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24 de nov de 2013

ANJOS DO PICADEIRO 2013



Petrobras, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura apresentam:


ANJOS DO PICADEIRO 2013


Organizado pelo Teatro de Anônimo, encontro internacional de palhaços

acontecerá entre os dias 1° e 7 de dezembro nas ruas e praças do Rio


  A rua é um palco democrático para o artista. “Rio é rua”. Com esse tema, o 12º Encontro Internacional de Palhaços Anjos do Picadeiro vai tomar conta da cidade com espetáculos de grandes mestres da comicidade mundial: Leo Bassi (Espanha), Johnny Melville (Escócia), Chacovachi (Argentina), Palhaço Tomate (Argentina), Andres del Bosque (Chile), além da participação de mais de 250 jovens artistas de diversos estados brasileiros e de outros países. Criado em 1996 pelo grupo carioca Teatro de Anônimo,      o Anjos do Picadeiro – www.anjosdopicadeiro.com.br é hoje considerado o maior encontro de palhaços da América Latina e um dos mais importantes do mundo.  Em 12 anos, o evento já foi realizado em outros lugares do Brasil: Salvador, São Paulo, São José do Rio Preto e Florianópolis.



Como o objetivo de ocupar os espaços públicos da cidade, o Anjos do Picadeiro não terá espetáculos em teatros e centro culturais. Em 2013, as atrações acontecerão nas ruas e praças das zonas Sul, Norte, Oeste e do Centro: Bangu, Cinelândia, Glória, Lapa, Largo do Machado, Largo da Carioca, Madureira, Praça São Salvador, Praça Tiradentes e Praça XV. O único palco fechado será o Pavilhão Teatro de Anônimo, na Fundição Progresso, que receberá os cabarés (esquetes cômicas, performances e música), além de uma noite dedicada ao lançamento de três livros: “No Divã do Palhaço”, de Carlos Biaggioli (SP), “Caçadores de Risos – o maravilhoso mundo da palhaçaria”, de Demian Moreira Reis (BA) e “Segurança no Circo – questão de prioridade”, de Ermínia Silva, Marco Bortoleto e Diego Ferreira (SP).



Nesta edição, o intercâmbio entre artistas de diferentes cidades e países, as oficinas e as assessorias técnicas ganharam destaque na programação. Os resultados desses encontros estarão nas rodas de ruas, na abertura oficial (Overdoze), nos cabarés e nas Palhaceatas. Todas as atividades serão gratuitas, mas o público poderá contribuir de forma espontânea no final dos espetáculos – o que acontece com frequência em países da Europa e da América Latina e garante o sustento de muitos artistas. “A rua é um lugar de lazer e de trabalho do artista. Nós queremos gerar uma reflexão sobre o consumo de bens culturais e as suas formas de financiamento”, explica João Artigos, um dos fundadores do Teatro de Anônimo. O chapéu foi eleito um ícone que representará simbolicamente essa proposta e estará presente durante todo o evento, desde o objeto em si para recolher as contribuições depois das apresentações até as ações do festival nas redes sociais.



Dia 1º de dezembro (domingo) – Abertura oficial



A abertura oficial do Anjos 2013 será com o Overdoze – uma maratona de doze horas de espetáculos na Praça Tiradentes, das 11h às 23h, no dia 1° de dezembro. Os espetáculos serão apresentados por artistas nacionais e internacionais: Johnny Melville (Escócia) com “Best of Johnny”; Ricardo Puccetti e Lume Teatro (SP) com “La Scarpetta”; Palhaço Tomate (Argentina) com “Tomate na rua”; Chacovachi (Argentina) com “Cuidado! Um palhaço mau pode arruinar a sua vida”; Andres del Bosque (Chile) com “Banqueiros” e Irmãos Saúde (DF). O palhaço espanhol Leo Bassi fará o encerramento do Overdoze com um espetáculo inédito criado a partir de um intercâmbio com os integrantes do Grupo Circo no Ato, os alunos do Circo Crescer e Viver e também músicos convidados.

