ANJOS DO PICADEIRO 2013



Petrobras, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura apresentam:


ANJOS DO PICADEIRO 2013


Organizado pelo Teatro de Anônimo, encontro internacional de palhaços

acontecerá entre os dias 1° e 7 de dezembro nas ruas e praças do Rio


  A rua é um palco democrático para o artista. “Rio é rua”. Com esse tema, o 12º Encontro Internacional de Palhaços Anjos do Picadeiro vai tomar conta da cidade com espetáculos de grandes mestres da comicidade mundial: Leo Bassi (Espanha), Johnny Melville (Escócia), Chacovachi (Argentina), Palhaço Tomate (Argentina), Andres del Bosque (Chile), além da participação de mais de 250 jovens artistas de diversos estados brasileiros e de outros países. Criado em 1996 pelo grupo carioca Teatro de Anônimo,      o Anjos do Picadeiro – www.anjosdopicadeiro.com.br – é hoje considerado o maior encontro de palhaços da América Latina e um dos mais importantes do mundo.  Em 12 anos, o evento já foi realizado em outros lugares do Brasil: Salvador, São Paulo, São José do Rio Preto e Florianópolis.



Como o objetivo de ocupar os espaços públicos da cidade, o Anjos do Picadeiro não terá espetáculos em teatros e centro culturais. Em 2013, as atrações acontecerão nas ruas e praças das zonas Sul, Norte, Oeste e do Centro: Bangu, Cinelândia, Glória, Lapa, Largo do Machado, Largo da Carioca, Madureira, Praça São Salvador, Praça Tiradentes e Praça XV. O único palco fechado será o Pavilhão Teatro de Anônimo, na Fundição Progresso, que receberá os cabarés (esquetes cômicas, performances e música), além de uma noite dedicada ao lançamento de três livros: “No Divã do Palhaço”, de Carlos Biaggioli (SP), “Caçadores de Risos – o maravilhoso mundo da palhaçaria”, de Demian Moreira Reis (BA) e “Segurança no Circo – questão de prioridade”, de Ermínia Silva, Marco Bortoleto e Diego Ferreira (SP).



Nesta edição, o intercâmbio entre artistas de diferentes cidades e países, as oficinas e as assessorias técnicas ganharam destaque na programação. Os resultados desses encontros estarão nas rodas de ruas, na abertura oficial (Overdoze), nos cabarés e nas Palhaceatas. Todas as atividades serão gratuitas, mas o público poderá contribuir de forma espontânea no final dos espetáculos – o que acontece com frequência em países da Europa e da América Latina e garante o sustento de muitos artistas. “A rua é um lugar de lazer e de trabalho do artista. Nós queremos gerar uma reflexão sobre o consumo de bens culturais e as suas formas de financiamento”, explica João Artigos, um dos fundadores do Teatro de Anônimo. O chapéu foi eleito um ícone que representará simbolicamente essa proposta e estará presente durante todo o evento, desde o objeto em si para recolher as contribuições depois das apresentações até as ações do festival nas redes sociais.



Dia 1º de dezembro (domingo) – Abertura oficial



A abertura oficial do Anjos 2013 será com o Overdoze – uma maratona de doze horas de espetáculos na Praça Tiradentes, das 11h às 23h, no dia 1° de dezembro. Os espetáculos serão apresentados por artistas nacionais e internacionais: Johnny Melville (Escócia) com “Best of Johnny”; Ricardo Puccetti e Lume Teatro (SP) com “La Scarpetta”; Palhaço Tomate (Argentina) com “Tomate na rua”; Chacovachi (Argentina) com “Cuidado! Um palhaço mau pode arruinar a sua vida”; Andres del Bosque (Chile) com “Banqueiros” e Irmãos Saúde (DF). O palhaço espanhol Leo Bassi fará o encerramento do Overdoze com um espetáculo inédito criado a partir de um intercâmbio com os integrantes do Grupo Circo no Ato, os alunos do Circo Crescer e Viver e também músicos convidados.

Palhaceatas – Centro, Bangu e Madureira
                                                                                                                                                                                



Como um desfile de carnaval que por onde passa convoca o público a brincar, dançar e rir, a tradicional Palhaceata reunirá mais de cem palhaços no dia 5 de dezembro, entre 14h e 17h. O percurso de três horas pelas ruas do Centro terá início na Cinelândia e terminará na Praça XV. O Lume Teatro – um dos mais importantes grupos de artes cênicas do país – fará uma oficina que resultará na montagem de um cortejo com figurinos e imagens criadas especialmente para o abre-alas e um intercâmbio entre artistas, grupos e coletivos resultará em uma ala só de mulheres palhaças. Depois de um enorme polvo vermelho, a Palhaceata será acompanhada por uma aranha gigante confeccionada com mais de 5 mil balões infláveis. A criação do palhaço argentino Tomate será produzida em parceria com artistas brasileiros durante os três dias que antecedem o desfile. Este ano, a novidade é que a Palhaceata também acontecerá em Bangu e Madureira. O evento começará na Central do Brasil, onde os palhaços vão ocupar um vagão de trem já caracterizados.

