Em dobradinha inédita na cidade, o público poderá conferir, a partir do mês de outubro, os trabalhos do premiado fotógrafo Thomas Baccaro em duas ocasiões. A primeira é a exposição “Viver, Conviver e Reviver”, com 112 fotografias de 53 pessoas com mais de 55 anos


Artista Thomas Baccaro realiza duas mostras no Rio

Em outubro, fotógrafo expõe no Centro Cultural dos Correios e na Casa Cor CASACOR Rio 2017



Em dobradinha inédita na cidade, o público poderá conferir, a partir do mês de outubro, os trabalhos do premiado fotógrafo Thomas Baccaro em duas ocasiões. A primeira é a exposição “Viver, Conviver e Reviver”, com 112 fotografias de 53 pessoas com mais de 55 anos, que já percorreu São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. A mostra estará em cartaz no Centro Cultural dos Correios, de 20 de outubro a 15 de novembro. A segunda será na CASACOR Rio, de 24 de outubro a 30 de novembro, no ambiente assinado pela arquiteta Paola Ribeiro, com seis fotografias fine art, registradas na Itália e Grécia.

O contato de Thomas com museus, galerias, exposições e artistas começou cedo. Ele herdou da família suas referências artísticas: é filho dos italianos Giuseppe Baccaro, galerista, negociante e leiloeiro de arte, e Fiorella Giovagnoli, restauratrice; e foi enteado do diretor de cinema Hector Babenco e do fotógrafo Mario Cravo Neto. Aos 42 anos, já realizou mais de 22 exibições individuais de um total de 48 exposições das quais participou. Entre os prêmios, destaque para AI-AP Latin American Fotografía 3 (EUA, 2014); Mostra Istituzionale Forte Sangallo di Nettuno Contemporary Art (Itália, 2012); Prêmio Colunistas Norte e Nordeste (Brasil 2000 a 2008); e Museu de Arte Contemporânea de Americana (Brasil, 1998).

Esta é a primeira vez que vou expor no Rio de Janeiro. Era um desejo antigo, pois meu pai teve muitas parcerias na cidade, sempre me falava muito do mercado carioca. Inclusive, estou a procura de uma representação na capital", revela Thomas, que busca em suas viagens nacionais e internacionais a matéria-prima para suas fotografias. "Este ano fui a Itália e Marrocos, acabo de voltar de uma temporada em Galápagos e logo embarco para um trabalho em Minas Gerais".

Exposição “Viver, Conviver & Reviver”: mais de 100 fotos de pessoas acima dos 55 anos


A exposição “Viver, Conviver & Reviver” - idealizada pelo programa Itaú Viver Mais, que promove o envelhecimento ativo, além de estimular a arte e a cultura - reúne mais de uma centena de fotografias de Thomas Baccaro. As imagens são acompanhadas pelos textos “A Arte De Ficar Mais Velho”, de Drauzio Varella, e “A Arte de ser Artista”, de Paulo Klein, produzidos com exclusividade para a mostra.

“Fazer cada um dos fotografados se sentirem especiais e belos, foi o objetivo deste ensaio. Quis que cada um pudesse viver mais esta experiência, entre tantas já vividas”, conta Thomas, que tem como uma das características de seu trabalho a facilidade de captar espontaneidade.

CASACOR: série fotografias clicadas na costa italiana e grega, no ambiente da renomada Paola Ribeiro

De 24 de outubro a 30 de novembro, no Porto Maravilha, acontece a 27ª edição da CASACOR Rio, mais relevante mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo do Brasil. Com exclusividade para a arquiteta Paola Ribeiro, Thomas irá expor imagens registradas na Grécia e Itália (Sicília e Ligúria), com o tema "água", já que o ambiente será um spa. Serão seis fotografias em três tamanhos: 1,40m x 1,40m, 60cm x 90cm e 1,10m x 1,65m.

"Esta é a sexta vez que participo da CASACOR, entre edições no Rio e São Paulo, junto com a Paola. Como o ambiente é um spa, selecionamos entre tantas outras, imagens de água e mar, transmitindo a ideia da paz e da calma através de tons verdes e azuis", explica Thomas.

Saiba mais: www.thomasbaccaro.com

SERVIÇO:
Exposição “Viver, Conviver & Reviver”
Fotografia Thomas Baccaro
Textos: “A Arte De Ficar Mais Velho”, de Dráuzio Varella, e “A Arte De Ser Artista”, de Paulo Klein
Vernissage: dia 20 de outubro, 19h
Data: de 20 de outubro a 15 de novembro de 201
Local: Centro Cultural dos Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 Centro
Telefone: (21) 2253 1580
Horário: Terça a domingo, 12 às 19h
Grátis – Livre para todos os públicos

Casa Cor Rio 2017
Data: de 24 de outubro a 30 de novembro de 2017
Local: AQWA Corporate – Via Binário do Porto nº 299 – Porto Maravilha.
Telefone: (21) 2512-2411 / 96432-2494
Horário: de terça a domingo, das 12h às 21h
Ingressos terça a sexta-feira: R$25 (meia) e R$50 (inteira)
Ingressos para sábados, domingos e feriados: R$30 (meia) e R$60 (inteira)

Agenda Cultural RJ 
Gabriele Nery
Produção e Divulgação de Eventos Culturais.
Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos.
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Musical “Dançando no Escuro” em cartaz no Sesc Ginastico

Musical “Dançando no Escuro” no Rio de Janeiro



O musical “Dançando no Escuro” nasceu do desejo dos atores-produtores Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes de trazer para o teatro a adaptação do premiado filme homônimo de Lars von Trier, estrelado pela cantora Björk, que também compôs todo o repertório musical da obra que expõe o drama de uma mulher com uma doença degenerativa que a leva à cegueira, seu desmedido amor pelo filho e as injustiças sofridas por ela. A adaptação para o teatro é do nova-iorquino Patrick Ellsworth, a única permitida pelo cineasta dinamarquês. Com os direitos comprados em 2015 o musical estreia dia 19 de outubro de 2017, no Teatro Sesc Ginástico, Centro do Rio de Janeiro.