Palhaceatas – Centro, Bangu e Madureira
                                                                                                                                                                                



Como um desfile de carnaval que por onde passa convoca o público a brincar, dançar e rir, a tradicional Palhaceata reunirá mais de cem palhaços no dia 5 de dezembro, entre 14h e 17h. O percurso de três horas pelas ruas do Centro terá início na Cinelândia e terminará na Praça XV. O Lume Teatro – um dos mais importantes grupos de artes cênicas do país – fará uma oficina que resultará na montagem de um cortejo com figurinos e imagens criadas especialmente para o abre-alas e um intercâmbio entre artistas, grupos e coletivos resultará em uma ala só de mulheres palhaças. Depois de um enorme polvo vermelho, a Palhaceata será acompanhada por uma aranha gigante confeccionada com mais de 5 mil balões infláveis. A criação do palhaço argentino Tomate será produzida em parceria com artistas brasileiros durante os três dias que antecedem o desfile. Este ano, a novidade é que a Palhaceata também acontecerá em Bangu e Madureira. O evento começará na Central do Brasil, onde os palhaços vão ocupar um vagão de trem já caracterizados.

                                                



PROGRAMAÇÃO DIA A DIA



DIA 1º (DOMINGO)



Overdoze – abertura oficial

Local: Praça Tiradentes

11h: Banquete de Ideias/Manifesto do Chapéu

15h: Best of Johnny (Johnny Melville/Escócia)

16h: Circo Artetude Irmãos Saúde (DF), Coletivo Nopok (RJ), Guga Morales (RJ) e Alê Casali (BA)

17h: La Scarpetta (Ricardo Puccetti/Lume Teatro/SP)

18h: Tomate Na Rua (Palhaço Tomate/Argentina)

19h: “Cuidado! Um palhaço mau pode arruinar a sua vida” (Chacovachi/Argentina)

20h: Banqueiros (Andres del Bosque/Chile)

21h: Intervenção Leo Bassi



DIA 2 (SEGUNDA)

17h: Roda de Rua com Guga Morales, Pepe Pica Porte e Homem Banda

Local: Largo do Machado



20h: Palco Aberto – Coletivo Bravos/Nopok

Local: Praça São Salvador 



DIA 3 (TERÇA)

17h: Roda de Rua com Alê Casali      

Local: Largo da Carioca



20h30

Local: Pavilhão Teatro de Anônimo (Fundição Progresso, Lapa)

Lançamento de livros: “No Divã do Palhaço” (Carlos Biaggioli), “Caçadores de Risos – o maravilhoso mundo da palhaçaria” (Demian Moreira Reis) e “Segurança no Circo – questão de prioridade” (Ermínia Silva, Marco Bortoleto e Diego Ferreira)

Roda de Samba com Flor de Chorume

Ingresso: Contribuição Espontânea







DIA 4 (QUARTA)

17h

Local: Praça XV

Roda de rua com vários artistas



DIA 5 (QUINTA)

14h: Palhaceata  

Local: Cinelândia



21h: Cabaré

Local: Pavilhão Teatro de Anônimo (Fundição Progresso, Lapa)

Ingresso: Contribuição Espontânea





DIA 6 (SEXTA)

15h: Palhaceata  

Local: Bangu (Local a definir)



21h: Cabaré

Local: Pavilhão Teatro de Anônimo (Fundição Progresso, Lapa)

Ingresso: Contribuição Espontânea



DIA 7 (SÁBADO)

15h: Palhaceata  

Local: Madureira (Local a definir)



Show de Encerramento- Geraldo Júnior

Local: Sede Cia Brasileira de Mystérios e Novidades

Casa da Gamboa – Rua Pedro Ernesto 21 e 23 (Gamboa)


Divulgação Cultural - Agenda Cultural RJ - (21)99676-9323 / 99673-4350 - agendaculturalrj@gmail.com


