Digite aqui o seu e-mail e passe a receber a programação cultural GRATUITA do Rio de Janeiro

30 de jan de 2014

Fim de Semana no Museu de Astronomia

Nos dias 01 e 02 de fevereiro, visitantes do MAST podem assistir à palestra sobre Plêiades, observar o céu utilizando uma luneta centenária e telescópios ou dentro de um planetário inflável, além de fazer visita guiada pelo Museu. Todas as atividades são gratuitas.

Dias com céu azul, pouco vento, sem chuva, sol forte e noites quentes: esse é o Rio de Janeiro deste começo de ano. Que tal aproveitar esse tempo firme e com o céu limpo para observar as estrelas, as Plêiades e o planeta Júpiter? O que será que está visível no céu do Rio de Janeiro? No Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), você tira todas suas dúvidas e ainda tem a oportunidade de observar o céu utilizando uma luneta centenária e telescópios. Todas as atividades são gratuitas.
Aproveite a programação do MAST deste fim de semana, dias 01 e 02 de fevereiro. Serão sessões do planetário inflável digital, visitas guiadas pelas exposições espalhadas no conjunto arquitetônico do Museu, uma palestra esclarecendo os mitos e verdades sobre as Plêiades, e a tradicional atividade de observação do céu noturno por meio de lunetas, telescópios, binóculos ou simplesmente a olho nu.
No ciclo de palestras, às 16h do sábado, os visitantes irão aprender um pouco mais sobre as Plêiades, um grupo de estrelas na constelação do Touro. Seis de suas estrelas são visíveis a olho nu em um céu noturno em condições razoáveis de visualização, como o Rio de Janeiro. Observações modernas contaram quase 500 estrelas pertencentes ao aglomerado aberto, espalhadas em uma área com dois graus de extensão na esfera celeste, o que corresponde a quatro vezes o diâmetro da Lua Cheia.
Nas sessões do planetário inflável, às 15h e às 17h, o espectador poderá observar e entender os movimentos dos planetas e o movimento aparente das estrelas a partir de imagens do céu noturno que são projetadas numa cúpula inflável. Às 18h30, como parte do Programa de Observação do Céu, haverá a exibição de um vídeo sobre astronomia e ciências afins e, logo depois, a apresentação da palestra O Céu do Mês.

A partir das 19h30, os visitantes serão convidados a observar o céu a olho nu ou utilizando a centenária Luneta Equatorial de 21 cm e um telescópio refletor 8 polegadas de abertura. Conduzida por um astrônomo ou mediador capacitado, a observação do céu é uma atividade de divulgação científica promovida no MAST, desde 1985.

No domingo, haverá sessões do planetário inflável digital e visita guiada pelo Museu. Nela, os mediadores apresentam, aos visitantes, o sistema solar em escala, as exposições do MAST espalhadas pelo campus e o conjunto arquitetônico construído para sediar o Observatório Nacional. Destacam-se o prédio sede, que abriga a coleção de instrumentos científicos, e os pavilhões com as centenárias lunetas.

Serviço

Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão, Rio de Janeiro


Horário de Funcionamento:
Terça, quinta e sexta, 9h às 17h;
Quarta, 9h às 21h;
Sábado, 14h às 21h;
Domingo e feriado, 14h às 18h


Sábado, 01 de fevereiro

Planetário Inflável
15h e 17h

Ciclo de Palestras
16h
Palestrante: Vladimir Jearim (ON)

Observação no céu
18h30 às 21h


Domingo, 02 de fevereiro

Planetário Inflável
15h e 17h

Visita Guiada
16h


Exposições do MAST:
- Olhar o Céu, Medir a Terra
- As Estações do Ano, a Terra em Movimento
- A Química na história do Universo, da Terra e do Corpo
- Fotografia: ciência e arte
- Faz Tempo
- Espaço Espectroscopia
- Meteorito Santa Luzia de Goiás
- Restauração do Pavilhão do Círculo Meridiano Gautier

28 de jan de 2014

“Pequena coleção de todas as coisas”



Cia Dani Lima comemora 15 anos de atividade com nova temporada e circulação de seu primeiro
espetáculo infantil, um inventário lúdico de gestos e objetos do cotidiano

“Pequena coleção de toda as coisas” é uma das peças mais interessantes desse primeiro semestre carioca, porque ela faz vir à tona a sensação de liberdade que se vivencia na infância, além de influir para que desejemos que essa sensação não se acabe com o fim do espetáculo. Rodrigo Monteiro, crítico de teatro


“Pequena coleção de todas as coisas”, o aclamado infantil da Cia Dani Lima está de volta aos palcos cariocas, como parte das comemorações dos 15 anos de atividades da companhia de dança. O espetáculo acontece no Teatro Municipal do Jockey, com estreia prevista para 2 de fevereiro, domingo, às 16h30. A temporada vai até 23 de fevereiro, aos sábados e domingos, às 16h30m, com entrada franca.



