Superfantástico! Esta de volta com um nova programação para a criançada!- De 28 de fevereiro a 4 de março de 2012 na Caixa Cultural do RJ

Seleção destaca filmes com traços e raízes da cultura brasileira

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 28  de fevereiro a 4 de março, Superfantástico!, um festival com realização da Capadócia Produtora Cultural, que traz uma programação especialmente pensada para as crianças com uma seleção de filmes que vão de clássicos a produções mais recentes. O festival conta com  longas e curtas que jogam uma luz na importância do cinema brasileiro para as crianças, hoje tão expostas às superproduções estrangeiras. Com uma seleção cuidadosa de filmes infantis, há o intuito de fomentar a produção e, principalmente, formar e desenvolver um público desde cedo através de filmes criativos, educativos e divertidos.


Programação





Sessão 1
Sessão 2
Sessão 3
28/fev
Ícarus/ A Ilha do Terrível Rapaterra
Porquê o Canguru Salta em Duas Patas/ Pinóquio 2000 e os Paspalhões
O Boto/ O Menino Maluquinho
29/fev
Iara/ O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias
Jardim das Cores/  Cine Gibi
Matinta Pereira/ O Sítio do Picapau Amarelo
01/mar
O Curupira/ Lá Vem História
Ícarus/ O Menino Maluquinho
Iara/ Meu Pé de Laranja Lima
02/mar
O Boto/ Cine Gibi
Como Surgiu a Noite/ Uma Aventura do Zico
Mãos de Vento, Olhos de Dentro / A Ilha do Terrível Rapaterra
03/mar
Matinta Pereira/ O Sítio do Picapau Amarelo
Mãos de Vento, Olhos de dentro / Sinfonia Amazônica
Iara/ Tainá
04/mar
Rua das Tulipas/ Cine Gibi
Jardim das Cores/ Castelo Rá-Tim-Bum – O Filme
O SACI - Encerramento
         
               
Sessão 1
Sessão 2
Sessão 3
28/fev -O Curupira/ O Grilo Feliz
Porquê o Canguru Salta em Duas Patas/ Cine Gibi
 Rua das Tulipas/ Castelo Rá-Tim-Bum – O Filme
29/fev - Mãos de Vento, Olhos de Dentro / A Ilha do Terrível Rapaterra
O Curupira/ As Aventuras do Zico
Como surgiu a noite/ O Ano em que meus Pais Saíram de Férias
01/mar-  Ícarus/ Uma Aventura do Zico
Jardim das Cores/ Sinfonia Amazônica
O Boto/ Cine Gibi
02/mar - Rua das Tulipas/ O Grilo Feliz
Ícarus/ Cine Gibi
O Jardim das Cores/ O Menino Maluquinho
03/mar - Iara/ Meu Pé de Laranja Lima
Ícarus/ O Ano em que meus Pais Saíram de Férias
Iara/ O Sítio do Picapau Amarelo
04/mar - Como surgiu a noite/ A Ilha do Terrível Rapaterra
Matinta Pereira/ Tainá
O SACI - Encerramento

Imperdível!
Festival de Cinema Infantil com filmes nacionais, consulte a programação.
As sessões são às 15h, 17h e 19h.
Ingressos R$2,00 e R$1,00 (MEIA)


SERVIÇO - Superfantástico!:

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Horário: Consultar programação
Entrada: R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia, além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia)
Telefone: (21) 2544-4080
Bilheteria: de terça a sábado de 10h às 22h e domingo de 10h às 21h
Classificação: consultar programação no site www.caixa.gov.br/caixacultural
Lotação: 89 lugares
Acesso para portadores de necessidades especiais

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro (RJ)
@imprensaCAIXA

Assessoria de Imprensa da Capadócia Produtora Cultural:
Factual Comunicação
(21) 2266-1374 / 9998-4846
fernando@factual.inf.br







EXPOSIÇÃO 'DE PEITO ABERTO' NA CAIXA CULTURAL RJ

dEPOIS DA ONU, CHEGA AO RIO EXPOSIÇÃO QUE mOSTRa a luta de mulheres contra o câncer




Na programação haverá lançamento de livro e palestra interativa

Após uma jornada de sucesso culminando com a exposição na sede da ONU, em Nova York, no final de 2011, chega à CAIXA Cultural Rio de Janeiro, em 16 de janeiro, a  Exposição Fotográfica DE PEITO ABERTO. A mostra conta a história de vida de mais de 50 mulheres do Brasil, Espanha e Estados Unidos, entre 18 e 70 anos, de diversas origens, etnias e classes sociais.

