Ricardo Silveira é o próximo convidado do Vizta, Bossa, Jazz e muito mais



Para começar março com o pé direito, o convidado especial do Vizta dessa semana será Ricardo Silveira, que apresentará o show ‘Bom de Tocar’ e comemorará os 30 anos do lançamento de seu primeiro CD. Na sexta e no sábado (06 e 07 de março), o espetáculo fará um passeio pelos 10 discos lançados desde então, com clássicos da música brasileira e standards interpretados pelo quarteto formado por David Feldman no piano, Jefferson Lescowitch no contrabaixo e Andre Tandeta na bateria.

Serviço:

Restaurante Vizta – 2º andar do hotel Marina Palace

Av. Delfim Moreira, 630, Leblon

Abertura da casa: 20h30

As reservas deverão ser feitas pelo telefone (21) 2529-5700 e serão garantidas até as 21h15.

Couvert: R$ 45

Capacidade da casa: 60 lugares

O projeto

Desde 2011, o "Vizta, Bossa, Jazz e muito mais" faz parte do roteiro daqueles que querem curtir o melhor da música, em um ambiente aconchegante e acolhedor. O projeto acontece toda semana – sextas-feiras e sábados – sempre com um convidado especial. A atração musical já realizou mais de 500 shows e conta com uma seleção criteriosa de músicos reconhecidos.

Privilegiada por sua localização no Hotel Marina Palace, o projeto foi idealizado por três amantes da boa música: Fernando Clark, guitarrista e produtor musical; André Cechinel, pianista do grupo Conexão Rio; e Reinaldo Figueiredo, humorista do programa Casseta & Planeta e contrabaixista do grupo Companhia Estadual de Jazz (CEJ).
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Exposição inédita sobre Graciliano Ramos reabre o espaço cultural Arte Sesc, no Flamengo A exposição inédita “O Cronista Graciliano no Rio de Janeiro” revela momentos marcantes do escritor na cidade, onde escreveu clássicos da literatura, como “Memórias do Cárcere” e “Vidas Secas” A mostra gratuita estreia no próximo dia 9/03 em homenagem aos 450 anos da cidade


          O alagoano Graciliano Ramos escolheu o Rio para morar e na cidade produziu grande parte de sua obra literária, que virou tema da exposição inédita “O Cronista Graciliano no Rio de Janeiro”. Aos 450 anos, a cidade é homenageada com a vasta mostra sobre a carreira do escritor na exposição que inaugura no dia 9/03 (segunda-feira), às 19h. A data também marca a reabertura do Arte Sesc, espaço cultural sediado no imponente casarão construído em 1912, no Flamengo, que passa a oferecer uma farta programação artística à cidade. Na abertura, haverá o lançamento do livro “Conversas”, que inspirou a exposição e que apresenta toda a trajetória intelectual de Graciliano. Neste dia, os autores do livro, Ieda Lebensztayn e Thiago Mio Salla participam de uma conversa com o público. Falam sobre a obra de Graciliano e revelam detalhes da produção do escritor. A exposição marca a primeira etapa de uma série de realizações culturais no Arte Sesc. Como a próxima ocupação, “O Rio de Janeiro de João, Mário e Rubem”, sobre a obra de Rubem Braga, Mário Lago e João Antônio.



- Estamos reabrindo o casarão para torná-lo um importante equipamento cultural da cidade. Um espaço de debate e circulação de ideias que representam o Rio. A programação tem como norte a cultura, a arte, a memória e a educação, com oficinas e atividades de formação - explica Maria Gouvêa, gerente de cultura do Sesc.



           Com fundamental simbolismo literário no aniversário da cidade, a mostra gratuita de Graciliano reúne um vasto acervo do cronista no Rio, em uma exposição que mapeia toda a produção literária realizada em dois momentos: nos anos de 1914 e 1915, período em que Graciliano chega à cidade, então capital do país, onde trabalha como revisor no jornal Correio da Manhã e escreve o enredo do livro “Angústia”. E entre 1936 e 1953, um momento crucial da história brasileira. Neste período, Graciliano se consagra com as obras “Memórias do Cárcere” – escrita quando esteve detido no presídio da Ilha Grande -, “Vidas Secas” e “Infância”.  

- Os 450 anos do Rio de Janeiro proporcionam excelente oportunidade para um reencontro com o cronista que tão bem compreendeu as contradições da cidade, retratando-a para além das aparências e clichês – avalia Selma Caetano, curadora da exposição.

