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Shows e Música Boa

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Grand Mercure estreia projeto Grand Sessions com show de Thalita Pertuzatti, ex-The Voice


Noite inclui jantar exclusivo preparado pelo chef Victor Hugo. Palco 360º será montado na varanda do Brisa Restô, com capacidade para 300 pessoas sentadas.

Inaugurando a série de shows intimistas batizada de Grand Sessions, mais novo projeto do cinco estrelas Grand Mercure, a varanda do Brisa Restô recebe a cantora Thalita Pertuzatti, dia 26 de agosto, a partir das 20h.  Ex-The Voice e considerada a “Whitney Houston brasileira” pelo público,
Thalita chama a atenção pelo domínio vocal e seu repertório com muito R&B, MPB e world music, que estarão presentes no setlist da noite do próximo sábado. Com um palco 360º construído no meio do espaço, o primeiro Grand Sessions será aberto com uma apresentação do cantor e compositor Guilherme Boisson, enquanto o público saboreia um buffet completo e exclusivo criado pelo chef espanhol Victor Hugo (cardápio abaixo). Ao final do jantar, às 21h30, tem início o show da grande atração da noite.


O pacote com direito ao jantar no Brisa Restô e aos shows de Guilherme Boisson e Thalita Pertuzatti, custa R$ 140,00/pessoa 
(sem bebida) e já está a venda pela internet, com taxa de serviço: http://www.ingressocerto.com/grand-sessions-thalita-pertuzatti-p182913 ou diretamente na recepção do Grand Mercure Riocentro.


Grand Sessions com Thalita Pertuzatti
Local: Hotel Grand Mercure
Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca
Data: 26 de agosto
Horário: 20h
Abertura: Guilherme Boisson
Banda Principal: Thalita Pertuzatti
Ingressos: 
http://www.ingressocerto.com/grand-sessions-thalita-pertuzatti-p182913

Valor: R$ 140 (jantar incluso e bebidas à parte)

Estacionamento no local
Classificação: 18 anos.


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Quarta Jazz - 23 de agosto, 2017


No dia 23 de agosto, o Quarta Jazz, que acontece no Belga Hotel, terá uma edição especial. Será uma noite com apresentação da cantora Luiza Dionízio, no tributo ao eterno Pérola Negra, Luiz Melodia. 


Luiza, durante a sua carreira, cantou inúmeras vezes com Luiz Melodia. E da mesma forma os músicos que acompanharão a cantora: Leandro Saramago (violão) e Netinho (pandeiro) já fizeram shows e participaram da gravação do DVD “Estação Melodia”. 

Foram esses momentos ao lado de Melodia que inspiram o trio durante os ensaios e seleção do repertório. “O Rio precisa de mais melodia. Vida, amor, samba e poesia” – comentou Luiza. E completa:

“Luiz Melodia nos fará falta, mas, lembremos o que ele canta: Se alguém perguntar por mim...,diz que fui por aí. Levando um violão debaixo do braço... 

Será uma noite com muita emoção e música da melhor qualidade.

Ingresso antecipado: R$20,00 
Belga Hotel: (21) 2263-9086
Rua dos Andradas, 129 - Centro, Rio de Janeiro.

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Show Jazz Brasileiro

20 de agosto

Domingo - 17h

Grátis


O Grupo Jazz Brasileiro é formado por professores que fazem releituras de músicas 

nacionais e internacionais, mostrando dentro da temática do jazz os ritmos regionais. A 

proposta do grupo é socializar e apresentar através da arte as possibilidades de arranjos 

e captação de futuros alunos.

Grátis

Local: Terraço

Classificação: Livre.

*** EM CASO DE CHUVA O SHOW SERÁ CANCELADO.

Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas

Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa

Tel: 21 2215-0621





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Cimi no Cine Joia (RJ)
Quinta, 17/08

Cantora carioca apresenta músicas autorais de seu álbum de estreia 'UM SIM' onde destacam-se "Beija o Vidro" e "Acordei", produzidas por Lucas Vasconcellos.



A cantora e compositora Cimi estreia solo com "Um Sim", disco que mostra faixas suaves, porém profundas, com arranjos trabalhados sem perder a delicadeza. O show será no Cine Joia, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 17/08.
Cimi era vocalista do grupo Batacotô e já havia gravado com Marcelinho da Lua e DJ Nathan G. As músicas de "Um Sim" foram compostas, segundo a artista, num quarto escuro. Ela mostrou o material ao produtor Lucas Vasconcellos que a ajudou a lapidar as faixas - e assumiu a produção do álbum. O estilo musical de Cimi passeia entre gêneros e abraça o alternativo ao misturar elementos de frevo a uma atmosfera indie.

"Em busca da delicadeza perdida dos dias de hoje, Cimi nos traz, em suas composições, a crônica musical que nos invade por todos os sentidos. Muito além do que se ouve, temos cheiros, imagens, frio, calor e o tato de um lirismo amoroso que passeia entre a despedida e a vontade de ficar mais”, diz o escritor Xico Sá.

Veja o clipe da música 'Beija O Vidro':
https://www.youtube.com/watch?v=a1gWIP5frGM

Álbum completo:
http://bit/Iy/CIMI­–spotify
http://bit.Iy/CIMI–soundcloud

Crédito foto: Christian Gaul
Realização: OESTUDIO


Serviço:
Onde: Cine Joia 
Av. Nossa Sra Copacabana 680
Rio de Janeiro
Quando: Quinta, 17/08, às 20h30.
Entrada: R$ 25
Classificação: Livre.
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Tatau (Araketu) – Ninha (Timbalada) –Reinaldo (Terra Samba)

Três grandes nomes da música baiana cantando juntos


Nesta quinta-feira/16, vai acontecer uma live com os cantores Tatau, que ficou à frente do Araketu por mais de 24 anos, Reinaldo, a voz do Terra Samba por quase duas décadas, e Ninha, líder da Timbaladadurante 15 anos, que se juntaram para uma turnê nacional, com o projeto "Axé 90 Graus", que tem como objetivo resgatar os sucessos do movimento musical que predominou no Brasil no final dos anos 90.


O Sua Música é a maior plataforma de música independente do país (streaming e download), se popularizando ha cada dia. Com grande penetração junto aos artistas de Forró, Axé, Sertanejo, Arrocha e agora também, o Samba e Pagode, sem esquecer o Funk, é claro! Os artistas utilizam a plataforma para lançar e distribuir seus CDs promocionais, suas novas músicas, seus vídeo clipes e DVDs, fotos, informar sua agenda de shows, entre outras funcionalidades. Já os amantes da música por sua vez, acessam todo o conteúdo disponibilizado pelos seus artistas preferidos em um único lugar, interagem entre eles via chat, comentários, curtidas de página, etc.

O portal possui uma equipe voltada exclusivamente para a produção diária de notícias relacionadas aos artistas de diferentes gêneros musicais. Através do seu portal online, suas redes sociais, seus eventos offline (festas temáticas Sua Música, patrocínio de shows e bandas, distribuição de brindes, etc.), o Sua Música é hoje a plataforma de música mais utilizada no Nordeste, Norte e Centro Oeste do Brasil. Esta no Sudeste, se encaminhando para o sul, chegando entre os cinco maiores portais do país. O Sua Música oferece o melhor dos artistas nacionais, - e qualquer projeto, música, imagens de vídeos, fotos ou divulgação parte do próprio artista ou seu responsável legal.

O Brasil é musical e o Sua Musica é de quem quiser e de graça, basta se cadastrar!

Na live no face e site do #SuaMúsica, o repertório do trio, composto por três dos artistas mais respeitados da música baiana, hits como "Amantes", "Tá na cara", "Pipoca", "Cobertor", "Carrinho de mão", "Na manteiga", "Liberar Geral", "Beija Flor", "Água Mineral" e "Mimar Você", são alguns dos hits de sucessos nacionais, canções que fizeram história no carnaval. Começará as14:30 no https://www.facebook.com/suamusica.

Sua música é um passeio pelo Brasil, através de ritmos. É só se cadastrar e baixar suas músicas preferidas no, www.suamusica.com.br.

SERVIÇO:
- Live com Axé 90 Graus

- Com Tatau (Araketu) – Ninha (Timbalada) – Reinaldo (Terra Samba)

Data: - Dia 16 (quarta-feira)

Local: - https://www.facebook.com/suamusica / www.suamusica.com.br

Horário: - A partir das 14:30

Imprensa: - Ricardo Araújo (21) 983736735
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Neste  domingo(20), acontece a roda de samba do  Projeto Criolice e convidados no Parque de Madureira

Evento acontece na Arena Fernando Torres


Projeto Criolice - É D'Oxum
A imagem pode conter: 1 pessoa, multidão e atividades ao ar livre
Neste domingo(20), a partir das 15h, Neste  domingo(20), acontece a roda de samba do  Projeto Criolice e convidados no Parque de Madureira na Arena Fernando Torres. O Criolice   acontece num local   estruturado , aconchegante, espaçoso e todo coberto com a melhor   roda de samba de raiz do Rio de janeiro, num ambiente familiar que reúne música de qualidade, roupas, acessórios, culinária, oficinas e outros elementos da cultura negra num só lugar.

Os  músicos que integram a roda de samba do Projeto Criolice , é de primeira linha: Maryzelia(voz e percussão), Pipa Vieira(voz e percussão), Arifan(voz e banjo), João Martins(voz e banjo), Daniel Oliveira(voz e banjo),Abel Luiz(voz e cavaco), Leandro Lelê(voz e percussão), Nene Brown(voz e percussão),Nego Josy(voz percussão), Beloba(voz e percussão), Álvaro Santos(voz e percussão), Carlos Alberto da Silva(voz e percussão) e Neném Santos da Silva(voz e percussão)partem para o resgate de Paulinho da Viola, Nei Lopes, Monarco, Candeia, Aniceto, Luiz Carlos da Vila, Cartola, Guilherme de Brito, Nelson Cavaquinho, entre tantos outros. Sem falar no pout-pourri com canções de domínio público e outras tantas pinçadas dos terreiros de umbanda, candomblé e jongo.

