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Livros, Lançamentos e Contos

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Livros nas Praças inicia agenda de visitas do 
segundo semestre e roteiro inclui Quinta da Boa Vista

Projeto vai passar por 11 locais, do Centro do Rio à Baixada Fluminense



O “ônibus-biblioteca” vermelho do projeto “Livros nas Praças”, patrocinado com exclusividade pela Lojas Americanas, volta a circular no Rio de Janeiro, na próxima terça-feira (08/08), para realizar empréstimo gratuito de livros. Além de estacionar em algumas praças, a biblioteca sobre rodas incluiu, na agenda de visitas do segundo semestre, a Quinta da Boa Vista e o Largo do Estácio.

O roteiro de visitas começa no próximo dia 8 de agosto, na Vila Olímpica da Mangueira, e, nos próximos três meses, estacionará no Leme, Saúde, Tijuca, Triagem, Madureira, Estácio, Nova Iguaçu, Padre Miguel, Quinta da Boa Vista e Urca.
O projeto retorna para o segundo semestre com algumas novidades, e a primeira delas é a criação de um lounge literário para os alunos. Denominado de “Tapete Literário”, o espaço se destina a diversos propósitos, como dinâmica dos professores com os alunos; contação de história pelos monitores do ônibus-biblioteca; e outras atividades lúdicas que podem ser realizadas com os livros do acervo. Além disso, foi programada a distribuição de kits de desenho e leitura durante a atividade de abertura do projeto em cada praça.

O ônibus-biblioteca vermelho conta com acervo de mais de 2.000 exemplares, formado 80% por livros de autores brasileiros, como Ana Maria Machado, Thalita Rebouças, Paulo Coelho e Monteiro Lobato. O veículo oferece 60 livros com ilustrações em braile para crianças, livros em fonte ampliada para pessoas com baixa visão, audiobooks para deficientes visuais e 30 livros em braile para adultos.

A biblioteca sobre rodas possui, ainda, cadeira de transbordo, própria para cadeirantes e idosos com dificuldades de subir a escada de acesso, além de banheiro e água mineral para os leitores que utilizarem o ônibus como espaço de leitura. O projeto faz parte das iniciativas que integram o posicionamento de responsabilidade social das companhias. 



Como funciona o projeto?

- Os visitantes podem ler no ônibus ou levar até dois livros, gratuitamente, para casa, dentre os dois mil livros infantis, juvenis e adultos do acervo;

- Para o empréstimo, é necessária apresentação de um documento de identidade e comprovante de residência para cadastro;- Os livros devem ser devolvidos ao ônibus-biblioteca vermelho em qualquer praça, durante a permanência do projeto;

Serviço
A biblioteca está aberta ao público das 10h às 16h.
Vila Olímpica da Mangueira (Mangueira)
08/08, 22/08, 05/09, 19/09, 03/10, 17/10, 31/10
Largo do Estácio (Estácio)
15/08, 29/08, 12/09, 26/09, 10/10, 24/10
Praça Almirante Júlio de Noronha (Leme)
16/08, 30/08, 13/09, 27/09, 11/10, 25/10
Praça Imperatriz (Nova Iguaçu)
17/08, 31/08, 14/09, 28/09, 12/10, 26/10
Nave do Conhecimento (Padre Miguel)
18/08, 01/09, 15/09, 29/09, 13/10, 27/10
Quinta da Boa Vista
19/08, 02/09, 16/09, 30/09, 14/10, 28/10
Instituto Benjamin Constant (Urca)
19/09




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Salão do livro no Canadá abre inscrições para escritores


Mais do que vender livros, os escritores buscam levar seu conceito, sua arte e sua maneira de ver o mundo para o universo de leitores. Pensando nisso, o I Salão do Livro do Canadá está com inscrições abertas para autores brasileiros. Organizado pela ZL Editora, o evento acontecerá nos dias 9 e 10 de setembro em Montreal. Os interessados precisam se inscrever, até dia 30 de agosto, pelo e-mail zlcomunicacao8@gmail.com

Além de disseminar a literatura brasileira para fora de nossas fronteiras, haverá palestras com escritores que irão destacar sobre os desafios do mercado editorial, a importância do trabalho coletivo, como definir objetivos quando se decide editar uma obra entre outros assuntos.

Segundo Jô Ramos, idealizadora do projeto, o salão vai reunir também artistas plásticos, estudantes e professores. “O principal objetivo é promover propostas inovadoras para a literatura brasileira, como um aliado no aprofundamento e extensão das feiras internacionais”.


Ela diz que os escritores independentes precisam construir novas pontes para acessar o mercado editorial que hoje se fecha em apenas alguns nomes. “Por isso, queremos instigar a geração de intercâmbios mais eficazes entre os dois países”, ressalta.

- A ideia é fazer com que o autor leve seu trabalho a um público maior conquistando novos leitores, além de acessar novas formas de divulgação da sua obra - conclui.

Serviço:
I Salão do Livro do Canadá
Inscrições pelo e-mail: zlcomunicacao8@gmail.com
Prazo: até 30 de agosto
Data do evento: 9 e 10 de setembro
Cidade: Montreal (Canadá)
Local: Padoca Pâtisserie Brésilienne
Endereço: 1440, rue Amherst H2L, 3L3.

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Autor de "Viver Pode Não Ser Tão Ruim", lança seu livro na Europa e agora na África


Mais um grande feito que devemos nos orgulhar. Premiado por três anos consecutivos pelo 'Personalidades Melhores do Ano', como melhor jornalista e assessor de imprensa do Brasil, Fabiano de Abreu deixou seu legado na história da literatura. Considerado por muitos influentes da literatura como o 'filósofo sem influências', Fabiano de Abreu lança seu livro em Portugal, mãe da literatura portuguesa, primeiro em Castelo de Paiva em Aveiro, ao lado do Porto na biblioteca municipal da cidade, depois em Lisboa, na biblioteca mais antiga da cidade, a de São Lázaro, datada de 1883. Com um convite especial da Universidade Gregorio Semedo em Luanda - Angola, no dia 18 de Abril Fabiano lançará seu livro no país com cobertura de emissoras locais e do maior portal de notícias, Platina Line.
Filósofo sem influências por não ter lido livros de autores renomados ou qualquer filósofo, Fabiano de Abreu é o filósofo da nova era, criando frases assim como grandes autores faziam no passado. Seu livro influencia através de frases, maneiras de se ter uma vida melhor, afinal, como o próprio nome do livro diz, "Viver Pode Não Ser Tão Ruim".

O escritor garante que pensa em lançar seu livro no Brasil, Fabiano de Abreu disse que lançou primeiro em Portugal por uma questão especial, luso-português já que é filho de portugueses e possui nacionalidade, Fabiano tem um carinho especial pelo país e não pode negar o convite da biblioteca municipal de Castelo de Paiva que abraçou seu livro com um enorme carinho, disse ele. Além dessas bibliotecas aqui citadas, o livro pode ser encontrado nos aplicativos Google Play, Play Store, Amazon e na Saraiva. O livro em versão espanhol também encontra-se disponível nesses locais.
Dono de frases como "Eu parto do princípio da prova, palavras jogadas ao vento nos dias de hoje não podem surtir efeitos", "Fazer ser famoso é fácil, difícil é se manter famoso e com respeito", "Quem diz se você é famoso é o tempo que você permanece na mídia e não ter saído na mídia". Fabiano de Abreu é atualmente considerado um dos melhores assessores de imprensa do Brasil e o jornalista que mais criou personagens na história da imprensa brasileira.

Redes Sociais

Instagram @assessorfabianodeabreu e @escritorfabianodeabreu

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Twitter: https://twitter.com/FabianodeAbreu
www.fabianodeabreu.com
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Editora Cobogó lança Arte Brasileira para Crianças com oficinas gratuitas durante
as férias de julho


A editora Cobogó promove quatro lançamentos do livro Arte Brasileira para Crianças no mês de julho. Durante os eventos gratuitos, nos dias 22 e 29, as crianças participarão de diversas atividades interativas com tecidos, fitas, isopor e papéis. Todas as brincadeiras propostas foram criadas a partir do livro.



A obra, organizada por Isabel Diegues, Márcia Fortes, Mini Kerti e Priscila Lopes, reúne trabalhos de 100 artistas brasileiros que fizeram história, entre eles Adriana Varejão, Alfredo Volpi, Beatriz Milhazes, Candido Portinari, Chelpa Ferro, Hélio Oiticica, Leonilson, Lygia Clark, Tarsila do Amaral e Tunga. “O livro foi feito para crianças e também adultos interessados em se aventurar no mundo das artes. É lúdico e enriquecedor.”, explica Isabel.


Lançamentos:

29/07 (Sábado) – 11h – Carpintaria – Rua Jardim Botânico, 971, Jardim Botânico. Grátis.


Serviço:

Título: Arte Brasileira para Crianças

Autoras: Isabel Diegues, Márcia Fortes, Mini Kerti e Priscila Lopes

Editora: Cobogó

Ilustração: Juliana Montenegro

Número de páginas: 224 páginas, 23,5x30 cm.

ISBN: 978-85-5591-015-9

Encadernação: Brochura

Formato: 23,5 x 30 cm

Peso: 1,8 kg

Profundidade: 2 cm

Ano de edição: 2016

Preço de capa: R$ 85,00

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 


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O ESCRITOR MARCELO PEIXOTO LANÇA LIVRO NO RIO COM CONSTRUÇÃO TEXTUAL PARTICULAR, SEM PREPOSIÇÕES, ARTIGOS, COM UMA SINTAXE LIVRE E IMPRIME CARGA BIOGRÁFICA. O ACADÊMICO DA ABL MARCOS VINÍCIOS VILAÇA ESCREVEU:

“NO LIVRO HÁ ORIGINALIDADE E BOA TRAMA”.


O poeta e escritor pernambucano Marcelo Peixoto vai lançar seu livro “Cemitério Canários" com vinte e seis contos no dia 26 de julho, às 19 horas, na livraria Instante do Leitor no Largo do Machado pela companhia editora de Pernambuco (CEPE). A capa é de autoria de Moema Cavalcanti, e o prefácio do premiado escritor, Raimundo Carrero. Neste livro o autor revela toda a sua criatividade e experimentação linguística. O autor também lançou seu livro em Recife no dia 14 de junho no Museu do Estado de Pernambuco, onde rendeu muita mídia.

“Sou poeta, nasci poeta, minha poesia foi adentrando no conto”, diz Marcelo. A poesia para ele é a palavra exata, palavra renovada, o que tem de excesso ele corta. Suas histórias parecem reduzidas ao fundamental: personagens, ações e gestos em pequenas janelas de emoção.

“Não uso artigo, poucas vezes uso preposição. Este livro foi um trabalho de dois anos lapidando para chegar ao essencial. Vezes uma palavra me diz muito mais que uma frase. Gosto de resumir. Resumo diz tudo”, afirma Peixoto.

Segundo Raimundo Carrero – da Academia Pernambucana de Letras – que escreveu o prefácio e a contra capa: “Para Marcelo o conto não é só uma história, mas também uma experiência de linguagem. Ganha uma conotação inteiramente diferente, com mudanças, sobretudo, nas sintaxes. Sujeito, verbo, predicado, ele os altera para que haja, por assim dizer, uma sensação nova, uma vontade nova, uma visão nova no leitor. O leitor que tiver o cuidado e o tempo a se dedicar a esse tipo de conto, vai verificar que uma espécie de luz, uma espécie de assombro, surge ao final de cada história, porque não está ali o que se deve contar”.

Marcos Vinícius Vilaça, membro da Academia Brasileira de Letras, escreveu na contra capa: “No livro Cemitério Canários há originalidade e boa trama”.

“O escritor Marcelo Peixoto não é desses autores que precisam publicar muitos livros numa sequência de pelo menos um volume por ano. Ele se insere em outra linhagem, de autores que optam pela qualidade. Basta um livro a cada grave inquietação e, às vezes, nem mesmo um livro inteiro, por assim dizer. Resolve tudo num único conto, sem prolixidade, resume tudo, às vezes, num parágrafo, numa frase, numa palavra, enfim. E este é um dos segredos de seus contos, por isso mesmo, nunca se aventurou num trecho caudaloso para chamá-lo de romance, justo num tempo em que os gêneros, romance, novela e conto estão em outra definição. Com o livro "Ai quem me dera beijar os lábios de Dorothy Lamour", publicado pelas Edições Pirata, na década de 1970, mereceu melhor destaque de Bella Jozef, importante crítica da literatura produzida na América Latina, sobretudo nos anos de chumbo, em artigos no O Globo, no Rio de Janeiro.

Para o autor, o conto não é apenas uma história, mas também uma experiência de linguagem, assim como foi feito pelos concretistas e, de alguma forma, por Ferreira Gullar, sobretudo, na fase mais adulta. O conto como história tem apenas um núcleo e a partir daí a linguagem ganha uma conotação inteiramente diferente, com mudanças, sobretudo, nas sintaxes, deslocando o verbo ou o personagem para alguns lugares, naquilo que nós chamamos de sintaxe racional. Sujeito, verbo e predicado, ele os altera para que haja, por assim dizer, uma sensação nova, uma vontade nova, uma visão nova no leitor.”