A ideia do Projeto De Peito Aberto surgiu após a jornalista e escritora Vera Golik e o fotógrafo e sociólogo Hugo Lenzi vivenciarem vários casos de câncer em suas próprias famílias. “Em 2000, na mesma semana, soubemos que minha irmã Andrea e meu irmão Peter estavam com câncer. Minha mãe, Dagmar, também recebeu o diagnóstico de câncer alguns meses depois”, conta Vera.

De Peito Aberto tem como foco central o câncer de mama – o de maior incidência entre as mulheres e que afeta os símbolos da feminilidade: seios, cabelos, fertilidade e libido. E realça como a abordagem humanista pode transformar a maneira de lidar com a doença, destacando cada fase do tratamento: a descoberta, o processo, o apoio e a superação. Uma experiência rica e emocionante que vem sensibilizando os profissionais de saúde a não enxergarem na paciente apenas a doença, mas o ser humano completo. E para que a paciente torne-se agente do seu processo de recuperação, com o apoio da família e dos amigos. Um incentivo para que sejamos todos contagiados por uma postura mais humana.

Com imagens inéditas, palestra e lançamento do livro que revela sua experiência bem sucedida, a mostra traz fotos e depoimentos de pacientes, familiares, e médicos de todo o país que mostram como o “cuidar” humanizado pode mudar as perspectivas de um processo tão desafiador como o tratamento do câncer de mama. “Nosso desafio foi registrar o universo feminino sob uma perspectiva mais humana e sensível e mostrar um novo aspecto a ser trabalhado. Um alerta, um apelo, para que os profissionais de saúde enxerguem na paciente não apenas a doença, mas o ser humano completo”, conta o fotógrafo Hugo Lenzi. 

Desde que foi lançado em 2006, o Projeto é um sucesso de público, tendo sido exibido mais de 30 vezes nas maiores cidades brasileiras. As exposições e palestras receberam mais de três milhões de visitantes e mais de dez milhões de pessoas foram impactadas pela sua cobertura de mídia. Nessa jornada o Projeto De Peito Aberto contou com importantes aliados, sendo inicialmente patrocinado por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e, depois, por Ministérios, Governos Estaduais e Prefeituras. Teve também o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da Câmara dos Deputados, do Ministério da Saúde e do INCA – Instituto Nacional do Câncer. Recentemente, com o apoio do Governo Brasileiro, através da Caixa Econômica Federal e da Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas, a exposição De Peito Aberto foi a única a ser convidada a se apresentar na sede da ONU, em Nova York, por ocasião do Encontro de Alto Nível da ONU sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis, seguido da abertura da Assembléia Geral das Nações Unidas, em setembro de 2011.

Ações do Projeto De Peito Aberto :
Palestra Interativa – É realizada durante o período em que a Exposição Fotográfica permanece no local. Com mediação dos autores, a sessão de diálogo é promovida em locais públicos (ou na empresa), incluindo pacientes, familiares, amigos, médicos, profissionais de saúde e o público em geral, com o intuito de fornecer informação de qualidade e estimular a conversa sobre o tema e assim ajudar a quebrar os paradigmas.

Livro De Peito Aberto – A obra, lançada em 2010, além de relatar a vivência dos autores com o câncer, dá ênfase à questão da humanização da medicina. O livro apresenta entrevistas e imagens das pacientes de todo o Brasil, participantes do Projeto De Peito Aberto, e também depoimentos de médicos e familiares, além do relato de desenvolvimento do projeto por todo o Brasil, visando estimular novas iniciativas que contribuam para o enfrentamento e superação de doenças graves e para a humanização das relações entre pacientes, profissionais de saúde e demais envolvidos no processo.

SERVIÇO
Exposição DE PEITO ABERTO
Local: Caixa Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro
Telefone: (21) 2544-4580
Abertura da Exposição e Lançamento do Livro De Peito Aberto: 16 de janeiro de 2012 – às 19h30 (segunda-feira)
Visitação: de 17 de janeiro a 05 de fevereiro de 2012
Horário: Terça a Sábado, das 10h às 22h – Domingo, das 10h às 21h
Palestra Interativa: 21 de janeiro de 2012 (sábado) – às 17h – Auditório do edifício sede da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro
Entrada Franca
Classificação: Livre
Acesso para portadores de necessidades especiais
www.caixa.gov.br/caixacultural







Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3980-3086 / 3096
@imprensaCAIXA

ArtCENA_play na Caixa Cultural RJ com entrada franca!!!


