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28 de abr de 2017

Teatro Café Pequeno, no Leblon, recebe espetáculo Jazzi´n the Blues , dia 2/05 às 20h


Teatro Café Pequeno, no Leblon, recebe espetáculo Jazzi´n the Blues

O projeto é assinado pela atriz e cantora Helga Nemeczyk e vai contar com única apresentação no dia 2 de maio, às 20h
A atriz e cantora Helga Nemeczyk, atualmente no ar na novela Rock Story, exibida na Globo, se prepara para mais uma apresentação do seu show Jazzin The Blues. O projeto, que existe desde 2016, é assinadopela artista e leva ao público um evento repleto de canções clássicas do jazz e do blues. No repertório, Helga e a banda Os Intocáveis interpretam músicas como Feeling Good, de Nina Simone, Purple Rain, de Prince, Mercedes Benz, de Janis Joplin, e até melodias contemporâneas, como You Know I´m Good, de Amy Winehouse, e Virtual Insanity, da banda Jamiroquai. O show acontece no Teatro Café Pequeno, no Leblon, no dia 2 de maio (terça-feira), às 20h.

Os arranjos das músicas de Jazzi´n the Blues são assinados pelo diretor musical Roberto Bahal. Já a banda Os Intocáveis, que acompanha Helga nesta jornada, é composta por Vinícius Pereira na guitarra e violão, Thiago Medeiros no contrabaixo e trompete, Kelder Paiva na bateria e Roberto Bahal no teclado.

Sobre Helga Nemeczyk
A atriz e cantora Helga Nemeczyk sempre esteve ligada ao teatro e à música ao longo de seus 15 anos de carreira. Formada pela Escola de Música Villa Lobos e pela Whitechappel Dramma School, de Londres, já participou de espetáculos teatrais ao lado de diretores renomados, como Theatro Musical Brasileiro, de Bibi Ferreira, Baby, O Musical, de Fred Hanson, As Noviças Rebeldes, de Wolf Maya, entre outros. Atualmente, integra o elenco da novela Rock Story, exibida na Globo, onde interpreta a personagem Glenda.

Serviço:
Evento: Show Jazz´in The Blues
Data: 02/05, terça-feira
Local: Teatro Café Pequeno (Av. Ataulfo de Paiva, nº 269 - Leblon, Rio de Janeiro)
Telefone: (21) 2294-4480
Valor: R$40,00 inteira / R$20,00 meia-entrada
Duração do espetáculo: 50 minutos
Classificação: livre

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - Produção e Promoções de Eventos Culturais agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram

27 de abr de 2017

“Adeus, Palhaços Mortos”, direção e adaptação de José Roberto Jardim a partir da obra Petit Boulot Pour Vieux Clown do premiado dramaturgo romeno Matei Visniec, estreia dia 4 de maio, no Sesc Copacabana.

“Adeus, Palhaços Mortos”, direção e adaptação de José Roberto Jardim a partir da obra Petit Boulot Pour Vieux Clown do premiado dramaturgo romeno Matei Visniec, estreia dia 4 de maio, no Sesc Copacabana.

“Adeus, Palhaços Mortos” foi um dos maiores sucessos da temporada teatral de 2016 na cidade de São Paulo. Cumpriu 2 temporadas, uma no Centro Cultural São Paulo e outra no TUSP - Teatro da USP. Além disso teve ótima recepção na crítica especializada como atestam a conquista do Prêmio Shell SP de Melhor Cenário; as 4 indicações ao Prêmio Aplauso Brasil (Melhor Figurino, Melhor Atriz, Melhor Direção e Melhor Espetáculo de Grupo); as 4 estrelas conferidas pelo guia da Veja SP; a escolha da peça como um dos 3 melhores espetáculos do ano pelos críticos do Guia d'O Estado de São Paulo; e o convite para o Festival Internacional World Stage Design 2017 que se realizará em julho na cidade de Taipei, em Taiwan.

 O espetáculo é uma adaptação da obra Petit Boulot Pour Vieux Clown do premiado dramaturgo romeno Matei Visniec. Neste espetáculo a companhia teatral Academia de Palhaços faz uma releitura crítica de seus nove anos de trajetória artística no universo do teatro popular circense, a partir da provocação de um dos mais promissores diretores da cena contemporânea paulistana: José Roberto Jardim.

A obra expõe de maneira provocativa e impactante três velhos palhaços de circo que acidentalmente se reencontram, depois de muitos anos, na antessala de uma agência de empregos. Eles sabem que só um será escolhido. Então suas amizades, memórias, segredos, pequenezas e vilanias serão expostos, criando, dessa maneira, uma ode ao ofício do ator e uma profunda reflexão sobre os fundamentos filosóficos da carreira artística. A sala de espera desse teste de casting, que nunca acontece, se revela um não-lugar, um limbo onde estas três figuras se veem condenadas a rever suas escolhas éticas e estéticas, num exercício infinito de reflexão sobre a resiliência do artista, a urgência da Arte e a sacralidade do ofício.

As cenas se encadeiam em uma sequência de Tableaux Vivants nos quais a estaticidade dos corpos em embate dialético com a fluidez das composições vocais, criam recortes descontínuos no espaço-tempo, deslocando abruptamente a percepção do espectador entre lembranças doces de uma vida devotada à arte e o medo do futuro de incertezas, decadência e morte.

O espaço cênico que abriga esta encenação é um cubo cuja face frontal e as duas faces laterais são fechadas por uma fina tela que recebe a cada cena diferentes vídeo-projeções mapeadas que ora revelam e ora escondem os atores e ajudam a criar desta maneira o não-lugar no qual os três personagens se encontram, utilizando-se de grafismos abstratos e de trechos de vídeos documentais de registro da trajetória da companhia Academia de Palhaços. Toda esta engrenagem composta pela interação entre vídeo-mapping e atores é regida por uma trilha sonora eletroacústica bastante violenta que ajuda a criar os abruptos deslocamentos de percepção propostos pela encenação.

– Cada cena é um recorte num espaço-tempo descontínuo e fragmentado, são fotogramas vagando nas memórias individuais e coletivas daquela trupe circense, são vozes do passado ecoando em busca de algum sentido –, diz o diretor José Roberto Jardim.

O espectador ao ser impactado pela violência dos deslocamentos espaço-temporais é convidado a um passeio pelas questões que movem estes velhos artistas desde seu passado de glória até seu inevitável futuro.

– Propusemos uma experiência sensorial que transita entre o abismo da morte e a devoção de uma vida voltada à arte e que, portanto, mira a imortalidade –, comenta a atriz Paula Hemsi.

Em cena, junto aos atores, o diretor musical Tiago de Mello executa ao vivo a trilha sonora eletroacústica.

– O Tiago é o quarto elemento, ele está em cena a peça inteira e tem mais de 500 mudanças de som, fazendo uma trilha sonora muito complexa –, conclui o ator Rodrigo Pocidônio.

Produzido em 2016 com os recursos do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, o espetáculo “Adeus, Palhaços Mortos” reúne uma premiada equipe de criadores: José Roberto Jardim assina a direção e adaptação dramatúrgica do texto original “Petit Boulot Pour Vieux Clown” de Matei Visniec; no elenco estão Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio, integrantes da reconhecida companhia paulistana Academia de Palhaços, que em 2017 completa 10 anos; Tiago de Mello, o diretor musical, é um dos expoentes mais profícuos da música experimental eletroacústica do Brasil; o cenário e as vídeo-projeções ficaram a cargo da BijaRi, um grupo de arquitetos, artistas plásticos e vídeo-makers especializados em instalações e mapping; o figurino foi desenhado e criado pelo estilista Lino Villaventura e o visagismo é assinado por Leopoldo Pacheco.
No Rio de Janeiro as apresentações “Adeus, Palhaços Mortos” acontecem no Mezanino do Sesc Copacabana, Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, de 4 a 28 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, com ingressos a preços populares.

