crianças, na faixa de 8 a 16 anos, todas moradoras de comunidades em risco social. O primeiro fruto de nosso trabalho é a ORQUESTRA MARÉ DO AMANHÃ, que já começa a preparar os jovens para o universo da música clássica profissional.

O projeto, porém, não para por aí. Queremos transformar o Rio de Janeiro e, quem sabe, o Brasil através da música.

Carlos Eduardo Prazeres, Fundador e Diretor Executivo
Fundador do Projeto Estrada Cultural e criador da Orquestra Maré do Amanhã, Carlos Eduardo Prazeres decidiu transformar a dor em caminho para transformação de vidas.
Filho do Maestro Armando Prazeres, sequestrado e assassinado em 1999, Carlos Eduardo escolheu a Maré para iniciar uma revolução transformadora com crianças e adolescentes das escolas públicas da região onde, supostamente, moraria o assassino de seu pai. O projeto vem revelando talentos e mudando vidas, sendo já referência de qualidade e seriedade.

Formado em Jornalismo pela PUC e em Letras pela UFRJ, Carlos Eduardo trabalhou por 16 anos na ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA, levando o grupo a tornar-se a melhor orquestra do Rio de Janeiro e a segunda melhor do país até sua saída, em fevereiro de 2008.

Desde a sua entrada, com ideias inovadoras, a orquestra não parou de crescer. Foi através dele que o conjunto iniciou uma parceria de sucesso com a MPB, numa exitosa gravação/turnê com a cantora Gal Costa, que originou o premiadíssimo “CD Acústico”, e com o cinema nacional – foram diversas trilhas gravadas pela orquestra, tais como “Carlota Joaquina”, “Bela Donna”, “Tainá”, “Aleijadinho”, “O Guarani”, entre outras.

Junto ao maestro Roberto Tibiriçá, criou os três mais importantes concursos de música da história recente do país: Concurso Armando Prazeres para jovens solistas, Concurso Eleazar de Carvalho para jovens regentes e Concurso Cláudio Santoro para jovens compositores, este último em parceria com a Academia Brasileira de Música.

Sob sua liderança, formou-se a mais talentosa equipe de produção do país. Enxuta com apenas 10 integrantes, a equipe de produção da OPES foi referência no I Encontro de Orquestras Sinfônicas, promovido pela OSESP em 2006.

Em ambas as ocasiões, Prazeres destacou-se, tendo, no encontro promovido pela OSESP, liderado os presentes para a criação da Liga das Orquestras Sinfônicas Brasileiras.







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sexta-feira, 24 de abril de 2015

MINISTÉRIO DA CULTURA, STOMP and GLYNIS HENDERSON PRODUCTIONS apresentam STOMP DE VOLTA AO BRASIL PARA UMA EXTENSA TURNÊ ENTRE ABRIL E MAIO Grupo percussivo que faz sucesso em apresentações na Broadway e na London West End usando instrumentos inusitados Rio de Janeiro, Fortaleza e Natal



Steve McNicholas
Mais fotos em alta resolução em www.opuspromocoes.com.br
A Opus Promoções confirmou: o Stomp volta ao Brasil neste ano para uma extensa turnê entre abril e maio. O grupo percussivo que faz sucesso em apresentações na Broadway e na London West End usando instrumentos inusitados – como vassouras, baldes e caixas de fósforos – além do próprio corpo dos artistas, começa as apresentações brasileiras com uma curta temporada em Porto Alegre, de 8 a 10 de abril, no Teatro do Bourbon Country, seguindo depois para São Paulo (de 15 a 17 de abril, no Teatro Bradesco), Rio de Janeiro (de 23 a 25 de abril, no Teatro Bradesco), Fortaleza (2 de maio, no Teatro RioMar Fortaleza) e Natal (5 a 7 de maio, no Teatro Riachuelo). A trupe está em excursão há 24 anos e já realizou mais de 20 mil shows, tendo se apresentado para cerca de 12 milhões de pessoas, incluindo celebridades como Bob Dylan, Bruce Springsteen, Liza Minnelli e Tom Waits.
Com uma combinação única de percussão, movimento e comédia visual, o Stomp foi criado em Brighton, na Inglaterra, durante o verão de 1991, como resultado de uma colaboração de dez anos entre os criadores Luke Cresswell e Steve McNicholas. Os dois trabalharam juntos pela primeira vez em 1981 como membros da banda de rua Pookiesnackenburger e
do grupo teatral Cliff Hanger. Juntos apresentaram uma série de musicais de rua no Festival de Edimburgo e ao longo dos anos 1980.
Após dois álbuns, uma série para a TV britânica e uma extensa turnê pela Europa, Pookiesnackenburger ainda produziu o aclamado comercial para a Heineken intitulado Bins (https://www.youtube.com/watch?v=P31iUXt8KyM). O trabalho foi originalmente escrito e coreografado por Luke como parte do show da banda e acabou sendo o ponto de partida para as famosas danças de Stomp com tonéis de lixo.