Na véspera, sábado dia 1o de fevereiro, a companhia de dança promove no Teatro do Jockey às 16:30 hs, gratuitamente, a Oficina Poética Cotidiana do Corpo, para crianças de 5 a 10 anos. O objetivo é compartilhar parte do processo de criação do espetáculo infantil, através de exercícios de improvisação, jogos, desafios e brincadeiras ligadas aos gestos, ações e objetos do cotidiano. As Inscrições podem ser feitas através do email (
ciadanilima@gmail.com).



“Pequena coleção de todas as coisas é uma adaptação para o universo infantil de “Pequeno inventário de lugares-comuns”, da Cia Dani Lima, de 2009, que teve excelentes críticas e repercussão em todo Brasil. “Pequeno inventário de lugares-comuns” nasceu da proposta de levantar inventários das ações, gestos e objetos do cotidiano que normalmente passam desapercebidos na rotina do dia a dia.



Nesta nova versão, quatro bailarinos investem em jogos de composição com movimentos, palavras e objetos para recriar inventários poéticos das banalidades cotidianas. Inventar novas categorias e critérios para agrupar a cada vez de uma forma diferente uma centena de objetos que habitam o palco: bule de café, casaco, escorredor de macarrão, garrafas PET, aspirador de pó, pá de lixo, capacete de ciclista, cobertor, espada de São Jorge, chicletes, fita métrica, pacote de biscoito... Objetos de cores, formas, tamanhos e funções distintas passeiam com os bailarinos pelo palco, criando composições que reconfiguram a percepção habitual que se tem deles, assim como o espaço onde é feita a dança.



“É o meu primeiro projeto totalmente voltado para o público infantil. Quero, com este espetáculo, apostar no jogo poético de cores, formas e relações que as ações e objetos do dia a dia podem nos proporcionar. Os objetos e gestos usados em cena não são específicos do universo da criança. O que é próprio do universo infantil é a possibilidade de se surpreender com eles, criando associações, delírios e brincadeiras com as coisas comuns” - explica Dani, que acumula 28 anos de carreira, entre trabalhos no IntrépidaTrupe e na sua própria companhia de dança.

Os 15 anos da Cia ainda serão comemorados ainda com a circulação de “Pequena coleção de todas as coisas” e do espetáculo “100 Gestos”, a partir de março, pelas arenas cariocas da Penha, Pavuna, Madureira e Guaratiba. 

Sobre a Cia Dani Lima

A Cia foi criada em 1997 pela bailarina e coreógrafa Dani Lima, fundadora e integrante, por 13 anos, da Intrépida Trupe. Ao longo dos anos, o grupo de dança vem desenvolvendo um trabalho de investigação de identidade, memória e percepção, aliado à poética do corpo cotidiano. Entre os espetáculos encenados estão “Piti” (1998), “Nato” (1999), “Digital Brazuca”(2001), “Vaidade” (2001), “Falam as partes do todo?” (2003), “Vida real em 3 capítulos”(2006-2007) e “Pequeno inventrio de lugares comuns”(2009), que foram considerados como “melhores espetáculos de dança” pela crítica especializada. A Cia Dani Lima integrou os programas “Subvenção à Dança Carioca” (RioArte/Prefeitura do Rio de Janeiro) entre 2002 e 2005 e o Petrobras Cultural (2010-2012) de manutenção de grupos e companhias de dança. A companhia tem em seu currículo, participação em festiviais nacionais – Panorama de dança, Bienal SESC de dança, FIAC Salvador – e internacionais, como Kunstenfestivaldesarts Bruxelas; Theather der Welt – Halle/Alemanha; Play! Leipzig; Alkantara – Lisboa e Move Berlim, entre outros.


Dani é formada em Jornalismo pela PUC-RJ, é Mestre em Artes Cênicas pela Uni-Rio (2005), publicou os livros “Gesto: práticas e discursos”(2013) e “Corpo, política e discurso na dança de Lia Rodrigues” (2007). Desde 2001 faz parte do corpo docente da Faculdade de Dança, UniverCidade/RJ, sendo frequentemente convidada para dar palestras, ministrar workshops por todo país e escrever artigos para publicações especializadas em dança, arte e educação. 