Articulação entre artistas-performers de diversas vertentes (música, teatro, dança, artes visuais, etc) promove ocupação integral dos espaços da Caixa Cultural da Avenida Chile, nos dias 15, 16, 17 e 18 de dezembro. Ingressos GRÁTIS.

Desde o dia 25 de novembro um coletivo de 12 artistas-performers ocupam os espaços da Caixa Cultural, na Avenida Chile 230 (palco, galeria, mini-galeria, foyers, escadas, banheiro, corredores, etc), com circunstâncias diferenciadas de investigação artística para, no período de 15 até 18 de dezembro, apresentarem publicamente uma galeria de obras que se relacionam. É oArtCENA_play.

O ArtCENA_play é um lugar de criação. Um processo dinâmico, de construção continuada, que se alimenta de várias fontes no tempo e no espaço, com a proposta de apresentar, debater e investigar a cena contemporânea através das suas diversas expressões e manifestações artísticas, criando espaço para o coletivo de artistas apresentar a evolução do processo criativo, possibilitando dessa forma aproximar o público do processo criativo.

Nesta segunda edição do ArtCENA_play, Alexandre Mello e Daniela Amorim são os ativadores (ou provocadores) dos processos artísticos com integrantes de todas as possibilidades de artes performáticas da cena carioca – Ricky Seabra (músico), Michelini Torres (bailarina), Fabrício Beslof (vídeo maker), Suzana Queiroga (artista plástica), Siri (músico), Ana Abbot (atriz), Rafael Rocha (músico), Cris Larin (atriz), Cabelo (músico e artista plástico), Ticiana Passos (figurinista), Tam Arroba (artista plástica), Belquer (artista sonoro e videomaker); e seus colaboradores –, convidados a se relacionarem entre si, com os diversos espaços da Caixa Cultural e com materiais alternativos, elaborando obras artísticas e culturais que amplie em cada indivíduo a sua capacidade de experimentar e entender o que o constitui e envolve, enriquecendo as relações de troca e invenção na arte e as propostas de soluções para a vida.

O jogo e suas regras foram criadas por Fábio Ferreira, diretor artístico do ArtCENA_play, que também escolheu os “juízes”, os jogadores e o local do jogo. – Com o ArtCENA_play reunimos artistas que vão oferecer criações, novas parcerias, combinações e diálogos com pessoas, tempo e espaço. A arte como experiência mais direta com a vida –, comenta Ferreira. Os artistas terão 20 dias de criação, interação e ensaio, antes das apresentações públicas nos espaços da Caixa Cultural na Av. Chile 230, onde ocorreram as investigações. O ponto de partida da articulação entre os artistas é o texto "O que é ser contemporâneo?", do italiano Giorgio Agambenque guiou a lição inaugural do curso de Filosofia Teorética 2006-2007 junto à Faculdade de Arte e Design do Instituto Universitário de Arquitetura (IUAV) de Veneza.

ROTEIRO DAS APRESENTAÇÕES

18h às 20h – Sessões de terapia gratuitas para Brasileiros com Síndrome de tensão pré copa, pré olímpica e pré sal, com Rickyoncé, Imperatriz do Império Americano. Local: foyer
20h – Pronunciamento imperial  para o povo Brasileiro, com Rickyoncé, Imperatiz do Império Americano. Local: Teatro Nelson Rodrigues
18h às 21:30h – Cadê minha Eva que tava aqui? ou É tudo off cells, com Ana Abbott. Local: mini galeria
20h às 22h – Eles andam em zigue-zague (um experimento da série Eu Prometo, isto é Político),com Micheline Torres. Local: galeria
20:30h às 21:30h – Se meu banheiro falasse, com Rafael Rocha. Local: banheiro do balcão
21:30h – Show de encerramento, com Ricardo Siri. Local: Teatro Nelson Rodrigues
18h às 21h – Se você tem 5 minutos aperte o Play, com Cris Larin, assistência de Maurício Melo. Local: sala ao lado da mini galeria
18h às 21:30h – Sié, com Cabelo. Local: escada de acesso à galeria
19:00 às 21:30h – Deságua, com Ticiana Passos. Local: café
19:30h às 21:30h – Perguntar por mim, com Suzana Queiroga. Local: perguntar na bilheteria
18h às 22h – Exposição Fotográfica de Tam Arroba. Local: Galeria
20h às 21h – dório do rio, com Belquer. Local: corredor de acesso aos camarins
22h – Plano de Fuga, com Fabricio Belsoff. Local: Teatro Nelson Rodrigues

