sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) oferece ao público de todas as idades, várias atividades de divulgação da ciência. Os visitantes terão a oportunidade de observar a Lua e aglomerados estelares através da luneta centenária e telescópios modernos, participar da oficina Contando Mitos, e conhecer o Museu, suas exposições e edificações na visita orientada pelo campus.Todas as atividades são gratuitas!


O Programação de fim de semana do MAST para todos os públicos!!
Sábado, 29 de agosto  - Visita orientada - 15h | 17h

Conheça o maior conjunto arquitetônico do Brasil na área de astronomia. Durante a visita pelos 40 mil m2 do campus, um mediador revela a história dos grandes instrumentos instalados no MAST e ensina sobre o desenvolvimento da astronomia no Brasil. Em dias chuvosos, a atividade é substituída por uma visita mediada à exposição “As Estações do ano, a Terra em movimento”.

Contando mitos
Tema: Perséfone: A rainha do submundo
16h

O “Contando Mitos” deste mês traz uma adaptação de um clássico da mitologia grega: a história de Perséfone. A filha de Zeus, o deus dos deuses, com Deméter, a deusa da agricultura, que se tornou esposa de Hades, e então rainha do Submundo. Este esquete, além de revelar a personalidade dos deuses, explica o fenômeno das estações do ano segundo os gregos antigos. Venha participar desta atividade lúdica indicada para todas as faixas etárias!

Programa de Observação do Céu
17h30 às 20h

O Programa de Observação do Céu do MAST começa às 17h30, com a exibição de um vídeo sobre astronomia e a apresentação da palestra “O Céu do Mês”, na qual os visitantes têm a oportunidade de descobrir o que está visível no céu do Rio de Janeiro e saber um pouco mais sobre a natureza dos corpos celestes.

Em seguida, todos são convidados a observar o céu através da centenária Luneta Equatorial e do moderno telescópio refletor de 8 polegadas de abertura. A atividade é conduzida por um astrônomo ou um mediador capacitado. Venha para o MAST observar o céu e tirar todas suas dúvidas sobre a astronomia.

Domingo, 30 de agosto

Visita orientada
15h | 16h | 17h

Conheça o maior conjunto arquitetônico do Brasil na área de astronomia. Durante a visita pelos 40 mil m2 do campus, um mediador revela a história dos grandes instrumentos instalados no MAST e ensina sobre o desenvolvimento da astronomia no Brasil. Em dias chuvosos, a atividade é substituída por uma visita mediada à exposição “As Estações do ano, a Terra em movimento”.

Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial São Cristóvão - Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3514-5200
www.mast.br
https://www.facebook.com/museuastronomia

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Divulgamos espetáculos, shows, festivais, exposições e muito mais! 
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Exposição A Arte do Rio 2015 faz homenagem aos 450 anos da Cidade Projeto chega à 15ª edição com coletiva de oito artistas no Calouste Gulbekian


 Criado no ano 2000 pela curadora Celina Azeredo, o projeto A Arte do Rio chega à 15ª edição com uma grande exposição coletiva em homenagem aos 450 anos da Cidade Maravilhosa. A mostra, que será inaugurada no dia 1º de setembro no Centro Municipal de Artes Calouste Gulbekian, reúne mais de 30 obras de oito artistas (cariocas de nascimento ou de coração).

Com texto de apresentação do artista e professor de História da Arte Marco Cavalcanti, a edição de A Arte do Rio 2015 é quase toda dedicada à pintura, com obras de Benjamin Rothstein, Dirce Fett, Gilda Goulart, José Maria Dias da Cruz, Marco Cavalcanti, Sergio Ferreira, Solange Palatnik e Yolanda Freire. “O projeto acontece anualmente e o objetivo sempre foi movimentar a cena artística local. Queremos dar visibilidade a quem produz no Rio”, explica a curadora.


As praias em tempos distintos estão retratadas nas quatro obras de Benjamin Rothstein. O trabalho, que compõe a série Histórias do Mar, revela a essência do espírito carioca, com muita leveza e descontração. “A minha relação com o mar é muito peculiar. Há momentos de calma e tensão; chegadas e partidas; mistérios e transparências; contemplações e distrações”, comenta o artista. 

A gaúcha Dirce Fett, que escolheu o Rio para viver há mais de 40 anos, apresenta dois grandes trabalhos, de 1,50 X 2,00, inspirados na natureza da Mata Atlântica. As telas vibrantes fazem parte da série que retrata a fauna e a flora brasileiras, apresentada recentemente pela artista em Nova York.

Yolanda Freire, que já participou duas vezes da Bienal Internacional de São Paulo, apresenta a série Favelas. O trabalho tem como inspiração as linhas que se formam no encontro das casas nos morros, construídas sem qualquer planejamento. “Há uma poesia ali, desordenada e livre, que me fascina”, diz a artista.


De seu ateliê no Leblon, Solange Palatnik trabalha com tinta acrílica, utilizando técnicas próprias de relevos feitos com colheradas de tinta em grandes formatos. Para a exposição ela leva trabalhos que falam do universo feminino, sempre com muitas cores e flores. 

