30 de ago. de 2017

Cantora capixaba faz shows nos dias 30 e 31 de agosto na Casa de Cultura Laura Alvim Disco traz canções inéditas e releituras que mesclam o som brasileiro com o candombe, “Parador Neptunia”, novo CD de Tamy, ganha lançamento no Rio com shows no Festival Levada



“Parador Neptunia”, novo CD de Tamy, ganha lançamento no Rio com shows no Festival Levada

Cantora capixaba faz shows nos dias 30 e 31 de agosto na Casa de Cultura Laura Alvim

Disco traz canções inéditas e releituras que mesclam o som brasileiro com o candombe


TAMY, cantora capixaba, radicada há cinco anos no Uruguai,lança no Rio de Janeiro seu quarto álbum “Parador Neptunia”. Nas 12 faixas do repertório, ela se reveza entre o português e o espanhol, e apresenta algumas canções autorais e outras clássicas do repertório popular uruguaio. Os shows serão nos dias 30 e 31 de agosto, quarta e quinta, às 20h, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Os ingressos têm preços populares: R$ 20 e meia a R$ 10. O lançamento do CD acontece no Festival Levada 2017, festival de música independente nacional que tem a produção edireção geral de Júlio Zucca, curadoria de Jorge Lz e patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.



“Parador Neptunia” (Universal Music) lança mão de elementos inovadores influenciados pelo candombe (ritmo de origem africana desenvolvido em Montevidéu) para expor em canções as estradas que a artista está abrindo em sua carreira. Neptunia é um balneário uruguaio quase secreto, até para os próprios uruguaios, é um tipo de comuna hippie que se junta todos os sábados para tocar e cantar. E foi através da convivência com essa turma que Tamy desenvolveu as canções e parcerias do disco.



Com um repertório versátil e uma sonoridade intensa e cosmopolita, o disco traz as faixas inéditas “Pra Ti Vê”, “Sabia” e “Amor de Filha”, composições da própria Tamy; “Neptunia”, parceria e participação de César Lacerda; “Festa de Labá”, em parceria com Francisco Vervloet. TAMY assina “Estrellas” com Hugo Fattoruso, músico uruguaio que é considerado um dos maiores pianistas modernos, cujo histórico de colaboração com artistas brasileiros inclui nomes como Milton Nascimento, Geraldo Azevedo, Airto Moreira, Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Djavan, Luiz Melodia e Naná Vasconcelos, e que também participa da faixa com seu piano e vocalise. As canções “Te Parece” e “Ayer Te Vi”, ambas composições de Ruben Rada, que canta esta última com Tamy, um clássico do cancioneiro afro-uruguaio. As outras músicas do disco são releituras de obras dos autores Matheus Von Krüger, Ernesto Díaz, Sebastián Jantos, Fernando Cabrera e Ruben Rada.




Canções inteligentes com uma sonoridade intensa e cosmopolita fazem de Parador Neptunia um disco finalmente capaz de contemplar tanto os amantes da melhor música brasileira como a parcela do público ansiosa por experimentar novos e surpreendentes resultados das aproximações entre a nossa música e os sons vindos de outros cantos da América Latina.



Tamy é especialista em relativizar fronteiras. Sua discografia conta com outros três álbuns que renderam música em novela e a abertura para países como França, Inglaterra, Portugal, Japão, Angola, África do Sul e Moçambique, além de colaborações com Kassin, Roberto Menescal, Jacques Morelenbaum, Lokua Kanza e Donatinho. Todos os seus trabalhos anteriores revelam uma brasilidade docemente indisciplinada, marcante no jeito de cantar e nos vínculos traçados entre o samba, a bossa nova, a musicalidade baiana, grooves afro-latinos e beats eletrônicos.



Nesse novo trabalho, a capixaba, que vive em Montevidéu, contou com a produção de Rodolfo Simor, com os arranjos vocais de Ney Peraza e a mixagem de Mário Caldato Jr.. Recentemente, a cantora lançou o clipe da música “Te Parece”, primeiro single do novo álbum, uma composição do uruguaio e mestre do candombe, Rubén Rada.