            Com um riquíssimo acervo de fotos, periódicos, documentos, vídeos e uma ambientação do local de trabalho do escritor, a mostra é um passeio histórico por momentos determinantes da cidade. Muitos deles relembrados em um inédito e emocionante vídeo com depoimento de Luiza Ramos, filha de Graciliano. Dentre os documentos, o manuscrito da carta que Graciliano escreveu a Getúlio Vargas após sua saída da prisão em Ilha Grande, em 1937. No acervo, também encontramos relíquias, como os manuscritos de “Infância” e sete peças audiovisuais, dentre elas um vídeo cronológico que revela os momentos mais marcantes de Graciliano no Rio e a grande amizade entre o escritor e Cândido Portinari, o primeiro pintor brasileiro de maior projeção internacional.
            Pelos corredores e galerias de suntuosos pés-direitos com tetos revestidos de afrescos, o casarão abriga sensíveis objetos e reproduções da vida e produção do cronista. Com realização do Sesc, curadoria de Selma Caetano, pesquisa de Ieda Lebensztayn e Thiago Mio Salla, a exposição alia história e tecnologia. Em uma grande tela touch screen, o público pode escolher dentre 20 vídeos com depoimentos de personalidades sobre o cronista, como Alcides Villaça, Antônio Carlos Secchin, Luiz Costa Lima, Luiz Ruffato, Luiza Ramos Amado, Marçal Aquino, Nuno Ramos e Silviano Santiago, entre outros.
            Com horário de visitação as terças, das 10h às 19h, quarta a sexta, das 10h às 18h e sábados e domingos, das 10h às 17h, a exposição oferece ao público um espaço de leitura com todos os livros de Graciliano, além de peças que denotam toda a sensibilidade do autor, como na frase “A palavra não foi feita para enfeitar”, ou na peça em que ele fala sobre o “passageiro pingente”. Ao se referir às pessoas que andavam “penduradas” nos bondes, o autor as descreve:

“Está claro que nenhum passageiro dos bancos deseja ser pingente e que todos os pingentes gostariam de sentar-se. Sucede, porém, que o pingente se acostuma a andar pendurado e, no fim da viagem, se deixa ficar onde está, ainda que haja lugares no carro. Subir para logo depois descer – que maçada! Não vale a pena. Continua como está, pingente. Adquiriu alma de pingente.”

(“Os passageiros pingentes”, Linhas tortas, 21ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2005)

            Graciliano Ramos
            Graciliano Ramos (1892-1953) nasceu na cidade de Quebrangulo, Alagoas. Foi romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista. É autor de livros clássicos, como Vidas secas, São Bernardo e Memórias do cárcere. Os três foram adaptados para o cinema, e diversas obras de Graciliano foram traduzidas para outras línguas. Seus livros, embora tratem de problemas sociais do Nordeste brasileiro, apresentam uma visão crítica das relações humanas, que os tornaram de interesse universal. 
Arte Sesc
            Projetado pelo arquiteto Gustavo Adolphsson e construído em 1912 para a residência da Família Figner, este casarão da Rua Marques de Abrantes, 99 - no bairro do Flamengo, exibe a imponência das construções burguesas que acompanharam o fluxo urbanístico expansionista do Rio de Janeiro dos primórdios do século 20.

            Em 2002 o casarão passou por uma completa recuperação, com uma cuidadosa restauração de sua arquitetura original, seus ambientes, seus detalhes de revestimento, ornamentação e pintura. Em 2003, batizado de Arte Sesc, iniciou uma vigorosa programação artística e cultural, abrindo suas portas ao público.
            Após um período para revisão de suas atividades, o Arte Sesc reinaugura revitalizado e com o propósito de ser um espaço onde a cultura, a memória e a arte estarão em permanente diálogo com a cidade.
Ieda Lebensztayn
            Doutora em literatura brasileira pela FFLCH-USP fez pós-doutorado no IEB-USB sobre a correspondência de Graciliano Ramos. Autora de Graciliano Ramos e a Novidade: o astrônomo do inferno e os meninos impossíveis. São Paulo: Hedra, 2010.
Thiago Mio Salla
            Professor do curso de Editoração da ECA-USP. Nesta mesma instituição, defendeu a tese de doutorado O fio da navalha: Graciliano Ramos e a revista Cultura Política (2010). Em 2012, pela editora Record, organizou o livro Garranchos: textos inéditos de Graciliano Ramos.