Ficha Técnica
Texto Original: Matei Visniec
Direção e Adaptação: José Roberto Jardim
Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio
Direção Musical e Trilha Sonora Original ao vivo: Tiago de Mello
Cenografia e Vídeo-Instalação: BijaRi
Figurino: Lino Villaventura
Visagismo: Leopoldo Pacheco
Iluminação: Paula Hemsi e José Roberto Jardim
Direção de produção: Carol Vidotti
Fotos de divulgação: Victor Iemini
Assessoria de Imprensa: Ana Andréa e Ney Motta | contemporânea comunicação 
Realização: Academia de Palhaços e Sesc Serviço
“Adeus, Palhaços Mortos”
Texto Original: Matei Visniec
Direção e Adaptação: José Roberto Jardim
Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio
Local: Sesc Copacabana (Mezanino). Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro. Informações: (21) 2547-0156
Temporada: 4 a 28 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 6 (Associados Sesc RJ), R$ 12 (meia) e R$ 25 (inteira)
Bilheteria - Horário de funcionamento: Segunda, de 9h às 16h; Terça a Sexta, de 8h às 21h; Sábado, de 13h às 21h; Domingo, de 13h às 20h.
Classificação 12 anos
Duração: 70 minutos
Gênero: Drama
fotos © Victor Iemini

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Ciranda Cirandinha chega à sua 12ª edição Evento Gratuito conta com diversos expositores, artesanato, entretenimento e muita diversão para a família

Ciranda Cirandinha chega à sua 12ª edição

Evento conta com diversos expositores, artesanato, entretenimento e muita diversão para a família Planejado por duas mães empreendedoras, o evento Ciranda Cirandinha chega à sua 12ª edição, que será realizada no dia 07 de maio, das 10h às 18h, no Fluminense Footbal Club, em Laranjeiras.

 O evento gratuito é a reunião em um só lugar de um time de profissionais que trabalham nos mais diversos setores que compõem o mundo infantil.

Entre os produtos oferecidos pelos expositores estão itens de moda descolada, acessórios, artesanato, comidinhas, brinquedos, enxoval, entre outras novidades. 

A primeira edição do Ciranda Cirandinha foi realizada em dezembro de 2015, no Tijuca Tênis Clube, na Tijuca. De acordo com as organizadoras, foi tudo elaborado e produzido com muito trabalho, pesquisa e comprometimento. E tudo deu tão certo que em 2016 foram realizadas nove edições da Cirandinha em diversos bairros da cidade maravilhosa!

"Reunimos a cada edição uma quantidade excelente e super selecionada de expositores de vários segmentos no mundo infantil que agradam toda a família. Dessa vez, em Laranjeiras, não será diferente! E nessa parceria com o Fluminense Football Club, teremos pela primeira vez também para o segmento adulto feminino pensando nos presentes bacanérrimos para os dias das mães!", contam Ana Luiza ​Ferreira Lima e Gisele ​Siqueira Alencar, produtoras do evento.

Com objetivo de ser um evento interativo para toda a família, o dia contará também com diversas atrações para a criançada ​durante todo o evento, com muita música, brincadeiras,oficinas e personagens! 
As organizadoras também estão engajadas no projeto da Corrente Pelo Bem, que visa diminuir a miséria nas comunidades carentes do Rio de Janeiro. Quem ​puder ajudar, é uma oportunidade para contribuir com doações como: alimentos não perecíveis, água mineral, roupas (em especial para crianças), itens de higiene, roupas de cama, cadernos e livros infantis e brinquedos. ​ É dar um belo exemplo às crianças!​

Programação: 

10h30 - Circo Macaco Prego, com muita música, histórias e diversão

11h45 - Brincarte Movimento, psicomotricidade pra brincar

13h00 - ​Gato Mia, oficina de criação​

14h15 - Tapete das Artes, animando as crianças com muita musica

15h30 - Pé de Vento, com muita brincadeira como antigamente

17h15 - Casanova Produções, com ​personagens Moana e Bita

*durante todo o evento, no espaço "Casa do Tambor" as crianças poderão experimentar os tambores e às 11:15h e às 15h haverá oficinas de tambores.

 Mais Informações:

Ciranda Cirandinha

Dia: 07 de maio de 2017

Horário: das 10h às 18h

Local: Fluminense Footbal Clube -  Rua Álvaro Chaves, 41 - Laranjeiras – Rio de Janeiro

E-mail para contato: cirandinha.contato@gmail.com

Evento Gratuito



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26 de abr de 2017

Espetáculo Se eu fosse Sylvia P. reestreia dia 03 de maio, no Teatro Municipal Café Pequeno

Espetáculo Se eu fosse Sylvia P. reestreia dia 03 de maio, no Teatro Municipal Café Pequeno

Idealizada pela atriz e dramaturga Alessandra Gelio, que também divide a direção com Cynthia Reis, peça transita entre a obra e vida da poeta e escritora americana Sylvia Plath e relatos pessoais do elenco


A ruptura real de um casamento foi a motivação para a criação do projeto Se eu fosse Sylvia P., espetáculo idealizado pela atriz e dramaturga Alessandra Gelio.       Há quatro anos, depois de assistir ao filme Sylvia – Paixão além das palavras (direção de Christine Jeffs, 2003), Gelio começou a pesquisar sobre o universo da poeta Sylvia Plath (1932-1963) e descobriu semelhanças entre momentos marcantes da sua vida pessoal e da escritora americana. Dirigida por Alessandra Gelio e Cynthia Reis, Se eu fosse Sylvia P. volta à cena a partir do dia 03 de maio, no Teatro Municipal Café Pequeno. A peça ficará em cartaz até 1º de junho, quartas e quintas, às 20h.

Para criar a dramaturgia de Se eu fosse Sylvia P., Alessandra Gelio se fez valer de experiências de sua vida pessoal e da história da poeta Sylvia Plath. A peça foi desenvolvida durante o processo criativo e contou com a colaboração do elenco, formado por Téia Kane e Léo Rosa. O ator Daniel Chagas, que participou do estágio inicial do projeto, também colaborou no texto. A montagem é uma experiência cênica poética que transita entre a realidade e a ficção. O tom confessional que marca a obra literária de Sylvia Plath conduz a dramaturgia criando uma atmosfera intimista. Temas como amor, solidão, relações familiares, vida e morte perpassam a apresentação.

Uma das mais importantes escritoras de todos os tempos, reconhecida principalmente pela sua obra poética e pelo seu romance autobiográfico A redoma de vidro, Sylvia viveu um casamento conturbado com o poeta inglês Ted Hughes, com quem teve dois filhos, Frieda Hughes e Nicholas Hughes. Ela sofria com a infidelidade do marido e as crises de depressão a acompanhavam desde a juventude. Já separada, aos 30 anos de idade, ela se matou enfiando a cabeça num forno a gás.

Em cena, Alessandra relata momentos pessoais que se misturam com passagens da vida de Sylvia Plath, como o primeiro encontro com o futuro marido, Ted Hughes, numa festa em Cambridge, no Reino Unido. Assim como a escritora americana, Alessandra perdeu seu pai precocemente, aos nove anos de idade, e não foi ao enterro por orientação da família. Também viveu uma paixão visceral, um casamento conturbado e os ciúmes estavam presentes. Os atores Téia Kane e Léo Rosa também levaram suas histórias de vida para a dramaturgia. Eles se alternam entres esses momentos pessoais como os personagens Assia Wevill, que foi amante e pivô da separação do casal, e Hughes.

A peça estreou em janeiro de 2017 no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema.
Seguem trechos das críticas recebidas na época estreia:

“É interessante e muito bem elaborado o constante jogo de vaivém que a direção costura entre as histórias particulares dos atores e a biografia dos personagens a que a peça faz referência (Sylvia Plath, seu marido e poeta Ted Hughes e a amante dele)”. Vivian Pizzinga (Site Ambrosia)

“Num processo de identificação com a criação artística e a vida de Sylvia Plath, Alessandra Gelio transubstancia em processo especular, na textualidade autoral e na sua vivência de atriz, este metafísico encontro de duas vidas”. Wagner Correa (Escrituras Cênicas)

“O texto de Alessandra Gelio é fluido e nos faz ficar muito interessados, e em suspensão, pela incerteza do que nos será apresentado no decorrer de uma obra tão devastadora e com fim trágico. O que nos causa um sentimento instigaste e uma surpresa boa em estar ali dividindo a vida de Plath com duas atrizes e um ator, e com histórias que se ligam verdadeiramente”. Ricardo Schopke (Site Almanaque Virtual)

“Alessandra Gelio, Léo Rosa e Téia Kane têm cada um seu momento de protagonismo, demonstrando-se perfeitamente inteirados

“Alessandra Gelio, Léo Rosa e Téia Kane têm cada um seu momento de protagonismo, demonstrando-se perfeitamente inteirados do tom psicológico, completando-se e interagindo no alçar de um jogo cênico potente, assim como utilizam com extrema eficiência recursos técnicos para expandir os sentimentos expostos na dramaturgia, seja no ritmo da respiração, nas pausas, na modulação vocal e no uso do corpo”, Renato Mello (Site Botequim Cultural)

“Em cena, há um quarto elemento, que, indiretamente, participa da encenação, criando uma ambientação sonora totalmente pertinente às cenas, que é Fellipe Mesquita, tirando sons deliciosos de uma guitarra (o pai de Alessandra também tocava esse instrumento) e operando, raras vezes, um gravador”, Gilberto Bartholo (Site O Teatro me Representa)