Em 1986, Luke e Steve criaram um vídeo de percussão de oito minutos para um especial da HBO com Bette Midler chamado Mondo Beyondo. Entre 1987 e 1990, Luke foi diretor musical e artístico de quatro grandes eventos ao ar livre, incluindo Beat The Clyde, que envolveu uma orquestra flutuante no centro de Glasgow, e o Heineken Hove Lagoon Show.
Em 1991, Steve e Luke criavam o Stomp, realizando a pré-estreia no London’s Bloomsbury Theatre e lançando o grupo no Assembly Rooms, em Edimburgo, na Escócia, onde foi o eleito da crítica do The Guardian’s e ganhou o prêmio Fringe do Daily Express. Entre 1991 e 1994, o elenco original de Stomp se apresentou para públicos qualificados ao redor do mundo: de Hong Kong a Barcelona, de Dublin a Sidney. A turnê culminou numa temporada esgotada no London’s Sadler’s Wells Theatre, na Inglaterra, em janeiro de 1994, quando Stomp recebeu uma indicação ao Olivier por Melhor Entretenimento e ganhou a Melhor Coreografia no West End Show.
Uma versão expandida de Stomp, envolvendo um elenco de mais de 30 artistas, foi criada para o Brighton Festival sendo aplaudida mais tarde em Melbourne, na Austrália. O trabalho também foi apresentado em setembro de 1995 ao ar livre, na Acrópole, em Atenas, e no Royal Festival Hall, em Londres. Esta produção quebrou todos os recordes que haviam sido estabelecidos por Frank Sinatra em 1972.
O Stomp iniciou sua jornada no Orpheum Theatre, em Nova York, em fevereiro de 1994 e rapidamente conquistou o Obie e o Drama Desk Award pela Mais Original Experiência Teatral. No verão de 1994, o primeiro elenco americano substituiu o elenco original no Orpheum, liberando-o para turnês esgotadas na América do Norte e Japão. No verão de 1995, mais duas produções americanas foram criadas com o propósito de viajar com apresentações pelos Estados Unidos, e seguem até hoje.

O elenco americano fez a estreia de Stomp no Chile, Brasil e Coreia. Enquanto isso, um quinto grupo de Stomp foi formado no Reino Unido, em 1997, e tem viajado pelo mundo desde então. Essa equipe levou o Stomp pela primeira vez à Escandinávia e à África e tem se apresentado com frequência pela Alemanha, Holanda e França. Uma outra produção de Stomp foi inaugurada em São Francisco, nos Estados Unidos, em maio de 2000 e esteve na ativa por dois anos e meio.
O elenco original de Stomp gravou a trilha sonora para o filme Tank Girl e participou do álbum de Quincy Jones, chamado Q’s Jook Joint. Além disso, fizeram uma trilha sonora gravada por Steve e Luke para o filme Riot, que foi lançado no inverno de 1997. Stomp ainda participou de diversos comerciais, incluindo o da Coca-Cola, Ice Pick, e outros para as lojas Target nos Estados Unidos e a Toyota no Japão.



Stomp também criou a Mr Frears’ Ears, série de pequenos vídeos para a Nickelodeon, enquanto um deles, Brooms, curta-metragem de 15 minutos foi indicado ao Oscar. Brooms ainda foi selecionado para transmissão no Robert Redford’s Sundance Festival e para a disputa do Cannes Film Festival. O grupo fez uma participação especial na cerimônia do Oscar em março de 1996, com uma apresentação original que envolveu a sincronização de clipes de filmes clássicos e performances no palco, com a participação de 20 dançarinos dos cinco elencos.
No verão de 1997, Steve e Luke criaram e dirigiram o Stomp Out Loud, um especial de 45 minutos para o canal HBO, que combinava as performances de palco com novas montagens exclusivas para TV. O trabalho foi premiado nos Estados Unidos em dezembro de 1997 e nomeado a quatro categorias do Emmy por Direção, Mixagem de Som, Edição de Multi-Câmera e Direção de Arte. Em 1998, Stomp Out Loud foi lançado em DVD no mundo todo. Outra união original entre performance ao vivo e filmagem foi criada para o Emmy, onde o grupo se apresentou ao lado de Spike Jones.

A trupe também já se apresentou depois da meia noite nas escadas do Lincoln Memorial na celebração do milênio do Presidente Bill Clinton. Ao longo de 2000, o especial da Vila Sésamo Let’s Make Music, feito em colaboração entre o Stomp e os Muppets, foi lançado na TV e em vídeo na América do Norte.
Luke e Steve iniciaram a produção do filme Imax, Pulse: a Stomp Odyssey no Brasil, durante o carnaval de 2000, e concluíram no verão de 2002 (assista ao trailer em https://www.youtube.com/watch?v=xa5ksr3dZVo). Pulse levou o público do Imax a uma incrível jornada pelo mundo, em performances com Kodo, Timbalada e Eva Yerbabuena. Seu lançamento foi aclamado pela crítica em Nova York no outono de 2002 e o filme ganhou os dois maiores prêmios no International Festival of La Géode, em Paris.
Em 2004, Nova York comemorou 10 anos ininterruptos de apresentações de Stomp no Orpheum Theatre renomeando para Stomp Avenue a 2nd Avenue com a 8th Street. Como extensão da turnê europeia, em 2005, o Stomp retornou a Tóquio para três semanas e ainda foi a Hong Kong, Singapura e Kuala Lampur. Em 2006, a equipe de Stomp de Nova York ultrapassou a marca de 5 mil apresentações. No mesmo ano, Luke e Steve dirigiram um anúncio de serviço público para a televisão chamado Stomp Out Litter, em que o elenco aparecia varrendo pontos conhecidos da cidade.
Além disso, eles foram contratados para criar e produzir The Lost and Found Orchestra, que levaria as ideias por trás de Stomp ao nível sinfônico para celebrar os 40 anos do Brighton Festival. A orquestra depois se apresentou no Sydney Opera House como parte do Sydney Festival, em 2007; no Royal Festival Hall em Londres, no Natal de 2008; e no Theater Carré em Amsterdam, em fevereiro de 2009.
Em 2008, o grupo voltou às suas raízes para gravar um novo DVD na Cúpula de Brighton, reunindo todos os elencos de Stomp pelo mundo. Pela primeira vez, o show completo foi capturado em alta definição de som e vídeo. Em 2008, Steve e Luke expandiram para novas áreas com o lançamento de seu Documentário Imax em 3D Wild Ocean, com uma mistura sinfônica de percussão e orquestra tradicional na trilha sonora. Em setembro do mesmo ano, Wild Ocean ganhou dois prêmios no Giant Screen Cinema Association por Melhor Áudio e Melhor Trilha Sonora na conferência anual realizada em Nova York. A The Lost and Found Orchestra se reuniu mais uma vez em 2012 para um novo show, Pandemonium, que apareceu em várias cidades americana durante o outono.