Serviço:

Exposição “O Cronista Graciliano no Rio de Janeiro”
Arte Sesc
Endereço: Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo.
Tel.: (21) 3138-1582 e 3138-1634
Data: 9/03 a 19/04
Horário: Terças, das 10h às 19h, quartas, quintas e sextas, das 10h às 18h, sábados e domingos, das 10h às 17h.
Preço: Gratuito
Classificação: Livre

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Banda Arte Profana faz show em tributo a Legião Urbana na Pavuna A apresentação será na Arena Jovelina Pérola Negra, no dia 07/03

A apresentação será na Arena Jovelina Pérola Negra, no dia 07/03

A Banda Arte Profana faz show em homenagem ao grupo de rock Legião Urbana no dia 07/03, sábado, às 20h. Os ingressos variam entre R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia- entrada) e a classificação é 16 anos.

O grupo faz shows em tributo a banda Legião Urbana há quase 2 décadas. Formada em 1991 por dois amigos de escola que viram a criação do grupo como uma possibilidade de expressar o que sentiam, os músicos escolheram as letras da Legião Urbana, banda a qual são fã, para montarem seu repertório.

Em 2015, a Banda Arte Profana decidiu reproduzir um dos mais falados shows da Legião Urbana que aconteceu na antiga casa de espetáculos Metropolitan e que anos depois se transformou no CD duplo “Como é que se diz eu te amo”. Entre as faixas estão os clássicos “Será”, “Geração Coca-Cola”, “Pais e Filhos”, “Eduardo e Mônica”, “Que país é este”, entre outros.

Ficha técnica:

Fernando Freitas – Vocal
Henrique Tuffi – Guitarra
Marcos Vinni – Bateria
Maninho Bass Jr. – Baixo
Ziel de Castro – Guitarra e Violão
Jonathan Lima – Teclado



Serviço:

Dia: 07/03 (sábado), às 20h.
Local: Arena Jovelina Pérola Negra.
Endereço: Praça Ênio, s/n, Pavuna.
Tel.: (21) 2886-3889
Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada)
Classificação: 16 anos

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Cia Up Leon apresenta “Rio de felicidade”, em comemoração aos 450 anos do Rio de Janeiro O show acontecerá no dia 06/03, às 20h, na Arena Jovelina Pérola Negra



A Cia Up Leon, conhecida internacionalmente por produzir grandes espetáculos e artistas circenses, criou um show para comemorar aos 450 anos da cidade maravilhosa. No dia 06/03, às 20h, a Arena Jovelina Pérola Negra abre suas portas para o público carioca celebrar o mês de março através do espetáculo “Rio de felicidade”. Os ingressos são gratuitos e a classificação é livre.

A criação do espetáculo foi fruto de seis meses de ensaios e pesquisas e os números vão retratar os 450 anos do Rio de Janeiro, através de narrativas que mostram a influência cultural desde as nossas origens até os dias atuais. O grupo é conhecido por elaborar espetáculos com alto nível técnico e artístico e de produzir arte circense de uma maneira única e versátil.

O diretor do espetáculo, Fidelys Fraga, conta que o processo de criação tem sido um desafio divertido: “Unir teatro e circo, que sempre foram minhas paixões e está dando um resultado incrível. Tenho o privilégio de poder contar com um elenco de 12 artistas cheios de ritmo e com uma disponibilidade única. É um espetáculo pra cima, empolgante, que vai contagiar o público”.  

Elenco: 
Ariane Souza, Danny Rodrigues, Fonseca Junior, Glaicon Pinheiro, Johnny Barbosa, Jorge Henrique, Leyla Barros, Maurício Correia, Pablo Bessa, Paulo Bessado, Rayana Motta e Thiago dos Santos.

Serviço: 
Dia: 06/03, às 20h.
Local: Arena Jovelina Pérola Negra.
Endereço: Praça Ênio, s/n, Pavuna. 
Tel.: (21) 2886-3889 
Entrada gratuita
Classificação livre            
A Arena possui acesso para pessoas com deficiência e estacionamento gratuito.

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TEATRO RIVAL PETROBRAS APRESENTA Zeca Baleiro Solo O show especial faz parte das comemorações de 80 anos do Teatro Rival Petrobras


“O Rival, além de ser um teatro muito simpático e com uma história linda, foi muito importante na minha trajetória pessoal.
Me apresentei muitas vezes lá no início de carreira, sempre em apresentações muito calorosas.
Foi talvez o palco do Rio onde mais pisei.  E nos anos seguintes, continuei a lá me apresentar, ainda que mais espaçadamente (senão cansam da gente, né? (rs).