No ano em que completa 50 anos de carreira, Gilda Goulart aposta na série Severina para fazer uma crítica. A partir de fotos impressionantes de uma mulher pobre que havia morrido queimada, ela faz impressões em transfer sobre algodão e borda com ponto de alinhavo.  “Foi uma homenagem que decidi fazer às mulheres. Dei significado e cor àquelas pessoas que muitas vezes passam invisíveis pela sociedade”, diz.

O Rio sai de cena nas obras de José Maria Dias da Cruz. Profundo conhecedor do trabalho do francês Cézanne, o artista é obcecado pela cor. Seus trabalhos são baseados em uma profunda pesquisa de composição geométrica e unem sincronicidade absoluta a rigidez das formas e a potência e vibração das cores.


Criativo, orquestrador das formas, Sergio Ferreira apresenta pequenos desenhos de acidez crítica e satírica inspirados na Pop Art americana. Já Marco Cavalcanti trabalha com pintura, fotografia experimental e design gráfico e mostra montagens fotográficas feitas a partir de atritos gráficos.

Artistas participantes – Benjamin Rothstein, Dirce Fett, Gilda Goulart, José Maria Dias da Cruz, Marco Cavalcanti, Sergio Ferreira, Solange Palatnik e Yolanda Freire.


SERVIÇO
Título da mostra: A Arte do Rio 2015
Abertura: 1º de setembro (terça-feira), às 18h
Visitação: 2 a 20 de setembro
Local: Centro Municipal de Artes Calouste Gulbekian
Endereço: Rua Benedito Hipólito, 125, Praça XI
Horário de visitação: de segunda a domingo, inclusive feriados, das 10h às 19h, Cidade Nova
Telefones: (21) 2224-5747
Entrada gratuita.



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A praça e os livros são do povo - Feira de Livros comemora 60 anos com edição especial no Largo da Carioca. Os tradicionais preços baixos serão ainda menores, com títulos a partir de R$ 1 e lançamentos a R$ 10



Era uma vez um grupo de livreiros que resolveu levar seus títulos para a praça e popularizar o acesso aos seus produtos. Assim surgiu a Associação Brasileira de Livros, responsável pela feira de livros mais famosa do Estado, que está completando 60 anos botando a banca no Largo da Carioca, durante todo o mês de setembro.



Os caixotes que apoiavam os livros, há mais de meio século, foram substituídos pelos estandes já bem conhecido do público carioca, e hoje a ABL conta com 40 membros, entre livreiros e distribuidores. A Feira da Carioca – uma das realizadas regularmente na cidade – recebe, por dia, cerca de seis mil pessoas. “Vamos realizar a maior queima de estoque já feita na história da Feira, vai ser um banho de cultura”, comenta Adenilson Cabral, presidente da Associação. Por exemplo, o Pequeno Príncipe, título sempre forte – ainda mais com o novo filme baseado no clássico de Antoine de Saint-Exupéry –, que nas livrarias está a R$ 30, será vendido a R$ 10. Novinho em folha.

Nos 60 anos da Feira, os participantes se reuniram para criar o selo Livro para Todos, com títulos de catálogo e lançamentos com preços imbatíveis. Aliás, a ordem é mostrar que o mercado editorial está muito bem. “Todo mundo fala que não se vende livro no Brasil, mas nunca se vendeu tanto. O sucesso das feiras prova isso. Apesar do momento econômico do país, o mercado vai bem”, comemora Cabral.




Alguns autores estarão autografando seus títulos. Entre eles, a mineira Conceição Evaristo, um dos destaques do Salão do Livro de Paris deste ano. Haverá ainda contadores de histórias e oficinas.

Sobre a Associação Brasileira de Livros

A ideia da feira sempre foi bem-vinda por escritores, sendo motivo até de uma famosa crônica de Carlos Drummond de Andrade, publicada no Jornal do Brasil na década de 70, em que o poeta falava que o evento estava “sob o patrocínio espiritual de Monteiro Lobato”. São realizadas por ano oito feiras na capital, em pontos já bem conhecidos, como Cinelândia e Praça Saens Peña, além de outras 16 no Estado do Rio. Este ano, a Associação começou um novo projeto, a Bienal Comunitária, que tem por objetivo levar a cultura da feira literária a comunidades pacificadas. A primeira edição aconteceu em agosto, na Rocinha. Ao fim de setembro, será anunciada a próxima comunidade contemplada com o projeto.




Serviço
Feira de Livros – Edição Especial 60 anos
Local: Largo da Carioca
De 1º a 30 de setembro, das 8h às 20h
www.facebook.com/pages/Feira-de-Livros-60-Anos/141182182890415?fref=ts






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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

A CASA DOS BUDAS DITOSOS - FERNANDA TORRES INTERPRETA UMA LIBERTINA BAIANA DE 68 ANOS EM A CASA DOS BUDAS DITOSOS, ADAPTAÇÃO PARA O TEATRO DO LIVRO DE JOÃO UBALDO RIBEIRO

Com direção de Domingos de Oliveira, espetáculo já rendeu à atriz a vitória do Prêmio Shell em São Paulo e Prêmio Qualidade Brasil de melhor atriz, diretor e comédia em 2004. Mais de 350.000 espectadores conferiram este sucesso.