SERVIÇO

FESTIVAL LEVADA apresenta TAMY

LANÇAMENTO DO CD – “Parador Neptunia”

DIAS 30 e 31 de Agosto | QUA e QUI | 20h
Casa de Cultura Laura Alvim - Av. Vieira Souto, 176, Ipanema.

Telefone: (21) 2332-2090

INGRESSOS*: R$20,00 | R$10,00

Venda antecipada pelo Ingresso Rápido
Dica: Metrô Estação General Osório
(cerca de 5 minutos a pé da estação ao local)





Agenda Cultural RJ -
Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

A CIA de teatro Ação Contínua apresentará no dia 03 de setembro o espetáculo Cinderela na Arena Carioca Dicró, na Penha às 17h.

A CIA de teatro Ação Contínua apresentará no dia 03 de setembro o espetáculo Cinderela na Arena Carioca Dicró, na Penha às 17h.
Cinderela, a história de um sonho que se torna realidade. Um linda e bondosa menina, perde de forma inesperada o seu pai e é criada pela sua madrasta malvada e suas meias-irmãs, Grisela e Anastácia.

A história da menina que é maltratada e feita de criada é conhecida por quase todos, mas esta linda história merece ser encenada para que as pessoas entendam que nunca devemos deixar de sonhar.
Ingressos antecipados:
R$15,00

No dia todos pagam meia.
R$20,00
Informações:
3486-7643
96595-0352

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A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017 (terça a sexta-feira), o ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão, que reúne oito pesquisadores e realizadores do teatro, música, artes visuais e cinema para discutir um período histórico que ainda opera como um potente motor ideológico nos campos da cultura e da arte do Brasil contemporâneo




CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REALIZA CICLO DE PALESTRAS GRATUITAS SOBRE A TROPICÁLIA

Nomes das artes visuais, teatro, música e cinema participam dos debates Tropicálias 1967- 2017 – 50 anos em revisão

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017 (terça a sexta-feira), o ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão, que reúne oito pesquisadores e realizadores do teatro, música, artes visuais e cinema para discutir um período histórico que ainda opera como um potente motor ideológico nos campos da cultura e da arte do Brasil contemporâneo. Os debates ocorrem sempre às 18h30, com entrada franca e retirada de senhas uma hora antes de seu início. O evento tem a idealização e a curadoria de André Masseno e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

“Levando em consideração o panorama de 1967, como pode ser entrevisto o Brasil de 2017? Como os preceitos éticos e estéticos destas tantas tropicálias ainda reverberam no momento atual e podem, sobretudo em retrospecto, oferecer uma visão arguta do país do presente?”, indaga o curador André Masseno.

Com o objetivo de discutir tais questões, o projeto apresenta e analisa, em quatro encontros, uma intricada e complexa relação entre arte, indústria e mercado, que viu moldar, na Tropicália, uma constelação artística composta por agentes (contra)culturais que buscavam saídas reflexivas para um contexto nacional sufocado pela ditadura.

Participam das palestras Luiz Tatit e Miguel Jost, em debate sobre as sonoridades tropicalistas e o álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis; Ricardo Basbaum e Fred Coelho analisam obras de Hélio Oiticica e Décio Pignatari; Victor Hugo Adler Pereira e José da Costa abordam O Rei da Vela, espetáculo com texto de Oswald de Andrade e dirigido por José Celso Martinez Corrêa; e Vladimir Carvalho e Jorge Furtado, que explicitam as relações entre o Cinema Novo e a Tropicália debatendo Terra em Transe, de Glauber Rocha.

O evento é destinado a públicos diversos: estudantes do ensino médio, universitários, artistas, pesquisadores e todos que se interessam pelo período e pela produção cultural e artística nacional.

Programação (sempre às 18h30):

29/08 (terça-feira)


Sonoridades tropicalistas, com Luiz Tatit

A influência do tropicalismo na canção brasileira pode ser avaliada sob dois ângulos igualmente importantes no quadro geral de nossa cultura artística. O primeiro considera o tropicalismo como um ato de intervenção brusca – e até certo ponto inesperada – num momento crucial de ebulição da música popular no Brasil. O segundo ângulo examina o movimento como um desejo de assimilação (mistura) que se tornou perene no âmbito da canção e que tem sua contrapartida no gosto pela depuração (triagem) introduzido pela bossa nova.