                                                



PROGRAMAÇÃO DIA A DIA



DIA 1º (DOMINGO)



Overdoze – abertura oficial

Local: Praça Tiradentes

11h: Banquete de Ideias/Manifesto do Chapéu

15h: Best of Johnny (Johnny Melville/Escócia)

16h: Circo Artetude Irmãos Saúde (DF), Coletivo Nopok (RJ), Guga Morales (RJ) e Alê Casali (BA)

17h: La Scarpetta (Ricardo Puccetti/Lume Teatro/SP)

18h: Tomate Na Rua (Palhaço Tomate/Argentina)

19h: “Cuidado! Um palhaço mau pode arruinar a sua vida” (Chacovachi/Argentina)

20h: Banqueiros (Andres del Bosque/Chile)

21h: Intervenção Leo Bassi



DIA 2 (SEGUNDA)

17h: Roda de Rua com Guga Morales, Pepe Pica Porte e Homem Banda

Local: Largo do Machado



20h: Palco Aberto – Coletivo Bravos/Nopok

Local: Praça São Salvador 



DIA 3 (TERÇA)

17h: Roda de Rua com Alê Casali      

Local: Largo da Carioca



20h30

Local: Pavilhão Teatro de Anônimo (Fundição Progresso, Lapa)

Lançamento de livros: “No Divã do Palhaço” (Carlos Biaggioli), “Caçadores de Risos – o maravilhoso mundo da palhaçaria” (Demian Moreira Reis) e “Segurança no Circo – questão de prioridade” (Ermínia Silva, Marco Bortoleto e Diego Ferreira)

Roda de Samba com Flor de Chorume

Ingresso: Contribuição Espontânea







DIA 4 (QUARTA)

17h

Local: Praça XV

Roda de rua com vários artistas



DIA 5 (QUINTA)

14h: Palhaceata  

Local: Cinelândia



21h: Cabaré

Local: Pavilhão Teatro de Anônimo (Fundição Progresso, Lapa)

Ingresso: Contribuição Espontânea





DIA 6 (SEXTA)

15h: Palhaceata  

Local: Bangu (Local a definir)



21h: Cabaré

Local: Pavilhão Teatro de Anônimo (Fundição Progresso, Lapa)

Ingresso: Contribuição Espontânea



DIA 7 (SÁBADO)

15h: Palhaceata  

Local: Madureira (Local a definir)



Show de Encerramento- Geraldo Júnior

Local: Sede Cia Brasileira de Mystérios e Novidades

Casa da Gamboa – Rua Pedro Ernesto 21 e 23 (Gamboa)


Divulgação Cultural - Agenda Cultural RJ - (21)99676-9323 / 99673-4350 - agendaculturalrj@gmail.com







OBRA DE SHAKESPEARE RECEBE RELEITURA DOS PARLAPATÕES, NA CAIXA CULTURAL RIO


Apresentada por trio de palhaços, “PPP@WllmShkspr.Br” condensa 37 peças do dramaturgo inglês com um olhar mordaz sobre o Brasil


atores: Alexandre Bamba e Hugo Possolo - foto: Luiz Doronet



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, a partir da próxima quinta-feira (14), a comédia “PPP@WllmShkspr.Br”, uma remontagem do sucesso que, há 15 anos, rendeu projeção nacional à trupe de palhaços Parlapatões. Com tradução de Barbara Heliodora e direção de Emílio Di Biasi, o espetáculo, que fica em cartaz até 1º de dezembro (domingo), é uma versão de “A obra completa de William Shakespeare em versão abreviada” (The Complet Works of William Shakespeare – Abridged), dos americanos Adam Long, Jess Borgeson e Daniel Singer.