Em A Casa dos Budas Ditosos, uma comédia afrodisíaca adaptada por Domingos de Oliveira do romance homônimo de João Ubaldo Ribeiro, a atriz Fernanda Torres interpreta uma libertina baiana sexagenária que detalha as incontáveis experiências sexuais que teve ao longo da vida. Depois de elogiadas temporadas pelas principais capitais brasileiras e uma temporada em Portugal. Retorna para o Rio em curtíssima temporada, no teatro Oi Casa Grande.

Quando Domingos de Oliveira leu pela primeira vez a obra de João Ubaldo percebeu imediatamente o valor dramático do texto. Nem todo livro rende uma boa adaptação teatral; A Casa dos Budas Ditosos, porém, é um livro escrito na primeira pessoa, é o depoimento de uma mulher que deseja dizer ao mundo que ousou cumprir sua vocação libertina e foi feliz, não há danação na luxúria. Nasceu teatro porque é oral e é oral porque, segundo o próprio João Ubaldo, nas primeiras páginas do livro: “é impossível falar sobre sexo na terceira pessoa”.

Para viver a personagem, Domingos pensou que "precisava de alguém que soubesse transitar por todas as idades, pelas diversas fases da personagem”.

Esse artifício, simples e não realista, de ter uma atriz de meia-idade, vivendo uma mulher de idade que se lembra de todas as suas idades, acabou por acentuar o discurso libertário da baiana de João Ubaldo. Quem prega, confessa, ri é a mulher no seu ideal é uma imagem projetada e viva. Essa ilusão contribui para que a viagem sexo-sensorial, proposta por João Ubaldo, aconteça plenamente no teatro. É impossível ficar indiferente à seleção de homens e mulheres que a baiana evoca, como também é impossível, ao evocá-los, deixar de passar em revista o seu próprio memorial afetivo. Esse efeito colateral, talvez, seja a grande experiência sensorial do espetáculo.

“A narrativa de João Ubaldo Ribeiro contém nítida importância filosófica, disfarçada em folhetins de peripécias sexuais. O personagem sem nome que Ubaldo criou é sem dúvida uma deusa. Ela possui uma liberdade divina almejada na imaginação por todos nós e, na prática, inalcançável por qualquer um de nós”, diz Domingos.

Fernanda Torres encontrou nesse convite o projeto ideal para experimentar a possibilidade de se fazer teatro apenas com um ator, um texto e um microfone. Era uma vontade antiga que a atriz alimentava desde que assistiu pela primeira vez a Spalding Gray. A contundência do discurso sexual da baiana e a qualidade do texto de João Ubaldo deram segurança aos dois, Domingos e Fernanda, de optar pela limpeza absoluta, de confiar na máxima de que quanto menos, mais. Arriscaram deixar a personagem sentada, acompanhada apenas de alguns objetos, entre os quais, o maravilhoso livro Nossa Vida Sexual, de Fritz Khan, da Biblioteca do Avô da personagem, (que tivemos a alegria de encontrar num sebo de São Paulo) e os dois Budas Ditosos, estatuazinha em miniatura de dois budinhas praticando o sexo, “essas coisas milenares, de Chinês”.

Daniela Thomas soube criar, nessa simplicidade, a luxúria que deu origem ao texto. Num fundo preto, numa mesa de vidro, fez com que a verdadeira arquitetura em cena estivesse presente apenas na caracterização da personagem. Os balagandães da baiana, os ouros, o batom, o cabelo, os peitos, a estampa, a volúpia e o excesso são trazidos por ela para cena, e com ela vão embora, barrocos como o discurso. Em volta a racionalidade da elegância da luz de Wagner Pinto, da delicadeza da trilha, da cadeira, do microfone e da mesa.

FICHA TÉCNICA:
A CASA DOS BUDAS DITOSOS
Com: Fernanda Torres
Direção e adaptação: Domingos de Oliveira
Direção de Arte: Daniela Thomas
Direção de Produção: Carmen Mello
   
SERVIÇO:
A Casa dos Budas Ditosos
De 03 a 27 de setembro de 2015.
Local: Oi Casa Grande
Endereço: Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 - Leblon 
Ingressos:
Plateia VIP: R$ 120,00 / R$60,00 (meia)
Plateia Setor 1: R$ 100,00 / R$50,00 (meia)
Balcão Setor 2: R$ 60,00 / R$30,00 (meia)
Balcão Setor 3: R$ 50,00 / R$25,00 (meia)
Camarote: R$ 80,00 / R$40,00 (meia)
Horário: Quintas, sextas e sábados às 21h e domingos às 19h
Capacidade do teatro: 926 lugares
Gênero: Comédia
Classificação etária: 18 anos
Duração: 90 minutos
Ingressos à venda no site: http://www.ingresso.com/rio-de-janeiro/home/espetaculo/teatro/a-casa-dos-budas-ditosos/oi-casa-grande

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Visita Guiada pelo Centro Histórico do Rio de Janeiro - Ministrada pelo pesquisador e fotógrafo Luiz Eugênio Teixeira Leite, dia 5 de setembro! Vagas limitadas!