Tropicália ou Panis et Circensis, com Miguel Jost
O objetivo é debater de forma crítica as interações entre as propostas tropicalistas, suas relações com o mercado e a cultura pop, e sua oposição frontal contra um projeto de defesa da cultura nacional popular como definida no âmbito dos centros populares de cultura (CPCs) da UNE. Ainda na clave dessa concepção original dos tropicalistas sobre a contaminação da cultura nacional por elementos da cultura pop internacional, discutir também, sob a luz do debate entre Caetano Veloso e o professor da USP Roberto Schwarz, a oposição entre o tropicalismo e pensamento marxista na forma como este foi lido e desenvolvido no Brasil dos anos 1960.

30/08 (quarta-feira)

Corpos tropicalistas nas artes visuais, com Ricardo Basbaum


Serão comentados alguns temas relacionados ao período tropicalista, em sua relação com as pesquisas das artes visuais – especialmente em torno de duas das mais emblemáticas expressões daquela época: da adversidade vivemos, de Hélio Oiticica e geleia geral brasileira, de Décio Pignatari. Naquele momento, o que se queria com tais afirmações, que parecem indicar um interesse pelo confronto ("adversidade") e mistura e multiplicidade ("geleia")? Como tais frases poderiam ser atualizadas hoje, frente aos desafios do século XXI para o campo da arte e da cultura contemporâneas? Serão organizados comentários que apontam para a fórmula "geleia adversa" ou "adversa geleia" como eventual modo de resistência à economia da cultura tal qual se apresenta hoje, no sentido de buscar possibilidades efetivas de intervenção e resistência.

Tropicália (Hélio Oiticica), com Fred Coelho

A fala será dedicada aos textos de Hélio Oiticica escritos durante os anos de 1968 e 1969 e que relacionam sua obra Tropicália (1967) com os desdobramentos do movimento musical denominado Tropicalismo. A partir de suas ideias sobre uma “nova imagem”, a formação de uma vanguarda brasileira e os trabalhos do chamado Grupo Baiano, acompanharemos a Tropicália desde as críticas do seu criador aos usos modistas no Brasil até a recusa crítica em apresentá-lo na exposição Information (MoMA, NY, 1970), quando Oiticica envia outro trabalho em seu lugar. A ideia de uma “imagem do Brasil” nesse período será chave para o debate.

31/08 (quinta-feira)

A cena tropical brasileira, com Victor Hugo Adler Pereira

A montagem de O Rei da Vela evidenciou as dificuldades da intelectualidade e das plateias “bem pensantes” encararem suas contradições ideológicas e a convivência do país do cosmopolitismo modernizante com o tradicionalismo patriarcal e as heranças do “atraso”, da chanchada e do melodrama. A produção musical dos tropicalistas explorou esses e outros desequilíbrios, desafiando os padrões de gosto e a rigidez de posições ideológicas. A discussão abordará como a diversidade estética e temática do teatro que resistiu aos desafios do período ditatorial e posteriores a ele relaciona-se à abertura de perspectivas do tropicalismo.

O Rei da Vela (Oswald de Andrade e José Celso Martinez Corrêa), com José da CostaA palestra vai abordar as necessidades artísticas e intelectuais que levaram José Celso Martinez Corrêa a encenar O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, no ano de 1967 e sua importância na trajetória criativa do diretor a partir daquele momento. O que se buscará, em primeiro lugar, é contextualizar a realização do espetáculo na época em que surgiu: período de governo totalitário e de práticas diferenciadas de resistência e contestação, de caráter político, cultural e comportamental. Em segundo lugar, pretende-se discutir como algumas das concepções teatrais que emergem no teatro de José Celso Martinez Corrêa no final dos anos 1960 se atualizam, posteriormente, no filme O Rei da Vela, realizado pelo encenador em parceria com o cineasta Noilton Nunes, no início da década de 1980. Será debatido, ainda, como algumas dessas concepções e métodos artísticos adotados no período tropicalista, mesmo transformados, persistem nos trabalhos do Teatro Oficina construídos a partir da década de 1990.

