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Espetáculos em Cartaz no Rio de Janeiro

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - Produção e Promoções de Eventos Culturais agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj

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Drama histórico de Alcione Araújo, “Nem mesmo todo o oceano” faz curta temporada no Espaço Furnas Cultural
Montagem da Cia OmondÉ confronta o passado e o presente do Brasil, levantando questões de ética e valores morais

Leonardo Bricio protagoniza thriller contemporâneo baseado em romance histórico de Alcione Araújo
Peça volta ao Rio, de 19 a 27 de agosto, no Espaço Furnas Cultural, com ingressos grátis

Os instantes que antecederam o golpe militar no Brasil e os primeiros momentos de repressão estruturam o espetáculo “Nem mesmo todo o oceano”. Protagonizado pelo ator Leonardo Bricio, a montagem resulta da adaptação que a premiada diretora Inez Viana fez em 2013 do romance homônimo do escritor, dramaturgo e pensador Alcione Araújo. As apresentações de “Nem mesmo todo o oceano” no Espaço Furnas Cultural, acontecem em 4 únicas apresentações, nos dias 19, 20, 26 e 27 de agosto, sábado às 20h e domingo às 19h, com ingressos grátis, distribuídos na bilheteria 1 hora antes.

O espetáculo levanta questões de ética e valores morais, contando a história fictícia de um médico recém-formado. O público conhece a difícil infância de menino pobre Janeiro, as decepções amorosas, as frustrações existenciais, a difícil sobrevivência em meio às feras do asfalto selvagem, enfatizando sobretudo o seu processo de perversão espiritual. A montagem é um thriller contemporâneo dentro de um romance histórico.

Na peça, fatos reais se misturam à ficção, trazendo ao espectador imediata identificação de uma das mais agravantes e dolorosas épocas do nosso país, a era da inocência perdida. A esse respeito a diretora Inez Viana comenta: “É a história de tantos brasileiros. Gente que se formou, mas não tinha nenhuma cultura geral. Um alienado. Você não pode estar desconectado da vida política de seu país. Ele (o médico da peça) chegou aonde chegou, por conta de sua alienação.” Inez conclui com uma reflexão: “É impressionante como essa peça, que fala dos anos de chumbo, acontece em ocasiões críticas do país: estreamos em agosto de 2013, no meio das manifestações contra o aumento das passagens de ônibus, e meio ano antes de se completar os 50 anos da ditadura militar. Fizemos depois várias temporadas e agora voltamos com ela no momento em que nossa democracia está ameaçada. No mínimo, simbólico.”

Na encenação, os atores Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell, intercalam-se nos diversos personagens da trama, trajam figurino simples porém elegante, e atuam com a liberdade do espaço vazio (não há cenário). Com isso a diretora privilegia o ator, colocando-o como centro do espetáculo, valorizando o jogo teatral e a imaginação do espectador.

A estreia nacional de “Nem mesmo todo o oceano” aconteceu em 2013, na Arena do Espaço Sesc, Rio de Janeiro. A peça cumpriu outras temporadas de sucesso no Rio, nos teatros Glaucio Gill, Alcione Araújo e Caixa Cultural, passou pelo Galpão Gamboa e fez o circuito de 14 Lonas Culturais Municipais pela periferia da cidade. Em circulação pelo Brasil, fez o Circuito Sesc do Cariri (Juazeiro do Norte, Iguatu e Crato), se apresentou em temporadas em Campina Grande, Belo Horizonte, Fortaleza, Passo Fundo, Lajeado, Pelotas, Recife, Salvador e participou da programação oficial do Festival de Curitiba. Sendo indicada aos prêmios APTR de Melhor Produção e Questão de Crítica de Melhor Direção e Melhor Trilha Sonora.

Ficha Técnica
Autor: Alcione Araújo
Adaptação e Direção: Inez Viana
Direção de Produção: Claudia Marques
Elenco: Cia OmondÉ – Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell
Iluminação: Renato Machado
Direção Musical: Marcelo Alonso Neves
Figurino: Flávio Souza
Consultoria Dramatúrgica: Pedro Kosovski
Assistentes de Direção: Carolina Pismel, Debora Lamm e Juliane Bodini
Programação Visual: Dulce Lobo
Assessoria de Imprensa: Ney Motta

 “Nem mesmo todo o oceano”
Autor: Alcione Araújo
Adaptação e Direção: Inez Viana
Direção de Produção: Claudia Marques
Elenco: Cia OmondÉ / Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell
Sinopse: Thriller contemporâneo que conta os instantes que antecederam o golpe militar no Brasil e os primeiros momentos da repressão, enfatizando o processo de perversão espiritual do ser humano.
Local: Espaço Cultural Furnas. Rua Real Grandeza, 219, Botafogo (tel. 2528-5166)
Únicas apresentações: 19, 20, 26 e 27 de agosto, sábado às 20h e domingo às 19h.
Ingressos: GRÁTIS, com distribuição na bilheteria 1 hora antes.
Capacidade de público: 170 lugares
Classificação: 16 anos.
Duração: 80 minutos
Trailer do espetáculo: http://vimeo.com/73329373  

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Espetáculo "Diário"

O espetáculo “Diário” é uma adaptação livre do conto O Diário de um Louco, do escritor russo Nicolai Gogol, que traz ao público uma reflexão sobre a loucura abordando conceitos e situações baseadas em fatos reais aproximando o espectador da realidade de um doente mental, repensando assim, a situação do mesmo como cidadão.

Mostra-se o extremo entre a lucidez e os nossos delírios através das situações que a nossa personagem está inserida. O ser humano é colocado em questão. Através de uma personagem esquizofrênica tenta-se externar o que há de mais profundo em cada um, o que há escondido e que deve ser exposto e qual o nosso limite para ultrapassar a sanidade que a sociedade nos impõe.


Serviço

Diário

Dias: 19 e 26 (sábados) de agosto Horário: 20h

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada)

Lista amiga: R$ 10,00 reais (enviar e-mail com o(s) nome(s) para ciablacktie@gmail.com)

Local: Escola Fábrica Oficina Social de Teatro

Rua Saldanha Marinho, 14, Centro - Niterói

Faixa Etária: 12 anos

Informações: 2721-0468

Realização: Cia Black-tie

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“Cama de gato”, de Max Mendes, estreia dia 10 de agosto, 22h30, na Sala Baden Powell, Copacabana. 

Com direção de Marcelo Gonçalves e Marcelo Dias, trama aborda aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor capaz de quebrar barreira.

O drama “Cama de gato”, escrito por Max Mendes e dirigido por Marcello Gonçalves e Marcelo Dias, ESTREIA dia 10 de agosto na Sala Baden Powell, Copacabana, zona sul carioca.

Montagem estrelada pelos atores Fabrício Portela, Fernando Dolabella, Felipe Freitas, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Tiago Homci, Thiago Tenório, e a DJ Cacá Werneck, ficará em cartaz às  quintas e sextas-feiras, às 22h30, até dia 1º de setembro.


A peça conta a história da aproximação entre três garotos de programa com uma misteriosa e elegante travesti, chamada Lois Lane. Ela aparece na vida de Mike, Biel e Bruno para quebrar preconceitos. A narrativa é costurada por músicas e debates sobre aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e  amor. "Cama de gato" fala de amor. Amor capaz de quebrar barreiras. Amor capaz de transformações.

