FESTA "LA MEZCLA", DIA 8 DE JUNHO Dia 08 de junho vai rolar muuuuuita mistura latina em Ipanema!

FESTA "LA MEZCLA", DIA 8 DE JUNHO



Dia 08 de junho vai rolar muuuuuita mistura latina em Ipanema!

Para inaugurar a 1ª Edição da LA MEZCLA, os Dj´s Floro e Gerard comandam a pista com sets de ♫ REGGAETON, ♫ CUMBIA, ♫ BACHATA e uma pitada especial de ♫ SALSA!

Nos intervalos, Dj Marcelo Brasil faz um tour musical pelos melhores repertórios brasileiros! Samba, hip hop, rap, funk, eletrônico e muito mais!

Ah! E tem mais!
- Dose dupla de caipirinha até às 22h!
- Aniversariante e acompanhante não pagam!
- Aniversariante com 20 presenças confirmadas na lista ganha 01 jarra de drink nacional.

Coloque seu nome no mural do evento e ganhe desconto!

Para lista de aniversário, envie para lamezcla.afesta@gmail.com

Cola com a gente, porque essa mistura vai dar o que falar! ;)

#lamezcla #afesta #bar48

Nomes na lista (mural do evento):
- Até às 21h: R$15
- Das 21h às 23h: R$20

- SEM nome na lista ou após às 23h: R$25

Lista de aniversariante: R$15 a noite toda

Local:
Bar 48 (Rua Teixeira de Melo, 48 - Ipanema)


Mais informações:
(21) 97655-7512 - Rebeca
(21) 99267-1881 - Victor
lamezcla.afesta@gmail.com

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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA MAIS DE 500 AUTORES NA MAIOR EXPOSIÇÃO DE POESIA DO BRASIL Poesia agora traz obras de poetas contemporâneos vivos em instalações que reúnem linguagens multiartísticas e muita interatividade

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA MAIS DE 500 AUTORES NA MAIOR EXPOSIÇÃO DE POESIA DO BRASIL

Poesia agora traz obras de poetas contemporâneos vivos em instalações que reúnem linguagens multiartísticas e muita interatividade

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro reúne, no dia 10 de junho (sábado), às 16h, personagens de destaque da cena poética local e de outros estados no grande sarau de abertura da exposição Poesia agora. A mostra exibe trabalhos dos principais poetas em atividade no Brasil, fazendo um mapeamento do cenário da poesia contemporânea nacional, além de inspirar o público a criar seus próprios versos. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal e fica em cartaz até 6 de agosto.

Com curadoria de Lucas Viriato, criador do jornal de literatura Plástico Bolha, a exposição traz uma coletânea do trabalho de mais de 500 poetas brasileiros e estrangeiros, entre textos, livros, vídeos, fotos, registros sonoros e saraus. A ideia é abrir espaço para o trabalho de poetas em atividade que, apesar de serem pouco conhecidos, possuem uma produção relevante.

A criatividade, porém, não se limita ao talento dos escritores: instalações dinâmicas e instigantes, criadas pelo premiado cenógrafo mineiro André Cortez, agradam os mais diferentes públicos. “A mostra tem diversas camadas e atrai tanto quem quer conhecer a fundo a variedade da produção poética contemporânea quanto quem quer fazer um passeio leve e diferente”, explica o curador Lucas Viriato.

A exposição Poesia agora é um desdobramento do trabalho de edição feito por Lucas no Plástico Bolha, desde 2006. Fruto de um projeto universitário no departamento de Letras da PUC Rio, a publicação se tornou um dos mais respeitados jornais literários do país. A ideia de fazer uma mostra com base nesse trabalho nasceu quando o diretor do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo), Antonio Carlos Sartini, conheceu o jornal. Juntos, eles montaram uma grande exposição que atraiu cerca de 200 mil pessoas ao museu em 2015. Em 2017, a Caixa Econômica Federal assumiu o patrocínio do projeto, que, após ficar em cartaz na CAIXA Cultural Salvador de 14 de março a 27 de maio, chega agora ao Rio de Janeiro.



Poesia viva:

Ao todo, são seis alas com obras em exposição, sendo algumas especialmente preparadas para a participação ativa do público. Assim, a mostra não só aproxima o leitor do poeta como também, por vezes, mescla esses papéis.