Com nova roupagem de cenário, figurinos e piadas, esta divertidareleitura perpassa alucinadamente por 37 peças de Shakespeare, com um olhar irônico sobre aspectos da realidade do Brasil. Mesmo com o predomínio da popular “Romeu e Julieta”, e com grande parte da encenação dedicada à “Hamlet” – considerada a maior obra da dramaturgia ocidental –, o espetáculo condensa, sob diferentes abordagens, todos os trabalhos escritos para o palco pelo dramaturgo inglês, em 90 minutos.



ator: Raul Barretto - foto: Luiz Doroneto


Nessa miscelânea, as peças históricas com sangrentos embates por reinos e poder são comparadas a uma disputada partida de futebol, os versos de Otelo surgem na forma de rap e as comédias são agrupadas em uma única encenação absurda, que faz sátira ao teatro de animação.




O título da peça, em formato de endereço eletrônico, é a abreviação de “Parlapatões, Patifes & Paspalhões@presentam a Obra Completa de William Shakespeare Compactada em Versão Brasileira Ltda.”, que estreou em 1998. Na nova montagem, o ator Alexandre Bamba passa a compor o trio de parlapatões, junto a Hugo Possolo e Raul Barretto, que participaram da montagem original e continuam no elenco.


atores: Raul Barretto e Hugo Possolo - foto: Luiz Doroneto

Ficha Técnica


Texto: Adam Long, Jess Borgeson e Daniel Singer
Tradução: Bárbara Heliodora
Direção: Emilío Di Biasi
Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto e Alexandre Bamba
Duração: 90 minutos
Figurinos: Adriana Vaz Ramos
Cenário: Hugo Possolo
Iluminação: Reynaldo Thomaz
Concepção de adereços: Inês Sakay
Confecção de Adereços: Equipe de Telumi Helen e de Armando Júnior
Preparação de Lutas Cênicas - Esgrima: Ariela Goldman
Música Original: Paulo Soveral
Desenho do Globe Theater e Shakespeare - Cenário: Werner Schulz
Coreografia de “Otelo”: Ângela Dip
Costureira: Cleide Niwa
Assistência de Figurinos e Recuperação de Acervo: Silvana Ivaldi
Produção: Erika Horn
Assistência de Produção: Janayna Oliveira
Fotos: Luiz Doroneto
Coordenação de Produção: Hugo Possolo e Raul Barretto
Realização: Parlapatões / Agentemesmo Produções Artísticas
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Divulgação - Agenda Cultural RJ - (21)99676-9323 / 99673-4350 - Gabriele Nery

atores: Raul Barretto, Hugo Possolo e Alexandre Bamba - foto: Luiz Doroneto


Serviço
Espetáculo “PPP@WllmShkspr.Br”
Data: de 14 de novembro a 1º de dezembro de 2013
(de quinta-feira a domingo)
Horário: 19h30


Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)


Telefone: (21) 3980-3815
Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) – além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
Classificação: não recomendado para menores de 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa: CAIXA Cultural


 




fonte: assessoria de imprensa
CENSURA À DITADURA
PARA QUE NÃO SE ESQUEÇA, PARA QUE NUNCA MAIS ACONTEÇA.



RELEASE
ESTUDANTES TECEM O FIO DA MEMÓRIA
ATRAVÉS DA HISTÓRIA DOS ANOS DE CHUMBO NO BRASIL
Os 50 anos de Ditadura Militar no Brasil serão lembrados pelos estudantes na próxima quinta-feira (14/11) no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, em Santa Teresa, Rio de Janeiro. “Censura à Ditadura – para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça” apresentará uma grande exposição de arquivo com exibição de filmes e debate.
“Queremos resgatar a memória dos movimentos artísticos da época ditatorial, a força do povo em diversas manifestações e a censura para com a Produção Cultural”. – ressalta a estudante Victória Guimarães, produtora executiva do evento.
Concebido e realizado por alunos do curso em técnico em Produção Cultural e Eventos da ETE Adolpho Bloch / Rede FAETEC, “Censura à Ditadura - para que não se esqueça para que nunca mais aconteça”, possibilitará o acesso físico do grande público a exposições e atividades interativas das respectivas linguagens culturais: música, literatura, teatro, televisão, jornalismo e cinema.
“É curioso ver através da exposição o desdobramento que o movimento musical teve durante esse período”. – destaca Renata Macedo, curadora do módulo musical e produtora do evento.

“Com a realização do projeto, o público poderá conhecer mais sobre um Brasil que, por diversas vezes, não teve sua história divulgada por completo, principalmente pela mídia”. – conclui Alice Meireles, curadora dos módulos Televisão e Jornalismo da exposição.
Já na abertura será exibido o longa-metragem “Memória para uso diário”, da cineasta Beth Formaggini, um documentário produzido em 2007 em parceria com o Grupo Tortura Nunca Mais (GTNM/RJ) e ganhador do Prêmio de Melhor Filme pelo júri popular no Festival do Rio. Em seguida, um grande debate com a presidente do GTNM/RJ, Victória Olímpio, e membros da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro.