FICHA TÉCNICA

Coletivo de artistas: Ricky Seabra, Michelini Torres, Fabrício Beslof, Suzana Queiroga, Siri, Ana Abbot, Rafael Rocha, Cris Larin, Cabelo, Ticiana Passos, Tam Arroba, Belquer; e seus colaboradores | Artistas-provocadores: Alexandre Mello e Daniela Amorim | Coordenação Técnica: Lara Cunha | Assessoria de Imprensa: Ney Motta | Press-release: © Ney Motta | Programação Visual: Tania Grillo | Administração: Talitha Caetano | Produção Executiva: Viviane Oliveira | Direção de Produção: Zé Alex | Direção Artística: Fábio Ferreira | Realização: Projeteis


SERVIÇO

Nome do evento: ArtCENA_play
Local: Caixa Cultural Rio de Janeiro – Av. Chile 230, Anexo, Centro do Rio (Próximo a Estação Carioca do Metrô)
Informações: 21 2262-8152
Capacidade de público: 600 pessoas
Únicas apresentações: dias 15, 16, 17 e 18 de dezembro
Horário: quinta à sábado das 18h às 22h; domingo das 16h às 20h
Ingresso: GRÁTIS
Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos

Exposição Marcello Grassmann na Caixa Cultural do Rio de Janeiro


Sombras e Sortilégios
Exposição de gravuras de Marcello Grassmann




A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta obras de um dos mais renomados gravadores do Brasil. Obras de três técnicas – xilogravuras, litografias e gravuras em metal – são mostradas em exposição individual do artista. Inauguração dia 05 de dezembro próximo.  

A CAIXA Cultural inaugura no dia 05 de dezembro, segunda-feira, às 19h00, a exposição do artista Marcello Grassmann Sombras e Sortilégios. Esta mostra individual de Grassmann no Rio de Janeiro reúne uma seleção de sessenta gravuras nas três técnicas exploradas por Grassmann: a xilogravura, a litografia e a gravura em metal. Marcello Grassmann, criador de vasta obra, é constantemente reconhecido como um dos nomes mais importantes da gravura brasileira nos mais de sessenta anos de contínua e intensa atividade. A visibilidade que o artista experimenta – nacional e internacionalmente – é mais do que justa e merecida.
Grassmann é artista detentor de importantes prêmios nas Bienais de São Paulo, Veneza, Paris e na de Artes Gráficas de Florença tem em seu currículo quase quinhentas exposições individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. 
Ao longo de décadas anos de trabalho Grassmann criou vasta obra e tem de ser entendido como alguém que procura continuamente aperfeiçoar-se na expressão de sua arte. Suas imagens muitas vezes possuem semelhanças e variantes que reforçam sempre uma intrincada gama de possíveis interpretações, descritas e experimentadas por críticos e visitantes de suas mostras em todo o mundo.
O absoluto domínio técnico, o conhecimento histórico e, acima de tudo, a sensibilidade apurada, criaram uma assinatura do artista, facilmente identificável. Esta antologia recente de trabalhos gravados seus é excelente oportunidade para compreender e apreender obra tão complexa.
Grassmann é exemplo de coerência e tenacidade. Ninguém fica impassível diante da força de suas imagens. Trabalhos de tal vigor dão à obra deste grande artista brasileiro – entre os maiores – caráter universal e atemporal. Contemplar sua obra é aproximar-se da ancestralidade e, com isso, sair transformado.

Serviço:

Exposição: Marcello Grassmann – Sombras e Sortilégios
Curadoria: Antonio Carlos Abdalla
Abertura: segunda-feira, dia 5 de dezembro de 2011, às 19h
Período expositivo: de 6 de dezembro de 2011 a 15 de janeiro de 2012.
De terça a sábado, das 10h às 22h
Domingo, das 10h as 21h

Entrada Franca!!!

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Avenida Almirante Barroso, 25 - Centro
Rio de Janeiro - CEP 20031-003
Tels: (21) 2544-4080/2544-7666





Penso ver o que escuto

Concebido a partir dos grandes dramas históricos de Willian Shakespeare – Ricardo II, Henrique IV, Henrique V, as três partes de Henrique VI e Ricardo III, especialmente os dois Ricardos –, “Penso ver o que escuto” estreia dia 1° de dezembro, às 21h, no Arquivo Nacional, com direção de Cláudio Baltar e Fábio Ferreira, dramaturgia de Oscar Saraiva, figurinos de Rosa Magalhães, cenário de Fernando Mello da Costa e Rostand Albuquerque, iluminação de Renato Machado, direção musical e trilha sonora de Fabiano Krieger e realização da Cia Bufomecânica.