No Escriptorium, cercado de portas iluminadas com projeções de poemas, está uma grande mesa com 50 livros – cada um com uma palavra impressa na lombada. Ao empilhar de forma diferente os livros, o visitante poderá montar sua própria poesia a partir da combinação dessas palavras. Dentro de cada livro, estão apresentados oito poemas, somando o total de 400 trabalhos de diferentes autores. As demais páginas estão em branco e o visitante pode registrar sua poesia ali, lado a lado com a dos melhores poetas.

Em outra ala, o público é convidado a participar de um desafio: escrever um poema sem utilizar uma das vogais. Os poemas mais criativos serão impressos em formato lambe-lambe e expostos na mostra. Assim, a exposição vai sendo modificada ao longo do tempo, subvertendo a ideia de que uma mostra literária apresenta somente obras antigas e já consagradas.

A exposição Poesia agora é um desdobramento do trabalho de edição feito por Lucas no Plástico Bolha, desde 2006. Fruto de um projeto universitário no departamento de Letras da PUC Rio, a publicação se tornou um dos mais respeitados jornais literários do país. A ideia de fazer uma mostra com base nesse trabalho nasceu quando o diretor do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo), Antonio Carlos Sartini, conheceu o jornal. Juntos, eles montaram uma grande exposição que atraiu cerca de 200 mil pessoas ao museu em 2015. Em 2017, a Caixa Econômica Federal assumiu o patrocínio do projeto, que, após ficar em cartaz na CAIXA Cultural Salvador de 14 de março a 27 de maio, chega agora ao Rio de Janeiro.


O espaço Poesia de rua também tem grande apelo entre os visitantes. Se, nas demais salas, as portas eram iluminadas, agora elas parecem tapumes e muros da cidade. E, dessa vez, o público age como curador, selecionando as melhores poesias e pichações por meio de fotos tiradas por ele mesmo em sua cidade. As fotos poderão ser enviadas através do e-mail participepoesiaagora@gmail.com ou postadas nas redes socias em modo público com a hashtag #PoesiaAgora. As melhores imagens serão selecionadas e exibidas ao longo da exposição.  



Serviço:
Poesia Agora

Entrada Franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Sarau de abertura: 10 de junho de 2017, às 16h

Visitação: de 11 de junho a 6 de agosto de 2017

Horários: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h

Classificação Indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal



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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA MOSTRA DE CINEMA GREGO CONTEMPORÂNEO Programação com 12 filmes terá a presença do filósofo grego Theofanis Tasis em debate com o público


CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA MOSTRA DE CINEMA GREGO CONTEMPORÂNEO

Programação com 12 filmes terá a presença do filósofo grego Theofanis Tasis em debate com o público



De 06 a 18 de junho (terça-feira a domingo), a CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta a mostra Cinema Grego Contemporâneo - Memórias da Crise, que exibirá 12 filmes realizados entre 2009 e 2016. Com curadoria de João Juarez Guimarães, Diana Iliescu e Anna Karinne Ballalai, o evento traz algumas das mais representativas produções da chamadaGreek Weird Wave (“Estranha onda grega”, em tradução literal). O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.


Em meio à crise econômica que afeta a Grécia, emergiu uma nova “onda” de filmes, cujo olhar revela uma realidade que a crítica especializada, incapaz de definir seus contornos, contentou-se em chamá-la de “estranha”. Com efeito, são obras estranhas com personagens grotescos, em meio a situações bizarras e artificiais.

A seleção de filmes apresenta diversos destaques. Ganhador do Prêmio Un certain Regard, no Festival de Cannes de 2009, e indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2010, Dente Canino de Giorgios Lanthimos (2009) é, certamente, o filme mais aclamado da mostra. Narra a história de jovens que, excessivamente protegidos pelos pais, nunca tiveram contato com o mundo exterior. O filme será exibido nos dias 06 e 18 de junho.

SAIBA MAIS


Programação:

06 de junho (terça-feira)

17h – Alpes (2011), de Giorgos Lanthimos, 93 min, 18 anos

19h10 - Dente Canino (2009), de Giorgios Lanthimos, 94 min, 18 anos

07 de junho (quarta-feira)

17h - Academia de Platão (2009), de Filippos Tsitos, 103 min, 14 anos

19h - Os Sentimentalistas (2016), Nikso Triantafillidis, 100 min, 18 anos

08 de junho (quinta-feira)

16h – Xenia (2014), de Panos H. Koutras, 128 min, 18 anos

19h10 - Juventude Desperdiçada (2011), de Argyris Papadimitropoulos, 98 min, 16 anos

09 de junho (sexta-feira)

16h30 - Miss Violence (2013), de Alexandros Avranas, 99 min, 18 anos

18h30 - Meu País (2010), de Syllas Tzoumerkas, 107 min, 16 anos

10 de junho (sábado)

16h – Tungstênio (2011), de Giorgos Georgopoulos, 100 min, 16 anos

18h - Garoto que come alpiste (2012), de Ektoras Lygizos, 80 min, 16 anos






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"ANTÔNIO, Caminhos de Luz" - A força iconográfica da vida de Santo Antônio de Pádua e de Lisboa nos leva ao encontro do que mais sagrado existe no ser humano, o amor.