Serviço
Espetáculo Pequena coleção de todas as coisas

Teatro Municipal do Jockey – Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Gávea – Rio de Janeiro

Tel: (21) 311-1286

Sábados e domingos às 16h30

Classificação indicativa: Livre

Capacidade: 84 lugares

Estreia: dia 2 de fevereiro, domingo

Temporada: 2 a 23 de fevereiro

Dia 1 de fevereiro – das 16h30 às 17h30 – Oficina Poética Cotidiana do Corpo com Cia Dani Lima (oficina gratuita para crianças de 5 a 10 anos. Inscrições através do email (
ciadanilima@gmail.com)
 
 
Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes,  Distribuição de Filipetas e Divulgação de Mídia Online.
Gabriele  Nery - (21)99676-9323 / 99673-4350

22 de jan de 2014

Exposição “O Rio que o Rio não vê” inaugura na quarta-feira, 29 de janeiro, às 19h no Centro Cultural Correios - Entrada Franca!


O Centro Cultural Correios inaugura na quarta-feira, 29 de janeiro, às 19h, “O Rio que o Rio não vê”, uma exposição de 36 fotos, assinadas pelo fotógrafo, designer gráfico e historiador Luiz Eugênio Teixeira Leite, de ornamentos simbólicos presentes nas fachadas de construções civis, instituições públicas e privadas do centro do Rio, área escolhida por ser a interseção arquitetônica de uma cidade que dali se expandiu.

 

Nas legendas, haverá minifotografias da fachada inteira, para que o visitante se familiarize com o imóvel no qual está inserido o ornamento e possa visitá-lo e apreciar ao vivo o detalhe que as fotografias da exposição destacam. Em cada legenda há também um QR CODE que direciona o espectador para o blog do autor,
www.orioqueorionaove.com.

Teixeira Leite vem desde 2000 realizando esta pesquisa iconográfica, que já chega a 974 ornamentos mapeados, catalogados, minuciosamente descritos e com endereço, uso original, nome do projetista, data, uso atual, autor do ornamento, técnica e data da execução.

O pesquisador explica por que não há mais este tipo de ornamentação na fachada dos edifícios:


– A decoração aplicada à arquitetura, isto é, a forma pela qual se idealiza um programa ornamental para a fachada de uma construção, já teve papel de destaque na História da Arquitetura. A partir de determinado momento entrou em declínio, chegando a ser tratada com repulsa. Disso resultou um quase total abandono pelo estudo das artes da ornamentação. O Ecletismo, estilo que mais se valeu da ornamentação para fundamentar seu discurso arquitetônico, acabou por herdar, por tabela, essa repulsa, e tem ficado, desde há muito, esquecido pela historiografia da arte nacional. 

A pesquisa resgata nomes de artistas e artesãos executantes dos ornamentos, bem como dos arquitetos e projetistas de fachada. A partir de 2013, o autor vem estendendo o levantamento a outros bairros cariocas, incluindo portas e gradis, além da decoração escultórica dessas construções.

Luiz Eugênio reuniu parte desta pesquisa no livro ”O Rio que o Rio não vê – os símbolos e seus significados na arquitetura civil do centro da cidade do Rio de Janeiro”, lançado em 2012. O livro foi recebido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) como a primeira publicação de arte do gênero no país, selecionado como um dos três finalistas ao Prêmio Sergio Milliet, da mesma associação, e indicado pelo IPHAN como representante fluminense ao XXVI Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, entre outras indicações para prêmios. 

Acompanha a mostra um catálogo com reprodução de todas as fotos expostas e texto de Joaquim Marçal Ferreira de Andrade, mestre em design pela PUC Rio, doutorando em história social na UFRJ, pesquisador da Divisão de Iconografia da Biblioteca Nacional e autor de História da Fotorreportagem no Brasil: a fotografia na imprensa do Rio de Janeiro de
1839
a 1900 (Campus, 2003).
O Rio que o Rio não vê - a ornamentação na fachada carioca” | Pesquisa e Fotografia de Luiz Eugênio Teixeira Leite 
De 30 de janeiro a 16 de março de 2014
 Terça a domingo, 12h às 19h.
GRÁTIS - LIVRE

Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro – RJ
21 2253-1580

Ciclo Espaços de Reencantamento, Afetos e Utopias de Um Novo Mundo

Oi Futuro recebe escritores João Paulo Cuenca e Luiz Ruffato em mais um painel do Espaços de Reencantamento
Ciclo com curadoria de Ana Lúcia Pardo recebe os escritores para debate sobre o papel transformador da literatura dia 28 com mediação da pesquisadora e crítica literária Beatriz Resende

· Intervenção da atriz Catarina Dall’orto, baseada na poesia de Paulo Betto Meireles, utiliza projeções de imagens de palavras contidas nas obras dos debatedores

O papel transformador da literatura é o tema da programação de janeiro do Ciclo Espaços de Reencantamento, Afetos e Utopias de um Novo Mundo, no teatro do Oi Futuro no Flamengo, com patrocínio da Oi, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro e apoio cultural do Oi Futuro. Para discutir otema, o encontro marcado para o dia 28 de janeiro, às 19h30, vai reunir os escritores João Paulo Cuenca e Luiz Ruffato. O debate será mediado pela pesquisadora e crítica literária Beatriz Resende.