De lambuja, ainda vi shows maravilhosos lá, de Erasmo, Melodia, Macalé e Rita Ribeiro, entre tantos.
É lindo ver, especialmente no Brasil, um teatro fazendo 80 anos, e a todo vapor.
Saravá, família Leal.
Zeca Baleiro



Zeca Baleiro Solo
O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro faz apresentação solo, nos dias 6 e 7 de março, sexta-feira e sábado, às 19h30, no Teatro Rival Petrobras.  Canções autorais e de seu repertório afetivo são valorizadas em arranjos acústicos e nem por isso menos contagiantes.
Neste formato, acompanhado apenas de seus violões, além de uma proximidade maior com o público, Baleiro tem mais liberdade e espaço para improvisos, garantindo boas surpresas ao longo do show.
"É um show que permite maior interação com o público, experimentar canções que normalmente não estão no repertório... Gosto muito", comenta Zeca Baleiro.

ZECA BALEIRO
Zeca Baleiro nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Seu primeiro disco (“Por Onde Andará Stephen Fry?”) foi lançado em 1997. Desde então, lançou outros nove discos de inéditas, alguns projetos especiais e sete DVDs. Seu mais recente trabalho, “Calma Aí, Coração”, foi lançado em cd e dvd em 2014, mesmo ano em que lançou seu primeiro álbum infantil, “Zoró [bichos esquisitos] Vol.1”.
Artista multifacetado, Zeca Baleiro construiu uma carreira sólida, sempre surpreendendo público e crítica a cada trabalho. Com melodias certeiras, arranjos elaborados e poesia em alta voltagem, Baleiro apresenta sua espirituosa visão de mundo em canções originais. Além disso, tem se revelado sagaz intérprete de outros compositores e se envolvido com novas áreas, como o teatro e a literatura.
Em 2014, Zeca lançou seu segundo livro, “A Rede Idiota e outros textos”, com artigos publicados na revista IstoÉ e no blog Questões Musicais, da revista piauí, além de textos publicados em diversos jornais e revistas e outros escritos especialmente para o livro.

DISCOGRAFIA
Zeca Baleiro lançou 17 CDs:
1997 Por Onde Andará Stephen Fry?
1999 Vô Imbolá
2000 Líricas
2002 Pet Shop Mundo Cão
2003 Raimundo Fagner e Zeca Baleiro
2005 Baladas do Asfalto e Outros Blues
2006 Baladas do Asfalto e Outros Blues Ao Vivo
2007 Lado Z
2008 O Coração do Homem-Bomba Volume 1
2008 O Coração do Homem-Bomba Volume 2
2009 O Coração do Homem-Bomba Ao Vivo (ao vivo mesmo)
2010 Concerto
2010 Trilhas – música para cinema e dança
2012 Lado Z – vol.2
2012 O Disco do Ano
2014 Calma Aí, Coração ao Vivo
2014 Zoró [bichos esquisitos] Vol.1

7 DVDs:
2004 Pet Shop Mundo Cão
2005 Líricas
2005 Raimundo Fagner e Zeca Baleiro
2006 Vô Imbolá
2006 Baladas do Asfalto e Outros Blues
2009 O Coração do Homem-Bomba Ao Vivo (ao vivo mesmo)
2014 Calma Aí, Coração

Pra saber mais sobre Zeca Baleiro: http://www.zecabaleiro.com.br
Serviço: Zeca Baleiro Solo
Teatro Rival Petrobras
Dias 6 e 7 de março, sexta-feira e sábado, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – tel: 2240-4469
Preço:
Setor A / Mezanino:
R$  140 (Inteira)
R$   70(Estudante / idoso / professor da rede municipal)
Setor B:
R$  120 (Inteira)
R$    60 (Estudante / idoso / professor da rede municipal)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares


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SUCESSO NO SESC COPACABANA, “NO SE PUEDE VIVIR SIN AMOR” EMENDA TEMPORADA NO TEATRO CANDIDO MENDES, EM IPANEMA O amor é o tema do espetáculo em que a amizade foi a grande inspiração Uma homenagem ao saudoso escritor Caio Fernando Abreu

 

A amizade entre a atriz e professora Nara Keiserman e o escritor Caio Fernando Abreu foi a grande motivação para a montagem do espetáculo “No se puede vivir sin amor”, entra em cartaz no Teatro Candido  Mendes, em Ipanema, até 31 de marco, sempre às terças-feiras, às 21h.  A peça é uma coleção dos textos mais poéticos de Caio, morto em 1996, em que o amor é a premissa de uma existência eventualmente feliz e completa.