FICHA TÉCNICA
Idealização e Dramaturgia: Alessandra Gelio
Direção: Alessandra Gelio e Cynthia Reis
Elenco: Alessandra Gelio, Léo Rosa e Téia Kane
Assistência de Dramaturgia: Cynthia Reis e Yasmin Garcez
Colaboração Artística: Helena Varvaki
Cenografia: Elsa Romero
Assistência de cenografia: Ines Nessimian
Figurino: Rosa Ebee e Tiago Ribeiro
Costura: Ateliê das Meninas (Maria e Zezé)
Iluminação: Renato Machado
Programação Visual e Direção de Fotografia: Daniel de Jesus
Fotografia: Priscila Villas Bôas
Vídeo: Sandro Arieta
Músico: Fellipe Mesquita
Assessoria de Imprensa: Bianca Senna e Paula Catunda
Produção Executiva: Dani Rougemont
Direção de Produção: Alessandra Gelio
Realização: Téia Kane

SERVIÇO:
Espetáculo: Se eu fosse Sylvia P.
Temporada: 03 de maio a 1º de junho de 2017.
Dias e horários: Quartas e quintas, às 20h.
Local: Teatro Municipal Café Pequeno (Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon).
Capacidade: 80 lugares.
Tel.: 2294-4480.
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia).
Duração: 1h20min.
Classificação etária: 18 anos.
Gênero: Drama

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"As aventuras de Nina e Atomito": Baseado na exploração e agregação dos conceitos de florescência, fosforescência e arte,De 06 a 28 de Maio no Teatro Laura Alvim



A Cia:
A Lúmini Cia de Dança deu início, em 1994, a um trabalho de proposta inovadora. Motivada pelos resultados de pesquisas realizadas no Núcleo de Dança da UERJ, a Companhia desenvolve atualmente uma linha de trabalho voltada para a integração da dança com a ciência e a tecnologia, propondo reflexões sobre o homem enquanto indivíduo e ser social.


O espetáculo "As aventuras de Nina e Atomito": Baseado na exploração e agregação dos conceitos de florescência, fosforescência e arte, o Projeto foi idealizado pela Professora Claudia Rezende, coordenadora do Laboratório de Análise de Aromas do Instituto de Química (IQ) da UFRJ, em parceria com o Ministério de Ciência e Tecnologia, a Sociedade Brasileira
de Química, a Casa da Ciência da UFRJ e a Lúmini Art – Centro de Pesquisa, Cultura e Ação Social.


Com o objetivo de fazer parte das comemorações do Ano Internacional da Química,
em 2011, este projeto visa ressaltar a importância e presença da Ciência em tudo
aquilo que circunda o cotidiano das pessoas. O projeto foi produzido e executado pela Lúmini Cia de Dança, explorando assim as potencialidades das diferentes expressões em artes cênicas. O seu elenco é composto por bailarinos e atores experientes.
Esse projeto se traduziu num espetáculo - As Aventuras de Nina e Atomito- que combina as artes cênicas com efeitos luminescentes a partir da utilização de lasers, gases e materiais químicos. Essa peça se transforma assim numa aula de
química lúdica, informativa e extremamente divertida, captando a atenção não só das crianças mas também do público em geral.

Podemos dizer que nem todas as pessoas têm consciência de que a química se encontra em tudo o que nos rodeia, na nossa rotina do dia-a- dia. Ela se encontra em todos os pequenos gestos: desde escovar os dentes pela manhã aos sonhos que
temos durante a noite, desde as receitas que confeccionamos às relações pessoais que estabelecemos.

Nina, uma menina sonhadora, esperta e muito curiosa irá descobrir, com seu amigo imaginário, toda esta magia da química. E a partir de personagens em um ambiente escuro, o público irá

viajar na imaginação de Nina, do jardim de sua casa ao fundo do mar, aprendendo e, principalmente, se divertindo com a fosforescência e fluorescência em uma brilhante comédia.

A Temporada no Teatro Laura Alvim:
As Aventuras de Nina e Atomito (infantil) - Sábados e domingos, às 17h
De 06 a 28 de Maio de 2017.
 (infantil) - Sábados e domingos, às 17h
De 06 a 28 de Maio de 2017
Classificação: Livre
Sinopse: Nina e seu amigo imaginário irão viajar por um mundo mágico, repleto de efeitos especiais, música e dança, aprendendo e, principalmente, se divertindo com conceitos de química tão presentes em nosso dia a dia. Técnica utilizada: teatro negro.
Direção: Sérgio Machado
Texto: Luiz Rego
Elenco: Lúmini Cia de Dança (Ana Luiza Favilla, Alexandra Ayram, Carina Barreto, Marcello Therra, Maycow Ribas, Palu Felipe, Vivien Saraiva)
Casa de Cultura Laura Alvim - Avenida Vieira Souto, 176- Ipanema
Informações:
Ingressos: R$ 30 (inteira) R$ 15 (meia) Telefone: (21) 2332-2090 http://www.casadeculturalauraalvim.rj.gov.br/
Vivien Saraiva)
Casa de Cultura Laura Alvim - Avenida Vieira Souto, 176- Ipanema
Informações:
Ingressos: R$ 30 (inteira) R$ 15 (meia) Telefone: (21) 2332-2090 http://www.casadeculturalauraalvim.rj.gov.br/

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Com direção de Paulo Verlings e texto original de Marcia Zanelatto o espetáculo “ELA” é um drama que expõe a relação amorosa entre duas jovens mulheres diante da doença avassaladora.


Com direção de Paulo Verlings e texto original de Marcia Zanelatto o espetáculo “ELA” é um 
drama que expõe a relação amorosa entre duas jovens mulheres diante da doença avassaladora.

Estreia dia 4 de maio de 2017, quinta-feira, no CCBB Rio de Janeiro.

Clara e Isabel são lindas, jovens, talentosas e vivem um grande amor. Mas o sentido da vida entra em xeque diante do diagnóstico de ELA. Cada vez mais ausente fisicamente o tempo de Clara se expande em sua vida interior, comparecendo em cena através de memórias e delírios que nos fazem pensar no que seja a mente humana. Enquanto isso, com apoio de Paula, médica e amiga de infância, Isabel dá conta da realidade, galgando íngremes fronteiras com poder e coragem que jamais soube que poderia ter. Embora a doença as tenha enfraquecido, ELA fortaleceu os laços que as une.

Com texto original de Marcia Zanelatto, direção de Paulo Verlings e interpretação das atrizes Carolina Pismel, Elisabeth Monteiro e Patrícia Elizardo, o espetáculo “ELA” parte da investigação, na qual a equipe está imersa, sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença, considerada rara. Assim, tomando como alicerce a investigação feita pela equipe de “ELA” e as pesquisas da comunidade científica, a encenação de Paulo Verlings busca tocar o espectador com leveza, humor e otimismo, nessa história de extraordinária coragem e impotência diante da “doença misteriosa”. A encenação conta com a participação em OFF da atriz Ana Beatriz Nogueira, como “Dra. Ana”.


– Diante da perda das qualidades naturais e próprias, decidimos exaltar o amor através das relações passionais, físicas e mentais” –, declara Paulo Verlings que atualmente se divide entre a direção da peça “ELA”, a participação na novela “Rock Story” cujo personagem 'Romildo' é um bandido atrapalhado, e a produção do espetáculo “Fevereiro”, projeto de sua autoria, onde vai atuar ao lado de Luís Melo, com estreia prevista para julho de 2017.

A temática de ELA já foi abordada em filmes como: “Teoria de tudo”, baseado na biografia de Stephen Hawking, físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade, que a despeito de um prognóstico reservado dado em 1964, de pouco mais de dois anos de vida, ele continua vivo e produtivo, mesmo com todas as limitações que a doença impõe; “Um momento pode mudar tudo”, um filme sensível sobre a relação de uma cuidadora com sua paciente, interpretada pela atriz Hilary Swank; e “Transfatty Lives”, onde o cineasta, DJ e personalidade da internet Patrick O'Brien, também conhecido como TransFatty, documenta desde 2005 como é lidar com a doença e viver quando te dão de dois a cinco anos a mais de vida. Apesar disso, até hoje, o teatro ainda não havia trazido a tona esse assunto. Até hoje, pois o espetáculo “ELA” estreia dia 4 maio de 2017, no CCBB Rio de Janeiro, trazendo a temática da doença degenerativa ELA com a intenção de chamar a atenção do público para essa doença, promovendo uma reflexão sobre as relações humanas em diálogo com a realidade imediata.
 “Fique tranquilo, nada está sob controle.” Foi essa a conclusão a que Marcia Zanelatto chegou estudando o tema que lhe foi proposto por Paulo Verlings, a Esclerose Lateral Amiotrófica. – Uma doença é algo que nos mostra que o mistério da vida é incontrolável, que nada está garantido em nenhum momento.
E, agora? Bem, agora nos resta escolher melhor os problemas que vamos ter e viver cada segundo com a gratidão e o entusiasmo de quem está vivendo o último. Uma receita simples de livro de auto-ajuda como essa pode ser a decisão mais revolucionária que se pode tomar.