“Observo que cada vez mais estamos nos tratando como coisas, que são descartáveis, rotuladas, comercializadas e julgadas. Escrevi esse texto para nos enxergarmos como gente. Gente que se forma na diferença, que tem sentimentos diversos e deve ser respeitada. A intolerância, a homofobia, os assassinatos e  a discriminação contra gays, lésbicas, travestis, transexuais e transgêneros se tornaram assustadores. Não devemos alimentar o ódio.” Max Mendes

SINOPSE SUGERIDA – Aproximação de uma travesti e três garotos de programa faz com que eles vejam o ser humano com outro olhar.

FICHA TÉCNICA
Texto: Max Mendes
Direção: Marcello Gonçalves e Marcelo Dias
Elenco: Fabrício Portela, Fernando Dolabella, Felipe Freitas, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Thiago Tenório, Tiago Homci, e a DJ Cacá Werneck.
Assistente de direção: Fernanda Bontempo
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Realização: Marias Produções Artísticas
Cenografia: Marcelo Dias
Figurino: Gebran Smera
Visagismo: Del Cascardi
Iluminação: Felipe Lourenço
Direção de Movimento: Márcio Vieira
Produção Executiva: Cleber Sillva

 SERVIÇO
Temporada: De 10 de agosto até 01 de setembro
Horários: Quintas e sextas, às 22h30
Local: Sala Municipal Baden Powell
Capacidade: 469 lugares
Endereço: Av. Nossa Srª de Copacabana, 360/ Copacabana
Preço: R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (meia)
Duração: 80 minutos
Classificação: 16 anos
Gênero: Drama

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Espetáculo "PAI"
De Adriana Falcão e Luiz Estellita Lins
Direção Cássia Villasbôas
Com Ivan Mendes e Daniela Carmona
Estreia 11 de agosto na Arena do Sesc Copacabana




Na montagem de 'PAI'. novo texto de Adriana Falcão e do filósofo Luiz Estelita Lins, loucura e sanidade, conceitos tecidos pelo filósofo Gilles Deleuze e pelo psicanalista Felix Gattari, trazem à tona as experiências de um louco que acredita que é Jesus Cristo em sua última hora de vida, quando encontra personagens bíblicos para uma reflexão.

A prosa poética de Adriana e a filosofia cotidiana de Luiz Estellita, se encontram novamente numa obra provocante, capaz de encantar e desafiar o público com um questionamento sobre o sentido da vida para além dos sucessos e fracassos cotidianos, numa era em que o imediatismo parece devorar valores como a ética, o bom senso e o próprio espírito.

Encenado pelo jovem ator Ivan Mendes ao lado da artista gaúcha multifacetada Daniela Carmona,  o espetáculo marca a estreia de Cássia Villabôas assinando a sua primeira direção artística.  Com uma trajetória consolidada como produtora teatral, estando à frente de grandes projetos através da NOVE Produções Culturais, esse trabalho é a terceira parceria de Cássia com os autores Adriana Falcão  e Luiz Estellita Lins.

Para completar o time criativo o espetáculo conta ainda com a assinatura de Ronald Teixeira na direção de arte,  direção de movimento de Raquel Karro, iluminação de Renato Machado, cenário e figurinos de Ronald Teixeira e Guilherme Reis, adereços de Maria Adélia, sonoplastia de Renato Ollé e concepção gráfica de Studio Quarto 315.

Em um lugar simbólico, no qual este personagem se idealiza, o nosso Jesus, aos trinta e três anos de uma vida intensa, se vê confrontado com os mais agudos sofrimentos da natureza humana, a traição e o abandono. Afirmando que lhe resta apenas uma hora antes que seu destino seja cumprido, o personagem se revolta contra uma espécie de armadilha em que acredita ter sido envolvido. Aquele a quem chamava de “Pai”, um ente todo-poderoso  capaz de lhe conferir poderes sobrenaturais e divinatórios, agora lhe cobra a própria vida, submetendo-o a uma condenação injusta, à execração pública e, por fim, à crucificação.

Entre o delírio e a metáfora, o louco será visitado por diversos personagens de sua fantasia e viverá o dilema de encarar o seu destino ou fugir dele. Ao mesmo tempo que pavimentam o arco dramático, a jornada em busca do “Pai” e do sentido para a vida e para  a morte, os outros personagens da estória - vividos por uma mesma atriz - abrem saídas e possibilidades que resgatam o sentido da esperança e da realização, através da palavra, da música, do contato. Para Deleuze e Gattari, sanidade não é normalidade, e sim, a diferença individual vivida de maneira plena e libertadora.

FICHA TÉCNICA
Texto – Adriana Falcão & Luiz Estellita Lins
Elenco – Ivan Mendes e Daniela Carmona
Direção – Cássia Villasbôas
Direção de Movimento – Raquel Karro
Direção de Arte – Ronald Teixeira
Iluminação –  Renato Machado
Cenografia e Figurinos – Ronald Teixeira e Guilherme Reis
Adereços e Objetos de Cena -  Maria Adélia
Confecção de Figurinos: Guilherme Reis
Preparação Vocal – Silvana Stein
Preparação Vocal “Help” -  Julie Wein
Sonoplastia -  Renato Ollé
Engenharia de Som - Cláudio Fonseca & OPSOM
Fotos -  Nil Caniné
Designer Gráfico -  Quarto 315 / Studio Criativo
Cinegrafista Making Of - Fernando Deslandes
Assistente Making Of - Irwin Fiuza
Opeador de Luz – Kelson Santos
Operador de Som -  Gabriel Leporage
Diretor de Palco -  Ricardo Silva
Direção de Produção - Cássia Villasbôas
Produção Executiva - Mayara Maia
Assessoria Jurídica - Jonas Vilasbôas
Assessoria de Imprensa - Luiz Menna Barreto
Realização -  NOVE PRODUÇÕES Culturais

 SERVIÇO
Datas: de 11 de agosto a 03 de setembro
Horários:  sextas e sábados 20h30  I domingo 19h
Local:  Arena do Sesc do Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro - RJ
Informações: (21) 2547-0156
Ingressos: R$ 6 (associado do Sesc), R$ 12 (meia), R$ 25 (inteira)

Bilheteria - Horário de funcionamento: Segundas - de 9h às 16h; Terça a Sexta - de 9h às 21h;
Sábados - de 13h às 21h; Domingos – de 13h às 20h.
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 1h10
Lotação: 250 lugares
Gênero: Comédia Dramática

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Teatro Inominável estreia a peça “poderosa vida não 
orgânica que escapa”, sobre um edifício no centro de 
uma grande cidade que resolve desabar 
Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) apresenta a temporada de estreia 
que vai de 04 de agosto a 24 de setembro de 2017 