Uma intervenção artística protagonizada pela atriz Catarina Dall’orto abrirá a programação do dia. Partindo da poesia de Paulo Betto Meireles, chamada “...”, que fala do ato de escrever como condição de existência, a artista utilizará projeções de palavras que aparecem nas obras de Cuenca e Ruffato a fim de entrar em seu universo de criação, mundos e personagens. A ideia é criar um diálogo entre dois escritores que têm como ponto em comum transformar a cidade e seus habitantes em matéria literária.

O objetivo do Ciclo é trazer agentes, grupos, coletivos de criação e práticas artístico-culturais que realizam transformações significativas e discutir possíveis mudanças na forma de ver o mundo, de produzir conhecimento, de fazer arte e de viver em sociedade. Nesta edição, serão propostas aos escritores estas três perguntas fundamentais: Qual o papel da literatura na formação da sociedade? Que sentimentos e ideias são capazes de despertar um livro? Qual o impacto da literatura na vida de cada leitor?.

“A literatura é o caminho de transformação que tomamos nesta etapa do Ciclo”, declara a idealizadora e curadora do projeto, Ana Lúcia Pardo. “A ambição de um escritor, que tenta provocar transformações na existência do seu leitor, é a mesma que a nossa, por meio dos debates que promovemos. Como disse Luiz Ruffato, um de nossos convidados, um livro pode alterar o rumo da vida de uma pessoa, como alterou a dele mesmo, que já foi pipoqueiro, caixeiro de botequim, balconista de armarinho, operário têxtil, torneiro-mecânico e gerente de lanchonete, até tornar-se escritor”, conta. O novo ciclo de arte, cultura, política e pensamento proposto por Ana Lúcia Pardo foi iniciado no dia 10 de dezembro de 2013 e vai até março desse ano.

Sobre o evento

O Ciclo de arte, cultura e pensamento representa a continuidade e o desdobramento de discussões que começaram a ser debatidas desde a primeira série de encontros, iniciados em 2006 e continuados em 2007 e 2010. As duas primeiras versões do Ciclo/Seminário “A Teatralidade do Humano” resultaram numa primeira publicação em parceria com as Edições Sesc SP. Em seguida, foi realizado o Ciclo Inter-Agir – Na Rua, Na Rede, Na Cena Contemporânea, em 2012. O projeto, que tem a curadoria e supervisão geral da atriz, jornalista, professora e gestora cultural Ana Lúcia Pardo, já contou com as participações de importantes nomes nacionais e internacionais em sua programação, como o diretor italiano Eugênio Barba, do Odin Teatret, o escritor e cientista social português Boaventura dos Santos, a atriz do Odin Teatret, Julia Varley, o médico, psiquiatra, escritor e dramaturgo chileno, Marco Antonio de la Parra, o diretor espanhol do teatro fronteiriço José Sanchis Sinisterra, o filósofo e escritor francês Gilles Lipovetsky, o sociólogo Michel Maffesoli e o canadense Derick de Kerckove.

Programação

“ESCREVER A UTOPIA”

Abertura com a intervenção cênica de Catarina Dall’Orto – 19h30

Trata-se da apresentação de uma cena artística com a atriz Catarina Dall`Orto, que parte da poesia de Paulo Betto Meireles, intitulada “...” para expressar os sentidos de escrever, utilizando projeções de imagens de palavras contidas nas obras de João Paulo Cuenca e Luiz Ruffato, criando uma espécie de diálogo entre dois escritores que têm como ponto em comum transformar a cidade e seus personagens urbanos em matéria literária.

Catarina Dall’orto é atriz, dramaturga e produtora cultural. Formada no Curso Superior de Tecnologia em Artes Dramáticas pela Univercidade; tem ainda o Curso Básico de Formação de Atores da UFF; CTO – Centro do Teatro do Oprimido RJ – Capacitação da Estética do Teatro Fórum; Iniciação Científica CNPQ/ Pesquisa de Doutorado Corpo sem Muros pela UniRio. Atuou em “Uma História de Borboletas” sob a direção de Marcelo Aquino, “Coisas que não têm depois”, sob direção de Kadu Garcia e em 2013, estreou “A Mulher Sem Face”, dirigida por Miwa Winagizawa.

