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Arte e Cultura

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Exposição “Abismo”, de José Tannuri, na Tramas Arte Contemporânea (RJ)

A Tramas Arte Contemporânea apresenta ‘Abismo’, nova exposição individual do carioca José Tannuri. O artista volta à galeria, após quatro anos de sua última individual no local (em ‘Urbânico’, 2013), com trabalhos realizados em cores chapadas sobre páginas de jornal e investiga a borda que contorna os abismos, aqueles que construímos.


A série, realizada entre 2016 e 2017 no seu ateliê em Santa Teresa, apresenta trampolins e plataformas projetadas sobre o vazio, além de outras arquiteturas ambivalentes em pinturas sobre jornal, material que Tannuri domina já que é especialista em papel reciclado. 




“Ao menos desde 2003, quando realizou a instalação ‘Muros’, no Centro Cultural Sérgio Porto, o artista aponta criticamente a dominação e o homogêneo. Tannuri manipula o jornal literal e, simbolicamente, suas páginas são como território de países, limites de suas fronteiras físicas, culturais, sociais e econômicas. Se em trabalhos anteriores, como ‘Vazios’ (2005) no Paço Imperial, a arquitetura é transfigurada por volumes monumentais de papelão, aqui os pequenos e médios formatos condensam a imensidão. Espaços aparentemente vazios, pois não há a presença direta do corpo, sinalizam a solidão dos que vivem entre muitos. Na série Abismo, o azul intenso e profundo (patenteado pelo artista francês Yves Klein, que realizou Salto no Vazio, em 1960), ora é fosso ora dissimulada correnteza que abre margens vizinhas às próprias bordas do papel. Cada horizonte é desalinhado por seu próprio abismo", escreve Luiza Interlenghi, curadora da exposição.


Sobre o artista:
Nascido no Rio de Janeiro, José Tannuri fez sua primeira exposição em 1998. Participou de mostras internacionais como a 10a Bienal de Havana e uma individual na Frederico Seve Gallery, em Nova York. Atualmente trabalha com projetos instalativos, performance, fotografia, pintura e desenho sobre jornal. Em seu eixo temático, objetos como arquitetura, cidade, construção de paisagens, abismos e passagens são relevados em seu processo.

Sobre a Tramas Arte Contemporânea:
Desde a sua fundação, em 2009, no bairro de Copacabana (RJ), a Tramas Arte Contemporâneavem atuando na difusão de artistas contemporâneos buscando a valorização de suas diversidades estéticas e conceituais. A galeria tem como objetivo propiciar o diálogo entre artistas e público, acreditando na intensa parceria construída ao longo dos últimos anos entre os mesmos, promovendo assim um espaço de discussão e reflexão da arte contemporânea brasileira. Sua programação norteia-se na pluralidade artística, apontando e incentivando a criatividade e aprofundamento conceitual no que tange as produções artísticas de seus artistas representados. Artistas representados: Evandro Prado, Fernando Ribeiro, Geraldo Melo, Henrique Pontual, José Tannuri, Leonardo Ramadinha, Marcelo Catalano, Osmar Dillon, Renan Cepada, Renato Sant’Ana e Yara Dewachter.

Serviço:
 Exposição ‘Abismo’, de José Tannuri
Terça-feira, dia 21 de novembro de 2017, às 19h.
Encerramento: dia 16 de dezembro de 2017
Curadoria: Luiza Interlenghi

Local:
Tramas Arte Contemporânea
Shopping Cassino Atlântico
Av. Atlântica 4240, Loja 219. Copacabana, Rio de Janeiro contato@tramasgaleriadearte.com.br| Tel: 55 21 2287-2036

Funcionamento: de segunda à sexta, das 10h às 19h. Sábados, das 12h às 18h.

Entrada gratuita

Links:

https://www.instagram.com/tramasartecontemporanea/
https://www.facebook.com/TramasGaleriaDeArte
https://issuu.com/tramasgaleriadearte
https://www.linkedin.com/in/tramas-arte-contempor%C3%A2nea-b86917141/

Agenda Cultural RJ
 ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
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Daniel Gnattali apresenta terceira individual na Blé Galeria e Arte, em Botafogo

A Exposição “Estamos Vivos” traz cerca de 50 obras do artista visual, entre gravuras, desenhos, colagens, fotografias, pinturas e técnicas mistas de 9 a 30 de novembro

Temas como natureza, religiosidade, mitos, espiritualidade e sagrado são recorrentes no trabalho do jovem artista carioca



“Estamos Vivos” é a terceira exposição individual do artista visual carioca Daniel Gnattali, que apresenta cerca de 50 obras entre 9 a 30 de novembro na Blé Galeria e Arte, em Botafogo, com entrada franca. Com temas diretamente relacionados à natureza e à espiritualidade, o sagrado transparece ora explícita, ora subliminarmente, em suas gravuras impressas em fine art; em desenhos, colagens, fotografias e pinturas em aquarela, guache e acrílica, além de técnicas mistas, caminhos que o artista percorre para manifestar um estado de consciência desperto e conectado com o entorno. A curadoria é do artista plástico Valerio Ricci Montani.

O jovem artista de 31 anos, morador de Santa Teresa, vê nas artes visuais a possibilidade de se expressar. Trabalhos autorais e comerciais são registros gráficos da própria elaboração da consciência de Daniel Gnattali, que o faz perceber suas obras como janelas para questionamentos cada vez mais profundos, seja por meio de um cartum bem-humorado sobre um tema do cotidiano, um rótulo psicodélico de cerveja ou uma série de pinturas dedicadas a São Jorge e as lendas que cercam o santo guerreiro.

“A natureza, como símbolo primordial desta conexão, é amplamente retratada no meu trabalho, tanto como tema principal quanto como pano de fundo. A representação de mitos e rituais é, igualmente, uma maneira de encontrar este lugar sagrado, da consciência presente. É uma forma antiga de procurar um significado para nossa existência por meio da sacralização da vida”, explica o artista, que é filho do arranjador e compositor Roberto Gnattali, sobrinho-neto do maestro Radamés Gnattali e irmão da cantora Nina Becker.