Com oito anos de existência e trabalho continuado no Rio de Janeiro, a companhia 
carioca Teatro Inominável, com direção artística e de produção de Diogo Liberano,
apresenta a temporada de estreia de sua sétima criação, o espetáculo poderosa vida
não orgânica que escapa, com dramaturgia de Liberano e direção de Thaís Barros.
Durante oito semanas, de 04 de agosto a 24 de setembro de 2017, sempre de sexta a 
domingo às 19h, o Centro Cultural Justiça Federal recebe em seu palco esta nova criação que buscou na linguagem das histórias em quadrinho o seu estopim criativo. 
O espetáculo estreou em novembro de 2016 integrando a XVI Mostra de Teatro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e concluindo a formação da diretora Thaís Barros em Artes Cê- 
nicas: Direção Teatral – Foto de Thaís Grechi. 
Criada pelo renomado quadrinista americano Will Eisner, a graphic novel “O Edifício” (1987) inspirou a criação do Inominável ao apresentar a vida melancólica e solitária de 
pessoas que frequentavam um mesmo edifício numa grande cidade. A partir dessa referência, poderosa vida não orgânica que escapa apresenta um pequeno e velho edifício de três andares no centro de uma grande cidade. É “ele” o protagonista da 
 história apresentada, “aquele” que vê, sente e ouve tudo o que acontece em seus interiores e também em seu exterior. É a partir dessa “sensibilidade” do edifício que, num dia, ele vem ao chão, decidindo desabar e levando consigo seus três moradores. 
Criada originalmente por Diogo Liberano, indicado aos prêmios Cesgranrio e Shell em 2015 pela dramaturgia da performance “O Narrador” (criação anterior do Teatro Inominável), a dramaturgia de poderosa vida não orgânica que escapa busca ressaltar 
outros tipos de vida que não apenas a humana. Para isso, aposta no ponto de vista de um pequeno edifício que, num dado momento, se revela perplexo frente aos vícios e fraquezas do ser humano. A iluminação de Diogo Liberano e Thaís Barros, essencialmente feita através do uso de lanter- nas, amplia pequenos objetos que, através da sombra, ganham uma dimensão maior – Foto de Thaís Grechi. 
Em sala de ensaio, a diretora Thaís Barros investigou, junto ao elenco e à equipe de criação, maneiras diversas de transpor a linguagem dos quadrinhos para a cena teatral. Nas palavras dela: “A linguagem dos quadrinhos sempre me entusiasmou principalmente por imergir o leitor no universo particular de cada narrativa e ao mesmo 
tempo fazer com que sua própria imaginação complete todas as lacunas que ficaram em branco. É longe de ser uma história com figuras”. Assim, encontrou-se uma encenação em que o espaço vazio do palco vai sendo, progressivamente, preenchido pelo jogo de deslocamentos e trajetórias dos três atores (André Locatelli, Diogo Liberano e Livs Ataíde), pela composição de luzes e sombras e, sobretudo, pela atmosfera musical composta originalmente por Rodrigo Marçal, importante colaborador do Teatro Inominável. Nas palavras do dramaturgo Diogo Liberano, em poderosa vida não orgânica que escapa “fazemos uma crítica à condição humana que segue rendida por posturas carregadas de culpa, egoísmo e intolerância. Diante dessas posturas, pensa o edifício, 
seria melhor deixar de ser, não? O gesto deliberado de vir ao chão – tomado pelo edifício – manifesta não uma desistência na raça humana, mas um chamar de atenção para os rumos que a humanidade, na contemporaneidade, parece estar tomando”. 
No elenco da temporada de estreia no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF): André Locatelli, Diogo Liberano e Livs Ataíde – Foto de Thaís Grechi. Além do dramaturgo Diogo Liberano e da diretora Thaís Barros, outros integrantes do Teatro Inominável marcam forte presença nessa nova criação. Andrêas Gatto, Gun- 


nar Borges e Márcio Machado assinam a direção de movimento do espetáculo. Juntos, eles investem num trabalho que busca nas oposições corporais e no jogo entre equilíbrio e desequilíbrio um modo criativo e expressivo de manifestar no corpo dos 
atores-personagens a instabilidade do edifício prestes a ruir. 
A produção do espetáculo também é assinada por outra integrante da companhia, Clarissa Menezes, reforçando o trabalho coletivo e autoral do Inominável. Para ela: "Trabalhar com arte e estar em cartaz com uma peça teatral hoje em dia é um ato de 
resistência e também de insistência. Quando tudo parece desmoronar e, de fato, desmorona, escolhemos criar como um modo de responder e enfrentar esses tempos difíceis em que vivemos".

 Ações complementares à temporada da peça
Nada brilha sem o sentido da participação
Ação artística literária-dançada a partir do poema
"Conversa com a Pedra" de Wislawa Szymborska
Criação e performance: Gunnar Borges
De 05 de agosto a 23 de setembro de 2017
Sábados às 18h30 no hall de entrada do CCJF
Duração: 15 minutos | Entrada Gratuita
Quanto vale 1 corpo?
Performance criada a partir do espetáculo "Concreto Armado" do Inominável, traz à
tona restos, ruínas e ruídos desta criação da companhia que insiste em se manter viva
Criação e performance: Laura Nielsen
De 06 a 27 de agosto de 2017
Domingos às 18h30 no hall de entrada do teatro do CCJF
Duração: 15 minutos | Entrada Gratuita

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Dani Night: Solteira, Procura – Versão Pocket Bar
Uma comédia nordestina sobre o universo feminino

Danielle é uma personagem interpretada pela atriz e também autora cearense Michelle Ferrúcio. Uma mulher decidida, corajosa, sensual e sem papas na língua. Uma personalidade forte que aos 37 anos decide que precisa se casar e ter alguém para chamar de seu. Assim, deixa de lado as noites de farra com as amigas que lhe renderam o apelido de Dani Night.

- Dani Night é uma mulher desesperada para casar. Preparando-se para um novo encontro, entre remédios e bebidas, ela revela suas histórias eletrizantes em busca desse homem ideal - conta a atriz, que está em turnê há três anos em várias cidades do norte e nordeste do Brasil e agora no Rio de Janeiro.

Sozinha em cena, Michelle Ferrúcio relata as frustradas e divertidas tentativas de Dani Night para encontrar um marido. Uma identificação direta com publico feminino e gay. Os homens se divertem também, pois assim percebem o que se passa na mente feminina. A interação com a plateia faz o espetáculo se tornar único a cada sessão. Dani Night está decidida que este será o encontro de sua vida e não pretende colocar tudo a perder.

- A peça é bem cosmopolita do nordeste. Eu trouxe o sotaque e a mulher arretada! O texto cria uma rápida identificação com o público em geral. Sempre há alguém que já fez as loucuras da personagem e que vive o dilema de não ter encontrado o seu grande amor” - destaca Michelle.


Dicas e histórias de uma mulher moderna e sem papas na língua.

Em cartaz há três anos o espetáculo já foi assistido no norte e nordeste do Brasil e agora está em turnê pelo Rio de Janeiro.


Dicas da autora e atriz Michelle Ferrúcio, com um pouquinho de Dani Night.


O chá de Santo Antônio: como toda solteira, a personagem é devota de Santo Antônio. E fala sobre o ritual do famoso chá, que é oferecido antes da peça. Ele veio do interior do Ceará, mais precisamente da cidade de Barbalha. Lá a devoção é tão intensa. Tem até festa dedicada ao santo no mês de junho, com cortejo pelas ruas. Na ocasião, uma árvore, conhecida como pau de Santo Antônio, é carregada por peregrinos até a frente da Igreja

Matriz. As mulheres solteiras começam então a tirar lascas dele para fazerem o chá, em busca do tão esperado casamento. Há vários relatos de milagres do santo casamenteiro. A devoção só aumenta e milhares de pessoas solteiras relatam suas histórias de amor graças à bebida.

