Rio Esporte Arte 2018: Rio de Janeiro ganha três murais de arte urbana Segunda edição do projeto cultural pintou edifícios de hospitais do INCA, totalizando oito painéis na cidade

Rio Esporte Arte 2018: Rio de Janeiro ganha três murais de arte urbana

Segunda edição do projeto cultural pintou edifícios de hospitais do INCA, totalizando oito painéis na cidade



Entre outubro e novembro, o Rio de Janeiro, uma das capitais mundiais do graffiti, ganhou mais três murais de arte urbana em seu horizonte. É quando aconteceu a segunda edição do Rio Esporte Arte, iniciativa lançada nos jogos Rio 2016, época em que foram pintados cinco murais sobre esportes olímpicos. Desta vez, as obras serão feitas em empenas cegas de hospitais do Instituto Nacional do Câncer (INCA), com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Ancar Ivanhoe, uma das maiores empresas de shopping centers do país, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS. Os artistas Lidia Viber, Mateu Velasco e Nicolau Mello escolheram os temas ciclismo e canoagem.

- Este ano, são quase quase mil metros quadrados de arte inseridos no cotidiano de milhares de cidadãos, no centro da cidade. Escolhemos esportes que simbolizam qualidade de vida e movimento, seja na ciclovia ou no mar e lagoas na cidade. A nossa proposta é revitalizar espaços públicos e fomentar a arte carioca - explica Gabriel Durán, produtor e idealizador do Rio Esporte Arte junto com o artista Nicolau Mello - Em apenas dois anos, vamos deixar para moradores e visitantes um total de oito pinturas muralistas. E queremos fazer mais.

É estimado o uso de aproximadamente 500 latas de spray e mais de 200 litros de tinta em todo o projeto. Lídia Viber fará a primeira pintura, de 232 metros quadrados, no Hospital do Câncer II (Rua Equador, 831 - Santo Cristo). Na sequência, Nicolau Mello pinta a empena de 378 metros quadrados do Hospital do Câncer I, que fica na Praça da Cruz Vermelha, 23 - Lapa. Finalizando o projeto, Mateu Velasco pinta outra empena do HCII.

- As pinturas muralistas, principalmente em hospitais, além de alegrarem o entorno, podem ser muito motivadoras, provocando a reflexão e até uma melhoria no ânimo e na disposição das pessoas que por ali transitam, sejam pacientes ou não. Por isso, apostamos nessa parceria do Rio Esporte Arte com o INCA - explica Marise Mentzingen, analista de comunicação do INCA.

Estreante no projeto, a artista mineira Lídia Viber criou uma ilustração que transmitisse paz, liberdade e interação com o meio do ambiente através da canoagem.

- Na canoa, pintei uma mulher negra navegando de olhos fechados, desfrutando a natureza, sentindo-se bem com ela mesma. A água é representada por pequenos vitrais, pedacinhos de vidro que são frágeis e ao mesmo tempo perigosos - explica a artista - A canoagem, uma prática milenar, uma herança indígena, é uma metáfora dessa mulher que navega serena e firme por todas as águas.

Projeto cultural oferece três oficinas de arte urbana gratuitas

Em paralelo à pintura dos murais, o Rio Esporte Arte promove aulas gratuitas de graffiti, stencil e ilustração para 75 jovens, com João Burle Bives, Luis Otavio Madruga e Pandro Nobã. As oficinas de dois dias de duração, cada, têm como objetivo estimular a arte urbana e capacitar profissionais para o futuro, apresentando novas possibilidades de trabalho na área da cultura.

Os encontros acontecem no mês de outubro no Plantando o Amanhã, na sede da Rede Cruzada, no, no Shopping Nova América, em Del Castilho. O Plantando o Amanhã é o projeto social do centro comercial da Ancar Ivanhoe sob gestão da ONG Rede Cruzada. Ao todo, projeto já atendeu mais de 7 mil pessoas, entre crianças e adultos.

- Acreditamos que podemos transformar a vida de adultos e crianças com arte e cultura. Esse é o nosso objetivo: tornar sonhos em realidade. Ficamos muito felizes em encontrar parceiros que compartilham da mesma crença e valores que os da Ancar Ivanhoe - diz Diego Marcondes, gerente nacional de marketing da Ancar Ivanhoe.

Sobre a primeira edição do Rio Esporte Arte


De julho a agosto de 2016, período em que cidade do Rio de Janeiro estava voltada os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o Rio Esporte Arte pintou cinco empenas de prédios, formando um corredor cultural interligando Lapa, Centro, Região Portuária e Tijuca. Ao todo, foram quase 2 mil metros quadrados grafitados por Bruno Big, João Nitcho, Mateu Velasco, Nicolau Mello e Thiago Molon— um dos maiores projetos de arte urbana do Rio. Ciclismo, vela, natação, salto ornamental e basquete paralímpico foram os esportes representados nos tons dos aros olímpicos.

Os artistas

Lídia Viber

Nascida em Belo Horizonte, Lídia teve seu primeiro contato com a Arte Urbana aos 16 anos. Desde então, dedica-se a aperfeiçoar sua arte através da experimentação. A artista desenvolve seus personagens não só em muros das mais diversas proporções como também em outras linguagens artísticas. Entre elas, a aquarela, pintura a óleo, ilustração digital e, mais recentemente, a tatuagem.
Mais infos: www.facebook.com/lidiaviber

Mateu Velasco

Nasceu em Nova Iorque, mas desde pequeno vive no Rio de Janeiro, onde se formou em Desenho Industrial. Suas ilustrações e grafites, com estilo crítico e conceitual, podem ser encontrados pelos muros e galerias do Rio, São Paulo, Porto Alegre, Paris, Lisboa

e EUA. Mais infos: www.mateu-velasco.com

Nicolau Mello

Carioca, artista e designer gráfico, trabalhou como assistente de arte no cinema e criou um forte vínculo com a cenografia. Vínculo este que se manifesta intensamente em suas criações. Ao ver a cidade como arte, trabalha em sua pintura, composições de cores e movimentos que em sua maioria são vistas da cidade em que vive. Desde 2012, atua no seu próprio estúdio com direção de criação, pintura, design gráfico e xilogravura. Em 2016 foi incluído no Louis Vuitton City Guide Rio de Janeiro, descrito como referência na cena do graffiti carioca.


Mais infos: www.nicolaumello.com / www.estudiotey.com


Rio Esporte Arte 2018

#RioEsporteArte

Site: www.rioesportearte.comInstagram: @rioesportearte

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Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

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Center Shopping Rio recebe no mês da Consciência Negra a exposição #In África – Movimento de um continente”


Center Shopping Rio recebe no mês da Consciência Negra a exposição #In África – Movimento de um continente”

No mês da Consciência Negra, o Center Shopping Rio, em Jacarepaguá, recebe a exposição “#In África – Movimento de um continente”, de 1 a 30 de novembro, no Center Cultural (3° piso). Sob a curadoria do artista Herik Wooleefer, a mostra vai retratar as marcantes cores e os costumes da África, dando visibilidade e protagonismo a obra de arte negra que são raras, mostrando a sua variedade artística e cultural através da fotografia. A entrada é gratuita.

