Dia 24 de abril, às 19h, inicia a edição mensal, sempre às quartas-feiras do projeto “Studio Primus - Por dentro da Cena” Teatro Glauce Rocha 2013, com apresentação do diretor Amir Haddad.
Entrada franca (distribuição de senhas 1 hora antes)
TIRA POEIRA - 25 DE ABRIL AS 19H NO CENTRO CULTURAL IBEU - EVENTO GRATUITO!
Formado por Henry Lentino (bandolim), Caio Márcio (violão), Samuel de Oliveira (saxofone), Fábio Nin (violão 7 cordas) e Sérgio Krakowski (pandeiro), Tira Poeira é um quinteto de “choro contemporâneo”, que apresenta esse gênero a partir de influências e misturas com diversos estilos musicais, dando destaque à improvisação, à experimentação e à liberdade, que, aliadas a arranjos elaborados, resultam numa combinação surpreendente.
Considerado um dos grupos mais importantes do movimento de revitalização da Lapa (bairro tradicionalmente boêmio do Rio), o Tira Poeira investe na vertente “chorística” utilizando-se também de elementos do jazz, samba, flamenco, clássico, blues, bossa nova e funk. O grupo revisita temas de gênios como Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Pixinguinha e Ernesto Nazareth, e também reedita de clássicos da MPB.
No Centro Cultural Ibeu, o grupo apresenta Delicado (Waldyr Azevedo); Vê Se gostas (Waldyr Azevedo); Carioquinha (Waldyr Azevedo);Machucando (Adalberto de Souza); Receita de Samba (Jacob do Bandolim); Santa Morena (Jacob do Bandolim); Consolação (Baden Powell).
A apresentação é gratuita, com início às 19h. Distribuição de senhas na portaria do prédio do Ibeu 1h antes do show.
CENTRO CULTURAL IBEU
Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 690 - 11º andar Auditório - Copacabana, Rio de Janeiro
Informações: (21) 3816-9458 | cultural@ibeu.org.br

Feira das Yabás comemora aniversário de 90 anos da Portela- Dia 14/04 - Zona Norte do RJ - Evento Gratuito!
Evento gratuito, na Zona Norte do Rio, terá Monarco e Nilze Carvalho como convidados especiais, no domingo, dia 14
As nove décadas da Majestade do Samba serão comemorados em grande estilo, com muita comida, cerveja gelada e roda de samba, no domingo, 14 de abril, durante a 14ª edição da Feira das Yabás, evento gratuito, que reúne gastronomia típica dos quintais suburbanos e roda de samba, todo segundo domingo do mês, em Oswaldo Cruz, bairro onde, há 90 anos, nasceu a Portela. E quando a azul e branco faz aniversário, quem ganha é a comunidade, que terá a chance de ver e ouvir a cantora Nilze Carvalho e o mestre Monarco, um dos nomes mais importantes da história da agremiação, cantando os grandes sucessos do samba de raiz e de quadra, a partir das 13h. O evento é gratuito.
“O objetivo principal da Feira das Yabás é manter viva a cultura e a memória de Oswaldo Cruz, da Portela. Por isso, estamos especialmente felizes nesta edição, por termos a Nilze Carvalho abrindo nosso evento e reafirmando a força das mulheres, as grandes estrelas da Feira, e o mestre Monarco, figura emblemática para a história da nossa comunidade”, afirma o anfitrião e idealizador da Feira das Yabás, Marquinhos de Oswaldo Cruz.
As Yabás (termo que refere-se a Yemanjá e Oxum, mas que, no Brasil, é utilizado para definir todo orixá feminino), também chamadas carinhosamente de “barraqueiras” ou “tias”, são as responsáveis pelas 16 barracas que oferecem pratos que parecem feitos especialmente para acompanhar as tradicionais rodas de samba, como caldinho de feijão, bobo de camarão e aipim com carne seca.