Conhecendo um pretendente: hoje em dia, as pessoas recorrem muito às mídias sociais, além dos aplicativos de encontros, para encontrar alguém. Ali podemos descobrir um pouco mais das pessoas em um clique, além de possibilitar conhecer e marcar encontros com pessoas legais, que você jamais conheceria por não fazer parte do seu convívio social. Nunca fique somente ali, pois os relacionamentos têm que ter vida fora da web e isso que é o legal no final das contas.

Ficha Técnica:
Texto e atuação: Michelle Ferrúcio
Direção: Areias Herbert
Vozes em off: Sergio Menezes, Keylla Milanez , Areias Herbert e Eduardo Fraga
Cenário: Carol Gomes e Areias Herbert
Iluminação: Cláudio Duren
Produção Executiva : Michelle Ferrúcio
Coordenação de produção: Liane Varsano
Produção: Leonardo Carvalho, Charles Saldanha e Rodrigo Melo
Figurino: Michelle Ferrúcio e Areias Herbert
Trilha sonora: Michelle Ferrúcio, Areias Herbert e Antônio Paoli
Arte: Leandro Correia
Fotos: Charles Saldanha
Adereços: Michelle Ferrúcio
Caracterização: Areias Herbert
Operador de Som; Rodrigo Melo
Operador de Luz: Leonardo Carvalho
Assessoria de imprensa: LV Comunicações – Liane Varsano.

Teaser:
https://www.youtube.com/watch?v=PkhKgmH3A8s&feature=youtu.be


Serviço:

Dani Night, Solteira, Procura

A comédia “Dani Night, Solteira, Procura” conta o conflito de uma mulher madura que cisma em casar. Dani Night vive várias aventuras com encontros eletrizantes e divertidos, entre remédios e bebidas, vai contanto as suas loucuras pra conseguir desencalhar, vivendo várias histórias dentro de uma só história, a atriz nos leva ao universo feminino e masculino pela lente do humor. Nesta versão Pocket Bar a atriz interage com o publico ao longo da peça.

Local: Olho da Rua (Rua Bambina, 06, Botafogo, tel: 97666-2917).
Todas às quartas, 19h30
Ingressos: R$ 20,00
Reservas: contato@olhodarua.com.br
Pagamento somente em dinheiro
Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 100 pessoas

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj 

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O Auto Da Compadecida
Quintas e Sextas-Feiras de Agosto
Sala Baden Pawell - Copacabana / as 20 horas.



O Auto da Compadecida, clássico de Ariano Suassuna, entra em cartaz a partir de 03/07, na Sala Baden Powell, em Copacabana, para uma temporada de um mês, todas as quintas e sextas-feiras de agosto.
O elenco é formado por veteranos da nossa TV como Willian Vita, no ar em “A Força Do Querer”, novela da Rede Globo, como o comandante de Jeiza (Paola Oliveira), Ismar Santos, que conta com mais de 15 novelas, Lucas Leone, o Adamastor de “Pega Pega”, novela também da Globo. Edu Porto, que passou pela “Malhação”, fez “José do Egito”, entre outras produções, junto com Vita saiu de cartaz no último domingo, com “Era Só Por Uma Noite”, direto para esta readaptação de Suassuna.

Outros artistas formam este grande elenco, muitos deles da Academia Vita de Atores, com sede em Copacabana, Recreio e Campo Grande!
                                             
William Vita, ator, diretor e roteirista de diversos projetos teatrais e cinematográficos, propõe que a encenação de cada artista, seja a riqueza do espetáculo, através de leitura própria, performance com o parceiro, na elaboração de seu material cênico e figurino. O trabalho é focado no que o ator pode extrair do jogo teatral, do texto e da construção de imagens cênicas,  proporcionando uma diversão aos próprios atores e principalmente à platéia.

O cenário é de fácil locomoção e mostra a simplicidade do sertão, com a figura da igrejinha ao fundo do palco. O ambiente se transforma na hora do purgatório somente com o auxílio da luz, trazendo ao fundo a sala de julgamento e local da aparição de Manoel e da Compadecida.

A atmosfera da encenação é tomada por uma trilha sonora através de músicas, com características juninas e religiosas.

O autor, Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, 16 de junho de 1927 — Recife, 23 de julho de 2014), romancista, ensaísta, poeta e professor brasileiro foi um defensor da cultura do Nordeste e um dos mais importantes dramaturgos brasileiros.

No ano seguinte de seu nascimento, deixa a Paraíba com a família e passa a morar no sertão. Com a Revolução de 30, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro.

Fundador do Conselho Federal de Cultura (1967), foi nomeado pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPe (1969). Ligado diretamente à cultura iniciou, em 1970, em Recife, o “Movimento Armorial”, interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais.

Foi membro da Academia Paraibana de Letras e Doutor Honoris Causa da Faculdade Federal do Rio Grande do Norte (2000). Foi o sexto ocupante da Cadeira nº 32, eleito em 3 de agosto de 1989, na sucessão de Genolino Amado e  recebido em 9 de agosto de 1990 pelo Acadêmico Marcos Vinicius Vilaça.

Ariano construiu em São José do Belmonte (PE), onde ocorre a cavalgada inspirada no “Romance d’A Pedra do Reino”, um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3,50m de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. As três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município.

A Sala Baden Pawell abre suas portas a partir das 19 horas, a faixa etária é de 12 anos.

SERVIÇO:
O Auto da Compadecida
Data: 03, 04, 10, 11, 17, 18, 24, 25 e 31 – Todas as quintas e sextas de agosto/2017
Local:   Sala Baden Powell – (Av. N. Sra. de Copacabana, 360  Horário:      - 20h
Ingresso:     - R$ 50 / R$ 25 (meia) – R$ 20
Lista Amiga e Classe Artística pelos telefones: (21) 99999-1-555 (Academia Vita de Atores) Vendas:  - Bilheteria do Teatro: (21) 2255-1067
Academia Vita De Atores: (21) 99999-1-555
Copacabana: Av. N. Sra. de Copacabana, 195 sl 718· Recreio: Shopping Barra World - Mundo Árabe, sl 276 B· Campo Grande: Av. Maria Tereza, 260 sl 524 Ed. Plaza Office Bl. Unique / Idade:   12 anos. Duração: 90 minutos


FICHA TÉCNICA:
Espetáculo:           - O Auto da Compadecida
Direção:                  - William Vita
Iluminação:          - Amanda Oliveira
Dir. Musical:         - Nil Maia
Figurino:                - Aline Vassali, Cacilda Trevas, Khrysley Santos
Maquiagem:          - Aline Vassali, Khrysley Santos
Cenografia:           - William Vita
Prod. Executiva: - Academia Vita de Atores

Elenco:
     1.      Aline Vassali - Compadecida
     2.      Daniel Feitoza - Cabra
     3.      Edu Porto - Frade
     4.      Eduardo Dória - Chicó
     5.      Eric de Moraes - Sacristão
     6.      Gutemberg Rodrigues - Padeiro
     7.      Ismar Santos - Padre
     8.      Khrysley Santos - Mulher do Padeiro
    9.      Lucas Leone - Severino Aracaju
     10.    Mayara Nipo - Encourado
     11.    Ronan Ribeiro - Jesus
     12.    Silvia Bertelli - João Grilo
     13.    William Vita - Bispo
Duração:                - 90 minutos
Classificação:       - 12 anos
Gênero:                   - Comédia
Dir. Autorais:       - Licenciado pela Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus)
Informações:        -Academia Vita de Atores(21)2427-0108 / 2541-1279 -www.vitadeatores.tv
-vitadeatores@globo.com
Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram



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TEATRO XP INVESTIMENTOS, NO JOCKEY, ABRE PARA O PÚBLICO NO DIA 11 DE AGOSTO E ANUNCIA ATRAÇÕES

Espaço tem apresentações confirmadas da peça "A Casa dos Budas Ditosos", com Fernanda Torres, do cantor Geraldo Azevedo e do espetáculo infantil "Pedro Malazarte e a Arara Gigante"


O Rio de Janeiro ganhará a partir de 11 de agosto um novo espaço cultural em um dos pontos mais efervescentes da Zona Sul. Há dois anos fechado, o Teatro do Jockey, na Gávea, reabrirá suas portas com um novo nome: Teatro XP Investimentos. Orçado em R$ 4,5 milhões, o projeto assinado pelo cenógrafo Mário Monteiro, diretor de cenografia da Rede Globo, englobará um teatro moderno, com palco italiano de aproximadamente 60 m², e quase o dobro de capacidade: 366 lugares, distribuídos em confortáveis poltronas que acomodarão plateias em espetáculos de artes cênicas e shows. À frente da empreitada estão Luiz Guilherme Niemeyer, João Luiz Niemeyer, João Guilherme Magalhães e Andre Torós, sócios da LGL Promoções. O patrocínio é da instituição financeira XP Investimentos. 

O espetáculo escolhido para abertura é a premiada peça "A Casa dos Budas Ditosos", adaptação do livro homônimo de João Ubaldo Ribeiro, feita por Fernanda Torres, sob direção de Domingos de Oliveira. No dia 23 de agosto, haverá o show do cantor e compositor Geraldo Azevedo, que marca o retorno do projeto "A Luz do Solo" aos palcos cariocas. No dia seguinte, é a vez de o saxofonista Leo Gandelman subir ao palco do teatro. Já no dia 26, o premiado espetáculo infantil "Pedro Malazarte e a Arara Gigante" entra em cartaz. No mês de setembro, o musical "Beatles Num Céu de Diamantes" poderá ser visto na casa.

“Quando soubemos da desistência da Prefeitura em seguir com o teatro, vislumbramos uma oportunidade única para a LGL empreender o projeto e contribuir com o mercado e com a cultura da nossa cidade”, diz Luiz Guilherme Niemeyer, que completa: “A situação geográfica do teatro, localizado no coração da Zona Sul da cidade e ponto de efervescência cultural, o coloca em local privilegiado e de fácil acesso. Por estarmos dentro do Jockey Club, contamos com segurança e conforto, e, ainda, com estacionamento automatizado com aproximadamente 600 vagas.”

O espaço passou por uma completa revitalização, dispondo a partir de agora de um conjunto de meios técnicos e condições acústicas que lhe permitem receber, com maior qualidade, uma variedade de espetáculos. As modificações vão desde sua estrutura física - sem alteração da fachada, preservada pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade - até a programação, com espetáculos de artes cênicas, ensaios abertos, musicais, shows, exposições de arte, projetos sociais, entre outros. Haverá um conselho criador integrado por artistas e profissionais do meio, entre eles o ator e diretor Silvio Guindane.

“Queremos apresentar uma programação muito variada nas áreas do teatro, da dança, da música e do cinema, com foco no público adulto, porém sem esquecer-se do público infantil. Pretendemos através dessa programação diversificada, centrada na qualidade, trazer espetáculos nacionais e internacionais de reconhecido valor profissional, técnico e artístico”, afirma João Luiz Niemeyer.

Outro diferencial será uma área externa lateral ao teatro, que poderá abrigar eventos gastronômicos, corporativos e ações dos patrocinadores. O antigo Teatro do Jockey foi fundado em 1920. Em 2001, passou a integrar a rede de teatros da Prefeitura do Rio e virou palco do Centro Municipal de Referência do Teatro Infantil.

SOBRE A LGL:
Criada em 2015, por jovens empreendedores, a LGL Promoções se apresenta ao mercado com o projeto de restauração e revitalização do Teatro do Jockey. Seus sócios trazem a experiência com a participação na produção de diversos grandes eventos musicais, como os shows de Paul McCartney, Rolling Stones e no festival Circuito Banco do Brasil.

Serviço da abertura:
A Casa dos Budas Ditosos - Texto: João Ubaldo Ribeiro. Direção: Domingos de Oliveira. Com Fernanda Torres. Em A Casa dos Budas Ditosos, uma comédia afrodisíaca adaptada por Domingos de Oliveira do romance homônimo de João Ubaldo Ribeiro, a atriz Fernanda Torres interpreta uma libertina baiana sexagenária que detalha as incontáveis experiências sexuais que teve ao longo da vida. Data: De 11/08/2017 a 20/08/2017 – sexta, sábado e domingo.

Local: Teatro XP Investimentos
Endereço: Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Leblon (Jockey Club do Rio de Janeiro)
Horário: 21h (sexta e sábado) e 18h (domingo)
Abertura dos portões: 20h (sexta e sábado) e 17h (domingo)
Classificação etária: 18 anos. Menores de 18 anos entram acompanhados de pais ou responsáveis.
Duração: 90 minutos.
Preços: R$ 140 Plateia Nível I e R$120,00 Plateia Nível II
Informações e vendas: www.eventim.com.br ou 4003-6860

BILHETERIA OFICIAL - SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

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“Giovanna” musical ítalo-brasileiro estreia no Fashion Mall no dia 2 de agosto

O musical traz repertório de clássicos da música italiana em uma adaptação do romance de Léon Denis

Com direção da dramaturga Bel Bianchi e repertório repleto de clássicos da música italiana, “Giovanna, o musical - um amor que atravessa vidas”, baseado no romance de Léon Denis, estreia no dia 02 de agosto (quarta-feira), no teatro Fashion Mall (Estrada da Gávea, 899 - São Conrado). O espetáculo fica em cartaz até o dia 31 de agosto, sempre às quartas e quintas-feiras, às 21h. Ingressos por R$60 (inteira) e R$30 (meia*). Vendas online pelo site https://www.tudus.com.br/.

*um quilo e alimento dá direito a meia entrada social.

Produzido pela A Serpente Cultura e Entretenimento, “Giovanna, o musical” é uma envolvente e bem humorada história de amor, com reflexões sobre espiritualidade. O enredo se passa na região da Lombardia, no pequeno vilarejo de Gravedona, nas proximidades de Milão, na Itália, nos anos 1920. “Tinha notado que nessa nova geração de musicais, a música italiana ainda não tinha sido explorada em produções brasileiras. O enredo, a energia e alegria que a música italiana nos proporciona se encaixaram com uma luva na linguagem e signos do teatro musical”, afirma a diretora Bel Bianchi.