“ESTAMOS VIVOS”
Para Daniel Gnattali, o nome da exposição refere-se à consciência e à valorização da experiência de estarmos vivos, cientes de nossa finitude e imperfeição. “No entanto, é da consciência da imperfeição que nasce a busca pelo perfeito. Não a perfeição puramente estética – esta seria apenas um sintoma –, mas uma perfeição horizontal e vasta, um engrandecimento da vida por meio de uma compreensão cada vez maior do todo e menos individual”, completa.

“ESTAMOS VIVOS”
Exposição do artista visual Daniel Gnattali
Blé Galeria e Arte – Rua dezenove de fevereiro 184, Botafogo. Tel.: 3820 9017
Abertura: 9 de novembro (quinta), a partir das 18h. Até 30/11.
Visitação: de 2ª a 4ª, das 12h às 22h | 5ª e 6ª, das 12h à 1h | sábado, das 15h à 1h.
Entrada franca
ORIGEM E TRAJETÓRIA

Vem da infância a relação de Daniel Gnattali com o desenho. Quando criança, ele gostava de copiar os personagens das revistas de história em quadrinhos. Depois, Daniel passou pela fase dos super-heróis e das animações japonesas, até decidir cursar a faculdade de desenho industrial.

Autor da ilustração “Mantra” (imagem à esquerda), que viralizou em 2012 e até hoje é sucesso de vendas nas lojas Touts, atualmente Daniel Gnattali se divide entre os projetos artísticos pessoais e profissionais. Publicadas em seu site, Facebook e Instagram, os cartuns e tirinhas são carregados de humor e poesia. “Descobri nas tiras uma mídia interessante para que eu pudesse falar de temas atuais, engraçados, misturando poesia com desenho”.

Entre as suas influências estão as ilustrações oníricas do australiano Shaun Tan, as tirinhas do argentino Liniers e do carioca Arnaldo Branco, além dos trabalhos do ilustrador paulista Orlando Pedroso e do artista plástico e ilustrador carioca Renato Alarcão. “Em 2009, fiz um curso com o Alarcão que me abriu muito a cabeça. Descobri que a ilustração poderia ir muito além do desenho”.

Inspirado nas matas que permeiam o Rio de Janeiro, Gnattali retrata o verde da cidade, seus moradores e os hábitos dos cariocas em suas tirinhas e na coluna Passarinho, publicada no site RIOEtc – A Alma Encantadora da Ruas. Outro projeto que envolve a natureza é a série “As Árvores Somos Nós”, na qual ele se fotografa mimetizando os movimentos de árvores no Rio e em suas viagens mundo afora. Já são mais de 100 árvores colecionadas desde 2011.

Atualmente, Gnattali participa do Programa de Residência Despina, no espaço cultural Largo das Artes, no Largo do São Francisco, no Centro do Rio, voltado para artistas brasileiros e estrangeiros, selecionados a partir da análise de portfólio. A premissa é encorajar a troca de ideias e investigar a experimentação de práticas e conceitos, permitindo ao artista visitante uma produção em resposta ao novo ambiente.

POR TRÁS DOS RÓTULOS 

Batizada com o nome de uma canção da banda de rock progressivo Focus, a cervejaria artesanal carioca Hocus Pocus convidou Gnattali para criar os rótulos de nove cervejas: Magic Trap, Hush, Coffee Hush, Pandora, Overdrive, Event Horizon, Supersymmetry, Red Potion e High on Milk. O rock psicodélico dos anos 1960 e 1970 e as músicas de Jorge Ben Jor serviram de inspiração para o desenvolvimento das artes – compostas por cores vibrantes, elementos sacros e simbólicos.

Depois da cerveja, surgiu o convite para desenhar a nova linha de embalagens para os produtos artesanais e veganos da carioca Quetzal Chocolate de Origem (imagem ao lado). Gnattali criou seis embalagens: Bah!, Bahia, Himalaia, Theobroma, Dharma e Xingu.

MÚSICA E ILUSTRAÇÃO

Ilustração de Imbatível ao extremo: assim é Jorge Ben Jor!
A música também exerce grande influência em suas criações. Filho do arranjador e compositor Roberto Gnattali, sobrinho-neto do maestro Radamés Gnattali e irmão da cantora Nina Becker, Daniel também é músico. Ele toca violão e canta na banda Simpáticos – que só interpreta Jorge Ben Jor. Fã do artista, Gnattali conta que começou a ouvir mais as canções do artista a partir de 2008 e se apaixonou. Em 2012, ele foi convidado pelo pesquisador e crítico musical Paulo da Costa e Silva para ilustrar o áudio-documentário “Imbatível ao Extremo: Assim É Jorge Ben Jor!”, da Rádio Batuta, do Instituto Moreira Salles. Com cores vibrantes e muitos detalhes, esse projeto foi um divisor na carreira do artista. “Essa ilustração marca a transição de um traço mais solto para um mais preciso”.

E quando chega o carnaval, Gnattali vira John Lennon. Há alguns anos, numa viagem a Inglaterra, ele comprou uma roupa igual àquela que o beatle usou na capa do disco “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band”. Na época, achou que poderia usar a fantasia no carnaval carioca, mas ele nem imaginava que seria convidado a integrar o bloco do Sargento Pimenta no papel do próprio Lennon. Neste ano, ele desfilou pela quinta vez no Aterro do Flamengo, mas levou tela e cavalete para dentro do bloco e fez uma pintura da série de São Jorge ao vivo, cercado pela multidão de foliões.

Daniel Gnattali por aí:

Site: danielgnattali.com
Facebook: facebook.com/gnattaliilustracao
Instagram: instagram.com/danielgnattali
Loja virtual Touts: danielgnattali.touts.com.br
Coluna Passarinho: www.rioetc.com.br/passarinho
Despina: http://despina.org/daniel-gnattali

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Cidades Criativas: projeto Espaço Sideral interage com as intervenções
urbanas na terceira edição
Oficinas, debate, masterclass e pocket show Negro Leo e Felipe Neiva
fazem parte do cardápio de setembro


Para quem deseja saber como a tecnologia pode mudar o dia a dia de pessoas agirem e se situarem como cidadãos, esta é uma boa oportunidade. Através de intervenções urbanas (que vai desde harpa de luz e conteúdo digital até instalação de provedores de internet comunitários), a ocupação multimídia Espaço Sideral, que une arte, cultura independente e tecnologias, volta ao Centro Cultural Banco do Brasil nos dias 14 e 15 de setembro. Para esta terceira edição o tema será Cidades Criativas. Os debates, as oficinas, a masterclass e o pocket show com Negro Léo e Felipe Neiva acontecerão na sala 26, no 4º andar. A entrada é gratuita, com senhas disponibilizadas uma hora antes dos eventos.

