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29 de abr. de 2018

Peter Pan e Moana, na mesma história, sim, venha e traga toda a familia!


Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo da Oceania, que faz parte de uma longa linhagem de navegadores, e está em busca de sua identidade. Querendo descobrir mais sobre o seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é, e acaba chegando à Ilha da Terra do Nunca, em que vivem um menino que não quer crescer, Peter Pan, ao lado da sua melhor amiga Sininho. Peter Pan rapidamente ganha a amizade de Moana, o que desperta o ciúme de Sininho, que a encara como uma grande rival. Porém, Peter Pan ainda terá que enfrentar a fúria de Capitão Gancho, que jurou vingança, pois, em uma luta com o herói, acabou tendo sua mão engolida por um crocodilo.


Teatro Henriqueta Brieba (Tijuca Tênis Clube)
Rua Conde de Bonfim, 451 - Tijuca.
De 07 a 29 de Abril (Sábados e Domingos) ás 17:30.
Ingressos á venda na bilheteria do local.
R$ 40 (Inteira) R$ 20 (Meia Entrada).






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28 de abr. de 2018

O Forró como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro SHOW-MANIFESTO Dia 28 de abril - 20h30 às 01h30



FÓRUM FORRÓ DE RAIZ RJ – 26 a 28 de abril

Sesc realiza fórum no Rio em prol do registro do forró como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro


Músicos, especialistas e autoridades de diferentes partes do país se reúnem para produzir conhecimento que alimentará o processo de registro junto ao Iphan

Programação envolve audiência pública, mesas de debates e um show-manifesto com artistas influentes

O Sesc RJ realiza de 26 a 28 de abril o Fórum Forró de Raiz RJ, evento que reunirá no Rio de Janeiro personalidades, artistas, pesquisadores e profissionais reconhecidos nacionalmente pela sua atuação na cadeia produtiva do forró. A realização do Fórum – cuja programação envolve uma audiência pública, mesas redondas e um show-manifesto – tem como objetivo promover o debate acerca do registro como patrimônio imaterial das Matrizes do Forró pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan. A audiência pública acontece no Sesc Ginástico, as mesas de debates, no Sesc Tijuca, e o show-manifesto, na Feira de São Cristóvão. A programação completa está em www.forroderaizsescrj.org.br.

Outros fóruns regionais já foram e serão realizados pelo país por iniciativa do Fórum Nacional de Forró de Raiz. Mas o do Rio – onde reside a segunda maior comunidade nordestina fora do Nordeste - promete ser um marco. Além da intensa programação e da presença de nomes influentes da cultura nordestina e forrozeira, o evento carioca marca a adesão oficial do Sesc ao movimento, que agora ganha força institucional.

“Como fomentador da cultura em suas mais diversas manifestações, o Sesc RJ tem o compromisso de se engajar a movimentos que tragam valorização e reconhecimento a expressões artísticas que tenham grande representatividade junto a sociedade do estado do Rio de Janeiro. E o forró é uma delas, por conta da numerosa comunidade nordestina que ao longo da história contribuiu para o desenvolvimento do Estado e também para enriquecer ainda mais a cultura local”, afirma o gerente de Responsabilidade Social do Sesc RJ, Paulo Damasceno.

AUDIÊNCIA PÚBLICA - Uma audiência pública, no Sesc Ginástico, dia 26/4, dará início ao fórum. O encontro reunirá artistas, profissionais do ramo e autoridades para discutir políticas públicas sobre o tema. A comunidade forrozeira encaminhará ao Senado Federal pedido de emendas ao orçamento que viabilizem recursos para atender outras exigências para o reconhecimento como patrimônio imaterial. Entre elas, registros audiovisuais e pesquisas acadêmicas sobre as matrizes do forró. O parlamento brasileiro estará representado pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN), presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR). Representando o Ministério da Cultura, estarão presentes a secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural, Débora Albuquerque, e assessor especial do Ministro, José Mauro Chafic Haddad.

DEBATES - Entre os dias 26 e 28, o Sesc Tijuca vai receber os debates sobre o forró como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. Especialistas vão se debruçar sobre todos os aspectos que envolvem a manifestação cultural, e os resultados vão alimentar o processo de propositura do reconhecimento, protocolado junto ao Iphan em 2011 pela Associação Cultural Balaio Nordeste, da Paraíba. Ao fim de cada dia de debates, haverá um show de forró: dia 26, com Del Feliz, e 27, com Sandra Belê. O ingresso é um quilo de alimento não-perecível, e as inscrições podem ser feitas emwww.forroderaizsescrj.org.br

As mesas serão divididas em eixos que discutirão aspectos conceituais sobre o forró. Entre eles estão as suas matrizes e seus ritmos tradicionais, sob o viés da qualidade musical, do mercado fonográfico e da composição; regulamentação profissional; leis de incentivo e arrecadação de direitos; sustentabilidade da nova geração; forró e a mídia; políticas públicas, empreendedorismo e forró como conteúdo pedagógico; e identificações de territórios, comunidades e atividades. Diversas personalidades e especialistas no tema, em música e na cultura nordestina e brasileira já confirmaram presença nos debates. Entre os nomes estão os músicos Kiko Horta, Jadiel Guerra, Sergival e Daniel Gonzaga (filho de Gonzaguinha e neto de Luiz Gonzaga); a cantora, compositora e jornalista Antônia Amorosa; o diretor teatral, documentarista e escritor Marcus Faustini; os pesquisadores Felipe Trotta (UFF) e Elis Ângelo (UFRRJ); o poeta-cantador, músico e militante da cultura nordestina Marcus Lucenna; e o jornalista, cantor e compositor Gilberto Teixeira.



SHOW-MANIFESTO – Para o último dia do Fórum, dia 28/4, está marcado um show-manifesto naFeira de São Cristóvão com a presença de mais de 20 artistas e grupos musicais. A cantora e atrizTânia Alves abrirá o espetáculo com uma performance em que interpretará a cangaceira Maria Bonita. Os músicos Marcelo Mimoso e Chambinho do Acordeon (Nivaldo Expedito de Carvalho), que interpretaram Luiz Gonzaga no teatro e no cinema, respectivamente, fazem um duelo de sanfonas e apresentação do espetáculo. A Orquestra Sanfônica Balaio Nordeste, grupo da Paraíba que já levou a música nordestina para vários estados brasileiros, Peru e França, promete ser um dos pontos altos do espetáculo. Sobem ao palco também Anastácia Forrozeira, Cassiano Beija Flor, Cris da Maria Filó, Del Feliz de Salvador, Gilberto Teixeira, Igor Konde, Geraldo Junior (Junu), Marcus Lucenna,Antônia Amorosa, Sussu (irmão de Marinês, a Rainha do Xaxado), Marabá da Feira, Zé da Onça, Jadiel Guerra, Caceteiro do Forró, Sergival Silva, Sandra Belê e Oswaldinho, entre outros.



PROCESSO JUNTO AO IPHAN – Para a obtenção do reconhecimento de um bem cultural como Patrimônio Imaterial Brasileiro é preciso comprovar que o mesmo possui continuidade histórica e tem relevância nacional para a memória, a identidade e a formação da sociedade brasileira. No caso do forró, a proponência data de 8 de julho de 2011 e foi encaminhada pela Associação Cultural Balaio Nordeste, da Paraíba.



De lá para cá, a entidade tem realizado fóruns regionais por vários estados brasileiros e tem recolhido insumos importantes para o processo. Em 10 de setembro de 2015, em um Fórum em João Pessoa (PB), foram definidas as diretrizes para a Instrução Técnica do Registro das Matrizes do Forró, uma das etapas do processo. Trata-se dos aspectos sobre o forró de raiz que precisam ser levados em consideração para a correta salvaguarda dessa manifestação cultural. É sobre essas diretrizes que os participantes do Fórum do Rio de Janeiro se debruçarão entre os dias 26 e 28 de abril.



Os resultados das discussões do Rio – adicionadas àquelas realizadas em outras localidades por onde o fórum passará a partir de agora – vão compor um dossiê sobre o forró de raiz. Trata-se de uma vasta documentação que inclui ainda registros audiovisuais, uma pesquisa etnográfica e um inventário, entre outros conteúdos. O material será entregue ao Iphan para análise. Em seguida, caso emita parecer favorável ao registro, o Instituto submete o processo ao seu Conselho Consultivo, que toma a decisão. Se ela for favorável, o forró é inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão do Iphan e recebe o título de “Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil”.

NORDESTE É AQUI – A partir do Fórum Forró de Raiz, o Sesc RJ iniciará um trabalho estadual de valorização da cultura nordestina, o que integra os esforços da instituição pela salvaguarda das matrizes do forró, além do resgate e fortalecimento de tradições e expressões do Nordeste. As unidades do Sesc pelo estado receberão até dezembro uma intensa programação envolvendo a temática. Shows, espetáculos teatrais, artesanato, oficinas e exposições vão jogar luz sobre temáticas associadas à cultura que enriquece todo o cenário brasileiro. Entre as atrações, está uma exposição com documentos e pertences originais de Padre Cícero, o sacerdote nascido em Crato (CE) que teve enorme influência social e política no sertão cearense e em todo o Nordeste.