01/09 (sexta-feira)

Cinema e alegorias tropicalistas, com Vladimir Carvalho


O Cinema Novo e o tropicalismo nascem praticamente da mesma fonte original. O primeiro um pouco antes, mas ambos têm, a nosso juízo, muito a ver com o momento em que o país conheceu um extraordinário impulso em direção ao seu desenvolvimento e transformação, no início dose

anos de 1960, com sensível influência na cultura e nas artes. Os filmes desse período apresentavam um forte compromisso em espelhar a realidade social que vivíamos. Revê-los hoje nos coloca frente a frente com as possibilidades de melhor compreendermos a atualidade presente e o papel do cinema que queremos.

Terra em transe (Glauber Rocha), com Jorge Furtado

Nelson Rodrigues definiu brilhantemente Terra em Transe como um “vômito triunfal”. Dá para imaginar o efeito daquela ópera barroca tropical num país careta como o Brasil da ditadura militar, com procissões da família católica pelas ruas e artistas de terno e gravata. Acontece que uma obra seminal de um grande artista funciona como um pedra jogada num lago, expande sua força para muito além do seu tempo. Terra em Transe deve ser revisitado de tempos em tempos, como todos os clássicos. Eles nos lembram de o quanto mudamos e de o quanto permanecemos iguais.

Ficha técnica:

Idealização e Curadoria: André Masseno.

Produção e Coordenação Geral: Quintal Produções

Direção Geral: Verônica Prates

Coordenação Artística: Valencia Losada

Coordenação de Planejamento: Maitê Medeiros

Produtor Executivo: Thiago Miyamoto

Programação visual: Karin Palhano

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


Serviço:
Ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão

Entrada Franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada encontro)

Data: 29 de agosto a 01 de setembro (de terça a sexta-feira)

Horário: 18h30

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Classificação Indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Facebook: https://www.facebook.com/tropicalias50anosemrevisao

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II SEMANA INTERNACIONAL DE PIANO De 03 a 09/09 Cidade das Artes e Sala Cecília Meireles/RJ


II SEMANA INTERNACIONAL DE PIANO
De 03 a 09/09
Cidade das Artes e Sala Cecília Meireles/RJ

Inspirado nos grandes festivais europeus, a Semana Internacional de Piano é uma imersão de música clássica para piano. Com recitais e master classes em horários variados ao longo da semana, o evento coloca o Rio de Janeiro e o Brasil no mapa internacional de referências dos festivais de música clássica onde o piano é o protagonista.

Após o grande sucesso da primeira edição realizada em Niterói, em setembro de 2016, a segunda edição do festival chega às principais salas do Rio e contará com a presença de pianistas de renome internacional do Brasil, Croácia, França, Itália e Rússia. Eles proporcionarão ao público uma jornada de recitais de música clássica num panorama que abrange da música barroca à música contemporânea.

Programação*¹

Domingo 03/09, 20h @ Cidade das Artes:
Duo AMA - Mayer Goldenberg e Angela Passos (Brasil)


ANGELA PASSOS, Natural de Niterói, diplomada com bolsa de estudos no Wiener Meisterkurse em Viena e Bacharel em piano pela UFRJ. Já se apresentou em mais de 15 cidades pela Europa, EUA e América Latina, em países como: França, Itália, EUA, Alemanha, Áustria e Argentina. Premiada em concursos nacionais e internacionais. Em 2012, realizou uma tournée pela Itália, executando o recital de abertura do Festival Internacional "Mondi Sonori" em Senago-Milão. Em 2015, foi premiada com “Merit Award” no "Miami International Summer Piano Festival". Em 2016, se apresentou na San Francisco Steinway Piano Gallery, e realizou mais uma turnê pela Europa, com seu duo (Duo AMA), incluindo a Embaixada Brasileira de Paris. MAYER GOLDENBERG, natural do Rio de Janeiro, diplomado com bolsa de estudos no Wiener Meisterkurse-Viena. Estudou com Nivaldo Tavares, Sonia Goulart (bacharelado em piano- UFRJ) e Licia Lucas. Premiado em concursos nacionais e internacionais, em 2010 foi finalista do Concurso Internacional de Piano de Eivissa-Espanha. Apresentou-se em mais de 20 cidades pela Europa, EUA e América Latina, em países como: França, Itália, Alemanha, Áustria, EUA, Espanha e Argentina. Em 2012 realizou turnê na Itália e abriu o Festival Internacional Mondi Sonori em Senago. Em 2015 foi premiado com “Merit Award”, no "Miami Internacional Summer Piano Festival".Em 2016, realizou outra turnê européia com 2016, realizou outra turnê européia com seu Duo AMA, incluindo a Embaixada Brasileira de Paris, e se apresentou na San Francisco Steinway Piano Gallery.