Mocotó da Tia Surica e abóbora com carne seca de Selma Candeia estão entre os destaques do cardápio
Com ingredientes como aipim, jiló e frutos do mar, as comidas e petiscos servidos pelas Yabás remetem à influência africana na culinária brasileira. Em sua barraca, Tia Surica (baluarte da Velha Guarda da Portela) oferece mocotó e aipim com carne-seca; entre as refeições mais concorridas está a rabada com batata da Dona Neném, a mais velha das tias, com 87 anos, que também prepara rabada, angu e bolinho de abóbora recheado com carne-seca. Neide Santana serve feijoada de camarão, angu à baiana e feijão amigo. Na barraca da Jane Carla (viúva de Luiz Carlos da Vila) é vendido cozido de peixe e frutos do mar; a barraqueira Romana vai de jabá e caldinhos de mocotó, feijão e ervilha; bobó de camarão é o prato da Jussara; Selma Candeia (filha do sambista Candeia) oferece abóbora com carne seca; já a combinação de peixe frito, molho de camarão, pirão e arroz é responsabilidade da Tia Nira; Tia Edith apresenta macarrão com carne assada; Vera Caju mostra o seu cozido, camarão frito e caldo de abóbora; Rose serve a deliciosa galinha com quiabo, e Jane Pereira mostra o jiló frito, além de caldos e canjas. Rosângela Maria leva a tripa lombeira e bolinho de bacalhau pra Feira; Marlene apresenta roupa velha e feijoada; Tia Natércia e Sueli vão de vaca atolada, bolo de aipim e carne com aipim. Para arrematar, a barraqueira Vera de Jesus prepara doces deliciosos. Os preços das refeições ficam em torno de R$ 15.
Evento acontece desde 2009
A primeira edição da Feira das Yabás aconteceu em 2009, por iniciativa de Marquinhos de Oswaldo Cruz, que depois de recriar o Trem do Samba e a feijoada da Portela, resolveu cantar seus sambas na quadra da Portelinha, regado a macarrão com carne assada. Nascia, assim, a primeira edição da Feira, que hoje reúne milhares de visitantes e conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, desde abril de 2012.
SERVIÇO
Feira das Yabás – gastronomia e roda de samba
Quando: Domingo, 14 de abril (todo segundo domingo do mês)
Hora: a partir das 13h
Local: Praça Paulo Portela, Oswaldo Cruz – Rio de Janeiro
Evento gratuito
Lançamento do livro Gerald Thomas, Arranhando a Superfície Noites de autógrafos com o autor e diretor Gerald Thomas
Um dos grandes nomes do teatro contemporâneo, reverenciado nos palcos do Brasil e do mundo, o autor e diretor Gerald Thomas tem talentos ignorados do grande público. Um de seus lados menos conhecidos está reunido no livro Gerald Thomas –Arranhando a Superfície. Com organização e apresentação da editora Isabel Diegues e textos de Zuenir Ventura e Antonio Gonçalves Filho, a publicação reúne mais de 130 desenhos feitos por Gerald, entre capas de revistas, cartazes, estudos para suas peças e ilustrações publicadas no The New York Times, inclusive um desenho (Sem Título, 1981), em tinta acrílica preta, lápis aquarelado branco, lápis grafite e café sobre papel corrugado, que faz parte da coleção do museu de Arte Moderna de Nova Iorque, MoMA.
Zuenir conta no livro que conheceu Gerald há 30 anos, apresentado por Ziraldo. O afeto foi tão imediato, que logo foi convidado para ser padrinho de casamento de Gerald e Daniela, filha de Ziraldo. “Passei então a descobrir a importância de meu afilhado não como dramaturgo, mas como desenhista. Suas ilustrações frequentavam a página de Opinião do mais influente jornal do mundo, o The New York Times. Dizem que a base do teatro dele está nesses impressionantes traços e formas. Não sei. O que dá para um leigo como eu perceber é que desde o começo suas ilustrações não são meros dependentes dos textos que lhes deram origem. Como seu autor, elas não nasceram para ser coadjuvantes”.
O jornalista Antonio Gonçalves Filho comenta que a primeira imagem que lhe vem à cabeça quando pensa em Gerald é a de um tubarão que se afoga num copo d’água. Ele costumava fazer e refazer esse desenho durante a montagem da Trilogia Kafka(1988), que Gonçalves acompanhou de perto. “Pode ser uma surpresa para quem imagina que um artista experimental como Gerald, inicialmente ligado ao La MaMa Experimental Theater Club de Nova Iorque, possa ser metódico e organizado, mas a prova de sua sistemática dedicação às artes visuais é esta histórica série de desenhos e ilustrações, reveladoras do imaginário de um homem que passou a juventude estudando filosofia no British Museum e aprendendo pintura com mestres brasileiros”, observa Antonio Gonçalves Filho.