“O Grupo Tortura Nunca Mais/RJ foi fundado em 1985 por iniciativa de ex-presos políticos que viveram situações de tortura durante o regime militar e por familiares de mortos e desaparecidos políticos tornando-se, através das lutas em defesa dos direitos humanos em que tem participado e desenvolvido, uma referência importante no cenário nacional. Considerando que o regime ditatorial contribuiu decisivamente para o esgarçamento e a deterioração de valores éticos, o GTNM/RJ constituiu-se em um importante centro de referência sobre a memória do período da ditadura civil-militar. Desta maneira, tem assumido um claro compromisso na luta pelos direitos humanos, pelo esclarecimento das circunstâncias de morte e desaparecimento de militantes políticos, pela memória histórica daquele período, pelo afastamento imediato de cargos públicos das pessoas envolvidas com a tortura, pela formação de uma postura ética, convicto de que estas são condições indispensáveis na luta contra o esquecimento e o silenciamento dos crimes de ontem e de hoje”. – relata a presidente Victória Olímpio.

PROGRAMAÇÃO:
Quinta-feira, dia 14/11/2013
Cinema
10h
Memória para uso diário, de Beth Formaggini. Documentário, Brasil, 2007, 94’
Sinopse: Documentário sobre o esquecimento e a construção da memória política brasileira e a luta por justiça.
Militantes do Grupo Tortura Nunca Mais que deram suas vidas em troca da liberdade do país e seus atuais membros que, agora, lutam pela reabertura dos arquivo militares, que podem ser a chave de localização dos desaparecidos políticos revelando ainda a forma como foram mortos. O filme traz à vista a memória recente, revelando a seletividade da história oficial, pensando o passado para que se possa libertar o futuro dos fantasmas que ainda perseguem o presente.
Classificação indicativa: Livre
Debate
11h30
A repressão no passado e no presente, destacando as manifestações populares, a violência policial, os desaparecidos políticos, o papel da mídia e a importância do resgate da memória.
Convidados: Comissão Estadual da Verdade e Grupo Tortura Nunca Mais
Exposição
Das 10h às 18h
64/85
Exposição de arquivo sobre a censura à Produção Cultural
Sexta-feira, dia 15/11/2013
Cinema
Das 10h às 13h
Memória para uso diário, de Beth Formaggini. Documentário, Brasil, 2007, 94’
Sinopse: Documentário sobre o esquecimento e a construção da memória política brasileira e a luta por justiça. Militantes do Grupo Tortura Nunca Mais que deram suas vidas em troca da liberdade do país e seus atuais membros que, agora, lutam pela reabertura dos arquivo militares, que podem ser a chave de localização dos desaparecidos políticos revelando ainda a forma como foram mortos. O filme traz à vista a memória recente, revelando a seletividade da história oficial, pensando o passado para que se possa libertar o futuro dos fantasmas que ainda perseguem o presente.
Classificação indicativa: Livre
O dia que durou 21 anos, de Camilo Tavares. Documentário, Brasil, 2013, 77’
Sinopse: Documentário que mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964. A ação militar que deu início à ditadura contou com a ativa participação de agências como a CIA e a própria Casa Branca. Com documentos secretos e gravações originais da época, o filme mostra como os presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson se organizaram para tirar o presidente João Goulart do poder e apoiar o governo do Marechal Humberto Castelo Branco.
Classificação indicativa: Livre
15 filhos, de Maria Oliveira e Marta Nehring. Documentário, Brasil, 1996, 19’
Sinopse: O filme relembra os horrores cometidos durante a ditadura militar, quando milhares de pessoas, contrárias ao regime, morreram ou desapareceram sem deixar pistas. A narrativa cabe aos filhos dos presos políticos, que contam traumas nunca superados. Entre os relatos, alguns fatos são comuns: a incerteza quanto ao nome verdadeiro dos pais; o mundo dividido entre o bem e o mal; o período em que passaram presos; e a impossibilidade de compartilhar os acontecimentos com os demais membros da família.
Classificação indicativa: Livre
Vala comum, de João Godoy. Documentário, Brasil, 1994, 32’
Sinopse: A partir de uma vala comum clandestina encontrada no Cemitério de Perús (SP), um passado mantido oculto emerge para exumar uma parte da história recente do país.
Classificação indicativa: Livre
Sônia – morta viva, de Sergio Waismann. Documentário, Brasil, 1985, 50’
Sinopse: Trajetória da militante revolucionária Sônia Moraes Angel Jones, que foi morta durante a Ditadura no Brasil.
Classificação indicativa: Livre
Exposição
Das 10h às 18h
64/85
Exposição de arquivo sobre a censura à Produção Cultural.
Sábado, dia 16/11/2013
Cinema
Das 10h às 13h
Memória para uso diário, de Beth Formaggini. Documentário, Brasil, 2007, 94’
Sinopse: Documentário sobre o esquecimento e a construção da memória política brasileira e a luta por justiça. Militantes do Grupo Tortura Nunca Mais que deram suas vidas em troca da liberdade do país e seus atuais membros que, agora, lutam pela reabertura dos arquivo militares, que podem ser a chave de localização dos desaparecidos políticos revelando ainda a forma como foram mortos. O filme traz à vista a memória recente, revelando a seletividade da história oficial, pensando o passado para que se possa libertar o futuro dos fantasmas que ainda perseguem o presente.
Classificação indicativa: Livre
O dia que durou 21 anos, de Camilo Tavares. Documentário, Brasil, 2013, 77’
Sinopse: Documentário que mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964. A ação militar que deu início à ditadura contou com a ativa participação de agências como a CIA e a própria Casa Branca. Com documentos secretos e gravações originais da época, o filme mostra como os presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson se organizaram para tirar o presidente João Goulart do poder e apoiar o governo do Marechal Humberto Castelo Branco.
Classificação indicativa: Livre
15 filhos, de Maria Oliveira e Marta Nehring. Documentário, Brasil, 1996, 19’
Sinopse: O filme relembra os horrores cometidos durante a ditadura militar, quando milhares de pessoas, contrárias ao regime, morreram ou desapareceram sem deixar pistas. A narrativa cabe aos filhos dos presos políticos, que contam traumas nunca superados. Entre os relatos, alguns fatos são comuns: a incerteza quanto ao nome verdadeiro dos pais; o mundo dividido entre o bem e o mal; o período em que passaram presos; e a impossibilidade de compartilhar os acontecimentos com os demais membros da família.
Classificação indicativa: Livre
Vala comum, de João Godoy. Documentário, Brasil, 1994, 32’
Sinopse: A partir de uma vala comum clandestina encontrada no Cemitério de Perús (SP), um passado mantido oculto emerge para exumar uma parte da história recente do país.
Classificação indicativa: Livre
Sônia – morta viva, de Sergio Waismann. Documentário, Brasil, 1985, 50’
Sinopse: Trajetória da militante revolucionária Sônia Moraes Angel Jones, que foi morta durante a Ditadura no Brasil.
Classificação indicativa: Livre
Exposição
Das 10h às 18h
64/85
Exposição de arquivo sobre a censura à Produção Cultural.
SERVIÇO:
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa
Tel.: (21) 2224-3922 / 2215-0621
AGENDA CULTURAL RJ
DIVULGAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS 
Colagem de Cartazes - Distribuição de Filipetas / Convites - Divulgação de Mídia Online.(21)9673-4350 / 9676-9323
agendaculturalrj@gmail.com