SERVIÇO
FÓRUM FÓRRÓ DE RAIZ RJ
26 a 28 de abril – Rio de Janeiro
Sesc Ginástico, Sesc Tijuca e Feira de São Cristóvão
Realização: Sesc RJ e Fórum Nacional de Forró de Raiz
Programação e inscrições: www.forroderaizsescrj.org.br

AUDIÊNCIA PÚBLICA
Dia 26 de abril – das 9h às 12h

Local: Sesc Ginástico - Av. Graça Aranha, 187 - Centro

Informações: (21) 2279-4027

Entrada: franca, mediante inscrição

Participantes:
Senadora Fátima Bezerra (PT-RN)
Luiz Gastão Bittencourt – Interventor do Sesc RJ
Regina Pinho – Diretora Regional do Sesc RJ
Débora Albuquerque - Secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural, do Ministério da Cultura
José Mauro Chafic Haddad - Assessor especial do Ministro da Cultura,
Hermano Fabrício Oliveira Guanais e Queiroz - Diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan
Magna Justibo Fernandes - Gestora da Feira de São Cristovão
Marcus Faustini – Agência de Redes para a Juventude
André Dias – Globo Rio
Marcus Lucenna – Músico e jornalista

ABERTURA E MESAS REDONDAS
Dias 26 e 27 de abril
Local: Sesc Tijuca - R. Barão de Mesquita, 539 - Tijuca
Informações: (21) 3238-2139
Entrada franca, mediante inscrição

26/04/2018
14h às 15h: Abertura
Joana Alves – Coordenadora Geral do Fórum Nacional
Marcelo Fraga – Coordenador do Fórum RJ
Paulo Damasceno – Gerente de Responsabilidade Social do Sesc RJ
Mônica da Costa - Superintendente do Iphan-RJ
Hermano Fabrício - Diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan
Marcus Monteiro - Diretor Geral do Departamento de Patrimônio Imaterial -

INEPAC

15h às 18h: Mesa Redonda: Aspectos Conceituais - Matrizes do Forró e seus Ritmos Tradicionais

Marcus Lucenna

Daniel Gonzaga

Kiko Horta

Pedro Clerot - Técnico do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan

19h às 20h: Show de Del Feliz

Entrada: 1 quilo de alimento não perecível

17/04/2018

9h às 12h: Mesa redonda: Legislação e Sustentabilidade

Dr. Ricardo Bezerra

Téo Lima

Desembargador Siro Darlan

14h às 17h: Mesa Redonda Forró na Mídia

Sergival Silva

Flávio Leandro

Marcelo Fraga

18h às 19h: Show de Sandra Belê

Entrada: 1 quilo de alimento não perecível

28/04/2018

9h às 12h: Conceito e Sustentabilidade do Forró

Antônia Amorosa

Henrique Sampaio

Jadiel Guerra

Daniel Guerra

14h às 17h: Territórios e Comunidade

Elis Ângelo (UFFRJ)

Felipe Trota (UFF)

Carlos Botelho (Marabá)

Gilberto Teixeira

Dayvesson Israel Alves Gusmão - Coordenador-Geral de Identificação e Registro do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan

SHOW-MANIFESTO

Dia 28 de abril - 20h30 às 01h30

Local: Centro de Tradições Nordestinas (Feira de São Cristóvão)

Ingresso: 2 quilos de alimentos não perecíveis

Atrações:

Tânia Alves

Marcelo Mimoso + Chambinho do Acordeon

Orquestra Sanfônica Balaio do Nordeste

Cassiano Beija Flor

Cris - Maria Filó

Carlos Marins

Flor de Manacá

Gilberto Teixeira

Igor Konde - Caramuela + Geraldo Junior (Junu)

Jadiel Guerra + Caceteiro do forró - Trio Forrobodó

Jurandyr da Feira

Marabá da Feira

Marcus Lucenna

Sandra Belê

Sergival Silva

Severino Ramos Ferreira - Os 3 Amigos do Nordeste

SUSSU - Irmão de Marinês

Trio Xodó – Zé Matias

Zé da Onça – Iris Pontal

Del Feliz de Salvador

Antônia Amorosa

Anastácia forrozeira (Lucinete Ferreira)

Oswaldinho

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Helô Helena faz a mistura do samba e da MPB na Audio Rebel

Helô Helena faz a mistura do samba e da MPB na Audio Rebel


A cantora Helô Helena sobe ao palco da Audio Rebel para cantar os sucessos da carreira. Ao lado de Kiko Chavez (violão), a artista prova que o samba de raiz e a MPB mora no coração dos cariocas. O show acontece em 29 de abril (domingo), às 20h. Os ingressos custam 20 reais e a classificação é de 16 anos.

Cantora e compositora carioca, Helô Helena apresenta a mistura clássica do samba e da MPB na Rebel. Afilhada artística de Luiz Melodia, Helô cresceu em uma casa contagiada pela música. Começou profissionalmente em 2006, apresentando-se em bares do Rio de Janeiro. O primeiro disco “Acreditar - Heloisa Helena canta Luiz Melodia” trouxe participações especiais do próprio Melodia, Novelli, Roberto Menescal e Renato Piau. Em 2010, a cantora lançou “Alma Carioca”, sob olhares de Piau, Silvério Pontes, Carlos Werneck, Alessandro Cardozo e Clauton Salles. Outros registros fazem parte da trajetória, como “Quintal Brasil - poemas, letras & convidados”, do poeta Euclides Amaral. Entre 2013 e 2017 tocou em diversos teatros, casas noturnas, gafieiras, projetos e eventos em praças públicas, além da quadra do Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos.


O lugar para se ouvir boa música no Rio é a Audio Rebel. Um dos locais mais movimentados na noite carioca, a casa de shows é referência na música e arte alternativa. Localizada na Zona Sul, reúne artistas internacionais e nacionais de diversos gêneros, organizando ensaios e gravando discos de cantores independentes. Por lá também funciona uma loja de instrumentos musicais e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). O espaço fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

Serviço
Helô Helena
Data: 29/04/2018 (domingo)
Horário: 20h
Local: Audio Rebel
Endereço:Rua Visconde de Silva, 55 - Botafogo - Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$20
Classificação: 16 anos
Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)
Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito.
Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito
Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 13h às 21h

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O violoncelista italiano Federico Puppi sobe ao palco da Audio Rebel, no dia 28 de abril (sábado), para apresentar as faixas de “Marinheiro de Terra Firme”



Italiano radicado no Rio, violoncelista Puppi toca na Audio Rebel
O violoncelista italiano Federico Puppi sobe ao palco da Audio Rebel, no dia 28 de abril (sábado), para apresentar as faixas de “Marinheiro de Terra Firme”, segundo álbum da carreira, lançado em março. A apresentação é marcada pela técnica refinada do instrumentista, que se reinventa a cada concerto. Os ingressos custam 20 reais e o evento terá início às 20h. A classificação etária é de 16 anos.

O artista italiano radicado no Rio leva ao palco suas influências que vão do clássico ao jazz, passando pela eletrônica e a world music. No seu show, ele ousa ao se dividir entre cello elétrico e controladores eletrônicos, mostrando que é possível unir Beethoven com drum n’ bass, ou mesmo falar sobre imigração em um contexto de música pop instrumental. O seu segundo disco, “Marinheiro de Terra Firme”, traz 13 faixas e conta com dois singles lançados: “Em Direção Obstinada e Contrária” e “Ciranda dos Náufragos”. Outro destaque é a canção “Capitão do Mar”, que no álbum teve a participação de Milton Nascimento.

Puppi também atua como produtor e traz no currículo a co-produção com Maria Gadú no disco “Guelã”, indicado ao Grammy Latino. Em 2015, lançou o elogiado álbum de estreia “Canto da Madeira”. O trabalho atual, “Marinheiro de Terra Firme”, foi gravado em 2017 e é um lançamento via selo Sagitta Records.

Quem busca o novo encontra sua casa na Audio Rebel. Um dos locais mais movimentados na noite carioca, a casa de shows é referência na música e arte alternativa. Localizada na Zona Sul, reúne artistas internacionais e nacionais de diversos gêneros, organizando ensaios e gravando discos de cantores independentes. Por lá também funciona uma loja de instrumentos musicais e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). O espaço fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

Serviço
Puppi: Marinheiro de Terra Firme
Data: 28/04/2018 (sábado)
Horário: 20h
Local: Audio Rebel
Endereço:Rua Visconde de Silva, 55 - Botafogo - Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$20
Classificação: 16 anos
Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)
Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito.
Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito
Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 13h às 21h

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27 de abr. de 2018

Fashion Mall apresenta Fashion Talks nos meses de abril e maio Organização Arte de Viver comandará a programação

Fashion Mall apresenta Fashion Talks nos meses de abril e maio

Organização Arte de Viver comandará a programação




O Fashion Mall organizou um mês de encontros com foco no autodesenvolvimento, em parceria com a organização internacional Arte de Viver. O evento inicia no dia 10 de abril e acontece quinzenalmente, nas terças-feiras dos próximos dois meses, sempre às 20h, no segundo piso. O shopping receberá a organização para um bate-papo com programas sobre meditação, que trazem uma profunda paz interior. A entrada é gratuita e com vagas limitadas.

O intuito da Arte de Viver é oferecer programas que facilitam a eliminação de estresse e criam paz interior, felicidade e bem-estar para todos indivíduos, através de técnicas de respiração, meditação, yoga, e sabedoria prática para o dia a dia.