O clima do projeto que ganhou notoriedade nas edições que foram realizadas entre as ruas K e L do Ponto Chic, em Padre Miguel,e  tem lotado à Arena Fernanda Torres com um clima bem familiar e de confraternização. O evento é organizado por Rose Maciel, Vander Araújo e Dayvison Gomes com a assessoria de imprensa de Enildo do Rosário (Viola).

Serviço
Roda de Samba do Projeto Criolice e Convidados
Local: Arena Fernando Torres - Parque de Madureira
Rua Bernardino de Andrade, 200- Madureira
Data: 20 de Agosto - Domingo
Horário: 15h
Lista amiga:
Das 15h00 às 17h00
Com 1kg de alimento não perecível (ingresso procional), R$15
OBS: ATENÇÃO, SÓ MEDIANTE AO ALIMENTO,
Após as 17h ou sem o alimento: R$20
Mais informações: Telefones: 21 964269329/ 21 964910091
Crianças até 12 anos não pagam, temos parquinho com monitor.
Classificação: Livre
Organização:
Rose Maciel
Vander Araújo
Dayvison Gomes
Enildo Viola

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram


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Cantor e compositor mineiro Amarildo Silva lança o CD "Mariana" no Parque das Ruínas



O cantor e compositor Amarildo Silva, lança dia 18/08, o seu quarto trabalho solo, intitulado "Mariana" no teatro do Parque das Ruínas, em Santa Teresa. O show começa as 19:00 e passeia por canções sobre poesia de Wander Lourenço, poeta, professor de literatura e especialistas em Guimarães Rosa. O trabalho se origina do Projeto Grande Sertão Geraes, em processo há mais de um ano, que abarca as perspectivas de uma leitura lírica da obra ficcional de João Guimarães Rosa.

As músicas que fazem parte de " Mariana" são resultado do convívio artístico e intelectual entre Amarildo Silva e Wander Lourenço e de uma abordagem lítero-musical povoada por artistas como a cantora Catia de França, os músicos Kiko Continentino, Marcelo Bernardes, Flavia Ventura Tygel, Andre santos, SabáTuk, entre outros ilustres participantes, que orquestrado pelo maestro Maurício Barreto, se debruçaram em diálogo com cânticos barrocos, toadas, catopes, congada, folias e afins, causos e lendas, fazendo a antropofagia desses ritmos afros-mineiros, com uma linguagem musical moderna, com harmonias  ricas e belas poesias. O CD sintetiza humana e poeticamente o universo de João Guimarães Rosa de uma forma muito sensível e única.

Uma vida de música e poesia que desaguam em "Mariana"

Amarildo é natural de Raul Soares, interior de Minas Gerais e desde muito cedo já despertava seu interesse pela música e pela poesia. Aos 12 anos escreveu seu primeiro poema e aos 15 anos anos, influenciado pelo avô materno, tocador de Viola Caipira, já começava a compor suas primeiras canções.

Amarildo lançou seu primeiro trabalho solo em 1995 intitulado "Rios Afluentes", somente com canções inéditas. Em 1997, fez seu segundo CD solo, "Estação", com músicas próprias e uma releitura da canção de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, "Nada será como antes".

Em 1998, participou de uma cooperativa de músicos, que ficou conhecida como os "Sem Mídia", fazendo shows em praças e bares do Rio de Janeiro. Desse movimento, surgiu o grupo Cambada Mineira, montado juntamente com seu amigo e parceiro João Francisco Neves, no qual trabalha até hoje.  O grupo já gravou 5 CDs, 01 DVD e já percorreu todo o país com seu show Cambada Canta Minas.

Em 2004, nos intervalos de shows do Cambada Mineira, iniciou o terceiro trabalho solo inspirado na obra de Guimarães Rosa, intitulado “Virgem Sertão Roseano”, muito elogiado pela público e crítica.

"Mariana" é resultado de um ano de processo criativo e agora chega aos palcos do Rio de Janeiro, após se lançado em outras cidades.

Serviço
Amarildo Silva - lançamento do CD Mariana no Parque das Ruínas
Data: 18 de agosto (sexta)
Horário: 19:00
Local: Teatro do Centro Municipal Parque das Ruínas
Endereço: Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa
Telefone para informações e reserva: (21)  2215-0621
Ingressos: Inteira R$ 30,00 e Meia R$ 15,00
Link do evento: http://bit.ly/2wCgrrG
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Orquestra e Coro Nova Sinfonia fecha mês de agosto com duas apresentações gratuitas

Grupo, formado pela Agência do Bem, faz exibição com Orquestra Violões do Forte de Copacabana, no dia 26/8, e apresentação tributo a Michael Jackson no dia 27/8


Música de qualidade é sempre bom, e quando associada a um projeto social reconhecido por seu trabalho, melhor ainda! No último final de semana de agosto, a Orquestra e Coro Nova Sinfonia, criada e mantida pela Agência do Bem, fará duas apresentações gratuitas para o público do Rio de Janeiro. A primeira acontece no dia 26, às 18h, quando faz participação junto à Orquestra Violões do Forte de Copacabana, no próprio Forte. A segunda apresentação será realizada no dia 27, às 11h, no Teatro dos Grandes Atores.

A participação na apresentação do dia 26, sábado, integra as comemorações do Forte pelo mês dos pais e do soldado. Diversificado, o repertório trará composições que vão de Beatles a Tom Jobim, passando ainda pela música clássica. Já no domingo, dia 27, a orquestra fará a terceira e última exibição do tributo ao astro pop Michael Jackson, tocando sucessos como Billie Jean, Bad, Thriller, Smooth Criminal e Black or White. Sob regência de Vitor Damiani, o espetáculo também contará com a participação inédita do Centro Cultural Liga do Bem (CCLB) e seu grupo de percussão, animando ainda mais o ambiente.
“Nas duas apresentações anteriores, tivemos o teatro lotado, com muita participação do público. Gosto de estimular essa interação com a plateia e deixar o espetáculo mais dinâmico. Quanto à exibição do dia 26, será um prazer estarmos pela primeira vez em um evento com a Orquestra Violões do Forte e podermos nos apresentar no local. Nossa expectativa é de que sejam dois encontros muito divertidos para as pessoas”, comenta o maestro da Orquestra e Coro Nova Sinfonia, Vitor Damiani.

Sobre a Orquestra e Coro Nova Sinfonia

Com passagem por renomadas salas de espetáculo e locais de interesse público, dentre eles, o L´Olympia Hall, em Paris, o Copacabana Palace, o Cristo Redentor e a Igreja da Candelária, o grupo é uma seleção de 42 alunos de destaque das Escolas de Música e Cidadania, projeto criado pela ONG Agência do Bem com o objetivo de desenvolver a cidadania entre crianças e adolescentes em comunidades de baixa renda.

"Acreditamos muito na importância de colocar essa garotada nos palcos - nos melhores palcos -, e com frequência. Todo artista se faz no contato com o público, se nutre dos aplausos. É vital para a formação deles. Sempre que possível, tentamos ocupar espaços icônicos da cidade, e o Forte de Copacabana é um deles. Ouvir boa música junto a uma vista deslumbrante é fantástico. Será um evento muito bonito", afirma o presidente da Agência do Bem, Alan Maia.

Serviço
Apresentação com Orquestra Violões do Forte  (Entrada franca entre  17h30 e 18h para a apresentação da OCNS)
Data: 26/08, sábado
Horário: 18h
Local: Alameda Octavio Corrêa, Forte de Copacabana
Endereço: Praça Coronel Eugênio Franco nº 1, Posto 6  - Copacabana
Ingressos para acesso ao Forte: Adultos - R$ 6,00.Estudantes das redes pública e privada (com carteira de estudante ou boleto/declaração) - R$ 3,00. Idosos acima de 60 anos - R$ 3,00. Professores das redes municipal, estadual e federal (com carteira de professor) - R$ 3,00. Militares das Forças Armadas e dependentes, maiores de 80 anos, grupos agendados e menores de 10 anos – Isento.

Tributo a Michael Jackson
Data: 27/08, domingo
Horário: 11h
Local: Teatro dos Grandes Atores
Endereço: Av. das Américas, 3.900 - Barra da Tijuca
Entrada gratuita

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CAMALEÃO: AS MUITAS CORES DO CD DE VEDOVELLI


Um disco autoral, que marca o voo solo de um artista que teve passagens por várias bandas em sua carreira. Assim é Camaleão, CD de Vedovelli que chega às plataformas digitais e física via Biscoito Fino. “O disco tem esse título por conta da capacidade que eu tenho de me adaptar a diferentes situações, mas sem perder as características, as bases de quem eu sou em minha essência. E tudo isso tento traduzir da forma artística de que mais gosto, que é a música”, define o cantor e compositor gaúcho.

O CD teve produção artística de Kleiton Ramil, com arranjos de Dudu Trentin, e Vedovelli conta que houve uma sintonia imediata entre ele, Kleiton e Henry Lichtamnn, produtor executivo do CD. “Quando chegou a hora de montar o repertório do disco, pegamos todas as músicas que eu havia pré-selecionado para o trabalho e selecionamos 10 delas, uma a uma. Casualmente também acabou sendo a escolha do Kleiton e do Henry, que foram os curadores do repertório junto comigo”. E o que está no repertório? “São músicas que eu escrevi durante a minha vida. Coisas que guardei para mim,  que não foram parte do repertório de antigos trabalhos com bandas e artistas”, revela.