Em 2011, o Stomp comemorou seu 20º aniversário com uma celebração especial no Ambassadors Theatre. Ainda em 2011, a produção do Stomp nova-iorquino chegou ao seu nono ano, alcançando o recorde do Orpheum, até então do Little Shop of Horrors. A comemoração de seu 10º aniversário aconteceu no West End, no Ambassadors Theatre, ao mesmo tempo em que Steve e Luke davam sequência em seu trabalho no filme 3D. O lançamento do filme The Last Reef, que fala sobre a beleza e a situação de apuros dos recifes pelo mundo, aconteceu em 2012. Como em Wild Ocean, Luke e Steve compuseram a trilha-sonora orquestrada do filme, gravando-a no The Old Market Theatre, na sua cidade natal Brighton & Hove, no Reino Unido.
Em agosto de 2012, a maior de todas as montagens de Stomp reuniu 40 artistas de 12 países diferentes para uma apresentação especial na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. No final do mesmo ano, a The Lost and Found Orchestra se apresentou no Theater Carré, em Amsterdam, antes de retornar ao Reino Unido para o show de Natal na Cúpula de Brighton.
Em maio de 2013 aconteceu o lançamento do Great White Shark 3D, filme sobre o predador que todos amam temer. Mais uma vez, Luke e Steve compuseram a trilha sonora do filme e a gravaram no The Old Market Theatre. Na mesma época a dupla celebrou o aniversário de dois anos da reinauguração do The Old Market Theatre, após sua restauração. O local agora funciona em tempo integral, trazendo música, teatro, dança, comédia e artes visuais à costa sul do Reino Unido.
A formação do elenco original do Stomp é composta por Luke Cresswell, Nick Dwyer, Sarah Eddy, Theseus Gerard, Fraser Morrison, David Olrod, Carl Smith e Fiona Wilkes.

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SERVIÇO
23 a 25 de abril 2015 – Teatro Bradesco Rio (Rio de Janeiro – RJ)
2 de maio 2015 – Teatro RioMar Fortaleza (Fortaleza – CE)
5 a 7 de maio 2015 – Teatro Riachuelo Natal (Natal – RN)
Classificação: 10 anos
Duração: 1h40min
RIO DE JANEIRO (RJ)
De 23 a 25 de abril
Quinta, sexta e sábado, às 21h
Teatro Bradesco Rio
(Avenida das Américas, 3900 – loja 160 do
Shopping VillageMall – Barra da Tijuca)
www.teatrobradescorio.com.br

INGRESSOS 
Setor- Valor
Frisas - R$ 50,00
Balcão Nobre - R$ 50,00
Camarote - R$ 130,00
Plateia Alta - R$ 150,00
Plateia Baixa - R$ 180,00




A peça "Salina (a última vértebra)" faz duas apresentações na Arena Jovelina Pérola Negra Novo espetáculo do grupo Amok Teatro, uma das companhias mais prestigiadas do Rio, terá sessões com entradas gratuitas


A peça "Salina (a última vértebra)" propõe um mergulho numa África ancestral, através de uma história a temporal e universal, sobre exílio ódio e perdão. Com direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt e texto do autor francês Laurent Gaudé, o espetáculo é a mais nova criação do grupo Amok Teatro. A peça estreou em fevereiro no Espaço Sesc e agora faz turnê nas arenas cariocas. As apresentações na Arena Jovelina Pérola Negra serão nos dias 29 e 30/04, às 14h e, às 19h, respectivamente. A entrada é gratuita. 

A montagem conta a história da personagem Salina, que foi casada à força e violada por seu marido. Seu filho Mumuyê Djimba nasce e ela o detesta tanto quanto o pai. Acusada de deixar o esposo morrer agonizante num campo de batalha, Salina é banida de sua cidade. Exilada no deserto, ela alimenta seu desejo de vingança. Da sua ira, nasce Kwane, que trava uma guerra com seu irmão, Djimba, até que uma reviravolta surpreendente acontece no destino dela.

O espetáculo integra o conto, o jogo, a música e a dança. A música é tocada ao vivo, com instrumentos tradicionais africanos e afro-brasileiros.A obra é composta por elementos da tragédia grega e da epopeia africana, onde o épico, as paixões, o combate e a parte sombria do indivíduo são identificados."A obra de Laurent Gaudé permitiu a criação de um território simbólico, uma África imaginária, construída a partir de uma identidade mestiça, da confluência de diversas culturas de raiz africana e das diferentes visões e trocas que surgiram no decorrer do projeto", explica Ana Teixeira.

Ficha técnica:
Texto: Laurent Gaudé
Direção: Ana Teixeira e Stephane Brodt
Elenco: André Lemos, Ariane Hime, Graciana Valladares, Luciana Lopes, Reinaldo Junior,Robson Feire, Sergio Loureiro, Sol Miranda, Tatiana Tibúrcio e Thiago Catarino
Música: Fábio Simões Soares
Luz: Renato Machado
Assistente de Direção: Vanessa Dias
Coreografias: Tatiana Tibúrcio
Cenário e Figurino: Ana Teixeira e Stephane Brodt
Bonecos: Maria Adélia
Tradução: Ana Teixeira
Pesquisa: Amok Teatro
Produção: Marco Luna

Serviço: 
Dias: 29 e 30/04, às 14h, e, às 19h, respectivamente
Local: Arena Jovelina Pérola Negra
Endereço: Praça Ênio, s/n, Pavuna 
Tel.: (21) 2886-3889 
Entrada gratuita
Classificação: 14 anos
A Arena possui acesso para deficientes físicos e estacionamento gratuito. 