A mostra é uma construção de obras de arte com a simplicidade dos povos isolados do Leste, a garra dos canibais, a diversidade das comunidades tradicionais e todo luxo da metrópole africana, de corpo, alma e movimento. No espaço, o público poderá apreciar as obras dos seguintes artistas: Thiago Nunes, Allan Sampaio, Blínia Messias, Bru Hermenegildo, além do artista escultor convidado, Thiago Mathias. Destaque também para o artista africano convidado, Addoul-Ganiou Dermani.

Cada traço, cor ou forma que o artista Herik Wooleefer cria com base na sua pesquisa ao viajar pelo continente Africano são usados para dar vida à arte inserida em nosso cotidiano. Em suas raízes de inspiração, as encantadoras tradições africanas, que representam os usos e costumes das tribos com o abstracionistas por exaltar os sentimentos e emoções de uma forma não tão clara, em princípio, e naturalistas, pelo fato de animais e elementos da natureza serem primordiais na confecção dessa arte, que podemos encontrar nas tribos do vale do Omo, no leste da África.

As tribos utilizam elementos da natureza para a pintar o corpo como parte do cotidiano que possuem na sua região. Uma fabulosa paleta de cores que são extraídas de pedras em pó, barro, frutos e plantas e algumas tribos como - Afar, Éwés, Tuaregues, Tútsis entre outras encontradas na região, formando a base inspiradora dos Artistas que une as cores e tradições em uma única Arte, fundindo-se na fotografia.

A exposição dará espaço a estas incríveis obras de arte, para que o negro tenha a sua representatividade na História da Arte, construindo, assim, uma sociedade melhor para todos.

“Por ser o mês da Consciência Negra, esta é uma ótima oportunidade de mostrarmos a importância da cultura africana aos nossos clientes. E, com isso, valorizarmos cada vez mais todo os negros e o seu essencial papel na sociedade”, ressalta Aline Ferraz, Coordenadora de Marketing do Center Shopping Rio.

Serviço: Center Shopping Rio recebe no mês da Consciência Negra a exposição #In África – Movimento de um continente

Data: De 01 a 30 de novembro de 2018

Horário: De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 13h às 21h

Local: Center Cultural – 3° piso

Entrada: Gratuita

O Center Shopping Rio fica na Av. Geremário Dantas, 404 – Jacarepaguá – Rio de Janeiro/ RJ. Tel.: (21) 3312-5000.

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CIRCUITINHO - 5ª Edição do Circuitinho nos Jardins do Parque Lage. Com uma pegada cultural e muita diversão, se consagra o mais querido no Circuito de Feira Colaborativa Infantil.

CIRCUITINHO

5ª Edição do Circuitinho nos Jardins do Parque Lage. Com uma pegada cultural e muita diversão, se consagra o mais querido no Circuito de Feira Colaborativa Infantil.


Idealizado e produzido pelas irmãs Joana e Julia Mendes, do atelier “Lá na Ladeira” ( ), e pela empresária Tati Bonaparte Dorf, o Circuitinho é sucesso absoluto desde a sua primeira edição, e já contabiliza um público de aproximadamente 5 mil pessoas por final de semana. Desde a segunda edição, o evento se tornou beneficente, apoiando instituições como o Inca Voluntário.

O “Circuitinho” se consagra como o mais querido evento de recreação, cultura, moda e gastronomia para o universo infantil e chega à sua quinta edição nos dias 01 e 02 de Dezembro, sábado e domingo, das 12h às 20h, no Parque Lage, no Jardim Botânico. Mais uma vez, será um evento beneficente e parte da renda da entrada será em benefício do Parquinho Lage, que oferecerá bolsas a crianças carentes para cursos e oficinas de artes. O evento terá um ponto de arrecadação na entrada para doações em dinheiro (sugestão de 10,00 por adulto) e a doação será facultativa. Nesta edição o evento conta com a parceria da , que assumirá a área gastronômica. Temos ainda o apoio da empresa com suas lixeiras de papelão reciclado, a que será a responsável pela trilha musical do evento e o curso de inglês que está apoiando a Lona Cultural.

Nesta edição, os ateliês do Parquinho Lage abrirão suas portas e vão oferecer oficinas incríveis com professores renomados. As oficinas do parque são para um número limitado de crianças e o investimento é de R$ 50,00 por criança.

Além das oficinas oferecidas pelo Parquinho Lage, o evento contará com diversas outras oficinas que estarão reunidas em uma tenda bem divertida (slime, artes, carimbos, mãos de cera) e mais 6 tendas com 40 expositores de marcas de decoração, moda e acessórios. Além de todas essas atrações, muito relax e brincadeiras para a garotada e toda a família em um espaço super privilegiado no entorno do casarão. Tudo isso embalado por uma trilha sonora especial e exclusiva da , parceiro de todas as edições. Durante os dois dias do evento, os papais e mamães vão contar com o “Espaço Baby” criado pela empresa e um lounge gostoso e colorido. É muita diversão o DIA TODO!!! Vai ser uma edição INESQUECÍVEL!

Lona Cultural faz o diferencial do evento infantil e traz palestras, shows e oficinas gratuitas sobre educação, arte, alimentação e sustentabilidade.

A extensa programação gratuita da Lona Cultural promove a troca de conhecimento nas áreas de educação, arte, alimentação, sustentabilidade e música. Para esta edição, lançamento de livros sobre responsabilidade ambiental, shows de percussão com participação das crianças, interação com animais, oficina de culinária com o incrível Ateliê das Idéias,batucada com as crianças do Mini Bloco e muito mais!!! As atrações e oficinas da lona cultural são gratuitas e as inscrições são feitas no local com 1 hora de antecedência. Convidando as famílias para uma oficina super divertida, teremos o Coletivo Humano Possível, construindo junto com as crianças uma enorme teia colorida, onde, após o término da brincadeira, todos poderão interagir, colocando seus desejos em papéis coloridos, o que transforma tudo isso numa linda instalação. Obra de arte MESMO!!!


Na gastronomia, o Circuitinho traz um novo parceiro, a JUNTA LOCAL. As feiras da Junta são o ponto de encontro de uma comunidade que se mobiliza em torno da comida. O objetivo desse movimento tão bacana, é ocupar o espaço público de forma festiva em torno de um bem comum: a comida local e justa.

As feiras da Junta Local são uma oportunidade única para comer bem e conhecer os produtores que fazem parte da plataforma de aproximação e mudança do sistema alimentar proposta pelo projeto ( ), originado em agosto de 2014 em Botafogo. Nos dias 1 e 2 de dezembro mais de 40 pequenos produtores ocuparão (com muito cuidado para preservar o meio-ambiente) o Parque Lage, com enorme variedade de produtos, desde hortifruti orgânicos, pães e queijos artesanais, bebidas e comidas feitas com os melhores ingredientes locais e pensando em todas idades. Como parte da programação haverá, no domingo, uma série de oficinas de culinárias para crianças com o Ateliê das Ideias. Convidamos a todos a trazerem seus kits desperdício zero para curtir comida boa, loca e justa, moda e natureza nesta incrível feira.