"A grande vantagem de Marcelo é que ele nem se aproxima por imitação, nem se aproxima somente por admiração, mas por paixão. A grande paixão que faz o escritor alterar a sintaxe e a corrente literária a que pretende se vincular. Aliás, uma verdade absoluta, Marcelo não se vincula a nenhuma corrente literária, ele tem a sua própria corrente, ele tem a sua própria construção, ele sabe como fazer, ele sabe como escrever, ele sabe como mudar. Nesse sentido, Marcelo Peixoto é um renovador e um iconoclasta, no sentido que destrói todos os valores do conto tradicional e conservador para levar a qualidade de experiência e de vanguarda literária a quem todos nós ficamos devendo alguma coisa.” – afirma Raimundo Carrero.

Quem despertou atenção e incentivou a linguagem poética nos contos foi Delminha, irmã de Alceu Valença.

SOBRE O AUTOR

Marcelo Peixoto é de Recife, nasceu em 1942, cursou sociologia e política pela Universidade Federal de Pernambuco. É autor dos livros “Pastor da Solidão” (poesia) e "Ai quem me dera beijar os lábios de Dorothy Lamour" (contos). Trabalhou com audiovisual na Massangana Multimídia, da Fundação Joaquim Nabuco, onde tem diversos documentários culturais disponibilizados no acervo da instituição.

Quando ainda criança Marcelo tinha dislexia e com isso teve muito problema em assumir a sua própria criação literária que era muito conflituosa. Uma professora disse que ele tinha que ter uma educação especial, pois era disléxico. O escritor fez anos de terapia até aceitar a inevitabilidade do transtorno.

Com forte carga biográfica as pequenas histórias reunidas em Cemitério Canários tem acontecimentos reais vividos por ele e por pessoas próximas. 

Morou no Rio de Janeiro na década de 70. Depois voltou para Recife, e está morando no Rio há mais de quatro anos. Amigo de Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Ney Matogrosso, do ator e diretor Aderbal Freire Filho, da jornalista Tereza Cristina Rodrigues, do Marcos Vinícius Vilaça da ABL, do escritor Raimundo Carrero, da Academia Pernambucana de Letras, do pintor Francisco Brennand, que recentemente lançou o seu diário, entre muitos outros.

SERVIÇO

Lançamento no Rio de Janeiro: Dia 26 de julho, das 19 h às 22 h.

Local: Livraria Instante do Leitor – R. do Catete, 311 / lj. 202 – Catete. Edifício São Luiz – Largo do Machado

Total de Páginas: 175

Preço: R$ 35,90

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Editora Penalux lança obra de romancista vencedora do Prêmio Pulitzer de Literatura


A editora Penalux promove um resgate literário ao lançar o clássico romance Ethan Frome, de Edith Wharton, com a tradução de Chico Lopes. O livro, que é dito a partir da perspectiva do narrador, conta a vida e tragédia do personagem que dá título à obra. Repleto de teor psicólogo, a autora conta uma história de amor repleta de desolação, expectativas, devaneios e frustrações.



De acordo com Tonho França, editor da Penalux, o narrador encontra o personagem principal, Ethan, que conta sobre um triângulo amoroso ocorrido anos atrás. “A partir disso, somos transportados a uma epóca em que Ethan era um homem novo, que se dedicava com total comprometimento a fazenda e a cuidar da mãe.”


Segundo o editor, Ethan expressa um intenso desejo de se libertar do seu modo de vida e de seu casamento com Zenobia (Zeena). “É quando a esposa traz sua jovem prima Mattie Silver para ajudar com as tarefas domésticas, enquanto Zeena luta contra suas enfermidades.”


– Ethan se encanta com esperança para o futuro que Mattie traz e começa a ter pensamentos de um recomeço com ela. Mattie por sua vez também se sente atraída por Ethan. Eles têm o desejo de estarem juntos, mesmo sem manifestarem isso inicialmente. Percendo o envolvimento, a esposa, decide substituir Mattie por outra cuidadora – revela.

A história continua com Ethan e Mattie se declarando. A partir disso, decidem que morrer juntos talvez seja melhor do que viver separados. Porém, uma reviravolta faz com que todos os personagens sejam forçados a sucumbir aos desejos do destino.

Wilson Gorj, também editor, explica que o livro pretende mostrar que o amor costuma ser trágico e que houve uma época em que o peso das convenções sociais era tão forte que esmagava os sonhos. “Trata-se de um clássico. Muitos consideram este livro o melhor trabalho autoral da escritora.”

– Desejamos promover esse resgate literário, trazendo de novo ao público grandes obras, mas que caíram no esquecimento do mercado editorial brasileiro, como outra reedição nossa: “Os papéis de Aspern”, de Henry James – ressalta.

Ficha técnica:

Título: Ethan Frome

Autor: Edith Wharton

Tradução: Chico Lopes

Publicação: 2017

Tamanho: 14x21

Páginas: 160 p

Preço: R$ 35

Link para compra:

https://www.editorapenalux.com.br/loja/product_info.php?products_id=578

Sobre a autora:

Edith Newbold Jones nasceu a 24 de janeiro de 1862 em Nova York. Aos 23 anos, já escrevia ficção e colaborava para revistas e jornais. Em 1905, publicou o romance A Casa da Alegria (The HouseOf Mirth).

Edith foi a primeira mulher a receber o título de Doctor honoris causa pela Universidade de Yale e a medalha de ouro do Instituto Nacional de Artes e Letras, do governo americano. E foi também a primeira mulher a receber o aclamado Prêmio Pulitzer (1921), com “A idade da inocência” (The Age of Innocence), que teve sua adaptação para o cinema em 1993, por Martin Scorsese.

Considerada como um grande nome da literatura feminina norte-americana, Edith Wharton continuou escrevendo até a sua morte, em 11 de agosto de 1937. Está enterrada no cemitério de Gonards, em Versalhes.


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Editora Cobogó lança livro sobre a exposição

‘Espírito de tudo’, de Rosângela Rennó

Artista participa de bate-papo aberto ao público, 07 de junho, na Travessa do Leblon



A consagrada artista Rosângela Rennó explora, nesse grupo de trabalhos, a sutileza que existe entre o mundo concreto e o místico, além das possibilidades sensoriais evocadas pela memória de cada indivíduo. Foi a partir desse desejo de provocar um mundo de conexões, lembranças embaralhadas e ressignificação de objetos e ideias que a mineira, radicada no Rio de Janeiro, concebeu as obras da exposição ‘Espírito de tudo’, que ficou em cartaz entre novembro de 2016 e janeiro de 2017, no Oi Futuro Flamengo, e agora se transforma em publicação pela editora Cobogó. A edição bilíngue, com textos da curadora Evangelina Seiler, da própria artista e com citações de autores consagrados como Walter Benjamin, Marcel Proust e Ítalo Calvino, será lançada no dia 07 de junho, na Livraria da Travessa do Leblon.

Durante o lançamento, Rosângela Rennó participará de bate-papo sobre o livro e sua trajetória. O público poderá conferir ainda a vitrine elaborada pela própria artista. Com obras e elementos presentes nesta exposição realizada no Oi Futuro, alguns objetos estão em destaque, e outros, para serem vistos, é preciso se aproximar dos nichos criados pela artista, onde se encontram livros, perfumes, câmeras fotográficas e álbuns de retratos, sempre remetendo a temas como literatura e viagens. O caminho percorrido na exposição e, agora nas páginas do livro, obedece a uma lógica determinada pela artista em uma busca sensorial.

No livro, a ordem das obras na exposição foi mantida — Per fumum, Lanterna mágica, As águas viajantes, Turista transcendental, Realismo fantástico e Círculo mágico são os seis capítulos da publicação, que envolvem o leitor em uma jornada poética, por novas formas de olhar, compreender e reagir a variadas experiências. “Muita gente imagina que eu seja essencialmente benjaminiana pelo meu olhar para objetos antigos e fica surpresa por não ser nostálgica, mas sim provocativa e às vezes irônica”, observa a artista se referindo ao trabalho de Walter Benjamin sobre as causas e consequências da destruição da “aura” que envolve as obras de arte. “Meu trabalho dialoga com a história, a memória, a comunicabilidade e a perda da comunicabilidade”, acrescenta.

Obra que abre o livro, Per fumum apresenta a pesquisa da artista com resinas naturais, os incensos, e propõe uma reflexão sobre os odores com os quais o homem se relaciona da antiguidade até os dias de hoje – cada um com seu uso indicado e suas sensações próprias. O que este ou aquele aroma, esta ou aquela resina provoca, ao primeiro contato? Enquanto o olfato desperta sensações, Lanterna Mágica remete ao tempo da pré-imagem, entre fotografias trabalhadas à base de sais de prata e gelatina e projeções feitas com as tradicionais lanternas mágicas – projetores antigos, do final do século 19 e início do século 20. “Gosto de colocar um ruído na contemporaneidade para propor a reflexão. Quando uso um objeto anacrônico, como uma lanterna mágica, mas com funcionalidade, desperto o interesse, mudo a maneira como aquela obra vai ser absorvida”, reflete Rosângela Rennó.

As horas viajantes nasceu a partir da coleção da artista de vidros de perfume, com mais de 300 frascos cheios ou vazios. O sentir despertado pelas "imagens das essências" conduz à memória dos perfumes e de tudo que vem com ela. E mais uma vez o espectador é tocado pela viagem, magnetizado pelo ato de lembrar-se. No livro, o nome de todos os perfumes e suas datas de lançamento original estão catalogados.

A obra seguinte, Turista Transcendental, reúne textos da artista (na exposição acompanhados de vídeos) que documentam, de forma bastante peculiar, suas viagens a pontos tão distintos quanto as ilhas Reunião (no Oceano Índico, a leste de Madagascar) e Gomera (no arquipélago das Canárias), Teotihuacán (México), a cabeça da Estátua da Liberdade (Nova Iorque), o Salar do Uyuni (a maior planície de sal do mundo, na Bolívia), o estreito de Bósforo (em Istambul), a cidade mística de Allahabad (Índia), Lagos (Nigéria), Montevidéu (Uruguai) e a Chapada dos Veadeiros, no planalto central brasileiro. Os trabalhos Realismo Fantástico e Círculo mágico fecham o livro.

“Rosângela Rennó é uma artista consumada, inteira, completa. Ela é a arte em si, mais o discurso refinado em torno. Pensadora e artífice em uma só pessoa, manuseia a teoria e a prática em um só movimento, deixando ainda assim um imenso espaço para a sutileza, para a transição, nos intervalos de seu discurso”, define a curadora Evangelina Seiler. “Esse conjunto de obras promove um turbilhão de conexões e coerências, uma voragem de recorrências que adentram todos os âmbitos da arte e do mundo concreto e inclusive abstrato”.


Sobre a artista

Rosângela Rennó nasceu em Belo Horizonte, em 1962, e vive no Rio de Janeiro. Formou-se em Artes Plásticas pela Escola Guignard e em Arquitetura pela UFMG, e é Doutora em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Sua obra é marcada pela apropriação de imagens descartadas, encontradas em mercados de pulgas e feiras, e pela investigação das relações entre memória e esquecimento. Em suas fotografias, objetos, vídeos ou instalações, trabalha com álbuns de família e imagens obtidas em arquivos públicos ou privados. Dedica-se também à criação de livros autorais. Em 1994, participou da 22ª Bienal Internacional de SP e, em 2003, da Bienal de Veneza. Em 2013, ganhou o prêmio Paris Photo de melhor livro fotográfico.

Realizou diversas exposições individuais, entre elas, na Fundação Gulbenkian, Lisboa, Fotomuseum, em Winterthur, em 2012 e Photographers’ Gallery, em Londres, 2016. Seus trabalhos estão em alguns dos principais museus de arte do mundo, como o Reina Sofia, em Madri, o Tate Modern, em Londres, o Arts Institute of Chicago, o Guggenheim, em Nova York, e o Stedelijk, em Amsterdã.

