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29 de set de 2015

Arte Pública na Penha Programação do 2º Festival Carioca de Arte Pública, agora no subúrbio da Penha, contará, nesse final de semana, com espetáculos para adultos e crianças, além de abrir espaço para todo o tipo de expressão artística O 2º Festival Carioca de Arte Pública, agora estabelecido na praça Santa Emiliana (IAPI da Penha), apresenta um leque de atrações entre os dias 02, 03 e 04 de outubro.



A caravana dos “artistas públicos”, comandada por um dos maiores expoentes e fomentadores da arte e da cultura nacional, o ator, diretor e teatrólogo, Amir Haddad, dá sequência às atividades em comemoração aos 450 anos de aniversário da cidade do Rio de Janeiro.



Veja a programação:

Dia 02/10, sexta-feira às 18h:
- Sarau da Biblioteca/ OPAM/ As Lucianas – poesia, música e performance/ grupo de teatro local

Dia 03/10, sábado, a partir das 18h:
- BSGI - Movimento Grafite Hip-hop e Orquestra Clássica Funk – música

Dia 04/10, domingo, a partir das 18h:
- Feira de Arte Pública /Coral Celso Ross/ Guiads Urbnas/ Kaia- Contadora de História – música, teatro, poesia e artesanato

O Microfone está aberto à livre participação todos os dias – Vozes da Leopoldina

Sobre o 2º Festival Carioca de Arte Pública
 O 2º Festival Carioca de Arte Pública teve início em abril, na Praça Seca, em Jacarepaguá. De lá foi para a Praça XV de Novembro em Marechal Hermes, chegando à Praça Santa Emiliana, no IAPI da Penha. Até o fim de outubro, serão apresentações e aulas espetáculos ao ar livre no espaço aberto da praça com cadastramento de todos os artistas nos dias de atividades.

No final de outubro, o projeto, deste ano, se encerra para voltar a fazer da Cidade Maravilhosa um imenso palco em movimento em 2016, no 3º Festival Carioca, revelando cada vez mais “artistas públicos” e gastando muita sola de sapato.

Com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e com o apoio da Secretaria Estadual de Cultura e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a iniciativa, em conjunto, do Instituto Tá Na Rua, Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades e Grupo Boa Praça, é coordenada por um dos maiores expoentes e fomentadores da arte e cultura nacional, o ator, diretor e teatrólogo, Amir Haddad. “A Arte Pública é uma proposta, uma linguagem para a cidade, levando cores e possibilidades, tirando as flechas do peito do Padroeiro São Sebastião”.


- O conceito de “Arte Pública” ainda é muito novo e, ao mesmo tempo, muito antigo. Uma arte que se faz e que se produz para todos, sem distinção de classe ou nenhuma outra forma de discriminação, podendo ocupar todo e qualquer espaço, e com plena função social de organizar o mundo, ainda que por instantes, fazendo renascer na população a esperança. Um direito de todo e qualquer cidadão – ressalta. 

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Estão abertas as inscrições para o Programa de Formação do Artista de Circo (PROFAC) - O processo seletivo do Circo Crescer e Viver fica aberto até o dia 15/10


Com o objetivo de oferecer uma formação profissionalizante para artistas de circo, o Circo Crescer e Viver criou em 2011 o PROFAC (Programa de Formação do Artista de Circo). Desde então, jovens de todo o país buscam o curso como forma de ampliar e aprimorar seu vocabulário artístico. As aulas são gratuitas e jovens entre 16 e 23 anos podem participar. As inscrições para a próxima turma seguem abertas até o dia 15/10 e podem ser feitas através do site http://crescereviver.org.br/.

O curso dura 3 anos e as aulas acontecem na parte da manhã, de segunda a sexta, na lona do Circo Crescer e Viver. As aulas consistem em preparação corporal, acrobacia de solo, acrobacia aérea, equilibrismo, malabarismo, interpretação, dança contemporânea, além de conteúdos eletivos como capacitação em pedagogia circense, práticas de ensino e oficinas de técnicas especiais. 

Segundo Maycow Ribas, 22 anos, aluno do Profac, o Crescer e Viver ampliou seus horizontes artísticos. "Eu morava ao lado de um circo e sempre pedia para ir lá. Aos 8 anos me puseram dentro do globo da morte. Mas comecei no circo em 2007 na minha cidade (Vila Velha-ES) fazendo tecido e lira. Achei que o circo era só isso. Mas, no PROFAC, descobri que era muito mais do que isso. Fiz a prova em 2013 e passei. Pedi demissão do banco e fui morar no Rio. Descobri um mundo no circo, ele não era formado apenas por lira e tecido como eu imaginava".

O Circo Crescer e Viver tem Patrocínio do Governo do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Cultura, da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, da Petrobras, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Hope, com apoio da ABC Trust.


A primavera chegou à Babilônia Feira Hype! Expositores lançam nova coleção primavera-verão na volta da BFH à Zona Sul, dias 3 e 4 de outubro no Clube Monte Líbano



A primavera chegou à Babilônia Feira Hype que volta à Zona Sul com o lançamento da coleção primavera-verão de seus expositores. Nos dias 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, no Clube Monte Líbano (RJ), 140 marcas de moda feminina, masculina e unissex, além de acessórios, sapatos, bolsas, objetos de decoração e utensílios pessoais trazem suas novidades para a estação. Outra novidade é a volta do setor de brechós, com marcas como a Efeito Borboleta, MIG Jeans, Fafá Bazar e o estante superconcorrido de Paula Acioli, com roupas grifadas a preços acessíveis.

Honrando a 'marca' BFH estão estilistas criativos e antenados com as últimas tendências e que praticam preços bem convidativos. E como os trucks estão a toda, três kombis cheias de estilo estacionam nesta edição: duas Fashion Trucks – da Touts, de t-shirts, e da Quase Nada Fútil, de moda feminina – e a Garden Truck do Studio Lily.


O lema da Touts já resume o espírito da coisa: "movido a pessoas incríveis". Na Babilônia eles vão imprimir, na hora, t-shirts em algodão com estampas superbacanas. Só que essas estampas são de artistas que já se cadastraram e publicaram seu trabalho no site da marca. A cada venda de sua estampa o artista ganha 15%. É a perfeita tradução da economia criativa que a BFH impulsiona a cada edição!