Segundo o curador Victor Belart, em setembro teremos uma reflexão sobre a tecnologia na vida das grandes cidades exemplificando de que forma as iniciativas autônomas podem criar um ambiente urbano mais democrático e criativo. “As atividades são focadas na perspectiva da intervenção em espaços coletivos das cidades, seja através do mapping, da música de rua ou do empoderamento digital nas periferias”, completa.

No dia 14, as oficinas terão como base como se utilizar a iluminação em diferentes vertentes com leds e a criação de harpas de luz utilizando programas de computador, com Isis Passos, Bruno Queiroz e o artista plástico Caio Chacal. No mesmo dia, haverá debate sobre Intervenções Urbanas Criativas com Marlus Araújo, do projeto Bicicletorama (um jogo de corrida que usa a dualidade entre virtual e real, móvel e estático mostrando o conflito existente nas entre bicicletas e automóveis), e Bruno Freitas, da Coolab (laboratório cooperativo de redes livres), que irão falar sobre a transformação cultural a partir da instalação de provedores de internet comunitários dentro das periferias.

Para o dia 15 o Espaço Sideral traz a Masterclass com Carlos Oliveira da empresa SuperUber, que entre os trabalhos estão conteúdo digital para o Frost Science Museum, em Miami, e projeções na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016, entre outros. O evento termina com o pocket show com os músicos Negro Léo e Felipe Neiva, com direito a um vídeomapping ao vivo durante a apresentação produzido por Alberto Harres e Carlos Oliveira.


Pogramação SETEMBRO

Tema : CIDADES CRIATIVAS
14/09 (quinta-feira)


13h-14:30h: OFICINA 1 – Controlando Leds utilizando Ableton Live e Arduino – com Isis Passos e Bruno Queiroz

16h-17:30h: OFICINA 2 – Criando uma Harpa de Luz utilizando Scratch e Arduino – com Caio Chacal


18:30h: Debate Intervenções Urbanas Criativas – com Marlus Araújo (Bicicletorama) e Bruno Freitas (CooLab) conversam sobre cidades interativas e transformação cultural a partir da instalação de provedores de internet comunitários nas periferias.

15/09 (sexta-feira)

17:30h: Masterclass VideoMapping e democracia disruptiva - Masterclass com Carlos Oliveira (SuperUber) sobre as diferentes aplicações do mapping como recurso para intervenções artísticas e culturais nas cidades.

19:30: Pocket Show: Negro Leo + Felipe Neiva com Videomapping ao vivo com Alberto Harres e Carlos Oliveira.


Para OUTUBRO:

Tema: EMPODERAMENTO DIGITAL

12/10 (quinta-feira)


13h-14:30h: OFICINA 1 – Mapeamento e Visualização de dados – com Igor Abreu


16h-17:30h: OFICINA 2 – Empreendedorismo Digital – com Isis Py Ladies


18:30h-20:30h - Debate: Mapeamento de Dados e Transformação Cultural – Sil Bahia (OLABI/Afroflix) e Clara Sacco (Data Labe Maré) conversam sobre a importância de iniciativas de inclusão sociocultural e o reconhecimento de territórios por meio da visualização de dados.

13/10 (sexta-feira)


17:30h: Master Class Faça sua própria turnê - Masterclass com Vitor Brauer e Jonathan Tadeu sobre o uso de diferentes dispositivos digitais para viabilizar uma turnê de forma independente, desde a produção musical das faixas até o merchandising, o registro e a difusão do trabalho.


19:30: Pocket Show: Victor Brauer + Jonathan Tadeu + Nathanne Rodrigues.

Sobre o projeto

Desde agosto o projeto Espaço Sideral vem ocupando o quarto andar do CCBB mostrando alternativas reais que usam tecnologia a serviço da cultura. A programação foi pensada para um público da era pós-digital e que é realizada, em boa parte, por eles mesmos, representados por artistas e profissionais autônomos, que lidam com a modernidade do seu tempo - não por acaso, a premissa do projeto é Tecnologia e Autonomia. Ainda teremos a quarta edição com o tema Empoderamento Digital (dias 12 e 13 de outubro). “Discutir sobre o pós-digital é uma demanda contemporânea nesse tempo em que a intersecção do digital com o real requer novos posicionamentos da sociedade. O projeto Espaço Sideral propõe reflexões sobre as possibilidades oferecidas pela tecnologia no que diz respeito à empreendedorismo, produção e distribuição de conteúdo culturais", avalia Fábio Cunha, Gerente Geral do CCBB Rio.

(Em tempo: A era pós-digital explica-se pela presença da tecnologia digital hoje ser tão ampla e onipresente que, na maior parte do tempo, nem notamos que ela está lá, atualmente não há diferença entre mundo digital e mundo real, entre on e offline. Está tudo junto.)

A ideia do Espaço Sideral foi nascendo à medida que seus integrantes produziam seus projetos, em vários coletivos e movimentos que atuam nas diferentes zonas da cidade do Rio de Janeiro e que têm como premissa a ocupação de espaços públicos, no melhor estilo “faça você mesmo”. ”Quermesse”, “Faz na Praça”, “Viaduto Laranjeiras”, “Festival Intersessão”, “Rádio Libertá” e “Subsolo” são alguns dos movimentos que foram referência para o Espaço Sideral. O norte utilizado pela equipe foram as artes visuais, as novas sonoridades e experimentações da música independente e o creative coding.


“Pela primeira vez, vários desses produtores e artistas estão atuando dentro de um espaço cultural institucional, entendendo o ambiente do CCBB como espaço público e democrático que também deve ser ocupado e ressignificado”, diz Victor Belart, coordenador de comunicação.