Evento: CIRCUTINHO Dias: 01 e 02 de Dezembro de 2018 (sábado e domingo) Local: Parque Lage Jardim Botânico Horário: Das 12h às 20h @circuitinhorj : contato@lanaladeira.com.br 21 99806-4882 / 3489-5811 OBS IMPORTANTE: O EVENTO ACONTECERÁ MESMO EM CASO DE CHUVA. NÃO TEMOS ESTACIONAMENTO NO LOCAL.

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj
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TRAPICHE GAMBOA NOVEMBRO/2018







TRAPICHE GAMBOA

NOVEMBRO/2018


. QUARTA - 14/nov - 19h - CHORO DA GLÓRIA & JEQUITIBÁ DO SAMBA - couvert R$10

. QUINTAS - 01, 15 e 29/nov - 19h30 - GRUPO ZANZAR - couvert R$15 / lista amiga R$10

. QUINTAS - 08 e 22/nov - 19h30 - RAZÕES AFRICANAS - couvert R$25 / lista amiga R$20 . SEXTA - 09/nov - 19h - SAMBA DE GAFIEIRA COM ALAAN MONTEIRO - couvert R$10

. SEXTA - 16/nov - 19h - GRUPO CAVIUNA - couvert R$10

. SEXTA - 23/nov - 19h - TUCO PELLEGRINO & REZA A LENDA - couvert R$10 . SEXTA - 30/nov - 19h - ANA COSTA - couvert R$30 / lista amiga R$25 . SÁBADO - 10/nov - 19h - CHICO ALVES - couvert R$10 . SÁBADO - 17/nov - 19h - OS SETE CANTOS - couvert R$10 . SÁBADO - 24/nov - 19h - NÉZIO SIMÕES & convidados - aniversário - couvert R$25 / lista amiga R$20


- QUINTAS-FEIRAS 08 e 22/nov, às 19h30

Tradicional roda de jongo, samba, maracatu e ijexás do grupo "RAZÕES AFRICANAS"

Composto pelas cantoras Lazir Sinval, Deli Monteiro e Luiza Marmello (também integrantes do consagrado grupo “Jongo da Serrinha” ao lado da Tia Maria do Jongo), músicos de mão cheia (Anderson Vilmar, Marcelo Mattos e Leo Careca – percussão, Rafael do Cavaco e Fabio Pereira – harmonia) e tambores que já guardam história, o grupo Razões Africanas garante há alguns anos as já tradicionais e contagiantes noites de quinta do Trapiche Gamboa.


Eles promovem uma roda com muito jongo, ijexás, samba, maracatu e canções em língua africana, realizando um resgate e valorização da nossa cultura. É um encontro de vozes, sons e energias que vibram em torno do legado da Mãe África à nossa terra, carregado de encantamento e umbigada! Todos são convidados a entrar na roda e se emocionar também, como costuma acontecer.

Couvert: R$25 (lista amiga: R$20). Livre. A casa abre às 18h30.

- SEXTA-FEIRA, 09/nov, às 19h


Samba de Gafieira com o instrumentista ALAAN MONTEIRO

Em abril o multi-instrumentista lançou no Trapiche Gamboa o projeto Samba de Gafieira, em que interpreta, junto a exímios músicos, as obras das carreiras de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, João Nogueira, João Bosco, Tom Jobim, Baden Powell, Dorival Caymmi, Vinicius de Morais, Geraldo Pereira, Geraldo Azevedo, Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Cartola e Noel Rosa, entre tantos outros em uma rica mistura de ritmos que conquistam e agradam a todos os que gostam de dançar em uma boa roda de samba e MPB. Em edições passadas recebeu os cantores João Cavalcanti, Iracema Monteiro, Júlio Estrela e Rodrigo (Biro) Carvalho (fundador e ex integrante do grupo Galocantô).

Filho do compositor Wanderley Monteiro e da cantora Iracema Monteiro, intérpretes do bom e velho samba, Alaan Monteiro com apenas 26 anos de idade aparece como uma nova promessa da música brasileira e já é admirado e reconhecido pelos músicos das boas rodas da cidade. Aos dez anos de idade teve os primeiros contatos com o cavaquinho. De lá pra cá, passou pelo violão e bandolim, e com esses instrumentos já acompanhou diversos artistas da nata do nosso samba, como Wilson Moreira, Monarco, Ataulfo Alves Jr., Dona Ivone Lara, Martinho da Vila e Diogo Nogueira. Mesmo tendo como interesse principal o bandolim, Alaan Monteiro sempre cantou, inicialmente fazendo voz de coro nos shows. Aos poucos, foi ganhando gosto e se apresentando nas casas de samba do Rio de Janeiro e em outras diversas casas pelo Brasil. Em seu Samba de Gafieira, é quem canta este diversificado repertório.

Os músicos que acompanham o anfitrião são: Alexandre Caldi e Anderson Ferraz (sopros), Gabriel de Aquino (guitarra), Marfa Kourakina (baixo), André Manhães e Bruno Gamba (percussão).

Couvert artístico: R$10. 18 anos. A casa abre às 18h.

- SÁBADO, 10/nov, às 19h

Roda de samba do CHICO ALVES

Chico Alves é um capixaba radicado no Rio de Janeiro, que vem se aprimorando como compositor e cantor de samba e se destacando cada vez mais nas rodas da cidade, por cantar um repertório bem animado de sambas de roda, "sambas de raiz", de partido alto e os seus autorais já conhecidos nos sambas de rua da cidade. Comandando ou dando "canja", ele anima os sambistas com os seus versos de "Caninana" (Marco Pinheiro/Chico Alves), "Mau perdedor" (Fernando Brandão/Chico Alves) e “Berço de sereia” (Chico Alves/Daniel Scisinio), entre outros em parceria com Toninho Geraes, Toninho Nascimento, Ivor Lancelloti, Zorba Devagar e Marco Pinheiro, entre outros.

Em 2017, no Trapiche lançou o seu primeiro CD solo e autoral "Pra Yayá Rodar a Saia" (produzido por músicos da cena musical niteroiense e com as participações de Carlinhos 7 Cordas, Marcio Hulk, Dirceu Leite, Dudu Oliveira, Sidão Santo e Eron Lima, por exemplo) e também fez as honras no "Dia Nacional do samba", em 02 de dezembro. Em janeiro de 2018, dia do padroeiro do Rio de Janeiro, São Sebastião, recebeu como convidado o cantor e percussionista Gabriel Azevedo (Casuarina). Deste então, está com a sua roda na programação da casa com frequência.