“O PAPEL TRANSFORMADOR DA LITERATURA”

Mesa de debate com João Paulo Cuenca e Luiz Ruffato – 19h45

João Paulo Cuenca é escritor, cronista e jornalista carioca. Autor dos romances Corpo presente (Planeta, 2002), O dia Mastroianni(Agir, 2007), O único final feliz para uma história de amor é um acidente, (Cia das Letras, 2010), o livro de crônicas A Última Madrugada(Leya, 2012); co-autor da série de televisão Afinal, O que querem as Mulheres? e do livro posteriormente editado pela Leya, e de peças de teatro. Integrante da antologia As Cem Melhores Crônicas Brasileiras, foi selecionado pela organização do festival Bogotá Capital Mundial do Livro como um dos 39 autores mais destacados da América Latina com menos de 39 anos e como um dos 20 melhores jovens escritores da revista britânica Granta. Também organizou o projeto “Amores Expressos”, que reuniu escritores brasileiros para criar romances em cidades ao redor do mundo, pela Companhia das Letras. É colunista da “Folha de S. Paulo” e da folha.uol, tendo escrito também para o “Jornal do Brasil”, “O Globo” e a revista “TPM”, além de ser comentarista na Globo News.

Luiz Ruffato é escritor e jornalista. Mineiro, iniciou sua trajetória literária com duas obras de contos, Histórias de Remorsos e Rancores, de 1998, e Os Sobreviventes, de 2000, publicados pela Boitempo Editorial. Em 2001, ganhou destaque com o romance Eles Eram Muitos Cavalos (Prêmio APCA e Machado de Assis pela Fundação Biblioteca Nacional). É autor também dos livros: De mim já nem se lembra (2006), Vista parcial da noite (2006), O livro das impossibilidades (2008) Estive em Lisboa e lembrei de você (2009). Concluiu em 2011 o ambicioso projeto literário Inferno Provisório, composto de cinco livros sobre o operariado brasileiro, com o romance Domingos Sem Deus, (2011, recebendo o Prêmio Casa das Américas. Seus livros estão publicados na Alemanha, França, Itália, Portugal, Argentina, Colômbia, México e Cuba. Como jornalista, trabalhou com repórter, redator, editor e secretário de redação no Jornal da Tarde, de São Paulo, até 2003, quando passou a dedicar-se exclusivamente à literatura.


Beatriz Resende é crítica literária, pesquisadora e professora titular de Poética, do Departamento de Ciência da Literatura, da Faculdade de Letras da UFRJ. É bacharel e licenciada em Português e Literatura e mestre em Teoria da Literatura e doutora em Letras (Literatura Comparada) pela UFRJ. Autora de Contemporâneos, Expressões da literatura brasileira no século XXI, (Casa da Palavra/FBN,2008); Apontamentos de crítica cultural (Aeroplano,2000) e Lima Barreto e o Rio de Janeiro em fragmentos. (Ed.UFRJ/UNICAMP,1993). Organizou Cocaína, literatura e outros companheiros de viagem (Casa da Palavra, 2006); Rio Literário (Casa da Palavra, 2005) e Toda crônica (Agir, 2004). Escreve em suplementos literários de jornais e revistas de circulação nacional.

Realização: Oi Futuro e LP Produções Culturais.



SERVIÇO:
Ciclo Espaços de Reencantamento, Afetos e Utopias de Um Novo Mundo

Dia 28 de janeiro – Terça-feira
Local: Oi Futuro - Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo, Rio de Janeiro.
Informações:
(21) 3131-3060
Entrada franca (senhas serão distribuídas 30 minutos antes do evento)



Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas - Divulgação de Mídia Online - (21)99676-9323 / 99673-4350

21 de jan de 2014

''DIVINAS DIVAS''



DIVINAS DIVAS

VERSÃO COMEMORATIVA DO SHOW ‘DIVINAS DIVAS’
GANHA LONGA TEMPORADA NO TEATRO RIVAL PETROBRAS



Show produzido para documentário de Leandra Leal
celebra os 50 anos de carreira da primeira geração de travestis do Brasil


Produzido para as filmagens do documentário musical que Leandra Leal prepara sobre a trajetória dos primeiros homens a se travestir de mulher nos palcos cariocas, a versão comemorativa do show ‘Divinas Divas’ ganhou vida própria e uma longa temporada no Teatro Rival Petrobras. O espetáculo – que há 10 anos está em cartaz na mesma casa de shows onde elas iniciaram suas carreiras nos anos 1960, a convite de Américo Leal, avô de Leandra – ganhou novos elementos e será apresentado ao público nas quartas-feiras do mês de janeiros (dias 22 e 29) e também uma vez por mês até junho de 2014 (19 de fevereiro; 26 de março; 30 de abril, 28 de maio e 25 de junho), ano em que as Divas celebram 50 anos de carreira.