A premiada atriz Dani Barros dirige esta montagem que conta com direção musical e arranjos do também premiado Marcelo Alonso Neves. As atrizes Juliane Bodini e Cyria Coentro interpretam as personagens que no filme de Lars von Trier foram de Björk e Catherine Deneuve. O elenco é composto por nove atores e atrizes cantores, que interpretam os principais personagens e outros menores, além de quatro músicos, dois deles cegos, um multi tecladista e um baterista, que tocam ao vivo a trilha sonora.

Com 5 musicais no currículo: “Rock in Rio - O musical”, “Cazuza, Pro dia nascer feliz - O musical”, “Cassia Eller - O musical” e “O beijo no asfalto - O musical”, todos dirigidos por João Fonseca, “Raul Fora da Lei”, dirigido por Roberto Bomtempo e José Jofilly, a atriz e cantora Juliane Bodini interpreta a protagonista de “Dançando no Escuro”. Em 2015, Bodini foi indicada ao Prêmio Bibi Ferreira como atriz coadjuvante por “Cassia Eller - O musical”.

– Este musical foi um enorme e prazeroso desafio. Lidar com as composições inusitadas e fora dos padrões de Björk e Sjón Sigurdsson e conviver com esses fantásticos músicos que justo por não terem o “dom” da visão, trouxeram suas sensibilidades musicais. Além do apoio dos músicos, nós procuramos produzir a partir do próprio elenco a sonoplastia, utilizando sucata de metal que em última instância reporta aos sons da fábrica em que Selma trabalha e tem seus devaneios. A utilização dos sons corporais como instrumentos também foi uma ferramenta importante na criação das atmosferas musicais. Esse espetáculo estará marcado para sempre em minha carreia musical. – Marcelo Alonso Neves, diretor musical

– Lembro-me da primeira vez que vi Dancer in the Dark. Eu nunca tinha visto nada parecido antes. Eu achei isso audaz, generoso e absolutamente implacável. Era de alguma forma cinemática e profundamente íntima. Embora houvesse um outro mundo, era o filme mais humano que eu já vi. Quando fui abordado pela primeira vez para adaptá-lo ao palco, fiquei excitado e aterrorizado. No meu mundo, Lars e Bjork são vacas sagradas, e eu sabia que eu tinha que matá-las para que a história vivesse no palco. No começo, pouco avancei. Contudo, encontrei-me perguntando uma e outra vez: “Se Selma pudesse falar, o que ela diria?” Foi então que percebi o quão fechado Selma é. Eu queria que ela se abrisse e fale. – Patrick Ellsworth, autor da adaptação teatral

– Em 2007, no reg 3 da CAL, o Paulo Afonso de Lima, meu professor na época, resolveu fazer esse musical como exercício da turma. Eu não conhecia o filme e assisti depois que ele disse que faríamos essa montagem. Ele me deu o papel da Selma e foi uma experiência muito bacana. Foi uma adaptação que ele mesmo fez e logo após a apresentação eu decidi que um dia faria essa peça profissionalmente. E cá estamos nós, eu e Luis Antonio Fortes, exatos 10 anos depois realizando este desejo. – Juliane Bodini, atriz e uma das idealizadoras do projeto.



Sinopse

A história de passa em 1964, nos Estados Unidos. Selma Jezková é uma imigrante tcheca que se muda para os EUA com seu filho Gene, um garoto de doze anos. Ela tem uma doença hereditária degenerativa que a faz peder a visão, algo que também vai acontecer com seu filho. Ao saber que nos EUA existem médicos que podem operar Gene, foi o suficiente para fazê-la imigrar para o país. Selma aluga um trailer na propriedade de Bill e sua esposa Linda, seus vizinhos, onde vive humildemente. Trabalha exaustivamente em uma fábrica com sua melhor amiga Carmen e guarda tudo o que ganha para a cirurgia que evite que seu filho sofra do mesmo destino. Mas quando Bill se vê em dificuldades financeiras rouba o dinheiro que Selma tinha economizado duramente. O roubo é o ponto de partida para trágicos acontecimentos.

Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes idealizam musical com projeto de acessibilidade

Além do espetáculo teatral, o trabalho dos artistas envolvidos estará focado em movimentar, semear, articular e desenvolver um trabalho sério de acessibilidade dentro e fora do palco com equipe capacitada para atender o público com diversos tipos de deficiência, buscando não só o entretenimento cultural e sim um movimento de inclusão social.

– Transpor para o teatro essa obra cinematográfica tão marcante veio da vontade de abrir os olhos para o mundo, abordando assuntos tão pertinentes como preconceito, exclusão social e injustiça. E assim, tentar mudar os padrões e os vícios de uma sociedade onde a intolerância prevalece e o descaso nos envenena. É preciso enxergar o outro. Assim, escolhemos fazer um trabalho, um movimento, que permita que todo o público tenha acessibilidade dentro e fora do palco.” – Juliane Bodini e Luis Antônio Fortes, idealizadores do projeto

Ficha Técnica

Musical baseado no longa-metragem de Lars von Trier
Adaptação Teatral: Patrick Ellsworth
Tradução: Elidia Novaes
Direção: Dani Barros
Músicas Originais: Björk
Direção Musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Idealização: Juliane Bodini e Luis Antonio Fortes
Direção de Produção: Jéssica Santiago
Elenco: Juliane Bodini (Selma Jezková), Cyria Coentro (Carmen Baker), Luis Antonio Fortes (Jeff), Andrêas Gatto (Samuel), Greg Blanzat (Gene Jezková), Julia Gorman (Linda Houston), Lucas Gouvêa (Bill Houston), Marino Rocha (Norman) e Suzana Nascimento (Brenda Young)
Músicos: Vanderson Pereira (multi tecladista), Johnny Capler (baterista), Allan Bass (baixista) e Dilson Nascimento (multi tecladista)
Cenário: Mina Quental
Figurino: Carol Lobato
Iluminação: Felicio Mafra
Preparação Vocal: Mirna Rubim
Direção de Movimento: Denise Stutz
Aulas e Coreografia do Sapateado: Clara Equi
Preparação Corporal e Assistente de Direção de Movimento: Camila Caputti
Visagista: Marcio Mello
Versionista: Marcelo Frankel
Sonorização: Joyce Santiago
Assistentes de Direção: Rubia Rodrigues e Camila Caputti
Assistente de Visagismo: Roberto Santiago
Produção Executiva: Camila Santana
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos do Material Gráfico: Nana Moraes
Marketing Digital: Maria Alice
Marketing Cultural: TEM DENDÊ! Produções - Tamires Nascimento