“Desejamos mostrar, de forma prática e lúdica, que a criação e a difusão de serviços e produtos culturais e artísticos se tornam acessíveis na sociedade da informação que vivemos hoje, não sendo necessários investimentos de alto custo, mas criatividade, conectividade em redes, acesso ao conhecimento e empoderamento digital”, finaliza a coordenadora do projeto Gisele Andrade, da produtora Iluminura Ideias e Ideais.


Serviço:
Projeto Espaço Sideral
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 - Centro - 20010-000 / Rio de Janeiro (RJ)

(21) 3808-2007 | ccbbrio@bb.com.br
Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.
Datas: de 13 de julho a 13 de outubro (quintas e sextas)
Terceira edição – Cidades Criativas: 14 e 15 de setembro
Horário do show dia 15: 19:30
Horários: consultar programação
Entrada Gratuita, senhas distribuídas 1 hora antes
Lotações: 90 lugares (sala 26)
Horários da Bilheteria: Das 9h às 21h. (tel.: 3808-2052)
Classificação: 12 anos
Acesso para pessoas com deficiência: Sim
Patrocínio: Banco do Brasil
Realização: CCBB
Programação completa: http://www.bb.com.br/portalbb

INFORMAÇÕES AO PÚBLICO
SITE: www.bb.com.br

Twitter: twitter.com/CCBB_RJ

Facebook: www.facebook.com/CCBB.RJ

Email: ccbbrio@bb.com.br
Site para venda de ingressos: http://www.eventim.com.br

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Toz Viana apresenta o “Povo Insônia” nos 25 anos do projeto “Os Amigos da Gravura”

Inspirado na cultura afro-brasileira, artista ocupa a Chácara do Céu com telas, cerâmicas, tecidos, retratos, manequins e tambores


Tomaz Viana - Toz - vive e trabalha no Rio de Janeiro, mas nasceu e cresceu em Salvador da Bahia. Suas origens baianas sempre o influenciaram e com a criação do seu último personagem, Insônia, em 2010, Toz materializou suas raízes em uma criatura mística, entidade das noites perdidas. A partir de então, o Insônia foi ganhando vida, história, atributos, acessórios e uma cultura própria.

Influenciado pelos cantos, danças, ritos e passagens da cultura afro-brasileira, o artista pede licença para apresentar sua mais nova exposição “Povo Insônia”, que ocupará o Museu Chácara do Céu de 14 de setembro a 29 de janeiro de 2018.



A concepção da exposição dialoga com as origens imaginárias desta tribo que faz eco à identidade brasileira e à riqueza de todas as influências culturais dos diversos povos que, ao chegarem ao Brasil, participaram da construção dessa identidade diversa.

Nascido nos muros da cidade, o Insônia sai das paredes para ganhar vida nos mais diferentes suportes. Tecidos, cerâmicas, telas, fotografias, manequins e uma instalação sonora estarão espalhados pelos quatro cantos da Chácara. Nas três salas de exposição temporárias serão

três salas de exposição temporárias serão apresentados trabalhos exclusivos sobre tecidos, telas, fotografias e objetos. Na sala de jantar e na biblioteca, manequins pintados e vestidos, sentados e em pé, saudarão os visitantes. No jardim, os visitantes poderão participar de uma grande instalação sonora. “A exposição é um convite para as pessoas se desconectarem e entrarem num mundo paralelo, fictício, cheio de laços invisíveis, acasos e sonhos”, comenta o artista.

A programação faz parte dos 25 anos do projeto Os Amigos da Gravura, cujo objetivo é convidar um artista para produzir gravuras ou múltiplos exclusivos com tiragem limitada. Toz criou 60 estátuas de porcelana do Insônia, todas pintadas a mão, com 30cm de altura. Algumas estarão à venda a partir do dia 14/09. Ao contrário de um múltiplo tradicional, que é repetido a partir de um modelo, cada exemplar será exclusivo por ser pintado individualmente.

Retomado pelos Museus Castro Maya em 1992, o projeto Os Amigos da Gravura se consolidou, enriqueceu sua programação cultural e possibilitou a incorporação da arte brasileira contemporânea às coleções deixadas por seu idealizador, o industrial e empresário Raymundo Otonni de Castro Maya.

“No ano em que se comemoram os 25 anos desta retomada, optamos por uma edição especial do Projeto, oferecendo todos os espaços da Chácara do Céu para serem preenchidos pelo artista Tomaz Viana, conhecido como Toz, numa alusão ao gesto de Castro Maya de sempre abrir caminho para o novo na arte e incentivar a produção dos jovens artistas”, explica Vera de Alencar, diretora dos Museus Castro Maya.

Um time forte acompanha o artista nesta individual, que ganha assinatura dos Museus Castro Maya e é produzida por Elodie Salmeron, da empresa Valeu Produções Culturais. A trilha sonora será do músico André Sampaio (ex-Ponto de Equilíbrio), que ambientará as salas com cantos, vozes e toques de atabaques.

Curadora dos Museus Castro Maya, Anna Paola Baptista assina o texto de apresentação: “O Insônia nasceu num momento em que Toz perambulava com coração desassossegado pelo cenário urbano noturno. No âmbito da obra do pintor, percebe-se no “Povo Insônia” um caminho distinto do enfrentado com os personagens anteriores. O artista, que veio da rua para a galeria de arte e desta para o museu, realiza um percurso que propõe a discussão de um universo mais abrangente, calcado nas questões da identidade nacional”.

Nos jardins da Chácara do Céu, o público ainda encontrará instrumentos criados especialmente para a mostra. Tambores de caixa d’água e gangorras que reproduzem o barulho da chuva poderão ser tocados pelos visitantes.