Dirigidas por Gustavo Gasparani, premiado ator e diretor teatral com fortes vínculos com a tradição do Teatro de Revista, Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios cantam, interpretam e reelaboram histórias de suas vidas nesta apresentação que reúne músicas marcantes das trajetórias delas com clássicos do pop mundial, sempre acompanhadas de uma orquestra ao vivo. A direção musical é de Itamar Assiere e o cenário, de Cláudio Amaral Peixoto. A temporada conta com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro por meio do Programa de Fomento à Cultura Carioca.

Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dias 22 e 29 de janeiro, quarta-feira, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia

Preço:
R$ 50 (inteira)
R$ 35 (promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 25 (estudante / idoso / professor da rede municipal)

Classificação: 16 anos
Capacidade: 420 lugares

"A Primeira Dama da Costa Bela"- curta temporada no Teatro Armando Gonzaga


O espetáculo conta a história de Verônica Stiller, pintora surrealista e primeira dama da Costa Bela, país imaginário e ficcional da América Central. A protagonista é colocada num impasse existencial: não pode




dedicar-se às suas pinturas porque o conselho de imprensa do partido de seu marido Alfred Bolancha, presidente da Costa Bela, a proibiu, uma vez que isso levantaria suspeitas da superioridade intelectual feminina, o que poderia afetar negativamente a possibilidade de sua reeleição. Por isso, Verônica está em dúvida se mantém o casamento ou sucumbe a sua vontade e intuição de abandonar tudo e ir para Cuba, viver pintando ao ar livre, em contato com a natureza e com os animais, ao lado do seu ex amor de longa data, Javier.


Gênero - Comédia surrealista melodramática latino-americana

 Duração do espetáculo - 100 minutos

 Classificação indicativa - 14 anos




Serviço

 Dias 25 e 26 de janeiro / 1 e 2 de fevereiro

 Horário: 20 h

 Local: Teatro Armando Gonzaga

Endereço: Av.General Osvaldo Cordeiro de Faria, 551 - Marechal Hermes - Rio de Janeiro

 Ingresso: R$5 (meia) / R$10 (inteira)

7 de jan de 2014



                      TEATRO RIVAL PETROBRAS 80 ANOS APRESENTA

JOÃO BOSCO COM SUA JÁ TRADICIONAL TEMPORADA NO TEATRO RIVAL








O cantor e compositor João Bosco leva o repertório do trabalho "40 anos depois", lançado em CD e DVD, para a temporada de três dias - 9, 10 e 11 – de quinta a sábado, às 19h30, no Teatro Rival.



As quatro décadas de ótimos serviços prestados à nossa música renderam muitas emoções e homenagens no ano de 2012. Uma delas foi o Prêmio da Música Brasileira, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Outra foi na Festa da Música, realizada em outubro do mesmo ano, em Canela, Rio Grande do Sul. Ainda teve a emoção de ver o CD "40 anos depois" escolhido como destaque na lista dos melhores discos de 2012 do jornal O Globo. E com isso João Bosco volta ao Teatro Rival Petrobras com a sua já esperada temporada, desta vez para comemorar os 80 anos da casa, local em que o artista gosta muito de se apresentar.



"O Rival, com sua costumeira proximidade com o público. nos deixa bem à vontade pra fazermos aquilo de que mais gostamos: música. É um espaço onde tudo o que acontece ali é marcado pela interação, pela comunicação e pela celebração entre o palco e a plateia."



Para a temporada no Rival, João Bosco apresenta-se com a banda formada pelo próprio João (violão e voz), e por Armando Marçal (percussão), Guto Wirtti (baixo acústico, Kiko Freitas (bateria) e Daniel Santiago (guitarra).



No repertório, estão clássicos dos 40 anos de carreira de João e músicas de trabalhos mais recentes, como " Bom tempo" ,"Bijuterias" e “Ligia”, de Tom Jobim. É claro que os sucessos " Papel marchê" e " Corsário " não vão faltar. Afinal de contas, as emoções de 2014 estão apenas começando...

Serviço:
"João Bosco - 40 Anos Depois"

Local: Teatro Rival Petrobras

Data: dias 9, 10 e 11 de janeiro – quinta, sexta e sábado, às 19h30

Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia - Tel: 2240-4469

Preço:

Setor A / Mezanino:

R$ 90(Inteira) e R$ 45 (estudantes /idosos e professores da rede municipal)

Setor B:

R$ 80 (Inteira), R$ 60 (Os 100 primeiros pagantes) e R$ 40 (estudantes /idosos e professores da rede municipal)

Lotação: 458 lugares

Classificação: 16 anos.





Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas - Mídia Online - Gabriele Nery (21)99676-9323
 

6 de jan de 2014

Feira das Yabás abre o ano com os convidados Aluisio Machado, David Correia, Zé Luiz do Império e Ivan Milanes
O mês de janeiro terá samba de raiz em Oswaldo Cruz, no dia 12. Um evento gratuito para toda família
 
A primeira Feira das Yabás de 2014 receberá os convidados Aluisio Machado, David Correia e Zé luiz do Império, além de Ivan Milanes, no dia 12, domingo, reunindo gastronomias típicas dos quintais suburbanos e roda de samba. A  tradicional feira começará o novo ano com muita comida, música e dança para o público carioca. E comandando a famosa roda de samba estará Marquinhos de Oswaldo Cruz, criador da Feira das Yabás. O encontro acontece sempre no segundo domingo do mês na Praça Paulo Portela, Zona Norte do Rio de Janeiro, com entrada gratuita.
 
O cantor e compositor Aluísio Machado, ex-integrante da Velha Guarda do Império Serrano e agora cantor solo, já compôs diversos sambas enredo da escola, entre eles o antológico Bumbum Praticumbum Prugurundum, em parceria com memorável Beto Sem Braço. Escreveu também para diversos intérpretes da música popular brasileira.  Além disso, é campeão de 12 sambas-enredo, dentre os quais seis receberam o prêmio estandartes de ouro, do jornal O Globo.
 
A segunda atração da Feira também foi criada no subúrbio carioca de Engenho de Dentro, David Correia. O músico compôs mais de 20 samba-enredos e produziu dois LPs na carreira. Atualmente integra a Ala de Compositores da Portela.
 
 
A Feira das Yabás traz também Zé Luiz do Império. Ele que tem mais de 10 obras em seu currículo e quatro álbuns lançados no mercado. O cantor e compositor, nascido no bairro de Santa Teresa, foi um dos fundadores — ao lado de Nei Lopes, Candeia e Wilson Moreira — da ala de compositores do Grêmio Recreativo e Artes Negras Quilombo. E fechando o quarteto, Ivan Milanes, integrante da Velha Guarda do Imperio Serrano, fará uma participação no evento.
 
 
 
 
 
 Sobre a Feira das Yabás
 Além de música na Praça Paulo Portela, a Feira das Yabás conta com 16 barracas de comidas típicas do subúrbio carioca, cada uma com um prato diferente. Nessa cozinha a céu aberto, são as Yabás (termo que refere-se a Yemanjá e Oxum, mas que, no Brasil, é utilizado para definir todo orixá feminino), ou seja, são as matriarcas das famílias mais importantes e tradicionais da região de Oswaldo Cruz, que apresentam suas delícias. Carinhosamente chamadas de “barraqueiras”, as mulheres preparam ali pratos que parecem feitos especialmente para acompanhar as tradicionais rodas que atraem bambas do samba, como Monarco e Tereza Cristina, sem falar no diversificado público de turistas e cariocas das zonas Sul, Oeste e Norte, claro.
Com ingredientes como aipim, jiló e frutos do mar, as comidas e petiscos servidos pelas Yabás remetem à influência africana na culinária brasileira. Em sua barraca, Tia Surica (baluarte da Velha Guarda da Portela) oferece mocotó e aipim com carne-seca;  entre as refeições mais concorridas está a rabada com batata da Dona Neném, a mais velha das tias, com 87 anos, que também prepara rabada, angu e bolinho de abóbora recheado com carne-seca. Neide Santana serve feijoada de camarão, angu à baiana e feijão amigo.
 Já na barraca da Jane Carla é vendido cozido de peixe; a barraqueira Romana vai de carré com couve a mineira, jabá e caldinhos de mocotó, feijão e ervilha; bobó de camarão é o prato da Jussara; Selma Candeia (filha do sambista Candeia) oferece abóbora com carne seca; já a combinação de peixe frito, molho de camarão, pirão e arroz é responsabilidade da Tia Nira; Tia Edith apresenta macarrão com carne assada; Vera Caju mostra o seu cozido, camarão frito e caldo de abóbora; Rose serve a deliciosa galinha com quiabo, e Jane Pereira (viúva de Luiz Carlos da Vila) mostra o jiló  frito, além de caldos e canjas. Rosângela Maria leva a tripa lombeira e bolinho de bacalhau pra Feira; Marlene apresenta roupa velha e feijoada; Tia Natércia e Sueli vão de vaca atolada, bolo de aipim e carne com aipim. Para arrematar, a barraqueira Vera de Jesus prepara doces deliciosos. Os preços das refeições ficam em torno de R$ 15.
 
 
Evento acontece desde 2008
 A primeira edição da Feira das Yabás aconteceu em 2008, por iniciativa de Marquinhos de Oswaldo Cruz, que depois de recriar o Trem do Samba e a feijoada da Portela, resolveu cantar seus sambas na quadra da Portelinha, regado a macarrão com carne assada. Nascia, assim, a primeira edição da Feira, que hoje reúne milhares de visitantes e conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, desde abril de 2012.
 