Na hora de definir as influências de seu trabalho, Vedovelli não poupa referências: “Como qualquer pessoa nascida no final dos 80 e começo dos 90, minha música é influenciada pelo orgânico e analógico do mundo onde cresci e me desenvolvi até perto da adolescência, junto com a mistura do eletrônico e das tecnologias que surgiram com força na época da minha adolescência e juventude.” Nesse calderão, entram influências das mais variadas: Gilberto Gil, Red Hot Chili Pepppers, John Frusciante, Jorge Drexler, Novos Baianos, Chet
Faker, Phoenix, Damian Rice, Caetano Veloso, Jack Johnson, Milton Nascimento.

Além da música, Vedovelli também cuida da identidade visual de seu CD: “Um amigo no Camboja me mostrou fotos do Festival Holi na Índia, e eu adorei a ideia de ter as cores na pele”. E completa: “Eu quis trazer isso para a arte do disco, como se cada música fosse uma cor, uma experiência, uma recordação que pintou a minha essência. Por isso a nuvens de cores na capa, e o título de Camaleão para o CD.” 

CD Camaleão
Guitarra, violão e teclados: Vedovelli | Teclados: Dudu Trentin | Guitarra: Felipe Melanio | Baixo: Viny Melanio | Bateria: Heitor Lima
Todas as composições de Vedovelli
SERVIÇO > 
10/08 - quinta feira, 21h
Teatro Solar de Botafogo, Rua General Polidoro, 180 - Botafogo, RJ
Ingressos: R$ 20 meia | R$ 30 promocional* | R$ 40 inteira
*válido para quem levar um kilo de alimento não perecível na compra do ingresso
Produção A Ponte Produções
Evento no Facebook > https://www.facebook.com/events/1909134702746511/

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Violinista chinesa Yi-Jia Susanne Hou se apresenta no Theatro Municipal do Rio ao lado do pianista brasileiro Eduardo Monteiro

Apresentação será no dia 11 de agosto e terá Beethoven, Ravel e Piazzolla no repertório




Vencedora dos mais importantes concursos internacionais de violino, a chinesa Yi-Jia Susanne Hou desembarca no Rio de Janeiro pela primeira vez, para apresentação única no Theatro Municipal. Ao lado do renomado pianista brasileiro Eduardo Monteiro, vai apresentar obras de Beethoven, Ravel, Astor Piazzolla, entre outros compositores. O concerto acontece dia 11 de agosto, às 20h30. Patrocínio exclusivo da State Grid Brazil Holding.

Yi-Jia Susanne Hou alcançou fama no cenário mundial da música clássica ao vencer, por unanimidade, três prestigiosos concursos internacionais: Long-Thibaud, na França; Lipizer, na Itália; e Sarasarte, na Espanha.Um dos mais atuantes pianistas brasileiros, o carioca Eduardo Monteiro é reconhecido pela crítica como um dos maiores expoentes do cenário pianístico nacional.

Master class para jovens de projeto social
No dia seguinte ao concerto (dia 12/8), às 15h, a violinista chinesa irá ministrar uma master class para jovens integrantes da Orquestra Maré do Amanhã, na Sala Cecília Meireles. Criado em 2010, o projeto – também patrocinado pela State Grid Brazil Holding - atende crianças e jovens da comunidade da Maré, no Rio Janeiro, formando músicos e promovendo inclusão social.


Sobre Yi-Jia Susanne Hou

Considerada pela crítica mundial uma das mais extraordinárias artistas da atualidade, já percorreu o mundo como solista das principais orquestras em mais de 50 países, tocando sob a regência de Mtislav Rostropovich, Pinchas Zukerman, Alan Gilbert, Vladimir Spivakov Marek e Janowski à frente da Filarmônica de Londres, Radio-France, SWR Stuttgart Radio Symphony Orchestra, WDR de Colonia, Orquestra Nacional Checa, Sinfônica de Toronto, Hong Kong Philharmonic, Cingapura e Tóquio Philharmonic Symphony entre muitas outras.


Suzanne realizou recentemente o sonho de toda sua vida, gravando o Concerto para Violino de Beethoven com a London Symphony Orchestra, em tributo a uma história extraordinária de 300 anos, a história de um excepcional violino de 1735 que já pertenceu a Fritz Kreisler, Mary Portman, Giuseppe Guarnerie Del Gesù. No período em que foi possuidor desse lendário instrumento Kreisler compôs as Cadenzas incluídas nesse concerto para violino de Beethoven.

Nas telas do cinema, Suzanne atuou por duas vezes com o diretor e autor Atom Egoyan, indicado ao Oscar, e com o compositor Mychael Danna, ganhador do Oscar. Ela tocou os solos para violino em “Adoration”, que lhe renderam o Ecumenical Jury Prizeno Festival de Cannes, e também no filme “Remember”, estrelado por Christopher Plummer e Martin Landau, e exibido em 2015.

Sobre Eduardo Monteiro


Eduardo já compartilhou sua música com platéias exigentes em importantes palcos do Brasil e do mundo, como o Wigmore Hall de Londres, Grande Sala do Conservatório Tchaikovsky de Moscou, Philharmonie de Colônia, Gasteig de Munique, Sala Verdi de Milão, Liceo de Barcelona, Auditório Nacional de Madrid, National Concert Hall de Dublin, Opera House da Universidade de Houston e Jordan Hall de Boston.

Dentre os Maestros com os quais se apresentou destacam-se: Yuri Temirkanov, Mariss Jansons, Dimitri Kitayenko, Philippe Entremont, Arnold Katz, Sergiu Comisiona, Emil Tabakov, Kirk Trevor, Asher Fisch, Isaac Karabitchevsky, John Neschling, Roberto Minczuk, Fábio Mechetti, Roberto Tibiriçá e Eleazar de Carvalho. Eduardo Monteiro foi solista das principais orquestras do país e de renomadas orquestras do exterior, incluindo Filarmônica de São Petersburgo, Filarmônica de Moscou, Filarmônica de Munique, Orquestra de Câmara de Viena, Sinfônica de Novosibirsky, Orquestra da Rádio e Televisão Espanhola, Sinfônica Nacional da Irlanda e Filarmônica de Bremen. Já participou de programas e realizou gravações para a Bayerischer Rundfunk, NDR, WDR, Rundfunk Hessincher, Süddeustcher Rundfunk (Alemanha), BBC (Inglaterra), RTE (Irlanda), Netherlands Radio, Radio New Zealand, France Musique, Texas Public Radio, Radio Canada e Rádio Cultura.


PROGRAMA:

I

Ludwig van Beethoven – Romance nº 2 em Fá Maior op.50

Johannes Brahms – Sonata nº 3 em ré menor op.108



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II

EugèneYsaÿe - Obsession – violino solo

Astor Piazzolla – Libertango

Yang Bao Zhi – Wong Luo Bing - Suite de Canções Populares Chinesas

Maurice Ravel – Tzigane


SERVIÇO:

Duo Yi-Jia Susanne Hou e Eduardo Monteiro no Theatro Municipal

Dia 11 de agosto de 2017, às 20h30

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº - Cinelândia – Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: Plateia e Balcão nobre – R$ 50,00 (meia R$25); Balcão superior – R$ 30,00 (meia R$15); Galeria – R$ 15,00 (meia R$7,50)

Classificação etária: livre

Capacidade: 2.361 lugares

Ingressos online: www.ingressorapido.com.br

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

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APANHADOR SÓ no FESTIVAL LEVADA

Show de lançamento do álbum disco "Meio que Tudo É Um" no Festival Levada
2017



Mais reflexões e menos frases ativistas. Assim está o aguardado disco "Meio que Tudo É Um" da banda Apanhador Só, que faz show de lançamento do álbum nos dias 16 e 17 de agosto, no Festival Levada 2017, na Casa de Cultura Laura Alvin, em Ipanema. A Apanhador Só apresenta ao público um trabalho diferente no qual os sons que compõem as músicas incluem o pipilar dos pássaros engaiolados no Mercado San Juan de Dios, em Guadalajara; molho de tomate fervendo, surdo, xícara, latinha, pote, beijinhos, estalos de língua, tamborim, a chuva de um desenho animado japonês... Há também o barulho de
ventiladores de escola de yoga, facas, guitarra, violão, violoncelo. Nada
escapou, nem mesmo a ambiência interna de avião durante decolagem rumo a Medellín.

Essa é a primeira vez que o Apanhador Só se apresenta no palco do Festival Levada, que neste ano chegou a sua sexta edição e tem como missão difundir a
música autoral e independente, fazendo circular o que há de mais novo na cena do país trazendo ao Rio de Janeiro artistas de várias regiões do Brasil. Em julho, os shows foram realizados na Tijuca, no Centro da Música Carioca Artur da Távola. Agora, chegou a vez de Ipanema entrar no circuito indie nacional num evento que tem a produção e direção geral de Júlio Zucca,
curadoria de Jorge Lz e patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da
Secretaria Municipal de Cultura e da Oi - por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS. Os ingressos têm preços populares: R$ 20 e meia a R$ 10.

Meio que Tudo É Um tem a reflexão de que as coisas têm mais de um lado, por isso, o discurso da banda chega ao público menos revoltado. Tem menos guitarra e mais violão e percussão. A nova postura não é uma negação do passado, mas uma "atualização", conforme diz Alexandre Kumpinski (voz, violão e guitarra), que toca junto com Felipe Zancanaro (guitarra, bateria,
sampler e percussão) e Fernão (baixo, teclados, lira e percussão), que
ganham, ao vivo, os reforços de Diego Poloni (guitarra e teclados) e Bruno Neves (bateria e percussão).