Exposição Fotográfica DE PEITO ABERTO: de 07 a 20 de novembro, das 7:00 às 22:00 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer - Zona Sul de São Paulo.


A Exposição Fotográfica e Palestra DE PEITO ABERTO – a autoestima da mulher com câncer de mama, uma abordagem humanista se apresentam agora em novembro de 2013, durante I Sarau da Saúde do Jardim Macedônia e a Semana da Consciência Negra, na Zona Sul de São Paulo – subprefeitura do Campo Limpo, região do Capão Redondo. 







Esta iniciativa do Pronto Atendimento Jardim Macedônia, em parceria com o Projeto DE PEITO ABERTO, o CEJAM – Centro de Estudos João Amorim, e o CEU Cantos do Amanhecer, levará uma série de atividades para a população. A programação inclui palestras e oficinas sobre saúde – em especial sobre a saúde da mulher –, cultura, cidadania, educação, meio ambiente e mobilidade urbana, entre outras ações, como sessões de “contação” de histórias para adultos e crianças e shows de música (veja programação completa). 




 “Estimular a integração com a comunidade e contribuir com o processo de gestão social foi o nosso objetivo ao desenvolver o I Sarau da Saúde do Jardim Macedônia”, diz a médica Mary Anne Bezerra, coordenadora do Pronto Atendimento Jardim Macedônia. “Nossa proposta é fazer um evento que atraia a população de nossa região e motive os profissionais da saúde, mostrando como é possível realizar ações que contribuam para a qualidade de vida e o bem-estar da comunidade e que promovam o enriquecimento humano, social, cultural, político e ambiental”, completa a médica. 