No dia 5 de setembro próximo – um sábado, como sempre – Luiz Eugênio fará mais uma visita guiada pelo Centro do Rio, desta vez batizada De Tiradentes a Tiradentes - uma linha quase reta partindo da Praça Tiradentes em direção ao Palácio Tiradentes, passando pelo Real Gabinete Português de Leitura, o Largo de São Francisco, o Convento de Santo Antonio, o Largo da Carioca e muito mais.

Na visita, cada participante recebe:
- roteiro personalizado em formato A3;
- crachá;
- cartão postal do projeto;
- imã de geladeira do projeto;
- marca-página do projeto;
- duas barrinhas de cereal;

e ainda concorre ao sorteio de um exemplar autografado do meu livro, O RIO QUE O RIO NÃO VÊ.

A visita começa às 10h e vai até as 14h, mais ou menos.

O investimento é de R$ 40,00 (quarenta reais) e há 30 vagas disponíveis. Para se inscrever envie um e-mail para leugenio@centroin.com.br 
Ele passará as informações da conta para depósito. Entre em contato até as 17h de 4 de setembro, sexta-feira. A confirmação de participação será feita por e-mail.

LUIZ EUGENIO TEIXEIRA LEITE é carioca, designer gráfico, fotógrafo e ilustrador.
Como designer gráfico, já desenvolveu projetos de identidade visual para clientes como
Petrobras, Caixa Econômica Federal, Correios, Furnas, Firjan, Amerada Hess Petróleo,
Pinacoteca do Estado de São Paulo, Arquidiocese do Rio de Janeiro e outros.
Fotografa profissionalmente desde 1983, tendo se especializado em fotografia de
natureza e arte. Dentre as distinções alcançadas, destacam-se os prêmios máximos no
CONCURSO NACIONAL DE FOTOGRAFIA ZOOLÓGICA e no Concurso de Fotografia
Submarina Revista Náutica/Editora Abril. Já realizou diversas exposições fotográficas em
todo o território nacional.
Suas imagens profissionais são comercializadas através da agência Istockphoto
( ).
Na fotografia de arte, possui trabalhos reproduzidos em catálogos de exposições,
revistas, livros e sites. Dentre estes, destaca-se o Dicionário Crítico da Pintura no Brasil,
da Artlivre, publicado em 1988.
De 2002 a 2010 foi curador do acervo e coordenador das galerias da CAIXA Cultural Rio de
Janeiro, onde foram apresentadas, sob sua coordenação, 150 exposições. Concebeu e
coordenou a realização da exposição DI CAVALCANTI, UM PERFEITO CARIOCA, evento
que inaugurou a nova unidade da CAIXA Cultural no Rio de Janeiro, em junho de 2006.
Nesse período realizou inúmeras curadorias, projetos gráficos e expográficos para
exposições.
Dentre as diversas curadorias, destacam-se as das exposições TESOUROS DA CAIXA, em
2003, uma seleção de obras de pintores nacionais, entre os quais Portinari, Di Cavalcanti,
Pancetti, Guignard e muitos outros, e O Ouro do Mar, última exposição individual do
pintor e gravador Newton Cavalcanti. Em nome da CAIXA produziu diversos textos de
abertura para catálogos de exposições, dentre os quais destacam-se Di Cavalcanti, um
Perfeito Carioca, e Guayasamin, uma America Pintada, ambos em 2006.
De sua produção editorial destaca-se o livro O RIO QUE O RIO NÂO VÊ - Os Símbolos e
seus Significados na Arquitetura Civil do Centro da Cidade do Rio de Janeiro, lançado em
abril de 2012 pela Aori Produção Cultural, patrocinado pelo BNDES, e que em pouco mais
de um ano já alcançou as seguintes distinções: finalista nacional do Prêmio Rodrigo Melo
Franco de Andrade 2013, promovido pelo IPHAN, e do Prêmio Sergio Milliet 2013, da
Associação Brasileira de Críticos de Arte, que premiam a melhor pesquisa realizada no
ano anterior. Trata-se de um profundo estudo iconológico acerca dos ornamentos
simbólicos presentes nas fachadas dos edifícios públicos e privados do Centro do Rio de
Janeiro.
Da pesquisa resultaram o blog , lançado em outubro de
2012, e as visitas guiadas pela cidade, iniciadas em março de 2013 e atualmente em sua
décima-primeira edição, além da exposição O RIO QUE O RIO NÃO VÊ, no Centro Cultural
Correios, que atraiu 20000 visitantes de janeiro a março de 2014.
Atualmente prepara o livro SÃO PAULO QUE SÃO PAULO NÃO VÊ - Os Símbolos e seus
Significados na Arquitetura Civil da Cidade de São Paulo, já aprovado na Lei Rouanet. Está
marcada para janeiro de 2014 uma exposição sobre sua obra no Centro Cultural Correios.
Fala Inglês e Francês, fluentemente, e espanhol e italiano, regularmente.

É pai de três filhos: a Malu, o João e a Dani.



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Para ler, assistir e ouvir: musical infantil "As Aventuras do Menino Iogue" lança CD dia 30 de agosto Com Produção e direção musical de Dado Villa-Lobos e Gui Cavalcanti, álbum será lançado no Jardim Botânico após reestreia do espetáculo.