Serviço
Os Amigos da Gravura – Povo Insônia
Abertura: 14 de setembro (5ª feira), das 17h às 20h
Visitação: 15 de setembro de 2017 a 29 de janeiro de 2018.
Local: Museu Chácara do Céu – Rua Murtinho Nobre, 93, Santa Teresa. Tel: (21) 3970-1093
Horário: Diariamente, das 12h às 17h. Exceto às terças-feiras
Ingressos: R$ 6,00 – gratuito às quartas-feiras
Classificação indicativa: Livre

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Exposição 'Faces', do fotógrafo Alvaro Villela,  revela almas de quilombolas da Bahia

abertura 31 de agosto no Espaço Furnas Cultural



Depois de ser apresentada no Museu de Arte da Bahia, em 2015, e com 15 expressivos e reveladores retratos de habitantes de comunidades quilombolas de Barra e Bananal, na Chapada Diamantina, além de uma carta de alforria que data do século 19, será aberta na quinta-feira, 31 de agosto, no Espaço Furnas Cultural, em Botafogo, a exposição Faces, do fotógrafo baiano Alvaro Villela.

Apresentada também no PhotoEspaña, em 2011, como parte de uma coletiva itinerante de fotógrafos latino-americanos,  Faces  é uma imersão sinestésica na vida e no habitat de um grupo de descendentes de escravos fugitivos de um navio negreiro naufragado na costa sul da Bahia, no século 17. Isso porque, além das  expressões dos retratados, sons ambientes captados nas noites dos quilombolas vão compor a exposição, estética que, juntamente com a disposição da luz, confere-lhe, também, um sentido de instalação.



Independentemente do seu valor artístico, Faces se faz, queira ou não, um grito de alerta diante da grave instabilidade política pela qual passa o Brasil, que dá sinais de retrocesso na aplicação de projetos e ações reparatórias que privilegiavam indígenas e descendentes de escravos, por exemplo. Sintomaticamente, há poucas semanas, na Chapada Diamantina, foram assassinados seis moradores de comunidades quilombolas, crime que entrou apenas nas estatísticas.

Assim, em tempos nos quais importantes temáticas envolvendo a questão do povo negro no Brasil ganharam os holofotes, como foi o caso da celebração ao escritor carioca Lima Barreto, homenageado recentemente na Flip, em Faces, questões artísticas à parte, vai estar exposto um lado da tragédia, com toda a complexidade que a cerca.

Fotógrafo etnográfico, como comprova o seu projeto desenvolvido junto aos índios pankararé, do Raso da Catarina, no sertão da Bahia, entre outros, ainda que não goste de se sentir aprisionado por rótulos, Alvaro Villela aproximou-se das comunidades quilombolas da Chapada Diamantina em 2007 no intuito de entender e documentar suas tradições culturais e religiosas e verificar se elas ainda preservavam traços ancestrais. 

No entanto, diante da percepção de que tais heranças foram diluídas no interior de certos maneirismos, inclusive com a presença de religiões que não eram de matriz africana, Villela vislumbrou no retrato uma forma de discutir tal distanciamento da cultura ancestral.

Após anos de interação com as comunidades, ele improvisou um estúdio na casa de uma moradora entusiasta do projeto. Apesar da resistência inicial e utilizando-se de um fundo negro e da iluminação gerada por uma tocha, fotografou residentes de todas as idades, os quais acabaram se rendendo ao se verem retratados.

Passados 10 anos desde a primeira incursão de Alvaro Villela nos territórios quilombolas, a exposição, não apenas pela força das suas imagens, como também pelas dificuldades e desafios enfrentados por tais comunidades, apresenta-se como um ato de resistência e de afirmação de certos valores do povo negro, que ainda hoje busca um espaço digno no Brasil.

Apesar de consciente do viés antropológico e sociológico da exposição, Alvaro Villela também destaca em Faces o seu sentido enquanto expressão artística contemporânea, sinestésica, de uma composição que ganha força a partir da percepção de quem elaborou e construiu as imagens juntamente com o desprendimento de quem pousou, de quem invocou através da expressão uma ancestralidade perdida.


Além das 15 fotos em grande formato (80 x 120 cm) e dos sons das noites dos quilombolas, na exposição o público vai se deparar com uma carta de alforria datada do século 19 e devidamente transcrita, que faz parte do acervo dos artistas plásticos Joãozito Pereira e Lanussi Pasquali. A peça, uma verdadeira relíquia, é originária do Recôncavo Baiano, onde havia forte presença de escravos nos séculos passados.
A exposição Faces, vencedora do edital Eletrobras Furnas, Ministério das Minas e Energia e Governo Federal,


A exposição Faces, vencedora do edital Eletrobras Furnas, Ministério das Minas e Energia e Governo Federal, vai ocupar o Espaço Furnas Cultural no mês de setembro. No mesmo período, alunos de escolas públicas do Rio de Janeiro vão participar de visitas guiadas com o artista.



Faces – Exposição fotográfica de Alvaro Villela

Quando: Abertura 31 de agosto de 2017, às 19h

Onde – Espaço Furnas Cultural – Rua Real Grandeza, 219, Botafogo – Rio de Janeiro

Visitação: Terça à sexta, das 14h às 18h, e sábado, domingo e feriado, das 14h às 19h. Não há necessidade de ingresso para exposições.


A trajetória de Alvaro Villela

Nascido em Salvador, em 1960, Alvaro Villela tem uma trajetória sempre marcada por uma incessante busca do que se chama de imagem autoral, algo que ele fez explorando territórios ocupados por coisas ou pessoas que o inquietavam e o fascinavam.

Não apenas em Faces, que retrata rostos de habitantes de comunidades quilombolas da Chapada Diamantina, a sua busca pela “expressão” se notabiliza em dois livros fotográficos de sua autoria: A Natureza do Homem no Raso da Catarina (2006) e Careta, Quem é Você (2014).

O artista Alvaro Villela tem obras expostas em coleções de museus importantes, como a Rayko's Permanent Collection, no Rayko Photo Center, em São Francisco, nos EUA, desde 2011, no Photographer's Network, Siegen, na Alemanha, desde 2009, e no Museu do Homem do Nordeste, no Recife, desde 2008.

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Feira de antiguidades volta à Marina da Glória neste domingo, 27/08

Com 250 expositores, Época de Glória se consolida no calendário de eventos do Rio de Janeiro



Depois do sucesso da primeira edição, com 10 mil visitantes, a feira Época de Glória acontece novamente neste domingo, 27/08, na Marina da Glória. Com entrada gratuita, o evento será das 9h às 20h e terá o dobro de expositores, 250.