E para a felicidade dos fãs, o grupo já disponibilizou o "Meio que Tudo É Um" nas plataformas digitais, que também pode ser baixado gratuitamente no site apanhadorso.com. A versão em CD será vendida a partir do dia 14, por R$25 (em loja.apanhadorso.com), e o LP, em setembro, por R$ 90. Coube ao artista Daniel Eizirik a criação da capa e de um caderno de 72 páginas que acompanha o álbum virtual, o CD e o LP.

O novo disco do Apanhador Só sintetiza os quatro anos que se passaram desde o Antes Que Tu Conte Outra, de 2013. Expansão, experiências, expectativas.
Perrengues. Shows nos Estados Unidos, México, Colômbia, Uruguai e Costa Rica. Shows em 25 cidades por todo Brasil feitos, muitas vezes, nas próprias casas dos fãs. Eleito o melhor álbum de música popular pela Associação Paulista de Críticos de Arte e pelo Prêmio Açorianos, e indicado ao Grammy Latino, o LP anterior pode ser visto como um ponto de exclamação.

Agora, nasce a interrogação. "Sol da Dúvida" levanta as cortinas do disco lembrando que velhos caminhos levam a lugares já conhecidos e que novos rumos só se abrem com novas perguntas. O fato de o primeiro som que se ouve no disco ser uma percussão forte demonstra que o universo rítmico da música brasileira serve de bússola nessa busca. Depois, o coro dissonante que entra em meio ao caos aponta um desejo de gerar sonoridades estranhamente
harmônicas. A última parte da faixa é uma gravação rústica, chiada e crua de voz e violão que se mescla a uma sequência cinematográfica de paisagens sonoras relembrando que a artesanalidade da criação é uma das maiores forças
da banda.

Vale prestar atenção em "Bastas", que chega como o primeiro ato dedicado diretamente a uma relação de amor. Harmonizada entre os ruídos dos sintetizadores de Fernão e a voz e violão de Kumpinski, a faixa trata o amor como um gesto de admiração plena. Divino por seu caráter profano e realista, o amor nasce aqui como uma dimensão de luz e sombra onde "erro" é só outro nome para "aprendizado", o amor surge como uma prancha que nos permite gozar
do mar a onda e a escuridão. Essa ideia faz a ponte até a faixa seguinte,

"Paso hacia atrás", que traz a participação das argentinas Lola Membrillo e Anicca, da banda Perotá Chingó. Flutuando em um coro de vozes celestial, há um convite a perdoar aos outros e a si mesmo em conciliação com o fluxo da maré do dia a dia.

Já o senso de coletividade cada vez mais presente na era dos processos
colaborativos vem traduzido no grande número de parceiros que participaram do trabalho "Pelos Olhos do Mundo", cuja letra inspirou o título do álbum, diagnostica certo (uma das canções tem sete compositores e outra tem seis).
Diz a música: "o mundo se vê/ através dos meus olhos/ que não são meus/ eu vejo o mundo/ pelos olhos do mundo/ meio que tudo é tudo/ meio que tudo é um".

Aliás, foi por meio de um financiamento coletivo que a banda conseguiu um carro que passou a ser utilizado em uma turnê por salas de estar de casas pelo Brasil. Totalmente independente, o disco foi produzido e mixado por Diego Poloni, Alexandre Kumpinski, Felipe Zancanaro e Fernão Agra, gravado entre novembro de 2016 e abril de 2017 no Castelinho do Morro da Borússia,
em Osório (RS), e na sala da casa da Dona Lusa, em Porto Alegre. Uma
curiosidade: a faixa "Linda, Louca e Livre" e a base de "Sol da Dúvida",
foram gravadas no celular do Alexandre no seu quarto em agosto de 2016.

Meio Que Tudo É Um traz, por fim, vozes mais compartilhado entre o trio. Fernão assume o canto em Sopro, e Felipe Zancanaro, em Isabel Chove e Metropolitano. Participam do álbum Dolores Aguirre e Julia Ortiz (da banda Perotá Chingó), Luiz Gabriel Lopes e Thiago Ramil. A banda submeteu o disco a um processo de "desmixagem" para tornar o resultado mais próximo do clima da casa de madeira antiga em Osório (RS) onde foi gravado. O resultado, na verdade, é extremamente sofisticado.

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

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Segunda edição do Projeto Espaço Sideral começa em agosto no CCBB Rio com oficinas, debate, masterclass e pocket show com Juçara Marçal e Cadu Tenório





A ocupação multimídia Espaço Sideral, que une arte, cultura independente e tecnologias, volta ao Centro Cultural Banco do Brasil para a segunda edição do projeto. O público irá saber mais sobre a transição entre a era digital e pós-digital, e a utilização destas técnicas científicas em trabalhos artísticos. Os debates acontecerão no auditório e as oficinas, masterclasses e pockets shows na sala 26, ambos no 4º andar. A entrada é gratuita, com senhas disponibilizadas uma hora antes dos eventos. Desta vez, o tema será Do It Yourself - Música Independente (dias 10 e 11 de agosto). Estarão presentes Du Brown, MC Marechal, Je​z  Soares e Camila Pimenta (do https://descomplica.com.br) e Vitor Insensee (Braza) e Bruno Costa (Agência Milk).

Pocket Show:

Juçara e Cadu Tenório se concentrarão no show do disco “Anganga”. A cantora e o músico/experimentador reinterpretam, de forma contemporânea, vissungos recolhidos por Aires da Mata Machado Filho em São João da Chapada, municipio de Diamantina, além de cantos do Congado Mineiro.

DIY - MÚSICA INDEPENDENTE

Programa:

10/08 (quinta-feira)

13h-14:30h: OFICINA 1 – Produção Musical com Ableton Live – com Du Brown

16h-17:30h: OFICINA 2 – Live Streaming Avançado – com J​ez  Soares e Camila Pimenta (site https://descomplica.com.br)

18:30h-20:30h: Debate Marketing Digital para Bandas – MC Marechal , Vitor Isensee (Braza) e Bruno Costa (Agência Milk) debatem sobre distribuição digital e estratégias de lançamento na era pós-digital.

11/08 (sexta-feira)

17:30h - Master Class - Experimentando Media Arts

Masterclass com Cadu Tenório sobre experimentações artísticas com tecnologia audiovisual e sonora.

19:30: Pocket Show:  Juçara Marçal + Cadu Tenório
Sobre o projeto

A programação foi pensada para um público da era pós-digital e que é realizada, em boa parte, por eles mesmos, representados por artistas e profissionais autônomos, que lidam com a modernidade do seu tempo - não por acaso, a premissa do projeto é Tecnologia e Autonomia.  Depois ainda teremos: Cidades Criativas (dias 14 e 15 de setembro) e Empoderamento Digital (dias 12 e 13 de outubro).  “Discutir sobre o pós-digital é uma demanda contemporânea nesse tempo em que a intersecção do digital com o real requer novos posicionamentos da sociedade. O projeto Espaço Sideral propõe reflexões sobre as possibilidades oferecidas pela tecnologia no que diz respeito à empreendedorismo, produção e distribuição de conteúdos culturais", avalia Fábio Cunha, Gerente Geral do CCBB Rio.

(Em tempo: A era pós-digital explica-se pela presença da tecnologia digital hoje ser tão ampla e onipresente que, na maior parte do tempo, nem notamos que ela está lá, atualmente não há diferença entre mundo digital e mundo real, entre on e offline. Está tudo junto.)

A ideia do Espaço Sideral foi nascendo à medida que seus integrantes  produziam seus projetos, em vários coletivos e movimentos que atuam nas diferentes zonas da cidade do Rio de Janeiro e que têm como premissa a ocupação de espaços públicos, no melhor estilo “faça você mesmo”. ”Quermesse”, “Faz na Praça”, “Viaduto Laranjeiras”, “Festival Intersessão”, “Rádio Libertá” e “Subsolo”  são alguns dos movimentos que foram referência para o Espaço Sideral.  O norte utilizado pela equipe foram as artes visuais, as novas sonoridades e experimentações da música independente e o creative coding. “Pela primeira vez, vários desses produtores e artistas estão atuando dentro de um espaço cultural institucional, entendendo o ambiente do CCBB como espaço público e democrático que também deve ser ocupado e ressignificado”, diz Victor Belart, coordenador de comunicação.


“Desejamos mostrar, de forma prática e lúdica, que a criação e a difusão de serviços e produtos culturais e artísticos se tornam acessíveis na sociedade da informação que vivemos hoje, não sendo necessários investimentos de alto custo, mas criatividade, conectividade em redes, acesso ao conhecimento e empoderamento digital”, finaliza a coordenadora do projeto Gisele Andrade, da produtora Iluminura Ideias e Ideais.

Serviço:

Projeto Espaço Sideral

Local: Centro Cultural Banco do Brasil

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 - Centro - 20010-000 / Rio de Janeiro (RJ)

(21) 3808-2007 | ccbbrio@bb.com.br

Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.