Serviço

“Dançando no Escuro”
Musical baseado no longa-metragem de Lars Von Trier
Adaptação Teatral: Patrick Ellsworth
Tradução: Elidia Novaes
Direção: Dani Barros
Direção Musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Sinopse: A tcheca Selma Jezková migra para os EUA com o filho Gene, que precisa operar os olhos para não perder a visão; trágicos acontecimentos cruzam seus caminhos enquanto Selma sonha com o mundo dos musicais.
Elenco: Juliane Bodini, Cyria Coentro, Luis Antonio Fortes, Andrêas Gatto, Greg Blanzat, Julia Gorman, Lucas Gouvêa, Marino Rocha e Suzana Nascimento
Músicos: Vanderson Pereira (multi tecladista), Johnny Capler (baterista), Allan Bass (baixista) e Dilson Nascimento (multi tecladista)
Local: Sesc Ginástico, Av. Graça Aranha, 187, Centro, Rio de Janeiro (tel. 2279-4027)
Temporada: 19 de outubro a 19 de novembro de 2017, quinta a sábado às 19h e domingo às 18h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (para jovens até 21 anos, estudantes e maiores de 60 anos), R$ 7,50 (Associados Sesc)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Capacidade de público: 513 lugares
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
Drama Musical
Acessibilidade para pessoas com deficiência e assentos especiais
Audiodescrição e Libras aos domingos: 29/10, 5/11, 12/11 e 19/11

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O CHORINHO DE ARMANDINHO “O Choro mais alegre do Brasil” Dia 3, sexta-feira, às 20h no Teatro Rival. O projeto “O Chorinho de Armandinho” traz a iniciativa de manter vivo esse gênero musical, que é um dos o mais antigos do Brasil




TEATRO RIVAL PETROBRAS APRESENTA
O CHORINHO DE ARMANDINHO
“O Choro mais alegre do Brasil”
Dia 3, sexta-feira, às 20h


O projeto “O Chorinho de Armandinho” traz a iniciativa de manter vivo esse gênero musical, que é um dos o mais antigos do Brasil, no entanto, ainda pouco conhecido do grande público. Neste trabalho Armandinho faz uma síntese de suas principais vertentes musicais, misturando o choro ao pop, ao rock e ao frevo que são interpretados pelo músico no seu estilo inconfundível de tocar o bandolim e a guitarra baiana. O repertório contem temas que vão desde o clássico Bolero de Ravel até o hino do carnaval baiano, “Chame Gente” de (Armandinho e Moraes Moreira).

Após a estreia na cidade maravilhosa “O Choro mais alegre do Brasil” está de volta para alegria dos amantes do gênero mais uma vez com o acolhimento do teatro Rival. O projeto surgiu em 2015 com estouro de bilheteria em Salvador para seguir se apresentando em outros estados brasileiros, além de uma turnê na Espanha em 2016.  A composição de acompanhamento do artista é feita, por violão de sete cordas, cavaquinho, quite de percussão e pandeiro. Dando ênfase ao acústico sem abandonar sua eletricidade natural.

Dessa vez Armandinho tem a honra de receber como convidada especial Nilze Carvalho, cavaquinista de grande talento que aos seis anos de idade já se apresentava para o grande publico e aos 12 anos gravou seu primeiro trabalho em uma serie de quatro LPs intitulado “Choro de menina”, nesse projeto ela foi acompanhada pelo conjunto Época de ouro, a partir de então, ela vêm deslanchando uma carreira de sucessos com diversas parcerias como com, Zeca pagodinho, Zélia Duncan, Hamilton de Holanda e agora com Armandinho Macêdo. Foi apresentadora do programa Cena Musical, e entre uma diversa discografia foi nominada em 2015 ao GRAMMY latino com o cd "VERDE AMARELO NEGRO ANIL como melhor álbum de samba. E é nesse extraordinário contesto musical de grandes talentos e com muita alegria, que os artistas dividem o palco por primeira vez.

Nesse espetáculo Armandinho constrói melodias que passeiam pelos quatro cantos do choro, que vão desde suas origens clássicas e africanas até a sua consolidação brasileira, onde o estilo ganha em diversidade harmônica.

A improvisação na harmonia do choro é uma característica do gênero que o instrumentista aproveita para introduzir sua veia carnavalesca, com novidades dignas de um mestre e com temas marcados por introduções eletrônicas. Ele irá juntar o genuíno ao contemporâneo, eletrizando o regional. Fazendo com que os bons ouvintes se deleitem na fusão dos seus últimos trabalhos: o “Pop Choro” e o “Guibai”. Misturas que vão de Jacob do bandolim ao Jimi Hendrix, dos Beatles, ao trio elétrico Dodô e Osmar.

A cenografia do show é composta pelo acervo pessoal do artista que narra visualmente momentos importantes e especiais da sua carreira, com fotografias e elementos escolhidos pessoalmente por ele, desse modo o musico pretende interagir e se aproximar do público fazendo desse evento um grande encontro entre amigos. Mais que fazer a diferença, Armandinho garante o diferente, Transformando o pop em choro e o choro em carnaval, caracterizando.


“O choro mais alegre do Brasil”.


“Quando Armandinho toca a gente se toca da diferença entre o talento e o gênio” (Moraes Moreira).

Biografia do artista:
Com mais de 50 anos de carreira Armandinho é principalmente conhecido pela referência dos carnavais de Salvador. Sua entrada no cenário musical se deu aos 15 anos de idade quando ganhou o concurso de talentos do programa de Flavio Cavalcante da Extinta TV Tupi. Abrindo-lhe novos rumos que ele jamais havia imaginado.

Armando Costa Macêdo é um ícone e um símbolo vivo da música popular brasileira. Transformou o bandolim acrescentando uma quinta corda dando novos rumos ao choro regional, ele é Integrante de um dos mais famosos grupos de musica pop instrumental, “A Cor do Som”, atualmente, com a turnê “40 anos” e gravando um novo EP, com participações especiais de, Lulu Santos, Gilberto Gil e outros.