O "Samba do Peixe" na Rua do Ouvidor (ao lado de Gallotti, Tiago Prata, Toninho Nascimento), o "Samba do Castelo" e os eventos da Livraria Al Farabi e da Livraria Folha Seca são alguns dos lugares onde o compositor e cantor vem fortalecendo, com simpatia e talento de bamba, o seu público e séquito de fãs. O CD autoral -- assim como a sua roda -- traz um apanhado dos seus 20 anos de composição, com letras que evidenciam a sua versatilidade como letrista, sendo muitas já gravadas por outros cantores (como Leila Pinheiro, Guinga, Áurea Martins, Toninho Geraes, Simone Lial, Quarteto em Cy) e algumas já exaltadas pelo público. Chico Alves também já cantou nos grupos "Unha de Gato" e "Sambalangandã", este que por mais de cinco anos conquistou a admiração e fidelidade de muitos cariocas no bairro de Santa Teresa.

Couvert artístico: R$10. 18 anos. A casa abre às 18h.

- QUARTA-FEIRA 14/nov, às 19h30

Samba e choro com os grupos Choro da Glória & Jequitibá do Samba

Na véspera do feriado da Proclamação da República, o Trapiche Gamboa realiza duas rodas, em uma dobradinha especial pros amantes da música brasileira, com os grupos Choro da Glória & Jequitibá do Samba. O Choro da Glória toca garbosamente os clássicos do gênero, alternados com suas composições próprias, entre os muitos improvisos característicos das rodas do gênero. O Jequitibá do Samba faz uma "roda de samba de responsa", em que todos tocam e cantam os muitos sambas tradicionais, desde os primeiros compostos, passando pelos da década de 30, pelos sambas-enredo, pelas obras-primas (mesmo as pouco exploradas) dos grandes compositores, como Nelson Cavaquinh

o, Noel Rosa, Cartola, Candeia, Zé Kéti, Mauro Duarte, Paulinho da Viola iPaulo César Pinheiro, até chegarem aos sambas autorais dos integrantes (quase todos compõem e já gravaram em CDs) e de compositores contemporâneos.
Eles convidam todos a proclamar a liberdade e celebrar a música brasileira.

CHORO DA GLÓRIA
O Choro da Glória é um grupo instrumental do Rio de Janeiro dedicado ao Choro. Criado em 2015 com a formação de um time fixo de músicos, teve origem na roda que acontecia semanalmente desde 2014 na Rua Benjamin Constant 104, no boêmio bairro da Glória, de maneira informal e motivada pela vontade dos músicos Lucas Porto e Diego Terra de reunir-se com os amigos para tocar o gênero.

De lá para cá, o grupo seguiu com a roda quase ininterruptamente, se aproximando das 200 edições, e recebendo músicos e o aumento exponencial de espectadores (do mundo todo). Em 2016 lançou o show, o "Choro da Glória – Inéditas", no qual apresentava o seu lado mais criativo e cujo repertório deu origem em 2017 ao CD "Choro da Glória" -- álbum de estreia do grupo, com temas e arranjos inéditos de Lucas Porto e Bernardo Diniz. Com este trabalho e trajetória, o grupo contribui com a continuidade e renovação do mais antigo gênero urbano de nosso país.

Integrantes:Anderson Balbueno - pandeiro, Bernardo Diniz - cavaco, Diego Terra - sax, Lucas Porto - violão 7 cordas, Pedro Barros - violão 6 cordas, e Rodrigo Milek - clarinete.
JEQUITIBÁ DO SAMBA

Criado em 2010, o Jequitibá do Samba é formado por jovens músicos atuantes nas rodas de samba e choro de tradicionais casas (como o Trapiche Gamboa, o Carioca da Gema e a Casa do Choro), entre outras formações, como o "Samba da Ouvidor". Diferencia-se dos demais grupos por ter como característica marcante um repertório de sambas tradicionais de todas as épocas, como os inesquecíveis da década de 1930 do Estácio, passando pelos sambas das primeiras Escolas do Rio, pelas obras-primas (mesmo as pouco exploradas) dos grandes compositores e enaltecendo também os sambas de roda e os sambas autorais dos integrantes.

A sonoridade, fruto do trabalho cuidadoso de cada componente, o entrosamento de anos entre eles e a liberdade para todos cantarem, além de tocarem, também são notáveis na formação.

Entre 2010 e 2016, o grupo "marcou época" com sua roda mensal, aos domingos, na Ilha de Paquetá, e por quase um ano, desde setembro de 2017 até este outubro, fizeram sucesso com sua roda quinzenal no Catete, onde receberam ilustres convidados (Pedro Amorim, Eduardo Gallotti, Elisa Addor, Nina Wirtti, Glória Bomfim, Marcos Sacramento, Paulão 7 Cordas, Áurea Martins, Ana Costa e Pedro Miranda) e deliciosas canjas (Paulão 7 Cordas, Moyseis Marques, Makley Matos, Chico Alves, Suzana Dal Poz, Simone Franco e Anderson Vaz, o bandolinista Luis Barcelos e o cavaquinista e cantor Leonardo Pereira).

Integrantes: Anderson Balbueno: Percussão e voz, Bidu Campeche: Percussão, Iuri Bittar: Violão 6 cordas e voz, Jeferson Scott: Percussão e voz, Julião Pinheiro: Violão 7 cordas e voz, e Ronaldo Gonçalves: Cavaquinho e voz.
Couvert artístico: R$10. 18 anos. A casa abre às 18h.

- QUINTAS-FEIRAS 01, 15 e 29/nov, às 19h30
Roda de samba e jongo do Grupo Zanzar - participação especia da cantora LU FOGAÇA
Com treze anos de existência, o Zanzar é um grupo artístico formado por músicos e brincantes que tocam e dançam as linguagens das culturas populares tradicionais brasileiras: coco, jongo, carimbó, cavalo-marinho, maracatu, cirandas e frevo, entre outros. Apresentou-se pela primeira vez no Trapiche Gamboa em setembro e retorna em três quintas-feiras de novembro com a sua roda, sendo um bom programa para cariocas e turistas que apreciam conhecer a cultura popular brasileira. Na quinta 15, feriado da República, recebe como convidada especial a cantora Lú Fogaça.
O Zanzar apresenta-se em diversos espaços do Rio de Janeiro, tendo participando de diversos eventos como o “V Festival de Folclore Brasileiro”, no CCBB, e o “Viradão Cultural Carioca”, ambos em 2011, e a temporada “Hoje é dia de Roda” na Sala Baden Powell, em 2012. Atualmente, tem realizado rodas de coco abertas e gratuitas mensalmente nos Arcos da Lapa e outras intervenções e espaços do Rio de Janeiro. Desde 2009 é responsável pela abertura do “Arraiá do Circo com Geraldo Azevedo” e realiza a “Oficina de Danças Populares” semanalmente no Circo Voador, dentro das atividades da ELA (Escola Livre de Artes). Em 2012, foi selecionado pelo “Edital de Concurso para Seleção de Projetos de Oficinas Culturais e Artísticas”, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (SMC), através do qual ministrou oficinas em diversos espaços da cidade, como as Vilas Olímpicas da Mangueira e da Maré, e Espaços Culturais como o Centro Cultural Municipal Parque das Ruinas e o Centro Cultural Calouste Gulbenkian. Foi criado e é dirigido por Lais Bernardes, professora, dançarina e coreógrafa formada pela Escola Angel Vianna (RJ), pós-graduada em Dança (UFBA / FAV), licenciada em Educação Física pela UFRJ, pesquisadora de Culturas Populares brasileiras e mestre em Memória Social pela UFRJ.