O Projeto DE PEITO ABERTO – Exposição e Palestra, da jornalista e escritora Vera Golik e do fotógrafo e sociólogo Hugo Lenzi, foi convidado pela equipe do PA Macedônia e será viabilizado com o apoio da AHM – Autarquia Hospitalar Municipal e do CEJAM – Centros de Estudos João Amorim. “Fazer parte desta ação está totalmente de acordo com o foco de nosso Projeto que quer estar nos locais onde a população mais precisa de ações que promovam a humanização da medicina e reafirmem os direitos à saúde de qualidade para toda população”, afirmam os autores. 


Serviço:

Exposição Fotográfica DE PEITO ABERTO: de 07 a 20 de novembro, das 7:00 às 22:00 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer



Palestra Interativa DE PEITO ABERTO: dia 09 de novembro, Sábado, às 15 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer O que: os autores apresentam o Projeto e promovem diálogo com médicos, pacientes e a população em geral sobre a importância da humanização do tratamento e das relações entre profissionais de saúde, pacientes e familiares, para transformar situações desafiadoras, como o enfrentamento do câncer de mama, em oportunidades de superação e crescimento.

TOUR ORQUESTRAL BRASIL e SIMONE LEITÃO na Sala São Paulo nesta quarta dia 30/10





São Paulo recebe nesta quarta dia 30/10 às 21h00, na Sala São Paulo, o concerto da turnê nacional que a pianista Simone Leitão vai fazer com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa (RJ).

Idealizadora do projeto, Simone diz que cultiva uma relação de amor e admiração pela orquestra, pela força de vontade dos integrantes. “É a verdadeira definição de música como instrumento de transformação social, que agora tenho a oportunidade de tirar do interior para mostrar ao Brasil”, diz a pianista. No programa do concerto, uma homenagem aos 140 anos de nascimento e 70 de morte de Rachmaninoff, compositor e maestro russo tido como um dos pianistas mais influentes do século 20. Peças de Prokofieff, Brücher, Mendelssohn e Aguiar também estão no programa do concerto.



 30/10/2013 | 21h - São Paulo – Sala São Paulo

Mendelssohn – Die Hebriden
Prokofieff – Piano Concerto no. 1
Brücher – Mocágua
Rachmaninoff – Rhapsody on a Theme of Paganini
Regente: Apo Hsu
Piano: Simone Leitão


EU, E O CORAÇÃO TORTURADO DE JEAN-NICOLAS NO SOLAR DE BOTAFOGO



Eu, e o coração torturado de Jean-Nicolas é um monólogo do filósofo e dramaturgo Edú Reis, com interpretação e criação artística de Andy Gercker. Livremente inspirado na obra "Uma Temporada no Inferno", do poeta francês Jean-Nicolas Arthur Rimbaud. 

 

O espetáculo revela um jovem artista num momento de uma grande crise existencial - ele, assim como o poeta Rimbaud não sabiam pra onde ir e muito menos o que fazer de suas vidas, é então que o jovem artista se vê e se coloca como um "novo" Rimbaud, nos tempos atuais, em Paris, numa estação de trem.

A encenação associa o olhar entusiasta e rebelde, que são características marcantes do jovem poeta ArthurRimbaud, ao nosso ato criativo de hoje. Neste ano de 2013, aqui, no Rio de Janeiro, como jovens artistas que ainda permanecem buscando alternativas, mesmo diante da disparidade educativa e cultural.
 

Apresentamos assim, um diálogo entre a poesia, o teatro e a sociedade, na tentativa de problematizar às nossas questões, e com isso alçar outros caminhos para se entender, e entender o outro. Proporcionando outras formas de leitura e de confecção de uma obra artística. Já que cabe aos jovens, um olhar novo, sobre o mundo que está sempre se transformando, e também poder apresentar à obra deste gênio “maldito” e transgressor, para outros jovens.


Eu, e o coração torturado de Jean-Nicolas, suscita perguntas típicas dos jovens que estão amadurecendo, como: O que esperamos de nós mesmos, ou do outro? Quando se está longe, para onde se volta? Quem te espera? Para onde ir? Como será o futuro? Família? Amores? A sensação de impermanência e de partida que é marcante em toda sua obra, é o tema central desta peça, e a juventude, como um território temporário, como um lugar de passagem. 