O Filho do criador do trio elétrico (Osmar Macêdo) Armandinho Macedo é responsável por manter viva a tradição da folia baiana dando continuidade a uma das criações mais significativas do carnaval brasileiro, os palcos andantes que fazem a festa dos foliões, sendo o mais tradicional e representativo deles o trio elétrico “Armandinho Dodô e Osmar”. A partir do cavaquinho eletrificado e tocado por seu pai, o Musico criou um novo modelo de guitarra acrescentou cordas, refez afinação, acrescentou uma alavanca, diminuiu o tamanho e etc. E a denominou de “Guitarra Baiana”, criando um instrumento de características únicas que vem se tornando cada vez mais, internacionalizado, dando a Armandinho, mesmo sem registro oficial a patente original da criação.

Com mais de 35 discos gravados ele já foi indicado ao Grammy latino duas vezes, em 2004 com O CD “Retocando o Choro” e 2011 pelo “Afro Bossa Nova” com Paulo moura, em 2013 lançou o DVD Pop Choro, e em 2015 lançou o CD “Guibai” uma montagem com temas inéditos e recopilações rearranjadas por ele.

O solista sempre na ativa participa de inúmeros eventos e projetos de importante relevância social como recentemente as Paraolimpíadas 2016 onde dividiu o palco com os guitarristas, Andreas Kisser (sepultura) e. Johnatha Bastos. Há cinco anos ele participa do “Carnaval e Natal sem fome” realizado em Arraial da Judá – Bahia, além dos seus próprios projetos como: “Os 50 carnavais de Armandinho” em 2014, onde teve como convidados Carlinhos Brow, Chico Cesar, Daniela Mercury, Geraldo Azevedo, Fafá de Belém e etc. 2013 participou nos festivais de musica brasileira em
Barcelona , Palma de Mallorca, Madrid e Oviedo .

E de 2011 a 2014 participou do festival de musica baiana na Suíça apresentado também no Auditório Stravinsky. O que lhe rendeu mais adiante em 2015 uma sequência de shows pelo Brasil com Spencer Chaplin até 2016. e entre 2015 e 2016 ele repete a dose do projeto com convidados, agora com “Os Ensaios Elétricos de Armandinho” também com uma convocatória de peso, como Gilberto Gil, Baby do Brasil, Luís Caldas etc.

Em 2016 ele uma breve turnê na Espanha com um dos mais recentes projetos O “Chorinho de Armandinho”, “o choro mais alegre do Brasil” onde o artista traz seu lado mais regional e acústico com pinceladas da sua guitarra baiana. Recentemente o guitarrista e bandolinista gravou um DVD com Hamilton de Holanda que será lançado em breve. No show buzines o musico e compositor está constantemente viajando pelo país se apresentando pelos palcos da vida. Armandinho mantem uma carreira, de sucesso, e como ele mesmo costuma dizer... Abençoada por Deus.

Serviço:Show: O Chorinho de Armandinho
Local: Teatro Rival Petrobras
Local: Teatro Rival Petrobras

Endereço: Rua Álvaro Alvin 33/37– Cinelândia.

Sexta-feira, dia 3 de novembro de 2017, às 20 horas.
Ingressos: Ingressos:
Plateia A – R$80,00 (inteira)
Plateia B – R$60,00 (inteira)
Lounge – R$60,00 (inteira).


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Barra recebe Workshop de interpretação para TV A escola Atores In Cena, na Barra da Tijuca, irá oferecer workshop de interpretação de tv. As aulas serão ministradas pelo diretor João Júnior e pelo ator Renan Monteiro


Barra recebe Workshop de interpretação para TV

A escola Atores In Cena, na Barra da Tijuca, irá oferecer workshop de interpretação de tv. As aulas serão ministradas pelo diretor João Júnior e pelo ator Renan Monteiro, que recentemente interpretou o personagem Matias na novela “Novo Mundo”, da TV Globo. As inscrições vão até o dia 3 de novembro.

O workshop terá como proposta ensinar aos alunos importantes técnicas para atuar com desenvoltura em frente às câmeras. Serão ensinados, por exemplo, como realizar a construção de personagens, posicionamento e enquadramento para tv, noções de mercado de trabalho entre outros assuntos. Haverá ainda exercícios com monólogos e diálogos e jogos teatrais para aprimoramento do ator.

Sobre Renan Monteiro:
Renan Monteiro traz na bagagem cinco filmes, seis novelas, oito séries e cinco peças, como “Dois Cavalheiros de Verona”, que o levou a se apresentar em Londres. Começou a carreira no teatro ainda criança com a companhia Nós do Morro e sua primeira aparição nas telas foi no premiado filme “Cidade de Deus”.

Participou em novelas da Rede Globo como, “Novo Mundo”, “Caminho das Índias”, “Cordel Encantado”, “Além do Horizonte”.

Sobre João Júnior
João Junior é ator, roteirista e diretor teatral. Dirigiu curtas-metragens, filmes e peças teatrais. Participou de novelas como: “Vira Lata”, 1996; “Chica da Silva”, 1997; “Mandacaru”, 1998; ”Laços de Família”, 2000; “Filhas da Mãe”, 2001; “Mulheres Apaixonadas”, 2003; “A Lua Me Disse – 2004”, “Sinhá Moça- 2006”, “Viver a Vida-2010”, “Insensato Coração”, 2011; e “Gabriela”, 2012.

Serviço:
Período: de 4/11 a 3/12, sábados e domingos.
Horário: das 10h30 às 13h30
Local: Atores In Cena, Shopping Downtown.
Endereço: Av. das Américas, 500, bloco 09, sala 219.
Contatos: producao@atoresincena.com.br / (21) 2496-8686 / (21) 97041-4242

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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE SÉRIE DE COLAGENS DE HENRI MATISSE - A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947.

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE SÉRIE DE COLAGENS DE HENRI MATISSE
A exposição reúne 20 pranchas impressas feitas especialmente para o álbum Jazz, de 1947





Após temporadas de sucesso em Salvador, Brasília, Recife e Fortaleza, é a vez da CAIXA Cultural Rio de Janeiro receber a exposição Henri Matisse - Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês. A mostra abre no dia 24 de outubro (terça-feira), às 19h, com visita guiada pela curadora Ana Paola Baptista, e segue em cartaz até 22 dedezembro de 2017. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947. As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símileno qual Matisse (1869-1954) tece observações sobre assuntos diversos. O próprio autor esclarece que a composição aborda assuntos ligados ao circo, contos populares e viagens, com ritmo identificável aos sons de uma orquestra de jazz.