A organização foi fundada pelo líder humanitário e espiritual Sri Sri Ravi Shankar, embaixador da paz no Sri Lanka, Cachemira, Paquistão, Israel e Colômbia. Ele explica que o principal valor da Arte de Viver é encontrar a paz interna e unir pessoas.

—A Arte de Viver é um princípio, uma filosofia sobre viver a vida ao seu máximo potencial. É mais um movimento do que uma organização. Seus valores principais são encontrar a paz interna e unir pessoas da nossa sociedade – de diferentes culturas, tradições, religiões, nacionalidade; e lembrar a todos nós que temos apenas um objetivo: apoiar a vida em todos os lugares — declara, Sri Sri Ravi Shankar.

Programação:
10/04: Mente e Meditação: Vivendo com mais vitalidade, saúde e paz interior
24/04: Fontes de energia para uma vida mais plena
08/05: Como lidar com o estresse no cotidiano
22/05: Benefícios da respiração e meditação no gerenciamento do estresse

Fashion Mall

Fashion Talks
Data: Terças feiras 10 e 24 de abril e 8 e 22 de maio
Horário: 20h
Local: Fashion Mall, piso L2
Entrada Gratuita
Estrada da Gávea, 899 – São Conrado

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Estão abertas as inscrições para a 1ª Jornadinha de Pintura do Sítio Roberto Burle Marx🎨


Estão abertas as inscrições para a 1ª Jornadinha de Pintura do Sítio Roberto Burle Marx🎨
O Sítio Roberto Burle Marx está com inscrições abertas para a 1ª Jornadinha de Pintura, que será realizada no dia 12 de maio (sábado), durante a 16ª Semana dos Museus.🎨 São oferecidas 50 vagas para crianças com idade entre 6 e 12 anos. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis na página do Facebook do Sítio🎨 (@SitioBurleMarx.Iphan). Versão infantil da Jornada de Pintura, realizada desde 2013 na Semana da Primavera do Instituto Brasileiro de Museus - Ibram, a Jornadinha visa difundir o legado cultural de Roberto Burle Marx, incentivar a arte da pintura e promover a aproximação das crianças com a natureza e o meio ambiente♥️🖼️
A atividade terá início com uma visita guiada pelo Sítio terminando no atelier de Burle Marx. Lá os jovens artistas ficarão à vontade para pintar e desenhar as belas paisagens do local. Será disponibilizado um kit básico contendo tintas guache, pincel e folha de papel em tamanho A3, mas quem quiser poderá levar seu próprio material. Para se inscrever, é preciso acessar a página do🏞️ Sítio no Facebook, ler o regulamento, baixar e preencher o formulário e enviá-lo para o e-mail
 jornadadepinturasrbm@gmail.com ,ou entregá-lo na administração do SRBM. A ficha de inscrição também poderá ser solicitada por e-mail.

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan
Estrada Roberto Burle Marx, nº 2019 – Barra de Guaratiba – Rio de Janeiro/RJ
(21) 2410-3009  @sitiorobertoburlemarx

Outras Informações:

http://portal.iphan.gov.br/srbm

http://sitioburlemarx.blogspot.com.br

Redes Sociais:
www.facebook.com/SitioBurleMarx.Iphan

Twitter: @sitioburlemarx

Instagram: @sitiorobertoburlemarx ------------------

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Prelúdio 21 abre sua 21º temporada de concertos gratuitos, sábado, 28 de abril, no Centro Cultural Justiça Federal



Prelúdio 21 abre sua 21º temporada de concertos gratuitos, sábado, 28 de abril, no Centro Cultural Justiça Federal

Para o primeiro concerto do ano, grupo carioca de compositores contemporâneos convidam o violonista Fábio Adour, o pianista Thalyson Rodrigues e o violoncelista Ayran Nicodemo



Abrindo sua 11ª Temporada no CCJF e a 21ª de sua carreira, o grupo de compositores Prelúdio 21 realiza do concerto “De volta às origens”, no dia 28 de abril, sábado, às 15h, com entrada gratuita. No programa, peças de “Decomposição” (Neder Nassaro), “Prelúdio” (Caio Senna), “Suite Imaginária” (Sergio Roberto de Oliveira), "Ricercare" (Marcos Lucas), “Fantasia para violão solo” (José Orlando Alves) e “Micropeças”, de Alexandre Schubert. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês.



Prelúdio 21
Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Serviço:
28 de abril, sábado - Prelúdio 21 - Concerto "De volta às origens"
Horário: 15h
Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Tel. (21) 3261-2550
Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
Classificação Livre
Programa:

"Fantasia para violão solo" - José Orlando Alves

Intéprete: Fábio Adour (violão)

"Micropeças" - Alexandre Schubert

Intérprete: Thalyson Rodrigues (piano)

"Decomposição" - Neder Nassaro

Música Eletroacustica

"Prelúdio" - Caio Senna

Intérprete: Caio Senna (piano)

"Suite Imaginária" - Sergio Roberto de Oliveira

Intéprete: Fábio Adour (violão)

"Ricercare" - Marcos Lucas

Intérprete: Ayran Nicodemo (violino)

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MOSTRA DE CINEMA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO DISCUTE A EXCLUSÃO NO AUDIOVISUAL NACIONAL





MOSTRA DE CINEMA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO DISCUTE A EXCLUSÃO NO AUDIOVISUAL NACIONAL
Com 40 filmes de 14 estados na programação, Periferia da Imagem ainda apresenta rodas de conversa e oficina sobre produção em coletivos, tudo com entrada franca

Reunindo produções que constroem resistências ao apagamento, à interdição e ao silêncio, a mostra Periferia da Imagem faz temporada gratuita no cinema da CAIXA Cultural Rio de Janeiro entre os dias 17 e 29 de abril de 2018 (terça a domingo). A programação inclui a exibição 40 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, com presença expressiva de realizadores periféricos, negras e negros de 14 estados do país. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A mostra chega em mais um momento complexo no Brasil, onde, no campo da produção audiovisual, vive-se um cenário alarmante de exclusão. Idealizada por Lucas Andrade (montador), Pedro Lessa e Tomaz Viterbo (realizadores audiovisuais), Periferia da Imagem pretende buscar os imaginários e as formas de todos aqueles que sofrem ataques cotidianos da heteronormatividade, do Estado e do racismo. Para isso, a ideia é entrar em contato com o modo como a periferia, entendida a partir de um sentido que ultrapassa as dinâmicas territoriais, vem ocupando um espaço de produção e invenção no cinema.

Uma seleção de obras contemporâneas alocadas à margem da produção hegemônica será exibida nos doze dias de mostra, afirmando o cinema independente brasileiro e o conceito de “periferia” a partir de outra perspectiva. Trata-se de trabalhos que revelam inúmeros processos emancipatórios, desde questões de gênero a étnico-raciais. Tais filmes permitem considerar e dialogar com o contexto social e a visão de mundo dos seus realizadores, além de fazer da ficção um espaço para invenção de novas práticas políticas e estéticas.

“O que a gente faz é impossível de se apagar. Sempre apagaram muita coisa nossa ao longo da nossa história, mas a gente está aqui, sempre respeitando quem tombou antes da gente, nossos antepassados, nossos parentes, pessoas próximas a nós que estão sofrendo ainda”, explica Lincoln Péricles, cineasta que participa da programação com Filme de Aborto (2016).

Atividades extras:
Para além das exibições, Periferia da Imagem traz uma série de atividades que envolvem temas relacionados e protagonizados pelos realizadores que compõem a programação.

O cineasta Lincoln Péricles ministrará, entre os dias 24 e 28 de abril (terça a sábado), das 10h às 14h, uma oficina gratuita de produção audiovisual em coletivos. Serão oferecidas 20 vagas voltadas para interessados em produção de vídeo com idade acima de 14 anos. As inscrições devem ser realizadas até o dia 20 de abril (sexta) através de um formulário solicitado pelo e-mail periferiadaimagem@gmail.com. O resultado da seleção será divulgado no dia 22.

No dia 21 de abril (sábado), às 18h45, Flaviane Damasceno, Jeckie Brown, Gabriel Martins e Sabrina Fidalgo recebem o público para uma roda de conversa sobre atuação no cinema contemporâneo. Já no dia 28 (sábado), às 17h, Lincoln Péricles e o coletivo Mulheres de Pedra debatem os modos de produção e coletividade no cinema. Ambas as rodas de conversa têm entrada franca, com retirada de senhas no dia do evento.

Enquanto isso, as primeiras sessões dos dias 22 (domingo) e 24 (terça) serão acompanhadas de uma conversa com os realizadores dos filmes exibidos.