Primeiro foi o livro, depois o musical e agora; o CD. A história do príncipe Shridhara, que recebe o chamado de um homem mágico e é guiado por um passarinho azul numa jornada rumo à montanha sagrada dos Himalaias, está rendendo frutos. Depois do sucesso de público e de crítica no Teatro Galpão das Artes (74 lugares), na temporada que iniciou dia 11 de julho e abriu sessões extras devido à procura, o musical passa para o Teatro Espaço Tom Jobim (300 lugares) e segue até o dia 4 de outubro.

Junto à nova temporada, vem o lançamento do Cd contendo todas as músicas do espetáculo, cuja produção e direção musical são assinadas por Dado Villa-Lobos e Gui Cavalcanti.

"Sou praticante de Iyengar Yoga há cinco anos, melhorou a vida. Tive algumas aulas com Antonio, excelente professor, animado e divertido. Quando soube que ele estava precisando registrar as canções do espetáculo me prontifiquei a ajudar com as gravações no meu estúdio. É um disco infantil com grandes sucessos com certeza, músicas chiclete de consciência espiritual!", afirma Dado.

Antonio Tigre conta que parte das músicas foram desenvolvidas durante o workshop que realizou com a atriz e cantora Soraya Ravenle, no final do ano passado. "Mas o tema do Menino Iogue foi feito durante minha viagem para a Índia, em janeiro, quando encontrei meu mestre Iyengar", disse. 

O lançamento do CD será feito neste domingo, dia 30, no Teatro Espaço Tom Jobim, logo após a peça, que reestreia às 11h.

Músicas
Mantra om
Pula Macaco
Ser Luminoso
Floresta dos encantos
Cabeça de elefante
Menino iogue
Subida dos Himalaias (instrumental Arvind)

Músicos: Dado Villa-Lobos, Gui Cavalcanti, Grasiela Müller, Luciana Bollina, Orlando Caldeira, Wilson Jequitibá, Antonio Arvind, Guilherme Alves e Antonio Tigre
Mixagem: Estevão Casé
Músicas originais: Antonio Tigre
Produção e direção musical: Dado Villa-Lobos e Gui Cavalcanti
Instrumentos
Sítar, harpa chinesa e guitarra: Dado Villa-Lobos
Acordeon: Grasiela Müller
Guitarra e baixo: Gui Cavalcanti
Handpam: Antonio Arvind
Zabumba: Wilson Jequitibá
Tablas: Gui Alves
Cíbalos: Antonio Tigre

Serviço

Local: Teatro Espaço Tom Jobim
Endereço: Rua Jardim Botânico – 1008 – Jardim Botânico - Telefone - (21) 2274-7012
Data: Domingo, dia 30 de agosto
Horário: 12h
Preço (CD): R$25
O CD estará disponível para compra no Espaço Tom Jobim durante as sessões da peça (aos sábados e domingos, às 11h)
Os interessados também podem solicitar o CD por meio da página do Facebook: www.facebook.com/AsAventurasDoMeninoIogue

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FESQ divulga os 20 grupos selecionados para a 13ª edição Foram recebidos 137 pedidos de inscrição de oito estados brasileiros Foram divulgados os 20 grupos selecionados para a 13ª edição do FESQ em Cabo Frio.

FESQ divulga os 20 grupos selecionados para a 13ª edição
Foram recebidos 137 pedidos de inscrição de oito estados brasileiros
Foram divulgados os 20 grupos selecionados para a 13ª edição do FESQ em Cabo Frio. O Festival de Esquetes e Artes Integradas será realizado de 15 a 19 de setembro no Teatro Municipal Inah de Azevedo Mureb. Segundo os organizadores foram recebidos 137 pedidos de inscrição de oito estados brasileiros (confira a lista completa dos selecionados e a ordem de apresentação abaixo).
Além dos 20 grupos selecionados, foram definidos mais quatro como suplentes. As inscrições partiram de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Ceará e Rio de Janeiro. Os grupos que precisarem percorrer grandes distâncias até Cabo Frio serão contemplados com ajuda de custo para locomoção: R$ 100 até 100 Km de distância; R$ 200 de 100 Km a 200 Km; R$ 300 de 200 Km a 600 Km; e R$ 400 a partir de 600 Km.
Doações podem ajudar a manter programação
Uma campanha de financiamento coletivo que está sendo feita pela internet pode ajudar o FESQ a manter extensa programação, com preços populares na mostra competitiva e atividades gratuitas na edição 2015. Com a colaboração do público, o objetivo é arrecadar R$ 10 mil em um período de retração em publicidades e apoios culturais. A página na internet para o envio de colaborações pode ser acessada no link:http://www.kickante.com.br/campanhas/fesq-cabo-frio-13-festival-de-teatro-e-artes-integradas-2015.