De acordo com o crítico de arte Paulo Harkenhoff, o belíssimo conjunto de desenhos feitos com tesoura se destaca como “o mais belo livro de arte do século XX”. A técnica foi desenvolvida por Matisse no início da década de 1940, quando, obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas em recuperação de uma delicada cirurgia, o artista combinou desenho e pintura em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache. Matisse já havia utilizado os chamados papiers collés para o estudo da obra La danse (1909), mas foi a cumplicidade do editor e crítico Tériade que o incentivou a realizar um álbum só com papéis recortados, trabalho que mais tarde foiconsiderado como uma de suas obras mais importantes.

Durante dois anos, o pintor experimentou cores e formas, utilizando folhas de papel que coloria com vivos e brilhantes tons de guache. Recortava até atingir o resultado que pretendia. O processo de edição do álbum, iniciado em 1942, durou cinco anos. O título foi definido em 1944 e a ideia de incluir texto, dois anos depois. No total, foram publicados 250 exemplares do álbum, dos quais apenas dois estão no Brasil. As obras apresentadas pertencem ao número 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro.

Serviço:
Exposição Henri Matisse - Jazz
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 24 de outubro, às 19h, incluindo visita guiada com curadora Ana Paola Baptista
Visitação: 25 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre
Entrada franca
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Perdoa-me por me traíres” – Tragédia de Costumes, de Nelson Rodrigues, ganha nova temporada na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, de 6 a 26 de novembro, sob a direção de Daniel Herz, e comprova a contemporaneidade do autor Peça reestreia no dia 3 de novembro, no Teatro Laura Alvim

MINISTÉRIO DA CULTURA, KLABIN S.A., GOVERNO DO RIO DE JANEIRO, SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA, FUNDAÇÃO ANITA MANTUANO DE ARTES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E CASA DE CULTURA LAURA ALVIM

APRESENTAM




“Perdoa-me por me traíres” – Tragédia de Costumes, de Nelson Rodrigues, ganha nova temporada na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, de 6 a 26 de novembro, sob a direção de Daniel Herz, e comprova a contemporaneidade do autor
Peça reestreia no dia 3 de novembro, no Teatro Laura Alvim

Escrita por Nelson Rodrigues no ano de 1957, a peça teatral “Perdoa-me por me traíres” volta a ser encenada no Teatro Laura Alvim, em Ipanema, com elenco formado por Bebel Ambrosio, Bob Neri, Clarissa Kahane, Ernani Moraes, Gabriela Rosas, João Marcelo Pallottino, Rose Lima, Tatiana Infante e Wendell Bendelack, sob a direção de Daniel Herz. A reestreia está prevista para acontecer no dia 3 de novembro. A peça já ganhou diversas encenações por todo o Brasil e até mesmo pelo mundo. Será tarefa árdua para qualquer pesquisador conseguir enumerar com precisão quantas vezes foi encenada até os dias de hoje. O marido traído que pede desculpas por ter sido enganado pela mulher é o mote dessa montagem. Depois de matar a cunhada infiel, Raul (Ernani Moraes) passa a vigiar ferozmente a sobrinha, sob o pretexto de preservar sua castidade. Mas Glorinha (Clarissa Kahane) acaba conhecendo o mundo dos bordéis ao mesmo tempo em que prepara uma terrível vingança contra o tio.

Um clássico de Nelson Rodrigues é sempre um presente para qualquer ator e esse também será para a plateia, que poderá desfrutar desse universo encantador, que hipnotiza o público. Todos os ingredientes da obra de Nelson estão lá: desejos, traições, morte, sexo, vingança, violência física e moral, prostituição e todos esses sentimentos que regem a humanidade até os dias de hoje e estão longe de serem datados. O próprio Nelson Rodrigues já participou dessa montagem no papel de Raul, contracenando com Abdias do Nascimento, sob a direção de Gláucio Gil. O texto foi adaptado para o cinema em 1980, no filme homônimo, dirigido por Braz Chediak, que ainda ganhou a música “Mil Perdões”, composta por Chico Buarque, que se tornou um clássico da MPB.

Sobre o que o estimulou a trabalhar nessa nova montagem, Daniel Herz, que já dirigiu também a obra “Valsa nº 6”, do mesmo autor, explica: “Nelson é universal e por isso sempre atual, mas é importante não deixar a singularidade do ´sotaque´ rodriguiano parecer uma cena cheia de naftalina. Manter a linguagem, mas parecer que ela é dos nossos dias, do nosso momento histórico. Esse é o grande desafio”. Daniel acredita ainda que Nelson se repete com uma originalidade incrível e que dirigir “Perdoa-me...” é virar um pouco todos eles: a doença e a paixão que cada personagem carrega. Para finalizar Herz ainda diz “Ele é o nosso Shakespeare. Genial. Único!Poderia ficar o resto da vida só montando Nelson.”

O cenário, com assinatura de Fernando Mello da Costa, será composto por venezianas, que vão brincar com uma das principais questões dessa peça: o que se revela e o que não deve ser revelado. No palco também será simulado através das luzes um chuveiro, que vai permitir ao espectador ter uma visão de que o texto vai além do sentido real, já que ali em cena estará exposta a sujeira que a água não limpa e a que a muitos atormenta e atordoa: a sujeira moral. A psicanalista Evelyn Disitzer auxilia aos atores na composição dos traços de personalidade de cada personagem. “Nesse momento em que a cultura passou a ser uma coisa menor, onde o teatro é visto como algo menor na cabeça de algumas pessoas, a gente ter a coragem de encenar Nelson Rodrigues, esse autor maldito, só pode ser benéfico para todos. Acredito que vamos buscar um pote atrás do arco-íris, nessa montagem que promete”, diz Ernani Moraes