A trilha, formada por clássicos do cancioneiro italiano de todos os tempos, traz músicas que atravessaram gerações e são lembradas até hoje. No repertório estão canções como “Con te partirò”, “Che sarà”, “Felicitá”, ‘Dio como ti amo”, “Mio babbino Caro”, “Al di lá”, entre outras. O espetáculo conta com a direção musical de Patrícia Evans, cantora e mestra em canto. As coreografias são de Arthur Rozas, dançarino e coreógrafo com participação em vários musicais, entre eles “Tropicalistas” (Ciro Barcelos), “Estúpido Cupido” (Gilberto Gawronski), “O Mágico de Oz” (Charles Moeller e Cláudio Botelho), “André Rebouças, o Engenheiro Negro da Liberdade” (Andre Câmara), “A Borralheira” (Fabianna de Mello e Souza).

A peça apresenta um elenco de atores com grande talento musical e passagem por outros trabalhos do gênero. A atriz Sofia Toscano
(Giovanna), esteve nas duas temporadas do musical “Across The Universe BR”, além de ter participado nas novelas “I Love Paraisópolis“ e “Rock Story”, ambas da Rede Globo.

Sinopse

Itália, 1920 - Giovanna é uma menina humilde e órfã desde os 13 anos de idade.  Criada pelos ciganos Lucia e Gennaro, vive na região da Lombardia, no pequeno vilarejo de Gravedona, nas proximidades de Milão. Um belo dia Maurice, jovem da aristocracia francesa desiludido com a vida, chega ao vilarejo à procura de amigos de seu pai. Maurice acaba conhecendo Lucia e Gennaro que contam para ele que existe um anjo em Gravedona. A partir deste momento a vida de Maurice começa a mudar.
SERVIÇO:

“Giovanna, o musical - um amor que atravessa vidas”
Direção: Bel Bianchi
Elenco: Sofia Toscano (Giovanna), Christian Villegas (Maurice), Victor Gorlach (Gennaro) e Ananda Ismail (Lucia).
Direção musical: Patrícia Evans
Coreografia: Arthur Rozas
Local: Teatro Fashion Mall - Estrada da Gávea, 899 - São Conrado
Estreia: 02 de agosto, quarta-feira, às 21h
Em cartaz de 02 a 31 de agosto,
sempre às quartas e quintas, às 21h
Ingressos: por R$ 60 (inteira) e R$30 (meia)
Classificação etária: Livre
Duração: 80 minutos
Vendas antecipadas pelo site https://www.tudus.com.br/
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Fala Comigo Sobre Todas as Formas de Amor, Antes da Chuva Cair.

Cris se encontra a beira do abismo, decidida a por fim a sua vida. Ate que um estranho que diz ser ator, se aproxima. Depois disso não sabemos se tudo que acontece é fruto do antes ou depois do abismo. A única coisa que se sabe que esta preste a chover.

Espetáculo: Fala Comigo Sobre Todas as Formas de Amor, Antes da Chuva Cair.
Duração: 40min
Direção: Richard Marx.
Elenco: Juliette Lima e Richard Marx.
Iluminação: Gustavo Valente.
Op. som: Lincoln Glauber.
Foto: Rafael Simões.
Ingressos: R$30 (inteira) R$15 (meia) e R$10 (lista amiga).
Local: Casa de Baco, rua da Lapa 243. RJ.
Dias 14,21 e 28 de agosto, sempre 19:30.

Link pra compra de ingresso:

https://www.sympla.com.br/fala-comigo-sobre-todas-as-formas-de-amor-antes-da-chuva-cair__164121/


ChãoDeEstrelas Cia de Teatro

A Cia ChãoDeEstrelas é coordenada pelo ator, professor e pedagogo Richard Marx, tendo ele mais participado de diversos festivais nacionais de teatro, chegando no ano de 2015 a ganhar um edital de circulação com o grupo para apresentar seu espetáculo infantil por escolas da cidade de Angra dos Reis . facebook.com/chaoteatro

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QUERO SER REGINA



 Peça teatral questiona a subjetividade do sucesso e expõe dificuldades enfrentadas pelos atores em busca reconhecimento profissional


o   Monólogo estrelado por Paula Goja tem como referência e fio condutor a atriz Regina Duarte e seus papéis marcantes na televisão brasileira

Uma atriz que sonha em fazer novelas. Sem perspectiva, começa a questionar suas convicções e pensa em desistir de tudo. Esse é o ponto de partida de “Quero ser Regina”, montagem independente idealizada pela atriz e produtora Paula Goja, que estreia em 3 de agosto no Teatro Glauce Rocha para uma temporada de cinco semanas. As apresentações acontecem as quartas e quintas-feiras, às 19h, até o dia 31, com ingressos a partir R$ 15. A direção é de Cristiana Pompeo.

No palco, Paula Goja dá vida à Paola, uma atriz atormentada por uma crise profissional e pessoal que a leva a frequentar o consultório de um analista. Prestes a desistir da carreira, ela questiona, em meio a diversas situações tragicômicas e delírios existenciais, se vale a pena persistir diante de todas as dificuldades que enfrenta em busca de trabalho e de reconhecimento. O monólogo tem como referência e fio condutor a atrizRegina Duarte e seus inúmeros papéis marcantes na televisão brasileira.

Qualquer semelhança não é mera ficção. Paula Goja escreveu “Quero Ser Regina” trazendo muitos dos desafios enfrentados pelos atores no mercado, começando por questionar o conceito de sucesso.

“A televisão é considerada uma espécie de vitrine. Mas é um meio muito competitivo e conquistar espaço nele não é nada fácil, nem mesmo para aqueles que acumulam anos de experiência nos palcos. O que é ter sucesso? Uma atriz só pode ter sucesso quando está na TV?, questiona a atriz. “A peça traz muitas das minhas experiências. É uma comédia muito sensível, pois fala do ofício de ser atriz. Retrata as angústias de quem não consegue exercer a própria profissão e a ansiedade da espera por uma oportunidade”, completa a atriz, que é fã de carteirinha de Regina Duarte e também quis prestar uma homenagem à eterna namoradinha do Brasil e grande ídolo da telenovela nacional.

  FICHA TÉCNICA
“QUERO SER REGINA”

Atuação: Paula Goja. Direção: Cristiana Pompeo. Cenário e Figurino: Danilo Gomes. Operador de Som: Rodolpho Nascimento. Desenho e operador de Luz: Gustavo Rizzotti. Montador de Luz: Rodrigo Lopes. Fotos divulgação: Luis Carlos Teixeira. Programação Visual:Welder Rodrigues. Assessoria de Imprensa: Catharina Rocha - Máquina de Escrever Comunicação. Direção de Produção: Luz Melo. Assistente de produção: Caroline Azevedo. Voz em Off: Ricardo Juarez. Texto: Paula Goja.Realização: Persona Produções Artísticas e Culturais

QUERO SER REGINA

Teatro Glauce Rocha – AV. Rio Branco 179, Centro. Tel.: 2220 0259

Temporada: de 3 a 31 de agosto – quartas e quintas, às 19h

Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia e lista amiga)



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Comédia “A peça ao lado”, inspirada na obra de Jean Tardieu, estreia dia 4 de agosto na Sede das Cias.

Montagem inédita marca parceria entre a Cia Ao Lado e o diretor Delson Antunes.