Já a Kombi psicodélica da Quase Nada Fútil vem direto de São Paulo, pilotada pela estilista e dona da marca, Larissa Montilha. Ela também tem uma loja online, mas adora ir onde o povo está! As roupas da QNF é para meninas antenadas e que adoram cair na estrada... como a Larissa!

E como estamos em clima de primavera, o Studio Lily estaciona sua Kombi-jardim em plena BFH: buquês, arranjos florais, vasinhos pintados, hanging planters personalizados, minihortas orgânicas, sempre com uma atmosfera moderna e despojada. E sabe como a ideia surgiu? Do casamento da estilista Gaby e do publicitário Leo, donos da marca. Como não encontraram ninguém que fizesse os arranjos como eles queriam, resolveram por a mão na massa. O resultado foi o Studio Lily – que também faz workshops, ensinando a como tornar o mundo mais florido!

Expositores lançam coleção primavera-verão


Entre as grifes que mostram o que há de lançamento nas araras para a nova estação estão a Doce Maria, Garage Vintage, a Tenho que Ter, a Tamanho Único, de moda feminina, e Lollapalu, de moda masculina. Ainda opções para as meninas com as roupas da D.Factory, Joviane e Leila Boavista; para os meninos a moda masculina e as t-shirts da Herus; e os lindos colares da Cacti.etc, que traz a primavera para o pescoço: são cactus e suculentas artificiais com fechos ajustáveis, o que faz o comprimento do colar ser personalizado. Entre muitas outras marcas que fazem a moda criativa carioca, que encanta o público a cada edição da BFH.



O Espaço Hype Gourmet também está recheado de novidades como os chás, blends e infusões, quentes ou gelados, da Gan Tea. Os deliciosos sonhos da Gusto Sonheria, com sua receita exclusiva que faz com que eles fiquem leves e fofinhos, com vários recheios como doce de leite, ganache de chocolate, geleia de goiaba... Há ainda os churros dos Los Churritos, fininhos e crocantes, com diversos recheios bem cremosos, como doce de leite, chocolates, frutas vermelhas, paçoca cremosa, nutella; os crepes salgados e doces da Creperia Mon Petit, entre muitas outras delícias salgadas (sanduíches, refeições leves) e bebidinhas como cervejas artesanais. 

Serviço:
Babilônia Feira Hype
Dias: 3 e 4 de outubro de 2015
Horário: das 14h às 22h
Local: Clube Monte Líbano - Av. Borges de Medeiros, 701 – Leblon / Rio de Janeiro
Telefone de contato: (21) 2294-6897
Ingresso (somente em dinheiro): R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)

OBS: Crianças menores de 5 anos e adultos maiores de 65 anos não pagam. É proibida a entrada de animais.

Não há estacionamento no Clube Monte Líbano. A organização do evento sugere ao frequentador que utilize táxi, ônibus, bicicleta ou skate. Há opções de estacionamento no entorno do clube.

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Reapareceu a Margarida! Autor de famosa peça estrelada por Marília Pêra há mais de 40 anos, Roberto Athayde está de volta mais afiado do que nunca A peça “Juliette castigada (e Justine recompensada)”, projeto idealizado pela atriz Betina Pons com direção de Paula Sandroni, estreia em outubro, no Teatro Maison de France


Como você reagiria se tivesse dormido por 230 anos e se deparasse com carros onde só se viam carruagens e cavalos? Impensável? Não para o dramaturgo Roberto Athayde, famoso pelo texto “Apareceu a Margarida”, que Marília Pêra levou aos palcos na década de 1970 e retomou nos anos 1990.

A peça “Juliette castigada (e Justine recompensada)”, escrita por ele em 2001, estreia no dia 7 de outubro, às quartas-feiras e quintas-feiras, no Teatro Maison de France, com direção e trilha sonora de Paula Sandroni, num projeto idealizado pela atriz Betina Pons, que integra o elenco ao lado de Alexandre Slavieiro e Rosanne Mulholland.

Para escrever “Juliette castigada (e Justine recompensada)”, Roberto Athayde buscou inspiração na obra de Marquês de Sade, que, no século 18, se tornou figura única na literatura francesa por escancarar a crueldade com um radicalismo que nunca se havia atingido.

Desde que leu o texto pela primeira vez, em 2008, Betina Pons alimentava o sonho de montar a peça, cuja produção é a primeira da atriz, responsável, também, pela inscrição do projeto em leis de incentivo à cultura. “É a primeira vez que inscrevo um projeto próprio na lei. É minha primeira produção. Acreditei no texto.  É uma discussão filosófica dos valores do século XVIII com os valores atuais. Me aproximei do Roberto por causa da Juliette. Adoro comédia inteligente. Me sinto à vontade”, empolga-se Betina.

Já a diretora Paula Sandroni, que também participou de leituras de “Juliette castigada (e Justine recompensada)”, encantou-se pela modernidade do texto e pelo tema.  “O texto é bem comunicativo e superatual. Fala sobre os valores perdidos e a eterna guerra entre o bem e o mal, a virtude e o vício. É uma comédia intelectual”, derrama-se Paula.

O texto
A peça, ambientada em Paris, é uma comédia paradoxal que conta a história das irmãs Justine e Juliette – personagens criadas pelo Marquês de Sade para simbolizar o bem e o mal –, que dormiram durante 230 anos e acordaram em pleno século 21 assustadas e surpresas com as mudanças na vida cotidiana obtidas pelo progresso, e suas consequências, como a degradação humana. É como diz a personagem que representa o mal, Juliette, representada pela atriz Betina Pons: “ Nossas guerras, nossa guilhotina, até a nossa libertinagem do século 18, tudo isso foi café pequeno comparado aos horrores atuais.”

A personagem do bem, Justine (papel de Rosanne Mulholland), acorda primeiro e, ao sair pelas ruas da capital francesa, entra numa crise histérica diante do que vê e é ajudada por um jovem padre (interpretado por Alexandre Slavieiro). Mas o próprio padre também está em crise. Ele perdeu a fé e é apresentado pela boa Justine à sua irmã Juliette, um demônio em figura de gente. As duas mulheres adaptam-se aos tempos modernos, cada uma à sua maneira. O padre larga a batina e se interessa por Justine, enquanto Juliette apronta novos crimes na modernidade e termina tendo que enfrentar a Justiça.