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LAPA 40 GRAUS – Roda de Samba do REVELAÇÃO dia 26/04 e Mauricio Paraxaxar + João Gabriel dia 27/04

LAPA 40 GRAUS – SHOWS em ABRIL

.:: Quartas de Abril ::.

Roda de Samba do REVELAÇÃO

O grupo Revelação faz show do novo disco “O Bom Samba Continua”. Considerado um dos grupos mais importantes do samba nacional, o novo CD tem como marca a presença do cantor Davi Pereira. E, ainda, é o retorno da parceria com produtor Bira Haway, um dos mais importantes do gênero. O álbum traz 18 faixas e entre músicas inéditas e outros clássicos do samba, há uma interpretação repaginada do rock “Segredos”, de Frejat, e a nova música de trabalho “Cavalheiro Sonhador”. No show eles interpretam músicas de grandes autores como Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Leandro Fab, Sombrinha e Adilson Ribeiro.

Com letras românticas e marcado pelo samba para cima o show acontece no palco em formato 360º com Davi (Voz), Mauro Júnior (Banjo), Rogerinho (Tantan), Sérgio Rufino (Pandeiro) e Beto Lima (Violão). No repertório estão os hits "Vê me escuta", "Caminho das Flores", “Filho da Simplicidade”, "Só Vai de Camarote", "Tá Escrito", "Coração Radiante", "Fala Baixinho", "Deixa Acontecer", "Grades do Coração", “A Gente Pega Fogo”, “A Paixão Me Pegou”, “A Pureza da Flor”, “Na Palma da Mão”, “Ô Irene”, “Agora Viu Que Me Perdeu e Chora/Mulher Não Manda Em Homem”. A abertura do show com o pagode do Virtude.Com no palco térreo a partir das 20h. Nos intervalos, o som na pista fica com os DJ Reizinho, tocando Axé Music e Pagode Baiano.

 SERVIÇO
Lapa 40 Graus - Rua Riachuelo, 97 - Lapa/RJ. Quarta (26 de abril) Horários: Virtude.Com (20h) | DJs (22h às 5h) | Grupo Revelação (1h). Capacidade: 1.200 pessoas. Censura: 18 anos. Cartões de Crédito e Débito: Visa e MasterCard. Estacionamento próprio: Não. Acesso para deficientes físicos: Sim. Internet sem Fio (Wi-Fi): Sim. Telefone: (21) 3970-1338. Reservas de mesas e camarotes: contato@lapa40graus.com.br. Site: www.lapa40graus.com.br. É obrigatória a apresentação de documento com foto e data de nascimento para entrar na casa. Não é permitido o acesso de menores de 18 anos, mesmo que acompanhados por um adulto. Ingressos: Até às 23h: R$30,00 (Feminino) / R$ 40,00 (Masculino) - sujeito a alteração na bilheteria.  

 .:: 27 de abril – Quinta ::. 

Mauricio Paraxaxar + João Gabriel 
O cantor, compositor e zabumbeiro Maurício Paraxaxar (foto) completa 19 anos de carreira e celebra com show no Lapa 40 Graus. 

A apresentação inclui músicas dos seus CDs “Não tem briga de artista” e "Forró Por Amor". Com estilo marcado por uma pegada potente da zabumbada e um balanço bem cadenciado, ele também canta pérolas da música regional nordestina que são foram eternizadas por Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Alceu Valença, Zé Ramalho, Antonio Barros e Cecéu, Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste, entre muitos outros.

Na sequência, João Gabriel se apresenta cantando hits do sertanejo e músicas do seu novo EP "Mais de Mim" como "Coisa De Ex", "Faço Tudo", "Vou Falar Pro Juliano", "Pra Vida Inteira", "Flor da Minha Vida", além de sucessos como "Evidências", "Suíte 14", músicas próprias como "Pra Vida Inteira", “Vai e Vem”, “Moro Até na Lua” e "Hoje Tem". O set list ainda conta com pout pourri, sertanejo clássicos e pop internacional com releitura sertaneja acompanhada pelo acordeom.

Nos intervalos tem DJ Ricardo Bheringuer (Fanática FM) e DJ Nelsinho (FM O Dia). Já no palco térreo tem show a partir das 19h com Chamego Nordestino (forró) e Dr. Zéh (pop).

SERVIÇO
Lapa 40 Graus - Rua Riachuelo, 97 - Lapa/RJ. Quinta (27 de abril). Horários: Abertura da casa: 18h. Forró (23h) | DJs (22h às 5h) | João Gabriel (1h30). Capacidade: 1.200 pessoas. Censura: 18 anos. Cartões de Crédito e Débito: Visa e MasterCard. Estacionamento próprio: Não. Acesso para deficientes físicos: Sim. Internet sem Fio (Wi-Fi): Sim. Telefone: (21) 3970-1338. Reservas de mesas e camarotes: contato@lapa40graus.com.br. Site: www.lapa40graus.com.br. É obrigatória a apresentação de documento com foto e data de nascimento para entrar na casa. Não é permitido o acesso  de

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Alexandra Richter e Bruno Garcia em A HISTÓRIA DE NÓS 2 de Licia Manzo Direção: Ernesto Piccolo segue em cartaz até 28 de maio no Teatro Vannucci


Alexandra Richter e Bruno Garcia em
A HISTÓRIA DE NÓS 2
de Licia Manzo
Direção: Ernesto Piccolo
segue em cartaz até 28 de maio no Teatro Vannucci

"A história de nós 2" é uma comédia romântica, merecendo a definição da categoria por ser alegre, divertida e respeitadora da inteligência da plateia. Realmente um espetáculo muito agradável." Bárbara Heliodora

A nova montagem do espetáculo “A História de Nós 2” segue em cartaz no Teatro Vanucci, Shopping da Gávea. A comédia foi um dos maiores sucessos nos últimos tempos. Estrelada pelos atores Alexandra Richter e Bruno Garcia, conta as aventuras e desencontros de um casal já separado, que revê a sua própria história na noite em que o marido vai buscar seus pertences no apartamento.

A comédia que estreou em 2009, foi vista por mais de 800 mil espectadores e eleita no mesmo ano pelo público, leitores do O Globo, como a melhor peça teatral. 'A História de Nós 2' também tem no currículo, indicações para os prêmios Shell e APCA de Melhor texto e APTR - Texto e Produção.

Edu é um homem dividido entre o desejo de ascender profissionalmente, a vontade de manter um casamento e o sonho de se manter eternamente livre. Já Lena é uma mulher ‘partida’ entre carreira, maternidade e paixão. Dois personagens que, em cena, transformam-se literalmente em seis: Edu, Duca, Carlos Eduardo, Lena, Mammy e Maria Helena, dando corpo e voz às diferentes ‘facetas’ de um mesmo homem e uma mesma mulher.

"A história mistura essa mudança de fases dos personagens e mostra um casal com opiniões divididas”, resume a atriz ”Todo mundo tem problema no casamento, mas é um tema abordado com muita graça, as pessoas se identificam com o texto. Os casais se cutucam a cada cena, eles se veem nos personagens. Todos se divertem muito e no final eles se emocionam, inclusive os homens”, garante Alexandra.

Bruno completa, “O Edu é muito diferente de mim na vida real. Ele é jovem e imaturo, tem um lado meio bagunçado que entra em conflito com a mulher. Ele é apaixonado por futebol mas não se esforça para trocar a fralda do filho e conquistar a mulher."

O espetáculo transcorre na noite em que Edu, separado de Lena há algum tempo, vai buscar seus últimos pertences no apartamento. O derradeiro encontro do casal converte-se num ajuste de contas a um só tempo cômico e emocionante, onde tentam descobrir quem afinal causou a separação: a mulher, a mãe, a advogada bem-sucedida ou o marido, o adolescente eterno, o publicitário workaholic?

Por meio de humorados e reflexivos flashbacks, os seis personagens ocupam a cena, enquanto no palco é tecida essa “História de nós 2”. Conteúdo de imediata identificação do público e a forma como a história é abordada, pelo viés da comédia, são os principais fatores do sucesso da peça.