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TRIO RIO DE CORDAS C/ RONALDINHO DO CAVAQUINHO, BRUNO CASTRO e PATRICK ANGELLO NO SHOW DE LANÇAMENTO DO AUTORAL “RIO DE CORDAS” E EM HOMENAGEM A PIXINGUINHA NO MÊS DO CHORO NO TEATRO RIVAL PETROBRAS PRESENÇAS ILUSTRES DO BANDOLINISTA DÉO RIAN E DA PRIMEIRA DAMA DO SAMBA DONA IVONE LARA


O “TRIO RIO DE CORDAS” é formado por legítimos Cariocas da Gema. RONALDINHO DO CAVAQUINHO, BRUNO CASTRO E PATRICK ANGELLO, músicos e compositores que trabalham ou já trabalharam separadamente, acompanhando a nata do samba e do choro do Rio de Janeiro, como Zé da Velha, Elza Soares e Dona Ivone Lara, agora juntam-se nesse projeto autoral, para oferecer aos amantes da boa música: choros, sambas, xotes, forrós, valsas e frevos que expressam com muita vitalidade uma das maiores riquezas do povo brasileiro. A sua Música. “Rio de Cordas” é uma novidade boa que chega mostrando uma nova possibilidade musical para o Brasil e para o mundo.

Além de mostrar músicas inéditas do primeiro CD que sai com patrocínio da LIGHT via Lei de Incentivo da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, o Trio homenageia o eterno MAESTRO PIXINGUINHA, tocando e cantando obras imortais como Carinhoso, Lamentos, Gavião Calçudo, Naquele Tempo, Yaô e muito mais. Reforçando a homenagem o Trio recebe como convidado especial o bandolinista DÉO RIAN, aluno e discípulo de Jacob do Bandolim, fiel representante da alta dinastia do choro carioca, tendo inúmeros trabalhos gravados que perpetuam e enaltecem o gênero nascido na cidade maravilhosa.
Além de Déo Rian o Trio ainda será brindado com a ilustre presença da primeira Dama do Samba, Dona Ivone Lara, que no mês que completa 94 anos, subirá ao palco do Teatro Rival para prestigiar o lançamento do primeiro CD do Trio e logicamente engrossar o coro em homenagem ao imortal “Pinzindim”, pois era assim que a vovó, Pixinguinha chamava…

Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dia 30 de abril, quinta-feira, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -  Tel.:  2240-4469
Preço:
R$ 60 (Inteira)
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Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Zico e Gilmar Rinaldi serão os convidados do próximo talk show olímpico “Vem com Smigol”, no Teatro dos Grandes Atores

O jornalista e humorista Marcelo Smigol receberá o ícone do futebol brasileiro Zico neste sábado, dia 25, e o tetra campeão mundial Gilmar Rinaldi, na sexta-feira, dia 24, em seu talk show olímpico “Vem com Smigol”. Eles responderão às perguntas ácidas do humorista e participarão de uma partida de ping-pong promovida no palco do Teatro dos Grandes Atores (Barra), às 23h.
O espetáculo, que é co-patrocinado pela agência de viagens Stella Barros, irá para a sua oitava semana. Já foram recebidos grandes nomes do esporte e do jornalismo esportivo, como os medalhistas olímpicos Robson Caetano (atletismo) e Giba (vôlei); os apresentadores Luiz Carlos Júnior (SporTV), Alex Escobar e Fernanda Gentil (TV Globo); o técnico do Botafogo René Simões; o jogador de vôlei da Seleção Brasileira Nalbert; Petkovic e Minotauro.

Sobre o espetáculo “Vem com Smigol”

Que tal unir esporte e humor em um espetáculo que mistura stand up comedy e talk show? É com essa proposta inovadora que o diretor Alexandre Régis – responsável por comédias de grande sucesso como “Nós na Fita” – se juntou ao humorista, atleta e jornalista Marcelo Oliosi, o Smigol, para estrear “Vem com Smigol – Talk Show Olímpico”. Em parceria com a Stella Barros, o espetáculo ficará em cartaz todas as sextas e sábados de março e abril, às 23h, no Teatro dos Grandes Atores, e contará semanalmente com um convidado do meio esportivo para uma participação divertida.

“Sou formado em jornalismo e desde 2009 escrevo e me apresento em diversos espetáculos de stand up. Sinto que chegou a hora de apresentar o meu espetáculo solo e nada mais justo que eu tente reunir no palco as minhas habilidades de atleta, jornalista e humorista”, conta Smigol, que estreou no humor no espetáculo “Comédia a La Carte” e desde 2011 integra o time de humoristas do “Comédia em Pé”.

No espetáculo “Vem com Smigol – Talk Show Olímpico”, o humorista desfia o seu humor ácido e crítico para em seguida receber um convidado esportista para uma divertida entrevista em formato de talk show. A peça finaliza com um uma disputa de ping-pong entre Smigol e o convidado em uma mesa montada no palco do teatro.

“Hoje temos uma série de espetáculos de stand up e improviso. O que mais me chamou a atenção quando o Smigol me convidou para dirigi-lo foi a possibilidade de fazer algo completamente diferente do que vemos por aí”, diz Alexandre Regis.

A Stella Barros, parceira do evento, carrega no seu DNA o incentivo à cultura e à união entre educação, lazer e esporte. Há mais de 50 anos no mercado, promove o intercâmbio cultural em diversas áreas do conhecimento e cidades do mundo. Pensando nisso, encontrou nessa parceria a chance de trazer para um público interessado em esporte e cultura, produtos que igualmente trabalham essas vertentes: recentemente, a agência de viagens fez um acordo com o time inglês Manchester United e com o torneio Disney Cup, que resultou em dois pacotes de viagens oferecidos pela Stella Barros.

SOBRE SMIGOL

Atleta do Hall da fama do Remo do Flamengo, campeão estadual e Brasileiro pelo rubro-negro várias vezes, Smigol iniciou a carreira no jornalismo na extinta Radio Cidade. Contratado em 2004 passou a ser repórter e apresentador do Rock Bola.

Participou de diversas coberturas, como os Jogos Pan americanos do Rio e os Jogos Olímpicos de Pequim na China 2008 e Londres 2012. Em 2005 foi para o Sportv onde participou dos programas Preliminares e Pisando na Bola ate 2010 quando foi contratado como repórter do canal apresentando matérias diárias nos programas SporTV News, Tá na Área, É Gol e Zona de Impacto. Em 2014 foi convidado pelo SBT para cobrir a Copa do Mundo no Brasil apresentando e fazendo reportagens engraçadas para o Arena SBT.