Sobre a Cobogó

Criada em 2008, a Editora Cobogó tem como foco a publicação de livros sobre arte e cultura contemporâneas. Lançou publicações de artistas como Adriana Varejão, Nuno Ramos, Laura Lima, Erika Verzutti, Paulo Nazareth, Iran do Espírito Santo, Sonia Gomes, Mauro Restiffe, Marina Rheingantz, Marcelo Cidade, Ana Elisa Egreja, Mauro Piva, Alexandre da Cunha, Rivane Neuenschwander, Jose Damasceno e Leonilson. E diversos títulos, entre eles A filosofia de Andy Warhol, de Andy Warhol; Hans Ulrich Obrist – Entrevistas vols. 1 a 6; Concreto e Cristal: O Acervo do MASP nos Cavaletes de Lina Bo Bardi; o catálogo Histórias Mestiças, ganhador do Jabuti de 2016; os panoramas Pintura Brasileira séc. XXI e Fotografia na Arte Brasileira séc. XXI. Além das artes visuais, a Cobogó se destaca pelo lançamento de livros sobre música, teatro e dança. Entre as obras publicadas, estão O dançarino e a dança, sobre a trajetória do bailarino e coreógrafo americano Merce Cunningham; De segunda a um ano, único livro do artista e músico John Cage lançado no Brasil; A Arte do Presente, uma coletânea de entrevistas feitas com Ariane Mnouchkine, diretora e fundadora do Théâtre du Soleil, a Coleção Dramaturgia, com textos de importantes autores contemporâneos, incluindo as premiadas peças Caranguejo Overdrive (de Pedro Kosovski), BR-Trans (de Silvero Pereira), Krum (do israelense Hanoch Levin) e Por Elise (de Grace Passô) e a coleção O Livro do Disco, que mergulha no universo de álbuns emblemáticos da discografia brasileira e estrangeira. Recentemente lançou Arte Brasileira para Crianças, com 100 artistas e atividades baseadas em suas obras.


Serviço

Título: Espírito de tudo

Texto: Evangelina Seiler

168 páginas

ISBN: 978-85-559-1000-0

Encadernação: Brochura com sobrecapa

Formato: 19,5 x 25,5 cm

Ano de edição: 2017

Preço de capa: 90,00

Lançamento Espírito de Tudo

Data: 07 de junho

Horário: 19h

Local: Auditório da Travessa do Leblon

Av. Afrânio de Melo Franco, 290, Shopping Leblon.

Tel: (21) 3138-9600

Durante o evento haverá bate-papo com a artista


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Salão do livro em Portugal recebe autores brasileiros

Mais de 30 autores brasileiros serão apresentados no III Salão do Livro de Portugal, que acontece nos dias 24 e 25 de junho em Lisboa. A responsável pelo intercâmbio cultural será a escritora Jô Ramos, da ZL Editora.

Segundo Ramos, a proposta é reunir escritores de todos os países de língua portuguesa com o objetivo de discutir a divulgação da literatura lusófona e criar uma grande rede de autores. A exposição contará ainda com debates, filmes e vendas das obras.

Para a escritora, os salões de livros internacionais surgiram da necessidade de divulgar os autores independentes e as pequenas editoras, ambos sem acesso ao circuito oficial literário brasileiro.

- Sabemos das dificuldades e dos círculos fechados, onde poucos conseguem acessar. Esse tipo de iniciativa torna-se um estímulo para preservação da nova literatura e dos novos escritores, além de ampliar o poder de ação para o exterior - ressalta.



Como participar

Os autores que tiverem interesse em participar do Salão do Livro de Portugal em 2018, precisam se inscrever pelo e-mail zlcomunicacao8@gmail.com.


Serviço:

3º Salão do Livro de Portugal-Lisboa e 3º Encontro de Escritores da Língua Portuguesa

Local: Sana Malhoa Hotel I

Av. José Malhoa, 8. Lisboa, PT.

Dias: 24 e 25 de junho

Horário: das 10h às 17h

Organização: Jô Ramos e ZL Editora


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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA MAIS DE 500 AUTORES NA MAIOR EXPOSIÇÃO DE POESIA DO BRASIL

Poesia agora traz obras de poetas contemporâneos vivos em instalações que reúnem linguagens multiartísticas e muita interatividade

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro reúne, no dia 10 de junho (sábado), às 16h, personagens de destaque da cena poética local e de outros estados no grande sarau de abertura da exposição Poesia agora. A mostra exibe trabalhos dos principais poetas em atividade no Brasil, fazendo um mapeamento do cenário da poesia contemporânea nacional, além de inspirar o público a criar seus próprios versos. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal e fica em cartaz até 6 de agosto.

Com curadoria de Lucas Viriato, criador do jornal de literatura Plástico Bolha, a exposição traz uma coletânea do trabalho de mais de 500 poetas brasileiros e estrangeiros, entre textos, livros, vídeos, fotos, registros sonoros e saraus. A ideia é abrir espaço para o trabalho de poetas em atividade que, apesar de serem pouco conhecidos, possuem uma produção relevante.

A criatividade, porém, não se limita ao talento dos escritores: instalações dinâmicas e instigantes, criadas pelo premiado cenógrafo mineiro André Cortez, agradam os mais diferentes públicos. “A mostra tem diversas camadas e atrai tanto quem quer conhecer a fundo a variedade da produção poética contemporânea quanto quem quer fazer um passeio leve e diferente”, explica o curador Lucas Viriato.

A exposição Poesia agora é um desdobramento do trabalho de edição feito por Lucas no Plástico Bolha, desde 2006. Fruto de um projeto universitário no departamento de Letras da PUC Rio, a publicação se tornou um dos mais respeitados jornais literários do país. A ideia de fazer uma mostra com base nesse trabalho nasceu quando o diretor do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo), Antonio Carlos Sartini, conheceu o jornal. Juntos, eles montaram uma grande exposição que atraiu cerca de 200 mil pessoas ao museu em 2015. Em 2017, a Caixa Econômica Federal assumiu o patrocínio do projeto, que, após ficar em cartaz na CAIXA Cultural Salvador de 14 de março a 27 de maio, chega agora ao Rio de Janeiro.



Poesia viva:

Ao todo, são seis alas com obras em exposição, sendo algumas especialmente preparadas para a participação ativa do público. Assim, a mostra não só aproxima o leitor do poeta como também, por vezes, mescla esses papéis.

No Escriptorium, cercado de portas iluminadas com projeções de poemas, está uma grande mesa com 50 livros – cada um com uma palavra impressa na lombada. Ao empilhar de forma diferente os livros, o visitante poderá montar sua própria poesia a partir da combinação dessas palavras. Dentro de cada livro, estão apresentados oito poemas, somando o total de 400 trabalhos de diferentes autores. As demais páginas estão em branco e o visitante pode registrar sua poesia ali, lado a lado com a dos melhores poetas.

Em outra ala, o público é convidado a participar de um desafio: escrever um poema sem utilizar uma das vogais. Os poemas mais criativos serão impressos em formato lambe-lambe e expostos na mostra. Assim, a exposição vai sendo modificada ao longo do tempo, subvertendo a ideia de que uma mostra literária apresenta somente obras antigas e já consagradas.

A exposição Poesia agora é um desdobramento do trabalho de edição feito por Lucas no Plástico Bolha, desde 2006. Fruto de um projeto universitário no departamento de Letras da PUC Rio, a publicação se tornou um dos mais respeitados jornais literários do país. A ideia de fazer uma mostra com base nesse trabalho nasceu quando o diretor do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo), Antonio Carlos Sartini, conheceu o jornal. Juntos, eles montaram uma grande exposição que atraiu cerca de 200 mil pessoas ao museu em 2015. Em 2017, a Caixa Econômica Federal assumiu o patrocínio do projeto, que, após ficar em cartaz na CAIXA Cultural Salvador de 14 de março a 27 de maio, chega agora ao Rio de Janeiro.

Poesia viva:

Ao todo, são seis alas com obras em exposição, sendo algumas especialmente preparadas para a participação ativa do público. Assim, a mostra não só aproxima o leitor do poeta como também, por vezes, mescla esses papéis.

No Escriptorium, cercado de portas iluminadas com projeções de poemas, está uma grande mesa com 50 livros – cada um com uma palavra impressa na lombada. Ao empilhar de forma diferente os livros, o visitante poderá montar sua própria poesia a partir da combinação dessas palavras. Dentro de cada livro, estão apresentados oito poemas, somando o total de 400 trabalhos de diferentes autores. As demais páginas estão em branco e o visitante pode registrar sua poesia ali, lado a lado com a dos melhores poetas.

Em outra ala, o público é convidado a participar de um desafio: escrever um poema sem utilizar uma das vogais. Os poemas mais criativos serão impressos em formato lambe-lambe e expostos na mostra. Assim, a exposição vai sendo modificada ao longo do tempo, subvertendo a ideia de que uma mostra literária apresenta somente obras antigas e já consagradas.


O espaço Poesia de rua também tem grande apelo entre os visitantes. Se, nas demais salas, as portas eram iluminadas, agora elas parecem tapumes e muros da cidade. E, dessa vez, o público age como curador, selecionando as melhores poesias e pichações por meio de fotos tiradas por ele mesmo em sua cidade. As fotos poderão ser enviadas através do e-mail participepoesiaagora@gmail.com ou postadas nas redes socias em modo público com a hashtag #PoesiaAgora. As melhores imagens serão selecionadas e exibidas ao longo da exposição.  


Serviço:
Poesia Agora

Entrada Franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Sarau de abertura: 10 de junho de 2017, às 16h

Visitação: de 11 de junho a 6 de agosto de 2017

Horários: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h

Classificação Indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


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LITERATURA



Sesc Ginástico realiza encontros com grandes escritores em junho



Vencedor de três prêmios Jabuti, Silviano Santiago abre, no dia 6 de junho, a série de encontros literários que reunirá também Elisa Lucinda, Francisco Gregório e Guilherme Zarvos






O Sesc Ginástico, no Centro do Rio, será palco em junho de quatro encontros conduzidos por importantes nomes da literatura nacional: Silviano Santiago, Elisa Lucinda, Francisco Gregório e Guilherme Zarvos. Os escritores compartilharão com o público informações sobre suas trajetórias pessoais e artísticas, seus processos criativos e impressões sobre o cenário literário nacional, entre outros assuntos. Com entrada franca, as atividades acontecem nos dias 6, 7, 13 e 14 de junho.



Quem abre a série Encontros Literários – Sesc Trajetórias é o consagrado escritor, ensaísta, poeta e professor Silviano Santiago, no dia 6/6. O vencedor de três prêmios Jabuti conversa com o poeta e professor Ítalo Moriconi sobre sua trajetória, que recentemente se enriqueceu com a publicação dos livros “Mil Rosas Roubadas” (Finalista do Prémio Oceanos 2015), “Machado” (2016) e “Genealogia de Ferocidade” (2016).

No dia 7/6, quem sobe ao palco é a poetisa, atriz e cantora Elisa Lucinda, fundadora da Casa-Poema, escola carioca que se dedica ao ensino da poesia falada. Em conversa com o poeta Ricardo Aleixo, ela abordará seu amor pela poesia e a multiplicidade de seu ofício. Como escritora, publicou “Parem de falar mal da rotina” (2010), “A Dona da Festa” (2011), “Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada” (2014), “Vozes Guardadas” (2016), entre outros.


O escritor e professor Francisco Gregório é o destaque do dia 13/6. Além de autor, é reconhecido por sua dedicação ao estimulo à leitura e também pelas famosas oficinas de formação de contadores de histórias. O contador de histórias, que vem se dedicando a um repertório voltado para os contos populares brasileiros, falará sobre os seus livros de histórias, que conquistaram os públicos infanto-juvenil e adulto. Quem divide o palco com ele é a poetisa Suzana Vargas, fundadora da Estação das Letras.

No dia 14/6, o poeta, escritor e produtor cultural Guilherme Zarvos encerra a série de encontros do Sesc Ginástico falando com o poeta Sergio Cohn, editor da Azougue. Doutor em Letras pela PUC-RJ, Zarvos, que acaba de completar 60 anos, falará sobre sua trajetória artística, em especial o trabalho realizado no CEP 20.000 – movimento carioca dedicado à poesia experimental –, fundado por ele, Chacal e outros. Seu mais recente trabalho é “Guilherme Zarvos 60-70” (2017), livro de poemas que reúne textos inéditos com intervenções caligráficas e visuais.


SERVIÇO

Encontros Literários – Sesc Trajetórias

Sesc Ginástico: Av. Graça Aranha, 187 - Centro, Rio de Janeiro

Dia 6/6 – Silviano Santiago

Dia 7/6 – Elisa Lucinda

Dia 13/6 – Francisco Gregório

Dia 14/6 – Guilherme Zarvos

Horário: 19h

Classificação: Livre

Entrada franca

Informações: (21) 2279-4027




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Série infantil ilustrada será lançada no CCJF

Mostrar que o mundo das crianças é recheado de travessuras e também de muito aprendizado, essa é a proposta do livro “Xandrinha em: o Jardim aberto”. A obra faz parte de uma série ilustrada produzida pela escritora e poeta Alexandra Vieira de Almeida juntamente com a artista plástica Giselle Vieira. O lançamento e a noite de autógrafos acontecem dia 18 de maio, a partir das 18h, no Cento Cultural da Justiça Federal, no Centro.


A história apresenta os personagens Xandrinha e Beto brincando com a imaginação no jardim durante um fim de tarde. No local, eles realizam muitas traquinagens, mas também aprendem a importância da leitura.

Ferramenta pedagógica
Segundo a escritora Alexandra, as obras têm grande importância pedagógica, fornecendo aos leitores a aprendizagem a partir do lúdico e da imaginação. “Pretendemos ainda incentivar que os pais leiam mais para os filhos e que as crianças estudem mais e desenvolvam a criatividade".