É a primeira vez que Alexandra Richter e Bruno Garcia trabalham juntos no teatro e no cinema. A peça vai virar filme que começa a ser rodado no segundo semestre de 2017.
A Ficha Técnica
Autor: Licia Manzo / Diretor: Ernesto Piccolo / Elenco: Alexandra Richter e Bruno Garcia/ Assistente de direção: Neuza Caribé / Cenógrafo: Clívia Cohen / Figurinista: Cao Albuquerque e Kiara Bianca / Direção de movimento: Marcia Rubin / Trilha sonora: Rodrigo Penna / Iluminador: Maneco Quinderé / Fotografia: Dalton Valério / Programador Visual: Zé Luiz Fonseca / Produção Executiva: Glauce Carvalho / Coordenação de Produção: Helber Santa Rita / Diretor de produção: Gustavo Nunes / Uma Produção: Turbilhão de Idéias Entretenimento / Assessoria de imprensa: Will Comunicação e Luiz Menna Barreto 21 99872 5534
Realização: Alexandra Richter e Gustavo Nunes
Serviço:
A Historia de Nós 2
temporada de 05/01 a 28/5
Teatro Vannucci Shopping da Gávea
Quinta a Sábado 21h30, Domingo 20h
Classificação: 12 anos
Ingressos:
Quinta e sexta R$ 80,00 (inteira)  R$ 40,00 (meia)
Sábado e Domingo R$ 90,00 (inteira) R$ 45,00 (meia)
Formas de pagamento
cartão - tudus.com.br
bilheteria do teatro - somente em dinheiro
Bilheteria: de terça a domingo,

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BRANCA Com dramaturgia inédita de Walter Daguerre e direção de Ivan Sugahara, “Branca” estreia em 6 de maio no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana


Galharufa Produções e Rendezvous Produções
apresentam

BRANCA

 Com dramaturgia inédita de Walter Daguerre e direção de Ivan Sugahara, “Branca”

estreia em 6 de maio no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana, e fica em cartaz até o dia 29 do mesmo mês
Depois, espetáculo segue temporada de 2 a 26 de junho na Sede das Cias, na Lapa


Peça questiona o conceito de identidade a partir do olhar de uma mulher que perdeu a memória

 Uma mulher acorda de um coma profundo sem memória e não se reconhece na vida que lhe é apresentada. Este é o ponto de partida de “Branca”, espetáculo com texto inédito de Walter Daguerre que estreia dia 6 de maio no Teatro Glaucio Gill, espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ, em Copacabana, com temporada de sexta a segunda-feira, às 20h, até 29 de maio. Depois, a peça segue em cartaz de 2 a 26 de junho, na Sede das Cias, na Lapa. Dirigida por Ivan Sugahara, a montagem traz no elenco José Karini, Julia Stockler, Karen Coelho e Ludmila Wischanky.

“Branca” conta a história de uma mulher que, após ficar seis meses em coma, tem perda total de memória. Para tentar reintegrá-la à sua antiga rotina, o marido procura por uma terapia especializada e a mulher passa a ter encontros periódicos com uma conceituada profissional. Entretanto, conforme vai sendo reapresentada à vida que levava, a mulher passa a rejeitá-la, como se aquela existência não fosse sua, e deixando evidente a impossibilidade de (re)assumi-la.  Essa nova realidade coloca em conflito o marido, a filha adolescente e a terapeuta, que se sente tocada pelos questionamentos e desejos dessa mulher.

O projeto é a primeira idealização da atriz, e agora produtora, Ludmila Wischansky, que lançou o convite ao diretor artístico Ivan Sugahara e ao diretor de produção Sérgio Saboya, para a realização de uma pesquisa e montagem teatral a partir de um texto de autor contemporâneo brasileiro. O resultado dessa pesquisa foi o encontro com a obra inédita de Walter Daguerre: Branca.

“Foi encantamento à primeira leitura. Nesse primeiro projeto, eu tinha o desejo de falar sobre o feminino, mas queria tratar esse tema numa visão sutil, poética e subjetiva, e foi exatamente esse olhar que encontrei no texto de Daguerre”, conta Ludmila.

A direção de Ivan Sugahara valoriza a força do texto e o trabalho dos atores como principais motores da encenação. No palco, os elementos cênicos, a iluminação e a música constroem uma atmosfera etérea, poética e subjetiva que traduz o universo interior da protagonista.

“Fui completamente fuzilado por esse texto. Há muito tempo não lia algo que me arrebatasse tanto. Logo no primeiro contato, fui tomado pela intensidade das palavras e, mesmo sem saber que iria montá-lo, me veio o espetáculo inteiro na cabeça. Isso é raro de acontecer. Tive certeza que o texto é quem que escolhe o diretor”, conta Ivan Sugahara.

DRAMATURGIA

Escrita em 2012, “Branca” é uma investigação teatral sobre famílias e afetos e, ao mesmo tempo, uma pesquisa sobre linguagem. O tema – mulher sem memória que não consegue mais se encaixar em seu passado e seguir com a vida que levava – e a forma – a escrita dramatúrgica aproximada da literatura poética – se complementam à medida que um serve de anteparo à outra: a ideia do sujeito está no centro da discussão.

 Por se tratar de um tema que questiona conceitos (memória e sujeito) e valores (família e afeto) consagrados, o dramaturgo Walter Daguerre sentiu-se compelido a também repensar a estrutura da dramaturgia realista. Em “Branca”, o autor aventura-se pela desconstrução dos estilos clássicos, optando por flertar com gêneros literários, sobretudo o poético – com passagens em verso, canções e rebelde quanto às normas gramaticais – e explora as nuances internas de um ser em relação a outro, exibindo as distâncias entre o pensar, o falar e o agir.

“A subjetividade, sobretudo da mulher que perdeu a memória, é exposta por ela mesma num fluxo narrativo ininterrupto e visceral. ‘Branca’ é, no final das contas, um mergulho na escuridão. Estamos todos penetrando nas sombras, tanto do inconsciente – da mulher sem memória, da família atormentada, da terapeuta destituída de certezas – quanto da linguagem”, completa Daguerre.

“Branca” é apresentada e patrocinada pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo à cultura - Lei do ISS, pelas empresas Tecnenge Tecnologia de Engenharia, Eiffel, Comissaria Aérea do Rio de Janeiro. Conta com o apoio institucional do Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro e o Teatro Glaucio Gill.

FICHA TÉCNICA

Elenco: José Karini, Julia Stockler, Karen Coelho e Ludmila Wischansky

Texto: Walter Daguerre. Direção: Ivan Sugahara. Assistência de Direção: Bia Bertu

Direção de Movimento e Preparação Corporal: Simone Nobre. Cenografia: Carolina Sugahara. Iluminação: Paulo Cesar Medeiros. Figurino: Tarsila Takahashi. Música Original: Marcello H

Comunicação Visual: Bruno Dante. Fotografia: Renato Mangolin. Produção Executiva: Maria Albergaria

Direção de Produção: Sérgio Saboya. Realização: Galharufa Produções & Rendezvous Produções. Idealização: Ludmila Wischansky

 BRANCA

 Teatro Glaucio Gill – Praça Cardeal Arco-Verde, s/n – Copacabana. Tel.: (21) 2332 7904

Temporada Glaucio Gill: de 6 a 29 de maio.

Sede das Cias – Rua Manoel Carneiro 10, Lapa. Escadaria do Selarón. Tel. (21) 2137-1271.

Temporada Sede das Cias: de 2 a 26 de junho.

Apresentações: de sexta a segunda-feira, às 20h. Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Duração: 90 minutos. Classificação indicativa: 14 anos.

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SOBRE RATOS E HOMENS TEM SESSÃO EXTRA NO SÁBADO, ÀS 16H, NO CCBB

SOBRE RATOS E HOMENS TEM SESSÃO EXTRA NO SÁBADO, ÀS 16H, NO CCBB

Devido à grande demanda do público, que tem lotado todas as sessões de fim de semana do espetáculo “Sobre Ratos e Homens”, o Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB Rio – promove uma apresentação extra no próximo sábado, 29 de abril, às 16h, além da que tradicionalmente acontece às 19h. Esta é a última semana que “Sobre Ratos e Homens” está em cartaz no Rio de Janeiro. A peça, que tem emocionado o público com a história de dois amigos em bem diferentes, unidos pelo sonho de uma vida melhor, seguirá para o CCBB Belo Horizonte, onde ficará em cartaz de 15 de junho a 17 de julho.