ANTÔNIO,
Caminhos de Luz


A força iconográfica da vida de Santo Antônio de Pádua e de Lisboa nos leva ao encontro do que mais sagrado existe no ser humano, o amor. O amor ao próximo, a comunhão com a natureza e o desapego pelas coisas materiais nos inspiram no exercício da construção de um mundo melhor. Antônio foi notável intelectual da Idade Média. Dedicou-se às artes, filosofia e ciência. Foi autor de grande coletânea, obras consideradas tesouros da Literatura e da História Universal. Abandonou um futuro promissor no exército da corte portuguesa, a boa condição financeira e o prestígio de sua família para por fim se tornar um frade franciscano, pregando apaixonadamente mensagens de amor e realizando milagres por onde passava.

O espetáculo “Antônio, Caminhos de Luz” que estreia dia 13 de junho às 20h na Sala Baden Powell em copacabana, data festiva dedicada ao santo, é pontuado por elementos do teatro de animação. Em uma linguagem lúdica atores contracenam com bonecos e os adereços compõem momentos de poesia, sob a trilha sonora original criada pelo maestro João Omar de Carvalho Mello. Por vezes intimista por vezes cômico, ou por vezes dramático, Antônio é um espetáculo sensível que encanta a todas as idades. A iluminação é assinada por Bruno Henrique Caverninha, Figurinos por Almir França e visagismo por Diego Nardes. O espetáculo também conta com áudio do ator Marcos Breda interpretando São Francisco de Assis, em memorável encontro entre os dois santos. No elenco estão André Farias como Antônio, Daniel Terra, Adriano Siqueira, Sidney Guedes, e Déborah Cecília, sob texto e direção de Victória Vieira. O espetáculo estreia terça-feira dia 13 de junho às 20 horas, e segue em temporada aos sábados e domingos em horário alternativo, às 15 horas, até o dia 02 de julho na Sala Baden Powell em Copacabana.

Serviço:

O quê: Antônio, Caminhos de Luz espetáculo teatral adulto.

Onde: Sala Baden Powell. Av. Nossa Senhora de Copacabana 360.

Quando: Estréia 13 de junho às 20 horas, terça-feira, dia de Santo Antônio.

Sábados e Domingos, horário alternativo às 15 horas. De 17 de junho a 01 de julho.

Quanto: Ingressos populares, Inteira: R$ 40,00. Meia entrada R$ 20,00.

Classificação Livre.

Duração aproximada: 80 minutos.

Créditos de Fotos: Leo Miguel.


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"ALICES" - Idealizada pela atriz Mitzi Evelyn, que divide a cena com Carolina Stofella, a peça tem direção de Leo Gama, em cartaz no Teatro de Leblon, até dia 28 de junho


A PARTIR DE TEXTO INÉDITO DE JARBAS CAPUSSO FILHO, "ALICES"

Idealizada pela atriz Mitzi Evelyn, que divide a cena com Carolina Stofella, a peça tem direção de Leo Gama 

O encontro inesperado de duas mulheres desperta suas memórias e relatos de violências sofridas em seus relacionamentos. Inédito no Rio, Alices foi escrito por Jarbas Capusso Filho e inspirou a montagem homônima que tem direção de Leo Gama. A partir do texto original e relatos das atrizes Mitzi Evelyn e Carolina Stofella, o espetáculo traz à tona o debate sobre a violência e impunidade contra as mulheres no Brasil. A estreia será no dia 16 de maio, no Teatro Leblon. A temporada terças e quartas, às 21h, até 28 de junho. 




SERVIÇO | ALICES 

Em cartaz até dia 28 de junho.

Terças e quartas, às 21h.