Serviço:
Perdoa-me por me traíres
Direção:Daniel Herz
Elenco: Ernani Moraes, Bebel Ambrósio, Bob Neri, Clarissa Kahane, Gabriela Rosas, João Marcelo Pallotino, Rose Lima, Tatiane Infante e Wendell Bendelack
Teatro Laura Alvim - Av Vieira Souto, 176, Ipanema - RJ Tel: (21) 2332-2015
03 a 26 de novembro - sextas e sábados às 21h e domingo às 20h
Valores: Inteira R$40,00/ Meia R$20,00
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Ficha Técnica:
Texto: Nelson Rodrigues
Direção: Daniel Herz
Elenco: Bebel Ambrosio, Bob Neri, Clarissa Kahane, Ernani Moraes, Gabriela Rosas, João Marcelo Pallottino, Rose Lima, Tatiana Infante e Wendell Bendelack
Direção musical: Ricco Viana
Direção de movimento: Duda Maia
Iluminação: Aurélio de Simoni
Cenário: Fernando Mello da Costa
Figurino: Antônio Guedes
Assistente de direção: Tiago Herz
Assistente de figurino: Renata Mota
Programação visual: Leticia Moraes
Consultoria psicanalítica: Evelyn Disitzer
Assessoria de Imprensa: MNiemeyer
Produtora Executiva: Gabrielle Barbosa
Assistente de Produção: Marcus Andrade
Coordenacao Financeira: Ingryd Cardozo
Produção: Palavra Z Produções Culturais.

Agenda Cultural RJ 
 Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online. (21)996734350 / whatsapp 
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A feira multicultural Vida Liberta retorna a Ipanema para festejar 1 ano de vida. Para comemorar a data, serão dois dias de eventos com muita meditação, terapias, palestras, oficinas e show da banda Camelos, com farta alimentação saudável, consciente, vegana, livre de crueldade animal por até R$ 20,00 ofertada por 30 expositores.


Vida Liberta 1 ano! Festa em Ipanema
A Feira Vida Liberta celebra 1 ano de existência com dois dias de alimentação saudável e consciente por até R$ 20,00, palestras, shows e atividades: 4 e 5 de novembro, na Casa 7, Ipanema.

A feira multicultural Vida Liberta retorna a Ipanema para festejar 1 ano de vida. Para comemorar a data, serão dois dias de eventos com muita meditação, terapias, palestras, oficinas e show da banda Camelos, com farta alimentação saudável, consciente, vegana, livre de crueldade animal por até R$ 20,00 ofertada por 30 expositores. Mais do que nunca, a Vida Liberta está ligada na sustentabilidade, na não violência, no incentivo ao diálogo e à harmonia. Teremos Lixo Zero com a gestão dos resíduos recicláveis e orgânicos, além de cartilha ecológica com fornecedores de pratos e talheres biodegradáveis para os expositores e utilização dos copos retornáveis da Meu Copo Eco. A feira Vida Liberta acontece dias 4 e 5 de novembro, com entrada gratuita, das 11h às 20h, na Casa 7, Rua Piragibe Frota Aguiar, 7, Ipanema, pertinho da estação do metrô Gal. Osório. A feira é pet friendly, quem quiser, pode levar seu cachorro e, quem quiser pode chegar sem cachorro e sair com um. Haverá feirinha de adoção de filhotes do Santuário Salvando Vidas, e 10% do lucro das vendas será doado ao Santuário.

Organizada pelos irmãos Goldani, Gustavo e Catarina, a feira Vida Liberta nasceu do desejo dos dois de reunir pessoas que vivem novos paradigmas de comportamento. “Nós da Vida Liberta acreditamos nas novas formas de organização, de relacionamento interpessoal e profissional que têm surgido. Nossa intenção é ampliar cada vez mais o conhecimento sobre esses novos padrões e espalhar as notícias desse novo mundo que está se desenhando”, explica o engenheiro e instrutor de yoga Gustavo. “Uma frase interessante de um filósofo francês define bem esse atual momento em que vivemos: “Fala-se muito das coisas que estão desmoronando (...), mas (...) é preciso prestar atenção às sementes de consciência que estão brotando”, finaliza Gustavo.

PROGRAMAÇÃO SÁBADO 4 NOV11h – 12h: Meditação
12h – 14h: AcroYoga
14h – 16h: Oficina de Suco Vivo
16h – 18h: Alimentação Yin/ Yang, com Carolina Senna e Rachel Lopes, do Personare;
18h – 20h: Roda de Saberes Femininos com Cintia Sterna (2 piso)
18h-20h : Show Banda Camelos

PROGRAMAÇÃO DOMINGO 5 NOV11h – 12h: Meditação com Gustavo Goldani;
12h – 14h: "O que seu corpo está falando? A relação mente-corpo e o caminho para a saúde integral” com Luisa Restelli (Personare)
14h – 16h: Palestra sobre Dieta Vegana com a Nutricionista Catarina Goldani
16h – 18h: Palestra sobre Astrologia Védica com Bernadete Pombo
18h – 20h: Show Banda Camelos

EXPOSITORES
ALIV Aromaterapia: cosméticos baseados em aromaterapia.
Barletta Massas: pães, mel vegano de maçã, pizza
Bhava Biocosméticos: cosméticos naturais e veganos da Ecovila Terra Una
Cerveja 4 Estações: cerveja artesanal
Chá Dao: infusores e chás
Culinária Liberta: Leite da Terra, sucos vivos, suco verde, panos de voal para suco.
Culturas Vivas: Kombucha, pães, frutas desidratadas, queijos vegetais.
De Leve: pizzas e antepastos
Delicias da Lalita: comida com tempero indiano, cuscuz marroquino.
Delícias do Chris: Tortas integrais sem glúten de banana e morango
Divers for Sharks: ong que conscientiza sobre a vida marinha, vende acessórios, camisas, livros.
Dveg Doceria: doces vegs
Fazenda Utopia: produtos orgânicos da roça
Grão Mestre: hambúrguer
Maori Pure Juice: sucos
Organic Soul: moda masculina, moda yoga, acessórios yoga
Pão da Serra: pães sem glúten com raízes orgânicas, e pães de "beijo".
Seed Vida Saudavel + Erva Doce: tortas, trufas e alimentos sem glúten.
Sobrado 338 + Te Ponto: moda e acessórios de cristais brutos
Solar Vegano: quiches
Solo Riso: risotos para pronto consumo e desidratados para levar pra casa
Sorvetes Hoba: sorvetes orgânicos e veganos
Soul Veg: moqueca de palmito, de banana da terra, bolo de amêndoas e brigadeiros.
Vanilla Seeds: salsichão de pinhão, churrasquinho vegan
Veg House: Hambúrguer.
Veg Ideia: bobó, pasteis assados e bolo
Veg Sabor: feijoada e salgados assados
Vegabom: produtos de soja, salsichão, "frango", "peixe", strogonof e churrasco
Vida Prana: sucos naturais e torta viva.


