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Arte e Cultura

Agenda Cultural RJ
Divulgação de Eventos Culturais

•Prestamos serviços de colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. 

•Divulgação de mídia Online. 

Roteiro de Divulgação estrategicamente elaborado para atingir seu público-alvo. ( livrarias, Cafés, centros culturais, universidades, restaurantes, teatros, escolas de música, dança, cinema, teatro...)

Temos uma equipe qualificada para divulgar seu evento, não só colar cartazes e distribuir filipetas. 

Relatório completo COM FOTOS, entregue durante o andamento da divulgação. 
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Divulgação em pontos fixos(Zona sul e Centro).

Colagem e Distribuição de Material:

-FILIPETAS
-CARTAZES 
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Divulgação de Mídia Online:
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A mais de 10 anos anos divulgando Exposições, Teatro, Oficina, Palestras, Cursos, Shows e Lançamentos de Livros, por intermédio de produtoras com projetos aprovados pela Caixa Cultural , Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural da Justiça Federal, Centro Cultural dos Correios, e Teatros da Zona Sul e Centro do RJ.
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Emitimos NF.
entre em contato, 

Gabriele Nery
Produtora Cultural
(21)996769323 / whatsapp

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Rio Esporte Arte 2018: Rio de Janeiro ganha três murais de arte urbana

Segunda edição do projeto cultural pintou edifícios de hospitais do INCA, totalizando oito painéis na cidade




Entre outubro e novembro, o Rio de Janeiro, uma das capitais mundiais do graffiti, ganhou mais três murais de arte urbana em seu horizonte. É quando aconteceu a segunda edição do Rio Esporte Arte, iniciativa lançada nos jogos Rio 2016, época em que foram pintados cinco murais sobre esportes olímpicos. Desta vez, as obras serão feitas em empenas cegas de hospitais do Instituto Nacional do Câncer (INCA), com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Ancar Ivanhoe, uma das maiores empresas de shopping centers do país, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS. Os artistas Lidia Viber, Mateu Velasco e Nicolau Mello escolheram os temas ciclismo e canoagem.

- Este ano, são quase quase mil metros quadrados de arte inseridos no cotidiano de milhares de cidadãos, no centro da cidade. Escolhemos esportes que simbolizam qualidade de vida e movimento, seja na ciclovia ou no mar e lagoas na cidade. A nossa proposta é revitalizar espaços públicos e fomentar a arte carioca - explica Gabriel Durán, produtor e idealizador do Rio Esporte Arte junto com o artista Nicolau Mello - Em apenas dois anos, vamos deixar para moradores e visitantes um total de oito pinturas muralistas. E queremos fazer mais.

É estimado o uso de aproximadamente 500 latas de spray e mais de 200 litros de tinta em todo o projeto. Lídia Viber fará a primeira pintura, de 232 metros quadrados, no Hospital do Câncer II (Rua Equador, 831 - Santo Cristo). Na sequência, Nicolau Mello pinta a empena de 378 metros quadrados do Hospital do Câncer I, que fica na Praça da Cruz Vermelha, 23 - Lapa. Finalizando o projeto, Mateu Velasco pinta outra empena do HCII.

- As pinturas muralistas, principalmente em hospitais, além de alegrarem o entorno, podem ser muito motivadoras, provocando a reflexão e até uma melhoria no ânimo e na disposição das pessoas que por ali transitam, sejam pacientes ou não. Por isso, apostamos nessa parceria do Rio Esporte Arte com o INCA - explica Marise Mentzingen, analista de comunicação do INCA.

Estreante no projeto, a artista mineira Lídia Viber criou uma ilustração que transmitisse paz, liberdade e interação com o meio do ambiente através da canoagem.

- Na canoa, pintei uma mulher negra navegando de olhos fechados, desfrutando a natureza, sentindo-se bem com ela mesma. A água é representada por pequenos vitrais, pedacinhos de vidro que são frágeis e ao mesmo tempo perigosos - explica a artista - A canoagem, uma prática milenar, uma herança indígena, é uma metáfora dessa mulher que navega serena e firme por todas as águas.