19 de nov de 2013






OBRA DE SHAKESPEARE RECEBE RELEITURA DOS PARLAPATÕES, NA CAIXA CULTURAL RIO


Apresentada por trio de palhaços, “PPP@WllmShkspr.Br” condensa 37 peças do dramaturgo inglês com um olhar mordaz sobre o Brasil


atores: Alexandre Bamba e Hugo Possolo - foto: Luiz Doronet



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, a partir da próxima quinta-feira (14), a comédia “PPP@WllmShkspr.Br”, uma remontagem do sucesso que, há 15 anos, rendeu projeção nacional à trupe de palhaços Parlapatões. Com tradução de Barbara Heliodora e direção de Emílio Di Biasi, o espetáculo, que fica em cartaz até 1º de dezembro (domingo), é uma versão de “A obra completa de William Shakespeare em versão abreviada” (The Complet Works of William Shakespeare – Abridged), dos americanos Adam Long, Jess Borgeson e Daniel Singer.







Com nova roupagem de cenário, figurinos e piadas, esta divertidareleitura perpassa alucinadamente por 37 peças de Shakespeare, com um olhar irônico sobre aspectos da realidade do Brasil. Mesmo com o predomínio da popular “Romeu e Julieta”, e com grande parte da encenação dedicada à “Hamlet” – considerada a maior obra da dramaturgia ocidental –, o espetáculo condensa, sob diferentes abordagens, todos os trabalhos escritos para o palco pelo dramaturgo inglês, em 90 minutos.



ator: Raul Barretto - foto: Luiz Doroneto


Nessa miscelânea, as peças históricas com sangrentos embates por reinos e poder são comparadas a uma disputada partida de futebol, os versos de Otelo surgem na forma de rap e as comédias são agrupadas em uma única encenação absurda, que faz sátira ao teatro de animação.




O título da peça, em formato de endereço eletrônico, é a abreviação de “Parlapatões, Patifes & Paspalhões@presentam a Obra Completa de William Shakespeare Compactada em Versão Brasileira Ltda.”, que estreou em 1998. Na nova montagem, o ator Alexandre Bamba passa a compor o trio de parlapatões, junto a Hugo Possolo e Raul Barretto, que participaram da montagem original e continuam no elenco.


atores: Raul Barretto e Hugo Possolo - foto: Luiz Doroneto

Ficha Técnica


Texto: Adam Long, Jess Borgeson e Daniel Singer
Tradução: Bárbara Heliodora
Direção: Emilío Di Biasi
Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Alexandre Bamba
Duração: 90 minutos
Figurinos: Adriana Vaz Ramos
Cenário: Hugo Possolo
Iluminação: Reynaldo Thomaz
Concepção de adereços: Inês Sakay
Confecção de Adereços: Equipe de Telumi Helen e de Armando Júnior
Preparação de Lutas Cênicas - Esgrima: Ariela Goldman
Música Original: Paulo Soveral
Desenho do Globe Theater e Shakespeare - Cenário: Werner Schulz
Coreografia de “Otelo”: Ângela Dip
Costureira: Cleide Niwa
Assistência de Figurinos e Recuperação de Acervo: Silvana Ivaldi
Produção: Erika Horn
Assistência de Produção: Janayna Oliveira
Fotos: Luiz Doroneto
Coordenação de Produção: Hugo Possolo e Raul Barretto
Realização: Parlapatões / Agentemesmo Produções Artísticas
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Divulgação - Agenda Cultural RJ - (21)99676-9323 / 99673-4350 - Gabriele Nery

atores: Raul Barretto, Hugo Possolo e Alexandre Bamba - foto: Luiz Doroneto


Serviço
Espetáculo “PPP@WllmShkspr.Br”
Data: de 14 de novembro a 1º de dezembro de 2013
(de quinta-feira a domingo)
Horário: 19h30


Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)


Telefone: (21) 3980-3815
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) – além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
Classificação: não recomendado para menores de 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa: CAIXA Cultural


 




fonte: assessoria de imprensa

11 de nov de 2013

CENSURA À DITADURA
PARA QUE NÃO SE ESQUEÇA, PARA QUE NUNCA MAIS ACONTEÇA.