Se a Justiça anda a cavalo ou de avião, não importa. A questão é que a contradição entre valores de bem e mal, bondade e crueldade, é atual sempre. Assim como a questão merece sempre reflexão e análise. E apresentar esse paradoxo no teatro é muito eficiente quando se sabe usar as palavras e dar leveza e humor a sérios questionamentos. Nisso, Athayde é mestre! Ainda mais se conta com o empenho de uma atriz obstinada que correu atrás para produzir o espetáculo e a sensibilidade de uma diretora que se apaixonou pelo texto na primeira leitura.

Sobre o autor
Roberto Athayde é mais conhecido como o autor de “Apareceu a Margarida”, monólogo de uma tresloucada professora interpretada por Marília Pêra nos anos 1970. O texto já teve 48 produções só na língua alemã, mais de cinquenta na língua francesa, mais de trinta na inglesa, 14 na Grécia, somando cerca de 300 montagens. A peça foi encenada em mais de trinta países por atrizes do quilate de Annie Girardot (França, 1974), Estelle Parsons (EUA, 1977), Anna Proclemer (Itália,1975) e diretores tais como Aderbal Freire Filho (Rio de Janeiro, 1973), Jorge Lavelli (Paris 1974), Giorgio Albertazzi (Itália, 1975) e Michael Cacoyannis (Grécia, 1975), Athayde tem cultivado vários aspectos da criação literária, teatral e cinematográfica. Natural do Rio de Janeiro, Roberto estudou composição musical na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.
Livros publicados:
- “Apareceu a Margarida”, Editora Brasília, 1973.
- “O jardim da fada Mangana”, contos, 1974.
- “Madame Marguerite”, Avant Scène, Adaptação Jean-Loup Dabadie, Paris, 1974.
- “Madame Marguerite”, Librairie Théâtrale, Adapatação Dabadie, Paris, 1975.
- “Mademoiselle Marguerite”, Canadá, 1976, adaptação Michel Tremblay.
-  “Miss Margarida’s Way”, Doubleday, New York, 1978.
- “Miss Margarida’s Way”, Book Club Edition, Nelson Doubleday Inc.
- “Miss Margarida’s Way”, Samuel French, New York, 1978. 
- “O homem da Lagoa Santa”, Ed. Record, 1979, poesia.
- “Crime e impunidade e outras peças”, teatro, Ed. Record, l983.
- “Confissões do comissário de bordo Vladimir da Braniff”, romance, Ed. Record, 1989.
- “Carlota Rainha”, teatro, Ed. Agir, 1994.
- “Brasileiros em Manhattan”, romance, Topbooks, 1996.
- “O bicho carpinteiro”, juvenil, Ed. Global, 1998.
- “Jonathan’s Friend”, romance, XLibris, 1999. 
- “Dom Miguel, Rei de Portugal”, Peça Teatral Histórica, Ed. Agir, 1998.
- “Abracadabrante”, ensaio, poesia, Ed. Sans Souci, 2000. 
- “As peças precoces”, teatro, Ed. Nova Fronteira, 2003.
- “A velha coroca”, infantil, Ed. Global, 2007.
- “O bandeirante de ferro”, biografia, Ed. Global, 2010. 
- “O sonho de D. Bosco”, Ed.Planeta, 2011 (roteiro com Maria Letícia).
Direções teatrais:
- “Miss Margarida’s Way”, Toronto, l976 (com Marilyn Lightstone).
- “Miss Margarida’s Way”, São Francisco, American Conservatory Theater, l977 (com Michael Learned).
- “Miss Margarida’s Way”, Nova York, The Public Theater e, posteriormente, na Broadway, Ambassador Theater, l977 (com Estelle Parsons).
- “Happy New Year”, Réveillon, de Flávio Márcio, Nova York, l978 (La Mama).
- “Crime e impunidade”«CRIME E IMPUNIDADE», Rio, l984, Teatro Aurimar Rocha, com Felipe Camargo.
- “Praga de madrinha”, São Paulo, 1995, Teatro Mars.
- “O homem cordial”, Rio, 1997, Teatro do Planetário.
Outras peças encenadas:
- “Um visitante do alto”, direção de Aderbal Freire Filho, Teatro Gláucio Gil, Rio, 1974.
- “Manual de sobrevivência na selva”, direção de Aderbal Freire Filho, Teatro Gláucio Gil, Rio, 1974. 
- “No fundo do sítio”, Orange Tree Theater, Richmond, Londres, l976. 
- “Os desinibidos”, com Vera Fisher, direção de Aderbal Freire Filho, Teatro Clara Nunes, Rio, 1983.
- “Um lobo nada mau”, musical infanto-juvenil, com direção de Marília Pêra, Teatro Leblon 2009. 
Audiovisual:
- “Areias Sagradas”, curta-metragem com Marília Pêra e Jonas Torres(1983).
- “A brasilianista”, minissérie em seis episódios, TV Cultura (S.P.), 2000/01.
- “Pagliacci”, curta-metragem com Marcos Louzada.
- “Bali, o paraíso virou inferno”, documentário, com André Batsow.
- “Clara Sandroni, 20 anos de Carreira”, entrevista com a cantora.
- “Dinorah Marzullo, Matriarca de Uma Dinastia Teatral”, entrevista com a atriz.
- “Selva do Meu Desejo”, semidocumentário com Estelle Parsons e João Velho.
Tradução/Adaptação:
- “O mistério de Irma Vap”, com Marco Nanini e Ney Latorraca, direção Marília Pêra, Rio, 1986.
- “Palmas para o senhor diretor”, direção Marília Pêra, São Paulo, 1993.
- “O médico e o monstro”, com Ney Latorraca, direção de Marco Nanini, São Paulo, 1994.
- “Quase verdade”, de Tom Stoppard, direção de Dudu Sandroni, 2000.
- “Conduzindo Miss Daisy”, direção Bibi Ferreira, 2001, com Nathália Timberg e Milton Gonçalves.


Ann Arbor Cine Clube Jardim Botânico - Semana que vem começa mais uma edição do Festival de Cinema do Rio!

Ann Arbor Cine Clube Jardim Botânico

Semana que vem começa mais uma edição do Festival de Cinema do Rio, com a exibição de inúmeros filmes de diversas nacionalidades. Eu gosto muito de cinema por se tratar de uma importante ferramenta de comunicação, além de despertar nas pessoas sentimentos variados, como emoção, alegria, tristeza, determinação, medo, indignação, reflexões sobre o mundo e até auto avaliação.