Criador de uma estética singular, que o levou a receber três Prêmios Molière, é difícil imaginar Gerald Thomas sendo outra coisa. Mas o fato é que, desde menino, quando sua mãe o matriculou num curso de pintura de Ivan Serpa, no MAM Rio, elenunca mais parou de desenhar. “Na verdade eu sou um colecionador de mim mesmo. Sempre guardei tudo”, confessa Gerald.
Atualmente Gerald Thomas prepara com sua companhia londrina, a London Dry Opera Company, o novo espetáculo Apollo Beckett – com estreia prevista para setembro de 2013, em Dublin –, uma revisita as prosas e peças de Beckett que Gerald fez ao longo da vida, especialmente as do início dos anos 1980, no La MaMa. Já em Nova Iorque prepara (desde 2010) a ópera Ghost Sonata, baseada em Strindberg, em parceria com John Paul Jones (o lendário baixista do Led Zeppelin), também compositor de Throats e Gargólios, com estreia prevista para 14 de setembro de 2015, em Salzburg, na Áustria, e com turnê programada para outras 14 cidades (por enquanto), inclusive para o Metropolitan Opera House. Também em Nova Iorque, prepara o novo espetáculo Margot – com estreia prevista para o início de2014, no La MaMa –, baseado na maior bailarina de todos os tempos, Margot Fonteyn (parceira de Rudolph Nureyev), cujo pai de sua mãe era brasileiro, o industrial Antônio Fontes. “Morreu na miséria, no Panamá, casada com um corrupto e tirânico político paraplégico: Roberto Arias”, comenta Gerald. No Rio, ainda em 2013, inicia novo projeto teatral com Ney Latorraca.
Lançamento em SÃO PAULO: 8 de abril (segunda-feira) às 18:30h - Livraria Cultura (Conjunto Nacional)
Lançamento no RIO DE JANEIRO: 10 de abril (quarta-feira) às 19h - Livraria da Travessa (Shopping Leblon)
Cult Carioca: MIGUEL FALABELLA - Tempos verbais
Cult Carioca: MIGUEL FALABELLA - Tempos verbais: Clarice Lispector diz que a palavra mais importante da língua portuguesa tem um som de letra: é. E ela tem razão. Não é preciso mui...
Concurso de esquisito dance dia 31, domingo, com a Orquestra Voadora, no teatro Cacilda Becker, as 18:30
Concurso de esquisito dance dia 31, domingo, com a
Orquestra Voadora, no teatro Cacilda Becker, as
18:30
A EsquisitoDance parte da
naturalidade do movimento genuíno desarticulado e diz respeito as
simultaneidades e tonalidades das vicissitudes humanas. Sua referência é a
maior unidade de tempo que conseguimos contar mentalmente sem subdividí-la: o
batimento do coração ou o piscar do olho “duração presença”, ou seja, maneira
continua constituída por acontecimentos. Desta forma, o som se relaciona com o
andar e as suas velocidades, além da respiração. O padrão regular de todos os
andamentos é o pulso de uma pessoa de bom humor, fogosa e leve.
A música é capaz de ritmar a
repetição e a diferença, o mesmo e o diverso, o contínuo e o descontínuo. O
corpo admite ritmo somático e ritmo psíquico que opera em diferentes
freqüências de movimentos, fazendo com que o ritmo “vire” melodia, assim, as
notas das melodias farão a sua dança num pensamento do corpo, que é um “estar
presente” em suas sensações enquanto se executa o movimento, sentindo-o e
assistindo-o, tornando-se, desta forma, um espectador do seu próprio corpo e é
na música, que se estabelece um grande poder de atuação sobre o corpo e a
mente, sobre a consciência e o inconsciente.
Um corpo atravessado pela dança e
pela música contemporânea se defronta com a admissão de todas as matérias
sonoras e sensoriais possíveis; sons/ruídos e silêncio, pulso e não-pulso – a
ordem e a não-ordem. O encontro com o som da OrquestraVoadora estimula um
encontro interno gerador do movimento genuíno desarticulado que habita em todos
nos, basta abrirmos espaço em busca da liberdade. A aceleração rítmica é
progressiva e sua conversão nos leva às alturas. Neste sentido a proposta desta
abordagem é o uso da técnica como construção de um corpo próprio, buscando um
caminho para acessar o próprio corpo, singular, que é diferente do corpo do outro.