Programação:

17 de abril (terca-feira)
18h30 - Estamos todos aqui (2017), de Chico Santos e Rafael Mellim, 19 min, Digital, 16 anos + A Margem (1967), de Ozualdo Candeiras, 96 min, Digital, 12 anos

18 de abril (quarta-feira)
16h - Momento, Vício e Boa Sorte (2011), de Coletivo Pode Crer, 21 min, Digital, 16 anos + Copa Vidigal (2011), de Luciano Vidigal, 75 min, Digital, 12 anos

18h30 - Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, 20 min, Digital, 16 anos + Meu Corpo é Político (2016), de Alice Riff, 72 min, Digital, 12 anos

19 de abril (quinta-feira)
16h30 - RAP, o canto da Ceilândia (2005), de Adirley Queirós, 15 min, Digital, 10 anos + Modo de Produção (2017), de Dea Ferraz, 66 min, Digital, 12 anos

18h30 - Notícia de uma Tragédia Racial Subnotificada (2017), de Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, 14 min, Digital, 18 anos + A Vizinhança do Tigre (2014), de Affonso Uchoa, 95 min, Digital, 16 anos

20 de abril (sexta-feira)
16h - Fantasmas (2010), de André Novais, 11 min, Digital, 10 anos + Filme de Aborto (2016), de Lincoln Péricles, 66 min, 16 anos

18h - Martírio (2016), de Vincent Carelli, 160 min, Digital, 12 anos

21 de abril (sábado)

15h - Dona Sônia Pediu Uma Arma ao Seu Vizinho Alcides (2011), de Gabriel Martins, 18 min, Digital, 16 anos + Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, 20 min, Digital, 16 anos + Momento, Vício e Boa Sorte (2011), de Coletivo Pode Crer, 21 min, Digital, 16 anos + Dia de Pagamento (2015), de Fabiana Morais, 27 min, Digital, 12 anos

17h - Chico (2016), de Irmãos Carvalho, 23 min, Digital, 16 anos + Com o Terceiro Olho na Terra da Profanação (2016), de Catu Rizo, 66 min, Digital, 14 anos

18h45 - Roda de conversa sobre atuação no cinema contemporâneo, com Flaviane Damasceno, Jeckie Brown, Gabriel Martins e Sabrina Fidalgo.

22 de abril (domingo)
15h - Pau de Priscilla (2015), de Bia Leite e Danielle Monteiro, 8 min, Digital, 16 anos + Estamos todos aqui (2017), de Chico Santos e Rafael Mellim, 19 min, Digital, 16 anos + Nunca é noite no mapa (2016), de Ernesto Carvalho, 6 min, Digital, 12 anos + Notícia de uma Tragédia Racial Subnotificada(2017), de Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, 14 min, Digital, 18 anos + Nada (2017), de Gabriel Martins, 27 min, Digital, 12 anos + Debate com os realizadores

18h - A Cidade é uma só? (2011), de Adirley Queirós, 79 min, Digital, 10 anos

20h - Bicicletas de Nhanderú (2011), de Ariel Ortega e Patrícia Ferreira, 45 min, Digital, Livre


24 de abril (terça-feira)
16h - Maria Macaca (2015), de Lazaro Ribeiro, 15 min, Digital, Livre + Quijaúa, a Nação Angola (2015), Coletivo Mulheres de Pedra, 6 min, Digital, 14 anos + Tentei (2017), de Laís Melo, 15 min, Digital, 14 anos + As Mulheres Pensam (2015), de Talita Araújo, 6 min, Digital, 16 anos + Travessia(2017), de Safira Moreira, 5 min, Digital, Livre + Debate com realizadores

19h30 - Leona Vingativa Assassina (2011), de Leona Vingativa, 5 min, Digital, 14 anos + Doce Amianto (2013), de Guto Parente e Uirá dos Reis, 70 min, Digital, 16 anos

25 de abril (quarta-feira)
16h - Vizinhança do Tigre (2014), de Affonso Uchoa, 95 min, Digital, 16 anos

18h30 - A Cidade é uma só? (2011), de Adirley Queirós, 79 min, Digital, 10 anos + Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, 20 min, Digital, 16 anos

26 de abril (quinta-feira)
16h - Travessia (2017), de Safira Moreira, 5 min, Digital, Livre + Sweet Karolyne (2009), de Ana Bárbara, 15 min, Digital, 12 anos + Europa (2011), de Leonardo Mouramateus, 19 min, Digital, Livre + Fantasmas (2010), de André Novais, 11 min, Digital, 10 anos

18h30 - Ela Volta na Quinta (2015), de André Novais, 108 min, Digital, 12 anos

27 de abril (sexta-feira)
15h30 - Tentei (2017), de Laís Melo, 15 min, Digital, 14 anos + Meu Corpo é Político (2016), de Alice Riff, 72 min, Digital, 12 anos

17h30 - Nada (2017), de Gabriel Martins, 27 min, Digital, 12 anos + Com o Terceiro Olho na Terra da Profanação (2016), de Catu Rizo, 66 min, Digital, 14 anos

19h30 - As Mulheres Pensam (2015), de Talita Araújo, 6 min, Digital, 16 anos + Morro do Céu (2009), de Gustavo Spolidoro, 71 min, Digital, 10 anos

28 de abril (sábado)
15h - Bicicletas de Nhanderú (2011), de Ariel Ortega e Patrícia Ferreira, 45 min, Digital, Livre + Elekô (2015), de Coletivo Mulheres de Pedra, 6 min, Digital, 16 anos + Konãgxeka: Dilúvio Maxakali (2016), de Charles Bicalho e Israel Maxakali, 12 min, Digital, 10 anos

17h - Roda de conversa sobre modos de produção e coletividade no cinema, com Lincoln Péricles e o coletivo Mulheres de Pedra.

19h30 - Chico (2016), de Irmãos Carvalho, 23 min, Digital, 16 anos + Filme de Aborto (2016), de Lincoln Péricles, 66 min, 16 anos

29 de abril (domingo)
15h - Pau de Priscilla (2015), de Bia Leite e Danielle Monteiro, 8 min, Digital, 16 anos + Europa (2011), de Leonardo Mouramateus, 19 min, Digital, Livre + Travessia (2017), de Safira Moreira, 5 min, Digital, Livre + Nunca é noite no mapa (2016), de Ernesto Carvalho, 6 min, Digital, 12 anos

16h - Caixa D`água: Qui-lombo é esse? (2013), de Everlane Moraes, 15 min, Digital, Livre + Notícias de uma Tragédia Racial Subnotificada (2017), de Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, 14 min, Digital, 18 anos + RAP, o canto da Ceilândia (2005), de Adirley Queirós, 15 min, Digital, 10 anos +Duas Aldeias, Uma Caminhada (2008), de Mbya-Guarani, 63min, Digital, Livre

18h30 - Dona Sônia Pediu Uma Arma ao Seu Vizinho Alcides (2011), de Gabriel Martins, 18 min, Digital, 16 anos + Ladrões de Cinema (1977), de Fernando Coni Campos, 127 min, Película, 14 anos

Serviço:
Periferia da Imagem
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 - Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Data: de 17 a 29 de abril de 2018 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Lotação: 78 (mais 3 para cadeirantes)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Realização: Campos Gerais
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj 

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"FARNESE DE SAUDADE" últimas apresentações, no Teatro Poeirinha, em Botafogo

70 ANOS
DE FARNESE DE ANDRADE NO RIO DE JANEIRO!

Farnese de Saudade


Atuação, dramaturgia e instalação Vandré Silveira

Direção Celina SSodr
De 01 de março à 29 de abril no Teatro Poeirinha



Após o sucesso na temporada de estreia, há 6 anos, o espetáculo-instalação “Farnese de Saudade” volta aos palcos ainda mais sólido e emocionante. Com temporada no Teatro Poeirinha, em Botafogo, a peça busca mostrar a vida deste grande artista brasileiro, muito reconhecido em sua época, mas infortunadamente esquecido com o tempo. Nessa remontagem, Vandré Silveira se aproxima ainda mais da aparência de Farnese, trazendo um personagem ainda mais vivo ao palco.

A temporada de 2018 marca e celebra os 70 anos da chegada de Farnese de Andrade ao Rio de Janeiro. Com essa inspiração o idealizador do espetáculo traz de “corpo e alma” Farnese de volta à cidade maravilhosa. A peça fala sobre a vida e obra do artista plástico mineiro, levando o espectador a mergulhar nos pensamentos e no momento de criação do artista.

– “Estar no palco como Farnese de Andrade é muito mais que interpretar um personagem, é como encarnar este artista, viver as emoções que ele viveu, na vida e ao criar suas obras, e transparecer essa ebulição para a plateia. Que eles vejam o grande artista que ele foi e sempre será, apesar de sua popularidade ter se esvaído com tempo após seu falecimento.” – explica Vandré.

Coincidência ou não, Vandré Silveira e Farnese de Andrade são artistas mineiros que vieram ao Rio de Janeiro para mostrar sua arte. O primeiro contato de Vandré com a obra de Farnese foi em 2007, momento em que começou a investigar sua história e sua arte. No mesmo ano, o ator conheceu Jô Frazão, pesquisadora que organizou o material de Farnese para os livros da editora Cosac Naify. A partir daí, iniciou-se uma pesquisa intensa com documentos, fotos e entrevistas. Conheceu Dona Bia e Atabalipa de Andrade (Xuca), os irmãos do artista plástico.

Inspirado em seu trabalho e na obra de Louise Bourgeois, Vandré projetou a instalação do espetáculo: uma gaiola de ferro, no formato de uma cruz, em referência à religiosidade mineira, que é também uma delimitação do espaço da encenação. Como uma extensão do trabalho do ator, a instalação conta ainda com peças e objetos do “universo farnesiano”, garimpados durante dois anos nas areias das praias de Botafogo e Flamengo, em antiquários e na feira da Praça XV, no Rio de Janeiro, locais que fizeram parte da trajetória do artista plástico, que chegou no Rio de Janeiro em 1948.

– “As obras do Farnese são carregadas de sentimento, de rememorações de sua vida, sua infância, sua família. São de uma delicadeza e uma brasilidade surpreendentes, afinal, o artista coletou inúmeros objetos que utilizou nas obras pelas ruas e praias da nossa cidade.” – conta Vandré.