A dramaturgia também fala do que permanece vivo para outras gerações, enquanto símbolo marcante de uma época e consequentemente de um artista, lidando sempre com o sentido de alteridade das palavras “Eu” e “Outro”. Com efeito, “EU É UM OUTRO” diz Rimbaud. Trecho de Lettre du Voyant/ Carta do Vidente (Arthur Rimbaud à Paul Demeny, 15 de maio de 1871).



Esteticamente, tomamos emprestado esse olhar entusiasta e rebelde, que são características marcantes do poeta Rimbaud e que de certa forma perpetuou-se no Rock and Roll no que diz respeito a atitude e conceito.

 
O processo de ensaios deu-se por uma vasta pesquisa sobre a obra “Uma temporada no inferno” de Jean Nicolas Arthur Rimbaud. Estudamos também toda sua poética e seus “colegas” de geração (séc XIX) como: Baudelaire, Rilke e Nietzsche.

 
A peça prima pela palavra dita de modo direto e presentificado, sinalizando assim, um diálogo pulsante e urgente com a platéia, como nos grandes shows - temos então um ator/performer/showman. Cenário, figurino, trilha sonora… foram inspirados nos cantores ícones do rock: Jim Morrison, Kurt Cobain, Bob Dylan, Patti Smith… Que leram e foram influenciados por sua poesia.
 


SERVIÇO:



EU, E O CORAÇÃO TORTURADO DE JEAN-NICOLAS


Dramaturgia e Direção: Edú Reis
Atuação e Criação Artística: Andy Gercker


01 de NOVEMBRO a 01 de DEZEMBRO
Sextas e Sábados 21h - Domingos 20:30h


SOLAR DE BOTAFOGO - Espaço 2
(Rua General Polidoro, 180 - Botafogo / RJ)
Tel: (21) 2543-5411


Ingressos: R$ 40,00 (inteira)
R$20,00 (meia)


Faixa etária: 14 anos
Gênero: Experimental
Duração: 50 min.
Capacidade: 30 lugares

 
 
AGENDA CULTURAL RJ

DIVULGAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS
MONTAMOS UM PLANO DE DIVULGAÇÃO ESTRATEGICAMENTE PARA ATINGIR O SEU PUBLICO ALVO.

COLAGEM DE CARTAZES
DISTRIBUIÇÃO DE FILIPETAS
DIVULGAÇÃO DE MÍDIA ONLINE

Centros Culturais, Cinemas, Livrarias, Faculdades, Universidades, Escolas Publicas e Particulares, Escolas de Musica, Cinema, Teatro, Dança. Bares e Restaurantes mais badalados da Zona Sul e Centro.
FAÇA UM ORÇAMENTO

(21)9676-9323 / 9673-4350

"Nem mesmo todo o oceano" reestreia no Teatro Gláucio Gill

Nem mesmo todo o oceano é antes de tudo, um romance de geração e de ideias. Em 794 páginas, Alcione Araújo levanta questões de ética e valores, contando a história fictícia de um médico recém-formado, desde a sua difícil infância de menino pobre no interior de Minas, os primeiros tempos de estudante vivendo em pensões no Rio de Janeiro, as decepções amorosas, as frustrações existenciais, a difícil sobrevivência em meio às feras do asfalto selvagem, enfatizando sobretudo o seu processo de perversão espiritual.



Com adaptação e direção de Inez Viana e interpretada pela Cia OmondÉ, estando o ator Leonardo Brício a frente do elenco, a peça que chega ao palco do Teatro Gláucio Gill, é um thriller contemporâneo dentro de um romance histórico. A trama conta a história do rapaz pobre, que se sacrificou de todas as maneiras, até conseguir se formar em médico no Rio de Janeiro, que teve memorável decepção amorosa, que se casou com uma jovem burguesa, que por ter sido tão alienado e ingênuo, sua apatia política o levou a ter um envolvimento fatal com o DOI-CODI e que, inacreditavelmente, se transformou num dos médicos legistas da ditadura, tendo um fim surpreendente e trágico.