Projeto cultural oferece três oficinas de arte urbana gratuitas

Em paralelo à pintura dos murais, o Rio Esporte Arte promove aulas gratuitas de graffiti, stencil e ilustração para 75 jovens, com João Burle Bives, Luis Otavio Madruga e Pandro Nobã. As oficinas de dois dias de duração, cada, têm como objetivo estimular a arte urbana e capacitar profissionais para o futuro, apresentando novas possibilidades de trabalho na área da cultura.

Os encontros acontecem no mês de outubro no Plantando o Amanhã, na sede da Rede Cruzada, no, no Shopping Nova América, em Del Castilho. O Plantando o Amanhã é o projeto social do centro comercial da Ancar Ivanhoe sob gestão da ONG Rede Cruzada. Ao todo, projeto já atendeu mais de 7 mil pessoas, entre crianças e adultos.

- Acreditamos que podemos transformar a vida de adultos e crianças com arte e cultura. Esse é o nosso objetivo: tornar sonhos em realidade. Ficamos muito felizes em encontrar parceiros que compartilham da mesma crença e valores que os da Ancar Ivanhoe - diz Diego Marcondes, gerente nacional de marketing da Ancar Ivanhoe.

Sobre a primeira edição do Rio Esporte Arte


De julho a agosto de 2016, período em que cidade do Rio de Janeiro estava voltada os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o Rio Esporte Arte pintou cinco empenas de prédios, formando um corredor cultural interligando Lapa, Centro, Região Portuária e Tijuca. Ao todo, foram quase 2 mil metros quadrados grafitados por Bruno Big, João Nitcho, Mateu Velasco, Nicolau Mello e Thiago Molon— um dos maiores projetos de arte urbana do Rio. Ciclismo, vela, natação, salto ornamental e basquete paralímpico foram os esportes representados nos tons dos aros olímpicos.

Os artistas

Lídia Viber

Nascida em Belo Horizonte, Lídia teve seu primeiro contato com a Arte Urbana aos 16 anos. Desde então, dedica-se a aperfeiçoar sua arte através da experimentação. A artista desenvolve seus personagens não só em muros das mais diversas proporções como também em outras linguagens artísticas. Entre elas, a aquarela, pintura a óleo, ilustração digital e, mais recentemente, a tatuagem.
Mais infos: www.facebook.com/lidiaviber

Mateu Velasco

Nasceu em Nova Iorque, mas desde pequeno vive no Rio de Janeiro, onde se formou em Desenho Industrial. Suas ilustrações e grafites, com estilo crítico e conceitual, podem ser encontrados pelos muros e galerias do Rio, São Paulo, Porto Alegre, Paris, Lisboa

e EUA. Mais infos: www.mateu-velasco.com

Nicolau Mello

Carioca, artista e designer gráfico, trabalhou como assistente de arte no cinema e criou um forte vínculo com a cenografia. Vínculo este que se manifesta intensamente em suas criações. Ao ver a cidade como arte, trabalha em sua pintura, composições de cores e movimentos que em sua maioria são vistas da cidade em que vive. Desde 2012, atua no seu próprio estúdio com direção de criação, pintura, design gráfico e xilogravura. Em 2016 foi incluído no Louis Vuitton City Guide Rio de Janeiro, descrito como referência na cena do graffiti carioca.