Ficha técnica:
Série ilustrada Xandrinha e seus amigos.

Volume 02: “Xandrinha em: o jardim aberto”
Autora: Alexandra Vieira de Almeida
Ilustrações: Giselle Vieira

Publicação: Editora Penalux - impresso
Tamanho: 23 cm
Páginas: 16
Preço: R$ 30,00

Site: www.xandrinhaeseusamigos.com.br

Serviço:

Cento Cultural da Justiça Federal
Endereço: Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro – RJ
Dia: 18/05/17
Horário: das 18h às 21h


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Poeta moçambicana lança “Os Ângulos Da Casa”



O livro “Os Ângulos da Casa” marca a estreia da poeta moçambicana Hirondina Joshua no Brasil. Publicada pela editora Penalux e com a apresentação do escritor Mia Couto, a obra dialoga com diversos temas complexos, como sexualidade, afetividade e erotismo.

A “Casa”, destacada na poesia, é representada pela escritora como o espaço psíquico, o interior e os sentimentos e os ângulos a maneira de pensar, de observar, o ponto de vista.

Para o escritor moçambicano Mia Couto, um dos autores atuais mais representativos na literatura africana, o estilo surrealista de Hirondina convida os leitores a um grande passeio poético. “Trata-se de uma visita a um cotidiano que sendo familiar nos é estranho, porque nele se fala o idioma a que ela chama de ‘a língua dos céus’”.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o valor da obra se encaixa no propósito da Penalux de investir na literatura de língua lusófona. “Essa é a segunda publicação oriundo do continente africano. A primeira foi o Gociante Patissa, autor de Angola. Nosso próximo passo é publicar um autor de Portugal. Algo que deve ocorrer em breve. ”

Sobre a autora:

Hirondina Joshua (Maputo,1987) é uma poeta de destaque na nova geração de autores moçambicanos. Tem participação em várias antologias nacionais e estrangeiras e textos publicados em jornais e revistas de Moçambique, Portugal, Angola, Galiza e Brasil. Dentre as quais, destaca-se as revistas Caliban, Zunái, TriploV, Òmnira, Courrier des Afriques, Acrobata, Sirrose, Literatas, Soletras.


Ainda recebeu a menção extraordinária do Premio Mondiale di Poesia Nósside (Itália, edição 2014).


Ficha técnica:

Título: Os ângulos da casa
Autor: Hirondia Joshua

Publicação: 2017

Tamanho: 14x21cm

Páginas: 84 p

Preço: R$34,00

Link para compra: https://www.editorapenalux.com.br/loja/product_info.php?products_id=570


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Série ilustrada promove o gosto pela leitura e pela poesia          

Com a proposta de levar para o público infanto-juvenil boas histórias e poesias, a escritora e poeta Alexandra Vieira de Almeida e a artista plástica Giselle Vieira lançam a série ilustrada de livros “Xandrinha e Seus Amigos”. O primeiro volume está disponível gratuitamente para download, em formato PDF, no sitewww.xandrinhaeseusamigos.com.br.

Segundo a escritora, as obras terão grande importância pedagógica, fornecendo aos leitores a aprendizagem a partir do lúdico e da imaginação. Durante as histórias, as crianças vão ver a personagem principal buscando sempre sanar suas curiosidades através dos livros. “Dessa forma, vamos incentivar o gosto pelos estudos e pela literatura, em especial, as poesias”.

- Pretendemos fazer com que os pais leiam mais para os filhos e que as crianças estudem mais e desenvolvam a criatividade - comenta.

Além do lado pedagógico, haverá muitos momentos de diversão. A autora fala que as crianças vão curtir bastante as travessuras não só da Xandrinha como também dos outros amiguinhos que surgirão nas próximas edições, como o arteiro Beto, os gêmeos Duda e Dudu e a florzinha Cecília.

- Queremos dosar o conhecimento com boas doses de peraltices com o lado crescidinho da Xandrinha e ainda ensinar importantes valores para educação por meio das historinhas com a turminha – comenta.

Alexandra diz que a ideia surgiu durante o lançamento do seu livro de poesias “Dormindo no Verbo”, em 2016. Foi ali que recebeu o convite da ilustradora Giselle Vieira para que produzissem juntas livros infantis ilustrados. “Inicialmente, seriam publicações com poemas que escrevi durante minha infância e adolescência”.

- Daí, veio a ideia de usar uma personagem infantil para levar a poesia para outras crianças. Então, nasceu a Xandrinha - relata.

Próxima edição

O segundo volume da série ilustrada será lançado no início de maio em versão impressa. Publicada pela editora Penalux, a obra terá o título “Xandrinha em: o jardim aberto” e custará R$ 30,00.


Ficha técnica:

Título: “Xandrinha em: imaginação de criança”. Volume 01

Autora: Alexandra Vieira de Almeida
Ilustrações de Giselle Vieira
Publicação: 2017
Formato: PDF
Preço:

Download gratuito pelo site www.xandrinhaeseusamigos.com.br


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Artista de São Gonçalo lança seu primeiro livro

O escritor Milton José Jr. recebe o público para o lançamento do  livro “Não desistiu de mim”, no São Gonçalo Shopping.

O São Gonçalo Shopping tem o prazer de receber o jovem escritor gonçalense , Milton José Jr., para o lançamento do seu livro “Não Desistiu de mim”, em uma noite de autógrafos. O evento acontece nesta sexta-feira, 10 de fevereiro às 20h, na praça de eventos em frente à loja Ricardo Eletro.

Apaixonado por livros e pela arte, além de escritor, José Jr. é ator profissional, com participação em sete novelas da Rede Globo, seriados como “Tá no Ar” e “Justiça”. Além de atuações em mais de 20 peças teatrais e filmes como “Um Suburbano Sortudo” e “A Glória e a Graça”.

A vontade de escrever nasceu quando ainda era criança e aos 10 anos de idade se autodenominava “fazedor” de livros. Era ele quem desenhava a capa, criava as ilustrações, escrevia, revisava e transformava os papéis em livro com a ajuda do grampeador.

O romance “Não Desistiu de Mim” é uma história empolgante e inspiradora, que fala sobre perseverança, superação, um despertar para uma nova vida e para o verdadeiro amor. Além de mostrar tantos sentimentos que a alma é capaz de sentir. O livro aborda temas como as escolhas, a afetividade e assuntos sociais, como o racismo, o HIV, o suicídio e a morte. A obra também aborda a fé, mas não necessariamente foca na religião, e sim na importância de ter uma vida espiritual e um contato com Cristo.

O São Gonçalo Shopping fica na Avenida São Gonçalo 100, Boa Vista, São Gonçalo. Outras informações no site www.saogoncaloshopping.com.br  ou pelo telefone (21) 3513-7200.


Serviço: Lançamento do Livro “Não desistiu de mim” no São Gonçalo Shopping

Local: Praça de eventos - em frente à Ricardo Eletro

São Gonçalo Shopping, Av. São Gonçalo, 100 – Boa Vista – São Gonçalo,

Contato:  Telefone: (21) 3513-7200

Data: Sexta-feira, 10 de fevereiro

Horário:  20h

Evento gratuito.

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Ficção traz suspense alucinante em ‘Febre de Enxofre’

O que esperar de um convite que pode mudar sua vida? Sorte, armadilha ou simplesmente alucinações? Essa é uma questão que envolve o poeta desiludido Yuri Quirino, personagem do livro “Febre de enxofre”, do escritor mineiro, porém radicado na Paraíba, Bruno Ribeiro.

O romance, publicado pela editora Penalux, começa quando Yuri se despede da mulher amada e conhece Manuel di Paula, uma criatura estranha que oferece uma oportunidade peculiar de trabalho para ele: escrever sua biografia. Para produzi-la, Yuri precisa viajar até Buenos Aires (Argentina), a cidade natal de Manuel. Porém, ele termina entrando em uma voragem absurda de horror e perdição.

Elementos como o culto, o prosaico e o sagrado, a alucinação e a realidade, são pontos importantes das versões pós-moderna dos grandes mitos da literatura moderna: o vampirismo, traduzido com muita vitalidade na obra de Bruno Ribeiro.

Segundo o autor, o livro tende a se converter em um jogo de bonecas russas, ou espelhos confrontados, onde um e outro pisam na cauda do outro mutuamente. Ele comenta ainda que a obra brinca com o real e com o fictício, trazendo um mundo de imaginação e suspense para o leitor. “É um livro que assume riscos e cumpre com as expectativas que se propõe. Sem pudor”, ressalta.

Sobre o autor: 
Nascido em 1989, Bruno Ribeiro é mineiro radicado na Paraíba. Tradutor, escritor, roteirista e membro da banda Creepypasta, já publicou e foi destaque em jornais, revistas, blogues e antologias. Bruno é também mestre em Escrita Criativa pela Universidad Nacional de Tres de Febrero, editor da Revista Sexus.

Foi um dos vencedores do concurso literário Brasil em Prosa (com mais de 6 mil inscritos), promovido pelo jornal O Globo e pela Amazon com apoio da Samsung, e também foi finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2016.

Ficha técnica:
Título: Febre de enxofre
Autor: Bruno Ribeiro
Tamanho: 14x21
Páginas:  274
Preço:  R$ 45,00
 GÊNERO: Romance

Link para comprar:
 http://www.editorapenalux.com.br/loja/product_info.php?products_id=497

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LANÇAMENTO IMPERDÍVEL!!! LIVRO: LEI DA ATRAÇÃO – GUIA PRÁTICO, de Rayra Kalidan

Acontece no dia 31 de janeiro de 2017 (terça-feira), a partir das 19:00 horas, na livraria Saraiva Mega Store, do Shopping Rio Sul,  o lançamento do livro “Lei da Atração – Guia Prático”, de autoria da jornalista Rayra Kalidan.

Esta obra foi escrita com a missão de mostrar COMO uma pessoa comum que enfrenta todos os problemas normais do dia-a-dia de qualquer outra, pode conseguir o sucesso, o amor, a saúde e a prosperidade, partindo do FATO de que a autora atingiu esses objetivos usando tão somente o poder da própria Mente. Além de evitar a falência financeira de sua família, curou o próprio útero, restaurou sua vida afetiva, saiu de um poço de dívidas e se mudou do subúrbio do Rio de Janeiro para um lugar privilegiado, além de diversos outros feitos.

Neste livro, o leitor vai aprender TO-DAS as técnicas utilizadas por Rayra e a fórmula pessoal que ela mesma experimentou na própria vida para manifestar um resultados após o outro.
É um manual prático que serve como guia definitivo para mudança de vida, escrito em linguagem simples e didática a fim de que todos saibam que ÉPOSSÍVEL SIM SE REALIZAR EM TODAS AS ÁREAS, independente de como a situação atual esteja.

Sobre a autora:
Rayra Kalidan é uma carioca nascida em uma tradicional família de origem italiana por parte de pai e descendente de ciganos húngaros por parte de mãe, foi criada sob os valores do respeito aos mais velhos e reverência às tradições de seus antepassados.
É jornalista pós graduada em GESTÃO de Negócios, Dançarina e atuou como professora de Dança do Ventre (DRT: 21445/99) por anos; Reiki Master no sistema Osho/Usui/Tibetano, nível 2 em Karuna Reiki, Cromoterapeuta e Terapeuta Floral, autora já consagrada nos meios digitais, escreveu o e-book: “Lei da Atração – Resumo PRÁTICO”, em 2015, ano em que fundou a ACADEMIA DE TREINAMENTO DE CRIADORES INTENCIONAIS.
Ministrou 3 treinamentos gratuitos (As 9 experiências do livro E², 1º Treinamento Gratuito e o fantástico Desafio dos 28 Dias, com resultados surpreendentes em várias áreas da vida. É colunista da Revista Digital Mistika, do portal Dona Digital, dos sites: Penso Positivo, O Segredo, STUM (Somos Todos Um), além de palestrante.
 E vem através deste livro provar que não escreve sobre Lei da Atração, VIVENCIA isso em seu dia-a-dia, com depoimentos em sua própria vida, o que é bem diferente de meramente discorrer sobre um assunto, pois fala com conhecimento de causa.

Serviço:
·       O que: Lançamento de Lei da Atração – Guia Prático, primeiro livro da jornalista Rayra Kalidan
·       Quando: 31 de janeiro (terça-feira), às 19 horas.
·       Onde: Livraria Saraiva Mega Store (endereço: Shopping Rio Sul - Av Lauro Muller, 116 - Botafogo, Rio de Janeiro, RJ).
·       Mais informações: Academia de Treinamento de Criadores Intencionais (criadoresintencionaisacademy@gmail.com)

Rayra Kalidan
Adquira o livro Lei da Atração - Guia Prático aqui e receba-o autografado! --http://rayrakalidan.wixsite.com/leidaatracaoepratica/livros

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Livro infantil retrata de maneira divertida a hiperatividade


Abordar de forma leve, afetuosa e divertida as principais características das crianças com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Essa é a proposta do livro infantil “João Agitadão”, da escritora e psicóloga Lia de Paula Moraes.