RELEASE
ESTUDANTES TECEM O FIO DA MEMÓRIA
ATRAVÉS DA HISTÓRIA DOS ANOS DE CHUMBO NO BRASIL
Os 50 anos de Ditadura Militar no Brasil serão lembrados pelos estudantes na próxima quinta-feira (14/11) no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, em Santa Teresa, Rio de Janeiro. “Censura à Ditadura – para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça” apresentará uma grande exposição de arquivo com exibição de filmes e debate.
“Queremos resgatar a memória dos movimentos artísticos da época ditatorial, a força do povo em diversas manifestações e a censura para com a Produção Cultural”. – ressalta a estudante Victória Guimarães, produtora executiva do evento.
Concebido e realizado por alunos do curso em técnico em Produção Cultural e Eventos da ETE Adolpho Bloch / Rede FAETEC, “Censura à Ditadura - para que não se esqueça para que nunca mais aconteça”, possibilitará o acesso físico do grande público a exposições e atividades interativas das respectivas linguagens culturais: música, literatura, teatro, televisão, jornalismo e cinema.
“É curioso ver através da exposição o desdobramento que o movimento musical teve durante esse período”. – destaca Renata Macedo, curadora do módulo musical e produtora do evento.

“Com a realização do projeto, o público poderá conhecer mais sobre um Brasil que, por diversas vezes, não teve sua história divulgada por completo, principalmente pela mídia”. – conclui Alice Meireles, curadora dos módulos Televisão e Jornalismo da exposição.
Já na abertura será exibido o longa-metragem “Memória para uso diário”, da cineasta Beth Formaggini, um documentário produzido em 2007 em parceria com o Grupo Tortura Nunca Mais (GTNM/RJ) e ganhador do Prêmio de Melhor Filme pelo júri popular no Festival do Rio. Em seguida, um grande debate com a presidente do GTNM/RJ, Victória Olímpio, e membros da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro.


“O Grupo Tortura Nunca Mais/RJ foi fundado em 1985 por iniciativa de ex-presos políticos que viveram situações de tortura durante o regime militar e por familiares de mortos e desaparecidos políticos tornando-se, através das lutas em defesa dos direitos humanos em que tem participado e desenvolvido, uma referência importante no cenário nacional. Considerando que o regime ditatorial contribuiu decisivamente para o esgarçamento e a deterioração de valores éticos, o GTNM/RJ constituiu-se em um importante centro de referência sobre a memória do período da ditadura civil-militar. Desta maneira, tem assumido um claro compromisso na luta pelos direitos humanos, pelo esclarecimento das circunstâncias de morte e desaparecimento de militantes políticos, pela memória histórica daquele período, pelo afastamento imediato de cargos públicos das pessoas envolvidas com a tortura, pela formação de uma postura ética, convicto de que estas são condições indispensáveis na luta contra o esquecimento e o silenciamento dos crimes de ontem e de hoje”. – relata a presidente Victória Olímpio.