Mais infos: www.nicolaumello.com / www.estudiotey.com


Rio Esporte Arte 2018

#RioEsporteArte

Site: www.rioesportearte.comInstagram: @rioesportearte

Facebook: www.facebook.com/rioesportearte

Youtube: http://bit.ly/YoutubeRioEsporteArte
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FILE

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica traz a exposição “DISRUPTIVA” ao Rio de Janeiro
Mostra recebeu mais de 300 mil visitantes em Brasília e Belo Horizonte, e agora chega ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) da capital fluminense

DISRUPTIVA se destaca pela ruptura no modo tradicional de apreciação das obras, possibilitando comportamentos inéditos ao público – os visitantes podem tocar, balançar, deitar e interagir com as obras;

A exposição é gratuita e reúne instalações interativas, games e animações internacionais, tudo com classificação indicativa livre;


De 13 de abril a 04 de junho de 2018




Rio de Janeiro, março de 2018 – Você poderá ter a sensação de estar no núcleo de um furacão, ser embalado a vácuo ou até balançar em um mundo de realidade mista – real e virtual. Estas são apenas algumas das experiências que o público do Rio de Janeiro vai vivenciar na exposiçãoDISRUPTIVA, iniciativa do FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – que acontece gratuitamente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), de 13 de abril a 04 de junho de 2018.

Com curadoria de Paula Perissinotto e Ricardo Barreto a exposição reúne mais de 120 obras, de instalações totalmente imersivas a videogames e animações. A curadoria de animações é de Raquel Fukuda. O patrocínio é do Banco do Brasil.

"Essa parceria possibilita que o público do CCBB Rio interaja de uma nova forma com a arte. Estamos na era digital, e poder usar os artefatos que a tecnologia oferece para imergir, literalmente, nas obras de arte, é algo curioso e inovador”, comenta Marcelo Fernandes, Gerente Geral do CCBB."

As obras transportam o público para um mundo inédito de novas percepções: Nemo Observatorium, de Lawrence Malstaf (Bélgica), convida o visitante para experimentar a sensação de estar no centro de um furacão. Em um grande cilindro transparente, o participante toma assento em uma cadeira e comanda, por meio de um botão, o sistema do furacão simulado. É uma experiência única para quem está dentro do cilindro, e um espetáculo para quem assiste de fora. Physical Mind, de Teun Vonk (Holanda), convida o visitante a deitar-se entre dois objetos infláveis, que os erguem do chão e os pressionam suavemente, sugerindo a vivência do estado de stress e de alívio.

Artista do Rio de Janeiro integra a exposição

A carioca Celina Portella, que vive e trabalha no Rio de Janeiro, explora as fronteiras da representação virtual com o mundo real na obraVídeo-Boleba, que provoca os visitantes com bolinhas de gude que surgem de um vídeo.

Há ainda obras que abordam a relação entre movimento real e digital; movimento físico e sonoro. Em Swing (Alemanha), de Christin Marczinzik e Thi Binh Minh Nguyen, o público senta em um balanço usando óculos 3D, e a intensidade do balançar aciona animações na realidade virtual, as quais levam o visitante para um voo em um mundo de fantasia.

A interatividade também é destaque em nove instalações que sugerem a imersão digital, selfies misturados, a emoção real e virtual. Em KAGE-table, do coletivo japonês plaplax, sombras computadorizadas projetadas numa mesa ganham vida e adquirem movimentos de acordo com a interação do público. Até as sombras dos próprios espectadores, ao serem projetadas na mesa, integram a experiência.

A exposição também oferece a possibilidade de jogar e experimentar trabalhos realizados para plataformas de realidade virtual (VR) com dispositivo ótico. Um dos destaques é Dear Angelica, filme ilustrado à mão que leva o público a navegar entre desenhos numa narrativa espetacular das memórias de uma adolescente. Também chama a atenção Bound, um jogo estético que usa PlayStation 4 e realidade virtual, no qual o visitante controla uma princesa bailarina enquanto ela percorre desconstruindo ambientes surreais e oníricos.

DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva” traz ao público do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria inédita com o CCBB, uma amostra de como os artistas estão produzindo obras no atual contexto, proporcionando a imersão em novas tecnologias, interação com as novas mídias e produções artísticas que dialogam com a vivência compartilhada do mundo contemporâneo.