Atualmente está no Multishow e na rádio Mix FM 102.1 apresentando ao vivo, de segunda a sexta às 20h, o “De Primeira”, programa de esporte com muito bom humor.

VEM COM SMIGOL – TALK SHOW OLÍMPICO

Texto e atuação: Smigol

Direção: Alexandre Regis

Local: Teatro dos Grandes Atores – Sala Vermelha – Shopping Barra Square – Av. das Américas 3.555 – Barra da Tijuca.

Bilheteria: (21) 3325 1645 – Terça a domingo das 15h às 20h.

Horário: Sexta e Sábado às 23h

Ingresso: R$ 80,00

Classificação: 12 anos  

Duração: 70 min.

Gênero: Comédia

Capacidade: 336 lugares.

Produção: Ymbu Entretenimento

Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

Realização: Farol Cine Produções

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Levada 2015 - Oi Futuro Ipanema




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“Quando se calam os anjos”, da Curitiba Companhia de Dança, estreia nacionalmente no palco principal do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro no dia 24 de abril, prometendo uma experiência inquietante para o público.



A precariedade das relações humanas, o desamparo, a solidão, a existência que se escoa por entre as tramas de uma modernidade falida, estes foram os temas que inspiraram a criação do espetáculo “Quando se calam os anjos”, que será apresentado no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro em curtíssima temporada, somente nos dias 24, 25 e 26 de abril, sexta e sábado às 20h e domingo às 18h.
Obra inédita da Curitiba Companhia de Dança com a direção coreográfica de Airton Rodrigues, bailarino e coreógrafo do Ballet Teatro Guaíra, “Quando se calam os anjos” transporta para o palco questões cênicas e dramatúrgicas que realçam um universo pós-moderno virtual onde vários encontros são marcados pelo descaso do outro ou até mesmo pela falência do ser humano. As cenas são criadas e recriadas num jogo de luz, sons e movimentos, e a dramaturgia se constrói tendo como ingredientes a inquietude, a ironia, a sensualidade e a  fisicalidade exuberante dos corpos poéticos desta jovem companhia.
A esse respeito Nicole Vanoni, diretora artística da Cia e também bailarina do espetáculo, comenta que “a obra partiu da indignação com a indiferença frente à violência impregnada na sociedade e o sentimento de impotência que nos tira a responsabilidade por este estado das coisas. A arte não pode observar esta questão e ficar calada. Neste sentido o espetáculo traduz essa angústia, essa incapacidade de lidar e resolver questões nada sutis da vida moderna.”
Assista o trailer da peça: https://vimeo.com/124201683
Após a estreia de “Quando se calam os anjos” no Rio de Janeiro, o espetáculo segue em circulação pelo país: em São Paulo, dias 28 e 29 de abril no Teatro Sergio Cardoso; em Manaus, dias 12 e 16 de agosto no Teatro Amazonas; em Belém do Pará, de 27 a 30 de agosto no Teatro Claudio Barradas, durante o V Encontro de Dança Contemporânea; em Caxias do Sul/RS,de 26 de outubro à 1 de novembro no Teatro Parenti, durante o VI Caixas Em Movimento.
A Cia foi criada em 2012 por Nicole Vanoni e um grupo de artistas de origem e experiências diferenciadas, que aglutinam-se ao redor da ideia de experimentação, pesquisa e criação em dança contemporânea, e na diversidade de experiências com coreógrafos diferentes. Por dois anos utilizou-se do nome Cia Nicole Vanoni até se configurar como Curitiba Cia De Dança criando então uma identidade mais consolidada. A escolha do nome veio da necessidade de interagir com a cidade, provocando a cena cultural, buscando ser mais uma referência da dança na região. A primeira obra coreográfica da Cia, “A Lenda das Cataratas”, com concepção de Rafael Zago, surgiu em 2014 e participou de festivais no Brasil e no exterior.
Atualmente a Cia conta com 16 artistas da dança, artistas que privilegiam o corpo como meio significante, que traz em cada obra um amálgama de forma e conteúdo que revela um modo de pensamento construído através de seu modo singular, fruto de um trabalho técnico sobre si mesmo, capaz de relacionar a sensibilidade, o fluxo de sentimento e a expressão consciente, concretizando um projeto poético acontece no corpo e busca construir metáforas e traduções que não se distancie do público. Sim, a companhia preocupa-se com o seu público, com o receptor da obra.
“Quando se calam os anjos” é uma obra artística genuinamente paranaense, que conta com o incentivo do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, apoio do Hospital Pequeno Príncipe, e patrocínio de empresas como: Grupo Ultra (Oxiteno Nordeste, Ipiranga Produtos de Petróleo, Bahiana Distribuidora de Gás, Tropical Transportes Ipiranga); Copel Geração e Transmissão; Prati, Dona Duzzi & Cia.; Trox do Brasil; Bundy; Famiglia Zanlorenzi; Grupo Jufap (Aquilon Telecomunicações, Jufap Administração e Participação, Jufap Comércio de Asfalto); Sapore; Bellinati & Perez Advocacia; Gestamp Paraná; e Barduch.
foto © Rafael Dorta

FICHA TÉCNICA 
Direção Geral e Artística: Nicole Vanoni
Concepção Coreográfica: Airton Rodrigues (Neco)
Elenco/Curitiba Companhia de Dança: Ana Claudia Moreira, Antonio Adilson Junior, Beatriz Caravetto, Betina D'Agnoluzzo, Clarissa Cappellari, Erika Bartaline, Leonardo Lino, Luana Teodoro, Natanael Nogueira, Nathalia Tedeschi, Nicole Vanoni, Raul Arcangelo, Ricardo Alves Pereira, Rodrigo Leopoldo, Tatiana Araujo e William Sprung
Assistente de Direção: Claudio Fontan
Ensaiador: Antonio Adilson Junior
Trilha Sonora: Raul Arcangelo
Figurino: Paulinho Maia
Projeto de Luz: Osvaldo Gazzoti
Produção/Edição Áudiovisual: Raul Arcangelo e Rafael Dorta
Preparação Corporal: Viviane Cecconello e Leandro Lara Santos
Direção de Produção: Radar Cultural Gestão e Projetos - Solange Borelli
Assessoria de Imprensa: Ana Andréa e Ney Motta | contemporânea comunicação