“No se puede vivir sin amor” foi concebida a partir de um convite feito a Nara Keiserman pela Feira do Livro de Porto Alegre, para homenagear Caio Fernando Abreu, quando ele completaria 60 anos. Depois, a performance foi trabalhada como pesquisa artístico-acadêmica e apresentada em diferentes versões em diversos eventos acadêmicos. Agora, estruturada como espetáculo teatral, mantém-se fiel aos princípios geradores: a homenagem ao autor e o compromisso com a investigação teatral.

O espetáculo segue a linha de teatralidade experimentada pela atriz no Núcleo Carioca de Teatro, assim como no grupo Atores Rapsodos, criado em 2000 com alunos formados na Escola de Teatro da UNIRIO, e aposta em dois conceitos: a utilização da literatura não dramática e a exploração das linguagens de texto e de movimento, como canais diferenciados na comunicação com o espectador.

O roteiro inclui os contos “Metâmeros”, “Mergulho II”, “Como era verde meu vale”, “Fotografias”, “Quando setembro vier” e “Creme de alface”; trechos de “Última carta para além dos muros”, e de “Dodecaedro”; além de inéditos escritos especialmente para Nara: um poema, uma carta e um texto para o programa de “Morangos Mofados”.
Foi justamente a amizade entre os dois que determinou alguns aspectos do trabalho, como a predominância do tom afetivo e a escolha dos textos, tematizando o amor e seus derivativos. “Eu fui amiga do Caio – o dirigi num espetáculo infantil em 1977, em Porto Alegre, encenei contos de ‘Morangos Mofados’ em 1982, no Rio de Janeiro, e também ‘(eu) Caio, Jogo Teatral’, com textos dele e sobre ele”. Seus textos me acompanham desde então e ainda, revela a atriz.

A encenação lida com a essencialidade. No espaço da atuação, apenas uma mesa, com poucos objetos ritualísticos, duas cadeiras. Seguindo o roteiro textual pré-estabelecido, os gestos e a vocalidade da atriz nascem dos sentimentos/emoções/imagens que emergem do próprio momento vivido, e se dá de acordo com a rede perceptiva estabelecida entre palco e plateia, como pede o bom teatro narrativo.

A versão teatral de “No se puede vivir sin amor”estreou em maio de 2013, em Belo Horizonte, e foi apresentada no 28º Festivale – Festival de Teatro de São José dos Campos.

Sobre a transformação dos textos
Em “No se puede vivir sin amor” o mundo invocado é aquele construído por Caio Fernando Abreu. Ao ser transposto das páginas planas do livro para a ampla dimensionalidade da cena teatral, as palavras, ouvidas internamente pelo leitor no exercício solitário da leitura, ao serem pronunciadas pela atriz em cena, com seus tempos e interpretações próprias, e ouvidas/vistas por um coletivo, fazem surgir uma outra realidade, produzida por uma espécie de fricção, de confronto artístico entre o autor, a atriz e os espectadores. Os vários planos de imaginação vão se somando até a formatação de um universo particular, próprio de cada espectador. “No se puede vivir sin amor” promove um momento para além do cotidiano, em que se recupera a arte esquecida e ancestral de contar e ouvir histórias e em que é dado ao espectador o prazer de exercitar serenamente a sua sensorialidade, através dos atos de ouvir e de ver.

Nara Keiserman pontua: “Sei de cor (de coração) os textos do Caio que mais gosto e o modo como vou falar, os movimentos que vou fazer, os momentos em que vou cantar melodias que são como sortilégios, são resultado deste aqui-agora e acredito que o que partilhamos neste evento teatral corresponde ao que nós todos, juntos, estamos precisando viver agora.”

Sinopse
Coleção dos textos mais poéticos de Caio, em que o amor é a premissa de uma existência eventualmente feliz e completa. O roteiro inclui um poema e duas cartas escritas por Caio especialmente para Nara.