“Farnese de Saudade” estreou em 2012 no Rio de Janeiro e foi a primeira vez que a vida e obra de Farnese serviram de inspiração para uma encenação artística, após 16 anos de sua morte. Idealizado por Vandré Silveira, que além de atuar, também assina a dramaturgia e a elogiada cenografia, o monólogo conta com a direção de Celina Sodré e produção de Caio Bucker.


PRÊMIOS

- Prêmio de Melhor Ator para Vandré Silveira no Festival Home Theatre 2014;

- Prêmio de Melhor Cenário no 2º Prêmio Questão da Crítica.

- Indicado ao 25º Prêmio Shell na categoria Melhor Cenário;

- Indicado ao Prêmio Questão da Crítica na Categoria Especial, pela pesquisa do projeto;

- Selecionado como participante do evento Plataforma Rio 2012;

- Destaque como um dos melhores espetáculos em cartaz, recomendados pelas revistas Bravo! e Veja Rio.

“... A narrativa, em primeira pessoa, perpassa temas como evolução, fé, construção do tempo e eternidade. A atuação de Silveira é fruto de cinco anos de pesquisa e dá passagem às alteridades psicofísicas e à ascensão espiritual de Farnese. A direção organiza poeticamente esse fluxo."

Valmir Santos (Revista Bravo / Março de 2012)

FICHA TÉCNICA
Atuação, dramaturgia e instalação: VANDRÉ SILVEIRA
Direção: CELINA SODRÉ
Figurinos: CELINA SODRÉ
Iluminação: RENATO MACHADO
Fotos de Divulgação: VICTOR POLLAK
Fotos de Cena: RODRIGO CASTRO
Design Gráfico: MARCELLO QUEIROZ
Vídeo: PEDRO SODRÉ (Copa Filmes)
Assistente de Direção: TUINI BITENCOURT
Cenotécnica: FELÍCIO ALVES e HÉLIO LOPES BARCELOS
Direção de Produção: CAIO BUCKER
Produção Executiva: DANIEL GOFMAN
Produção de Turnê: RICARDO FERNANDES
Mídias Digitais: PRIMETIME PROJETOS EMPREENDEDORES
Administração: CISSA FREITAS e FRANCISCO JÚNIOR
Assessoria Jurídica: NAZÁRIO & WERNECK ADVOGADOS
Assessoria de Imprensa: DOIS PONTOS ASSESSORIA
Coprodução: LANÇAMENTO NOVO PRODUÇÕES
Realização: BUCKER PRODUÇÕES ARTÍSTICAS e VANDRÉ SILVEIRA

SINOPSE

O universo do artista plástico mineiro Farnese de Andrade é tema do espetáculo-instalação “Farnese de Saudade”. O premiado monólogo é idealizado pelo ator Vandré Silveira, que também assina a dramaturgia e a instalação cênica. Como uma manifestação do artista, Vandré narra suas experiências em primeira pessoa, e é também objeto-criatura de Farnese.

SERVIÇO
Temporada: 01 de Março a 29 de Abril de 2018
Local: Teatro Poeirinha
Endereço: Rua São João Batista, 104 - Botafogo - RJ

Telefone: 2537-8053
Horário: Quintas, sextas e sábados às 21h e Domingos às 19h
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia)/ R$ 20,00 (Star Palco)
Classificação: 12 anos
Duração: 50 minutos

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Nicolau é instrumentista, cantor e um compositor com forte influência de compositores da música popular brasileira, como Moska, Lenine, Zeca Baleiro e Dalto. Nos arranjos do disco também estão presentes as influências de rock, reflexo da trajetória profissional desenvolvida em bandas do gênero.


Matheus Nicolau lança Vestígios, seu novo álbum.

Aos 27 anos, Matheus Nicolau lança seu segundo disco, Vestígios - O tanto que fica de tudo que vai, álbum conceitual que propõe uma reflexão sobre os resíduos carregados ao longo da vida e como as emoções passadas nos preparam para as que virão.

Nicolau é instrumentista, cantor e um compositor com forte influência de compositores da música popular brasileira, como Moska, Lenine, Zeca Baleiro e Dalto. Nos arranjos do disco também estão presentes as influências de rock, reflexo da trajetória profissional desenvolvida em bandas do gênero.

Recém formado como designer gráfico, Nicolau uniu suas duas profissões neste projeto, que foi objeto de estudo em seu TCC. O trabalho busca, através de um objeto gráfico físico, resgatar o consumo de álbuns fonográficos como obras únicas, formadas por canções em torno de um mesmo conceito. Sem ignorar o mercado de streaming, o projeto foi lançado em livro que conecta o físico e o digital através dos QR Codes, dispensando mídia física.

Emoldurado pelo som de grandes músicos – André Rangel, Maycon Pessanha, Robson Jorge e Sérgio Trindade – o disco promete expor mais e melhor o trabalho do artista. Um álbum forte, que vai fazer o mercado fonográfico brasileiro enxergar que sempre há espaço para os artistas do futuro.

O álbum já está disponível nas plataformas digitais e o artista acaba de lançar um clipe divertidíssimo da música "Se fosse fácil", dirigido por Eduardo Hypolito.

O show de lançamento acontecerá no dia 28 de Abril, Sábado, às 20h no Solar de Botafogo, Rio de Janeiro. E os ingressos já estão disponíveis no site www.tudus.com.br.

Segue anexo o livro em versão digital e imagens de divulgação. Abaixo os links para o disco nas plataformas digitais e o clipe citado no texto.

Clipe "Se Fosse Fácil": https://youtu.be/iArJo4XzUX8

Deezer: http://www.deezer.com/album/60629502

iTunes: http://itunes.apple.com/us/album/id1367776367

Spotify: http://open.spotify.com/album/20MahPuSmZ4b2fgwL9VZnz

www.matheusnicolau.com.br


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Eleito um dos melhores espetáculos de 2012, pelo Jornal O Globo, “A Marca da Água” foi vencedor dos prêmios Shell (melhor autor) e APTR (melhor iluminação) e Fringe First Award durante o Edinburgh International Festival 2013


“A Marca da Água”, espetáculo da Armazém Companhia de Teatro, inicia temporada no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues


Eleito um dos melhores espetáculos de 2012, pelo Jornal O Globo, “A Marca da Água” foi vencedor dos prêmios Shell (melhor autor) e APTR (melhor iluminação) e Fringe First Award durante o Edinburgh International Festival 2013. Desde a sua estreia em 2012 o espetáculo cumpriu temporadas em 10 cidades brasileiras e participou de 3 festivais internacionais, o mais recente foi em outubro de 2017 durante o Wuhzen International Theatre Festival, em Zhejiang, na China.
O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 27 de abril a 20 de maio, sexta a domingo às 19h, “A Marca da Água”. O espetáculo da Armazém Companhia de Teatro conta a história de Laura, que vivendo numa aparente placidez, numa espécie de cotidiano automático e morno, aos 40 anos, é surpreendida pelo misterioso aparecimento de um enorme peixe em seu jardim. Esta perturbadora e surrealista aparição traz de volta à vida desta mulher sintomas de uma doença neurológica causada por um acidente na infância. A partir daí, Laura passa a ter acesso profundo e muito nítido às suas mais antigas memórias e é arrebatada por uma música imaginária e constante dentro de sua cabeça. A direção é de Paulo de Moraes.

Com tons e movimentos que mantém o universo de “A Marca da Água” entre o real e sonhado, a busca e o delírio da personagem flagram estados sutis quando a fragilidade física pode transformar-se em afirmação de vida. A encenação serve-se de inspirada ambientação cenográfica, em que movimentos dentro de uma piscina e coloridas projeções auxiliam na condução da ação.

Antes de dar voz ao texto caprichado de Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes, que “bebem” em fontes como os livros do neurologista britânico Oliver Sacks, o elenco formado por Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras fez intenso preparo corporal para, em cena, conseguir, sem embaraço, atuar tendo que a quase todo instante se lançar num tanque com 3 mil litros de água.

Os figurinos de Rita Murtinho, em neoprene e tactel, faz com que os atores alternem o visual molhado/seco ao longo da encenação. O diretor musical Ricco Viana executa ao vivo, em cena, a trilha original. Maneco Quinderé assina a iluminação, os irmãos Rico e Renato Vilarouca o videografismo e Paulo de Moraes a cenografia.

Eleito um dos melhores espetáculos de 2012 pelo Jornal O Globo, vencedor dos prêmios Shell-RJ 2012 de Melhor Autor, APTR 2012 de Melhor Iluminação e Fringe First Award, durante o Edinburgh International Festival 2013, em outubro de 2017 “A Marca da Água” participou do Wuhzen International Theatre Festival, localizado na província de Zhejiang, China. Desde a sua estreia em 2012, o espetáculo foi apresentado no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Montevidéu (Uruguai), Edimburgo (Escócia), Vitória, Salvador, Maceió, Recife, Wuzhen (China) e Fortaleza.