Para quem quiser assistir com um olhar mais crítico, e fazer valer todos esses sentimentos, eu sugiro conferir os seminários sobre cinema, ministrados pelo Fernando Berto, no Ann Arbor, campus do Jardim Botânico.
Na próxima quinta (1º/10), começa mais um ciclo. O tema desta vez será o "Novo cinema americano", que marcou o final dos anos 60 e a década de 70. Os encontros ocorrem sempre às quintas, das 19h às 21h30 - Rua Visconde de Carandaí, número 18 (3173-6060). Nessas sessões, os filmes são exibidos, analisados e discutidos sob diferentes perspectivas, principalmente FORMA e CONTEÚDO.

Cada encontro custa R$ 100, já incluídos material de apoio e coffee-break. O curso não é voltado especificamente para profissionais da indústria do cinema, mas para todas as pessoas que apreciam essa maravilhosa arte. Afinal, a ideia não é formar novos cineastas, mas despertar o senso crítico na plateia. 

Quem passa por lá muda a forma de ver filmes. Consegue identificar nas obras detalhes que podem indicar muita coisa sobre a narrativa. E o Festival do Rio será uma experiência interessante para exercitar este aprendizado.
Confira a lista de filmes do Novo Cinema Americano.

1- A Primeira Noite de um Homem (The Graduate) – 1967
2 -  Perdidos na Noite (Midnight Cowboy) – 1969
3 - Sem Destino (Easy Rider) – 1969
4 - M.A.S.H. (M.A.S.H.) – 1970
5 - Laranja Mecânica (Clockwork Orange) – 1971
6 - Klute (Klute) - 1971
7 - O Poderoso Chefão (The Godfaather) – 1972
8 - Caminhos Perigosos (Mean Streets) – 1973
9 - Chinatown (Chinatown) – 1974
10 - Um Dia de Cão (Dog Day Afternoon) - 1975 


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BarraShopping recebe exposição do Museu Seleção Brasileira até dia 25 de outubro.

O BarraShopping receberá uma exposição gratuita do Museu Seleção Brasileira. O público poderá conferir de perto vídeos da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, de jogos da Seleção Feminina, além de conhecer fatos que fazem parte da construção da história do único país pentacampeão do mundo. 

A exposição é um aperitivo e um convite para o torcedor conhecer também o acervo completo do Museu Seleção Brasileira, que fica na sede da CBF (Av. Luis Carlos Prestes, 130, Barra da Tijuca - Rio de Janeiro).

Quem passar pela exposição no BarraShopping e resolver conhecer o Museu Seleção Brasileira, será presenteado com uma revista exclusiva e oficial do Museu. A publicação conta com belíssimas fotos, histórias curiosas e os bastidores da Seleção Brasileira, além de detalhes do que está exposto na exibição.

  
SERVIÇO:

Exposição Museu Seleção Brasileira no BarraShopping
Período: 25 de setembro a 25 de outubro
Horário: 10h às 22h
Local: BarraShopping (Av. das Américas, 4.666, Barra da Tijuca - Rio de Janeiro)
GRATUITO
Informações: (21) 3089-1051
Facebook: www.facebook.com.br/BarraShoppingOficial
Instagram: www.instagram.com/barrashoppingoficial
Twitter: @barrashoppingrj
Museu da Seleção Brasileira: http://museucbfexperience.com.br/

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Dança Gamboa recebe o espetáculo "Batuque Contemporâneo" nos dias 3 e 4/10 O trabalho é uma parceria da coreógrafa Sueli Guerra com o percussionista Guga Machado

O espetáculo "Batuque Contemporâneo", da Cia da Ideia, integra a programação da 3ª edição do Dança Gamboa, que acontece na região portuária do Rio. A montagem desenvolve diversas expressões artísticas a partir das técnicas de view points e improvisação. A união dessas linguagens dialoga tanto com a sensibilidade do corpo, quanto com a sonoridade explorada. A apresentação acontecerá nos dias 3 e 4 de outubro, sábado e domingo, no Galpão Gamboa. Os ingressos variam entre R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia-entrada) e R$ 5 (moradores da região). 

A montagem é uma cocriação da coreógrafa e bailarina carioca, Sueli Guerra, diretora da Cia da Ideia, com o músico Guga Machado. O CD solo "Mafagafo Jazz", lançado em 2012 por Guga, serviu de inspiração para a criação do espetáculo, no qual os instrumentos Hang Drum, Kalimba, Mrdanga, Derbak e Djembê são usados para produzir música popular. O diferencial da performance é a união das expressões que envolvem o corpo, dança e música em um processo de experimentação constante. Assim, "Batuque Contemporâneo" sai do senso comum de coreografar a partir de uma música ou musicar a partir de uma coreografia.

Projeto do Galpão Gamboa, a mostra Dança Gamboa vai até o dia 1º de novembro apresentando grandes companhias e artistas de destaque na dança contemporânea nacional. Com curadoria de Marcia Rubin e Cesar Augusto, o projeto a cada ano amplia suas possibilidades e já tem a quarta edição garantida em 2016. 

FICHA TÉCNICA: 
Realização: Cia da Ideia
Direção artística: Sueli Guerra e Guga Machado
Coreografia: Sueli Guerra 
Coreógrafo assistente: Edney D'Conti
Direção musical: Guga Machado
Intérpretes criadores: Carlos Magno, Edney D’Conti, Glaucia Leite, Guga Machado, Olivia Vivone, Silvana Didonet e Sueli Guerra
Iluminação: Francisco Rocha
Figurino: Marden Junior e Cia da Ideia
Foto e vídeos: Thomas Breit
Equipe de produção: Fabrício Polido e Aline Carrocino
Direção de produção: Cacau Gondomar 

Serviço:
"Batuque Contemporâneo"
Datas: 3 e 4 de setembro 
Local: Galpão Gamboa
Endereço: Rua da Gamboa, 279 - Centro - RJ
Horários: Sábado (21h) e domingo (20h) 
Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada) / R$5 (moradores da região com comprovante) 
Duração: 60 minutos 
Classificação etária: livre
Capacidade: 80 lugares
Bilheteria: Terça a sexta: das 13h às 18h. Sábado e domingo: 1 hora antes do espetáculo.