Sobre Nara Keiserman – concepção, dramaturgia e atuação
É atriz, diretora, pesquisadora e professora na Escola de Teatro da UNIRIO. Atriz e co-fundadora do Núcleo Carioca de Teatro (1991 – 2001), dirigido por Luís Artur Nunes. Diretora artística do grupo Atores Rapsodos (desde 2000). Preparadora Corporal e Diretora de Movimento da Companhia Pop de Teatro Clássico (desde 1999), no Rio de Janeiro.
Mestre em Teatro pela USP, com a dissertação “A preparação corporal do ator - uma proposta didática” e Doutora pela UNIRIO, com a tese “Caminho pedagógico para a formação do ator narrador”. Pós-doutorado na Universidade de Lisboa, com pesquisa sobre “Aspectos da cena narrativa portuguesa contemporânea”.
Desenvolve Pesquisa Institucional na UNIRIO, denominada “Ator rapsodo: pesquisa de procedimentos para uma linguagem gestual”. Professora Associada na Escola de Teatro da UNIRIO, responsável pelas disciplinas de Movimento na Graduação e professora efetiva na Pós-Graduação.
Tem artigos publicados em revistas especializadas e ministra Cursos, Oficinas e Workshops sobre o Teatro Narrativo e sobre o Corpo Infinito do Ator.
Entre seus alunos, há vários atores famosos e premiados como Mateus Solano, Ana Beatriz Nogueira, Marcos Palmeira e Patrícia Pillar.

Sobre Caio Fernando Abreu - autor
Caio Fernando Abreu nasceu Santiago do Boqueirão, RS, 1948  e morreu em Porto Alegre, RS, 1996). Contista, romancista, dramaturgo, jornalista. Muda-se para Porto Alegre em 1963 e no mesmo ano publica seu primeiro conto “O Príncipe Sapo” na revista Cláudia. A partir de 1964 cursa Letras e Arte Dramática na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas abandona ambos os cursos para dedicar-se ao jornalismo. Transfere-se para São Paulo em 1968, após ser selecionado, em concurso nacional, para compor a primeira redação da revista Veja. No ano seguinte, perseguido pela ditadura militar, refugia-se na chácara da escritora Hilda Hilst (1930 - 2004), em Campinas, São Paulo. A partir daí passa a levar uma vida errante no Brasil e no exterior. Fascinado pelo contracultura, viaja pela Europa de mochila nas costas, vive em comunidade, lava pratos em Estocolmo e considera a possibilidade de viver de artesanato em uma praça de Ipanema. Na década de 1980, escreve para algumas revistas e torna-se editor do semanário Leia Livros. Em 1990, vai a Londres, lançar a tradução inglesa de “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso”. Vai para a França, em 1994, a convite da Maison dês Écrivains Étrangerset dês Traducteurs de Saint Nazaire, onde escreve a novela “BienLoin de Marienbad”. Em setembro do mesmo ano escreve em sua coluna semanal, no jornal O Estado de S. Paulo, uma série de três cartas denominadas “Cartas para Além do Muro”, onde declara ser portador do vírus HIV. Antes de falecer dois anos depois no Hospital Mãe de Deus em Porto Alegre, onde voltara a viver novamente com seus pais, Caio Fernando Abreu dedicou-se a tarefas como jardinagem, cuidando de roseiras. Ele faleceu no mesmo dia em que Mário de Andrade: 25 de fevereiro. Entre os livros de contos publicados, tem-se “Inventário do Irremediável”, “O Ovo Apunhalado”, “Pedras de Calcutá”, “Morangos Mofados”, “Os Dragões não conhecem o Paraíso”, “Ovelhas Negras”, “Estranhos Estrangeiros”. Publicou ainda romances “Limite Branco” e “Onde Andará Dulce Veiga?”, as novelas “Triângulo das Águas” e crônicas “Pequenas Epifanias” e “Teatro Completo”.