Veja os grupos selecionados e a programação do festival
Terça-feira - 15 
1 - Grupo: Ato Inverso
Esquete: Entre Nós e Laços
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
2 - Grupo: Coletivo Maremoto
Esquete: O Mar
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
3 - Grupo: Coletivo Carranca
Esquete: Matador de Santas
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
4 - Grupo: Teatralha
Esquete: Valkiria
Cidade: Sapucaia / RJ
5 - Grupo: Coletivo Areia de Comer
Esquete: A Terrível Planície de Kenótita
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
Quarta-feira - 16
1 - Grupo: Creche na Coxia
Esquete: O Velhinho e a Morte
Cidade: Cabo Frio / RJ
2 - Grupo: Escrotos!
Esquete: Bichos Escrotos
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
3 - Grupo: Cia 6º Ato
Esquete: Invidere
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
4 - Grupo: Transe Poesia
Esquete: Frida Kahlo, à Revolução!
Cidade: Porto Alegre / RS
5 - Grupo: Primitivos
Esquete: Meu Nome é Ernesto
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
Quinta-feira - 17
1 - Grupo: Trupe Andarilhos Cia de Teatro
Esquete: Sobre Ratos e Homens
Cidade: Cabo Frio / RJ
2 - Grupo: Emú
Esquete: Mercedes
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
3 - Grupo: Os Trágicos
Esquete: Hamlet em 15 Minutos
Cidade: Rio de Janeiro / RJ

4 - Grupo: Emboa Companhia
Esquete: O Dobro
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
5 - Grupo: Clã de Nós
Esquete: As histórias do Velho Joe
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
Sexta-feira - 18
1 - Grupo: Quarto Coletivo de Teatro
Esquete: Combate Corpo a Corpo: Montecchio vs. Capuleto
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
2 - Grupo: Cia Teatro Vivo
Esquete: Maria Madalena
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
3 - Grupo: Ítalo Banda
Esquete: Hoje Nós, Amanhã Vocês
Cidade: Londrina / PR
4 - Grupo: Núcleo Linha de Frente
Esquete: Chão de Pequenos
Cidade: Belo Horizonte / MG
5 - Grupo: Suicidas Teatrais
Esquete: Golden Gate Bridge
Cidade:  Rio de Janeiro / RJ
Sábado - 19
Apresentação das finalistas
Suplentes
1 - Grupo: Cia de Teatro Barquinhos de papel
Esquete: A Viúva do Vilarejo
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
2 - Grupo: Os Dionísios Cia de Teatro
Esquete: Amor, Fatal Amor
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
3 - Grupo: Sintonia Dominó
Esquete: A História do Côco
Cidade: Rio de Janeiro / RJ
4 - Grupo: Cia de Teatro Mc16
Esquete: Caravana Maravilha em: Boneca
Cidade: Macaé / RJ

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Banda Filarmônica do Rio de Janeiro realiza apresentação na Candelária No dia 30 de agosto - Entrada Gratuita!



Banda Filarmônica do Rio de Janeiro realiza apresentação na Candelária 
No dia 30 de agosto a Banda Filarmônica do Rio de Janeiro apresenta o Projeto Candelária. O concerto gratuito na tradicional Igreja do Centro do Rio de Janeiro traz em seu repertório obras de compositores como J. Naegele, J. Maurício Nunes Garcia, H. Villa-Lobos, G. Verdi e R. Wagner, entre outros.


Sobre a Banda Filarmônica do Rio de Janeiro:

A orquestra de sopros Banda Filarmônica do Rio de Janeiro tem como objetivo principal a execução da música para sopros e percussão em seu mais alto nível. 

Composta por cerca de 60 músicos, a BFRJ tem levado, desde sua fundação em 2010, música de qualidade a todos os estratos da sociedade tendo se apresentado em diversos espaços culturais e eventos importantes no cenário cultural do Estado do Rio de Janeiro como: Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Oi Casa Grande, Teatro João Caetano, Teatro Municipal de Niterói, Espaço Tom Jobim, Casa de Rui Barbosa, Centro Cultural da Justiça Federal, Biblioteca Parque de Manguinhos, Festival Villa-Lobos, Rio Cello Encounter e Projeto Candelária, entre outros.



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ESPETÁCULO ''UM DE NÓS'' ESTREIA DIA 1° DE SETEMBRO NO TEATRO EVA HERTZ (LIVRARIA CULTURA)


Um judoca iraniano (Arash) que por toda a vida enfrentou desafios pessoais e políticos em busca do sonho olímpico é o protagonista da peça “Um de nós”, de Pedro Monteiro, com direção de Joana Lebreiro, que estreou em janeiro de 2015, e que retoma aos palcos cariocas para uma temporada de um mês (às terças e quartas) no Teatro Eva Hertz, no Centro.

Numa área de competição, com tatame, quimonos e bandeiras, cinco atores (Gabriela Estevão, Marcelo Dias, Jorge Neves, Ricardo Damasceno e Pedro Monteiro) interpretam uma trajetória de luta, determinação e sonho, tendo no judô a força para enfrentar todas as adversidades da vida.

Idealizador do projeto, Pedro Monteiro conta que tudo começou numa madrugada de 2007, quando pegou o controle da TV para zapear. “Parei num canal esportivo e vi um cara que tinha acabado de competir no Pan, que dizia que a luta da vida dele! – não tinha acontecido. Quando a entrevista (maravilhosa) chegou ao fim eu pensei: ‘isso pode virar teatro’”, explica.

Ideia em mente, hora de atuar. Imbuído pela mesma determinação de Arash, o personagem na trama, o autor e ator Pedro Monteiro tornou seu objetivo realidade com ajuda dos parceiros certos. A dramaturgia é assinada pelo próprio Pedro Monteiro, Marcus Galiña e Joana Lebreiro, que também assim a direção - vencedora dos prêmios Zilka Sallaberry e CBTIJ de Teatro Infantil, ambos em 2015 pelo espetáculo “Bisa Bia, Bisa Bel”.