Durante uma noite chuvosa, um grupo de atores mambembes ocupa um teatro público no intuito de se proteger. Encantado com o local, encontra textos do dramaturgo francês Jean Tardieu e inicia encenações divertidíssimas até que esses atores sejam expulsos pelo administrador do espaço que não os reconhecem como artistas. Com humor ácido, crítico e um texto livremente inspirado no universo de Tardieu e em Dario Fo, a montagem inédita de “A Peça ao Lado” marca a primeira parceria entre a “Cia Ao Lado” e o diretor Delson Antunes, que também assina a adaptação do texto ao lado de Victor Lósso e dos atores da Cia Ao Lado.  A peça conta ainda com a pesquisa de Clown e Bufão orientada por Daniela Carmona e traz no elenco João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire, acompanhados pelos músicos Dani Ruhm e Pedro Botafogo. A estreia acontece dia 4 de agosto na Sede das Cias onde cumpre temporada de sexta a segunda, às 20h, até o dia 28 de agosto.

“A Peça ao Lado é um espetáculo construído com diversas referências da comédia universal, como a Commedia dell’art, o melodrama e a farsa. O roteiro é o resultado de uma pesquisa de linguagens, com um grupo de jovens atores. É uma comédia aparentemente despretensiosa, mas, além de divertir, aos poucos se torna uma reflexão crítica sobre o teatro e sobre alguns valores da nossa sociedade. Uma homenagem aos artistas que dedicaram as suas vidas a essa arte milenar e seu poder de comunicar, emocionar e transformar o homem”, conta Delson, que desde o final de 2016 se reúne com os atores num processo colaborativo.

A falta de lugares para se apresentar, o emparelhamento da máquina pública, o não reconhecimento de artistas mambembes e qualquer outra crítica social não são apenas meras coincidências com a realidade atual do país. Essas coincidências são abordadas de maneira a levar o público à reflexão.

“Estou muito grata a toda a equipe envolvida no projeto, cada um foi se chegando a seu tempo e contribuindo da melhor forma possível. Tudo isso deu muito confiança para todos nós atores, que iniciamos este encontro em um curso de teatro e agora vamos levar o resultado para o público” – diz Valléria, realizadora e atriz da peça.

A peça reflete sobre a profissão do teatro fora do glamour dos palcos e do audiovisual. Do grupo mambembe, de rua, que se alimenta puramente do amor à arte. O desafio foi criar uma dramaturgia que amarrasse os esquetes do texto de Tardieu.

“O grupo se reúne com os diretores desde o ano passado, debatendo sob qual trama gostaríamos que esses esquetes fossem apresentados. O resultado veio desses encontros e de improvisos que foram feitos durante os ensaios. Busca-se a crítica à seletividade artística e a criminalização da arte, tão presente atualmente. Não é à toa que os personagens são inspirados em bufões que são, em sua essência, dejetos, perdedores sociais. Ao mesmo tempo, celebra-se e promove o enaltecimento ao teatro”, conclui Victor Lósso, que assina a adaptação.

SINOPSE: Um grupo de teatro mambembe se apropria de Jean Tardieu, realizando uma reflexão jocosa sobre o fazer teatral.

FICHA TÉCNICA
Texto: Inspirado em Jean Tardieu
Adaptação: Delson Antunes, Victor Lósso e Cia Ao Lado
Tradução de Uma Peça por Outra: Grupo Tapa
Direção: Delson Antunes
Elenco: João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire
Pesquisa de Clown e Bufão: Daniela Carmona
Músicos: Dani Ruhm e Pedro Botafogo
Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Cenário: José Dias
Figurino: Desirée Bastos
Direção Musical: João Telles
Assistentes de direção: Kiko do Valle e Rafael Telles
Figurinista assistente e costura: Bruna Falcão
Cenotécnico: Pará Produções e Eventos
Operador de luz: João Pedro Meirelles
Voz em off: Kiko do Valle
Programação visual: Letícia Moraes
Fotógrafa: Elisa Mendes
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
Produção: Valléria Freire
Direção de Produção:Renata Campos
Realização: Valléria Freire

SERVIÇO
A peça ao lado
Estreia: Dia 4 de agosto
Horário: De sexta a segunda-feira – 20h
Local: Sede das Cias
Endereço: Rua Manuel Carneiro, 10 – Escadaria do Selarón - Lapa - Telefone: (21) 2137-1271
Temporada: De 4 a 28 de agosto
Classificação: 12 anos
Preço: R$ 40,00 inteira / R$ 20,00 meia
Duração: 60 min.
Gênero: Comédia


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Duo SOBRE DESVIOS





Sala Baden Powell - Av. Nossa Senhora de Copacabana 360. Tel.: 2255-1067

Temporada: de 5 a 27 de agosto - sábados e domingos, às 19h30.
Duração: 70 minutos. Capacidade: 40 lugares. Classificação indicativa: 18
anos.

www.facebook.com/duosobredesvios

"duo SOBRE DESVIOS": peça performativa sobre o abandono é inspirada na experiência autobiográfica da dupla de criadores, na obra de outros artistas e na interação com o público

Como celebrar o abandono? Esse é o questionamento feito em "duo SOBRE DESVIOS", montagem teatral independente que o ator, artista visual e contador de histórias Cadu Cinelli e o ator, diretor e professor Fabricio Moser levam para a Sala Baden Powell, em Copacabana, a partir de 5 de agosto para uma temporada de quatro semanas. As apresentações acontecem aos sábados e domingos, às 19h30, até o dia 27, com ingressos a partir R$ 15.
A peça é composta por cenas elaboradas a partir de referências sobre o abandono presentes nas obras do artista visual cearense Leonilson e do poeta mineiro Bartolomeu Campos de Queiroz, na música da islandesa Björk e na literatura do dramaturgo russo Anton Tchekhov, entre outros. Por meio de uma perspectiva experimental, colaborativa e autoral, "duo SOBRE DESVIOS" se constrói trânsito de diferentes linguagens artísticas que se complementam, como o teatro, a dança e a performance, e no jogo criativo entre formas narrativas, poéticas, musicais, videográficas, coreográficas e dramáticas.

Outra característica marcante é a influencia direta da experiência
autobiográfica tanto de seus criadores quanto dos espectadores. Em um dos momentos da peça performativa, motivados pela pergunta que move a montagem, o público é convidado a contar vivências pessoais de abandono ou a abandonar objetos que, a cada nova apresentação, são incorporados à dramaturgia. "O
público se torna coautor. A cada apresentação, encontramos as respostas daquela noite, mas na seguinte podemos nos deparar com respostas diferentes para a mesma questão. A pergunta é sempre a mesma, mas a resposta não",
explica Fabrício. "Criamos um espaço de encontro para celebrar o abandono como uma ideia de desvio físico, uma mudança de direção não necessariamente
negativa. O desejo é proporcionar um espaço de experiência tanto para o público quanto para nós mesmos", completa Cadu.

"duo SOBRE DESVIOS" foi apresentado anteriormente em locais alternativos da
cidade como o Art Hostel e o Espaço Comuna, além de ter participado do "V Tomada Urbana", em Barra Mansa; do Encontro Artes Cênicas e Negócios, no Tempo Festival; e do "É vento!", na Fundição Progresso. A peça foi montada,
também, nas cidades de Recife, Campo Grande, Dourados e na capital paranaense, cuja apresentação no FRINGE, do Festival de Teatro de Curitiba,
rendeu o convite para uma turnê pela Espanha e Portugal em 2014.