(O texto acima é fruto da minha
vivência como bailarina e professora de dança juntamente com as idéias musicais
de José Miguel Visnik no livro: O som e o Sentido. Uma outra história da
Música. São Paulo. Companhia das Letras, 1989.) Andrea Chiesorin
A EsquisitoDance parte da
naturalidade do movimento genuíno desarticulado e diz respeito as
simultaneidades e tonalidades das vicissitudes humanas. Sua referência é a
maior unidade de tempo que conseguimos contar mentalmente sem subdividí-la: o
batimento do coração ou o piscar do olho “duração presença”, ou seja, maneira
continua constituída por acontecimentos. Desta forma, o som se relaciona com o
andar e as suas velocidades, além da respiração. O padrão regular de todos os
andamentos é o pulso de uma pessoa de bom humor, fogosa e leve.
A música é capaz de ritmar a
repetição e a diferença, o mesmo e o diverso, o contínuo e o descontínuo. O
corpo admite ritmo somático e ritmo psíquico que opera em diferentes
freqüências de movimentos, fazendo com que o ritmo “vire” melodia, assim, as
notas das melodias farão a sua dança num pensamento do corpo, que é um “estar
presente” em suas sensações enquanto se executa o movimento, sentindo-o e
assistindo-o, tornando-se, desta forma, um espectador do seu próprio corpo e é
na música, que se estabelece um grande poder de atuação sobre o corpo e a
mente, sobre a consciência e o inconsciente.
Um corpo atravessado pela dança e
pela música contemporânea se defronta com a admissão de todas as matérias
sonoras e sensoriais possíveis; sons/ruídos e silêncio, pulso e não-pulso – a
ordem e a não-ordem. O encontro com o som da OrquestraVoadora estimula um
encontro interno gerador do movimento genuíno desarticulado que habita em todos
nos, basta abrirmos espaço em busca da liberdade. A aceleração rítmica é
progressiva e sua conversão nos leva às alturas. Neste sentido a proposta desta
abordagem é o uso da técnica como construção de um corpo próprio, buscando um
caminho para acessar o próprio corpo, singular, que é diferente do corpo do outro.
(O texto acima é fruto da minha
vivência como bailarina e professora de dança juntamente com as idéias musicais
de José Miguel Visnik no livro: O som e o Sentido. Uma outra história da
Música. São Paulo. Companhia das Letras, 1989.) Andrea Chiesorin
Programação Teatro Cacilda Becker -Dança de Todas as Tribos - Última semana!
DANÇA DE TODAS AS TRIBOS
COLLISION COURSE – a.k.a. PILLOW TALK l com Maida Withers Dance Construction Company Dias 28 e 29, às 20h
O espetáculo evoca a ‘dança’ de memórias associadas a sonhos e pesadelos. Utilizando travesseiros, quatro dançarinos transportam para o palco a natureza frágil e volátil dos relacionamentos. O cenário branco sobre branco serve de paleta para a instalação eletrônica de fotografias dos bailarinos e pinturas de Anthony Gongora.
A bailarina e coreógrafa Maida Withers é conhecida internacionalmente por suas performances multimídias e pela ousadia e sensualidade que marcam suas coreografias, além do seu interesse por questões sociais e políticas, presentes em alguns de seus trabalhos.
Concepção e coreografia: Maida Withers
Composição e música: Steve Hilmy
Programação visual e cenografia: Antony Gongora
Bailarinos: Nathaniel Bond, Antony Gongora, Giselle Ruzany e Maida Withers
Design do travesseiro falante: Ayodamola Okunseinde
Poeta: Alex Caldiero
Desenho de luz: Michael Sperber
Figurino: Sigrid Jóhannesdóttir
Classificação 14 anos
Palestra e Aula de Performance-improvisação com Camila Santo
JORNADA PERFORMÁTICA
Palestra e Aula de Performance-improvisação
Dia 22 de março 10h as 12h a palestra e 14h as 18h a aula.
Inscrições Gratuitas!
PROGRAMA
A palestra, de duas horas de duração, discorrera sobre a historia e teoria da performance e
será aberta para perguntas do publico.
A aula de performance, de quatro horas de duração, será composta por exercícios de
improvisação corporal e vocal e apresentações ao final da jornada.
Esta jornada de 6 horas e uma introdução ao Metodo San.