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SERVIÇO
Local: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro - Rua José Higino 115, Tijuca
Temporada: 24, 25 e 26 de abril. Sexta e sábado às 20h e Domingo às 18h.
Ingressos: R$ 10,00 (inteira)
Duração: 60 minutos
Classificação Indicativa: Livre

Neste Sábado, Ruy Barbosa e Deusa Têmis Guiam Visita ao Antigo Palácio da Justiça

O programa Por Dentro do Palácio, promovido pelo Centro Cultural do Poder Judiciário do Rio, apresenta neste sábado, dia 25/4, às 16h, mais uma visita teatralizada aberta ao público no Antigo Palácio da Justiça. A dupla de cicerones, o jurista Ruy Barbosa e Têmis, a deusa grega das leis e juramentos, interpretados, respectivamente, pelos atores Eduardo Diaz e Dulce Penna de Miranda, estará a postos para receber e guiar os visitantes em uma divertida e inusitada viagem pela história da Justiça fluminense.
A iniciativa marca os quatro anos de sucesso do programa Por Dentro do Palácio. A visita teatralizada é indicada para todas as idades, tem entrada gratuita e as senhas são distribuídas 15 minutos antes do início da visita, no foyer do antigo Palácio da Justiça (Rua Dom Manuel 29, Centro, Rio, RJ).
O Roteiro
Na visita os participantes, guiados pelos personagens, podem conhecer algumas das áreas nobres do prédio histórico que integra o Corredor Cultural do Rio e descobrir suas antigas funções, tais como: o Salão Histórico do Primeiro Tribunal do Júri, Salão dos Passos Perdidos e o Tribunal Pleno. Além das áreas históricas, o visitante também tem a oportunidade de conhecer as instalações do Centro Cultural, como a Sala de Acervo de Figurinos do Teatro na Justiça, e a Sala Multiuso, projetada especialmente para receber peças de teatro, recitais de música e projeções de vídeos. Nestes quatro anos, o programa recebeu mais de 8.000 visitantes de todas as idades.

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Dia 23 de abril, quinta - feira, feriado -DIA NACIONAL DO CHORO - PIXINGUINHA 118 ANOS FEIRA DE ARTES - ENTRADA FRANCA!!! - FEIJOADA a partir das 11 horas.

No próximo dia 23 de abril é o Dia Nacional do Choro, data oficial criada em homenagem a Alfredo Rocha Vianna Júnior, Pixinguinha, flautista, saxofonista, compositor e arranjador carioca, considerado um dos maiores nomes da música popular brasileira, no dia do seu nascimento. Neste ano o evento, será  realizado na Lona Cultural Municipal João Bosco - Vista Alegre, com a participação de Hamilton de Holanda, Nilze Carvalho, Joel Nascimento, Ronaldo do Bandolim(Época de Ouro), Chapéu de Palha, Antonio Rocha,Cordas Douradas, Mestre Siqueira  e diversas personalidades do mundo do choro, além de contar com a presença dos sambistas Nelson Sargento e Dorina. O evento prevê a realização de diversas rodas de choro, distribuídas na área externa da Lona, encerrando com um grande show dos artistas convidados e contará ainda com uma feira artesanal em parceria com o IPN(Instituto Pretos Novos) quando  será servida uma tradicional  feijoada. Tudo isso com entrada franca.
O evento prevê ainda,uma visita do instrumentista Hamilton de Holanda, acompanhado de alguns artistas, na casa onde viveu Pixinguinha, em Olaria, de onde seguirão para a Lona Cultural João Bosco - Vista Alegre.

Serviço:
DIA NACIONAL DO CHORO - PIXINGUINHA 118 ANOS
FEIRA DE ARTES - FEIJOADA
Dia 23 de abril, quinta - feira, feriado
Horário: a partir de 11 horas
Ingressos:ENTRADA FRANCA

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terça-feira, 21 de abril de 2015

Dias 25 e 26/04 tem estréia na Arena Dicró! Os ingressos tão super baratinhos e a Arena Carioca Dicró é um espaço lindo de encontro e troca. Dá pra você levar a família toda. R$10,00 - inteira R$5,00 - meia.


A CIA Teatral Nove de Ouros é um núcleo de estudos composto por jovens atores autodenominados atores-compositores. Seu intuito é o de desenvolver pesquisas contemporâneas no âmbito das artes cênicas atrelada as artes visuais, de forma independente.

No ano de 2014 foi-se desenvolvido e apresentado ao público o texto e a encenação autoral do projeto “Prisma do Progresso”, que buscava difundir uma ótica não comumente retratada do período ditatorial, de forma minimalista.

No ano de 2015 a CIA está de volta e apresenta seu novíssimo projeto: "O Copo". Uma peça em um ato que fala de relações, limites e convulsões. O que você diz quando está sozinho? O que você não revela pra ninguém? Lhe apresentamos um novo processo de estudos e criação, focado na expressão das emoções humanas e no que nasce da relação entre elas.

Não fica de fora não, cola na gente.

Os ingressos tão super baratinhos e a Arena Carioca Dicró é um espaço lindo de encontro e troca. Dá pra você levar a família toda.
R$10,00 - inteira
R$5,00 - meia.

Dias 25 e 26 de Abril às 20h. Chega cedo que na cantina tem um bolo de chocolate super barato e a tia sempre corta uma fatia enorme.