Ficha técnica

Direção: Paulo de Moraes
Dramaturgia: Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: Rita Murtinho
Direção Musical: Ricco Viana
Cenografia: Paulo de Moraes
Vídeografismo: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Projeto Gráfico: Jopa Moraes
Fotografias: Mauro Kury
Produção Executiva: Flávia Menezes
Produção: Armazém Companhia de Teatro
Site Oficial: www.armazemciadeteatro.com.br

Serviço

Nome do espetáculo: “A Marca da Água”
Direção: Paulo de Moraes
Dramaturgia: Maurício Arruda Mendonça e Paulo de Moraes
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Marcelo Guerra e Lisa Eiras
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro / Entrada pela Av. República do Paraguai (próximo ao Metrô e VLT Estação Carioca)
Informações: (21) 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 27 de abril a 20 de maio, sexta a domingo às 19h
Ingressos: R$ 20 (plateia) e R$ 10 (balcão)
Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação: 14 anos
Duração: 70 min


fotos © Mauro Kury

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Italiano radicado no Rio, violoncelista Puppi toca na Audio Rebel



Italiano radicado no Rio, violoncelista Puppi toca na Audio Rebel
O violoncelista italiano Federico Puppi sobe ao palco da Audio Rebel, no dia 28 de abril (sábado), para apresentar as faixas de “Marinheiro de Terra Firme”, segundo álbum da carreira, lançado em março. A apresentação é marcada pela técnica refinada do instrumentista, que se reinventa a cada concerto. Os ingressos custam 20 reais e o evento terá início às 20h. A classificação etária é de 16 anos.

O artista italiano radicado no Rio leva ao palco suas influências que vão do clássico ao jazz, passando pela eletrônica e a world music. No seu show, ele ousa ao se dividir entre cello elétrico e controladores eletrônicos, mostrando que é possível unir Beethoven com drum n’ bass, ou mesmo falar sobre imigração em um contexto de música pop instrumental. O seu segundo disco, “Marinheiro de Terra Firme”, traz 13 faixas e conta com dois singles lançados: “Em Direção Obstinada e Contrária” e “Ciranda dos Náufragos”. Outro destaque é a canção “Capitão do Mar”, que no álbum teve a participação de Milton Nascimento.

Puppi também atua como produtor e traz no currículo a co-produção com Maria Gadú no disco “Guelã”, indicado ao Grammy Latino. Em 2015, lançou o elogiado álbum de estreia “Canto da Madeira”. O trabalho atual, “Marinheiro de Terra Firme”, foi gravado em 2017 e é um lançamento via selo Sagitta Records.

Quem busca o novo encontra sua casa na Audio Rebel. Um dos locais mais movimentados na noite carioca, a casa de shows é referência na música e arte alternativa. Localizada na Zona Sul, reúne artistas internacionais e nacionais de diversos gêneros, organizando ensaios e gravando discos de cantores independentes. Por lá também funciona uma loja de instrumentos musicais e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). O espaço fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

Serviço
Puppi: Marinheiro de Terra Firme
Data: 28/04/2018 (sábado)
Horário: 20h
Local: Audio Rebel
Endereço:Rua Visconde de Silva, 55 - Botafogo - Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$20
Classificação: 16 anos
Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)
Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito.
Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito
Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 13h às 21h

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26 de abr. de 2018

FILE Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz a exposição “DISRUPTIVA” ao Rio de Janeiro


FILE

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz a exposição “DISRUPTIVA” ao Rio de Janeiro


Mostra recebeu mais de 300 mil visitantes em Brasília e Belo Horizonte, e agora chega ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) da capital fluminense

DISRUPTIVA se destaca pela ruptura no modo tradicional de apreciação das obras, possibilitando comportamentos inéditos ao público – os visitantes podem tocar, balançar, deitar e interagir com as obras;

A exposição é gratuita e reúne instalações interativas, games e animações internacionais, tudo com classificação indicativa livre;



De 13 de abril a 04 de junho de 2018




Rio de Janeiro, março de 2018 – Você poderá ter a sensação de estar no núcleo de um furacão, ser embalado a vácuo ou até balançar em um mundo de realidade mista – real e virtual. Estas são apenas algumas das experiências que o público do Rio de Janeiro vai vivenciar na exposiçãoDISRUPTIVA, iniciativa do FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – que acontece gratuitamente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de 13 de abril a 04 de junho de 2018.

Com curadoria de Paula Perissinotto e Ricardo Barreto a exposição reúne mais de 120 obras, de instalações totalmente imersivas a videogames e animações. A curadoria de animações é de Raquel Fukuda. O patrocínio é do Banco do Brasil.

"Essa parceria possibilita que o público do CCBB Rio interaja de uma nova forma com a arte. Estamos na era digital, e poder usar os artefatos que a tecnologia oferece para imergir, literalmente, nas obras de arte, é algo curioso e inovador”, comenta Marcelo Fernandes, Gerente Geral do CCBB."

As obras transportam o público para um mundo inédito de novas percepções: Nemo Observatorium, de Lawrence Malstaf (Bélgica), convida o visitante para experimentar a sensação de estar no centro de um furacão. Em um grande cilindro transparente, o participante toma assento em uma cadeira e comanda, por meio de um botão, o sistema do furacão simulado. É uma experiência única para quem está dentro do cilindro, e um espetáculo para quem assiste de fora. Physical Mind, de Teun Vonk (Holanda), convida o visitante a deitar-se entre dois objetos infláveis, que os erguem do chão e os pressionam suavemente, sugerindo a vivência do estado de stress e de alívio.

Artista do Rio de Janeiro integra a exposição

A carioca Celina Portella, que vive e trabalha no Rio de Janeiro, explora as fronteiras da representação virtual com o mundo real na obraVídeo-Boleba, que provoca os visitantes com bolinhas de gude que surgem de um vídeo.

Há ainda obras que abordam a relação entre movimento real e digital; movimento físico e sonoro. Em Swing (Alemanha), de Christin Marczinzik e Thi Binh Minh Nguyen, o público senta em um balanço usando óculos 3D, e a intensidade do balançar aciona animações na realidade virtual, as quais levam o visitante para um voo em um mundo de fantasia.

A interatividade também é destaque em nove instalações que sugerem a imersão digital, selfies misturados, a emoção real e virtual. Em KAGE-table, do coletivo japonês plaplax, sombras computadorizadas projetadas numa mesa ganham vida e adquirem movimentos de acordo com a interação do público. Até as sombras dos próprios espectadores, ao serem projetadas na mesa, integram a experiência.

A exposição também oferece a possibilidade de jogar e experimentar trabalhos realizados para plataformas de realidade virtual (VR) com dispositivo ótico. Um dos destaques é Dear Angelica, filme ilustrado à mão que leva o público a navegar entre desenhos numa narrativa espetacular das memórias de uma adolescente. Também chama a atenção Bound, um jogo estético que usa PlayStation 4 e realidade virtual, no qual o visitante controla uma princesa bailarina enquanto ela percorre desconstruindo ambientes surreais e oníricos.

DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva” traz ao público do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria inédita com o CCBB, uma amostra de como os artistas estão produzindo obras no atual contexto, proporcionando a imersão em novas tecnologias, interação com as novas mídias e produções artísticas que dialogam com a vivência compartilhada do mundo contemporâneo.

Sobre o FILE – O FILE é uma iniciativa cultural que viabiliza reflexões sobre as principais questões do universo eletrônico-digital desde o ano 2000, consolidando o Brasil como um dos protagonistas dessas discussões na comunidade internacional. O projeto pioneiro nasceu em São Paulo, capitaneado por Paula Perissinotto e Ricardo Barreto, e já exibiu trabalhos de artistas de 48 países a públicos de todas as idades em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, São Luís e Vitória. Desde a virada deste milênio, o festival tem conseguido aproximar os mais diversos públicos de obras de arte, debates e pesquisas que utilizam a tecnologia como suporte ou como inspiração. Por meio de uma apurada seleção de encontros, oficinas, exposições coletivas e publicações o FILE fomenta não só o acesso às criações artísticas contemporâneas, mas a produção de criações estéticas a partir de experiências tecnológicas. É considerado o maior evento do gênero na América Latina.
SERVIÇO

FILE – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva
Abertura: 13 de abril de 2018
Período da exposição: de 13 de abril a 04 de junho de 2018
Entrada gratuita
CCBB Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Quarta-feira a segunda-feira, das 9h às 21h
Informações: www.bb.com.br/cultura
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA
Livre
CURADORIA
Ricardo Barreto e Paula Perissinotto
PATROCÍNIO
Banco do Brasil

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj 

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O sapo Cururu conhece a lua, encanta-se com a sua beleza e se apaixona por ela.


Cururu, o sapo jururu / peça

O sapo Cururu conhece a lua, encanta-se com a sua beleza e se apaixona por ela. Após ter o seu amor recusado, descobre o mistério que a envolve e, então, passa a ter um objetivo: acabar com a infelicidade e sua amada. Cururu, o sapo jururu é uma narrativa que tematiza o amor romântico e a solidariedade. Outros temas, como a lenda do amor impossível entre o sol e a lua, a ocorrência de um eclipse e a situação do indivíduo comum – que luta pela felicidade e supera a rejeição – também são trabalhados de forma delicada na história.
Texto: Tatiana Alves. Direção: Júlio Luz, Lea Fabres e Janaina Gaia

Até 20/05
Terça
19h
R$ 30 e R$ 15 (meia)
75min
Teatro
Classificação indicativa: livre

Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro 20040-009, Brazil


Agenda Cultural RJ 
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Oi Futuro apresenta o musical infantil “Thomas e as Mil e Uma Invenções”


Oi Futuro apresenta o musical infantil
“Thomas e as Mil e Uma Invenções”


Com texto original de Vanessa Dantas e músicas de Tim Rescala, espetáculo é livremente inspirado na vida e na obra do inventor Thomas Alva Edison

Fabianna de Mello e Souza assina a direção do musical, que traz no elenco os atores e cantores

Gabriel Stauffer, Hugo Kerth, Letícia Medella e Thais Belchior
Na Zona Norte do Rio, Thomas Edison da Silva mora com os pais, a avó e o gato. Aos nove anos de idade, ele tem a mente fervilhando de ideias, sempre inventando engenhocas de todos os tipos. Seu pai, o eletricista Edison da Silva, tem como ídolo um dos maiores inventores de todos os tempos: o norte-americano Thomas Alva Edison (1847–1931). Ao batizar o filho, fez uma homenagem ao cientista na esperança que o menino trilhasse os mesmos passos do xará famoso. “Thomas e as Mil e Uma Invenções” é o novo musical infantil idealizado pela atriz, produtora e autora Vanessa Dantas. Com direção de Fabianna de Mello e Souza e direção musical de Tim Rescala, a peça estreia em 21 de abril, no Oi Futuro Flamengo, onde fica em cartaz até 10 de junho (sábados e domingos, às 16h). “Thomas e as Mil e Uma Invenções” tem patrocínio da Oi e da Eletrobras Furnas.