ROTEIRO
FEIRA VIDA LIBERTA
DIAS: 4 e 5 de NOVEMBRO, sábado e domingo
LOCAL: CASA 7 – Rua Piragibe Frota Aguiar, 7 Ipanema
HORÁRIO: 11h às 20h
INGRESSO: GRATUITO. Os organizadores sugerem doação de 1kg de alimento não perecível destinado ao projeto Arrastão de LUZ ou 1kg de ração.

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Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato é homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV




ESTREIA – 04 de novembro de 2017

Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea
Sítio do Picapau Amarelo

Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato é homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV Globo 

O Sítio do Picapau Amarelo, série de livros infantis do escritor brasileiro Monteiro Lobato, virou um clássico aclamado mundo afora. Os personagens saltaram das páginas dos livros para os quadrinhos, foram parar na TV e, agora, chegam emespetáculo teatral infantil no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, com estreia no dia 04 de novembro, sábado, às 17h. A peça ganha temporada de quatro meses em uma grande homenagem aos 40 anos da primeira exibição do seriado, na TV Globo, celebrada neste ano de 2017. A adaptação e direção geral de Ricardo Silva leva ao palco os atores Raquel Penner, Cristina Fracho, Cristina Guimarães, Wanderson Bernardo, Nicolas Freitas (ex-Cordel Encantado), Guilherme Gutierrez, Julia Gusmão, Luiza Vieira e Victor Salzeda dando vida aos personagens que, por vezes, dançam embalados por uma banda com música ao vivo.

Monteiro Lobato (1882-1948) foi o primeiro a escrever para crianças. Falar da literatura infantil no Brasil é reviver as travessuras e reflexões da boneca de pano Emília, ao lado de seus amigos Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Tia Anastácia e Dona Benta; entre tantos outros personagens. Agora, adultos, vovôs e vovós poderão levar seus pequenos para conhecer a fábula que marcou a vida de muitos deles, promovendo o encontro com a literatura brasileira, tão rica e reconhecida mundialmente.

Com realização da Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando, a peça é voltada para as crianças. As companhias acreditam na importância de levar para os palcos, textos nacionais, valorizando assim, os nossos autores e a nossa pátria. O espetáculo tem direção musical Victor Salzeda que também comanda os músicos Camila Ferolla (percusssão), Juan Paz (violão) e Natan Figueiredo (flauta). As coreografias são de Cristina Guimarães. A homenagem recebeu programação visual e pinturas em aquarela de Bianca Oliveira. Já a produção executiva é deLuciana Vieira, da Tambores Produção.

“Monteiro Lobato foi um dos escritores brasileiros mais influentes, e ganhou destaque no panorama da literatura infantil, com a sua obra “Sítio do Picapau Amarelo”. Apresentar um espetáculo com histórias adaptadas a partir desta obra, significa levar para o público infantil personagens com a essência puramente brasileira, trazendo à tona, um sentimento de resgate da nossa infância, de brincadeiras antigas de criança, de lembranças dos nossos avós e de suas histórias, e de um Brasil com seus rios, suas árvores frutíferas e sua fauna valorizados e preservados. Por isso, estamos certos de que, através de uma vasta pesquisa realizada pela companhia, da experiência da nossa equipe envolvida, e do amor pela obra de Monteiro Lobato, realizaremos uma montagem digna, alegre e divertida, que agradará tanto as crianças, quanto os pais, avós e familiares que irão ao teatro”, afirma Ricardo Silva, responsável pela adaptação e direção geral da peça Sítio do Picapau Amarelo.

Muito mais do apenas entreter por meio do teatro, a Cia. Teatral Sassaricando busca com a peça Sítio do Picapau Amarelo valorizar a cultura brasileira, seus autores e suas obras; resgatar a leitura e o contato com o livro físico; estimular o contato das crianças com brincadeiras de roda, soltar pipa, tomar banho de rio, brincar com peão, entre tantas outras que fizeram parte, durante anos, da infância de muitas crianças. A peça teatral nasce no resgate lúdico, no folclore, na imaginação e na importância que ela nos oferece dentro do contexto social, político e econômico.

“Monteiro Lobato não economizou em retratar o nosso Brasil de forma rica, detalhada e lúdica, onde a criança pudesse entender com simplicidade a matemática, geografia, história, usando da própria literatura para falar do amor a natureza e sua preservação, e a alegria de viver. Como dizia ele, ‘Um país se faz com homens e livros’. A adaptação desta história permeia entre a fantasia e a realidade levando as crianças a revelar-se bem dotados de senso crítico, julgando as histórias de “vó” com muito critério e segurança. É um trabalho que deseja promover o reencontro dos avós, pais e familiares que irão ao assistir à peça de teatro, com as lembranças que possuem da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, que foi um grande sucesso de 1977 a 1986, nos noves anos que ficou no ar”, destaca a produtora executiva Luciana Vieira.


FICHA TÉCNICA
Adaptação, Direção Geral e Cenografia: Ricardo Silva
Direção Musical: Victor Salzeda
Elenco: Raquel Penner, Cristina Fracho, Cristina Guimarães, Wanderson Bernardo, Nicolas Freitas, Guilherme Gutierrez, Julia Gusmão, Luiza Vieira e Victor Salzeda.
Músicos: Camila Ferolla (Percusssão), Juan Paz (Violão) e Natan Figueiredo (Flauta)
Stand-Ins: Matheus Lana, Giovanna Sassi, Luiza Lewicki, Bianca Pontes e Fernanda Guerreiro
Coreografias: Cristina Guimarães
Design de Luz: Ricardo Lyra Jr.
Progr. Visual e Pinturas em Aquarela: Bianca Oliveira
Elaboração do Projeto: Raquel Penner
Camareira, Contra-Regra e Assist. de Produção: Eloisa Guimarães
Operação de Som: Alexandre Magalhães
Produção Executiva: Luciana Vieira (Tambores Produções)
Realização: Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando
Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra (FECON Comunicação Estratégica)