 Com uma poderosa trilha sonora composta por Marcelo Alonso Neves, vencedor do Prêmio Shell 2010, todo espetáculo é permeado por movimentações de judô. O cenário, minimalista e impactante, é assinado por Natalia Lana, e a iluminação é de Daniela Sanchez. A direção de movimento é de Nathália Mello e o figurino, baseado nas vestimentas do esporte, fica por conta de Roberta Pozzato

“O objetivo é que a peça seja vista também como uma luta, numa metáfora ao papel do artista que, assim como o esportista, precisa quebrar barreiras e superar desafios. Hoje o judô é o esporte individual que mais conseguiu medalhas para o Brasil em Jogos Olímpicos e possui grande adesão entre crianças. Nada mais adequado do que falar sobre o tema em ano olímpico”, observa Pedro.

O projeto contou desde o início com o apoio do Instituto Reação, que treinou os atores por cinco meses antes da estreia do espetáculo. O resultado dessa construção cuidadosa é visível em cena. Sobre o espetáculo, o medalhista olímpico Flávio Canto comenta: “Uma homenagem linda ao judô, ao esforço sem fim da vida de um atleta, aos valores mais nobres do esporte”.

Tal qual um esportista, “Um de Nós” já acumula diversas conquistas. Foi vencedor do pitching do Tempo Festival 2014 e integrou o Circuito SESI Cultural de 2015. Agora em setembro, foi convidado para uma temporada no Teatro Eva Herz, da Livraria da Cultura, no Rio de Janeiro.

“Um de Nós” traz o judô aos palcos e leva ao espectador o conhecimento de especificidades do esporte e do Irã, criando uma aproximação com estes dois universos. A partir disso, propõe uma reflexão ainda mais ampla sobre a relação do esporte com outras esferas das sociedades – culturais, políticas, religiosas e familiares.


Ficha técnica

Uma história de Pedro Monteiro.
Com Gabriela Estevão, Marcelo Dias, Jorge Neves, Ricardo Damasceno e Pedro Monteiro.
Escrita por Marcus Galiña, Joana Lebreiro e Pedro Monteiro
Direção: Joana Lebreiro
Direção de movimento: Nathália Mello
Direção musical e trilha original: Marcelo Alonso Neves
Cenário: Nathalia Lana
Figurino: Roberta Pozato
Iluminação: Dani Sanchez
Programação visual: Lívia Paupério
Stand-ins: Bruna Napoleão, Pablo Sobral.
Direção de produção: Gabriela Imelk
Realização: Pedro Monteiro
Este espetáculo foi realizado através da lei de incentivo da prefeitura da cidade do Rio de Janeiro após vencer o Pitching Tempo Festival de 2014.

SERVIÇO
Espetáculo: Um de Nós.
Local: Teatro Eva Hertz (Livraria Cultura)
Endereço: Rua Senador Dantas 45 - (21) 3916-2600
Reestreia: 01 de setembro, às 19h30
Temporada: 01 a 30 de setembro (terças e quartas), às 19h30.
Duração: 75 minutos.
Lotação: 177 lugares
Entrada: R$ 30,00
Meia: R$ 15,00
Classificação etária: Livre

Apoio: Agenda Cultural RJ 
Divulgamos espetáculos, shows, festivais, exposições e muito mais! 
Divulgação Cultural, Mídia Online, Distribuição de Filipetas e Colagem de Cartazes.
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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Chico Rei - Espetáculo premiado se apresenta dias 16, 17 e 18 de setembro as 21h. no Espaço Tom Jobim - Chico Rei Conta a história de um personagem que se torna um herói político e habilidoso, quando reconstrói, simbolicamente, seu reino em meio à repressão e ao preconceito, numa época em que nada era mais valioso que o ouro. Apropriando-se da estatuária africana e do barroco mineiro, mais especificamente do Antônio Francisco Lisboa – o Aleijadinho, o espetáculo propõe um confronto entre estas duas estéticas tão diferentes, que ao mesmo tempo refletem a produção de imagens dos negros do Congo e dos mestiços brasileiros do século XVIII, ressaltando a importância dessa confluência para a formação da arte e do povo brasileiro.




Desde 2005, o historiador Márcio Antônio de Miranda e o artista plástico Paulo Emilio Rocha Luz desenvolvem uma pesquisa sobre o mito Chico Rei. Ambos com o interesse em desenvolver um trabalho artístico que tenho como mote as raízes culturais de Minas Gerais. Por se tratar de uma lenda, Chico Rei não é mencionado em nenhum livro de história, mas sua importância cultural, através do imaginário popular, resulta no resgate de fatos históricos de um período, na preservação da memória e tradições culturais mineiras. A Igreja Alto da Cruz, em Ouro Preto, é hoje patrimônio histórico. A primeira Festa do Rosário, que é celebrada em todo país há pelo menos 350 anos, surgiu em Minas Gerais, antigo Vila Rica, em 1715, através da criação da Ordem do Rosário odos Pretos – confraria religiosa fundada pelos escravos cristianizados. Segundo a lensa, foi Chico Rei quem construiu essa Igreja e introduziu o Congado no Estado, através do Reisado do Rosário. O mito organiza a memória e a tradição o e desdobra a ambiguidade das festas, o significado de preservação da celebrarão das congadas e a importância do imaginário popular. 
A história do Rei do Congo não evoca só a história da resistência do negro sobre as condições do século XVIII, mas também alude as situações vividas atualmente no País, como o racismo não declarado. Rememorar o antigo mito fundador, sabendo-se que existem várias versões que correspondem aos oprimidos e aos opressores em diversas temporalidades.