Datas: de 13 de julho a 13 de outubro (quintas e sextas)

Segunda edição: 10 e 11 de agosto

Horários: consultar programação

Entrada Gratuita, senhas distribuídas 1 hora antes

Lotações: 90 lugares (sala 26) e 80 lugares (auditório)

Horários da Bilheteria: Das 9h às 21h. (tel.: 3808-2052)

Classificação: 12 anos

Acesso para pessoas com deficiência: Sim

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: CCBB

Programação completa: http://www.bb.com.br/portalbb

INFORMAÇÕES AO PÚBLICO

SITE: www.bb.com.br

Twitter: twitter.com/CCBB_RJ

Facebook: www.facebook.com/CCBB.RJ

Email: ccbbrio@bb.com.br

Importante: A partir do dia 02/07/2017 o site para venda de ingressos será http://www.eventim.com.br , devido a troca da empresa da bilheteria. Sendo 01/07/2017 o último dia da Ingresso Rápido (https://www.ingressorapido.com.br) no CCBB Rio.

SETEMBRO

CIDADES CRIATIVAS

14/09 (quinta-feira)

13h-14:30h: OFICINA 1 – Controlando Leds utilizando Ableton Live e Arduino – com Isis Passos e Bruno Queiroz

16h-17:30h: OFICINA 2 – Criando uma Harpa de Luz utilizando Scratch e Arduino – com Caio Chacal

18:30h: Debate Intervenções Urbanas Criativas – com Marlus Araújo (bicicletorama) e Bruno Freitas (CooLab) conversam sobre cidades interativas e transformação cultural a partir da instalação de provedores de internet comunitários nas periferias.

15/09 (sexta-feira)

17:30h: Masterclass VideoMapping e democracia disruptiva - Masterclass com Carlos Oliveira (SuperUber) sobre as diferentes aplicações do mapping como recurso para intervenções artísticas e culturais nas cidades.

19:30: Pocket Show: Negro Leo + Felipe Neiva com Videomapping ao vivo com Alberto Harres e Carlos Oliveira. 

OUTUBRO

EMPODERAMENTO DIGITAL
12/10 (quinta-feira)
13h-14:30h: OFICINA 1 – Mapeamento e Visualização de dados – com  Igor Abreu
16h-17:30h: OFICINA 2 – Empreendedorismo Digital – com Isis Py Ladies
18:30h-20:30h - Debate:  Mapeamento de Dados e Transformação Cultural – Sil Bahia (OLABI/Afroflix) e Clara Sacco (Data Labe Maré) conversam sobre a importância de iniciativas de inclusão sociocultural e o reconhecimento de territórios por meio da visualização de dados.

13/10 (sexta-feira)

17:30h:  Master Class Faça sua própria turnê - Masterclass com Vitor Brauer e Jonathan Tadeu sobre o uso de diferentes dispositivos digitais para viabilizar uma turnê de forma independente, desde a produção musical das faixas até o merchandising, o registro e a difusão do trabalho.

19:30: Pocket Show: Victor Brauer + Jonathan Tadeu + Nathanne Rodrigues.


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Show Piseiros de Clementina está de volta ao Rio para relembrar a vida e a obra da Rainha Quelé

Há 30 anos o Brasil perdia a voz possante e inconfundível de Clementina de Jesus. Mulher negra, que fez parte de um importante capítulo na história da cultura popular brasileira. Para resgatar e celebrar a música e a arte de Clementina de Jesus, a cantora Fabíola Machado, sobe ao palco do Teatro do Parque das Ruínas para apresentar o show “Piseiros de Clementina”, dia 12/08, a partir das 19:00 horas em Santa Teresa.

A cantora e também sambista Fabíola Machado é uma profunda pesquisadora da história de Clementina e selecionou 18 canções apresentadas em ordem cronológica e histórica. Com direção musical de Daniel Delavusca e Leandro Pereira, o espetáculo joga luz sobre o legado de Clementina, a voz de milhões de negros do Brasil que merece ser redescoberta pelas novas gerações.  

O show acontece no mês de agosto por um motivo: esse é o mês de celebração de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, santa de devoção de Clementina. Sobem ao palco ao lado de Fabíola Machado: Marlon Júlio (Violão), Peterson Vieira (Percussão), Matheus Câmara (Percussão) e Lemuel Araújo (flauta).

Venha se emocionar com o repertório da Rainha Quelé, uma personalidade única como define Fabíola: “Uma mulher negra, com uma voz diferente, que se descobre cantora já na terceira idade e acredita no seu sonho. Por isso ela é uma referência muito grande. Esse show para mim tem esse sentido de continuar naquilo que você confia”.

Serviço:
Piseiros de Clementina
Data: 12 de agosto (sábado)
Horário: 19:00
Local: Teatro do Centro Municipal Parque das Ruínas
Endereço: Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa
Telefone:
Ingressos: Inteira R$ 30,00 – Meia R$ 15,00 – Lista amiga R$ 20,00
Classificação: Livre
Link do evento: http://bit.ly/2uheVsJ

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Clara Gurjão se apresenta em cinco unidades do Sesc Rio
Clara Gurjão volta ao Rio com o show Ela, depois de levar a turnê de seu álbum de estreia pelos palcos nacionais e de uma temporada na Europa. No ano passado, Clara encerrou o Festival de Inverno do Sesc, no Hotel Quitandinha em Petrópolis. Agora, entre os dias 5 e 26 de agosto, Clara volta a se apresentar nos palcos do Sesc Rio, em cinco unidades: Sesc Madureira (5), Sesc Tijuca (12), Sesc Niterói (18), Sesc Barra Mansa (19) e Sesc Engenho de Dentro (26).


Balada, samba, jazz e pop estão no cardápio da cantora, compositora e violonista carioca, que apresenta canções autorais cheias de suingue como "Vou te esperar", "O mundo é tentador, rapaz", "Pequenos segredos" e "Ela". O show também tem releituras originais de Leo Jaime, Negro Leo e Rita Lee, além de "Muito" (Caetano Veloso) e "Como Fue" (Ernesto Duarte Brito), gravadas por Clara em seu primeiro disco.



Clara Gurjão (voz e violão) será acompanhada por Danilo Andrade (teclado), Marcelo Costa (bateria), Michel Nascimento (percussão), Magno Souza (baixo) e Pitter Rocha (guitarra).

Clara Gurjão vem se apresentando nos palcos cariocas há algum tempo. Foi violonista do grupo de samba Cabide de Molambo, cantora de samba-jazz com o Clara Gurjão Trio e integrante do grupo Violeiros Urbanos. Com uma sólida formação musical, Clara trabalhou ao lado do maestro Eumir Deodato como assistente de arranjo e produção musical do projeto Nívea Viva Tom Jobim. Durante o projeto, entre outros nomes, Clara teve a oportunidade de trabalhar com Vanessa da Mata, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Wagner Tiso e Kassin, que acabou se tornando fundamental na concepção e elaboração de seu primeiro disco, Ela.

Pra conhecer Clara Gurjão: https://youtu.be/qvCha_0s3xU


Serviço

5/8, 19 horas - Sesc Madureira

12/8, 20 horas - Sesc Tijuca

18/8, 17 horas - Sesc Niterói

19/8, 19 horas - Sesc Barra Mansa

26/8, 19 horas - Sesc Engenho de Dentro

Ingressos: R$ 25,00 inteira; R$ 12,00 meia entrada e R$ 6,00 para sócios do SESC.

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Bacanissima + Mistério do Planeta na casa mais amor do Rio!Dia 4/08  Duas festas na Gafieira pra gente se acabar com distribuição de confetes, purpurina, biscoito globo e beber bong. 3 DJs pra agitar a noite, projeção visual e muito mais!
Foram dezenas de edições até aqui, milhares de pessoas, temas e dessa vez é tudo junto! Vamos?
Ingresso 20 reais.
Dia 4/08  / Horário 23h.
 as 13h.

PARA TODOS OS SEGUIDORES DA @AGENDACULTURALRJ,  UM SUPER DESCONTO ESPECIAL PARA COMPRA DE INGRESSOS NA PORTA DO EVENTO 👉 R$5
Basta dizer que segue a gente 😉👍

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Festival Levada apresenta Felipe S

Vocalista do Mombojó lança primeiro disco solo ‘Cabeça de Felipe’ nos dia 02 e 03 de agosto na Tijuca

Ele não tem Spotify, mas adora o YouTube. Na nova onda Netflix ele assiste Mad men, House of Cards e The Hunt. Prático, carrega na mochila “o mínimo do mínimo, de roupas e de coisas” e sonha em viajar sem levar nada. “Odeio acumular coisas ou andar carregando muitos equipamentos”. E no carro não é o tipo de pessoa que ouve sempre a mesma coisa, mas sim, aquele que curte ouvir coisas que eu conheço. Assim é a cabeça de Felipe Souza de Albuquerque, ou como ele é conhecido, Felipe S., pernambucano, cantor e compositor da banda Mojobó. O artista independente lança no Rio de Janeiro seu primeiro disco solo, “Cabeça de Felipe”, com show nos dias 02 e 03 de agosto, quarta e quinta, às 20h, no Centro da Música Carioca Artur da Távola, durante o Festival Levada, evento de música autoral e independente.

“Cabeça de Felipe”, o nome do álbum, tem sua origem na obra do artista plástico pernambucano Maurício Silva, pai de Felipe. “Eu sempre tive vontade de usar um trabalho do meu pai como capa de algum projeto meu e aí nesse processo de pensar o nome para o disco eu lembrei que em algum desses quadros tinha a minha mão impressa, de quando eu era bem pequeno. Fui atrás do quadro e quando olhei fez todo sentido. O nome do quadro virou o nome do disco e a obra virou a capa”, diz Felipe.