PALESTRA
Alguns historiadores definem Performance como uma arte sociológica, que se manifesta na
apresentação de uma cena, ou na maneira de convencer um determinado publico. Tal visão
abrangente do conceito de Performance amplia a visão da capacidade criativa do performer
para a de lidar com comportamentos sociais, estéticos e políticos em praticas que ate
ultrapassem o mero entretenimento, como por exemplo, ações politicas e humanitárias, ou
ate mesmo os rituais religiosos.
O conceito de Performance Organizacional e um termo frequentemente associado ao
desempenho de atividades de gestão de negócios como: planejamento, analise de riscos,
estratégia, seleção e treinamento de pessoas, tomada de decisão, negociação e prevenção de
conflitos.
Da mesma forma, hoje em dia, o modo de vida imposto pela sociedade contemporânea
demanda que sejamos cada vez mais ageis, bonitos, espontaneos, espirituosos, graciosos e
saudáveis, entre outras tantas qualidades que as mídias nos fazem crer imprescindíveis para a
felicidade ao longo de nossa existência.
Esta palestra tem por objetivo demonstrar como o conceito de Performance esta cada vez
mais presente em todos os campos do modo de vida contemporaneo.
AULA DE PERFORMANCE-IMPROVISAÇÃO
A improvisacao e uma pratica cada vez mais presente nos processos de criacao de projetos
artisticos em todas as areas, de tal forma que a vemos, inclusive, como elemento estrutural de
diversas obras de teatro, danca, musica e artes visuais.
Esta aula pretende apresentar ferramentas de elaboracao performances baseadas em
improvisação. Sua estrutura se faz na seguinte programação:
· Exercicios de aquecimento corporal e vocal
· Exercicios de improvisação solo, em duo e em grupos
· Montagem de micro-performances
· Apresentação de performances e praticas de interação com o público.
http://performancesgim.com
MÉTODO SAN
O Método San prevê e dividido em duas etapas com 20 horas de duração que podem ser
divididas em aulas de 2 a 5 horas de duração. Ao final de 40 horas um certificado chancelado
pelo Laboratório de Engenharia do Entretenimento da UFRJ será oferecido aos participantes
que completarem no mínimo 75% de presença nas aulas.
1o Modulo - Integração corpo- voz na improvisação (20 horas)
● Iniciação em técnicas mistas de improvisação corporal e vocal
● Orientação vocacional de perfil artístico e profissional
● Composição de solos de performances-improvisação
2o Modulo - Interação coletiva e multimídia (20 horas)
● Historia da Performance: exemplos e conceitos (aberta ao publico)
● Criação coletiva de performances-improvisação
● Experimentações de relação com o publico (aulas abertas ao publico)
O Método San introduz ao processo de criação performática o elemento da improvisação
como um recurso para viabilizar a autorreflexão dentro de um estado de complexidade de
discursos e compartilhamento de ideias. Seus objetivos são:
•Democratizar o fazer artístico como uma ferramenta que aumenta a qualidade da
comunicação;
•Aumentar a sensibilidade e a percepção do público-alvo;
•Promover ações que desencadeiem reações criativas;
•Instigar reflexões filosóficas na sociedade através da alegria, espontaneidade, respeito e
foco.
Benefícios
Qualidade da presença corporal; aumento do reflexo cognitivo em criações em tempo real;
desenvolvimento de capacidade de concepção estética de figurinos, exploração do espaço e de
objetos cênicos; conscientização da plástica sonora; e relevância na transmissão de mensagens
através do uso de multimídia.
O Método San relaciona a pratica da improvisação com a atividade da interação através de
técnicas de áreas diversas. Entretanto, sua abordagem costura essas técnicas a partir de uma
logica extremamente voltada para a experiência sensorial do publico e para o bom
desempenho da atividade cognitiva do aluno-artista, que termina assume a sua escolha
profissional de ser artista, elegendo uma palavra-guia que o acompanhara tal qual um nome
de batismo em sua carreira de criador.
CAMILA SANTO
Camila Santo aka Mila San e graduada em comunicação visual pela Ecole des Arts Decoratifs de
Strasbourg, Franca, e mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ. Coordena o
Núcleo de Performance do Laboratório de Engenharia do Entretenimento do Centro de
Tecnologia da UFRJ e e socia da empresa Rizhoma Design & Performance. E diretora do Grupo
de Interação MilaSan.
Improvisação com Guto Macedo e Soraya Jorge no Teatro Cacilda Becker -Dia 21/03 as 18h30 - Única apresentação!
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