Pra quem vai de BRT, é só descer na estação Guaporé, fica praticamente na porta. Pra quem vai de carro tem bastante lugar pra estacionar, se for de ônibus têm muitas opções.



sexta-feira, 17 de abril de 2015

A Escrita em foco no Museu da República Exposição cria ambiente para reflexão crítica, livres e despojadas de formalidades acadêmicas e mercadológicas O Museu da República - Galeria do Lago, inaugurou dia 28 de Março, a exposição ” Da Escrita, Delas, Elas”. Durante a exposição, que se estenderá até maio de 2015, o público terá a oportunidade de conhecer o projeto fruto de uma curadoria compartilhada de Fabiana de Moraes e Isabel Portella. O “Da Escrita, Delas, Elas” foi ganhador da 2a edição do “Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais” e tem o objetivo reunir e identificar processos artísticos, modos de agir e de fazer de dezoito artistas brasileiras de diferentes gerações e regiões, atuantes nos cenários nacional e internacional.

A utilização da escrita é um denominador comum  que agrega essas profissionais; seja como meio de expressão principal, seja como matéria, objeto e/ou suporte para trabalhos em artes visuais. "Desse modo, o projeto explora a escrita em trabalhos de artes visuais, mas, essencialmente, convida profissionais mulheres para uma dinâmica de troca, de colaboração”, afirma Isabel Portella. 

Além desse primeiro ponto de partilha (e de partida), as profissionais que integram este projeto  desenvolvem, ainda, investigações que tratam diretamente  "íntimo", ou a ele fazem alusão.Na exposição o “íntimo"'é um "ponto de gravidade" que fixa o corpo ao mundo. Segundo as curadoras é ao mesmo tempo, presença interior, lugar, casa do espírito. "O íntimo é um acervo, uma imensa coleção, à qual temos acesso permanentemente (até quando dormimos). O íntimo é um ambiente que guardamos e carregamos em nós - a gravidade é aquela do peso, que nos fixa no mundo, mas é também o "tom", a sensação experimentada pela presença desse acervo em nós.”explica Fabiana de Moraes.

 Da escrita, delas, elas é um projeto de acompanhamento e mapeamento de "escritas" (vozes, falas), que possibilitem traçar perfis de profissionais brasileiras de arte e de cultura. Assim, identificar poéticas, criar um lugar de troca e de visibilidade de processos criativos, de agenciamentos culturais que priorizem a produção escrita, relacionada às artes visuais.


Artistas:

Gabriela Noujaim
Katia Maciel
Ana Miguel
Daniela Mattos
Joana Cesar
Dani Soter
Caroline Tavares
Yolanda Freire
Anna Bella Geiger
Rosana Ricalde
Raïssa de Goes
Glaucis de Morais
Bianca Dias
Helen Pomposelli
Lucenne Cruz
Ana Kesselring
Annita Romano

Serviço:

Museu da República - Galeria do Lago
Endereço:Rua do Catete, 153 - Catete 153
Quando: De 28 de Março a 03 de Maio
De Terça a Sexta: 10h-17h Sábados, Domingos e Feriados: 14h-18


Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu lança cineclube com entrada gratuita Primeira sessão exibirá o filme "Praça do Skate - A Primeira Pista da América Latina", no dia 24/04, às 18h


A Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu estreia seu novo projeto: o Cineclube ELC. De abril a julho haverá exibição de filmes que dialoguem com a temática de cultura urbana e juventude. Na primeira sessão, dia 24/4, às 18h, será exibido o documentário "Praça do Skate - A Primeira Pista da América Latina", do VJ e diretor Paulo China. A entrada é gratuita.

O documentário conta a história da "Praça do Skate", localizada no centro da cidade de Nova Iguaçu, conhecida por ser a primeira pista construída na América Latina. No final da exibição acontecerá um bate-papo com entre o diretor e os espectadores presentes. A ideia do Cineclube é mostrar diversos filmes que tenham como tema a arte urbana e a juventude, já que a 4ª edição do Iguacine - Festival de Cinema da Cidade de Nova Iguaçu, que acontecerá no segundo semestre, abordará esses assuntos. 

Sobre a Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu

A Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, fundada em julho de 2006, é a primeira escola de audiovisual da Baixada Fluminense. Localizada no bairro de Miguel Couto em Nova Iguaçu, sob a gestão da OSCIP Avenida Brasil Instituto de Criatividade Social, o projeto é dirigido pelo cineasta e diretor teatral Marcus Vinícius Faustini.

Em 2012, com a mudança para Austin, a ELC iniciou um novo ciclo e agora conta com uma gestão colaborativa na qual o Cineclube Buraco do Getúlio, a ONG Laboratório Cultural, o Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense e o Cineclube Mate com Angu contribuem com mobilização e produção..

Serviço:
Cineclube ELC
Dia: 24/04 (sexta-feira), às 18h
Filme: Praça do Skate - A Primeira Pista da América Latina, de Paulo China
Local: Sede da Escola Livre de Cinema Nova Iguaçu 
Rua Cândido Lima, 13, Sobreloja, Austin (próximo à Estação de Trem), Nova Iguaçu.

Destaque gratuito – A exposição inédita “O cronista Graciliano no Rio de Janeiro”, que revela momentos marcantes do escritor na cidade, foi prorrogada até o dia 31 de maio A ocupação gratuita é uma homenagem do Sesc aos 450 anos da cidade

 

Em função da grande procura do público pela exposição inédita “O cronista Graciliano no Rio de Janeiro”, o Sesc prorroga a ocupação até o dia 31 de maio. A mostra apresenta a vasta carreira do escritor no Rio, onde escreveu clássicos, como “Vidas Secas”, “Memórias do Cárcere” e “Infância”. A exposição também marca a reabertura do Arte Sesc, espaço cultural sediado no imponente casarão construído em 1912, no Flamengo, mantido pelo Sesc, que passa a oferecer uma farta programação artística à cidade.
 