Sobre o FILE – O FILE é uma iniciativa cultural que viabiliza reflexões sobre as principais questões do universo eletrônico-digital desde o ano 2000, consolidando o Brasil como um dos protagonistas dessas discussões na comunidade internacional. O projeto pioneiro nasceu em São Paulo, capitaneado por Paula Perissinotto e Ricardo Barreto, e já exibiu trabalhos de artistas de 48 países a públicos de todas as idades em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, São Luís e Vitória. Desde a virada deste milênio, o festival tem conseguido aproximar os mais diversos públicos de obras de arte, debates e pesquisas que utilizam a tecnologia como suporte ou como inspiração. Por meio de uma apurada seleção de encontros, oficinas, exposições coletivas e publicações o FILE fomenta não só o acesso às criações artísticas contemporâneas, mas a produção de criações estéticas a partir de experiências tecnológicas. É considerado o maior evento do gênero na América Latina.
SERVIÇO

FILE – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
DISRUPTIVA – A arte eletrônica na época disruptiva
Abertura: 13 de abril de 2018
Período da exposição: de 13 de abril a 04 de junho de 2018
Entrada gratuita
CCBB Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Quarta-feira a segunda-feira, das 9h às 21h
Informações: www.bb.com.br/cultura
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA
Livre
CURADORIA
Ricardo Barreto e Paula Perissinotto
PATROCÍNIO
Banco do Brasil

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George Iso mostra pinturas abstratas na Galeria Patricia Costa

Depois de seis anos sem expor na cidade, artista apresenta 12 telas de 10 a 28 de abril

Há seis anos sem expor no Rio de Janeiro, George Iso apresenta a exposição Pinturas Abstratas, de 10 a 28 de abril, na Galeria Patricia Costa, em Copacabana. O artista mostra ao público 12 telas em grandes formatos, impregnadas pelas cores e texturas de cidades como Rio, Londres, Barcelona, Paris, Estocolmo e Washington, onde viveu nas últimas décadas.

Para George Iso, seu trabalho é o resultado de uma procura sem fim. Do azul suave e aquoso de Blues and Jazz ao vermelho vibrante deRed Square, ou o cinza de Urban Traps, sua palheta é convocada a acalmar ou provocar os observadores que viajam pelas telas. Sem se afastar do abstracionismo em 30 anos de carreira, o artista considera seu embate cotidiano com a pintura como um ato de amor e resistência cultural.

“Me deparo com o branco da tela e sinto o vazio e o prazer do espaço e da matéria. Ritual que não se repete porque a pintura abstrata foge a todo controle, cada tela tem sua vida própria, camadas de tinta que se sobrepõem criando a contradição da urbanidade, a ilusão do infinito. De parar o relógio ou dobrar uma esquina, ir e voltar. Como numa relação amorosa”, explica o artista, que em 2019 fará mais uma individual na Caféothèque de Paris.

Depois de duas décadas sem publicar, Iso aproveita a noite de abertura da exposição para lançar seu quinto livro, Paris não é uma festa. A obra tem orelha escrita pelo amigo Fernando Gabeira e contracapa de Alan Riding, correspondente do New York Times em Paris por mais de 20 anos. George Iso é autor também de Anti-inefável, Fragmentos no prato, Ironia e Rio-Paris-Stockholm.

Sobre o artista - George Iso nasceu no Rio de Janeiro, em 1948. Começou a pintar em 1968, sob forte influência do Expressionismo abstrato norte americano, quando estava na faculdade de Arquitetura. Desde então, vem se dedicando às artes plásticas com mais de 60 exposições, individuais e coletivas, realizadas em diferentes países.Sua primeira exposição foi em 1984 na Galeria Saramenha, na Gávea.

Nos últimos cinco anos participou de individuais na Picasso Gallery, em Washington, na Beatrix Roads, em Buenos Aires, e na Galerie Evi Gougenheim, em Paris.

Serviço
George Iso – Pinturas Abstratas
Abertura: 10 de abril, às 19h
Local: Galeria Patricia Costa – Av. Atlântica, 4240, loja 226, Copacabana.
Telefone: (21) 2227-6929.
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 11h às 19h. Sábados, das 12h às 18h.
Período da mostra: 11 a 28 de abril de 2018

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