SOBRE RATOS E HOMENS

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – Teatro 1
Rua Primeiro de Março 66 – Centro. Tel.: 3808 2020.
Temporada: de 23 de março a 30 de abril - de quarta a domingo, às 19h. Sessão extra: 29 de abril, às 16h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Bilheteria: de quarta a segunda-feira (fecha terça), das 9h às 19h30
Duração: 100 minutos. Classificação etária: 10 anos. Lotação: 180 lugares

SINOPSE
George e Lennie: o primeiro de raciocínio ágil e o segundo, tão forte quanto ingênuo, unidos pelo sonho de trabalhar, juntar dinheiro e comprar um pedaço de terra onde possam finalmente viver.

Forçados a lidar com a realidade, só a verdadeira amizade permitirá que continuem sonhando.

George e Lennie são dois amigos bem diferentes. George tem os olhos inquietos, é astuto e determinado; já Lennie é dotado de enorme força física, mas com algum atraso intelectual e tremenda ingenuidade. Forçados a lidar com a realidade, só a verdadeira amizade permitirá que continuem sonhando. No enredo repleto de tensão masculina, a única mulher em cena é Mae, a esposa de Curley, o filho do patrão. Ela joga com seu charme e persuasão para desestabilizar a ordem dos funcionários da fazenda. É sobre ela que se estabelece o conflito clímax da trama.

FICHA TÉCNICA

Patrocínio: Banco do Brasil. Realização: Centro Cultural Banco do Brasil. Produção: Dendileão Produções Artísticas. Direção Artística: Kiko Marques. Elenco: Ricardo Monastero, Ando Camargo, Natallia Rodrigues, Tom Nunes, Cássio Inácio Bignardi, Roberto Borenstein, Pedro Paulo Eva e Thiago Freitas. Cenografia: Marcio Vinicius. Figurinos:  Fabio Namatame. Trilha Sonora: Martin Eikmeier. Iluminação: Guilherme Bonfanti. Visagismo: Raphael Cardoso. Maquiadora: Chloé Gaya. Contra Regra: Sidney Felippe. Técnica de Som: Carol Andrade. Técnica de Luz: Kuka Batista. Comunicação Visual: Cristiano Canguçu. Fotos: Luciano Alves. Gestão de projeto e Sustentabilidade: Celso Monastero. Coordenadora Administrativa: Sonia Odila. Assessoria Jurídica: Francez e Alonso Advogados Associados. Direção de Produção: Antonio Ranieri.

Em sua última semana em cartaz no CCBB Rio, Sobre Ratos e Homens tem sessão extra neste sábado, à 16h

o   Depois de temporada de sucesso no Rio de Janeiro, peça de John Steinbeck (ganhador dos prêmios Nobel e Pulitzer), dirigida por Kiko Marques, seguirá para Belo Horizonte
o   Clássico americano é montado 60 anos após a versão de Augusto Boal e 80 anos depois do lançamento do livro
o   Espetáculo da Dendileão Produções Artísticas foi contemplada pelos prêmios APCA e Cenym de Melhor Espetáculo 2016

Comemorando 80 anos do texto original de John Steinbeck e 60 anos recém-completos da montagem brasileira dirigida por Augusto Boal, Ricardo Monastero e Ando Camargo dão vida aos conhecidos personagens George e Lennie da obra de 1937 e que já ganhou versões internacionais em cinema, televisão e teatro. Completam o elenco os atores Natallia Rodrigues, Tom Nunes, Cássio Inácio Bignardi, Roberto Borenstein, Pedro Paulo Eva e Thiago Freitas. Inédito no Rio de Janeiro, “Sobre Ratos e Homens” – contemplado pelos prêmios APCA e Cenym de Melhor Espetáculo 2016 – fica em cartaz de 23 de março a 30 de abril no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB Rio de Janeiro, com apresentações de quarta a domingo, às 19h.

A montagem começou a ser pensada há seis anos, quando Ando Camargo apresentou o texto a Ricardo Monastero, que começou a produzir de imediato. Kiko Marques dirige esta versão que conta com cenário de Márcio Vinicius, figurino de Fábio Namatame, luz de Guilherme Bonfanti, trilha sonora de Martin Eikmeier e visagismo de Raphael Cardoso.

“Sobre Ratos e Homens foi um dos primeiros romances que li em minha vida intelectual adulta. Não me lembrava disso. Também não tinha ideia da influência que o romance havia exercido sobre mim até receber o convite para dirigir o espetáculo. Veio-me então à cabeça tudo o que senti, pensei e fiz a partir da história dos dois amigos e seu sonho e o quanto fui tocado por ela. Hoje, diante da tarefa de transpor esse encontro para o palco, entendo esses dois personagens e sua trajetória como parte do conteúdo arquetípico que nos forma. Assim como é impossível ler Dom Quixote sem ter a certeza, desde as primeiras páginas, de já conhecermos profundamente aquele senhor magro montado em seu cavalo e seu fiel escudeiro, também em Ratos e Homens é impossível não ter para com Lennie e George, uma afinidade onírica e um pacto de amizade eterna”, comenta o diretor Kiko Marques.

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Laís Ferreira lança Canções do Porto e do Mar

Laís Ferreira lança Canções do Porto e do Mar
Com 24 anos, escritora mineira lança seu segundo livro de poemas na Lapa

A escritora e poeta,  Laís Ferreira Oliveira, lança no dia 26 de abril, quarta-feira, às 19h, o livro Canções do Porto e do Mar, na Lapa. O livro reúne 39 poemas que situam a experiência do mundo – e a construção de si – em um mesmo trânsito. A arte da capa do livro é de Esther Azevedo.

A escritora, que mora na cidade de Niterói desde o ano passado, lançou seu primeiro livro, Caderno de Bolsa, pela Chiado Editora, que o publicou no Brasil e em Portugal. Mineira, de Belo Horizonte, Laís se mudou da cidade de origem algumas vezes. Na maioria das vezes esse trânsito foi motivado por alguma razão de trabalho ou estudo. Chegar até a algum lugar, porém, pressupõe algum caminho, percurso, observação do mundo. E sua vida andarilha trouxe experiências que serviram de inspiração para a escrita.

 “Há mares que são de água e sal, outros que são da natureza de elementos que oscilam, de gestos que se perdem, de elementos inconclusos. Há, no entanto, uma aproximação entre o porto e o mar: os lugares de chegada, de  estabilidade, podem, a qualquer momento, serem de partida. Em qualquer travessia, acho que uma das poucas certezas que eu sempre tive é que precisava escrever. Sem muita precisão do futuro, escrever sempre foi o gesto possível ao presente”, comenta a escritora Laís Ferreira.


Sinopse:​
Floresta
Entre o asfalto e a grama,
cresce apenas a raiz.
Isto é: a fibra da rama
a crescer como quis

por não se depreender
deste chão cuja terra
marca os pés da espera
da liberdade que nasce

na morte dos olhos.
Aquela casa é fria
(aquele verso é sopro).​
— A noite nos abriga.

Sobre a autora
Laís Ferreira Oliveira nasceu em 1992, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Atualmente, é mestranda em Comunicação na UFF, com ênfase nos estudos do cinema e do audiovisual. Em 2015, publicou o seu primeiro livro, “Caderno de Bolsa”, pela Chiado Editora, com edições em Portugal e no Brasil. Em novembro de 2014, foi finalista do concurso de Poesia Contemporânea, promovido  pela Contemporânea Projetos Culturais, com o poema “Fogo-fátuo”. Ainda em 2014,  foi finalista do Concurso Nacional Novos Poetas, da Vivara Editora, com o poema “O Beco número 2”. Em 2008, obteve menção honrosa com a crônica “Frutinhos e tiras de chitão” no concurso “Brasileiros em Prosa & Verso”, realizado pela editora Alba, em Varginha. Obteve, também, o quinto lugar com o poema “Outeiros” nesse mesmo concurso. Em 2009, obteve menção honrosa com o poema “Inconstância”, no concurso “Emoções em Prosa & Verso”, realizado pela Editora Alba, em Varginha. “Caderno de Bolsa” é o seu primeiro livro publicado. É fotógrafa, tendo participado do Festival de Fotografia de Tiradentes – Foto em Pauta, em 2015, com a série “Viadutos”, na exposição coletiva Espaço f: entre o foco e a fugacidade e  em 2017, na exposição coletiva Fotografia e Palavra / Poesia e Imagem. Também é crítica de cinema, sendo editora da Revista Moventes (www.revistamoventes.com)


Serviço: Lançamento do livro Canções do Porto e do Mar, de Laís Ferreira Oliveira
Espaço Multifoco: Av. Mem de Sá, 126, Lapa, Rio de Janeiro
Data: 26/4, quarta-feira
Horário: das 19h às 22h
* O livro custa R$40,00.