 Em abril de 2012 este espetáculo faz a abertura do World Shakespeare Festival, em Londres e Stratford-Upon-Avon


Com patrocínio da Prefeitura do Rio, Oi Futuro e Royal Shakespeare Company, tendo o apoio cultural do Arquivo Nacional, este terceiro projeto da Cia Bufomecânica vai montar, no jardim do Arquivo Nacional, uma estrutura cênica de 1.200m², com palco de 15m de comprimento, plateia para 350 pessoas e um café que vai atender o público durante as 16 apresentações, com ingressos gratuitos.


A temporada do espetáculo segue até 19 de dezembro. Em 2012, após as apresentações no World Shakespeare Festival, o espetáculo faz nova temporada no Rio e em seguida estreia em São Paulo. 


O espetáculo 


Perguntado sobre a concepção do espetáculo, Cláudio Baltar explica que em termos de criação de um ambiente cênico poético seria um caminho mais direto e fácil montar peças como Sonho de uma noite de verão ou A Tempestade. Mas eles optaram por um trabalho mais aberto. “Nos propusemos este desafio”, decreta Baltar. Assim, a concepção do espetáculo parte da pesquisa que integra os grandes dramas históricos escritos por Willian Shakespeare: Ricardo II, Henrique IV, Henrique V, as três partes de Henrique VI, Ricardo III (especialmente os dois Ricardos) e de uma dramaturgia que tem além dos personagens destas peças outros muito fortes em outros dramas históricos como Falstaff, Jack Cade e Joana Dark. Já Fábio Ferreira justifica a opção dizendo que “uma peça influencia a outra, é o que Jan Kott chamou de o grande mecanismo da história, onde tudo se repete. E nos encanta em Ricardo III a possibilidade de seguir questionando uma representação da figura humana, como aconteceu com a poesia de Maiakovski, agora, nos esbaldamos com o vilão anti-ético de Shakespeare” Ricardo III é um drama histórico escrito por Skakespeare no século XVI que aborda a luta feroz pela coroa inglesa entre as dinastias de York e Lancaster.


 Os dois diretores contam que Ricardo III é o grande herói-vilão, o javali sanguinário, o mais popular dos vilões shakespearianos, apresenta-se ao espectador adotando um expediente muito caro ao teatro no mundo todo: a fala direta e o olhar grudado em nós, tornando-nos pactários de sua perversidade, de sua devassidão e do seu desejo desenfreado pela coroa. Fascina a todos. Sintético, coloquial, íntimo dos conflitos dos clãs de York e Lancaster. O crítico e teórico teatral, Jan Kott, fazendo uma análise da escrita de Shakespeare para Ricardo III, explica que “aqui, numa de suas primeiras peças, ou melhor, na própria matéria-prima histórica, delineia-se já o esboço de todas grandes tragédias ulteriores: Hamlet, Macbeth, Rei Lear. Se quisermos decifrar o mundo de Shakespeare como mundo real, devemos começar a leitura pelas crônicas históricas e, em primeiro lugar, pelos dois Ricardos”. – Nós achamos que está peça (Ricardo III) se assemelha muito a realidade brasileira. O que se faz para chegar ao poder e a admiração que se tem pela imagem da superação.


O ascensor é admirado pela sua conquista, não importa muito o que se fez para chegar ao poder, por cima de que há de se ter passado –, diz Fábio Ferreira. Sobre as apresentações em novembro e dezembro, no Rio de Janeiro, Ferreira completa: “é um trabalho que estreia no ano que vem e vai sofrer um afunilamento. O que vamos mostrar agora é o atual momento dessa pesquisa cênica, esse ‘mergulho panorâmico’ nos dramas históricos de Shakespeare.”


 Serviço


Nome do espetáculo: Penso ver o que escuto


Direção: Cláudio Baltar e Fábio Ferreira
Adaptação: Oscar SaraivaElenco: Cia Bufomecânica e atores convidadosEstreia: 1° de dezembro às 21 horas
Temporada: 1° de dezembro até 19 de dezembro de 2011


Local: Arquivo Nacional. Praça da República 173, Centro, RJ (próximo a Estação Central do Brasil do Metrô Rio – estacionamento rotativo no local e ponto da taxi).
Tels. 21 2179-1273 e 2179-1228
Dias e horários: Quintas, sextas, sábados e segundas às 20h, domingos às 19h.
Ingressos: GRÁTIS (senhas distribuídas 2 horas antes)
Capacidade de público: 350 lugares
Classificação indicativa: 16 anosDuração: 120 minutos
Gênero: Ópera-bufa

Confira!

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