Segunda-feira 04/09, 20h @ Cidade das Artes:
Maja Matijanec (Croácia).


Nascida em Zagreb, Croácia, começou seus estudos aos seis anos de idade. Em 2002 se mudou para Milão, na Itália. Formou-se e obteve o seu Mestrado, no Conservatório Giuseppe Verdi. Estudou com dois grandes pianistas russos: Sijavush Gadjiev e Oleg Marshev. Em Linz,na Áustria obteve seu segundo mestrado. Venceu prestigiados concursos internacionais como: Anton Rubinstein (França) e "Cita 'di Piove di Sacco’"(Itália). Recebeu também a bolsa de estudos Rotary Club e bolsa de estudos da cidade de Zagreb. Apresenta-se há anos, em países como: Itália, Eslovénia, Croácia, Áustria, Alemanha, Espanha entre outros. Atualmente vive e leciona em Berlim, onde se dedica à carreira de pianista internacional.


Terça-feira 05/09, de 9-19h @ Cidade das Artes:
Master Class com Oleg Marshev (Rússia) *²


Quarta-feira 06/09, 20h @ Sala Cecília Meireles:
Oleg Marshev (Rússia)


Renomado pianista russo nascido na antiga URSS, foi aluno do famoso Mikhail Voskresensky no Conservatório de Moscou, no qual se formou com honras em sua graduação e doutorado. Foi premiado em concursos internacionais no Canadá, Itália, Portugal, Espanha e EUA, confirmando a sua reputação já conhecida: a de um dos melhores talentos do piano russo de sua geração. Em sua carreira, já gravou mais de 35 CDs, com destaque para a obra completa de Serguei Prokofiev, bem como a obra completa para piano e orquestra dos quatro grandes russos – Tchaikovsky, Rachmaninov, Prokofiev e Shostakovich.

Quinta-feira 07/09, 20h @ Cidade das Artes:
Duo Miroirs - Antonello d’Onofrio e Claudio Soviero (Itália)

ANTONELLO D´ONOFRIO, nascido em Puglia- Itália, formou-se no Conservatório G. Verdi de Milão, com excelência, sob a orientação do pianista Daniele Lombardi. Além de solista, integra o Duo com o pianista Claudio Soviero, duo especializado na obra de Ravel. Apresentou-se em diversos países: Itália, Espanha, China, Alemanha, Brasil, EUA e Indonésia. Venceu mais de 20 concursos de piano: "Pianistas Copa Itália Osimo", "Prêmio Europeu Cidade de Monopoly", "Prêmio JS Bach de Sestri Levante", "Prêmio Internacional cidade de Ostuni", "Prémio Europeu Cidade de Barletta", "Prêmio Internacional Ilhas Borromeu de Dino Ciani", entre outros. Foi diretor artístico de importantes festivais e é, atualmente, diretor artístico do Festival Internacional de Rovello Porro.


CLAUDIO SOVIERO, pianista italiano, formou-se com honras sob a orientação da professora Olga Shevkenova no Conservatório G. Verdi de Milão. Apresentou-se em prestigiadas salas de concertos em Cracóvia, Varsóvia, Mônaco, Paris, Rio de Janeiro, Córdoba, Einbeck, Milão, Veneza e Nápoles, e em festivais internacionais: Festival Mendelssonh, Maratona Chopin, “Milano Piano City”, entre outros. Venceu concursos nacionais e internacionais, se apresentou com várias orquestras e foi premiado no famoso Concurso Internacional Scriabin-Moscou. Atualmente, integra o Duo Miroirs, se dedica à composição e regência, e participa como colaborador de cantores de ópera em transmissões de rádio e televisão.