Ficha técnica
Textos: Caio Fernando Abreu
Concepção, Dramaturgia e Atuação: Nara Keiserman
Direção, Iluminação e Arte: Demétrio Nicolau
Cenografia e Figurino: Carlos Alberto Nunes
Orientação Musical: Alba Lírio
Maquiagem: Mona Magalhães
Fotos: Matheus Soriedem
Filmagem: Ronaldo Iannotti
Produção: Natasha Corbelino
Assistente de Produção: Vanessa Garcia
Realização: Atores Rapsodos

Serviço: No se puede vivir sin amor
Data: até  31/3, às terças-feiras, às 21h ( Não será permitida a entrada após o início do espetáculo)
Teatro Candido Mendes
Endereço: Rua Joana Angélica 63 - Ipanema -  Tel: 2523-3663
Ingressos: R$40 e R$ 20
Lotação: 103 lugares
Classificação: 16 anos
Duração: 60 minutos
Gênero: Drama Poético


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O RIO DE JANEIRO DE Debret - Coleção de Castro Maya - Centro Cultural dos Correios


Serviço:

Exposição - O RIO DE JANEIRO DE Debret - 
Coleção de Castro Maya - Centro Cultural dos Correios 
Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro - RJ
21 2253-1580
Visitação 
Até dia 3 de maio de 2015
terça a domingo - 12h as 19h.
Entrada franca!
Classificação Livre.

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Dia das Meninas no MAST Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres, o MAST irá promover a mesa-redonda "Mulheres nas ciências: Experiências e Perspectivas", onde será discutido o papel das mulheres na construção do campo científico. Inscrições gratuitas pelo telefone (21) 3514-5233.


Qual a participação das mulheres na ciência? Por que seguir uma carreira científica? Quais as dificuldades encontradas? Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) irá promover a mesa-redonda "Mulheres nas ciências: Experiências e Perspectivas", onde serão discutidas essas e outras questões relacionadas ao papel das mulheres na construção do campo científico. O evento acontece no dia 05 de março, às 14h, no auditório do prédio anexo do Museu. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo telefone (21) 3514-5233. As vagas são limitadas!

O evento, que será transmitido online pelo site www.mast.br, contará com a participação das palestrantes: Moema Vergara, pesquisadora titular do MAST e professora da PPGH/UNIRIO; Patrícia Spinelli, doutora em Astrofísica e pesquisadora adjunta do MAST; Maria Esther Valente, doutora em Ensino e História de Ciências da Terra, pela Unicamp e pesquisadora sênior do MAST; e Fabiana Munhóz, doutora em Ótica, Fotônica e Processamento do Sinal, e gerente de Open Research no Departamento de Pesquisa e Inovação da L’oréal Brasil.

Após o debate, às 16h, haverá Visita Orientada pelo Museu e a atividade Observação do Sol. O MAST possui telescópios e filtros para a observação do Sol de forma segura. Através deles, podemos observar as manchas solares, observadas pela primeira vez com uma luneta por Galileu Galilei, no século XVI. Estas manchas são regiões do Sol mais frias que aquelas de seu entorno.

Os participantes serão também convidados a conhecer o maior conjunto arquitetônico do Brasil na área de astronomia. Em um passeio pelo campus do MAST, eles terão a oportunidade de estar em contato com exemplos típicos da arquitetura e da engenharia para a astronomia dos primórdios do século XX. Além de visitar as exposições localizadas no prédio sede do Museu e em alguns pavilhões de lunetas centenárias, e conhecer o segundo maior meteorito do Brasil, o Meteorito Santa Luzia de Goiás.

Resumo dos currículos das palestrantes:

Moema de Rezende Vergara: pesquisadora titular do MAST e professora da PPGH/UNIRIO e PPGEFHC/UFBA E UEFES. Pesquisa sobre história da ciência no Brasil no século XIX.

Patrícia Figueró Spinelli: doutora em Astrofísica pelo Instituo Max Planck, Alemanha. Pesquisadora adjunta do MAST e professora do curso de Especialização em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde FIOCRUZ/MAST/Jardim Botânico. Atua na área de divulgação da ciência, especialmente Astronomia. É membro fundador do Programa Galileo Mobile.

Maria Esther Valente: é doutora em Ensino e História de Ciências da Terra, pela Unicamp. Pesquisadora sênior do MAST, atuando nas áreas de divulgação da ciência e educação em museus. É professora do Programa de Pós Graduação em Museologia, UNIRIO/MAST, do curso de Preservação de Acervos de Ciência e Tecnologia PPACT/MAST e do curso de Especialização em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde FIOCRUZ/MAST/Jardim Botânico.

Fabiana Munhóz: é doutora em Ótica, Fotônica e Processamento do Sinal pela Universidade Paul Cézanne, em Marselha, França. É gerente de Open Research no Departamento de Pesquisa e Inovação da L’oréal Brasil. É responsável pelos projetos relacionados ao cabelo, seja na caracterização física e química da fibra capilar ou na busca por novos tratamentos capilares.