Teatro do Leblon - sala Marília Pêra (Rua Conde de Bernadote, 26 - Leblon)

Preço: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Informações: (21) 2529-7700

Capacidade: 408 lugares

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Gênero: Drama




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“A Cabaça da Existência” Espetáculo do grupo “Artêros”, inspirado no livro Igbadu, terá temporada carioca em junho no Teatro Casa de Baco, na Lapa

“A Cabaça da Existência”


Espetáculo do grupo “Artêros”, inspirado no livro Igbadu, terá temporada carioca em junho no Teatro Casa de Baco, na Lapa

O Grupo de teatro “Artêros”, de Angra dos Reis, está em contagem regressiva para a estreia no palco do teatro Casa de Baco, no próximo dia 6 de junho. O espetáculo “A Cabaça da Existência”, Indicado no ano passado ao prêmio FITA 2016, como destaque especial do júri técnico pelo trabalho de pesquisa, expressão corporal e percussão, estará todas as segundas e terças-feiras de junho na Lapa.






A indicação ao prêmio na FITA foi um dos estopins para a decisão da trupe de levar o espetáculo para a capital. E esta decisão, segundo os números do evento lançado nas redes sociais, tem sido muito bem recebida pelo público. Em uma semana são mais de 40 mil envolvimentos com as publicações do grupo.

Inspirado no livro Igbadu – A Cabaça da Existência, de Adilson de Oxalá, o espetáculo desenvolve um enredo cheio de significações: Olorún - O Senhor supremo do universo resolveu acabar com o ócio reinante em Orún (o céu) e decidiu criar um mundo habitado por seres em tudo semelhantes a ele. Para o empreendimento, convocou todos os orixás e sob o comando de Obatalá, seu primogênito, ordenou que partissem para criar Ayê (a terra). As cenas são permeadas de danças e as narrativas apresentam de forma lúdica a história dos orixás para criação do universo segundo a cultura Ioruba.



As crenças africanas têm um número expressivo de adeptos no Brasil. Orixás como Olorum, Obatalá e Ododuá são encenados de forma impactante pelos atores. A trilha percussiva é um diferencial no espetáculo e conta com críticas positivas. A peça tem como objetivo a valorização e o resgate da cultura afro, abordando questões que fazem reflexões sobre a tolerância religiosa, o empoderamento feminino, o não preconceito e o respeito a todos os seres e crenças.


Serviço

Espetáculo: “A CABAÇA DA EXISTÊNCIA”

Todas as segundas e terças-feiras de junho às 19:30h (06 / 12 e 13 / 19 e 20 / 26 e 27)

Classificação: 10 anos

Local: teatro Casa de Baco

Duração: 50 minutos

Endereço: – Rua da Lapa, 243 / Lapa - Rio de Janeiro

Informações: 21 3796-6191 / 21 995942785 / 24 99925-7705

Ingressos: www.sympla.com.br ou na bilheteria do teatro

Preços: R$40.00 – inteira / R$20.00 – meia / R$15.00 lista amiga


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“O Mambembe” estreia em junho no Teatro João Caetano Dirigido por Rubens Lima Junior, o espetáculo musical trará nomes no elenco como Leo Bahia e Bruno Boer (o Jaiminho de Rocky Story)


“O Mambembe” estreia em junho no Teatro João Caetano Dirigido por Rubens Lima Junior, o espetáculo musical trará nomes no elenco como Leo Bahia e Bruno Boer (o Jaiminho de Rocky Story) 



Após a bem-sucedida temporada na Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e a participação no FESTU (Festival Universitário de Teatro), “O Mambembe” reestreia no circuito profissional.
O espetáculo musical, dirigido por Rubens Lima Junior - diretor de sucessos como ‘Fascinante Gershwin’ e ‘The Book of Mormon’ - retorna repaginado, agora no Teatro João Caetano, a partir do dia 3 de junho, às 19h30. 

Com texto de Artur Azevedo e José Piza, e adptação de Alexandre Amorim, que assina as músicas ao lado de Guilherme Menezes, Gabriel Gravina e Guilherme Ashton, a peça conta a história de Laudelina (vivida por Roberta Monção e Giulianna Farias, alternantes), que sonha em ser atriz e acaba viajando com uma trupe mambembe, liderada por Frazão, protagonista interpretado por Leo Bahia. 

A montagem conta ainda com a participação do ator Bruno Boer, que atualmente estrela Jaiminho, na novela Rocky Story, da Rede Globo.



“O Mambembe” fica em cartaz em curta temporada, durante todo o mês de junho, de sexta a segunda. (**) Horários disponíveis no serviço abaixo. 