Conhecida por suas adaptações bem-sucedidas de óperas para o teatro infantil, Vanessa Dantas teve a ideia de abordar o universo do inventor Thomas Edison há três anos, após assistir a um documentário sobre a sua trajetória. “O filme mostrava da sua infância até a velhice, com seus acertos e enganos, de forma muito humana. Ele não deixou que aquela curiosidade da infância se apagasse com os passar dos anos, tinha uma criança curiosa dentro dele, mesmo na velhice”, conta a autora. “Essa chama da curiosidade não deve morrer. Devemos sempre prestar atenção nela, sem deixar o olhar curioso ficar empoeirado. Gosto muito de escrever sobre temas com os quais crianças e adultos possam se identificar”.

A história se passa na casa da família Silva, no Grajaú, Zona Norte do Rio, onde Thomas Edison da Silva, o Thominhas (Hugo Kerth), mora com o pai, Seu Edinho (Gabriel Stauffer), a mãe, Dona Nancy, a avó, Dona Madá (as duas interpretadas por Letícia Medella), e o gato de estimação, Petit Gâteau. No porão da casa fica o “Laboratório de Coisas Geniosas”, onde as invenções de Thominhas ganham vida, como a árvore de chiclete com sabores exóticos e o ideômetro – uma espécie de capacete com uma lâmpada que acende quando surge uma ideia. Na escola, Thominhas é convidado para a festa de aniversário de Marion, menina por quem ele é apaixonado e, coincidentemente, irmã gêmea da melhor amiga dele, Mina (ambas interpretadas por Thais Belchior). Ele é desafiado por Marion a presenteá-la com uma invenção eletrizante e terá apenas uma semana para criar algo incrível para conquistar o coração da garota dos seus sonhos – mas as coisas não vão sair exatamente como ele esperava.

Durante uma semana, Thominhas vai pesquisar e inventar engenhocas de todos os tipos, mas todas serão um fiasco. Na parede do laboratório, um retrato de Thomas Alvas Edison ganha vida e salta para a cena. A visita imaginária do grande inventor mostra ao menino que é preciso persistir para alcançar seus objetivos: como ele mesmo dizia, “o gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração.” A partir desse momento, uma tela de cinema desce no palco e um curta-metragem produzido especialmente para a peça conta a vida do cientista. Esse encontro mágico amplia os horizontes de Thominhas e o faz perceber a possibilidade de trilhar novos caminhos.

Acompanhados da banda formada por Daniel Ganc (violão), David Ganc (flauta), Jayme Vignoli (cavaquinho) e Oscar Bolão (percussão), os atores interpretam ao vivo as treze canções originais criadas por Tim Rescala. Vanessa já tinha trabalhado com o diretor musical em “Blim-Blem-Blom” (2013) – uma rádio novela sobre música clássica na rádio MEC FM. “Na época, disse a ele que, quando eu fizesse um espetáculo inédito, o chamaria para fazer as músicas”, lembra a idealizadora. “As canções do Tim foram fonte de inspiração para mim. Foi uma troca mágica construir a dramaturgia junto com ele”.

A parceria também se repete com a diretora Fabianna de Melo e Souza, que dirigiu outro projeto infantil idealizado por Vanessa, a peça “A Borralheira – Uma Opereta Brasileira” (2012). “É um espetáculo para toda a família. Contar essa história nos dá a certeza que imaginar é um caminho. É fundamental apostar em caminhos improváveis, mas possíveis, usando a imaginação. A gente só faz teatro bom se a gente pensar nisso”, acredita a diretora. “Na trama desse espetáculo tem uma família muito participativa. Tem a expectativa dos pais que o Thominhas seja um inventor, mas tem a amizade, a compreensão e o respeito pelas escolhas dele.”

Como parte do projeto, Vanessa concebeu a inciativa “Pequenos Grandes Inventores”, na qual propôs que crianças entre sete e dez anos, da Escola Municipal Senador Corrêa respondessem à pergunta: “O que você inventaria para deixar as pessoas mais felizes?”. É a mesma indagação que acompanha Thominhas durante a peça. As respostas das crianças sugerindo novas invenções vieram em forma de desenhos. Idealizador da cenografia e dos objetos cênicos da montagem, o cenógrafo, artista plástico e escultor Glauco Bernardi selecionou três projetos para ganharem forma em cena: “Máquina do Abraço”, “Pica-Pau Despertador” e “Carro que Anda à Luz do Sol e da Lua”. Os objetos foram construídos por Glauco e inseridos na dramaturgia.

Sobre Vanessa Dantas (idealizadora e autora)

Nascida na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo. Iniciou seus estudos teatrais no Teatro Escola Célia Helena, em São Paulo (1991). Em 1996, recebeu o convite do diretor Wolf Maia para atuar na novela “Salsa e Merengue” e, em 1998, para participar da novela “Pecado Capital”, ambas na TV Globo. 

Em 1999, mudou-se definitivamente para o Rio de Janeiro. Participou de diversos cursos de teatro até chegar à Casa de Cultura Laura Alvim, onde começou a estudar com os diretores Susanna Kruger e Daniel Herz. De 2001 a 2008, sob direção da dupla, foi atriz da Companhia Atores de Laura. Com o grupo, viajou por diversas cidades com os espetáculos: “As Artimanhas de Scapino” (de Moliére), “Decote” (criação coletiva da Atores de Laura inspirada na obra de Nelson Rodrigues), “O Conto do Inverno” (de William Shakespeare) e “N.I.S.E” (criação coletiva da Atores de Laura em parceria com Maria da Luz sobre a vida e obra da Doutora Nise da Silveira).

Foi assistente de direção de Daniel Herz nos espetáculos musicais: “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro” (de Ricardo Hofstette), “Otelo da Mangueira” (de Gustavo Gasparani) e “Tom e Vinícius” (de Daniela Pereira e Eucanaã Ferraz).

Em 2007, fundou a Marcatto Produções Artísticas. Pela produtora, foi a idealizadora, adaptadora dos libretos, atriz e produtora dos espetáculos para crianças: “O Barbeiro de Ervilha” (2010), “A Borralheira – Uma Opereta Brasileira” (2012) e “O Elixir do Amor” (2014). Em mais de uma década, os seus projetos somam 28 indicações, tendo conquistado 9 prêmios, entre as principais premiações de teatro infantil do Rio. Em 2017, escreveu o texto original do musical “Tra-La-Lá” – projeto idealizado pela atriz e produtora Anna Bello.

Em 2013, foi convidada pelo criador e diretor musical Tim Rescala para escrever, em sua parceria, a rádio novela “Blim-blem-blom”, programa semanal de música clássica para crianças da Rádio MEC FM. Em 2014, o programa recebeu Menção Honrosa na Bienal de Rádio do México.

Sobre Tim Rescala (diretor musical)

Estudou na Escola de Música da UFRJ e na Escola de Música Villa-Lobos. Com Han-Joachim Koellreutter estudou composição, contraponto e arranjo. Licenciou-se em música pela UNI-RIO em 1983. Compositor e diretor musical de várias peças de teatro, recebeu diversos prêmios Mambembe, Shell, Coca-Cola e APTR. Faz música para cinema e TV, trabalhando para a TV Globo desde 1989. Atuou como compositor e regente em muitos festivais de música contemporânea no Brasil e no exterior.

Autor de óperas, musicais, música de câmera e eletroacústica. Sua peça “Pianíssimo” foi o primeiro texto infantil apresentado na Comédie-Française. Recebeu as bolsas Vitae e Rio-Arte. Foi diretor da Sala Baden Powell, RJ, em 2005 e 2006. Escreve e apresenta o programa “Blim-blem-blom”, na rádio MEC FM desde 2011. Seu “Quarteto Circular” foi indicado ao Grammy Latino de 2011. Sua ópera “O Perigo da Arte” estreou em Buenos Aires em 2013, e sua montagem brasileira, em 2014, foi escolhida como um dos dez melhores espetáculos do ano pelo jornal “O Globo”.Seus trabalhos mais recentes em TV tiveram ampla repercussão: as novelas “Meu Pedacinho de Chão” e “Velho Chico”, e a minissérie “Dois Irmãos”, todas com direção de Luiz Fernando Carvalho. Atualmente, trabalha na música do filme “Pluft”, com direção de Rosane Svartman.