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27 de set de 2015

O espetáculo ''Dona Coisa'' estreia no Teatro Gonzaguinha


Release
O espetáculo Dona Coisa conta o drama de uma mulher que passa suas tardes a espera de cartas, cujo autor é um desconhecido e o conteúdo das ela julga inapropriado. Sob direção de Elielson Corrêa e interpretação de Janaina Mendes, essa comédia dramática cheia de suspenses voluptuosos ficará em cartaz no período de 10/09/2015 a 01/10/2015, às quartas e quintas no horário as 19h30 no Teatro Gonzaguinha – Centro Cultural Calouste Gulbekian.

Sinopse
Essa comédia dramática traz aos palcos o drama de uma mulher que passa longas tardes revivendo suas histórias enquanto espera cartas de um desconhecido cujo conteúdo julga inapropriado. Dona Coisa, personagem título, encontra em suas tardes de solidão consentida, possibilidades de encontrar-se consigo mesma, reler suas lembranças e reviver momentos voluptuosos de encontros e desencontros que tenha vivido. Mas o que este conteúdo provoca em uma mulher que revive passagens de sua vida em tais cartas? Quem envia tais cartas? A dramaturgia, livremente inspirada no conto "Obscenidades para uma dona de casa" do escritor Ignácio de Loyola, levará ao público a atmosfera do tempo que se faz presente em diferentes aspectos como cronologia, como espera, como memória, como encontro, como outrora, como porvir. Dona Coisa são dezenas, centenas, milhares de pessoas que vivem a simplicidade da vida cotidiana sem grandes acontecimentos, onde o extraordinário está apenas na imaginação de poder viver muitas situações e sentir várias emoções.

Ficha Técnica
Direção: Elielson Correa
Dramaturgia: Guiomar Brito
Atuação: Janaina Mendes
Iluminação: Apolo de Souza
Cenário e Figurino: Beatriz Condini e Mariana Paes
Maquiagem: Aline Cunha
Direção de Movimento: Pedro Bárbara
Pesquisa Musical: Wagner Luz
Designer: Glauco Lage

Direção de Produção: Janaina Mendes
Produção Executiva: Aimee Borges
Co-Produção: Wallaroo Corp
Realização: Sistema de Financiamento Coletivo

Serviço
Espetáculo: Dona Coisa
Gênero: comédia dramática

Teatro Gonzaguinha
Rua Benedito Hipólito, 125 – Cidade Nova (em frente ao Terreirão do Samba)
170 lugares
Dias e horários: Quartas e Quintas as 19:30
Ingresso: 30,00 (inteira) / 15,00 (meia) 
Classificação: 12 anos



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Feira de Livros promove tarde de autógrafos com Conceição Evaristo Autora mineira estará no Largo da Carioca dia 29 de setembro


A autora Conceição Evaristo estará na Feira de Livros do Largo da Carioca autografando Ponciá Viveiros, romance lançado em 2003 e que estava esgotado. Este ano, Conceição participou do Salão do Livro de Paris, quando foi lançada a versão em francês da mesma obra. 

O livro aborda a vida, encantos e desilusões da neta de escravos Ponciá, desde as privações na infância passada em uma área rural, até a vida adulta, quando vai morar em uma favela na cidade grande. Apesar de toda a dor, solidão e problemas, ela continua determinada a sempre recomeçar. Faltam recursos e oportunidades à protagonista, mas não lhe falta a consciência do que ocorre à sua volta. 

Sobre a Associação Brasileira de Livros

A ideia da feira sempre foi bem-vinda por escritores, sendo motivo até de uma famosa crônica de Carlos Drummond de Andrade, publicada no Jornal do Brasil na década de 70, em que o poeta falava que o evento estava “sob o patrocínio espiritual de Monteiro Lobato”. São realizadas por ano oito feiras na capital, em pontos já bem conhecidos, como Cinelândia e Praça Saens Peña, além de outras 16 no Estado do Rio. Este ano, a Associação começou um novo projeto, a Bienal Comunitária, que tem por objetivo levar a cultura da feira literária a comunidades pacificadas. A primeira edição aconteceu em agosto, na Rocinha.

Serviço

Tarde de autógrafos com Conceição Evaristo
Local: Largo da Carioca
Dia 29 de setembro, às 17h
www.facebook.com/pages/Feira-de-Livros-60-Anos/141182182890415?fref=ts

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24 de set de 2015

Espetáculo Super Ação se apresenta no Teatro Henriqueta Brieba - Tijuca - DIA 2 de outubro, 6ª feira às 20 horas.

SUPER AÇÃO é o teatro de improviso com humor limpo e para todas as idades. Enfim é possível dar boas risadas sem palavras e ações apelativas. E tudo isso de uma forma única, contagiante, desafiadora. Jogos improvisados com temas escolhidos pela própria plateia no mesmo instante, com cenas que jamais vão se repetir, o único onde a plateia participa presencialmente de alguns jogos, total interatividade e com classificação livre. SUPER AÇÃO é da Cia Atores de Mar', os mesmos produtores de BULLYING.

_ SERVIÇO _
SUPER AÇÃO
classificação etária livre
duração 60 minutos
roteiro Mar’Junior
elenco Mar’Junior, Patrick Moraes, Junior Beéfierri e Vick Damascena
direção Patrick Moraes e Mar’Junior
produção Cia Atores de Mar’

INGRESSOS
R$ 60,00 (inteira)
R$ 30,00 (meia)

A Cia Atores de Mar' está em todas as redes sociais como Youtube , Twitter , Linkedin , Instagram e Facebook

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Aplicativo cultural interativo abre, virtualmente, as portas da Casa da Marquesa de Santos, no Rio de Janeiro História da edificação, seus moradores e do bairro imperial de São Cristóvão estarão na palma da mão dos usuário

Costumes, personagens e histórias do Rio de Janeiro, desde a época em que a cidade era a capital do Império e o bairro de São Cristóvão era a sede da corte portuguesa, permeados pelo romance entre D. Pedro I e Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos. Esta é a viagem no tempo que propõe o aplicativo Casa da Marquesa – São Cristóvão Cultural, patrocinado pela Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, que será lançado no dia 22 de setembro pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (SEC). A tecnologia funcionará como um “olho mágico” para se explorar a construção, datada de 1827, e sua história até os dias de hoje, quando está sendo restaurada para abrigar o Museu da Moda Brasileira. Mais: na palma da mão, os usuários poderão ter acesso online ao acervo do museu, em fase de conceitualização.