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Arte que transforma na Galeria Candido Portinari A mostra "Planos de Contingência" passa a ocupar a Galeria Candido Portinari , até o dia 5 de maio de 2017


Arte que transforma na Galeria Candido Portinari

A mostra "Planos de Contingência" passa a ocupar a Galeria Candido Portinari a partir da próxima segunda-feira (24), às 14h. São gravuras, performances, desenhos, fotos, instalações e vídeos realizados por alunos do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.  A coletiva que acontece durante a 27ª Uerj sem Muros, evento anual que apresenta a produção acadêmica à sociedade, busca criar uma intervenção crítica na realidade, em função da grave crise que a instituição atravessa.

"A ideia de um  plano de contingência é  ajudar a controlar uma situação de emergência e a minimizar as suas consequências negativas, propondo uma série de procedimentos alternativos ao funcionamento normal de uma organização, sempre que alguma de suas funções usuais se vê prejudicada por uma eventualidade interna ou externa", afirma a coordenadora de Exposições do Departamento Cultural da Uerj, Fernanda Pequeno, que faz parte da curadoria da exposição, junto com Jéssica Barbosa, Joyce Delfim e Rejane Manhães .

Os trabalhos exibidos evidenciam a pluralidade da produção artística contemporânea, em temas distintos como casa, corpo, cidade, feminino, erotismo, informe, intimidade, memória, religião, entre outros, demonstrando a força da arte como potência política e transformadora. Entre os participantes da mostra estão Ana Alves, Ana de Almeida, Andrea Pech, Caroline Ting, Claudia Tavares, Cristiane de Souza, Cristina Ribas, Daniel Lopes, Eduardo Mariz, Gabriela Caspary, Jac Siano, Jean Carlos Azuos, Juliana Notari, Letícia Bertagna, Luana Fonseca Damásio, Luciana Grizoti, Marcela Antunes, Odinaldo Costa, Patricia Chiava, Rafael Adorján, René Gaertner, Rodrigo Torres do Nascimento, Samara Viana de Oliveira, Tato Teixeira, Thábata Castro Roberto, Thaís Rocha e Violeta Pavão.

"Planos de Contingência" fica em cartaz na Galeria Candido Portinari de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, até dia 5 de maio. O endereço é Rua São Francisco Xavier, 524, campus Maracanã da Uerj.


UERJ/SR-3/DECULT/COEXPA apresentam:
Exposição "Planos de Contingência"
Inauguração: 24 de abril de 2017, às 14h
Visitação: até 5 de maio de 2017, das 10h às 18h
Local: Galeria Candido Portinari
Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã – Rio de Janeiro
Informações: (21) 2334-0114
ENTRADA FRANCA

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25 de abr de 2017

Show "Dois Robertos em Seresta - Roberto Seresteiro convida Roberto Luna", que será realizado na próxima quinta-feira, dia 27 de abril, às 19h, no Auditório do BNDES, dentro da programação "Quintas no BNDES", com entrada gratuita.

Show "Dois Robertos em Seresta - Roberto Seresteiro convida Roberto Luna", que será realizado na próxima quinta-feira, dia 27 de abril, às 19h, no Auditório do BNDES, dentro da programação "Quintas no BNDES", com entrada gratuita.

O show representa um legítimo encontro de gerações no palco: o jovem piracicabano Roberto Seresteiro (33 anos) e o veterano cantor Roberto Luna (88 anos).

O conjunto regional que os acompanha é formado por alguns dos maiores músicos radicados no Rio de Janeiro: João Camarero (violão), Julião Pinheiro (violão), Yuri Reis (cavaco), Antonio Rocha (flauta), Fernando Leitzke (acordeom/piano) e Bidu Campeche (pandeiro).

O repertório reúne serestas, sambas-canções, tangos, boleros, choros, sambas e gêneros afins, de diversos compostores brasileiros, como Herivelto Martins, Noel Rosa, Cyro Monteiro, Cândido das Neves, Silvio Caldas, João de Barro, dentre outros.

Um desses encontros raros e emocionantes que só a música brasileira proporciona!

SHOW: DOIS ROBERTOS EM SERESTA - Roberto Seresteiro convida Roberto Luna
: Auditório - Espaço Cultural BNDES
Endereço: Av, Chile, 100 – Centro – Rio de Janeiro/ RJ
Entrada gratuita
(Próximo ao metrô Carioca)

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Oficina gratuita de teatro com João Miguel e Cristina Moura. Dias 2, 3 e 4 de maio, de 14h às 17h

Oficina gratuita de teatro com João Miguel e Cristina Moura.
Dias 2, 3 e 4 de maio, de 14h às 17h, no Polo Experimental de Convivência, Educação e Cultura
No Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea  - Estrada Rodrigues Caldas, 3400 Taquara - Jacarepaguá

Inscrições no local, dias 25 e 26 de abril, de 10h às 16h.

Vagas limitadas!!! (20 participantes)
Informações: 21 3432-2402

Ministério da Cultura

apresenta

uma ação do Projeto Bispo

O ator João Miguel, em circulação nacional com o espetáculo 'Bispo' e a diretora Cristina Moura realizam oficina gratuita de teatro
dias 2, 3 e 4 de maio no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea.

A proposta da oficina é trabalhar jogos e dinâmicas de criação e investigação que tenham como frente a memória e a palavra.

Como ponto de partida e estímulo serão usados trechos do 'Livro sobre O Nada' de Manoel de Barros, suas possibilidades imagéticas e seus desdobramentos poéticos.

Ferramentas diversas serão visitadas: aquecimento físico, exercícios de espacialidade, caminhos da memória, princípios do trabalho de palhaço, princípios do trabalho de Healling, exercícios sensoriais e o casamento e combinação de todos esses durante os dias de oficina.

Em exercícios simples e lúdicos os participantes serão levados a explorar suas formas de expressão e a investigar corpo e espaço.

O objetivo da oficina é simples, através desses estímulos, trabalhar a complementariedade das diferenças, dentro da dinâmica proposta e de como o grupo interage.

Quando

dias 2, 3 e 4 de maio (terça, quarta e quinta), das 14h às 17h.

Onde

No Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea

Polo Experimental de Convivência, Educação e Cultura

Estrada Rodrigues Caldas, 3400

Taquara - Jacarepaguá

Capacidade

20 participantes

Público alvo

Jovens e adultos interessados em teatro, atores ou não, residentes na região da Barra e Jacarepaguá – Rio de Janeiro

Inscrições

Dias 25 e 26 de abril (terça e quarta), das 10h às 16h, no Polo Experimental de Convivência, Educação e Cultura.

Vagas limitadas!!


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“Frida Kahlo, a deusa tehuana” é um monólogo livremente inspirado no diário e na obra da pintora mexicana, que desconstrói o mito para apresentar uma Frida mais humana, bem diferente da figura pop e ícone gay na qual foi transformada no mundo inteiro. De 6 a 28 de maio, no Centro Cultural Parque das Ruínas, em Santa Teresa.

“Frida Kahlo, a deusa tehuana” é um monólogo livremente inspirado no diário e na obra da pintora mexicana, que desconstrói o mito para apresentar uma Frida mais humana, bem diferente da figura pop e ícone gay na qual foi transformada no mundo inteiro. De 6 a 28 de maio, no Centro Cultural Parque das Ruínas, em Santa Teresa.

Alguns artistas ultrapassaram a popularidade adquirida com seu trabalho e tornaram-se sua melhor arte. Frida Kahlo pintou sua própria face um sem número de vezes no corpo de uma obra intensamente auto-referenciada. Teatralizou a sua própria existência, foi a expressão maior de luta e superação mesmo trazendo consigo as maiores dores – físicas e existenciais. No lugar do luto, vestiu-se de cores.

Com direção de Luiz Antonio Rocha e atuação de Rose Germano, o monólogo “Frida Kahlo, a deusa tehuana” é livremente inspirado no diário e na obra da pintora mexicana, fragmentos da vida e do pensamento de uma mulher à frente do seu tempo. Nesta encenação, diretor e atriz desconstruíram o mito, construindo uma Frida humana, bem diferente da figura pop na qual foi transformada pela grande mídia no mundo inteiro. Por onde passou o espetáculo obteve grande sucesso de público e crítica, além do reconhecimento internacional com destaque no principal Jornal do México “El Universal” e na TV Mexicana.

“Conocida internacionalmente sobre todo por su rol de pintora, Frida Kahlo acaso adquiere su dimensión más humana al ser representada en un notable monólogo por Rose Germano, actriz brasileña que la encarna en la obra “Frida, la diosa tehuana”, éxito de cartelera en esta ciudad.” (trecho da reportagem do jornal El Universal - https://youtu.be/spqxinbTTks)

A montagem do espetáculo foi longa e incluiu uma viagem de Rose e Luiz Antônio ao México, visitando a cidade do México, Oaxaca, Teothihuacan, na qual encontraram a Frida que queriam montar. A pintora que transformou a dor em arte estava despida para dar vida à deusa tehuana.