Sexta-feira 08/09, 20h @ Cidade das Artes:
Simon Ghraichy (França)


Após uma cosmopolita infância e adolescência, onde viveu no Líbano, México e Canadá, o pianista de nacionalidade francesa, aos 16 anos chegou em Paris e entrou para o Conservatoire à Rayonnement Régional" de Boulogne-Billancourt. Em 2004, ingressou no "Conservatoire de Paris" e em 2008 no "Sibelius Academy"de Helsink. Estudou com Michel Beroff, Daria Hovora, Tuija Hakkila e também participou de marster classes com os pianistas Cyprien Katsaris, Jean-Philippe Collard, Gergely Bogányi e Jerome Lowenthal. Recebeu premiações nos concursos internacionais: "Georges Cziffra Foundation’s Prize"na França, "BNDES International Piano Competition" no Rio de Janeiro, "Manuel
Ponce Competition" no México. Atuou com importantes orquestras como Orquestra Sinfônica Brasileira( OSB), "State of Mexico Symphony Orchestra", "Cairo Symphony Orchestra", "Lebanese Philharmonic Orchestra", "Cuba National Symphony Orchestra", dentre outras. Professores, júris, midia internacional, público, todos recebem seu "virtuosity" (Dauphiné Libéré), seu "temperament and power" (Wall Street Journal), e "clarity and cleanliness" de seu toque (Jornal do Brasil), mostrando sua facilidade em interpretar as obras mais difíceis.


Sábado 09/09, 20h @ Sala Cecília Meireles:
Concerto Gala - Recital de encerramento com a presença de todos os pianistas do festival.


Ingressos (em breve à venda emingressorapido.com.br)


Dias 03, 04, 07 e 08 de setembro: R$ 30
Dia 06 de setembro: R$ 40
Dia 09 de setembro: R$ 50

*¹ Programação sujeita a alterações
*² Inscrições até 10/08 (com seleção para bolsistas)
Classificação etária: livre


Saiba mais:
https://www.facebook.com/SemanaInternacionaldePiano/

https://www.facebook.com/events/1793789360951708/
https://www.instagram.com/sip.festival/


Contato:
semanainternacionaldepiano@gmail.com

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

Exposição Diálogos Contemporâneos aborda a vivência francesa na formação de artistas brasileiros


Exposição Diálogos Contemporâneos  aborda a vivência  francesa na formação de artistas brasileiros 
A mostra Diálogos Contemporâneos  reúne cerca de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, e tem curadoria de Claudia Saldanha e da pesquisadora e diretora do MNBA,  Monica Xexéo.
Diálogos Contemporâneos  é um recorte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes,  e as obras expostas se situam entre os anos 1920  até o contemporâneo, espelhando alguns ângulos da influência francesa na vivência de artistas modernos e contemporâneos brasileiros.
Os módulos percorrem  núcleos enfocando artistas que depois de premiados puderam aprimorar sua obra em instituições acadêmicas de prestígio na França e também, por outro lado,  os olhares de artistas  estrangeiros que, antes de aportarem no Brasil, sofreram influência  francesa,  fundamental para a  transformação da estética  por aqui.      
Na exposição Diálogos Contemporâneos,  poderão ser vistos  trabalhos de nomes como Tarsila do Amaral,  Di Cavalcanti,  Flavio Shiró,  Antonio Bandeira,  Gonçalo  Ivo,  Sérvulo  Esmeraldo,  Luiz  Áquila,  Jorge Mori, e  Lasar Segall,  Maria Leontina,  dentre vários outros artistas. 


SAIBA MAIS 




Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC 

Av. RIO Branco, 199
Mostra:  Diálogos Contemporâneos
Período:   até 15 de outubro de 2017.
Local:  Sala Bernardelli,  no 2º piso
Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18hs; Sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.
Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00  ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.
GRÁTIS AOS DOMINGOS. 
Telefone: (21) 3299-0600
Facebook:  MNBARio /  Site:  www.mnba.gov.br
Assessoria de imprensa do MNBA:  3299-0638  Nelson Moreira  Junior  

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