 
 SERVIÇO:
Feira das Yabás – gastronomia e roda de samba
Quando: Domingo, 12 de janeiro
Hora: a partir das 13h
Local: Praça Paulo Portela, Oswaldo Cruz – Rio de Janeiro
Evento gratuito
 
 
DIVULGAÇÃO CULTURAL - GABRIELE NERY - (21) 99676-9323 - agendaculturalrj@gmail.com
CARNAFACUL traz a São Gonçalo: Banda Eva, Preta Gil, Imaginasamba, MC Marcelly, entre outros...

“O maior evento universitário do Brasil aterrissa em São Gonçalo”
 
 
 

CARNAFACUL foi criado em 2004 com o intuito de ser um evento único. Dentro de seus princípios estão: segurança e conforto ao público que prestigia o evento. Após cinco anos de sucesso em São Paulo, os organizadores decidiram levar seu maior tesouro para outras cidades com o projeto CARNAFACUL BRASIL. Em mais de 30 edições já realizadas, o evento conseguiu uma marca Recorde de freqüentadores de aproximadamente 300.000 pessoas.
Outro diferencial que marca a história do CARNAFACUL é a presença dos principais artistas do BRASIL: Chiclete com Banana, Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Asa de Águia, Jammil, Banda Eva, Jorge & Mateus e Maria Cecília & Rodolfo já passaram marcaram presença em suas edições.
Pela segunda vez, a edição ‘CarnaFacul Niterói’ traz grandes atrações para delírio da galera. A primeira edição aconteceu em Dezembro de 2012, na Concha Acústica de Niterói, com atrações de respaldo como Jammil, Michel Teló, Naldo, Preta Gil e Leo Lemos. O evento estreou com grande sucesso de público, com mais de 15 mil pessoas. E esse ano o sucesso continua, mas desta vez com a presença de Banda Eva, Preta Gil, Grupo Imaginasamba, MC Marcelly, Dennis DJ, Thiago Messer Trio e The Partners. Esta edição fará um mix de estilos, agradando a todos os gostos; passeando entre axé, samba, funk, MPB e música eletrônica.
 
PRETA GIL - BANDA EVA  - IMAGINASAMBA - MC MARCELLY - DENNIS DJ - THIAGO MESSER TRIO - THE PARTNERS
 




 
 
Evento: CarnaFacul Niterói
Atrações: Banda Eva, Bloco da Preta, Imaginasamba, MC Marcelly, Dennis DJ, Thiago Messer Trio e The Partners.
Data: 12 de Janeiro (Domingo)
Horário: 13hs
Local: I9 Music – Rua Jaime de Figueiredo, 10, Centro - São Gonçalo/RJ
Ingressos:
- Pista Feminino: R$20,00  - Masculino: R$30,00
- Área Vip (Open Bar - cerveja, água e refrigerante liberados): Feminino: R$50,00  - Masculino: R$60,00
- Camarotes somente pelo telefone: (21)3309-1919.
Pontos de Vendas:
NITERÓI E SÃO GONÇALO:
South Plaza Shopping Niterói - Rua XV de Novembro, 108 - loja 141
South Niterói - Centro Rua da Conceição, 46
South Shopping São Gonçalo - Av. São Gonçalo, 100 - loja 233
South Boulevard Shopping - São Gonçalo Av. Presidente Kennedy, 425
Casa do Atleta Niterói - Centro Rua José Clemente, 34
Casa do Atleta Alcântara - Rua da Feira Rua Capitão Antônio Martins, 132
Loja Colcci São Gonçalo Shopping Av. São Gonçalo, 100 - Loja 296
MARICÁ \ RIO BONITO \ ITABORAÍ :
South Maricá Centro Rua Ribeiro de Almeida
South Rio Bonito* Rua Quinze de Novembro,187
South Itaboraí* Rua Doutor Pereira dos Santos, 135
CENTRO DO RIO:
South Rio Branco - Av. Rio Branco, 103 - Centro
South Ouvidor - Rua do Ouvidor, 164 - Centro
021 Turismo - Av. Rio Branco, 185 - sala 1929 - Centro
ZONA SUL RIO:
Posto BR Piraquê - Lagoa - Av. Borges de Medeiros, s/n
*Valores de meia-entrada válidos de acordo com as leis 4161/03 e 10741/03, com apresentação da carteira de estudante, maiores de 65 anos ou com 1 kg de alimento. Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
 
 

Digite aqui o seu e-mail e passe a receber a programação cultural GRATUITA do Rio de Janeiro

Minha lista de blogs