Espetáculo "O Copo" chega à Arena Jovelina Pérola Negra no dia 27/09, às 18h. A peça, da Cia Nove de Ouros, fará terá ingressos a preços populares

A Arena Jovelina Pérola Negra, na Pavuna, recebe a peça "O Copo", da Cia Nove de Ouros, no dia 27/09, às 18h. Na montagem, três personagens vivem a mesma sensação de aprisionamento, solidão e estagnação. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia-entrada). A classificação é de 12 anos.

No início do ano, o núcleo de estudos e pesquisas da Cia Nove de Ouros começou a mergulhar no projeto que deu origem ao espetáculo "O Copo", focado na expressão das emoções humanas e nos desdobramentos a partir delas. Os personagens da peça não possuem nome ou gênero definido, dando a cada pessoa que interage com eles a capacidade de escolher quem é aquele ser que se apresenta ali. "O Copo" fala sobre sentimentos reprimidos e a obrigação de se estar sempre no controle. 

Ficha técnica:

Direção: Nathan Braga
Dramaturgia: Ludmylla Reis
Produção Executiva: Nathan Braga e Thiago Saraiva
Elenco: Gabriela Sánchez, Wand Treice e Ludmylla Reis
Figurino e Cenografia: Nathan Braga
Iluminação e Sonoplastia: Ludmylla Reis
Comunicação Visual: Thiago Saraiva
Fotos: Igor Amorim e Kepler Jofre

Serviço:

"O Copo"
Dia: 27/09 (domingo), às 18h
Local: Arena Jovelina Pérola Negra
Endereço: Praça Ênio, s/n, Pavuna
Tel: (21) 2886-3889 
Ingresso: R$10 (inteira) e R$5 (meia-entrada)
Classificação: 12 anos
A Arena possui acesso para deficientes físicos e estacionamento gratuito 

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Espetáculo "Na pista", tem duas apresentações no Dança Gamboa, dias 26 e 27/09 - Dirigido por Sonia Destri Lie, o espetáculo comemora os 10 anos da Companhia Urbana de Dança.

Após apresentar no Dança Gamboa o resultado da residência com o grupo Efeito Urbano, a renomada coreógrafa Sonia Destri Lie apresenta na mostra o mais recente espetáculo, "Na Pista", que comemora os 10 anos da sua Companhia Urbana de Dança, formada por jovens negros moradores de áreas populares do Rio de Janeiro. As apresentações acontecem nos dias 26 e 27/09, sábado e domingo, às 21h, e, às 20h, respectivamente. Os ingressos variam entre R$20 (inteira), R$10 (meia-entrada) e R$5 (moradores da Zona Portuária). A classificação é livre. 

Em sua terceira edição, o Dança Gamboa, projeto do Galpão Gamboa, vai até o dia 1º de novembro, reunindo grandes nomes do cenário nacional. A curadoria é da atriz, bailarina e coreógrafa Marcia Rubin, ao lado ao diretor, ator e produtor Cesar Augusto.

Na pista
O espetáculo foi criado a partir de uma pesquisa entre linguagens urbanas e técnicas contemporâneas. A apresentação marca o retorno da companhia às suas raízes no subúrbio carioca. Parte da vida de jovens dançarinos, ritmos e sequências coreográficas servem de inspiração para o trabalho, cuja referência está em clássicos das pistas de dança. Ao universo dos dançarinos, a coreógrafa trouxe David Bowie, Earth, Wind & Fire, Chaka Khan e hits da dance music. Rodrigo Marçal, que assina a trilha sonora, inseriu ainda Erik Satie e De La Soul.

"Na Pista" surgiu após a grande repercussão da Cia no Festival Suresnes Cités Danse, na França, e no Peak Performances, em Nova Jersey, em 2011, onde dividiu o palco com Bill T.Jones e Wayne McGregor, sendo muito bem recebida pela crítica especializada.

A Companhia Urbana de Dança já se apresentou em diversos estados do país, na Europa e nos Estados Unidos. No ano passado a companhia esteve na lista dos seis melhores espetáculos do ano, segundo o The New York Times. 

Ficha técnica:
Direção artística e dancing designer: Sonia Destri Lie
Dançarinos: Tiago Sousa, Andre Feijão, Jessica Nascimento, Johnny Britto, Miguel Fernandez, Raphael Russier, Rafael Balbino, Allan Wagner e Julio Rocha
Luz: Renato Machado
Operador de luz e som: Ton Bernardes
Trilha original: Rodrigo Marçal
Produção: Destri e Sousa Produções Artísticas

Serviço:
"Na pista"
Local: Galpão Gamboa
Endereço: Rua da Gamboa, 279 - Centro - RJ
Datas: 26 e 27 de setembro 
Horários: Sábado (21h) e domingo (20h) 
Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada) / R$5 (moradores da região com comprovante) 
Duração: 40 minutos 
Classificação etária: livre
Capacidade: 80 lugares
Bilheteria: Terça a sexta: das 13h às 18h. Sábado e domingo: 1 hora antes do espetáculo.

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“GEOGRAFIA DOS INFIÉIS - PENSANDO O BRASIL CONTEMPORÂNEO” -Dia 26/09 – 10:30 horas – UVA – Tijuca

O escritor e jornalista Maurício Nolasco retorna à Universidade Veiga de Almeida, Campus Tijuca, com a sua “Geografia dos Infiéis”, no dia 26 de setembro, sábado, às 10:30 horas, com a palestra “Pensando o Brasil Contemporâneo”. O Painel pretende discutir o conceito do desenvolvimento econômico brasileiro, reinserindo o movimento histórico, político e social ao pensamento e à filosofia, e faz parte do ciclo de debates que o escritor está promovendo nas universidades do Rio de Janeiro para o lançamento do seu Portal “Geografia dos Infiéis”.

“DE ALGUMA MANEIRA, PRESIDENCIALISMO E AUTORITARISMO NO BRASIL SEMPRE FORAM IRMÃOS DO MESMO SANGUE”.
O Portal é resultado do livro do mesmo nome de autoria de Maurício Nolasco que foi lançado em dezembro do ano passado no Circo Voador no Rio de Janeiro.