PROGRAMAÇÃO

Dia das Meninas no MAST
Quinta-feira, 05 de março

Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão – Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3514-5233
www.mast.br

Abertura
14h

Mesa-redonda: “Mulheres nas Ciências: Experiências e Perspectivas”
14h30

Observação do Sol e Visita Orientada
16h

Divulgação Cultural Agenda Cultural RJ

 Divulgação - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas

 Gabriele Nery (21)99676-9323 

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Jazz In’ Champanheria apresenta som da Motown no happy hour A banda Som Noir apresenta clássicos característicos do 'rhythm and blues' da gravadora simbolo do soul dos anos 60


O happy hour da Jazz In’ Champanheria recebe a Som Noir na quinta-feira, dia 12 de março. A banda resgata o groove característico do som da Motown e passeia por arranjos e refinamentos de produções de artistas consagrados desde a década de 60 até dias atuais. Compõem o grupo Melissa Trigo (voz), Jorge Valladão (baixo), Juliano Buarque (guitarra), Adal Fonseca (bateria), Eduardo Santana (trompete) e Helio Marques Ferinha (teclados). Nos intervalos, a DJ D’Paula anima a pista.

Serviço:
Som Noir
Local: Jazz In' Champanheria
Endereço: Rua Sacadura Cabral, 63 - Praça Mauá
Data: 12 de março
Horário: a partir das 19h30. Abertura da casa às 18h.
Ingresso: R$ 15
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Show das Mulheres de Chico, oficina de bijuteria, aula de defesa pessoal, shiatsu e curso e dança do ventre são algumas das muitas atividades gratuitas que o Sesc Tijuca preparou para o Dia Internacional da Mulher



No próximo domingo (8/03), o Sesc Tijuca oferece uma programação especial para o público feminino com atividades entre 9h e 18h

            Comemorado desde o início do Século XX até a década de 1920 no ocidente, a celebração pelo Dia Internacional da Mulher foi recuperada na década de 1960, com o movimento feminista. Atualmente, a data possui um caráter mais simbólico e festivo. Este simbolismo será especial no Sesc Tijuca no próximo dia 8/03 (domingo). A unidade oferece uma vasta programação gratuita para celebrar as mulheres de todas as gerações. São diversas atividades de cultura, oficinas, dicas de beleza, orientações em saúde, shiatsu, maratona de dança de salão, espetáculos teatrais, aulas de defesa pessoal, atividades recreativas com a família e muito mais. A grande festividade começa cedo, com ações relaxantes. Como a aula aberta de Tai Chi Chuan, às 9h15. Quase no mesmo horário, a aula de Yoga energiza as alunas a partir das 9h30.
            Depois de relaxar a mente e o corpo, as mulheres aprendem a se defender de diversas situações arriscadas com importantes lições de defesa pessoal. O aulão vai de 10h30 às 12h. Às 11h, as participantes que preferem uma atividade mais tranquila para aliviar as tensões, nada melhor que uma longa sessão de shiatsu.
            Com a mente mais criativa, a oficina artística realiza um curso de confecção de bijuterias a partir das 12h. No mesmo horário também começa a distribuição de 300 senhas para o esperado show do grupo Mulheres de Chico, às 17h. Mas, antes disso, todas já podem se animar. Às 14h começa uma grande aula de dança do ventre que promete divertir e atrair um público de várias idades. Nesse dia repleto de diversão, comemoração e aprendizado, o Sesc Tijuca agita o universo feminino com um diversificado leque de lazer, relaxamento, cultura e muita festividade com atrações gratuitas e imperdíveis.

                                   

Serviço

Sesc Tijuca – Programação do Dia Internacional da Mulher
Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539. Tijuca
Tel.: (21) 3238-2139
Data: 8/03.
Preço: Todas as atividades são gratuitas.

Locais e horários:

Ginásio
Aula Aberta de Tai Chi Chuan – 9h15 às 10h30.
Aula de Defesa Pessoal – 10h30 às 12h.
Maratona de Dança – 13h às 16h.

Espaço Ânima
Aula  de Yoga – 9h30 às 10h30.
Shiatsu – 11h às 15h.

Pátio das Acácias
Oficina Artística – confecção de bijuterias– 12h às 13h.

Casa Rosa
Alongamento – 10h às 11h.
Show do grupo Mulheres de Chico – 17h (distribuição de 300 senhas a partir das 12 h).

Sala de Dança
Aula de Dança do Ventre – 14h às 15h.

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