Roteiro Musical
“Quando uma Lâmpada Aparece”
“Meu Filho Vai Ser o que Eu Não Pude Ser”
“Valsa da Luz”
“Eu Sou Pequeno, Mas Penso Grande”
“Tudo Já Foi Inventado”
“Meu Primeiro Amor É um Inventor”
“Madeleine”
“O que Está Acontecendo com a Gente?”
“O Calendário de Petit Gateau”
“Quando Nascem os Filhos, Nascem os Pais”
“Tá Ligado?”
“Deu-se a Luz”
“Em Qualquer Tempo e Lugar”

Ficha Técnica 
Espetáculo – “Thomas e as Mil e Uma Invenções”
Direção – Fabianna de Mello e Souza
Dramaturgia e Texto – Vanessa Dantas
Músicas, Direção Musical e Arranjos – Tim Rescala
Direção de Movimento – Eléonore Guisnet
Consultoria Dramatúrgica – Evelyn Disitzer
Colaboração Dramatúrgica e de Pesquisa – Tiago Herz e Thais Velloso
Elenco – Gabriel Stauffer (Thomas Alva Edison/Seu Edinho), Hugo Kerth (Thomas Edison da Silva), Letícia Medella (Dona Nancy/Dona Madá) e Thais Belchior (Mina/Marion)
Músicos – Daniel Ganc (violão), David Ganc (flauta), Jayme Vignoli (cavaquinho) e Oscar Bolão (percussão)
Stand-in músicos – Gabriel Leite e Leo Pereira
Participação especial (Curta Metragem) – Arthur Thaumaturgo
Iluminação – Aurélio de Simoni
Cenário, Objetos Cênicos e Exposição Pequenos Grandes Inventores: Glauco Bernardi
Figurinos – Espetacular Produções e Artes - Ney Madeira e Dani Vidal Visagismo – Mona Magalhães
Criação e Confecção de Adereços (bonecos e barriga) – Bruno Dante
Assistente de direção musical e pianista ensaiador – Tibor Fittel
Preparação vocal – Marcello Sader
Assistente de figurino – Rafaela Rocha
Assistente de produção – Juliana Soares
Operação de luz – Ana Luzia de Simoni e João Gioia
Alfaiataria – Renato Nascimento Costura – Railda Costa
Ilustrações e comunicação visual – Bruno Dante
Roteiro (Curta Metragem e Pílulas) – Vanessa Dantas e Leo Miranda
Direção Geral Audiovisual – Guilherme Fernandes
Designer de som e operador – Branco Ferreira
Assessoria de imprensa – Paula Catunda e Bianca Senna
Mídias sociais – Rafael Teixeira
Fotografia artística – Dalton Valério
Administração financeira – Natália Simonete

Serviços Contábeis – Cris Consult e Hiper Serviços
Assessoria jurídica – Reinoso e Canedo Advogados
Direção de Produção – Pagu Produções Culturais
Idealização do Projeto – Vanessa Dantas
Realização – Marcatto Produções Artísticas e Pagu Produções Culturais

SERVIÇO
Espetáculo: “Thomas e As Mil e Uma Invenções”
Temporada: 21 de abril a 10 de junho de 2018.
Local: Centro Cultural Oi Futuro (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo).
Telefone: 3131-3060.
Dias e horário: Sábado e domingo, às 16h.
Sessões com libras nos dias 12/05 e 02/06.
Sessão com audiodescrição no dia 26/05.
Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia).
Classificação: Livre.
Duração: 70 minutos.
Bilheteria: Terça a domingo, das 14h às 20h.
Capacidade: 63 lugares.
Venda pela internet: www.ticketplanet.com.br

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj 

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No show Andança 50 Anos, Danilo Caymmi, artista com 50 anos de carreira e 17 discos lançados, relembra musicalmente essa época, marcada pela importância dos festivais da canção no lançamento de novos compositores e cantores.

TEATRO RIVAL PETROBRAS APRESENTA
Danilo Caymmi em Andança 50anos
O show especial acontece no dia 28 de abril, sábado, às 19h30



Andança – composição de Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós – foi lançada no Festival Internacional da Canção de 1968 e se tornou um sucesso imediato na voz de Beth Carvalho. Conquistou o 3º lugar no festival, ficando atrás de Pra não dizer que não falei de flores (Caminhando), de Geraldo Vandré, e da campeã Sabiá, de Tom Jobim e Chico Buarque. Esse resultado provocou uma das maiores vaias já vistas no Maracanãzinho, palco da finalíssima, pois o público em sua maioria preferia que a canção-manifesto de Vandré vencesse o festival.

Esse era o clima do ano de 1968 no Brasil, que no livro do jornalista Zuenir Ventura é chamado de “o ano que não terminou”. O país já estava em seu quarto ano de golpe militar, mas a mobilização de estudantes e da classe artística, em geral, contra o regime ainda era possível, e a famosa Passeata dos Cem Mil, com artistas e estudantes nas ruas sem uma repressão forte do governo, poderia indicar que o regime militar estava perdendo força. Mas em dezembro de 1968, com a instauração do AI-5, um golpe dentro do golpe iniciou o maior período de repressão da história brasileira.

No show Andança 50 Anos, Danilo Caymmi, artista com 50 anos de carreira e 17 discos lançados, relembra musicalmente essa época, marcada pela importância dos festivais da canção no lançamento de novos compositores e cantores. Dos primeiros festivais, Danilo vai lembrar a participação de seus irmãos. No Festival Internacional da Canção (FIC) de 1966, a vencedora foi Saveiros, do seu irmão Dori Caymmi, com letra de Nelson Motta, e interpretada por sua irmã, Nana Caymmi. No festival da TV Record de 1967, foram

apresentadas O cantador (Dori Caymmi e Nelson Motta) e Bom dia (Nana Caymmi e Gilberto Gil) e outros clássicos da MPB como Ponteio (Edu Lobo e Capinam) e Eu e a brisa (Johnny Alf).

Nessa mesma época, Danilo fundou o movimento Música Nossa ao lado de grandes nomes como Antônio Adolfo, Joyce e Roberto Menescal. Boa parte das canções compostas por esse grupo foi definida como “toada moderna”, uma tendência na época "que procurava juntar influências harmônicas da bossa nova a estruturas tradicionais da música brasileira, no caso a toada”, como explica o pesquisador Zuza Homem de Mello.

Andança é uma toada moderna, assim como Sá Marina (Antônio Adolfo / Tibério Gaspar) e Viola enluarada (Marcos e Paulo Sérgio Valle), duas canções que serão lembradas nesse show.

Sobre Viola enluarada vale lembrar o show que Danilo Caymmi dividiu com Marcos Valle e Milton Nascimento logo após o festival de 1968 e foi um grande sucesso reunindo canções que nasciam já clássicos, com grande apelo popular. Daquele show, Danilo vai cantar duas composições de Milton Nascimento: Travessia, de Milton e Fernando Brant), segunda colocada no II FIC em 67, e Vera Cruz, de Milton e Márcio Borges, que foi desclassificada na eliminatória

mineira no mesmo festival deAndança.

O repertório do show Andança 50 Anos vai ganhando densidade política na parte final do show, assim como foi o ano de 1968. Na parte final do espetáculo, serão apresentadas as canções mais politizadas, como a já referida Pra não dizer que não falei das flores e Divino maravilhoso, canção de Caetano Veloso e Gilberto Gil, interpretada por Gal Costa no Festival da Record de 1968, com versos fortes que ainda hoje devem ser cantados: “Atenção, tudo é perigoso, tudo é divino maravilhoso (…) É preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte”.

E o espetáculo termina como todos os shows de Danilo: com o coro em uníssono do público em Andança no contracanto do refrão, cantando “Me leva amor, amor, por onde for quero ser seu par”. Aos 50 anos, Andança e o ano de 1968 ainda estão vivos e serão cantados por Danilo Caymmi nesse show que retrata um dos momentos mais importantes da música brasileira e da história recente do país.

REPERTÓRIO
Andança (Danilo Caymmi/Edmundo Souto/Paulinho Tapajós)
Sabiá (Tom Jobim/Chico Buarque)
Pra não dizer que não falei das flores (Caminhando) (Geraldo Vandré)
Travessia (Milton Nascimento/Fernando Brant)
Viola Enluarada (Marcos e Paulo Sérgio Valle)
Casaco Marrom (Danilo Caymmi/Renato Corrêa/Guarabira)
Ponteio (Edu Lobo/Capinam)
Saveiros (Dori Caymmi/Nelson Motta)
O Cantador (Dori Caymmi/Nelson Motta)
Vera Cruz (Milton Nascimento/Marcio Borges)
Sá Marina (Antônio Adolfo/Tibério Gaspar)
Eu e a Brisa (Johnny Alf)
Bom dia (Nana Caymmi/Gilberto Gil)
Divino Maravilhoso (Caetano Veloso/Gilberto Gil)
Serviço: Danilo Caymmi – dia 28/04 (sábado), às 19h30.

Teatro Rival Petrobras - Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 28 de abril (sábado, horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.br. Metrô/VLT: Estação Cinelândia

Ingressos: Setor A : 144 assentos.
R$ 70 (Inteira)
R$ 35(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal/Funcionário Petrobras)
Setor B: 144 assentos.
R$ 60 (Inteira)
R$ 30(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal/Funcionário Petrobras)

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

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