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28 de nov de 2011

Penso ver o que escuto

Concebido a partir dos grandes dramas históricos de Willian Shakespeare – Ricardo II, Henrique IV, Henrique V, as três partes de Henrique VI e Ricardo III, especialmente os dois Ricardos –, “Penso ver o que escuto” estreia dia 1° de dezembro, às 21h, no Arquivo Nacional, com direção de Cláudio Baltar e Fábio Ferreira, dramaturgia de Oscar Saraiva, figurinos de Rosa Magalhães, cenário de Fernando Mello da Costa e Rostand Albuquerque, iluminação de Renato Machado, direção musical e trilha sonora de Fabiano Krieger e realização da Cia Bufomecânica.









 Em abril de 2012 este espetáculo faz a abertura do World Shakespeare Festival, em Londres e Stratford-Upon-Avon


Com patrocínio da Prefeitura do Rio, Oi Futuro e Royal Shakespeare Company, tendo o apoio cultural do Arquivo Nacional, este terceiro projeto da Cia Bufomecânica vai montar, no jardim do Arquivo Nacional, uma estrutura cênica de 1.200m², com palco de 15m de comprimento, plateia para 350 pessoas e um café que vai atender o público durante as 16 apresentações, com ingressos gratuitos.


A temporada do espetáculo segue até 19 de dezembro. Em 2012, após as apresentações no World Shakespeare Festival, o espetáculo faz nova temporada no Rio e em seguida estreia em São Paulo. 


O espetáculo 


Perguntado sobre a concepção do espetáculo, Cláudio Baltar explica que em termos de criação de um ambiente cênico poético seria um caminho mais direto e fácil montar peças como Sonho de uma noite de verão ou A Tempestade. Mas eles optaram por um trabalho mais aberto. “Nos propusemos este desafio”, decreta Baltar. Assim, a concepção do espetáculo parte da pesquisa que integra os grandes dramas históricos escritos por Willian Shakespeare: Ricardo II, Henrique IV, Henrique V, as três partes de Henrique VI, Ricardo III (especialmente os dois Ricardos) e de uma dramaturgia que tem além dos personagens destas peças outros muito fortes em outros dramas históricos como Falstaff, Jack Cade e Joana Dark. Já Fábio Ferreira justifica a opção dizendo que “uma peça influencia a outra, é o que Jan Kott chamou de o grande mecanismo da história, onde tudo se repete. E nos encanta em Ricardo III a possibilidade de seguir questionando uma representação da figura humana, como aconteceu com a poesia de Maiakovski, agora, nos esbaldamos com o vilão anti-ético de Shakespeare” Ricardo III é um drama histórico escrito por Skakespeare no século XVI que aborda a luta feroz pela coroa inglesa entre as dinastias de York e Lancaster.


 Os dois diretores contam que Ricardo III é o grande herói-vilão, o javali sanguinário, o mais popular dos vilões shakespearianos, apresenta-se ao espectador adotando um expediente muito caro ao teatro no mundo todo: a fala direta e o olhar grudado em nós, tornando-nos pactários de sua perversidade, de sua devassidão e do seu desejo desenfreado pela coroa. Fascina a todos. Sintético, coloquial, íntimo dos conflitos dos clãs de York e Lancaster. O crítico e teórico teatral, Jan Kott, fazendo uma análise da escrita de Shakespeare para Ricardo III, explica que “aqui, numa de suas primeiras peças, ou melhor, na própria matéria-prima histórica, delineia-se já o esboço de todas grandes tragédias ulteriores: Hamlet, Macbeth, Rei Lear. Se quisermos decifrar o mundo de Shakespeare como mundo real, devemos começar a leitura pelas crônicas históricas e, em primeiro lugar, pelos dois Ricardos”. – Nós achamos que está peça (Ricardo III) se assemelha muito a realidade brasileira. O que se faz para chegar ao poder e a admiração que se tem pela imagem da superação.