Couvert: R$15 (lista amiga: R$10). Livre. A casa abre às 18h30.

PROMOÇÕES:

*Aniversariantes da semana com ID (+ um convidado) não pagam.

Sobre a casa "Trapiche Gamboa":


Situado no berço do samba, na Gamboa, entre a Pedra do Sal, a Ladeira do Valongo e o Largo da Prainha, entre o centro da cidade e o bairro da Saúde, o Trapiche Gamboa é um grande sobrado do século XIX (1857) e foi inaugurado como casa de shows em 2004. Ele se tornou um refúgio para o samba de roda (a mais autêntica forma de música brasileira) e consagrou-se como uma das maiores, mais bonitas e aprazíveis casas (de samba) da cidade. Importantes sambistas já passaram por lá e exímios músicos da nova safra do samba do Rio de Janeiro frequentemente realizam as magistrais rodas da casa.
Quem é do samba ou quer conhecê-lo melhor e mais de perto, seja carioca ou turista, deve visitar o Trapiche Gamboa, endereço de uma boa combinação de petiscos e de roda de samba como a dos antigos terreiros.
Classificação da casa: durante a semana: livre com responsável | sextas e sábados: 18 anos.

Abertura da casa: quintas: 18h30 | sextas e sábados: 18h.

Horários dos shows: quintas: 19h30 | sextas e sábados: 19h.

Aceita cartões de crédito e débito.

Faz reservas de mesas (tels.: 2516 0868).

Capacidade: 250 pessoas.

--

Rua Sacadura Cabral, 155 - Gamboa (próximo à Praça Mauá, entre a Pça. Mauá e o Hospital dos Servidores)

Tels.: 2516-0868 / 2233 9276

www.trapichegamboa.com

Facebook: https://www.facebook.com/trapichegamboa?fref=ts

Instagram: http://instagram.com/trapichegamboarj/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCV0bChwM5Ba9L_SIblPxbVQ

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj


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CONCERTOS DE EVA | LINDA BUSTANI Casa Museu Eva Klabin - Rio de Janeiro, RJ 22 de novembro de 2018, 20h-21h


CONCERTOS DE EVA | LINDA BUSTANI Casa Museu Eva Klabin - Rio de Janeiro, RJ
22 de novembro de 2018, 20h-21h



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Ingressos

Meia - Acima de 60 anos e estudantes
R$ 25,00 (+ R$ 2,50 taxa)
Pague em até 12x
Vendas até 22/11/2018 0
Inteira
R$ 50,00 (+ R$ 5,00 taxa)
Pague em até 12x
Vendas até 22/11/2018

Descrição do evento

LINDA BUSTANI (piano)

22 DE NOVEMBRO 20H

VISITA MEDIADA A CASA MUSEU 18:30H

Programa (DENTRO DE UMA CAIXA, PARA DAR DESTAQUE)

Programa

EDINO KRIEGER - 1928 Chacona ao Luar

RONALDO MIRANDA - 1948 Suíte nº 3 [Alegro, Allegretto, Lento, Allegro gracioso]

FRÉDÉRIC CHOPIN 1810-1849 Nocturne op. 27 nº 2

Barcarolle op. 60

Prelúdio op. 28 nº 24

Scherzo op. 39 nº 3

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL | 23 de novembro às 17h

Palestra com o compositor Ronaldo Miranda sobre sua trajetória. Entrada Gratuita. Sujeito à Lotação.

INGRESSOS: R$ 50,00 INTEIRA | R$ 25,00 MEIA* (ACIMA DE 60 ANOS E ESTUDANTES)

*Necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada ou do desconto no acesso ao evento.

PROGRAMAÇÃO E PRODUÇÃO: NENEM KRIEGER

ORGANIZAÇÃO: MARCIO DOCTORS

Casa Museu Eva Klabin

Av. Epitácio Pessoa, 2480 | Lagoa | rj | tel (21) 3202-8550

cultura@evaklabin.org.br | www.evaklabin.org.br

Visitação: terça a domingo, das 14 às 18 h.

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estratégicos. Divulgação de Midia Online. (21)996769323 / whatsapp #agendaculturalrj

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Ex-baixista do Ramones, CJ Ramone capitaneia noite punk no Teatro Odisséia Véspera de feriado na Lapa contará com nomes da cena nacional.

Ex-baixista do Ramones, CJ Ramone capitaneia noite punk no Teatro Odisséia



Véspera de feriado na Lapa contará com nomes da cena nacional.

CJ Ramone, ex-baixista dos Ramones, é um verdadeiro apaixonado pelo Brasil e seus ensandecidos fãs da América do Sul. Tal paixão vai ganhar a Lapa no dia 14/11, véspera de feriado. A partir das 19h30, o Teatro Odisséia vai contar com shows de diversas bandas da cena nacional e do músico americano. Os ingressos variam entre R$88 e R$176 reais.
Christopher Joseph Ward foi escolhido para substituir Dee Dee, o lendário baixista dos Ramones, em 1989, e ficou até o fim da banda em 1996. Com o grupo, e já usando nome de CJ Ramone, lançou os álbuns Loco Live (1991), Mondo Bizarro (1992), Acid Eaters (1994) e Adios Amigos (1995). O setlist do show passará pelos seus álbuns-solo "Reconquista", "Last Chance to Dance" e "American Beauty" e finalizando com os maiores clássicos dos Ramones.

Além disso, a programação contará com shows de mais 5 grupos da cena punk nacional em uma noite imperdível para fãs do gênero. Do Rio, a clássica Pacto Social; de São Paulo, Filhos do Inácio e Situation Nine. Fechando o line up, as bandas mineiras Dops e Spirit.

O Teatro Odisséia está localizado em um dos principais pontos da Lapa e é uma das casas mais importantes do bairro boêmio. Com programação que abrange vários estilos, o local conta com capacidade para 600 pessoas. O espaço possui dois andares e duas pistas simultâneas, além de um mezanino. A casa fica na Avenida Mem de Sá, nº 66.

