O RIO QUE O RIO NÃO VÊ
Todos os dias da semana, das primeiras horas da manhã ao alvorecer, as ruas do Centro da cidade do Rio de Janeiro são visitadas por milhões de pessoas, a maioria das quais a trabalho. Umas usuárias das diversas linhas de ônibus que convergem ao Centro vindo de todas as partes da cidade aguardam desligadas – e na maioria das vezes desconfortavelmente instaladas – o momento de saltar. Outras caminham em múltiplas direções, no intuito de chegar a algum lugar, seja o trabalho, um local para almoçar ou uma loja comercial qualquer, num intenso frenesi de objetivos. Sua atenção está voltada para os milhares de veículos que diariamente circulam pela cidade. Ou para a miríade de gatunos que se aproveitam de um momento qualquer de desatenção para levar-lhes o celular ou as suadas economias. As mulheres preocupadas com as bolsas. Os homens, com os bolsos. Por vezes, ainda, não prestam atenção a coisa nenhuma. Simplesmente caminham, mecânica e nervosamente, sugerindo a velha imagem de formigas num formigueiro.
O RIO QUE O RIO NÃO VÊ– OS SÍMBOLOS E SEUS SIGNIFICADOS NA ARQUITETURA CIVIL DO CENTRO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
Lançamento - No próximo dia 18 de abril, a partir das 18 horas,na Livraria da Travessa da Rua Sete de Setembro, 54, no Centro do RJ.
Confira!
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