A feira reúne no pavilhão da Marina da Glória barracas da Lavradio, Praça XV, antiquários da Siqueira Campos e Cassino Atlântico. Em julho, as grandes atrações foram objetos que não são vistos com tanta facilidade por aí, como um faqueiro de prata do século XIV com 380 peças e itens da cantora Carmem Miranda. Dessa vez, entre os destaques estão uma escultura da pomba da paz, do artista colombiano Fernando Botero, uma obra numerada com apenas 6 unidades em todo o mundo, e outra do século XVIII de marfim com La Pieta e Maria Madalena.

Com a sua segunda edição, a Época de Glória se consolida no calendário oficial de eventos na cidade. Ela vai acontecer uma vez por mês, sempre aos domingos, aproveitando a brecha na agenda dos amantes de antiguidades.

A feira, que já contava com food-trucks, ganhou uma praça de alimentação além dos restaurantes da Marina da Glória: Corrientes 348, Soho, Emporio Rio e Maruru Deli.

Época de Glória - Feira de Antiguidades



Marina da Glória - Pavilhão de eventos

27/08, domingo, das 9h às 20h - Entrada gratuita

Av. Infante Dom Henrique, s/n




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INSTALAÇÃO INTERATIVA UNE REALIDADE VIRTUAL COM ANIMAÇÃO 3D NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO







Desenvolvida pela dupla VJ Suave, O Essencial é invisível aos olhos convida o público para a experiência de imersão em uma floresta encantada

A instalação interativa O essencial é invisível aos olhos, da dupla VJ Suave, formada por Ygor Marotta e Ceci Soloaga, ocupa a Galeria 1 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 15 de agosto a 15 de outubro de 2017. A abertura acontece na terça-feira (15), às 19h. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Na obra, o duo investiga uma nova tecnologia: a realidade virtual, recurso que está ganhando espaço no mundo todo. Misturando animação 3D, programação, áudio espacializado e uma ferramenta de criação de games, os artistas transportam o espectador para o ambiente de uma floresta, onde ele é livre para escolher seus caminhos e ações. Lá ele pode se relacionar com o cenário, pegar objetos, interagir com personagens e também com seu próprio corpo. A cada escolha que faz, o ambiente se relaciona de maneira diferente com ele, resultando em uma jornada única e surpreendente.

A partir da imersão, o público é convidado ao autoconhecimento e à reflexão ao mesmo tempo em que se faz um resgate da sabedoria dos povos indígenas: as medicinas ancestrais, a cura pelas plantas, as trocas de energia e as sutilezas que não se consegue enxergar nem explicar.




“As florestas são espaços energéticos fortes e poderosos. A natureza nos lembra quem somos nós e que somos parte dela. É preciso ampliar a percepção que vai além da vista. Experimentar o ambiente com todos os sentidos, aguçar as sensações, e descobrir as forças que são invisíveis aos olhos” contam os artistas Ygor Marotta e Ceci Soloaga.

Workshop:

No dia 16 de agosto (quarta-feira), às 19h, Ceci Soloaga realiza o workshop Desenho em realidade virtual. Utilizando a tecnologia de realidade virtual (VR) e programas inovadores como Tilt Brush, os alunos participarão de uma vivência onde poderão desenvolver experiências em técnicas de pintura e desenho 3D. A tela é a própria sala, e a paleta de cores é a imaginação do aluno. O resultado do workshop pode ser compartilhado com outras pessoas e os participantes poderão levar para casa suas pinturas virtuais em imagem e vídeo.

 A atividade é voltada para artistas e estudantes de artes visuais acima de 10 anos de idade. As inscrições devem ser realizadas entre 7 e 13 de agosto pelo e-mail essencialvjsuave@gmail.com. A participação é gratuita.

VJ Suave:

Ygor Marotta e Ceci Soloaga formam o duo de artistas que trabalha com arte digital, projeção em movimento e animação 2D quadro a quadro projetada na superfície urbana. Com suas obras, VJ Suave propõe um momento único de conexão entre o espectador e a cidade, misturando história animada com vida real. As animações projetadas em movimento fazem a narrativa ganhar vida, onde os personagens correm e voam colorindo os ambientes em um conceito de arte chamado graffiti digital, que mescla tecnologia com street art.

Mais informações em http://vjsuave.com
Ficha técnica:
Direção: Ygor Marotta e Ceci Soloaga
Roteiro: VJ Suave e Roberta Nader
Direção de Arte: Ygor Marotta
Programação: Roger Sodré
Level Design: Paulo Stoker e VJ Suave
Character Design: Ygor Marotta e Paulo Stoker
Animação 3D: Leo Campasso
Modelagem: Bruno Saber
Rigging: Vivi Adade
Texturas: Ygor Marotta, Paulo Stoker, Ricardo Riamonde
Viagem Astral: VJ Vigas, Paulo Stoker, VJ Suave
Paisagem sonora:
Roda de luz e Viagem astral: Bmind
Cachoeira e Lagoa: Barrio Lindo
Cristais: Gama
Cogumelos: Psilosamples
Efeitos sonoros: Bmind
Vozes: Txuã Pakamayte - Índio
Cristais Luminosos: Ygor Marotta, Pascal Champagne, Ramon Porteiro, Yves Marotta
Assistente de Produção: Yves Marotta
Edição dos Vídeos da TV: Roberta Nader
Pesquisa em Tecnologia: Ceci Soloaga
Curadoria e Desenvolvimento: VJ Suave