Além disso, o trabalho é uma forma de registro artístico de um momento histórico no estado. É um resgate simbólico de nossa origem, de nossas tradições, de nossas raízes,; uma forma de preservar e valorizar a nossa história através de um mito. Tendo como referências escritores mineiros como Guimarães Rosa, e com experiência na realização e montagem de espetáculos de qualidade de Teatro de Bonecos em Minas Gerais (foram integrantes do renomado Grupo Giramundo) além do sucesso que o espetáculo tem gerado em suas apresentações e outros projetos que o grupo tem desenvolvido em sua trajetória, os artistas pretendem realizar trabalhos autorais que envolvam uma pesquisa prévia a partir da escolha de um tema de estudo. Como desdobramento do espetáculo pretendemos viajar por outras cidades do Brasil, apresentando um trabalho de qualidade no qual a temática perpassa pela cultura e tradição de Minas Gerais, o que promove uma aproximação com os moradores através de uma atividade artística. Utilizar mão de obra local, através da contratação de equipe de produção nessas cidades, além de promover o acesso à confecção de bonecos elos interessados é uma forma de estimular futuros artistas e trabalhos artísticos locais através do contato com o espetáculo e os workshops que serão desenvolvidos nas cidades.

SINOPSE DE OBRA: Durante o período de escravização das nações africanas pelos portugueses, toda a tribo Galanga é aprisionada e enviada ao Brasil, durante a viagem pelo advento de uma terrível tempestade, parte da tripulação é jogada ao mar, inclusive sua esposa (Djalo) e sua filha (Itulo). Galanga trabalha na mina de ouro Encardideira do Majos Antônio e consegue juntar dinheiro trabalhando nos dias santos e com isso compra a alforria de seu filho (Muzinga), posteriormente a sua própria alforria e de seu tio (Comilião) e propõe que cada cativo liberto deverá juntos dinheiro e comprar a alforria de mais dos cativos, com isso foram libertos 400 escravos e com isso é então considerado o Rei de seus compatriotas, admirado e temido por membros da sociedade na época por sua habilidade como líder.

Prêmios:
.Prêmio Myriam Muniz, 2014.
.Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte, 2010.
.Festival de Inverno de Ouro Branco, 2010.
.Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, 2010.
.SESI Bonecos do Brasil, São Luís, MA, 2010.
.Caixa Cultural:São Paulo,Rio de Janeiro e Salvador,2011.

.Museu da Inconfidência, Ouro Preto, 2013.


Ficha Técnica :
Direção : Paulo  Emilio Luz e Ulisses Tavares
Texto : Márcio Miranda.
Trilha sonora : Terno Teatro, Ulisses Tavares e Alexsandro Novaes
Concepção Artística e direção de Arte: Paulo Emílio Luz
Produção : Luiz Fernando M. Vitral
Figurino dos Bonecos : Fabiola Rosa e Camila Polatscheck
Iluminação : Guilherme Prado
Construção de Bonecos : Camila Polatscheck, Fabiola Rosa, Marcio Miranda e Paulo Emilio.
Modelagem e pintura : Paulo Emilio Luz
Adereços e Objetos de cena : Terno Teatro
Registro vídeo : Estúdio da Imagem Buena Onda
Fotografia : Terno Teatro, Estudio da Imagem Buena Onda.

Projeto gráfico : Mostarda em pó
Assessoria de imprensa : Luiz Fernando M. Vitral
Vozes :  Lucio Honorato, Márcio Miranda, Paulo Emilio Luz, Warlem Dimas, Ulisses Tavares, Antonio Rodrigues , Paulo Polika, Alexsandro Novaes
Manipuladores : Paulo  Emílio Luz, Ana Flavia Fagundes , Antônio Leite Rodrigues , Paulo Polika, Israel silva, 



Terno Teatro
Criado em 2005, em Belo Horizonte o Grupo Terno Teatro de Bonecos surge com o propósito de pesquisar as várias vertentes do teatro e do cinema de animação.  Atualmente, além de espetáculos adultos e infantis, desenvolve atividades na área de arte-educação ministrando oficinas e cursos de  qualificação. Além de ter participado  de montagens teatrais premiadas.


Terno Teatro
ternoteatro@gmail.com 


SERVIÇO:
Espetáculo: Chico Rei
Dias: 16, 17 e 18 de Setembro de 2015.
Horario: 21h.
Duração : 55m 
Local:Espaço Tom Jobim
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 - 
Jardim Botânico - Rio de Janeiro
Telefone: (21)2274-7012
Classificação indicativa : 12 anos 
Técnica : balcão
Preços : R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia entrada.

Apoio: Agenda Cultural RJ
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