O ascensor é admirado pela sua conquista, não importa muito o que se fez para chegar ao poder, por cima de que há de se ter passado –, diz Fábio Ferreira. Sobre as apresentações em novembro e dezembro, no Rio de Janeiro, Ferreira completa: “é um trabalho que estreia no ano que vem e vai sofrer um afunilamento. O que vamos mostrar agora é o atual momento dessa pesquisa cênica, esse ‘mergulho panorâmico’ nos dramas históricos de Shakespeare.”


 Serviço


Nome do espetáculo: Penso ver o que escuto


Direção: Cláudio Baltar e Fábio Ferreira
Adaptação: Oscar SaraivaElenco: Cia Bufomecânica e atores convidadosEstreia: 1° de dezembro às 21 horas
Temporada: 1° de dezembro até 19 de dezembro de 2011


Local: Arquivo Nacional. Praça da República 173, Centro, RJ (próximo a Estação Central do Brasil do Metrô Rio – estacionamento rotativo no local e ponto da taxi).
Tels. 21 2179-1273 e 2179-1228
Dias e horários: Quintas, sextas, sábados e segundas às 20h, domingos às 19h.
Ingressos: GRÁTIS (senhas distribuídas 2 horas antes)
Capacidade de público: 350 lugares
Classificação indicativa: 16 anosDuração: 120 minutos
Gênero: Ópera-bufa

2 de nov de 2011

Fritz Dobbert fabrica o piano número 90.000 e comemora apoiando escolas de música no Brasil.

Concurso: “Porque minha escola merece ganhar um piano Fritz Dobbert?”A frase vencedora irá garantir um piano vertical Fritz Dobbert modelo 121 PT para uma escola de música.
















A Fritz Dobbert produz diferentes modelos de pianos de cauda e verticais, há mais de 60 anos, e agora em 2011 chega à impressionante marca do piano número 90.000. A empresa sempre foi reconhecida por ser autenticamente brasileira e por suas ações fomentadoras da música e da cultura. “É nesse sentido que queremos compartilhar esse feito com quem dedica suas vidas ao ensino da música no Brasil, com mais uma ação digna em nossa história,” Célio Bottura, Sócio-Diretor da Fritz Dobbert.
Seguindo a tradição de seus fundadores de contribuir para a formação musical e cultural do país, a Fritz Dobbert traz para os profissionais de escola de música, um concurso de caráter exclusivamente cultural sem qualquer modalidade de sorteio ou pagamento, onde as escolas podem concorrer ao piano número 90.000 fabricado pela Fritz Dobbert!
O concurso é destinado a toda e qualquer escola sediada no território nacional, inscrita no CNPJ-MF e com atividade comprovada exclusivamente na área de ensino de música. Para participar a escola deverá se inscrever através do hot site www.piano.com.br, entre o período de 13 de outubro de 2011 a 30 de novembro de 2011, até as 23h59 deste último dia, preenchendo um formulário online e criando uma frase que responda a pergunta: “Porque minha escola merece ganhar um piano Fritz Dobbert?”.
A frase vencedora irá garantir um piano vertical Fritz Dobbert modelo 121 PT para sua escola de música. O prêmio é intransferível, não sendo possível a realização de troca por outro de igual valor ou por dinheiro. A premiação será feita na cidade de São Paulo, na sede da Fritz Dobbert, dia 10 de dezembro de 2011, no endereço: Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 5028.
Caso a escola ganhadora seja de outra cidade ou estado, os custos da viagem e hospedagem serão também por conta da Fritz Dobbert, sendo essa viagem destinada ao proprietário (a) da escola e um acompanhante.
Hoje, por ser a maior indústria de pianos da América Latina e líder na produção de pianos acústicos no Brasil, a Fritz Dobbert é referência entre os grandes nomes da música nacional e internacional, professores e iniciantes, escolas de música, conservatórios e universidades. Convocamos todos que se dedicam a ensinar música no país a fazer parte desta família com sua escola e participar do concurso!

Inscrições para o concurso de 13 de outubro a 30 de novembro de 2011, até as 23h59 pelo site www.piano.com.br
Premiação na sede da Fritz DobbertDia 10 de dezembro
Endereço: Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 5028
São Paulo-SP
 Mais informações com a assessoria de imprensa, a Bemelmans Comunicações, Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br  ou pelo site www.bemelmans.com.br




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