Curadoria e Desenvolvimento: VJ Suave
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany
Coordenação e Produção Executiva: Cida Gonçalves e Casa do Batuque Produções Artísticas
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
O essencial é invisível aos olhos
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 15 de agosto (terça-feira), às 19h
Visitação: de 15 de agosto a 15 de outubro de 2017
Horário: terça-feira a domingo, das 9h às 12h e das 13h às 21h
Classificação indicativa: 10 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Workshop gratuito Desenho em realidade virtual, com Ceci Soloaga, da dupla VJ Suave
Data: 16 de agosto (quarta-feira)
Horário: 19h
Duração: 2h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Vagas: 20
Inscrições: de 7 a 13 de agosto, pelo e-mailessencialvjsuave@gmail.com .
Classificação indicativa: 10 anos
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Exposição Diálogos Contemporâneos  aborda a vivência  francesa na formação de artistas brasileiros
A mostra Diálogos Contemporâneos  reúne cerca de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, e tem curadoria de Claudia Saldanha e da pesquisadora e diretora do MNBA,  Monica Xexéo.
Diálogos Contemporâneos  é um recorte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes,  e as obras expostas se situam entre os anos 1920  até o contemporâneo, espelhando alguns ângulos da influência francesa na vivência de artistas modernos e contemporâneos brasileiros.
Os módulos percorrem  núcleos enfocando artistas que depois de premiados puderam aprimorar sua obra em instituições acadêmicas de prestígio na França e também, por outro lado,  os olhares de artistas  estrangeiros que, antes de aportarem no Brasil, sofreram influência  francesa,  fundamental para a  transformação da estética  por aqui.       
Na exposição Diálogos Contemporâneos,  poderão ser vistos  trabalhos de nomes como Tarsila do Amaral,  Di Cavalcanti,  Flavio Shiró,  Antonio Bandeira,  Gonçalo  Ivo,  Sérvulo  Esmeraldo,  Luiz  Áquila,  Jorge Mori, e  Lasar Segall,  Maria Leontina,  dentre vários outros artistas. 




Mostra:  Diálogos Contemporâneos
Período:   até 15 de outubro de 2017.
Local:  Sala Bernardelli,  no 2º piso
Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18hs; Sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.
Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00  ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. 
GRÁTIS AOS DOMINGOS. 
Telefone: (21) 3299-0600
Facebook:  MNBARio /  Site:  www.mnba.gov.br
Assessoria de imprensa do MNBA:  3299-0638  Nelson Moreira  Junior  






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Instituto Kreator - O espaço promove no dia 08 de julho mais um evento, a Solto - O sábado cultural no Kreatori. Feira de trabalhos artísticos em papel como gravuras, prints, aquarelas, ilustrações, fotografias e retratos feitos ao vivo.






O Instituto Kreatori é um espaço independente de cultura e artes visuais que faz também a gestão da produtora Kreatori Filmes e da plataforma online de cinema independente Canal O CUBO. Instalado num charmoso casarão na Rua Alice em Laranjeiras o grupo resiste e está encontrando na força do coletivo a saída para a crise por meio da dinâmica colaborativa através de parcerias. O espaço promove no dia 08 de julho mais um evento, a Solto - O sábado cultural no Kreatori. Feira de trabalhos artísticos em papel como gravuras, prints, aquarelas, ilustrações, fotografias e retratos feitos ao vivo. Para essa edição contam com a presença de 20 Artistas: Ana Paula Lourenço, André Coutinho, Bruna Fantappie, Camila Dias, Carolina Volpi, Daniel Martins, Dany F, Fabiano Cafure, Fenanda Myamoto, Graci Kaley, Jane Herkenhoff, Jéssica Góes, Karenina Marzulo, Laura Loyola, Lua Barbosa, Luciano Andreatti, Mariana Rocha, Rafaela Sarmento, Raphaela Copello, Taíssa Maia que estarão mostrando e vendendo seus trabalhos. No delicioso quintal nos fundos da casa a cantina também entra em cena e a GALOVE FOOD proporciona opções para comer e beber com música ambiente para tornar a sua tarde de sábado ainda mais agradável. Não se esqueça de levar dinheiro para deixar sua contribuição - o espaço não cobra entrada mas pede a quem puder, uma colaboração (o quanto achar que vale) para a manutenção das atividades. 

Serviço:

Dia: 08 de julho/2017
Hora: 16hr às 22hr
Local: Instituo Kreatori- Rua Alice, n° 209 - Laranjeiras/ RJ
** Em caso de chuva o evento será adiado.
*** Pagamento em dinheiro.
Facebook: https://www.facebook.com/institutokreatori/
Site: https://kreatori.com.br/



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Exposição Descomeço 



Terça a domingo - 10h as 18h – Grátis 



Galeria Principal 





Na Exposição coletiva “DESCOMEÇO”, os artistas Ana Paula Lopes, Bruno Schmidt, Marcello Rosauro, Paloma Carvalho e Roberto Barciela, investigam desdobramentos da palavra “ruína” em trabalhos de pintura, vídeo, performance, Site Specifc, instalações que ocuparão todo o espaço do prédio do parque das ruínas, envolvendo ações de interação com o público nos quatro fins de semana do período expositivo.

Equipe do Projeto

Artistas: Ana Paula Lopes / Bruno Schmidt / Marcello Rosauro / Paloma Carvalho /
Roberto Barciela

Direitos Autorais: VOLTA – coletivo de Arte / projeto individual dos artistas.
Produção: Barciela Studios / Volta - Coletivo de Arte
Assistentes de Produção: Norma Normando
Iluminação: Antônio Mendel Espaço-Luz / Iluminação em Artes
Fotografia: Humberto Cesar Sampaio / Casa 2 Imagem
Vídeo Produção: Gabriel Hess / Grupo PUC. / Federarte
Vídeo Edição: Marcello Rosauro e Gabriel Hess
Design: Marcello Rosauro
Produção do Catálogo: Fernando Leite / Verbo Arte e Design
Design do Catálogo: Marcello Rosauro e Fernando Leite / Verbo Arte e Design Distribuição: Julia Barroso / Julia Barroso assessoria Ltda.
Ações Socioeducativas
Visitas Guiadas: Dias 05 e 14 de julho às 14h.
Dias 09 e 22 de julho às 11h.
Performances de Parkour
01, 15, 16 e 23 de julho às 15h

Grátis

Local: Galeria Principal
Classificação etária: Livre
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa
Tel: 21 2221 -0621


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Espaço Cultural Acianf apresenta: ArtenaRede por Catherine Beltrão 






O Espaço Cultural Acianf, encerra, no final do mês de junho, a sua segunda exposição. Intitulada “A Repetição do Nada em Tudo”, a exposição de Guilherme Marconi mostrou seu trabalho formado por padrões e repetições geométricas, que tratam de símbolos, inspirações, cotidianas, etc. 