O disco traz dez músicas, sendo nove inéditas e uma regravação da música “Vão” (Juliano Holanda), todas gravadas no apartamento de Felipe e produzidas pelo próprio músico, que escolheu caminhar por diversos gêneros musicais. Desde a lambada lenta de “Departamento do Amor” (Felipe, Tibério Azul, Rodrigo Samico e Vitor Araújo) e o samba de “Santo Forte” (Felipe, Samico e China) até o reggae nyahbinghi de “Calçada Proibida” (Felipe e Tibério) e o afoxé de “Anedota Yanomami” (Felipe), canção que abre o disco, com participação de Sofia Freire. Não faltam também parcerias com amigos externos ao meio musical, como nas letras de “Nova Bandeira”, composta com o artista plástico Cristiano Lenhardt, em “Tigre Palhaço”, parceria com a atriz Juliana Didone, e em “Trovador” toada escrita com Ana Maria Maia, mulher de Felipe.

Felipe apresenta todas as músicas do álbum, além de fazer duas releituras de músicas de compositores que influenciaram a composição do disco de alguma forma, como na música “Solto”, composição de Marcelo Cabral e Romulo Fróes, interpretada por Elza Soares. Existem dois formatos possíveis de shows, sendo um com banda completa, composta por Felipe S (vocal), Habacuque Lima (guitarra e samples), Rafael Cunha (bateria), Missionário José (baixo) e Ana Sartori (backing vocal e teclado).

“Esse trabalho soa como algo que combina com a ideia de ser ouvido ao dirigir pela estrada”, acrescenta Felipe S. O disco foi lançado pelo selo Joia Moderna, que já disponibilizou trabalhos de Mãeana, Alice Caymmi, Iara Rennó, Arthur Nogueira e Letrux.

E para o lançamento do CD no Rio ele alegra-se em estar num projeto mais elaborado. “O show tem 60 minutos de duração. Tirei do imaginário e trouxe para o mundo concreto a vontade de fazer o show com cenário, figurino e iluminação. Até agora fiz 17 shows no esquema chegar, ligar os equipamentos e tocar. Agora vamos dar um passo adiante”, alegra-se.

O Festival Levada vai até 7 de setembro. Em sua sexta edição e tem como missão difundir a música autoral e independente, fazendo circular o que há de mais novo na cena do país trazendo ao Rio de Janeiro artistas de várias regiões do Brasil para se apresentarem em Ipanema (Casa de Cultura Laura Alvim) e também na Tijuca (Centro da Música Carioca Artur da Távola). Os shows acontecem as quartas e quintas-feiras, sempre às 20h, e ingressos a preços populares: R$ 20 e meia a R$ 10. O evento tem produção e direção geral de Júlio Zucca, curadoria de Jorge Lz e patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.


SERVIÇO
FESTIVAL LEVADA apresenta FELIPE S (PE)
LANÇAMENTO DO CD – “Cabeça de Felipe”
DIAS 02 e 03 de Agosto | QUA e QUI | 20h
Centro da Música Carioca Artur da Távola
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca, Rio de Janeiro - RJ 
Telefone: (21) 3238-3831
INGRESSOS*: R$20,00 | R$10,00
*Os ingressos estarão à venda somente no dia de cada show. 
A bilheteria abre 17:30. Limite de ingressos por pessoa: 2.
Lotação: 159 lugares
Dica: Metrô Estação Uruguai 
(cerca de 8 minutos a pé da estação ao local)



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FESTIVAL LEVADA apresenta LETRUX

SHOW DE LANÇAMENTO DO CD LETRUX EM NOITE DE CLIMÃO

DIAS 26 e 27/07 na Tijuca


                                   
A cantora e compositora Letícia Novaes - que agora assumiu o nome artístico LETRUX, persona que dá voz às letras e músicas que produz - lançou o CD “LETRUX EM NOITE DE CLIMÃO” e agora chegou a vez de apresentar pela primeira vez o repertório ao público com show em duas apresentações pelo Festival Levada 2017, nos dias 26 e 27/07, às 20h, no Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca. Esse é o primeiro trabalho solo da artista depois de quase uma década à frente do duo LETUCE, uma das bandas mais comentadas da cena independente nacional. 

O Festival Levada vai até 7 de setembro. Em sua sexta edição e tem como missão difundir a música autoral e independente, fazendo circular o que há de mais novo na cena do país trazendo ao Rio de Janeiro artistas de várias regiões do Brasil para se apresentarem em Ipanema (Casa de Cultura Laura Alvim) e também na Tijuca (Centro da Música Carioca Artur da Távola). Os shows acontecem as quartas e quintas-feiras, sempre às 20h, e ingressos a preços populares: R$ 20 e meia a R$ 10. O evento tem produção e direção geral de Júlio Zucca, curadoria de Jorge Lz e patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.

No repertório do show estarão as músicas do CD, todas autorais e inéditas, como o primeiro single de trabalho, COISA BANHO DE MAR, lançada com clipe há algumas semanas, e outras como “Flerte Revival”, “Vai Render”, “Ninguém Perguntou por Você”, “Que Estrago” e “Puro Disfarce”, que nas gravações teve participação de Marina Lima.  Também estarão no repertório as músicas “Além de Cavalos”, composta com seu ex-marido e parceiro de Letuce, Lucas Vasconcellos, e “Amor Ruim”, composta em parceria com Thiago Vivas, seu atual companheiro. Pra completar, LETRUX, que assina a direção musical do show, também prepara algumas releituras que serão surpresa para o público.

O CD, que tem esse nome "porque é um disco dançante: celebra um romance desastroso, mas ao invés de ficar na fossa, dança-se", nas palavras da própria artista, traz uma sonoridade de ambientações oitentistas, inspirada no clima new wave. E é esse som que ela leva pro palco do Levada, acompanhada pela banda que participou das gravações do CD: Natália Carrera na guitarra, Arthur Braganti nos teclados e sintetizadores, Thiago Rebello no baixo, e Lourenço Vasconcellos, na bateria. Pra somar com outra guitarra o show contará com a participação de Martha V, que também participou das gravações, como convidada. 

A guitarrista Natália Carrera o músico e parceiro Arthur Braganti assinam a produção musical do disco, coproduzido pela própria Letrux! A gravação foi no célebre Estúdio Toca Do Bandido, com produção executiva de Mariana Leivas. A mixagem e a masterização são de Emygdio Costa. E o lançamento é do selo Joia Moderna, do DJ Zé Pedro!


ATÉ LÁ, ESCUTE O CD E SE LANCE NA PISTA DESSE CLIMÃO!

https://open.spotify.com/album/3QBjGfEIcihgUxh4uuRecy
https://m.youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=ziW2xs5eqfE

REDES SOCIAIS

. FESTIVAL LEVADA

facebook.com/festivallevada

instagram.com/levada2017

youtube.com/user/LEVADAOIFUTURO2013

. LETRUX

https://www.facebook.com/letruxletrux/

Clipe COISA BANHO DE MAR: https://www.youtube.com/watch?v=-nRmXbaQitQ

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/464951483870750

SERVIÇO
FESTIVAL LEVADA apresenta LETRUX (RJ)
LANÇAMENTO DO CD – LETRUX EM NOITE DE CLIMÃO
DIAS 26 e 27 de Julho | QUA e QUI | 20h
Centro da Música Carioca Artur da Távola
Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 3238-3831
INGRESSOS*: R$20,00 | R$10,00
*Os ingressos estarão à venda somente no dia de cada show.
A bilheteria abre 17:30. Limite de ingressos por pessoa: 2.
Lotação: 159 lugares
Como chegar: http://bit.ly/Maps2sg5Se5
Dica: Metrô Estação Uruguai
(cerca de 8 minutos a pé da estação ao local).


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Teatro Ipanema — show

EDUARDO PITTA + DOIS TONS


Eduardo Pitta 
Em meio ao excesso de informação sonora, mensagens efêmeras e pancadas dançantes que retumbam em nossa música popular, o cantor e compositor gaúcho Eduardo Pitta propõe o caminho inverso em seu disco “Pra Relaxar”.

No seu trabalho de estreia em carreira solo, baixa a bola e convida o público a entrar num clima intimista e silencioso. Eduardo apresenta suas canções da forma como elas foram concebidadas, isto é: antes de ganharem arranjos instrumentais. Com naturalidade e minimalismo, aconchega o ouvinte nessa experiência sonora. A simplicidade da canção, cantada e acompanhada somente pelo violão, seu melhor amigo. Pureza que simboliza a semente criativa primordial para a grande maioria dos autores de música popular no Brasil e no mundo.

Dois Tons
 A afinidade fora dos palcos fez com que as cantoras e compositoras Lu Dantas e Natália Boere resolvessem reunir suas diferenças musicais num espetáculo que visa agradar a quem gosta de humor, irreverência, graça e, ao mesmo tempo, intensidade, força e intimismo. 

O espetáculo Dois Tons foi montado em 2016 e oferece dois pockets shows com repertório de música autoral das cantoras. A escolha do nome é uma referência às diferentes propostas de roteiro das artistas. São duas apresentações individuais das cantoras na mesma noite. Cada uma delas canta oito canções, a maioria, autoral. Uma banda formada por violão/guitarra e bateria acompanha as cantoras. Os músicos Gustavo Corsi, Matheus Prevot e Cléo Henrique formam a banda. 

Quinta-feira, 27 de Julho
20h30
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (Meia) 
Classificação: Livre
Teatro Ipanema
PROGRAMAÇÃO TEATRO IPANEMA   –    JULHO / 2017
Rua Prudente de Morais, 824A  -  Ipanema
Bilheteria do Teatro: (21)  2267-3750
e-mail: teatroipanema.cultura@gmail.com
Horário normal de funcionamento: 14h às 22h – de quinta a segunda-feira
Capacidade: 193 (cento e noventa e três) lugares

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Juliana Sinimbú lança “Sobre Amor e Outras Viagens”, segundo disco da carreira, no Festival Levada


O amor e suas facetas é cantado num repertório pop que afasta das amarras cotidianas e descomplica o romance
A cantora paraense Juliana Sinimbú lança nos dias 19 e 20 de julho – quarta e quinta, seu segundo disco “Sobre Amor e Outras Viagens” com show no Centro da Música Carioca Artur da Távola, durante o Festival Levada. Nova voz no cenário independente nacional, Juliana apresenta composições próprias, parcerias e emprega a feminilidade de sua voz em criações cheias de sensibilidade e originalidade. O amor e suas facetas é cantado num repertório pop que afasta das amarras cotidianas e descomplica o romance.