“Montar esse espetáculo no João Caetano, que nos últimos anos tem se voltado para apresentar musicais, é um grande prazer. Além de ser delicioso voltar pra esse teatro, após quatro anos, que montei lá um dos maiores sucessos da minha carreira, o The Book of Mormon”, afirma o diretor. 






A peça conta com as coreografias de Gabriel Demartine, que também assina como Diretor Residente, a Direção Musical de Guilherme Menezes, Direção de Arte e Cenografia de Cris de Lamare, Direção de Produção da Thayana Blois, os figurinos do Rick Barboza e visagismo do Vitor Martinez.

 Serviço:
Teatro João Caetano 
Endereço: Praça Tiradentes, s/n - Centro 
Estreia: 3 de junho **a peça fica em cartaz até o dia 26 de junho 
Horários: sextas, sábados e segundas, às 19h30 / Domingos, às 18h
Entrada: 40 reais (inteira)



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Exposição "EXTENSÕES" de Ana Cristina Ventura, de apenas 15 anos de idade, promete desvendar uma jovem artista Brasileira.




Exposição "EXTENSÕES" de  Ana Cristina Ventura, de apenas 15 anos de idade, promete desvendar uma jovem artista Brasileira.

De 2 a 30 de junho
Teatro Sesi Jacarapagua
Av. Geremário Dantas, 940 - Freguesia - RJ

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O Espetáculo: "CORES DA MARGEM" DA CIA L2C2 entra em cartaz dia 2 de junho no Teatro do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa.



O Espetáculo: "CORES DA MARGEM"  DA CIA L2C2 entra em cartaz dia 2 de junho no Teatro do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa.

Com 15 prêmios em seu currículo, o premiado espetáculo “Cores da Margem”, da Cia L2C2 – Teatro e Dança, volta aos palcos de 02 a 24 de junho de 2017, no Teatro do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, em Santa Teresa/RJ.




Através da encenação de “Cores da Margem”, a Cia propõe uma reflexão sobre a evolução do Homem, suas incongruências, escolhas e decisões, confrontando-o aos seus dilemas e conflitos, a sua busca incessante de tentar entender o mundo a sua volta, de dialogar com o meio ao qual interage, mesmo modificando-o, destruindo-o e recriando-o a sua maneira.

A margem, o limite do nosso eu e o outro, o desconhecido, o que está em camadas que não queremos entender e, simplesmente, o relevamos pelo nosso pré-conceito de sujeira no qual se inserem o abandono, a escassez e a falta de oportunidades.

Esse é o primeiro trabalho da Companhia, que pretende estabelecer como premissa, desse e de futuras criações, uma encenação simples, mas não simplória, sem muitos “apetrechos” cenográficos, de maneira que a interpretação possa envolver quem assiste em um lugar não artificial e onde o espectador seja visto como um ser pensante e capaz.

Encenar “Cores da Margem” demonstra a pesquisa desenvolvida pela Cia L2C2 na busca por um teatro que trate do SER e suas mazelas a partir de uma estética negra, utilizando suas danças, sua religiosidade e cultura, de tal forma que os detalhes do texto possam ser enriquecidos e valorizados, e a presença cênica/corporal do ator no contexto apresentado seja rico e diferenciado.

“Cores da Margem” propõe um diálogo entre o ator, atravessado de sua capacidade construtiva e emocional, e o expectador, atingido em sua capacidade reflexiva, trazendo a tona suas angustias e questionamentos diários. Para fazer isso a direção propõe uma quebra da quarta parede, onde o público é ouvinte de um Griot, ou um mendigo, um ser de passagem, que circula pelo planeta contando histórias vividas e vistas, e cobrando dos seus habitantes-ouvintes um repensar, um refletir, através de um olho no olho, sobre a vida.

Ele, o expectador, é trazido à cena para pensar, através de um diálogo muitas vezes doloroso, sobre os riscos que é viver e os agráveis que é o não viver. É o poder da oralidade sobre o mundo grafado, é a malandragem de sobreviver aos homens num mundo moralizado de pecados, um misto de capoeira, griot, ermitão, mendigo, cínico entumecido pelo suor das folhas.

Como criar essa atmosfera e trazer esse público para essa reflexão nesse lugar de passagem? Essa é criada a partir das folhas secas no chão, dos cheiros que preenchem o lugar da cena, do estar descalço do público, do senta-se no chão, da construção de cada personagem criado pelo ator.