FICHA TÉCNICA:

Concepção, criação e atuação: Cadu Cinelli e Fabricio Moser. Textos:
Leonilson, Anton Tchekov, Bartolomeu Campos de Queirós, Björk, Cadu Cinelli
e Fabricio Moser. Adereços, cenários e figurinos: Cadu Cinelli. Coreografias
e dramaturgia cênica: Fabrício Moser. Produção: Caleidoscópio Associação Cultural. Apoio Institucional: Projeto Leonilson e Os Tapetes Contadores de Histórias.
Duo SOBRE DESVIOS

Sala Baden Powell - Av. Nossa Senhora de Copacabana 360. Tel.: 2255-1067
Temporada: de 5 a 27 de agosto - sábados e domingos, às 19h30.
Duração: 70 minutos. Capacidade: 40 lugares. Classificação indicativa: 18anos. Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).

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“O Homem que queria ser Rita Cadillac”- deliciosa comédia sobre a “diva do Brasil e do povo” - reestreia dia 4 de agosto na Casa de Baco


Comédia de Márcio Américo retrata a história de Clóvão, um brasileiro, que como todos, não desiste nunca dos seus sonhos.
Foto divulgação: Kelly Knevels
Fã da eterna chacrete entra numa série de confusões por amor à musa dos anos 70

Comemorando 120 apresentações e 7 anos de montagem,  a Tartufaria de atores reestreia o espetáculo “O Homem que queria ser Rita Cadillac” dia 4 de agosto, 21h no Teatro Casa de Baco, Lapa.

 A comédia de Márcio Américo conta a história de Clovão - um homem perdidamente apaixonado pela musa do “Cassino do Chacrinha”, Rita Cadillac que, acreditando que só será possível conquistá-la tendo dinheiro, planeja assaltar um banco, mas acaba sendo preso. Na cadeia, conhece Jotalhão - um matador que o ajuda a elaborar um plano de fuga inspirado em um programa de tv sensacionalista. O desfecho traz questionamentos sobre as intenções do protagonista.

A montagem, que rodou o Brasil, esteve em cartaz em grandes teatros e foi aplaudida por mais de 20 mil espectadores, cumpre temporada até dia 26 de agosto, as sextas e sábados, 21h.

Recheada de situações cômicas absurdas, a peça dirigida por Fábio Guará, tem pitadas de humor político e trilha sonora inusitada.

 SINOPSE SUGERIDA - No espetáculo dirigido pelo ator Fábio Guará, Clovão é um homem que alimenta, há tempos, o desejo de conquistar Rita Cadillac, de quem é fã. Ao lado de um comparsa, o amigo Ricardinho, Clovão acaba metendo os pés pelas mãos. É trapaceado e acaba preso. Na cadeia, conhece Jotalhão, um matador que passa a ajudá-lo na elaboração de um plano de fuga inspirado em programa sensacionalista da TV.

FICHA TÉCNICA:
Texto: Márcio Américo
Direção: Fábio Guará
Elenco: Celso Jardim, Daniel Bouzas, Fabrício Victorino, Fábio Guará, Pedro Rodrigues, e Lucas Tapioca

Supervisão artística: Ricardo Blat
           
SERVIÇO:
Reestreia: 04 de agosto
Local: Casa de Baco – Rua da Lapa, 243 – Telefone: (21) 3796-6191
Temporada: De 04 a 26 de agosto
Horários: Sexta e sábado, 21h
Valor: R$ 20,00 (Inteira) R$ 10,00 (meia)
Duração: 60 min.
Classificação: 14 anos
Gênero: Comédia
Capacidade: 70 lugares


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"Fome O musical"


O espetáculo estreou dia 4 de julho e marca a estreia de Paulo Tiefenthaler na música e no stand up. Embora seja a volta do ator/diretor ao universo da culinária, não existe relação com o extinto “Larica Total” (programa apresentado por ele durante cinco anos no Canal Brasil). No espetáculo não existe um personagem, a cozinha é nova, sobre rodas e elétrica, não há uma história e o foco é a alimentação como um todo. “Vou falar sobre a nossa relação com a comida e a nossa ignorância sobre os alimentos existentes e não sobre o tema ‘cozinha de guerrilha’, que era abordado no programa. FOME é o assunto! Todos sentem fome!”, explica Paulo.

“FOME, o musical” é uma reflexão política musical sobre a relação das pessoas com a comida, a distribuição dos alimentos no planeta e a consciência sobre o que se come. “O programa de TV foi uma experiência maravilhosa, mas agora vamos fazer outra coisa! A anarquia continua em nossas veias com muito rock’nroll, marchinha, fado, funk e mais rock’nroll!”, adianta Paulo, que além de ator e diretor, é jornalista, fotógrafo, cineasta e documentarista.
FICHA TÉCNICA:
Texto e Direção – Paulo Tiefenthaler
Com Paulo Tiefenthaler
e os Músicos-Performers – Daniel Castanheira e Bernardo Pauleira
Chef Convidada – Larissa Wanke
Iluminação – Alessandro Boschini
Design – Marcus Wagner
Figurino – Karla Monteiro
Cenário – Paulo Tiefenthaler, Guga Ferraz e Fabio Goldfarb
Diretor de Arte – Guga Ferraz
Cenotécnico – Guga Ferraz
Diretor de Produção – Paulo Tiefenthaler
Produção Executiva – Diogo Pires Gonçalves
Produção – Tiefenthaler Produções Artísticas Ltda


SERVIÇO:
“FOME, o musical – Do broto ao bacon everybody rocks”
De 4 de julho a 23 de agosto de 2017
Participação de Alice Caymmi dia 26 de julho.
Terças e quartas, às 21h
Local – Teatro Poeira (Rua São João Batista, 104, Botafogo – RJ)
Ingressos – R$60 (R$30 meia)
Ingressos online – www.tudus.com.br
Classificação etária – 14 anos
Duração – 90 minutos.





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TUDO O QUE HÁ FLORA




Flora é uma dona de casa que cumpre um ritual diário enquanto espera o marido para o almoço. A espera ainda traz à tona aquela mesma ansiedade. Nada como os privilégios de um casal apaixonado. Quando a rotina parece cumprir seu papel, Flora recebe uma visita inesperada de dois conhecidos. Em meio à tensão gerada pela presença dos dois homens em sua casa e pela iminente chegada do marido, discussões e revelações levam Flora a um inevitável reencontro com um passado que ela insiste em tentar esquecer.


A trama, que poderia ser apenas uma história de amor entre um casal, revela aos poucos um lado sombrio. “Queríamos falar sobre como as pessoas conversam, mas não se escutam e muitas vezes vivem em uma aparente normalidade que nunca existiu, tentando esconder a solidão e suas imperfeições”, resume Leila Savary. Para contar essa história, os três pensaram em seguir uma linha tragicômica, como explica Thiago Marinho: “Procuramos uma linguagem que fosse ao mesmo tempo engraçada e que provocasse reflexão. Foi assim que chegamos ao ‘teatro do absurdo’, com seus jogos de palavras e humor non sense”


SAIBA MAIS 


26 de agosto a 02 de outubro
Sábados às 21h, domingos e segundas às 20h
R$ 40,00 (inteira) - R$ 20,00 (meia)
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Teatro Ipanema


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