Nascida no Pará, Juliana conhece o Rio de Janeiro e tem familiares e amigos de longa data na cidade. “Na minha última turnê cantei no Centro de Referência da Música e foi um dos nossos melhores shows. Além disso, gravei “Sobre Amor e Outras Viagens” no RJ. Fizemos uma residência artística no Bairro de Botafogo e gravamos num processo muito construtivo”.

“Sobre Amor e Outras Viagens” foi gravado em estúdio e masterizado em casa, tendência que vem sendo feita por muitos artistas independentes. O resultado foi um trabalho cujo acabamento ficou de acordo com a intenção da artista, que costuma acordar de madrugada com a música pronta na cabeça, gravar e voltar a dormir.

Juliana Sinumbú parafraseia que “é uma cantora latino americana”, mas que vem descobrindo a música pop e isso abriu um leque imenso de grandes referências de versatilidade que passeiam de Michael Jackson a Omara Portuondo, cantora de bolero cubana. E essa é a primeira vez que Juliana se apresenta no Festival Levada, que tem como missão difundir a música autoral e independente, fazendo circular o que há de mais novo na cena do país e está em sua sexta edição com curadoria de Jorge Lz e produção de Júlio Zucca. “Sempre estive flertando com o Levada. Acho que estamos indo no melhor momento. Acrescenta muito toda a vez que saio pra cantar fora do Pará e encaro o desconhecido”, comemora.     

  O Festival Levada apresenta artistas independentes e conta com vinte noites de shows. No Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca, já se apresentaram Domenico Lancelloti e Curumim. Agora chegou a vez de Juliana Sinimbú (19 e 20/07), seguida por Letícia Novaes (26 e 27/07) e Felipe S - Mombojó (2 e 3/08). Depois, a partir do dia 09 de agosto as apresentações mudam para a Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. O evento tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio  de Janeiro – Lei do ISS.        

Serviço
Juliana Sinimbú no Festival Levada
Centro da Música Carioca Artur da Távola. Rua Conde de Bonfim, 824, Tijuca. Quarta (19) e quinta (20), 20h. R$ 20,00.


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Serjão Loroza faz show no Espaço Furnas
LoRoza Brass Band apresenta novos arranjos de antigos sucessos
LoRoza Brass Band é o novo projeto do cantor e compositor Serjão Loroza que se apresenta dias 22 e 23 de Julho, no Espaço Furnas, em Botafogo.





No novo show, Serjão volta ao baixo, o primeiro instrumento que ele tocou profissionalmente, acompanhado por uma cozinha bem brazuca, onde a bateria se une à percussão e a timbres eletrônicos. E a frente, um naipe de sopros caprichado: trompete, trombone, sax tenor.

“A ideia é que os metais tomem conta. Também utilizamos diversos efeitos como delay, chorus, sustain, fuzz e flanger. O resultado é uma sonoridade surpreendente”, explica Loroza.

O repertório vai do rock’n’roll à bossa nova, passando, claro, pela black music brasileira e pelo samba de raiz. Verdadeiros clássicos, conhecidos pelo grande público, como Lança Perfume (Rita Lee e Roberto de Carvalho), Satisfaction (Rolling Stones) e Spirits in the material world (The Police) se misturam às canções gravadas por Loroza: Hasta la pista, Carpe Diem e Podes crer, amizade.

Os arranjos exclusivos para essa formação são de autoria de Loroza e dos músicos Alexandre Caldi, Diogo Gomes e Marlon Sette. “É música universal, mas com sotaque brasileiro”, destaca o cantor.

Depois de se apresentar no Rock in Rio Lisboa, em maio, Loroza continuou na Europa para o lançamento deste novo projeto com apresentações em Lisboa, Madrid e Amsterdã.

Loroza Brass Band é formada por Serjão Loroza (voz e baixo), Domenico Lancellotti (Bateria), Alexandre Caldi (Sax), Marlon Sette (trombone), Diogo Gomes ( Trompete ) e na percussão Fabinho D’Lelis .

Serviço:
Show LOROZA BRASS BAND
Local: Espaço Furnas Cultural
Dias 22 e 23 de julho
Horários: Sáb. 20h, Dom. 19h
Classificação etária: 12 anos
Duração: 90 min
Endereço: R. Real Grandeza, 219 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ, 22281-035
Telefone: (21) 2528-5166
Entrada Gratuita
Retirada de ingressos: Os ingressos serão distribuídos uma hora antes dos espetáculos, 1 (um) ingresso por pessoa, limitados à capacidade de 170 lugares.
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DECCO TORRES faz parte da  charmosa e  nova geração do suingue carioca.
 
Decco Torres nasceu no berço da MPB e do samba. Seu pai, o diretor artístico “Tourinho”, publicitário premiado em Cannes, promoveu nos anos 70, festivais de samba nos quais foram revelados grandes nomes da MPB como Clara Nunes e Djavan e mais um número expressivo de compositores do Recôncavo Baiano. Foi nesse ambiente que Decco começou a descobrir sua vocação.
 
Sempre envolvido com as artes, Decco participou da peça teatral, “Aurora da minha vida” de Naum Alves de Souza e do musical “Ridículo Amor”, como ator e vocalista. Estudou canto lírico e atuou em várias árias no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Lançou seu primeiro CD “CARIOCA SOUL” em 2000, com repertório inédito, no qual interpreta composições do amigo JORGE VERCILO, que participou em duas faixas do CD. Em 2011, fez temporada de 12 meses com casa lotada no Bar Mofo/Lapa, e assim deu início à finalização do seu novo CD Multifoco ao VIVO do show “Uma VOZ na CONTRAMÃO”, lançado em janeiro de 2012, pela gravadora Multifoco em parceria com o Centro de Referência da Música Carioca. Participou também de projetos de música para o público morador de comunidades pacificadas da Secretaria Municipal de Cultura do RJ. Ainda em 2012,  criou com a cantora Juju Gomes e o DJ JG a festa

“SHOW NO CHÃO”, Live P.A. - evento de música black mundial, realizado nas ruas da Lapa. No Oi Futuro/Ipanema participou do show da Orkestra Rumpilezz de Letieres Leite.
 
Em 2013, em parceria com o Instituto Kreatori e o Canal O CUBO/Cinema na Web produziu seu novo e segundo videoclipe "NEGUE", clássico da música brasileira gravada por Maria Bethania. Esteve também como convidado no filme longa-metragem “Eu te Amo Renato” cantando a música-tema Tempo Perdido e Eu Sei - ambas de Renato Russo. Decco foi atração principal do ´Mandela Day´ com o show “Pra Suingar”, no repertório do show,  músicas de grandes sambas representativos da música negra brasileira.
 
Agora em 2017, Decco mais maduro artisticamente com o suporte da produtora executiva Rosane Cartier e de coaching vocal Tatiana Vidal, retorna com seu novo álbum, o 3º intitulado VEM PRA PISTA, o cd tem no repertório músicas autorais e de parceiros, mais uma gama de remix e versões bem conhecidas do público. Daí a ideia de fazer primeiramente shows/bailes de pré-lançamento do cd e de lançamentos nas mídias digitais pela Tratore. VEM PRA PISTA, tem a direção musical do gaúcho carioca e guitarrista Daniel Lemos; no teclado Thalles Pinheiro; no baixo Fael Matheus (tb/ Consciência Tranquila); na bateria Paulo Maclaren; e na direção artística Edio Nunes, e é claro, no comando da night, brilhando como nunca a presença e a bela voz black/pop/soul do cantor e compositor DECCO TORRES.
Após os shows para incrementar a noite temos um convidado especial, Rodrigo Doni – DJ DONI, um dos fundadores do Bailão do Castelo e do Noites Tropicais, que arrasta uma legião fãs da boa musica para dançar brasileira, pessoas leais a música carioca e que adoram se divertir. No repertório tropicalismo, soul, black carioca, grooves, ijexás, hip-hop e outros gêneros. 
O local escolhido para o show de estreia e curta temporada de quatro sextas-feiras, sempre a partir das 22h, é um espaço cultural recém inaugurado, localizado entre a Lapa e a Glória, a CASA DE BACO.  Criada por Alice Steinbruck, o espaço CASA de BACO, fica exatamente na Rua da Lapa, 243. É o primeiro andar (térreo) de um sobrado multiplataforma que vai atender a várias vertentes das artes: teatro, dança, música e eventos alternativos, pockets festas e festivais, entre outros. Tem estacionamento ao lado e é pertinho do metrô Glória. - https://www.facebook.com/casadebaco /
 
VEM PRA PISTA - 3º. Álbum de DECCO TORRES
Show/Baile de pré-lançamento do cd que o cantor encerra curta temporada na CASA DE BACO – nesta sexta - dia 14 de Julho, com participação especial de DJ RODRIGO DONI.  