Trailer de Nem mesmo todo o oceano com imagens em HD: http://vimeo.com/73329373

– “Em 2014, serão lembrados os 50 anos da ditadura”, disse-me Alcione Araújo, no nosso último encontro (em 2012), sobre a minha adaptação para o teatro de seu romance Nem mesmo todo o oceano, de 794 páginas. Não havia me dado conta. Mas a conta era fato. 1964...2014. Enquanto a Comissão da Verdade tenta apurar fatos, até então obscuros, dos anos de chumbo, tive a certeza: é chegado o momento de vir à tona essa história que me persegue e me fascina há 13 anos e que, desde o primeiro momento que a li, sabia que um dia teria que montá-la. Perguntas transcendentais se colocam em abundância – sobre o amor, a raiva, a liberdade, a repressão, a riqueza e a pobreza, o bem e o mal em suas manifestações que nos são tão familiares. Até mesmo a teoria comunista versus a realidade capitalista, tão fortemente debatido durante o período, goza de uma presença imponente. No fim, no entanto, essas teses são inevitavelmente enterradas na unidade familiar disfuncional, devastada pelo abuso e pela traição. Na nossa peça, assim como no romance, fatos reais se misturam à ficção, nos trazendo imediata identificação de uma das mais agravantes e dolorosas épocas do nosso país, a era da inocência perdida. Esperamos que essa história possa jogar luz no lado escuro da motivação humana –, comenta Inez Viana.

 
SOBRE INEZ VIANA
 
Natural do Rio de Janeiro, Inez Viana é formada pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, desde 1987. Em 1999, dirigiu e roteirizou o documentário Cavalgada à Pedra do Reino, baseado no Romance d’A Pedra do Reino de Ariano Suassuna. Em 2008 recebeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz por sua atuação na peça A Mulher Que Escreveu A Bíblia, pela qual também foi indicada aos prêmios SHELL e APTR. Em 2010 dirige As Conchambranças de Quaderna, texto inédito de Ariano Suassuna, onde obteve críticas elogiosas e recebendo indicações aos prêmios SHELL e APTR de Melhor Direção. Ainda em 2010, é convidada para dirigir o show João do Vale, Na Asa do Vento, no Teatro Nelson Rodrigues, com Chico César, Teresa Cristina e Flávio Bauraqui e Breque Moderno com Soraya Ravenle e Marcos Sacramento, realizado no Teatro Rival. Seguindo com a carreira de direção em teatro, em 2011 dirigiu os atores Alexandre Dantas e Claudia Ventura no espetáculo Amor Confesso onde foi indicada para o Prêmio Shell de Melhor Direção. Em 2012 com sua Cia OmondÉ dirigiu Os Mamutes de Jô Bilac e recebeu o Prêmio FITA de Melhor Direção.
 
SOBRE A CIA OMONDÉ
 
A Cia OmondÉ surgiu, no final do ano de 2009, da vontade da diretora e atriz Inez Viana em formar um grupo com atores vindo de várias partes do Brasil, para o aprofundamento de uma pesquisa cênica, onde a diversidade, brasilidade e o diálogo com a cena mundial contemporânea (tendo como grande mentor o diretor inglês Peter Brook), fossem concomitantemente estudados. Trata-se de uma busca aos signos do teatro, infinitos se pensarmos na precisão de um gesto ou na magia do aparecimento de um objeto em cena, levando o espectador a ser cúmplice e não passivo, co-autor e não somente voyer do espetáculo. Atualmente, a Cia OmondÉ é formada por dois mineiros, um potiguá, um paraibano, um paranaense e cinco cariocas.
 
FICHA TÉCNICA
 
Autor: Alcione Araújo | Adaptação e Direção: Inez Viana | Consultoria Dramatúrgica: Pedro Kosovski | Elenco: Cia OmondÉ – Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell | Cenário e  Figurino: Flávio Souza | Direção Musical: Marcelo Alonso Neves | Iluminação: Renato Machado | Assessoria de Imprensa: Ney Motta | Programação Visual: Dulce Lobo | Assistentes de Direção: Carolina Pismel, Debora Lamm e Juliane Bodini | Produção Executiva: Jéssica Santiago | Direção de Produção: Claudia Marques | Um projeto da Cia OmondÉ
 
SERVIÇO – Nem mesmo todo o oceano
 
Autor: Alcione Araújo | Adaptação e Direção: Inez Viana | Com a Cia OmondÉ – Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell | Local: Teatro Gláucio Gill - Praça Cardeal Arco Verde, Copacabana (tel. 2332-7904) | Temporada: De 28 de setembro até 21 de outubro, sextas, sábados e segundas 21h e domingos às 19:30h | Ingresso: sexta e segunda R$ 20 e sábados e domingos R$ 30,00 | Não recomendado para menores de 16 anos | Duração: 80 minutos

Agenda Cultural RJ - Gabriele Nery
(21)9676-9323 / 9673-4350
agendaculturalrj@gmail.com

Confira!

Banheirão da Casa celebra a diversidade com humor em nova edição no Rio

Banheirão da Casa celebra a diversidade com humor em nova edição no Rio Espetáculo de stand up comedy LGBT+ acontece no dia 30 de outubro, ...

Siga @agendaculturalrj no Instagram