Serviço
CJ Ramone
Data: 14/11/2018 (quarta)
Horário: 19h30
Local: Teatro Odisséia
Endereço: Avenida Mem de Sá, 66 - Lapa/RJ
Ingressos antecipados exclusivamente no Sympla)
R$ 88 (até 14/11 ou na portaria do Teatro Odisseia após 19h)
R$ 176 (ingresso sem desconto)
Classificação: 18 anos

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Espetáculo faz curta temporada em novembro, no Teatro Gláucio Gill



Espetáculo faz curta temporada em novembro, no Teatro Gláucio Gill

Escrita há quase 50 anos, no ápice da repressão e da censura pela ditadura militar no Brasil, a peça O Abajur Lilás, de Plínio Marcos (1935-1999), ganha nova montagem, idealizada pelas atrizes Anna Paula Borges e Chris Mello e por Hugo Ayres. Com estreia no dia 14 de novembro, no Teatro Gláucio Gill, o espetáculo cumpre curtíssima temporada até 29 de novembro, sempre às quartas e quintas. Com patrocínio obtido por meio da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura, e apoio da Funarj, o projeto tem realização de Filomena Mancuzo.

Com uma linguagem naturalista e visceral, a peça teatral, que só foi liberada pela Censura uma década depois de ter sido escrita, retrata a amarga realidade de personagens marginalizadas e apresenta um universo de violência e opressão onde prostitutas são submetidas aos abusos de um inescrupuloso dono do prostíbulo e seu violento capataz. Um ambiente onde os jogos de poder e os conflitos de interesses podem reduzir o valor da vida a menos que um abajur lilás.

“O Abajur lilás é um texto de resistência e não poderia haver momento mais propício para montá-lo. É uma linguagem sem muitos rodeios, fria, porém poética. Os ideais dos personagens e a maneira como vivem são transparentes como a vida: cruel, gananciosa e frágil”, define Anna Paula Borges. "Montar Plínio Marcos é ratificar que somos seres humanos, independentemente de credo ou cor. Os desejos, as palavras e os pensamentos atravessam os personagens e imitam a vida. Ou a vida imita a arte? Salve Plínio!”, completa Chris Mello.

A montagem dirigida por Nello Marreze propõe uma aproximação entre o público e a linguagem de Plínio Marcos, transformando o espectador em um elemento ativo dentro do espetáculo ao romper a distância entre plateia e cena. Em uma linguagem atual, que retrata o 'submundo' da sociedade brasileira, a encenação busca aprofundar a relação do espectador com este universo, um mundo no qual cada palavra, cada ação, pode ser fatal. Personagens comuns do povo brasileiro, em um ambiente onde a vida parece não ter valor algum.

“Com a proximidade, o público é convidado a entrar em contato com o universo de um quarto de prostíbulo, onde as minorias se digladiam, não se respeitam nem se protegem. A ideia é vivenciar o submundo sem o distanciamento que a divisão palco/plateia promove com o palco italiano e desta forma ‘desnudar’ os personagens pela proximidade da arena. Assim, compartilharemos as respirações, expressões físicas e faciais de um mundo que queremos conservar à distância, mas que na verdade está muito perto de nós – o mundo do desrespeito, violência, tortura, seja ela mental ou física”, descreve o diretor Nello Marreze.


Ficha Técnica:
O Abajur lilás

Autor: Plinio Marcos

Encenação: Nello Marreze

Elenco: Anna Paula Borges, Chris Mello, Alexandre Pinheiro, Bruna Castelo Branco e Nil Neves

Direção de Movimento: Dhapine Madeira

Figurino: Filomena Mancuzo

Luz: Daniela Sanchez

Trilha Sonora: João Mello e Gabriel Reis

Programação Visual: Luiz Adrien

Fotos Divulgação: Claudia Ribeiro

Assistente de Direção: Hugo Ayres

Apoio de Produção: Fabiana Araujo

Assistente de Produção: Nil Neves

Apoio de Cenografia: Roberto da Rocha

Operador de Luz e Som: Genilson Barbosa

Produção e Realização: Filomena Mancuzo

Idealização: Anna Paula Borges e Chris Mello

Com patrocínio através da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura- Ministério da Cultura e apoio da Funarj.


Serviço:
Estreia: 14 de novembro
Temporada: 14 a 29 de novembro, quartas e quintas, às 20h
Local: Teatro Gláucio Gill
Endereço: Praça Cardeal Arco Verde s/nº – Copacabana
Tel: 2332.7904
Lotação: 50 lugares
Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Vendas online: Ingresso Rápido
Classificação etária: 16 anos


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Victor Mus, Rodrigo Ciampi e Samantha Mainine fazem noite de MPB na Audio Rebel Casa em Botafogo recebe nomes da nova cena carioca



Victor Mus, Rodrigo Ciampi e Samantha Mainine fazem noite de MPB na Audio Rebel

Casa em Botafogo recebe nomes da nova cena carioca






A nova cena autoral da música popular brasileira ganha destaque na Zona Sul, com os artistas Victor Mus, Rodrigo Ciampi e Samantha Mainine. O espetáculo acontecerá no dia 17/11, na Audio Rebel, a partir das 18h. Os ingressos custam R$20 e já estão à venda no Sympla: https://www.sympla.com.br/victor-mus--rodrigo-ciampi--samantha-mainine--audio-rebel__385535


O cantor e compositor Victor Mus é um dos talentos da nova geração da música brasileira. Unindo a voz rouca com os acordes do violão, suas canções falam de amor e afeto em forma de música, mesclando o pop, o indie e elementos brasileiros, e entoando baladas como “Preguiça” e “Castelo”, presentes no EP “Chão de Terra” (2017). Ele sobe ao palco com Heitor Azambuja (guitarra), Jonathan Panta (baixo), César Dias (percussão) e Davidson Ilarindo (bateria).


Na mesma noite, Rodrigo Ciampi apresenta o repertório de seu primeiro disco, “Girada”. Ele sobe ao palco em formato duo, ao lado do multi instrumentista Franco Galvão. O cantor e compositor paulistano traz em suas canções a valorização de questões como sexualidade, diversidade e espiritualidade. Seu trabalho reflete referências do Catimbó de Jurema, tradição que remonta a povos indígenas e tradições do nordeste brasileiro. No álbum “Girada”, Rodrigo investiga arquétipos da cultura popular associados à liberdade de gênero e expressão da sexualidade atrelados a contextos mítico-culturais.


Abrindo a noite, Samantha Mainine assume o palco. Cantora, compositora e instrumentista paulista radicada no Rio, ela transita musicalmente por gêneros diversos. Sua voz, forjada no canto lírico, desliza pela MPB com desenvoltura. A batida do violão não nega a harmonia de movimentos como o Clube da Esquina ou da Tropicália, mas ao mesmo tempo evidencia um pé no pop e no rock. O repertório de seu show inclui “Como a Lua”, single lançado em 2017 que ganhou um videoclipe este ano; e “Senhora da Cor”, inédita que será lançada em novembro.


Um dos locais mais movimentados na noite carioca, a Audio Rebel é referência na música e arte alternativa no Rio. O local reúne artistas internacionais e nacionais de diversos gêneros, organizando ensaios e gravando discos de cantores independentes. Por lá também funciona uma loja de instrumentos musicais e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). O espaço fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.