O cantor e compositor DECCO TORRES, um dos representantes da nova geração da musica negra carioca, faz show de encerramento do pré-lançamento do cd intitulado “VEM PRA PISTA”, no dia 14 de julho, às 23h, no Espaço Cultural CASA DE BACO, na Lapa/Gloria, no Rio de Janeiro, com participação especial de DJ Doni. 
Decco nasceu no berço da MPB, pois seu pai era diretor artístico e publicitário nos anos 70, conhecido como “grande Tourinho”, pioneiro a promover o 1o Festival Nacional dos Compositores do Samba. Desde cedo envolvido com a música,  Decco Torres escolheu a black music, o soul, o groove brasileiro e o pop dançante como caminho para a sua expressão.

O CD “VEM PRA PISTA” é um álbum com oito faixas entre autorais, remix e versões cheias de balanço, com elementos do soul, black e do pop mundial, aliado a arranjos sofisticados e contemporâneos, repleto de referências, no qual o público facilmente se identificará. Neste álbum, Decco nos brinda com sua voz singular e vibrante e conta com a participação da banda composta por Daniel Lemos, diretor musical e guitarrista (cd e show), Paulo Maclaren, na bateria, Fael Matheus, no baixo, e Thales Pinheiro, nos teclados.  Bya Feliciano é responsável pelo figurino e o make-up é de Hugo Leão, com produção de Rosane Cartier, e direção artística e roteiro de Edio Rodrigues Nunes. 
No repertório do show, as novas lindas canções autorias e de parceiros do novo cd, como “Mal De Amor” – Daniela Tourinho; “Favela” – Vicente Pinheiro ;  “Dança Yemanjá” -  Decco Torres e Daniel Diel de Lemos; e a “Eu quero dançar” - versão de Juliano Courtuah da música “Give me The  Night”, além de canções como ‘Fora da Lei’ , ‘Nego do Cabelo Bom’, ‘Lábios de Mel’, ‘Carrossel’, ‘Bom Senso’, ‘Dançando com a vida’, ‘Olhos Coloridos’, ‘Amigo De Nova York’ de Macau e Durval Ferreira, entre outros hits. Como diz o

artista no show “minha música não tem cor, tem sonoridade que fala da minha história e da minha alma”.
O show tem duração de 1:15h, e logo depois a pista se abre, causando em grande baile com a participação especial de Rodrigo Doni - Dj Doni,  leia-se “Bailão do Castelo” e “Noites Tropicais”, agitando até as 3h da madruga.

Serviço:
“VEM PRA PISTA” com Decco Torres e Banda, participação especial DJ Doni com baile após o show.
Local: Espaço Cultural CASA DE BACO - https://www.facebook.com/casadebaco/
Informações: (21) 3796-6191
Rua da Lapa 243 - Lapa/Glória (pertinho do metrô, com estacionamento ao lado)
Dia encerramento da temporada: 14 de Julho (sexta-feira)
Dias da temporada: 23 e 30 de Junho, 07 e 14 de Julho (sextas-feiras) Casa abre as 22h.
Horário: 23h – início do show
Baile das 00h às 03h
Faixa etária: acima de 16 anos
Duração: 1h10min (show).
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) Ficha técnica:
Direção artística: Edio Nunes
Direção musical e arranjos: Daniel Lemos
Voz: DECCO TORRES
• Guitarra : Daniel Lemos
• Bateria: Paulo Maclaren
• Baixo: Fael Matheus
• Teclado : Thales Pinheiro
Figurino:  Bya Feliciano - MOJUBA
Make-up:  Hugo Leão
Iluminação: Willian Salles
Sonorização: Kelson/Casa de Baco
Direção de produção/ Produção Executiva: Rosane Cartier
Assistente de produção: Thais Faro, Cristal Gabeto, Jessica Tourinho e Viviane Tocha Redes Sociais:  Sol Bagdadi
Realização: VIVA – Ideias , projetos e produção .
https://www.facebook.com/deccotorresvpp/
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O FESTIVAL LEVADA COMEÇA EM 5 DE JULHO
COM SHOWS NA TIJUCA E EM IPANEMA

Dez artistas de todas as regiões do país vão se apresentar por dez semanas seguidas
em shows no Centro da Música Carioca e na Casa de Cultura Laura Alvim


Vêm aí dez semanas com novos nomes da música brasileira. É a sexta edição do Levada, festival que tem como missão difundir a música autoral e independente, fazendo circular o que há de mais novo na cena do país. Além de trazer ao Rio de Janeiro artistas de várias outras regiões, a grande novidade desta edição será que o Levada vai realizar os shows nas zonas Norte e Sul da cidade, ampliando a democratização do acesso ao festival.

Com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS, o festival começa no dia 5 de julho e vai até o dia 7 de setembro, às quartas e quintas-feiras, sempre às 20h, e ingressos a preços populares: R$ 20 e meia entrada a R$ 10.

Por dez semanas consecutivas, dez artistas se apresentarão duas vezes seguidas no projeto. Os cinco primeiros artistas estão escalados para o Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca, e os outros cinco para a Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Serão, ao todo, vinte noites no Levada 2017.

“Levada é um projeto que há seis anos nos enche de alegria. A parceria com o Oi Futuro nos possibilitou realizar diversos shows e alavancar a carreira de vários músicos independentes, de diversas regiões do Brasil. O bom do projeto é possibilitar a divulgação do trabalho do artista com toda a qualidade técnica e a infraestrutura necessária para a equipe poder viajar e se apresentar no Rio de Janeiro. A vida do artista independente tem muitos riscos, e nós apostamos em trabalhos ainda pouco conhecidos, que provavelmente não teriam condições de arcar com os custos de uma estreia na cidade”, explica Júlio Zucca, produtor e idealizador do projeto.

Para Jorge Lz, curador do Levada, é importante o recorte da exuberante produção brasileira do século 21. “O Levada segue na sua busca de mapear a música brasileira contemporânea, revelando o excelente momento que atravessamos. Para essa sexta edição procuramos destacar alguns artistas independentes que, de alguma forma, já se estabeleceram e conquistaram seu público, como é o caso de Domenico Lancellotti e Curumin, que lançam seus novos trabalhos. Mas não deixamos de lado novos nomes em que apostamos, como Bruna Mendez, de Goiás, e Barro, de Pernambuco. Trouxemos também dois artistas muito conhecidos por seus trabalhos com suas respectivas bandas e que agora lançam seus primeiros trabalhos solo: Felipe S, vocalista da banda Mombojó, e Letícia Novaes, ex-integrante da banda Letuce”, conta Lz.

Programação do Levada 2017

Com apresentações às quartas e quintas-feiras, sempre às 20h, e ingressos a preços populares: R$ 20 e R$ 10.

No Centro da Música Carioca Artur da Távola (rua Conde de Bonfim 824, Tijuca):

Dias 5 e 6 de julho – Domenico Lancellotti – carioca; músico e produtor; filho do músico Ivor Lancellotti; participou do grupo Mulheres Que Dizem Sim; integrante do coletivo +2; lança no Levada seu segundo álbum solo “Serra dos Órgãos”.

Dias 12 e 13 de julho – Curumin – paulistano; músico e produtor; casado com Anelis Assumpção; lança no Levada seu quarto álbum “Boca”.

Dias 19 e 20 de julho – Juliana Sinimbú – paraense; lança no Levada seu segundo disco “Sobre Amor e Outras Viagens”.

Dias 26 e 27 de julho – Letícia Novaes – carioca; poeta; ex-integrante do Letuce; lança no Levada seu 1° disco solo “Letrux”.

Dias 2 e 3 de agosto – Felipe S – pernambucano; integrante da banda Mombojó e da banda Del Rey (pernambucanos que tocam músicas do Roberto e Erasmo Carlos); lança no Levada seu primeiro álbum solo “Cabeça de Felipe”.

Na Casa de Cultura Laura Alvim (av. Vieira Souto 376, Ipanema):

Dias 9 e 10 de agosto – Luísa Maita – paulistana; teve duas músicas de seu primeiro disco na trilha sonora do filme “Boyhood” (indicado ao Oscar de 2015); lança no Levada seu segundo álbum “Fio da Memória”.

Dias 16 e 17 de agosto – Bruno Morais – paranaense; teve uma música de seu primeiro disco na minissérie “Verdades secretas”; lança no Levada seu segundo álbum, ainda sem nome definido.

Dias 23 e 24 de agosto – Bruna Mendez – goiana; lança no Levada seu primeiro álbum “O mesmo mar que nega a terra cede à sua calma”, com produção de Adriano Cintra (ex-Cansei de Ser Sexy).

Dias 30 e 31 de agosto – Tamy – capixaba, radicada no Uruguai; lança no Levada seu quarto álbum “Parador Neptunia”.

Dias 6 e 7 de setembro – Barro – pernambucano; integrante do grupo Bande Dessinée; lança no Levada seu primeiro álbum, “Miocárdio”.

Um pouco mais sobre o Levada

Nas cinco edições anteriores, 78 artistas se apresentaram para um público de mais de 10 mil pessoas. O Levada já recebeu nomes conhecidos – como Pedro Luís, Siba, Lucas Santanna e Lirinha – e artistas que estavam prestes a despontar, a exemplo de Ellen Oléria, Filipe Catto, Márcia Castro e Boogarins, passando por descobertas como Phill Veras, Aíla, Brunno Monteiro, Jaloo e César Lacerda. O Levada se torna a casa da nova música brasileira, com artistas de todas as regiões do país presentes em todas as edições.

Referência nacional de projeto que abriga a nova cena musical independente brasileira, o Levada continuará promovendo a discussão sobre o mercado da música independente e suas formas de fomento, produção e difusão. Esse debate acontece essencialmente na web, por meio de plataformas de música e das redes sociais, com a troca de ideias entre os artistas e produtores, mediadas pelo Levada, representado pelo curador, Jorge Lz, pelo produtor e músico independente Wagner Vallim e por Julio Zucca, diretor geral do festival.

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