A obra conta a história de um menino muito agitado chamado João. O personagem gosta muito de correr, não consegue ficar quieto e ainda tem uma capacidade incrível para se distrair com qualquer coisa. Todas as características de alguém com TDAH. Por conta do seu jeito elétrico e estabanado, ele passa por problemas com professores, nos locais por onde anda e até com os coleguinhas da rua na hora da brincadeira.

- A ideia principal é que a criança hiperativa ao conhecer o personagem se identifique com ele e isso contribua para formar uma autoimagem mais positiva – diz a autora.

A escritora conta que a inspiração veio de suas experiências pessoais e na carreira desde quando o TDAH tinha pouca divulgação nos meios de comunicação e entre as famílias. Em casa, por exemplo, ela teve de lidar com a hiperatividade do filho mais velho, hoje um publicitário bem-sucedido. No trabalho, ela atendia muitas crianças com TDAH num posto de saúde da rede pública.

Para facilitar o atendimento das crianças com o transtorno, a autora escreveu o texto que lia para elas e depois pedia que fizessem um desenho sobre a história. Isso as ajudava a falarem sobre si mesmas. Com o tempo, percebeu o valor terapêutico do texto e surgiu a ideia do livro "João Agitadão".

- A linda ilustração do publicitário Ney Megale tornou o livro atraente também para as crianças sem sinal de hiperatividade, que vão entender e aceitar mais os colegas desatentos e agitados - conclui.

Sobre a autora
Lia de Paula Moraes é Psicóloga clínica, formada pela PUC-Rio e aposentada pelo Ministério da Saúde.


Ficha técnica
Título: João Agitadão
Autor: Lia de Paula Moraes
Ilustrações: Ney Megale
Tamanho:  27,50cm X20.50cm
Páginas: 26
ISBN 978-85-89862-32-5
Preço: R$28,00
Editora: Caravansarai
Links para comprar:
www.livrariacultura.com.br/p/joao-agitadao-9048540
www.saraiva.com.br/joao-agitadao-3093514.html

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Livro critica as inquietações do mundo moderno


O livro de poemas “Máquina Mundi”, do escritor e professor de Literatura Marcelo Mourão, vai ser lançado no dia 6 de outubro, na Casa do Bacalhau, no Méier, zona norte do Rio de Janeiro. Publicado pela Oficina Editores, a obra pretende mostrar que o mundo moderno é cheio de inquietações, angústias e dilemas, onde se pensa muito e se sente pouco.

Inspirado na reflexão do pensador polonês Zygmunt Bauman, de que nada é feito para durar, o autor diz que seus poemas falam da máquina do mundo e do mundo da máquina. “Cito também outras máquinas que também têm seus problemas na atualidade: a máquina do sentimento, a do eu (ego freudiano), a máquina das interrogações (filosofia) e, claro, a máquina da poesia”.

Segundo Mourão seus versos abordam os limites da pós-modernidade e da virtualidade, onde a velocidade do deletar é mais rápida do que da compreensão. O intuito é fazer com que as pessoas pensem mais sobre a realidade contemporânea. “Desejo ‘provocar’ no leitor perplexidade, estranhamento, espantos, encantamento, doçura e também bom-humor”.

Sobre o autor:
Pós-graduado em Literaturas de língua portuguesa, Marcelo Mourão é poeta, escritor, crítico literário e produtor cultural. Militante ativo no movimento artístico e poético carioca, foi um dos idealizadores e apresentadores do sarau POLEM (Poesia no Leme), de 2008 até 2011. Publicou ainda dois livros, “O diário do camaleão” e “Temas em literaturas de língua portuguesa: os diferentes olhares”, esse último marcando sua estreia como crítico literário.

Serviço:
Lançamento do livro “Máquina Mundi”
Data: 06 de outubro
Local: Casa do Bacalhau - Rua Dias da Cruz, 426, Méier
Horário: das 19 às 23 horas
Livre

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Livro exalta a beleza e os desejos da vida
Escritora, que já foi finalista do prêmio Jabuti, esbanja sensualidade sem o uso de velhos clichés em nova obra

Por meio de palavras, apresentar sentimentos que transmitem sensualidade, beleza e prazer pela vida. Essa é essência dos poemas de Líria Porto em seu novo livro “Cadela Prateada”. Com leveza e intensidade, sem medos ou tremores, a poeta desnuda seus desejos e pensamentos sem os velhos clichés usando como inspiração a luz prateada da lua.

Publicado pela editora Penalux, a obra pretende passar ao leitor a visão de mundo da autora. Longe de ser seca e fria, a poesia de Líria Porto exala o lirismo profundo e sutil, sem qualquer melodrama pegajoso ou expressões “batidas”, para revelar as verdades do mundo, como a importância do amor e do sexo para a vida de qualquer pessoa.

O crítico, escritor e poeta Paulo Bentancur, autor do prefácio, destaca que a poesia de Líria não é nada tímida e ainda consegue transmitir a libertinagem que não abre mão da alma e um lirismo que por intenso não apaga o rastro de fogo que em nós se alastra.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, a escritora consegue expor, por meio de palavras muito bem escolhidas, a beleza do mundo e da vida nos seus pormenores, sem timidez ou singela quietude. Segundo eles, Líria coloca todas as cartas na mesa, através de imagens surrealistas e metáforas impensáveis. “Tudo isso de maneira escancarada, sensual, leve e profunda”.


Sobre a autora:
Líria Porto é professora, poeta, dois livros editados em Portugal (Borboleta Desfolhada e De Lua) e dois no Brasil (Asa de Passarinho e Garimpo – finalista do prêmio Jabuti 2015). Autora do blog Tanto Mar, participa de vários sites, jornais e revistas na internet, entre eles Escritoras Suicidas, Germina Literatura, Zunái, Blocos Online, Considerações do Poema, Poesia Perfeita e Mallarmargens. Reside em Araxá, interior de Minas Gerais.

Ficha técnica:
Título: Cadela Prateada
Autor: Líria Porto
Publicação: 2016
Tamanho: 14x21cm
Páginas: 108 p
Preço: R$32,00

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Lançamento do Livro ''Antologia Poética'' - , dia 14/10 em São Gonçalo.

Um livro que veio para coroar com maestria um projeto multicultural, que visa somente a divulgação da arte e da cultura gratuitamente. A 1ª Antologia Poética do grupo Diário da Poesia será lançada no dia 14 de outubro às 19h00, com o selo da Editora Apologia Brasil, no Salão Nobre do Curso ICBEU. Serão 22 artistas, entre poetas, cronistas e trovadores. Um lançamento imperdível.

Artistas participantes: Carlos Alberto Oliveira, Carlos Galeno, Erick Nunes, Fábio Hartmann, Fátima Daniel, Gilvan Carneiro da Silva, Helter Jeronymo L. Barcellos, Ivone Rosa, Janne Duarte, José Francisco Rodrigues, José Jeronimo Sobrinho, Kleber Marques, Marcelo Motta, Maria Lúcia Malta, Marialice Velloso, Mariângela Tavares Viana, Nereis Ribeiro, Rachel Santo Antonio, Renato Cardoso, Rosi Torres, Uberlan Macedo, Vitor Adolfo.

Para poetisa Ivone Rosa “Participar da Antologia do Diário da Poesia é  algo muito especial, pois estou ao lado de grandes nomes; excelentes poetas e um grupo de pessoas  talentosas  e de muito bom gosto cultural”. Já para o poeta e fotografo José Francisco Rodrigues “Eu me sinto lisonjeado por ter sido convidado a participar. Fiz poesias especialmente para este projeto. E por ser a primeira antologia do Diário, ela é muito especial para todos nós, tanto que adiei o lançamento do meu livro para o primeiro semestre do ano que vem, a fim de dedicar-me a antologia onde também assino a autoria da capa. Preparem-se para poesias, crônicas e trovas feitas com as palavras emanadas do coração de cada participantes. E é devido a isso que acreditamos no seu sucesso”.

Uma antologia com a apresentação do Trovador Gilvan Carneiro da Silva, com o Prefácio do Jornalista José Jeronimo Sobrinho, com a capa do poeta e fotógrafo José Francisco Rodrigues, com a revisão de Marlene Paes Pessanha, com a editoração eletrônica do jornalista Hélcio Albano, e orelha e organização do poeta e professor Renato Cardoso.

Vale a pena conferir. Um trabalho tratado com muito zelo, para levar a poesia, a crônica, a trova e o haicai para você, leitor. O Curso ICBEU fica localizado a Rua Dr. Francisco Portela, 2772 - Zé Garoto – São Gonçalo RJ - Telefone de contato: 994736353. O livro custará R$ 25,00. Os cinquenta primeiros levarão um brinde da marca Diário da Poesia.

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''Somos feitos da mesma matéria que são feitos os sonhos''

Um pouco de William Shakespeare 

Nasceu em 23 de abril de 1564, em Stratford-Avon.

Stratford-upon-Avon é uma cidade da Inglaterra situada no condado de Warwickshire ao sul de Birmingham.

Com 18 anos de idade, casou-se com Anne Hathaway de 1582 a 1616.
Em 1590 começou a escrever sua primeira peça, ''Comedia de Erros'' uma peça teatral do subgênero farsa criada por William Shakespeare. Como muitas peças de Shakespeare que têm origens em textos clássicos.
Muitas das obras escritas por Shakespeare foram escritas entre 1590 e 1613. As suas primeiras peças eram comédias, baseadas em personagens históricos reais, no século XVI. Alguns estudiosos e pesquisadores acreditam que Shakespeare não seja realmente o autor das próprias obras, também pelo fato de Shakespeare não ter nenhum diploma.
Por volta de 1608 Shakespeare escreveu apenas comédias. No fim de sua carreira, escreveu as chamadas ''tragicomédias''.



As suas principais obras são:





Otelo, o Mouro de Veneza
Obra de William Shakespeare escrita por volta do ano 1603. A história gira em torno de quatro personagens: Otelo é um general mouro que serve o reino de Veneza, sua esposa Desdêmona, seu tenente Cássio, e seu sub-oficial Iago. Por causa dos seus temas variados — racismo, amor, ciúme e traição - continua a desempenhar relevante papel para os dias atuais, e ainda é muito popular.







O mercador de Veneza - Comédia.

Se passa na Veneza do século XVI. Onde as atividades econômicas e comerciais passavam por uma significativa subida de nível. O aspecto social é uma imposição forte de leis e princípios aos estrangeiros.












Sonho de uma noite de verão - Comédia.

Conta a história de Tseu, que foi um grande heroi grego e Hipótila, a rainha das amazonas. É ambientado na Grécia mítica.












Tito Andrônico - Tragédia.

Conta a história de Tito Andrônico, um poderoso general da Roma Antiga, volta triunfante da guerra contra os godos. No entanto, sua recusa em se tornar imperador e as sucessivas mortes em decorrência da disputa pelo trono desencadeiam uma onda de vingança sem fim.









Romeu e Julieta - Tragédia.
Romeu e Julieta é uma tragédia escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária de William Shakespeare, sobre dois adolescentes cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra.

A história tem como cenário a cidade de Verona. Duas familias Montecchio e a familia Capuleto. Vivem em constantes conflitos, os quais perturbem a ordem e a paz da cidade.








Hamlet - Tragédia.

Hamlet é uma tragédia de William Shakespeare, escrita entre 1599 e 1601.
A peça, situada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai, Hamlet, o rei, executado por Cláudio, seu irmão que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a rainha. A peça traça um mapa do curso de vida na loucura real e na loucura fingida — do sofrimento opressivo à raiva fervorosa — e explora temas como a traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.




Algumas Frases de Shakespeare :

''Somos feitos da mesma matéria que são feitos os sonhos''

''Sem ser provada, a paciência dura''.

''As mais belas joias, sem defeito, com o uso o encanto perdem''

''Pobre é o amor que pode ser contado''.

''Nada me faz tão feliz quanto possuir um coração que não se esquece de seus amigos''






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O corpo humano em forma de poesias
Obra vencedora do prêmio Jabuti ganha nova edição

Com o intuito de explicar a maravilhosa criação do corpo humano em forma de poesia, Alexandre Guarnieri brinca com as palavras para descrever a criação e a evolução dos seres por meio da biologia. Reeditado pela Penalux, o livro “Corpo de Festim”, vencedor do prêmio Jabuti 2015, tem como proposta levar o leitor às infinitas descobertas sobre o início de nós mesmos e a continuidade da nossa história.

Segundo Guarnieri, a obra pretende acostumar o leitor à sua biologia, às suas entranhas e fazer com que estas lhe entreguem a verdade sobre o mundo, a vida e sua história, descobrindo e redescobrindo o novo e o antigo dentro da anatomia, da matéria orgânica e também das palavras.

Para o escritor Furio Lonza, autor do prefácio, o livro reúne poesias em torno de um tema, concentradas obsessivamente na materialidade da palavra, na dissecação, na anatomia, no “voyver biológico”.