PROGRAMAÇÃO:
Quinta-feira, dia 14/11/2013
Cinema
10h
Memória para uso diário, de Beth Formaggini. Documentário, Brasil, 2007, 94’
Sinopse: Documentário sobre o esquecimento e a construção da memória política brasileira e a luta por justiça.
Militantes do Grupo Tortura Nunca Mais que deram suas vidas em troca da liberdade do país e seus atuais membros que, agora, lutam pela reabertura dos arquivo militares, que podem ser a chave de localização dos desaparecidos políticos revelando ainda a forma como foram mortos. O filme traz à vista a memória recente, revelando a seletividade da história oficial, pensando o passado para que se possa libertar o futuro dos fantasmas que ainda perseguem o presente.
Classificação indicativa: Livre
Debate
11h30
A repressão no passado e no presente, destacando as manifestações populares, a violência policial, os desaparecidos políticos, o papel da mídia e a importância do resgate da memória.
Convidados: Comissão Estadual da Verdade e Grupo Tortura Nunca Mais
Exposição
Das 10h às 18h
64/85
Exposição de arquivo sobre a censura à Produção Cultural
Sexta-feira, dia 15/11/2013
Cinema
Das 10h às 13h
Memória para uso diário, de Beth Formaggini. Documentário, Brasil, 2007, 94’
Sinopse: Documentário sobre o esquecimento e a construção da memória política brasileira e a luta por justiça. Militantes do Grupo Tortura Nunca Mais que deram suas vidas em troca da liberdade do país e seus atuais membros que, agora, lutam pela reabertura dos arquivo militares, que podem ser a chave de localização dos desaparecidos políticos revelando ainda a forma como foram mortos. O filme traz à vista a memória recente, revelando a seletividade da história oficial, pensando o passado para que se possa libertar o futuro dos fantasmas que ainda perseguem o presente.
Classificação indicativa: Livre
O dia que durou 21 anos, de Camilo Tavares. Documentário, Brasil, 2013, 77’
Sinopse: Documentário que mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964. A ação militar que deu início à ditadura contou com a ativa participação de agências como a CIA e a própria Casa Branca. Com documentos secretos e gravações originais da época, o filme mostra como os presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson se organizaram para tirar o presidente João Goulart do poder e apoiar o governo do Marechal Humberto Castelo Branco.
Classificação indicativa: Livre
15 filhos, de Maria Oliveira e Marta Nehring. Documentário, Brasil, 1996, 19’
Sinopse: O filme relembra os horrores cometidos durante a ditadura militar, quando milhares de pessoas, contrárias ao regime, morreram ou desapareceram sem deixar pistas. A narrativa cabe aos filhos dos presos políticos, que contam traumas nunca superados. Entre os relatos, alguns fatos são comuns: a incerteza quanto ao nome verdadeiro dos pais; o mundo dividido entre o bem e o mal; o período em que passaram presos; e a impossibilidade de compartilhar os acontecimentos com os demais membros da família.
Classificação indicativa: Livre
Vala comum, de João Godoy. Documentário, Brasil, 1994, 32’
Sinopse: A partir de uma vala comum clandestina encontrada no Cemitério de Perús (SP), um passado mantido oculto emerge para exumar uma parte da história recente do país.
Classificação indicativa: Livre
Sônia – morta viva, de Sergio Waismann. Documentário, Brasil, 1985, 50’
Sinopse: Trajetória da militante revolucionária Sônia Moraes Angel Jones, que foi morta durante a Ditadura no Brasil.
Classificação indicativa: Livre
Exposição
Das 10h às 18h
64/85
Exposição de arquivo sobre a censura à Produção Cultural.
Sábado, dia 16/11/2013
Cinema
Das 10h às 13h
Memória para uso diário, de Beth Formaggini. Documentário, Brasil, 2007, 94’
Sinopse: Documentário sobre o esquecimento e a construção da memória política brasileira e a luta por justiça. Militantes do Grupo Tortura Nunca Mais que deram suas vidas em troca da liberdade do país e seus atuais membros que, agora, lutam pela reabertura dos arquivo militares, que podem ser a chave de localização dos desaparecidos políticos revelando ainda a forma como foram mortos. O filme traz à vista a memória recente, revelando a seletividade da história oficial, pensando o passado para que se possa libertar o futuro dos fantasmas que ainda perseguem o presente.
Classificação indicativa: Livre
O dia que durou 21 anos, de Camilo Tavares. Documentário, Brasil, 2013, 77’
Sinopse: Documentário que mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964. A ação militar que deu início à ditadura contou com a ativa participação de agências como a CIA e a própria Casa Branca. Com documentos secretos e gravações originais da época, o filme mostra como os presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson se organizaram para tirar o presidente João Goulart do poder e apoiar o governo do Marechal Humberto Castelo Branco.
Classificação indicativa: Livre
15 filhos, de Maria Oliveira e Marta Nehring. Documentário, Brasil, 1996, 19’
Sinopse: O filme relembra os horrores cometidos durante a ditadura militar, quando milhares de pessoas, contrárias ao regime, morreram ou desapareceram sem deixar pistas. A narrativa cabe aos filhos dos presos políticos, que contam traumas nunca superados. Entre os relatos, alguns fatos são comuns: a incerteza quanto ao nome verdadeiro dos pais; o mundo dividido entre o bem e o mal; o período em que passaram presos; e a impossibilidade de compartilhar os acontecimentos com os demais membros da família.
Classificação indicativa: Livre
Vala comum, de João Godoy. Documentário, Brasil, 1994, 32’
Sinopse: A partir de uma vala comum clandestina encontrada no Cemitério de Perús (SP), um passado mantido oculto emerge para exumar uma parte da história recente do país.
Classificação indicativa: Livre
Sônia – morta viva, de Sergio Waismann. Documentário, Brasil, 1985, 50’
Sinopse: Trajetória da militante revolucionária Sônia Moraes Angel Jones, que foi morta durante a Ditadura no Brasil.
Classificação indicativa: Livre
Exposição
Das 10h às 18h
64/85
Exposição de arquivo sobre a censura à Produção Cultural.
SERVIÇO:
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa
Tel.: (21) 2224-3922 / 2215-0621
AGENDA CULTURAL RJ
DIVULGAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS 
Colagem de Cartazes - Distribuição de Filipetas / Convites - Divulgação de Mídia Online.(21)9673-4350 / 9676-9323
agendaculturalrj@gmail.com