Serviço

Victor Mus, Rodrigo Ciampi e Samantha Mainine

Data: 17/11/2018 (sábado)

Horário: 18h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 - Botafogo - Rio de Janeiro/RJ

Ingresso: R$20

Antecipado: https://www.sympla.com.br/victor-mus--rodrigo-ciampi--samantha-mainine--audio-rebel__385535

Evento: https://www.facebook.com/events/486470991838686/

Classificação etária: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito. Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 13h às 21h

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Rio Sesc Jazz leva as diversas vertentes do gênero musical ao Palácio Quitandinha, em Petrópolis

Rio Sesc Jazz leva as diversas vertentes do gênero musical ao Palácio Quitandinha, em Petrópolis




Programação, a partir deste sábado, 10, terá shows de Hermeto Pascoal, Camille Bertault, Ed Motta, Leo Gandelman, Azymuth, entre vários outros. Até o dia 25 de novembro, serão mais de 20 atividades dedicadas ao universo estético do jazz, incluindo oficinas, atividade para crianças e exposição de artes visuais

O Sesc RJ realiza, a partir deste sábado, 10 de novembro, a primeira edição do Rio Sesc Jazz, no Palácio Quitandinha, em Petrópolis. O projeto segue até o dia 25 de novembro e, ao todo, serão sete dias e mais de 20 atividades dedicados ao amplo universo estético do jazz, incluindo apresentações musicais, oficinas, atividade para crianças e exposição de artes visuais. Entre as principais atrações, Hermeto Pascoal e Bandalançam o álbum duplo “No Mundo dos Sons” no primeiro dia do projeto. Já Leo Gandelman & Quarteto interpretam clássicos dos Beatles em versões instrumentais inusitadas. Também há shows de Azymuth, Orquestra Afrobrasileira, Camille Bertault, Banda Mantiqueira, Adriano Grineberg Quarteto, além de Cajubeats, Tributo Amy Winehouse, AC Jazz, Alabê Ketujazz, Digga Digga Duo, Aldeia Jazz, Dolls and Dames - Alma Thomas e Indiana Nomma, Felipe Depoli, Cafuá; William Belle Trio e Luma Maj Kumpania. O encerramento, no domingo, 25 de novembro, fica por conta de Ed Motta, que participa de um bate-papo com o público mais cedo no mesmo dia.

Não vai faltar jazz nem para as crianças. No show Jazz, Bebê!, os pequenos poderão conhecer o gênero mesclado a sons familiares, como os das músicas de roda e ninar, e a clássicos da MPB. Todas as atrações do Rio Sesc Jazz são gratuitas. Para os shows do Café Concerto, a entrada é solidária mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível para o programa social Mesa Brasil Sesc, que serão encaminhados as instituições sociais parceiras.

A cidade de Petrópolis abriga vários grupos criativos, artistas pesquisadores e espaços como casas de shows e festas dedicados ao jazz. O Rio Sesc Jazz surge como um projeto inteiramente dedicado ao gênero, com o objetivo de valorizar e difundir esse gênero musical reconhecido por ser um efervescente laboratório criativo. Os concertos reúnem um conjunto diverso de artistas petropolitanos e de outras cidades da região serrana e do estado do Rio de Janeiro, aliando repertórios, experiências estéticas e conhecimento histórico.

Workshop, Masterclass e Exposição Nem só de shows vive o Rio Sesc Jazz. No sábado, 10.11, às 16h30, Felipe Depoli ministra o workshop “Ritmos do Jazz e Improvisação Coletiva”, que vai abordar ritmos, influências e referências discográficas, além das "trocas/conversas musicais" essenciais no fazer jazzístico. Os participantes do workshop serão estimulados a participar expressando as sensações e emoções que ligam público e músicos através da música. Já Ed Motta, além de fazer o show de encerramento do Rio Sesc Jazz, Ed Motta irá conversar com o público no domingo, 25.11, às 15h, na masterclass "Influência do Jazz", na Sala das Convenções.

Já a exposição “Uma Breve História do Jazz”, na Galeria das Estrelas, contará com totens interativos que irão abordar a gênese do estilo em Nova Orleans, e temas como resistência, racismo, música e história, oferecendo um amplo retrato de um dos maiores movimentos musicais do mundo. A exibição terá textos do curador Marcos Lacerda e ilustrações exclusivas criadas pelo artista plástico Cisko Diz. A exposição fica em cartaz até o dia 2 de dezembro, de terça a domingo, das 9h30 às 17h.

História do Jazz O gênero, marcado pela improvisação, pelo swing e pelos ritmos não lineares, surgiu entre 1890 e 1910 em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Sua genealogia se encontra na música negra, com forte influência do blues. Em sua trajetória, em meados da década de 1930, destaca-se o swing. Uma década mais tarde, desenvolvem-se o bebop e o hard bebop e, em seguida, o cool jazz. Na década de 60, nasce o free jazz, uma das fases mais experimentais com elementos de composição atonais, arrítmicas e de improvisação. Após o surgimento do rock, do funk e do pop, o jazz passa a se fundir com esses estilos, dando origem ao fusion. O estilo também passa a incorporar elementos eletrônicos, samplers e sequenciadores utilizados na mistura do drum'n'bass e do tecno, dando origem ao jazz contemporâneo. Atualmente, considera-se que o jazz, mais do que um gênero musical, é um modo de tocar, são formas criativas de produção dentro das premissas técnicas da música. Se o jazz iniciou como música para dançar, há mais de cem anos, hoje, engloba todas as atribuições, inclusive formações que unem solistas e orquestras, valorizando o ato de ouvir a música.

Serviço:

Rio Sesc Jazz

10 a 25 de novembro

Palácio Quitandinha (Av. Joaquim Rolla, n º 2 – Petrópolis)

Mais informações: (21) 4020-2101

Classificação indicativa: Livre

Todas as atrações são gratuitas. Para as atividades do Café Concerto, a entrada é mediante a entrega de um quilo de alimento não perecíveldestinado ao Programa Mesa Brasil.