- Sua repetição sobre seu objeto, o corpo, leva-nos a infinitas descobertas sobre o início de nós mesmos e a continuidade da nossa história, chegando perto das nossas interpretações de nossas verdades e mentiras – relata Lonza.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, Guarnieri se enquadra nos pódios da poesia brasileira contemporânea, por sua linguagem inovadora e única. Com tema impressionantemente modernos, seu peso materialista é familiar devido à cultura ocidental do século XXI, que precisa do material bruto para crer.

Sobre o autor
Carioca, nascido em 1974, Guarnieri é historiador da arte e mestre em tecnologia da imagem. Começou, a partir de 1993, a participar de eventos de poesia falada no Rio de Janeiro. Publicou seu primeiro livro, Casa das máquinas (Editora da Palavra), em 2011. É um dos editores da revista eletrônica Mallarmargens.

Além do Jabuti em 2015, o escritor conquistou em 2003 os prêmios Yêda Schmaltz, oferecido pela União Brasileira de Escritores, Seção Goiás; e Marco Lucchesi, oferecido pelo Jornal Panorama da Palavra/ RJ.



Ficha técnica:
Título: Corpo de Festim, segunda edição
Autor: Alexandre Guarnieri
Reedição: editora Penalux
Publicação: 2016
Tamanho: 15,5x22,5 cm
Páginas: 130 p
Preço: R$42,00


Link para comprar:
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Livro angolano revela a fragilidade humana
A importância da obra é reforçada pelo fato de que no Brasil há pouquíssimas publicações de escritores negros de Angola

Descobrir o mundo exterior a partir de seu interior, essa é a proposta do poeta e jornalista Gociante Patissa em seu novo livro “Almas de Porcelana”. Editado e lançado no Brasil pela Penalux, como o próprio título já diz, a obra apresenta de maneira poética a fragilidade dos seres humanos e suas relações com familiares, com outros e com a própria vida.

A obra trata-se de uma seleção de poemas de dois livros já publicados pelo autor, “Consulado do Vazio” e “Guardanapo de Papel”, catalogados em duas partes. “Almas de Porcelana” ainda reserva uma terceira parte dedicada a poemas diversos.

Em seu trabalho, o autor é sempre muito franco ao expor o mundo e as histórias que o cercam.  No poema “Obras do Tempo”, Patissa mostra a dor causada pelas minas terrestres espalhadas pelo solo africano. Ele apresenta o sofrimento das vítimas em forma de palavras, como, por exemplo, “Quando perdi as pernas; começou o Titanic da minha vida a afundar; (...) quantos mais se amputarão; quantas minas ainda afinam vozes; para a hora da explosão?; até quando as armadilhas?”.

Poesia intimista

Porém, mesmo agarrado à imagem da porcelana, Patissa sabe construir a beleza daquilo que um dia foi apenas mero barro, mas graças ao calor da poesia e ao talento do poeta transfigura-se em algo de inestimável valor. Sua fragilidade reside na apreciação pacífica que emana de seus poemas sensíveis. Há neles belas filigranas de esperança, como num delicado conjunto de fina porcelana, em cujas peças brilha um arremate nostálgico.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, a poesia de Gociante é intimista e sensível, procurando sempre símbolos que compreendem a relação do “Eu” com o “Mundo” e vice-versa. “As ideias centrais são como se seus contornos desenhassem o externo, e o autoconhecimento viesse através do ‘Outro’, mas o ‘Outro’, também, é uma ideia vinda do ‘Eu’”.

A importância do livro é reforçada, segundo os editores, pelo fato de que o mercado editorial no Brasil acolhe poucas obras de escritores negros, principalmente oriundos de outros países, como Angola. Eles dizem que os autores angolanos mais conhecidos no país - como, por exemplo, Pepetela e Agualusa - traduzem um perfil de escritor um tanto quanto distante da realidade populacional daquela região, na qual os negros são a maioria. “O que deixa o repertório brasileiro fraco e pouco diversificado”.



- Porém, Almas de Porcelana é um livro que tenta quebrar essas barreiras, enriquecendo nossa cultura e visão de mundo - reforça.

Serviço:
Editora Penalux
Livro: Almas de Porcelana
Autor: Gociante Patissa
Publicação: 2016
88 páginas, 14x21 cm
Preço: R$32,00

Link para comprar:
http://www.editorapenalux.com.br/loja/product_info.php?products_id=401

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Projeto leva arte gratuitamente as escolas gonçalenses.


O grupo Diário da Poesia, sob a coordenação do professor e poeta Renato Cardoso, vem levando a cultura e arte de São Gonçalo/RJ para os gonçalenses com o projeto Diário Itinerante, onde poetas, cantores, atores, escritores, quadrinistas e artistas plásticos vão visitar sempre um local, quando convidados, gratuitamente. O projeto surgiu no início de 2016 com o objetivo de expandir nome da marca e o trabalho dos artistas envolvidos, além de proporcionar um acesso maior à arte local pela população.

No corrente ano, já aconteceram cinco projetos itinerantes, todos em escolas (publicas e particulares) alcançando alunos de quatro a dezoito anos. Para o poeta José Francisco Rodrigues, que participa ativamente do projeto, “A arte tem que ir onde puder ser levada. É uma questão de educação e preservação de valores. Pegar a estrada com a cultura a tiracolo com a intenção de divulgação e multiplicar, é uma missão muito legal e gratificante”. Já para a premiada trovadora Mariângela Tavares, que participou de um dos eventos itinerantes, “Foi gratificante porque me fez voltar ao passado do meu dia a dia de sala de aula. Senti-me sensibilizada pela reciprocidade dos alunos em relação ao evento e pela aceitação deles quanto à proposta de incentivo à leitura”.

Durante os eventos, é falado sobre a importância da escrita e da leitura, assim como a necessidade da exposição de diferentes formas de arte, tais como: poesias, pinturas, desenhos, fotografias. O Diário Itinerante engloba a participação de jovens valores e de artistas já experientes na área. Para Kaio Rodrigues, 18 anos e escritor, que regressou com o projeto a escola onde estudou, “Foi uma sensação nova [regressar a escola como escritor]. Estive em muitas palestras, mas do outro lado. Hoje, eu não estava ali para ouvir, mas para contar sobre o que aprendi nessa jornada. Uma jornada pequena, sim, mas que já me rendeu bons frutos. O dia de hoje foi um desses frutos”. Para Isaque Cerqueira, aluno do 1º ano do Ensino Médio do Colégio Auxiliadora, “Foi uma honra receber artistas da minha cidade, porque não passava pela minha cabeça que aqui tinha tantos talentos que não são expostos para todos, além de ser uma grande iniciativa do Diário da Poesia, de levar aos alunos essas pessoas importantes para a cultura gonçalense”. Sempre no final dos eventos itinerantes são feitas doações ou sorteio de livros para o público e livros são deixados para o acervo das bibliotecas das escolas visitadas.


O grupo, que regressou ao cenário cultural do município em 2014, depois de seis anos parados por falta de estrutura, tem vários outros projetos que se concretizarão ao longo de 2016. São, em média, 50 pessoas envolvidas no projeto Diário da Poesia, que engloba um evento presencial mensal, um jornal bimestral impresso, que fala somente sobre arte e cultura, e o projeto itinerante. Para aqueles que desejam conhecer mais o projeto ou convidá-los para ir até um local, basta enviar um e-mail para
renatocardoso82@gmail.com ou whatsapp (21) 994736353, contatos do idealizador do projeto, professor e poeta Renato Cardoso.


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Brasil recebe obra inédita de premiado poeta argentino
Livro de Rodolfo Alonso contará com tradução de imortal da ABL

Conhecido por ser amigo pessoal dos escritores Carlos Drummond de Andrade e Murilo Mendes, o poeta argentino Rodolfo Alonso terá sua obra traduzida para o português. Editado pela Penalux, o livro “Poemas Pendentes” trata-se de uma edição bilíngue que reúne textos inéditos de Alonso no país. Além de ser um grande presente da cultura argentina, conta com a tradução de Anderson Braga Horta, imortal da Associação Brasileira de Letras.
Segundo os editores Tonho França e Wilson Gorj, o livro se divide em duas seções. A primeira parte, cujo o subtítulo é ‘‘Aparecidos”, inclui poemas inéditos que, por uma ou outra razão, não foram incorporados em publicações anteriores. Com o tema ‘‘Aparições”, a parte seguinte reúne os textos recentes a partir de seu último livro editado.

O conteúdo
O livro revela e compartilha os pensamentos do autor. Os temas dos poemas são bem diversificados, por exemplo, falam de amor, sobre lembranças do passado, detalhes da beleza da vida, um pouco do cotidiano de Buenos Aires aos olhos do poeta e também política.
- A poesia de Rodolfo Alonso não usa as palavras pela sensualidade que desprendem, mas pelo silêncio que concentram. O autor tenta exprimir o máximo de valores no mínimo de matéria vocabular, impondo-se uma concisão que chega à mudez. A ambição deste poeta - como saber ao certo a ambição da poesia? – talvez seja trazer para a vida de todos os dias o fogo de uma chaga viva de amor, ardendo no maior silêncio de compreensão – relatam os editores.

Sobre a editora
Fundada por Wilson Gorj e Tonho França, a editora Penalux nasceu em meados de 2012 com o propósito de selecionar pela qualidade da obra e pelo potencial do autor. Com autores do Brasil e do exterior, a editora já publicou mais de 300 obras dos mais diversos gêneros: contos, micronarrativas, crônicas, romances, poesias e acadêmicos. A empresa também investe na publicação de novos autores, dando-lhes a possibilidade de publicar sem custos de edição. Isso é facilitado em grande parte por trabalhar com pequenas tiragens, o que possibilita atender cada autor conforme sua demanda.

Serviço:
Livro Poemas Pendentes
Rodolfo Alonso, Buenos Aires (AR)
Editora: Penalux
Tamanho: 14 x 21
Páginas: 198
Preço: R$ 38,00

Link para comprar:
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Projeto resgata memórias despertadas pela comida
Livro e documentário Comida de Afeto – lembranças embaladas para viagem serão lançados no Rival



 Com novo lançamento marcado para o dia 24 de maio, no Restaurante-teatro Rival, o projeto Comida de Afeto, uma realização da CGC-CSA Consultoria e Assessoria, resgata histórias e receitas culinárias que despertam o laço afetivo que temos com a comida. O livro já foi lançado em Curitiba, em evento em abril, na Cinemateca da cidade. Reconhecendo a culinária como parte importante da nossa identidade, o projeto busca relatos de pessoas de diferentes lugares, que se encontram no Hospital Pequeno Príncipe, o maior exclusivamente pediátrico no Brasil que está localizado em Curitiba, Paraná. 
Os relatos para o projeto foram recolhidos junto aos pequenos pacientes, seus familiares e colaboradores do hospital. Eles contaram saborosas histórias que formam a base das pesquisas que dão origem ao livro e ao documentário. O livro é assinado por Elza F. Carneiro e Luciana de Morais, e o documentário tem direção de Luciano Coelho. 
“Dentro do Hospital Pequeno Príncipe encontramos pessoas de todos os cantos do país. As conversas sobre a comida e as lembranças que elas despertam revelam vários aspectos da cultura brasileira. A pesquisa que estamos desenvolvendo busca as receitas que possuem ligação com a memória afetiva dessas pessoas”, aponta Elza F. Carneiro, uma das autoras do livro. Com base nesta proposta, o objetivo do projeto Comida de Afeto é trazer à tona as vivências que fazem com que alguns pratos sejam produzidos, reproduzidos, ressignificados e oferecidos ao outro como parte da essência de cada um de nós. “A comida é um dos suportes da nossa identidade e as panelas, seus cheiros, temperos, ingredientes e formas de cozinhar ficam impregnados em nossa memória. No desenvolver do projeto, a comida foi sempre o fio condutor e a pesquisa revelou diferentes maneiras de ser e perceber o mundo em nosso território”, observa Luciana Morais, cientista social que também assina o livro. 
Além dos relatos das famílias, dos pacientes e dos colaboradores do Pequeno Príncipe, a equipe entrevistou quatro renomados chefs, parceiros da instituição, trazendo também suas lembranças, suas comidas de afeto, suas identidades. São eles: Rodrigo Oliveira, Kátia Barbosa, Claude Troisgros e Laurent Suaudeau. 

SERVIÇO
Lançamento do livro e exibição do documentário Comida de Afeto
24 de maio de 2016, às 19h
Restaurante-teatro Rival
Rua Álvaro Alvim, 33 – Centro
Entrada gratuita

Sobre o Hospital Pequeno Príncipe
Instituição beneficiada pelo projeto Comida de Afeto, o Pequeno Príncipe é o maior hospital de alta e média complexidade exclusivamente pediátrico do Brasil. Destina 70% de sua capacidade de atendimento a crianças e adolescentes provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Realiza aproximadamente 311 mil atendimentos ambulatoriais, mais de 23 mil internações e 20 mil cirurgias. Com cuidado humanizado e integral, presta suporte a quase 13 mil familiares para acompanharem seus filhos – atendidos via SUS – durante a internação. 