No mês de julho, a partir do dia 04, o Espaço Cultural Acianf recebe o lançamento do livro e a exposição “ArtenaRede, do virtual ao real”. De autoria da engenheira e professora universitária, Catherine Beltrão, os trabalhos são registros de toda trajetória do Projeto Artenarede, um site de catalogação de obras de arte via Internet. Milhares de obras foram catalogadas, de centenas de artistas, representando vários estados do Brasil e também de outros países.







Além do site, Catherine está à frente da montagem do primeiro

Museu de Artes Plásticas de Nova Friburgo.


O Espaço Cultural Acianf localiza-se na sede da Associação Comercial Industrial e Agrícola de Nova Friburgo – Av. Alberto Braune, 111 – Sobrado – Centro. O horário de visitação é de 09:00hrs às 16:00hrs.

A Associação Comercial de Nova Friburgo procura cada vez mais fomentar a veia cultural e artística da cidade.


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Exposição   Fragmentação e Liberdade: Quadros e Gravuras   Terça a domingo - 10h às 18h   Galeria Túnel, no Parque das Ruínas.



Exposição na Galeria do Túnel do arquiteto e artista visual Geraldo Alves contando com quadros abstratos de formas elaboradas em fragmentos cerâmicos na expressão do mosaico e também quadros de gravuras figurativas em técnicas de xilogravura e serigrafia. Os trabalhos em serigrafia têm a participação do produtor cultural e artista plástico Wesley Brust. 



Grátis

Local: Galeria Túnel
Classificação etária: Livre
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre 169 – Santa Teresa
Tel: 21 2221 -0621


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PROGRAMA EDUCATIVO CAIXA GENTE ARTEIRA ABORDA O CORPO NAS RELAÇÕES URBANAS EM BATE-PAPO
Evento expande as discussões propostas na 2ª Mostra Bienal CAIXA de Novos Artistas


O Programa Educativo CAIXA Gente Arteira promove, no dia 29 de junho (quinta-feira), às 19h, o bate-papo O corpo nas relações urbanas, com as artistas Joana Bueno e Julie Brasil, ambas com trabalhos expostos na 2ª Mostra Bienal CAIXA de Novos Artistas.



O debate, inspirado em um dos campos de visualidade da mostra, abordará como o corpo se manifesta no contexto das grandes cidades e que questionamentos estão colocados sobre sua inserção na arte e nas relações urbanas, sendo voltado para o público a partir de 18 anos.

A 2ª Mostra Bienal CAIXA de Novos Artistas reúne trabalhos de 30 novos talentos das artes visuais de todo o Brasil e permanece em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro até o dia 23 de julho. Ainda em 2017, a exposição ruma para as unidades da CAIXA Cultural em São Paulo e Brasília.

Serviço:

Bate-papo O corpo nas relações urbanas
Data: 29 de junho
Horário: às 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação indicativa: 18 anos
Agendamento e informações: (21) 3980-4898 | agendamento@gentearteirarj.com.br
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Araken apresenta obras inéditas em individual na Galeria TAC

Mostra reúne pinturas e objetos que transitam entre a abstração e o figurativo


Uma coletiva do próprio artista. É assim que o pintor, aviador, arquiteto e pensador Araken (Hipólito da Costa) define sua próxima exposição, “Interações”, com inauguração para o público dia 20 de junho, na Galeria TAC, no Shopping da Gávea. A mostra reúne 15 obras inéditas, entre pinturas e objetos que transitam entre o figurativo e a abstração.

Em sua nova série, o artista investiga as possibilidades de utilização da luz, imprimindo maior transparência aos trabalhos e explorando seus limites além dos usos e meios convencionais. Surgem, assim, estimulantes contrastes para quem observa atentamente sua obra. “Esta exposição traz à tona a tentativa de introduzir luminosidade à minha produção, causando efeitos na composição pictórica”, explica Araken.

As pinturas e objetos de Araken, aparentemente diferentes na forma e no tipo de material, ficarão colocados lado a lado no espaço expositivo, traçando clara conexão entre eles. Entre os destaques está “Fortaleza”, pintura sobre tecido rendado no Ceará, iluminada por luz de led. Já com a obra “Capa”, o artista cria uma espécie de amuleto. “É uma peça simbólica de proteção para impedir as interferências externas”, sugere.

Sua experimentação gira em torno de variados suportes. Quem for à exposição encontrará ainda uma composição de poliuretano e duas esculturas que simulam prédios. Num dos edifícios, uma escada conduz ao topo onde se encontram três pessoas: um negro, um branco e uma índia. “Representa a nossa miscigenação à procura de uma identidade. O ver e o fazer artístico provocam interações e aprofundam o olhar sobre a realidade” sintetiza o artista.

Sobre o artista

Araken, piloto de caça, também incorpora à arte sua formação de filósofo e teólogo. Na década de 1970 graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pelas Faculdades Integradas Bennet. Em 1998, estudou Filosofia na Faculdade João Paulo II e Teologia na PUC Rio. Em 2005 fez mestrado em Ciências Aeroespaciais pela Universidade da Força Aérea. Realizou mais de 16 exposições individuais e participou de mais de 50 coletivas. Entre elas, Centro Cultural dos Correios, em 1998; “Objetos do Tempo”, em 2004, na Galeria Ibeu; “Campo de Pouso”, em 2005, no Memorial da América Latina, em SP; e “Biblioteca”, em 2009, no MAM-Rio. Recebeu três prêmios por seus trabalhos, entre eles o prêmio Aquisição no XXII Salão de Abril, 1972, em Fortaleza, e o prêmio com a melhor exposição de 2004, na galeria IBEU.

SERVIÇO:

Título: Interações
Local: Galeria TAC
Abertura: 20 de junho, às 19h
Período da mostra: de 20 de junho a 16 de julho de 2017
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52, loja 350, Shopping da Gávea.
Telefone: (21) 2274-4044
Horário de visitação: de 2ª a sábado, das 10h às 22h. Dom., das 15h às 21h.
Entrada franca | Classificação etária: Livre
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