4 de nov de 2013

Exposição Fotográfica DE PEITO ABERTO: de 07 a 20 de novembro, das 7:00 às 22:00 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer - Zona Sul de São Paulo.


A Exposição Fotográfica e Palestra DE PEITO ABERTO – a autoestima da mulher com câncer de mama, uma abordagem humanista se apresentam agora em novembro de 2013, durante I Sarau da Saúde do Jardim Macedônia e a Semana da Consciência Negra, na Zona Sul de São Paulo – subprefeitura do Campo Limpo, região do Capão Redondo. 







Esta iniciativa do Pronto Atendimento Jardim Macedônia, em parceria com o Projeto DE PEITO ABERTO, o CEJAM – Centro de Estudos João Amorim, e o CEU Cantos do Amanhecer, levará uma série de atividades para a população. A programação inclui palestras e oficinas sobre saúde – em especial sobre a saúde da mulher –, cultura, cidadania, educação, meio ambiente e mobilidade urbana, entre outras ações, como sessões de “contação” de histórias para adultos e crianças e shows de música (veja programação completa). 




 “Estimular a integração com a comunidade e contribuir com o processo de gestão social foi o nosso objetivo ao desenvolver o I Sarau da Saúde do Jardim Macedônia”, diz a médica Mary Anne Bezerra, coordenadora do Pronto Atendimento Jardim Macedônia. “Nossa proposta é fazer um evento que atraia a população de nossa região e motive os profissionais da saúde, mostrando como é possível realizar ações que contribuam para a qualidade de vida e o bem-estar da comunidade e que promovam o enriquecimento humano, social, cultural, político e ambiental”, completa a médica. 






O Projeto DE PEITO ABERTO – Exposição e Palestra, da jornalista e escritora Vera Golik e do fotógrafo e sociólogo Hugo Lenzi, foi convidado pela equipe do PA Macedônia e será viabilizado com o apoio da AHM – Autarquia Hospitalar Municipal e do CEJAM – Centros de Estudos João Amorim. “Fazer parte desta ação está totalmente de acordo com o foco de nosso Projeto que quer estar nos locais onde a população mais precisa de ações que promovam a humanização da medicina e reafirmem os direitos à saúde de qualidade para toda população”, afirmam os autores. 


Serviço:

Exposição Fotográfica DE PEITO ABERTO: de 07 a 20 de novembro, das 7:00 às 22:00 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer



Palestra Interativa DE PEITO ABERTO: dia 09 de novembro, Sábado, às 15 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer O que: os autores apresentam o Projeto e promovem diálogo com médicos, pacientes e a população em geral sobre a importância da humanização do tratamento e das relações entre profissionais de saúde, pacientes e familiares, para transformar situações desafiadoras, como o enfrentamento do câncer de mama, em oportunidades de superação e crescimento.

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