Sobre o Projeto Comida de Afeto – lembranças embaladas para viagem via Lei Rouanet
Viabilizado pela  Lei Rouanet, o projeto Comida de Afeto tem como proponente a empresa CGC-CSA Consultoria e Assessoria Ltda. e o Hospital Pequeno Príncipe como instituição beneficiada. A renda arrecadada com a venda dos exemplares será revertida para a instituição. Os patrocinadores do projeto são as empresas Eco Benefícios, Mondeléz Internacional, Marelli Ambientes Racionais, Promob Software Solutions e Irmãos Abage.

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Incluindo: Bares e Restaurantes mais badalados do Rio de Janeiro, Livrarias, Cinemas, Teatros, Universidades, Shoppings, Cafés, Orla e Praias de Copacabana, Ipanema, Leblon... 
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Jozias Benedicto lança pela editora Apicuri o livro Como não aprender a nadar
Obra vencedora do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura reúne 21 contos que têm as piscinas como tema em comum

Medo, desafio, respeito, conforto e superação são algumas das sensações exploradas pelo escritor e artista visual Jozias Benedicto em seu segundo livro, Como não aprender a nadar. A obra, vencedora do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2014, na categoria ficção, será lançada nacionalmente dia 19 de maio pela editora Apicuri. A publicação reúne 21 contos que têm as piscinas como elemento de ligação. Ora as águas são o tema central, ora funcionam como pano de fundo para conflitos humanos.
“A piscina e o nadar apareceram em meus primeiros contos como memórias de infância, e logo se transformaram em metáforas. Uma piscina pode ser um monte de coisas: miniatura do infinito do mar, útero, símbolo de estabilidade, universo desconhecido, túmulo ou pia batismal. Aprender a nadar pode ser um desafio, um sonho cheio de simbolismos, um mergulho interior ou um manter a normalidade”, explica o autor, que na infância teve aulas com a campeã Maria Lenk, a quem dedica o livro, mas não passou das primeiras braçadas.
Com textos escritos entre 2010 e 2014, Como não aprender a nadar tem uma linguagem única, que reproduz o fluxo de consciência dos narradores, o que torna os contos mais reais. “Nunca imaginei meus personagens, desestruturados e em conflitos, utilizando uma pontuação rigorosa, certinha. A fala ignora as convenções, que cria sua nova sintaxe, com pontuação e regras próprias. É um texto sem amarras. Como se saíssemos de uma piscina para nadar no mar aberto”, compara Jozias, que venceu o medo das águas já adulto.
O autor, que em 2013 lançou seu primeiro livro, Estranhas criaturas noturnas, finalista do concurso SESC de Literatura na categoria Contos, também é o responsável pelas imagens da capa e de cada uma das piscinas que iniciam os capítulos. São fotos de seu arquivo pessoal, feitas pelas diversas cidades por onde passou, como Rio de Janeiro, São Paulo, São Luís (onde nasceu), Miami, Trancoso e Paris. Todas foram tratadas num software especial, que transformou-as em Polaroides.
A quarta capa ganhou texto de Luiz Rufatto, de quem o autor foi aluno no Laboratório de Vivência Literária. “Poucos conseguem abrir nossos olhos para um universo que, embora não nos pertença, vincula-nos à Humanidade. Jozias Benedicto alcança este feito nos contos reunidos em Como não aprender a nadar”, elogia. Para epígrafe, o autor selecionou a célebre frase de Franz Kafka, “A Alemanha declarou guerra à Rússia. – À tarde, fui nadar”, publicada em seu diário, em agosto de 1914.
Arte e Literatura sempre caminharam juntas para Jozias Benedicto, que trabalha com palavras e narrativas em mídias alternativas e atualmente está em cartaz na coletiva “Aquilo que nos une”, na Caixa Cultural Rio de Janeiro. “Em 2012 passei a radicalizar esta minha busca por arte, literatura e vida. Fiz uma série extensa de vídeos onde leio meus textos ficcionais, sem efeitos de edição, olho no olho do espectador”, conta o artista, que teve os trabalhos apresentados nas coletivas “Transperformance” e “Videoarte 2013”, com itinerância até Lisboa, e na individual “Ficções:”, na Galeria do Lago do Museu da República.
Sobre o autor – Jozias Benedicto é artista visual e escritor.  Escorpião com ascendente em Peixes, nasceu no Maranhão, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Cursou a pós-graduação Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo, na PUC-RJ, e frequentou o Laboratório de Vivência Literária com Luiz Rufatto entre 2010 e 2014.
Como não aprender a nadar, seu segundo livro, ganhou o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura (2014), na categoria Ficção (Contos). Sua primeira publicação, Estranhas criaturas noturnas, foi finalista do Concurso SESC de Literatura 2012/2013 (Contos). Participou também da antologia Sábado na Estação (2012), todos publicados pela Editora Apicuri.
Como artista visual participou de diversas exposições e salões no Brasil e no Exterior, como a XVI Bienal de São Paulo (1981), e três individuais, a mais recente “Ficções:”, em 2013, na Galeria do Lago do Museu da República. Atualmente está em cartaz na coletiva “Aquilo que nos une”, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro. Desenvolve videoinstalações que misturam literatura (ficção) e artes visuais (vídeo). 

Serviço
Título: Como não aprender a nadar
Editora Apicuri
Autor: Jozias Benedicto
Páginas: 220
ISBN: 978-85-8317-047-1

Preço: R$ 37,00
Diretora editorial: Rosangela Dias
Revisão: William Oliveira
Capa : Clara Silva sobre foto de Jozias Benedicto
Projeto Gráfico: Clara Silva
Imagens da capa, foto do autor e miolo: Jozias Benedicto, da série “Piscinas”

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Raquel Naveira lança antologia poética
Escritora comemora 30 anos de carreira com livro de poesias


A escritora mato-grossense Raquel Naveira desde criança se apaixonou pelas palavras, pela escrita e pelos livros. Fez desse dom um ofício. Aos 58 anos, irá comemorar o lançamento da coleção dos melhores poemas de seus 30 anos de carreira, intitulada “Jardim Fechado – Uma antologia poética”. Editado pela Vidráguas e com apoio da Secretária de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação (Sectei), o livro é dividido em 15 capítulos.
Segundo Naveira, em cada capítulo há uma pequena introdução, informando ainda sobre quais prêmios a obra foi indicada. A autora explica que sempre teve uma relação de amor com a poesia e sempre procurou viver dela.
- Foi uma escolha que sempre busquei e quis. Eu acho que os dons que Deus nos dá são irrenunciáveis. Acredito muito que essa é minha missão - afirma.
Raquel diz que ver seus 30 anos de carreira transformados em um livro é algo único, maravilhoso e indescritível. Ela relata ter percorrido um longo caminho até chegar nesse momento e que o seguiu sempre olhando em frente. A poeta explica também que não vê o material como um ponto final no trabalho. “Eu quero continuar publicando mais e mais poesias”.

Sobre Raquel Naveira:
Nasceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, no dia 23 de setembro de 1957. Formou-se em Direito e em Letras pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB/MS), onde exerceu o magistério superior, desde 1987 até 2006, quando se aposentou e mudou para São Paulo, onde permaneceu por dez anos. Doutora em Língua e Literatura Francesas pela Universidade de Nancy, França. Mestre em Comunicação e Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP. Apresentadora do programa literário “Prosa e Verso” pela TV UCDB (2000-2006) e do “Flores e Livros” pela UP TV e pela ORKUT TV. Pertence à Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, à Academia Cristã de Letras de São Paulo e ao PEN CLUBE DO BRASIL.
É palestrante, dá cursos de Pós-Graduação e oficinas literárias. Escreveu vários livros, entre eles: ABADIA (poemas, editora Imago,1996) e Casa de Tecla (poemas, editora Escrituras, 1999), finalistas do Prêmio Jabuti de Poesia, da CBL.
Os mais recentes são os livros de ensaios “Literatura e Drogas - E Outros Ensaios” (Rio de Janeiro: Nova Razão Cultural, 2007); o de crônicas, “Caminhos de Bicicleta” (São Paulo: Miró, 2010); o de poemas, “Sangue Português: Raízes, Formação E Lusofonia” (São Paulo: Arte&Ciência, 2012); e o de ensaios “Quarto de Artista” (Rio de Janeiro: Íbis Libris, 2013). No gênero infantil escreveu “Guto e Os Bichinhos” 1 e 2 (Campo Grande/MS:Alvorada, 2012) e “Dora, A Menina Escritora” (Campo Grande/MS:Alvorada, 2014).

Contato para adquirir o livro “Jardim Fechado – Uma antologia poética”:  raquelnaveira@gmail.com



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“Redenção pelo Amor” - Nana Pauvolih lança terceiro livro da série de literatura erótica Redenção, na Livraria da Travessa, no Barra Shopping

Com mais de 53 mil exemplares vendidos, cerca de 7 milhões de páginas lidas pela Amazon e um fã clube com 8 mil mulheres que se auto intitulam “nanetes”, a escritora carioca Nana Pauvolih lança, dia 3 de junho, sexta, às 19h, na Livraria Leitura, no Shopping Nova América, e dia 9 de junho , às 19h, na Livraria Nobel, do shopping Jardim Guadalupe o livro “Redenção pelo amor”, último título da série de literatura erótica “Redenção”, da Editora Rocco. O livro conta a história de um bem sucedido empresário, muito ambicioso, que vê sua vida mudar completamente depois de se apaixonar por uma jovem estudante de uma beleza pura e encantadora. A série “Redenção” termina com uma história sexy e eletrizante.
A trilogia, lançada pelo selo Fábrica 321, revela a história de três amigos que desde a infância competiam pelas conquistas amorosas. Com o passar dos anos eles assumiram os negócios de suas famílias e o jogo ficou mais sério. Os dois primeiros livros, “Redenção de um cafajeste” e “Redenção e submissão”, foram um sucesso e venderam mais de 37 mil exemplares, além de cerca de 7 mil e-books.
Graduada em história, Nana abandonou a carreira de 18 anos como professora para se dedicar aos livros e seguir sua verdadeira vocação. A paixão pela leitura começou quando ainda era criança e a curiosidade pelo mundo erótico surgiu depois de ser proibida de ler um livro que achou na estante de casa.
“Sexo sempre foi um assunto que me interessou, nunca entendi porque esse assunto era um tabu e era cercado de tanta curiosidade. Escrever literatura erótica não foi uma escolha, aconteceu”, explica Nana.
Seu primeiro romance foi escrito aos 11 anos e desde então não parou. As dezenas de contos, textos e livros ficaram escondidos do grande público até 2011 quando Nana começou a publicar trechos de suas obras em um site de leitura na internet e passou a divulgar também em redes sociais. Suas personagens muito próximas da cultura brasileira, e que descrevem a realidade da vida das leitoras, logo fizeram sucesso e, em 2012, a autora, lançou seu primeiro título, em versão impressa, por uma editora tradicional. “A coleira” vendeu cerca de 5 mil exemplares físicos mesmo depois de já ter sido publicado na internet.
Depois do sucesso da primeira experiência Nana partiu para uma nova empreitada, agora, como escritora independente resolveu lançar seus livros em formato de e-books, pelo site da Amazon, onde coleciona 19 títulos publicados e foi eleita como autora best-seller em 2015, mesmo ano em que lançou a trilogia “Redenção” pela Editora Rocco.
Se dedicando integralmente a sua opção pela carreira como escritora, Nana Pauvolih não pretende mais abandonar suas leitoras e promete mais histórias para inspirar.
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Av. Pastor Martin Luther King Junior, 126 - Loja 109 - Del Castilho, Rio de Janeiro – RJ

Telefone:(21) 2583-1689

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“Senhoras do Calendário 2016” chega à 10ª edição relembrando brincadeiras de criança.


“A internet é primordial nos dias de hoje, não consigo me ver sem ela, mas nos foi tirado à inocência da infância, o convívio social de brincar com outras crianças, de se machucar na rua, de subir em árvores. Tudo é pela internet e elas acabam ficando muito solitárias. Minha intenção foi recordar a infância maravilhosa que tivemos onde as mínimas coisas, as mais simples, nos faziam felizes.”, destaca Eduardo Araúju, que convida a todos a voltarem a ser crianças. 

Sempre com temas inovadores, o projeto social chamou atenção este ano ao trazer as modelos, formadas no curso ministrado por Araúju, nuas nas suas páginas. Esse era um desejo antigo do produtor, que se inspirou na comédia britânica Garotas do Calendário, lançado em 2003. “Como o calendário das garotas inglesas é nú, eu queria fazer igual. Mas como as modelos ficavam tímidas de fotografarem nuas, foi preciso criar uma relação de credibilidade e confiança.”, revela. Para 2016, Eduardo Araúju relembra momentos mágicos da infância trazendo brincadeiras infantis clássicas representadas por 14 lindas mulheres da melhor idade.   