Todos têm o direito a uma ação que leva consequentemente a uma reação. A música, ao vivo, dialoga com o texto e expressa, de maneira simples e melódica, a emoção de uma aproximação com a vivência daquele dia, daquele lugar, naquele momento presente, onde tudo é uma encruzilha, como a vida, senão poderá ser um erro, balizado pelo brilhante texto de Leonardo Dias, dirigido por Luiz Monteiro e emocionalmente interpretado Carlos Muttalla.

SAIBA MAIS


Ficha Técnica


Concepção: Carlos Muttalla

Texto: Leonardo Dias

Direção: Luiz Monteiro

Coreografia: Luiz Monteiro e Carlos Muttalla

Música: Leonardo Dias

Projeto de Luz: Gzus Lima Mijolas

Figurino (Concepção): Luiz Monteiro

Figurino (Confecção): Rubens Barbot

Visagismo: Luiz Monteiro

Supervisão Artística: Gatto Larsen

Fotografias: Valéria Martins e Wilton Montenegro

Designer Gráfico: Cezar Camboim

Web Designer: Valéria Martins

Produção: Márcia Gomes

Pesquisa Literária: Camila Sabino

Direção Geral: Luiz Monteiro



A Temporada:

Temporada: 02 a 25 de Junho

Dias: sextas, sábados e domingos.

Horário: Sextas e Sábados (às 19h) e domingo (às 18h)

Valor: R$ 20 (Inteira) e R$ 10,00 (Meia e lista amiga)

Local: TEATRO DO CENTRO CULTURAL LAURINDA SANTOS LOBO

Endereço: Rua Monte Alegre, 306 - Santa Teresa, Rio de Janeiro - RJ, 20240-193

Telefone: (21) 2215-0618

Horário de funcionamento: terça a domingo de 14h as 19h

Capacidade: 60 lugares

Classificação: 14 anos



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10 Luas Espetáculo de Renê Belmonte aborda as questões de relacionamentos, suas alegrias e angústias. Temporada: de 2 a 25 de junho no Teatro Cesgranrio.


10 Luas

Espetáculo de Renê Belmonte aborda as questões de relacionamentos, suas alegrias e angústias




Existe uma fórmula de sucesso para uma história de amor? Para Beto e Fabiana, um casal jovem e bonito em conflito, a resposta é não. Vivendo os altos e baixos de uma relação, eles se veem diante de um fato que vai mudar suas vidas. É com esse mote que o enredo de “10 Luas”, peça de Renê Belmonte, autor de “Seu eu Fosse Você 1 e 2” e “Assalto ao Banco Central”, começa. Depois do sucesso da primeira temporada na Casa de Cultura Laura Alvim, o espetáculo chega ao teatro Cesgranrio com novo cenário e formato de apresentação. 


No palco, as alegrias, as angústias e os questionamentos pertinentes à vida a dois são abordadas de forma realista, com boas pitadas dramáticas, e alinhavadas com lances de comédia que são conduzidos pelos personagens coadjuvantes. Tudo comandado sob o olhar atento dos diretores Camila Gama e Sandro Pomponet.



Estrelada por Bruna Alvin, Bruno Lamberg, Luciana Malavasi, Francine Flach e Lucca Pougy, “10 Luas” prova, com os diferentes pontos de vista e depoimentos honestos, a importância de entendermos quem somos e o que buscamos, levando o público a se identificar imediatamente. 


SERVIÇO:
Sinopse: em “10 Luas”, as crises do jovem casal resultam em novos caminhos e novas formas de amor. Num misto de euforia e indecisões, o riso é a válvula de escape e a graça acidental, assim como na vida real. 

Teatro Cesgranrio: Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido. 

Tel: 2103-9682

Horário: Sex, sáb e dom, às 20h

Valor: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Duração: 80 min

Classificação Etária: 12 anos

Reestreia: 2 de junho

Temporada: de 2 a 25 de junho


FICHA TÉCNICA:

Texto: Renê Belmonte

Direção: Camila Gama e Sandro Pamponet

Elenco: Bruna Alvin (Fabi), Lucca Pougy (Beto), Luciana Malavasi (Glória e Sandra), Bruno Lamberg (Décio, Ricardo e Davi) , Francine Flach (recepcionista e Tais)

Iluminação: Renato Machado

Cenário: Sandro Pamponet

Figurino: Camila Gama

Trilha Sonora: Sandro Pamponet

Fotógrafo: Ricardo Penna

Produção: Bruna Alvin e Luciana Malavasi

Realização: Fantasia Produções

Assessoria de Imprensa: Multifato Comunicação



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Confira!

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