Exposição “Uma Breve História do Jazz”
Galeria das Estrelas

Ter. a dom., das 9h30 às 17h

Até 2 de dezembro


Programação:
Dia 10/11

12h: Felipe Depoli

14h: Cajubeats

Lago Quitandinha



16h30: Workshop Ritmos do Jazz e Improvisação Coletiva com Felipe Depoli

Sala das Convenções



20h: Hermeto Pascoal & Banda

Café Concerto



Dia 11/11

11h: Jazz Bebê

Sala das Crianças



12h: AC Jazz

Lago Quitandinha



19h: Banda Mantiqueira

Café Concerto



Dia 16/11

12h: Alabê Ketujazz

Lago Quitandinha



20h: Orquestra Afrobrasileira

Café Concerto



Dia 17/11

12h: Digga Digga Duo

14h: Adriano Grineberg Quarteto

Lago Quitandinha



20h: Azymuth

Café Concerto



Dia 18/11

12h: Tributo Amy Winehouse

14h: Wiliam Belle Trio

Lago Quitandinha



19h: Leo Gandelman & Quarteto - Yellow Saxmarine

Café Concerto



Dia 24/11

12h: Dolls and Dames - Alma Thomas e Indiana Nomma

14h: Aldeia Jazz

Lago Quitandinha



20h: Camille Bertault

Café Concerto



Dia 25/11

11h: Cafuá

13h: Luma Maj Kumpania

Lago Quitandinha


15h: Masterclass "Influência do Jazz" com Ed Motta

Sala das Convenções

19h: Ed Motta

Café Concerto

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Oi STU Open 2018 transcende o esporte e movimenta praça Duó com um grande festival de música urbana, cultura, moda, arte e exposições Grandes nomes da cultura brasileira como o artista TOZ, DJ Tamenpi, BNegão e Garage Fuzz já estão confirmados


Oi STU Open 2018 transcende o esporte e movimenta praça Duó com um grande festival de música urbana, cultura, moda, arte e exposições

Grandes nomes da cultura brasileira como o artista TOZ, DJ Tamenpi, BNegão e Garage Fuzz já estão confirmados



Como já virou tradição, o Oi STU Open transborda a disputa esportiva. Por isso, para a edição 2018, uma agenda de programações já está definida e promete muito movimento, cultura, arte, gastronomia, moda, música e muito mais na praça Duó, de 14 a 18 de novembro, no Rio de Janeiro.

Enquanto rolar o maior campeonato de skate da América Latina, com grandes nomes do skate mundial, o público presente terá uma ampla programação disponível, reforçando a cena da cultura urbana tão presente no universo do skate.

A música estará representada através do STU Music, a arte no STU Gallery e Oi STU House, a moda no STU Store, a gastronomia no STU Hangout, e para quem quiser praticar manobras, o STU Skatável também estará a disposição.

Como skate e música sempre andam juntos, o STU Music terá uma programação completa de shows de diferentes ritmos e estilos, sob comando do DJ Tamenpi, que fará a curadoria musical do evento. Nomes como Garage Fuzz, Metá Metá, Bia Ferreira, BK, Síntese, Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, Black Mantra, BNegão, Kamau e Parteum já confirmaram presença, trazendo diversidade e muito ritmo para a cena do skate.

No STU Gallery acontecerá uma exposição inédita com instalações artísticas exclusivas STU e toda a identidade visual do evento em parceria com o renomado artista visual TOZ, um dos principais nomes da cena urbana brasileira, com mais de 16 anos de experiência em grafite e artes visuais. O artista tem como temática principal a criação de personagens abstratos, emblemáticos e trabalhará para amplificar a linguagem visual da plataforma STU.

“Fui convidado pelo Oi STU Open para juntar meus personagens e minhas cores a este grande evento esportista. Realizarei uma exposição e uma instalação que serão acessíveis ao público durante toda duração do evento. A exposição ‘Restos de cidades’ foi concebida como um trabalho arqueológico: resgatando e colorindo partes da antiga pista de skate onde acontece o evento, e transformando-a em obras de arte, para a história nunca ser esquecida. Pois hoje mais do que nunca, é urgente o aprendizado de jamais esquecer o passado”, disse TOZ.

A Oi STU House é o espaço que funcionará como principal hub de conexão e interação do público com o universo do skate e cultura urbana, localizado no centro da Praça Duó. Uma programação completa de atividades gratuitas e abertas ao público será oferecida, como oficinas de silk, ilustração de shape, desenho, grafite, sticker, customização de tênis, laboratório de vídeo, imersão fotográfica etc. O espaço contará ainda com uma celularia de recarga de bateria e Oi Wifi gratuitos.

No STU Store a moda ganha espaço através de uma coleção exclusiva de roupas e acessórios da marca STU, além de collabs com as principais indústrias do mercado de skate. O STU Store será mais do que uma loja de roupas, será um espaço dedicado a moda urbana, oferecendo ao público uma experiência de imergir na cultura das ruas. O espaço ainda irá comportar um estúdio de tatuagem no formato ‘flash-tattoo’ e uma barber shop, pra galera cuidar do visual.

No STU Hangout um complexo gastronômico com as mais diversas opções de comidas e bebidas que fazem sucesso no cotidiano do skate e da cultura urbana entra em cena. O objetivo é que o público possa ter não somente boas opções de A&B, mas possa curtir a Praça Duó em um ambiente agradável, com uma boa música e que comporte toda a família.

E fechando o leque de atividades, o STU Skatável traz uma área 100% skatável, com obstáculos e módulos de pista para que a galera possa levar o seu skate e aproveitar para curtir as manobras na Praça Duó.


Ou seja, o Oi STU Open além de contar com uma grande disputa esportiva, que irá reunir em torno de 150 skatistas do Brasil e do mundo, em duas categorias olímpicas, Street e Park, será um evento para toda família.

A programação esportiva contará com treinos na quarta e quinta-feira (14 e 15), disputa do Latin American, fase classificatória para atletas ranqueados do Brasil e atletas latino-americanos, na sexta-feira (16), semifinais no sábado (17), com transmissão do Globoesporte.com e finais no domingo (18), com transmissão do SporTV.

Apresentado pela Oi, que assina o naming rights do evento, o Oi STU OPEN é viabilizado pela Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, através da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. Conta com o apoio da Vans, Red Bull e Windsor, parceria da Layback Beer, Drop Dead, Rio Ramp Design e Bar 399, além da parceria de mídia com SporTV, Globoesporte.com e Canal OFF. O evento tem o selo oficial do Calendário Rio de Janeiro a Janeiro, promovido pelo Ministério da Cultura, e possui o apoio institucional da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Riotur, Federação de Skateboard do Estado do Rio de Janeiro (FASERJ), Comitê Olímpico do Brasil (COB) e World Skate. A idealização e realização são da Rio de Negócios em parceria com a Confederação Brasileira de Skate (CBSk).

Serviço:

Evento: Oi STU Open

Data: 14 a 18 de novembro de 2018

Endereço: “Praça Duó” - Praça São Perpétuo, 735 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

Horário: 9h às 22h

Oi STU House:

Quinta-feira e Sábado (15 e 17/11)

10h - Oficina de silk

11h30 - Oficina de ilustração de shape

13h - Oficina de desenho

14h - Talk sobre grafite

15h30 - Oficina de sticker

Sexta e Domingo (16 e 18/11)

10h - Oficina de customização de tênis

11h30 - Laboratório de vídeo

13h - Imersão fotográfica

14h - Oficina de grafite

15h30 - Arte interativa


STU Music:

DJ Tamenpi: Curadoria e DJ Set todos os dias

14/11 - Quarta-feira | Garage Fuzz

15/11 - Quinta-feira | Metá Metá

Bia Ferreira

16/11 - Sexta-feira | BK

Síntese

17/11 – Sábado | Orquestra Brasileira de Música Jamaicana

18/11 - Domingo | BNegão e Black Mantra

Kamau com participação Parteum
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