Para conhecer acesse: www.geografiadosinfieis.com

O livro e o Portal abordam várias questões que estão na pauta do futuro do Brasil e da Globalização.

Contato: + 55 (21) 9.9474.8375

                ibbcontato@gmail.com

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Está chegando a 6ª edição do Cineclube da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu O filme "PQD", um documentário sobre jovens que serviram o exército, será exibido no dia 25/09, às 18h



A 6ª sessão do Cineclube da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu exibirá na sexta-feira, dia 25/09, o documentário "PQD", de Guilherme Coelho. A filmagem acompanhou um ano e meio na vida de 70 jovens que serviram o exército num quartel na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A sessão será gratuita e começará, às 18h, seguida por um bate-papo com os presentes.

"PQD" retrata jovens de 18 anos, que pela primeira vez longe de casa, tem que se adaptar ao exército, uma instituição que zela a ordem e disciplina. Os filmes selecionados sempre apresentam temas que dialogam com questões relacionadas à juventude e cultura urbana e logo após a exibição acontecerá um bate-papo com o Igor Barradas, realizador audiovisual integrante do Cineclube Mate com Angu.

Sobre a Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu

A Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, fundada em julho de 2006, é a primeira escola de audiovisual da Baixada Fluminense. Localizada no bairro de Miguel Couto em Nova Iguaçu, sob a gestão da OSCIP Avenida Brasil Instituto de Criatividade Social, o projeto é dirigido pelo cineasta e diretor teatral Marcus Vinícius Faustini.

Em 2012, com a mudança para Austin, a ELC iniciou um novo ciclo e agora conta com uma gestão colaborativa, na qual o Cineclube Buraco do Getúlio, a ONG Laboratório Cultural, o Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense e o Cineclube Mate com Angu contribuem com mobilização e produção.

SERVIÇO:
Cineclube ELC
Filme: "PQD" de Guilherme Coelho 
Filme: Dia: 25/09 (sexta-feira), às 18h
Local: Sede da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu 
Endereço: Rua Cândido Lima 13, Austin, Nova Iguaçu (próximo à Estação de Trem).


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23 de set de 2015

Pessoal que gosta de cinema, debate e política. Amanhã acontece sessão exibição do novo filme dos diretores Sergio Machado e Fernando Coimbra ''Aqui Deste Lugar'' e vai rolar também um debate. Dia 24/09 as 19h. Entrada Gratuita!

Amanhã acontece uma sessão especial do novo filme dos diretores Sergio Machado e Fernando Coimbra, o documentário "Aqui Deste Lugar". O filme acompanha o cotidiano de três famílias (do Rio Grande do Sul, Ceará e São Paulo) que têm em comum o apoio financeiro do Bolsa Família.

Após a exibição vai rolar um debate com o diretor Sergio Machado, o produtor Fabiano Gullane e Natália Mota, uma das retratadas no documentário. Vai ser dia 24 agora, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, as 19hrs.
Caixa Cultural
Rua Almirante Barroso, 25 - Centro - RJ

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Sexta-feira, 25 de setembro, às 18h Preços simbólicos: R$0,25 e R$0,50 Lona Cultural Municipal Jacob do Bandolim Endereço: Praça do Barro Vermelho - Pechincha, Jacarepaguá Tel.: 2425-0825 - Capacidade: 400 lugares

Manguinhos em Cena circula com a comédia “Sintonia Suburbana” por  todo o Rio de Janeiro

O espetáculo da companhia formada por 27 moradores de Manguinhos  faz apresentações populares em todas as arenas e lonas culturais da cidade por meio do Prêmio Fomento à Cultura Carioca da Secretaria Municipal de Cultura

Tem música, humor, espontaneidade, crítica social e inteligência na sintonia da rádio (fictícia) “Sintonia Suburbana”, que vai percorrer, de agosto a outubro, as lonas e arenas culturais da cidade, com apresentações a preços populares (R$ 0,50 e R$ 0,25). A circulação do espetáculo recebeu o Prêmio Fomento Carioca 2014 e tem patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura.

Criado em 2012, o espetáculo de repertório é dirigido por Luís Igreja (Companhia do Gesto) e traz a dramaturgia assinada pela premiada Renata Mizrahi (“Galápagos” – Prêmio Shell 2014, “Silêncio!”, “Joaquim e as estrelas”), com histórias inspiradas no cotidiano dos integrantes do grupo e na realidade vivida por eles nas comunidades em que moram, no Complexo de Manguinhos.

Por onde passou, a comédia sempre teve casa cheia e grande empatia com o público. Tratando de temas essencialmente cariocas, de um jeito carioca, “Sintonia Suburbana” celebra os 450 anos de um Rio de Janeiro que não é só sol, mar, montanha, bossa nova e mate com limão. É o corpo, a dança, a sensualidade do baile funk; são as situações tipicamente suburbanas, a solidariedade e os conflitos nas relações, na família, entre vizinhos. E é, principalmente, a capacidade de cada um de rir de seus próprios problemas e dificuldades, dando leveza a temas como violência, balas perdidas, remoções, religiosidade, identidade e transexualidade.

 A estreia foi no 1º de agosto de 2015, na Lona Cultural Municipal João Bosco, em Vista Alegre, com ingressos a preços simbólicos – R$0,25 e R$0,50 –  e haverá também agendamento feito pelas escolas do município.  Veja a lista completa das apresentações no serviço.

Quando, em 2012, a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena surgiu na Biblioteca Parque de Manguinhos, aqueles novos artistas cheios de sonhos não sabiam da força que conquistariam por meio da arte, que poderiam  expressar seus anseios e conquistas, dificuldades e alegrias, limitações e superações, angústias e emoções. Sim, eles puderam. E puderam mais do que se expressar por meio de um grupo de teatro: são hoje uma referência para jovens e crianças do território em que moram e já começam a despontar como produtores culturais e referência do território na relação com outras regiões do Rio de Janeiro, recebendo convites e participando de debates sobre a construção de políticas culturais para a cidade.