“Tudo o que é óbvio sobre Frida, eu excluí da dramaturgia. Queria justamente algo que não estivesse nos registros oficiais da história, que mergulhasse no sentimento mais profundo de uma mulher que queria ser mãe e não conseguiu, que era frágil e, ao mesmo tempo, forte e determinada. Colocamos o inédito, o que as pessoas sequer imaginam, como a sua relação com os médicos e a descoberta da colecionadora de arte Dolores Olmedo”, adianta Luiz Antonio Rocha.

A peça abre com o prólogo de Dolores Olmedo Patiño, marchand que possui a maior coleção de Frida Kahlo e Diego Rivera no mundo. Responsável por preservar e difundir o acervo do casal. Dolores e Frida nunca foram amigas; duas mulheres apaixonadas pelo mesmo homem, uma colecionadora de arte, a outra a expressão da própria arte.

Ao falar sobre o que a inspirou a viver Frida Kahlo no teatro, Rose comenta que “há uma similaridade entre as culturas mexicana e brasileira, especificamente a nordestina, em que estão as minhas raízes. Sou de Riacho do Meio, uma cidadezinha do interior da Paraíba. Foi aí que me inspirei, nesse povo guerreiro, nas histórias de mulheres cheias de vida e coragem.” E sobre porque reviver Frida hoje, Rose diz que “a importância de reviver essa história está na autenticidade da mulher à frente do nosso tempo. Frida é a desmedida das coisas, está fora dos padrões estabelecidos. Viver Frida é encarar a vida e a morte com a mesma grandeza.”

A peça volta em cartaz com uma novidade, o diretor resolveu incluir uma nova cena com a carta que Frida escreveu ao presidente do México, uma crítica ferrenha que vai de encontro com o momento atual: “Há uma coisa que não está escrito em nenhum código; é a consciência cultural de um povo. A consciência cultural de um povo, senhor presidente, não permite que a Capela Sistina de Michelangelo seja transformada num prédio de apartamentos, que a Grande Esfinge do Egito seja demolida para construção de uma praça pública, que a Pirâmide do Sol, erguida pelos Maias, seja adulterada e transformada num mosaico de pedras(...) Sei que a lei não garante como deveria a propriedade artística de ninguém, ela é e sempre foi flexível(...)”

Em cena, Rose Germano é acompanhada pelo músico Eduardo Torres, que toca violão e realejo.

O título do espetáculo é uma referência de uma mulher à frente do seu tempo

Enquanto as mulheres de seu tempo seguiam as tendências europeias, Frida optou por um traje essencialmente mexicano. Exaltando a sua cultura, vestia-se de Tehuana, traje típico da região de Istmo de Tehuantepec no México, local onde as mulheres indígenas dominaram o mercado, lutando pela igualdade de direitos com os homens. Frida Kahlo adotava o vestido tradicional de Tehuana como uma declaração de solidariedade com estas mulheres. Sua luta e  autenticidade a tornou um mito em todo o mundo.

Todas as peças que compõem o figurino do espetáculo são autênticas, compradas em antiquários e artesãos indígenas da cidade de Oaxaca.

Trilogia Corpo e Espírito
“Frida Kahlo, a deusa tehuana” é a primeira parte da trilogia Corpo e Espírito na pesquisa que Luiz Antônio Rocha vem desenvolvendo sobre o sagrado na arte. Os dois monólogos seguintes serão sobre os pintores Francis Bacon (A mutilação do corpo) e Kandinsky (O espiritual na arte).

Ficha Técnica

Dramaturgia: Luiz Antonio Rocha e Rose Germano
Encenação: Luiz Antonio Rocha
Atuação: Rose Germano
Músico: Eduardo Torres
Iluminação: Aurélio de Simoni
Cenário, Figurinos e Direção de Arte: Eduardo Albini
Trilha Sonora: Marcio Tinoco
Direção de Movimento: Norberto Presta
Operador de Luz e Som: Alexandre Holcim
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos: Renato Mangolin e Carlos Cabéra
Realização: Espaço Cênico Produções Artísticas
Sinopse

Monólogo livremente inspirado na artista mexicana Frida Kahlo, fragmentos da vida e do pensamento de uma mulher à frente do seu tempo. O espetáculo desconstrói o mito, construindo uma Frida humana, bem diferente da figura pop na qual foi transformada.

Serviço

“Frida Kahlo, a deusa tehuana”
Centro Cultural Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa, Rio de Janeiro. Tel.: (21) 2215-0621
Temporada: 6 a 28 de Maio. Sábado às 19:30h e Domingo às 19h.
Ingresso: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Gênero: Drama
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos




Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - Produção e Promoções de Eventos Culturais agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram

20 de abr de 2017

Programação para a criançada! Contação de história “O Caminho de Buda” e Oficina de Origami, dia 22/04 no Parque das Ruínas, em Santa Teresa

A contação de história “O Caminho de Buda” aborda, em cinco episódios, a vida de Sidarta Gautama: o nascimento, a infância, a juventude, a descoberta dos quatro sinais e a saída do palácio em busca da sabedoria. Sidarta nasceu há 2,6 mil anos, 563 anos A.C, em Lumbini, fronteira entre a Índia e o Nepal. Era filho único do Rei Suddhodana e da rainha Maya, do reino de Kapilavastu. O príncipe renuncia o trono aos 29 anos e se liberta do luxo e da riqueza do palácio.
O conteúdo da história do príncipe Sidarta é atual, com suas reflexões, suas inquietações e sua busca para a transformação. Os recursos cênicos utilizados são tapete e bonecos lúdicos, criados e produzidos pelo grupo, que busca apresentar a dramaticidade das cenas com alegria e comicidade, para tornar a contação um momento prazeroso ao público presente.
Atividade paralela - Oficina origami
Quinze minutos antes da sessão, o grupo realizará, com o público, uma breve oficina com manuseio fácil da técnica de origami.
Participantes: até 15 pessoas
Duração: 15 minutos

SERVIÇO
“O Caminho de Buda”
Texto e direção: Élida Candido
Elenco: Grupo Tecendo Contos (Élida Cândido e Valéria Gonçalves)
Direção Musical: Roni Valk


Sinopse:
A contação de história apresenta a vida do príncipe Sidarta Gautama, que nasceu há mais de 2 mil anos na fronteira entre a Índia e o Nepal. Acostumado ao ambiente do castelo e à superproteção de seu pai, no dia que conhece o mundo, para além dos muros, se depara com morte e doença. Decidido a abandonar o conforto em busca de respostas sobre o sentido da vida, tornou-se Buda.
No dia, haverá oficina de origami 15 minutos antes da sessão.
Duração: 40 min

Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa, Rio de Janeiro. (21) 2215-0621
Sáb. às 11h
Livre. Recomendado acima de 6 anos.
R$ 30,00 (inteiro), (meia entrada conforme legislação vigente)
R$ 10,00 (Família com crianças; Público participante da oficina de  origami)
                  Descontos promocionais na página MAMI do facebook
Única apresentação: dia 22 de abril
Realização MAMI - Movimento Artístico e Musical para a Infância
Malamalenga”
Marcelo Serralva e Banda.

Malamalenga
Descrição: Show do Músico Marcelo Serralva e banda Malamalenga, basicamente de músicas autorais de conteúdo músico educativo, resgatando o lúdico e apresentando às crianças a conscientização ambiental, valores e princípios, o respeito às diferenças e inclusão, de uma forma dinâmica, interativa e divertida. Marcelo Serralva é criador da Turminha do Tio Marcelo e do blog Musiqueducando.
Ficha Técnica: Marcelo Serralva (Voz, violão e multi instrumentos), Dan Gonçalves (Mandolim, ukulele, violões e voz), Brina Ribeiro (Voz), Rodrigo Peres (Percussão e voz), Cíntia Sant´Anna (Produção Cênica), Rodrigo Bouillet (Produção de Vídeo), Celso Costa (Técnico de som).
Duração: 60 min
CMRMC – Centro Municipal de Referência da Música Carioca
Av. Conde de Bonfim, 824, Tijuca, Rio de Janeiro. (21) 32383831
Dom. às 16h
R$ 20,00 (Inteira)
R$ 10,00 (meia entrada conforme legislação vigente)
Crianças de até 02 anos não pagam
Única apresentação: dia 23 de abril
Realização MAMI - Movimento Artístico e Musical para a Infância

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