Gracinda da Silva Senna, de 67 anos, estampa a capa e a bela gaúcha Marilice Carrer, de 56, é a madrinha deste ano. Os clicks ficaram por conta dos fotógrafos Gal Oliveira e Filipe Menegoy. Antonio Monteyro e Dejair Gomes cuidaram do visagismo. O figurino de Carol Vieira fizeram nossas modelos voltarem à infância e Pablo Carranza é mestre na arte do cartum. Tudo isso com co-produção de Vida Pinheiro. A idealização e produção geral são assinadas por Eduardo Araújo.

Todo o trabalho é dedicado ao Projeto Circulando, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social da Prefeitura do Rio de Janeiro, onde crianças, adolescentes, adultos e idosos, em situação de vulnerabilidade social, são acolhidos nas unidades de reinserção social da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS). 

O Circulando e as Senhoras do Calendário estão em uma parceria de sucesso desde 2014, em que foram homenageados os idosos acolhidos, e neste ano, as crianças que participam do projeto serão contempladas.     

Ficha Técnica:   Fotografia: Gal Oliveira e Filipe Menegoy    
Edição de Imagem e Design: Matheus Augusto  
Visagismo: Antonio Monteyro e Dejair Gomes   
Figurino: Carol Vieira   
Arte do Cartum: Pablo Carranza   
Produção Geral: Eduardo Araúju   
Co-produção: Vida Pinheiro e idealização.

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''Dormindo no verbo'' 

Livro defende a importância das palavras


A palavra ultrapassa o que é usual, trivial e cotidiano. É o que defende a escritora carioca Alexandra Vieira de Almeida em seu novo livro de poemas intitulado “Dormindo no verbo”. Lançado pela editora Penalux e composto por 67 poesias, a obra pretende mostrar a importância da percepção da palavra na construção de tudo que nos cerca.

Segundo a poetisa, o seu trabalho une o intelectivo e o linguístico num só canal. O livro transmite ao leitor a imagem de que o verbo, ou seja, a ação, é muito valioso para a recriação do mundo.

Ela explica ainda que seus versos circulam por vários momentos de sua história, apresentando o universo da linguagem como expressão da vida, não no sentido simples apenas, mas com muita complexidade. “‘Dormir no verbo’ é trazer aquilo que está adormecido, no nosso interior, para o mundo, esclarecendo através da palavra”.

- Minha inspiração vem fora do texto, como minha experiência de vida e dentro da própria literatura, a partir de influências de outros autores, como, por exemplo, Arthur Rimbaud, Murilo Mendes dentre outros. No entanto, procuro ter o meu próprio estilo, criando algo diferente, que manifeste mais a influência de minha interioridade – ilustra.

O gosto pela leitura vem desde criança. Aos 10 anos de idade já começava a lançar seus pensamentos verbalizados no papel. Ela conta que sua mãe foi a maior incentivadora nesse aspecto. “A leitura representa a minha doação para os outros. É uma necessidade para mim. Com ela, aprimoro meu estilo, mas também lapido meu ser”.

Ficha técnica: Dormindo no verbo (2016)
Editora: Penalux
Tamanho: 21 cm
Páginas: 130
Preço: R$ 34,00

Sobre a autora:

Alexandra Vieira de Almeida é poeta, contista, cronista, resenhista e ensaísta. É Doutora em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Trabalha como professora na Secretaria de Estado de Educação e tutora de ensino superior a distância na Universidade Federal Fluminense (UFF). É ainda membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni, em Minas Gerais. Também foi aprovada por unanimidade pelos Dirigentes da Litteraria Academiae Lima Barreto para o recebimento do Diploma de Distinção Literária, laurel máximo desta instituição. Após esta distinção máxima lhe foi conferido o título de Acadêmica Honorária desta Academia. Além de Dormindo no Verbo tem mais quatro livros publicados, sendo quatro de poesia e um de ensaio. Tem poemas traduzidos para o espanhol, inglês, holandês e chinês. Ganhou alguns prêmios literários. Publica suas poesias em antologias, revistas, jornais e alternativos por todo o Brasil e também no exterior.

Tem um blog de literatura que atualiza constantemente.

Loja virtual:


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4 X João Bethencourt - Homenagem ao dramaturgo e diretor

JOÃO BETHENCOURT

Ao longo de cinquenta anos de carreira, tendo escrito praticamente uma peça por ano, João Bethencourt estreia profissionalmente no teatro no final dos anos 1950, depois de ter concluído o curso de Mestrado em dramaturgia na Universidade de Yale em Nova York. O artista passou, portanto, pela geração do triunfo do autor, entrou pela época de teatro de grupo, viu nascerem as peças de protestos e as criações coletivas dos anos 1970. Depois acompanhou a valorização do encenador e também o teatro besteirol. Isso tudo, porém, mantendo suas convicções e criando seu próprio estilo baseado numa comédia com sólida carpintaria teatral, tramas bem urdidas, mas dando espaço aos seus atores para burilar o texto a partir da relação com o público, parte essencial de sua obra.

Ele era um autor que escrevia em função da encenação, sempre buscando a melhor maneira de se comunicar com a plateia. Ao longo de sua carreira, João Bethencourt, formou um “time de comediantes” que compreendiam a linguagem por ele desenvolvida em prol do humor, como por exemplo: Jorge Dória; Eva Tudor; Miltom Moraes; Miltom Carneiro; Sueli Franco, André Villon; além de inúmeros outros.

Dentre suas peças de maior sucesso estão: Bonifácio Bilhões; Tem um psicanalista na nossa cama; A venerável Madame Goneau, O dia em que raptaram o Papa. Tanto Bonifácio Bilhões mas, principalmente, O dia em que raptaram o Papa, foram montadas em diversos países da Europa, incluindo Alemanha; Áustria; Suíça; França; Bélgica; Espanha; Itália.

Artista exigente e disciplinado consigo e com seus companheiros de labuta, escreveu até quase o último dia de vida em 31 de dezembro de 2006, somando mais de cinquenta peças de teatro, além de dois livros, artigos e crônicas para Revista Senhor, entre outras.

Foi através do teatro que ele pode dar forma a um talento de infância: fazer as pessoas rirem. Tal desejo de humor era tão intenso que já muito mal, às vésperas de seu falecimento, ao sair deitado na maca da ambulância que o transferia para um segundo hospital, olhou para sua esposa, minha mãe, e disse: “Margot! Essa classe executiva não estava muito boa”.

Cristina Bethencourt.


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CASA DA GÁVEA
PRAÇA SANTOS DUMONT, 116 GÁVEA

INFORMAÇÕES TEL (21) 2239-3511

Horário: 21h
Entrada: FRANCA ( distribuição de senha à partir das 19h)
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9/5 - A Ovelha Rebelde

Direção: Cristina Bethencourt
Elenco:  Gustavo Ottoni
               Marcia do Valle e
               Nilvan Santos



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Funarte lança livro Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil
Obra de Diego Molina mergulha no legado de Paschoal Carlos Magno, um dos maiores animadores culturais do país no século XX


Um palco pequeno, plateia de 100 lugares, sem bilheteria: um teatro em Santa Teresa, bairro boêmio carioca. Assim era, nos anos 1950, o Teatro Duse, o primeiro teatro-laboratório do Brasil, fruto da ousadia do escritor, diplomata, crítico, diretor, animador cultural e, acima de tudo, incentivador das artes e da cultura Paschoal Carlos Magno (1906-1980). Foi sobre esse projeto revelador de atores, autores, diretores e cenógrafos das artes cênicas que se debruçou o dramaturgo, diretor teatral, ator e professor Diego Molina para escrever Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil, editado pela Fundação Nacional de Artes – Funarte, que será lançado no dia 17 de maio, terça-feira, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo (Rua Voluntários da Pátria, 97), no Rio.

Entre atuar, dirigir e lecionar, Diego Molina cursou mestrado na UniRio e mergulhou no legado de Paschoal Carlos Magno: um acervo inédito com mais de 25 mil documentos. Foram anos de trabalho – entre pesquisa, entrevistas, redação e revisão. O livro é resultado de uma dissertação de mestrado defendida no Centro de Letras e Artes da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (CLA - Unirio) em agosto de 2009, sob a orientação da Professora Dra. Tania Brandão. Anos depois da conclusão da obra, para a sua publicação, o autor fez algumas pequenas modificações no texto – sobretudo atualizando as informações da pesquisa e tirando um pouco do academicismo do texto, para permitir uma leitura mais leve e prazerosa.

A obra parte do acervo pessoal de Paschoal Carlos Magno (Centro de documentação da Funarte), com foco principal no Teatro Duse, criado pelo fundador para ser um espaço de atuação e experimentação teatral – com destaque para a sua Escola de Arte Dramática. Diego Molina analisou também os espetáculos que compunham o Festival do Autor Novo e o diálogo sobre a questão da dramaturgia nacional da década de 1950. O livro é fruto da admiração do autor por Magno: “Ele não é muito conhecido hoje em dia. Morreu em 1980 e, de 1930 até sua morte, foi um dos principais nomes da cultura brasileira”.

O autor entrevistou personalidades ligadas às artes cênicas, caso da saudosa crítica teatral Bárbara Heliodora, e talentos revelados no Teatro Duse, como os atores Othon Bastos, Agildo Ribeiro e Maria Pompeu. Aliás, foram muitos artistas que surgiram ou passaram pelo Teatro Duse, a exemplo dos autores Antonio Callado, Rachel de Queiroz, Hermilo Borba Filho, Francisco Pereira da Silva e Aldo Cavet – que participaram do Festival do Autor – e dos atores Glauce Rocha, Tereza Raquel, Sebastião Vasconcelos, Consuelo Leandro e Joel Barcelos.

Construído na própria residência de Paschoal, o Teatro Duse foi batizado com esse nome em homenagem à reconhecida atriz italiana Eleonora Duse, admirada pelo agitador cultural. O autor de teatro e roteirista Bosco Brasil, que assina o prefácio do livro, explica a relação de Magno com a atriz: “Ouso chamar a própria Eleonora Duse em meu auxílio. Seu nome e de Paschoal Carlos Magno estarão inquebrantavelmente ligados para sempre em nossas mentes”. O dramaturgo lembra que os dois nunca se conheceram e que Paschoal nem sequer viu a artista no palco. Mas explica que a veneração do incitador das artes pela atriz era fervorosa e herdada pelo pai dele, um sensível italiano.


Sobre o autor:
Diego Molina
Dramaturgo, roteirista, diretor, ator, professor e cenógrafo, Diego Molina é formado em Direção Teatral e Mestre em Teatro pela UniRio. Entre seus principais trabalhos como autor: Pequenos poderes, Os Trabalhadores do mar (adaptação da obra de Victor Hugo), O Espião que nós amamos (com Bosco Brasil); Woody Allen não se encontra; Ninguém mais vai ser bonzinho; A menina do kung fu; Fabulamente; além de diversos esquetes escritos também para o coletivo Clube da Cena e para o site Drama Diário. É o criador do livro Cena impressa. Ganhou o Prêmio Shell 2012 na categoria especial, com a Cia. Alfândega 88, pela ocupação e revitalização do Teatro Serrador, no Rio de Janeiro. Foi indicado ao Prêmio Faz Diferença 2010 pelo trabalho em favor da inclusão, com o grupo Os Inclusos e Os Sisos. Dirigiu e/ou assinou a cenografia de espetáculos como: Radiofonias Brasileiras, musical de Bosco Brasil (direção); War, de Renata Mizrahi (direção e cenografia); Bette Davis e a máquina de Coca-Cola, de Jô Bilac e Renata Mizrahi (direção e cenário); Joaquim e as estrelas, de Renata Mizrahi (direção); Os Trabalhadores do mar (direção e cenário indicados ao Prêmio Questão de Crítica 2013); e Sarau das putas (cenário), direção de Ivan Sugahara.

Deu aulas de dramaturgia na Sociedade Brasileira de Autores – SBAT, na PUC-Rio, na Biblioteca Parque Estadual, no Teatro Serrador e em diversas unidades do SESC. Foi colaborador de Bosco Brasil em diversos projetos de televisão e cinema, com destaque para o longa-metragem Floresta profunda, e os especiais de fim de ano da Record Noite de arrepiar e Casamento blindado. Atualmente, é autor roteirista do programa Zorra, da TV Globo, e jurado do Prêmio Zilka Salaberry de teatro infantil. Publicará, no segundo semestre, o segundo volume da coleção Cena Impressa – Teatro em parceria.

Serviço

Lançamento do Livro Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil, de Diego Molina, editado pela Funarte
Data: 17 de maio – terça-feira, às 19h
Lançamento: Dia 17 de maio de 2016, terça-feira, às 19h
Livraria da Travessa - Botafogo
R. Voluntários da Pátria, 97 - Botafogo, Rio de Janeiro – RJ
Páginas: 239
Preço: R$ 40

Aquisição do livro:

Rio de Janeiro (RJ)

Livraria Mário de Andrade 
Funarte – Rua da Imprensa 16
Centro

Livraria da Travessa
Rua Voluntários da Pátria, 97
Botafogo

A compra também pode ser solicitada através do e-mail:
livraria@funarte.gov.br

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