“Abrir as sessões também para escolas públicas nas regiões atendidas pelas lonas é a realização do desejo de estimular, cada vez mais, a formação de público para o teatro que existe no Manguinhos em Cena. Para o grupo, é muito importante poder fazer ações formativas como essa. Basta lembrarmos que, há quatro anos, quando o grupo nasceu dentro da Biblioteca Parque de Manguinhos, vários deles nunca tinham assistido a uma peça. Hoje são eles os artistas que estão em cena. Poder oferecer o espetáculo para plateias de jovens estudantes que, talvez, também nunca tenham assistido a um espetáculo de teatro ou que, principalmente, possam ver na cena a possibilidade de transformar sua própria realidade. É o tipo de ação que é bastante gratificante para o grupo”, diz a coordenadora Ana Carina Santos.

Além de atuarem artísticamente, construírem seus textos, seus figurinos, prepararem cenários e iluminação; pensam a arte como um caminho profissional de empreendedorismo, elaboraram e captam recursos para seus projetos.

Como se não bastasse essa nova fase no trabalho do grupo, circulando com a peça por diferentes bairros cariocas, o momento é ainda mais especial porque o projeto de circulação premiado foi elaborado pelos próprios integrantes do grupo,  e todos são hoje profissionais – sim, todos os 27 integrantes  conseguiram registro profissional na Delegacia Regional do Trabalho.


Sobre o “Sintonia Suburbana”

Sucesso de público de 2012 a 2014, o espetáculo “Sintonia Suburbana” encantou a comunidade de Manguinhos que lotava o cineteatro  Eduardo Coutinho, da Biblioteca Parque de Manguinhos (equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, SEC), nos fins de semana de dezembro de 2012 a março de 2013. A montagem foi fruto de um longo período de formação artística e técnica no Laboratório de Narrativas Cênicas da Biblioteca Parque de Manguinhos, espaço da Secretaria de Estado de Cultura, coordenado pela Companhia do Gesto e pela Zucca Produções.
Trabalhando diretamente com o diretor Luís Igreja e com os alunos-atores, Renata Mizrahi – ganhadora do Prêmio Shell 2014 pela peça “Galápagos” e autora de peças como “Silêncio!”, indicada a vários prêmios e aplaudida no Festival de Teatro de Curitiba – foi a responsável por um texto original, que falava sobre casos de bala perdida, remoções habitacionais, falta de destino e de identidade. “Sintonia Suburbana” é o nome de uma rádio, que apresenta programas como “Casos bizarros da vida normal ou casos normais da vida bizarra” e “Contos picados do dia a dia”, tudo com muito humor e inteligência.

Sinopse: Comédia melodramática que retrata a trajetória de personagens e situações de uma comunidade usando uma rádio comunitária que está fazendo aniversário para costurar as histórias de personagens como a família Tavares e Souza, o homem sem passado, a professora de ginástica que dá aulas de sobrevivência; valorizando a trajetória de cada um para dar graça e leveza a temas do cotidiano de quem vive na região.

Sobre a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena

O grupo surgiu no projeto homônimo de formação teatral realizado na Biblioteca Parque de Manguinhos entre 2012 e 2014, com o objetivo de criar uma companhia de teatro residente na biblioteca. A idealização e a coordenação são da Companhia do Gesto e da Zucca Produções, em parceria com a Biblioteca Parque de Manguinhos e a Secretaria de Estado de Cultura. O projeto integrou também o programa Favela Criativa em 2014, formado por um conjunto de projetos que oferecem a jovens agentes culturais formação artística e especialização em gestão cultural e estabelecem canais de diálogo entre esses jovens, possíveis parceiros e patrocinadores potenciais. Hoje a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena tem 27 integrantes, entre atores, produtores e técnicos.

Atualmente, a companhia divide-se entre a gravação da coleção “Audiolivros da Biblioteca Parque de Manguinhos” – com dez obras literárias escolhidas pelo grupo no acervo da Biblioteca Parque de Manguinhos e gravados nos estúdios da Biblioteca Parque Estadual –,  projeto também premiado pelo Fomento à Cultura Carioca; os ensaios da MangueBand para o show de homenagem a Lupicínio Rodrigues e o intercâmbio com grupos artísticos por meio de oficinas e intervenções artísticas no Morro da Providência e na Penha.


FICHA TÉCNICA
Duração: 80 min
Classificação Etária: 14 anos  
Dramaturgia: Renata Mizrahi
Direção: Luis Igreja
Assistente de Dramaturgia: Haroldo César
Colaboraçãode dramaturgia: Manguinhos em Cena
Assistente de Direção: Cecília Rippol
Elenco: Bruna Soares, Evaldo de Andrade, Fábio Silva de Oliveira, Grace Ellen Xavier, Haroldo César, Jéssica Azeredo, Jorge Wilson Matias, José Roberto Araújo, Larissa Gomes, Leonardo Santana, Lidiane Marinho, Luiz Cassiano, Luiz Estevão, Magno Myller, Maycon Barbosa, Ronaldo Silva, Roseany Freitas, Sandra Cipriano, Sirléa Aleixo, Tarcinara Vieira, Telma Silva, Thalyssiane Aleixo, Thayane Aleixo e Wilson Netto.
Coreografia: Katarine Gama
Pesquisa e Execução da Sonoplastia: Luiz Cassiano
Concepção e Pesquisa de Trilha Sonora: Hektor Breno, José
Roberto Araújo, Luiz Cassiano
Iluminação: Luís Igreja  
Orientação de Figurinos: Denise Bernardes, Macela Domingos, Vinicius Couto
Orientação de Criação e Confecção de Máscaras: Tania Gollnick
Cenografia: Manguinhos em Cena
Direção e orientação de Produção: Ana Carina e Júlio Zucca
Produção: Fabio Silva, Fernando Alves, Karen Kristien, Lidiane Marinho, Roseany Freitas e Telma Assis.
Administração e Controladoria: Zucca Produções
Co-produção: Companhia do Gesto e Zucca Produções
Registro Audiovisual: Bruno Fochi
Fotos: Gui Maia, Bruno Fochi e Wilson Netto
Realização: Manguinhos em Cena

SERVIÇO

As apresentações terão agendamento de escolas públicas de cada região atendida pelas Lonas e Arenas Culturais do município do Rio de Janeiro e serão abertas ao público geral também com preços simbólicos – R$0,25 e R$0,50. 

O espetáculo “Sintonia Suburbana” será apresentado nos seguintes, dias, horários e locais:

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