- Esta exposição mostra que o casarão se torna um importante equipamento cultural da cidade. Um espaço de debate e circulação de ideias que representam o Rio. A programação tem como norte a cultura, a arte, a memória e a educação, com oficinas e atividades de formação - explica Maria Gouvêa, gerente de cultura do Sesc.



 
           Com fundamental simbolismo literário no aniversário da cidade, a mostra gratuita sobre Graciliano reúne um vasto acervo do cronista no Rio, em uma exposição que mapeia toda a produção literária realizada em dois momentos: nos anos de 1914 e 1915, período em que Graciliano chega à cidade, então capital do país, onde trabalha como revisor no jornal Correio da Manhã e escreve o enredo do livro “Angústia”. E entre 1936 e 1953, um momento crucial da história brasileira. Neste período, Graciliano se consagra com as obras “Memórias do Cárcere” – escrita quando esteve detido no presídio da Ilha Grande -, “Vidas Secas” e “Infância”.  
 
- Os 450 anos do Rio de Janeiro proporcionam excelente oportunidade para um reencontro com o cronista que tão bem compreendeu as contradições da cidade, retratando-a para além das aparências e clichês – avalia Selma Caetano, curadora da exposição.
 
Sobre a exposição
            Com um riquíssimo acervo de fotos, periódicos, documentos, vídeos e uma ambientação do local de trabalho do escritor, a mostra é um passeio histórico por momentos determinantes da cidade. Muitos deles relembrados em um inédito e emocionante vídeo com depoimento de Luiza Ramos, filha de Graciliano. Dentre os documentos, o manuscrito da carta que Graciliano escreveu a Getúlio Vargas após sua saída da prisão em Ilha Grande, em 1937. No acervo, também encontramos relíquias, como os manuscritos de “Infância” e sete peças audiovisuais, dentre elas um vídeo cronológico que revela os momentos mais marcantes de Graciliano no Rio e a grande amizade entre o escritor e Cândido Portinari, o primeiro pintor brasileiro de maior projeção internacional.
 
            Pelos corredores e galerias de suntuosos pés-direitos com tetos revestidos de afrescos, o casarão abriga sensíveis objetos e reproduções da vida e produção do cronista. Com realização do Sesc, curadoria de Selma Caetano, pesquisa de Ieda Lebensztayn e Thiago Mio Salla, a exposição alia história e tecnologia. Em uma grande tela touch screen, o público pode escolher dentre 20 vídeos com depoimentos de personalidades sobre o cronista, como Alcides Villaça, Antônio Carlos Secchin, Luiz Costa Lima, Luiz Ruffato, Luiza Ramos Amado, Marçal Aquino, Nuno Ramos e Silviano Santiago, entre outros.
 

   Com horário de visitação as terças, das 10h às 19h, quarta a sexta, das 10h às 18h e sábados e domingos, das 10h às 17h, a exposição oferece ao público um espaço de leitura com todos os livros de Graciliano, além de peças que denotam toda a sensibilidade do autor, como na frase “A palavra não foi feita para enfeitar”, ou na peça em que ele fala sobre o “passageiro pingente”. Ao se referir às pessoas que andavam “penduradas” nos bondes, o autor as descreve:
 
“Está claro que nenhum passageiro dos bancos deseja ser pingente e que todos os pingentes gostariam de sentar-se. Sucede, porém, que o pingente se acostuma a andar pendurado e, no fim da viagem, se deixa ficar onde está, ainda que haja lugares no carro. Subir para logo depois descer – que maçada! Não vale a pena. Continua como está, pingente. Adquiriu alma de pingente.”
 
(“Os passageiros pingentes”, Linhas tortas, 21ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2005)
 
           
Graciliano Ramos
            Graciliano Ramos (1892-1953) nasceu na cidade de Quebrangulo, Alagoas. Foi romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista. É autor de livros clássicos, como Vidas secas, São Bernardo e Memórias do cárcere. Os três foram adaptados para o cinema, e diversas obras de Graciliano foram traduzidas para outras línguas. Seus livros, embora tratem de problemas sociais do Nordeste brasileiro, apresentam uma visão crítica das relações humanas, que os tornaram de interesse universal. 
 
Arte Sesc
            Projetado pelo arquiteto Gustavo Adolphsson e construído em 1912 para a residência da Família Figner, este casarão da Rua Marques de Abrantes, 99 - no bairro do Flamengo, exibe a imponência das construções burguesas que acompanharam o fluxo urbanístico expansionista do Rio de Janeiro dos primórdios do século 20.
 
            Em 2002 o casarão passou por uma completa recuperação, com uma cuidadosa restauração de sua arquitetura original, seus ambientes, seus detalhes de revestimento, ornamentação e pintura. Em 2003, batizado de Arte Sesc, iniciou uma vigorosa programação artística e cultural, abrindo suas portas ao público.
            Após um período para revisão de suas atividades, o Arte Sesc reinaugura revitalizado e com o propósito de ser um espaço onde a cultura, a memória e a arte estarão em permanente diálogo com a cidade.
 
Ieda Lebensztayn
            Doutora em literatura brasileira pela FFLCH-USP fez pós-doutorado no IEB-USB sobre a correspondência de Graciliano Ramos. Autora de Graciliano Ramos e a Novidade: o astrônomo do inferno e os meninos impossíveis. São Paulo: Hedra, 2010.
 
Thiago Mio Salla
            Professor do curso de Editoração da ECA-USP. Nesta mesma instituição, defendeu a tese de doutorado O fio da navalha: Graciliano Ramos e a revista Cultura Política (2010). Em 2012, pela editora Record, organizou o livro Garranchos: textos inéditos de Graciliano Ramos.
 
Serviço:
Exposição “O Cronista Graciliano no Rio de Janeiro”
Arte Sesc
Endereço: Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo.
Tel.: (21) 3138-1582 e 3138-1634
Data: até 31/5 (domingo)
Horário: Terças, das 10h às 19h, quartas, quintas e sextas, das 10h às 18h, sábados e domingos, das 10h às 17h.
Preço: Gratuito
Classificação: Livre