SERVIÇO
SÍTIO DO PICAPAU AMARELO
Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 - Gávea, Rio de Janeiro). Estreia: Sábado - 04 de novembro de 2017. Temporada até 04 de março de 2018. Informações: (21) 2274-9895. Dias e horários: Sábados e Domingos, às 17 horas. Contato:tamboresproducoes@gmail.com. Página no Facebook: https://www.facebook.com/sitiodopicapauamareloteatrodos4/


Ingressos:Bilheteria do Teatro: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia)

Ingresso Rápido (antecipados): http://bit.ly/ingressorapido2zfkBtD


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A Construção do Patrimônio Entrada franca Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro

 CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REÚNE MAIS DE 150 OBRAS DE IMPORTANTES ACERVOS BRASILEIROS EM EXPOSIÇÃO

Mostra A Construção do Patrimônio apresenta reflexão sobre a preservação do patrimônio no Brasil


A CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, de 25 de outubro e 22 de dezembro de 2017, a exposição A Construção do Patrimônio, que apresenta mais de 150 obras entre documentos raros, quadros e esculturas, montando um panorama de importantes momentos da história das políticas públicas de preservação do Brasil, além dos desafios que envolvem a expansão do conceito de patrimônio. O projeto tem curadoria de Luiz Fernando de Almeida, ex-presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Realizado pelo Instituto Pedra, a mostra faz parte da programação das comemorações dos 80 anos de existência do IPHAN, uma das mais longevas instituições públicas brasileiras e a primeira dedicada à preservação e promoção do patrimônio cultural na América Latina.
A exposição é dividida em 12 ambientes. Dentre o acervo exposto, destacam-se registros e obras de Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Lúcio Costa, Marcel Gautherot, Germano Graeser, Eric Hess, Oscar Niemeyer, Pierre Verger, Mestre Vitalino e uma réplica de Aleijadinho. Além de importante acervo documental do IPHAN do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, a exposição conta ainda com obras do Museu Histórico Nacional, Música Nacional de Belas Artes, Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP), MASP, Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Casa Juscelino Kubitschek, entre outros.

“Uma reflexão sobre a ideia de patrimônio poderá ser uma das mais potentes metáforas dos brutais desafios que vivemos no nosso tempo, diante da dificuldade e necessidade de projetar o nosso futuro”, afirma o curador Luiz Fernando de Almeida.

No dia 26 de outubro (quinta-feira), às 18h, Luiz recebe o público para uma visita guiada à exposição seguida de um debate com a ex-presidente do IPHAN Jurema Machado. Após a temporada no Rio, a CAIXA Cultural de São Paulo receberá itinerância da mostra a partir de janeiro de 2018.

Instituto Pedra:
O Instituto Pedra é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos baseada em São Paulo. Fundado em fevereiro de 2013, o instituto desenvolve projetos no campo do patrimônio cultural.  Seu objetivo é realizar intervenções e leituras que valorizem este patrimônio, gerando conhecimento com enfoque integrado e considerando as suas dimensões simbólica, material e territorial. Para mais informações, acesse o site www.institutopedra.com.br.

Ficha técnica:
Realização: Instituto Pedra
Curadoria: Luiz Fernando de Almeida
Curador-adjunto: Henrique Lukas
Expografia: José Luiz Favaro
Produção executiva: TZM Entretenimento (Marione Tomazoni)
Apoio: IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
A Construção do Patrimônio
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galerias 2 e 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 25 de outubro (quarta-feira), às 19h
Visitação: de 26 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

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SILVÉRIO PONTES LANÇA CD AUTORAL Trompetista mostra magia ao tirar lindas melodias da cartola. DIA 1 DE NOVEMBRO NA CASA DO CHORO, NO CENTRO DO RIO


SILVÉRIO PONTES LANÇA CD AUTORAL

Trompetista mostra magia ao tirar lindas melodias da cartola

Chegou a vez do Rio de Janeiro receber o show de lançamento do CD “Reencontro”, em que o trompetista Silvério Pontes comemora seus 40 anos de carreira. No dia 1º de novembro, ele faz show na Casa do Choro, depois de levar as canções desse CD autoral a Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba e Niterói.

O espetáculo terá formato de quinteto – baixo, bateria, piano, trombone e trompete – e não em formato de regional, tradicional do choro, já que a proposta é mostrar as composições do CD “Reencontro”, que é pródigo de estilos. Afinal de contas, Silvério recebeu influências variadas desde que ganhou seu primeiro trompete aos oito anos de idade. Por isso, o show baseado no CD passeia por diferentes gêneros: bossa nova, choro, valsa, polca, bolero e jazz.

Apesar de se considerar um “chorão” trabalhando há 30 anos com o trombonista Zé da Velha, Silvério Pontes lembra que já tocou em outros ritmos e com artistas diversos, como Tim Maia – que acompanhou como integrante da banda Vitória Régia por 12 anos –, Paulinho da Viola, Luiz Melodia, Elza Soares, Francis Hime, Beth Carvalho, Yamandú Costa e a banda Cidade Negra.

Além das músicas do CD lançado pelo selo Des Arts, o repertório vai incluir choros conhecidos de Pixinguinha e Bonfiglio de Oliveira, uma parceria com Marcelo Caldi feita especialmente para a própria Casa do Choro e um aperitivo do trabalho que o trompetista vai lançar com obras do maestro Radamés Gnattali, em dueto com o pianista Antônio Guerra, integrante do quinteto que estará no show do dia 1º de novembro.

“Adorei o convite da Luciana Rabello para fazer, na Casa do Choro, o primeiro show deste CD no Rio. É uma casa importante no Rio de Janeiro, um espaço que define muito a trajetória do choro, um lugar importante pra nós músicos”, empolga-se Silvério.

O CD “Reeencontro”

O tal “Reencontro” de Silvério Pontes é consigo mesmo, com sua criatividade, com suas emoções, com seu talento e toda a sua versatilidade. Se o choro sempre foi o carro-chefe do trabalho do trompetista, ele puxa um cortejo de ritmos, estilos e gêneros. Diversidade que o compositor e violonista Guinga exalta com empolgação: “Grande artista brasileiro! Você lembra as aves da Ponta d`Areia. Sua música é linda!”.

O CD tem concepção e idealização de Silvério Pontes. Da alegre faixa “Polca na praia” à romântica “Amor eterno”, do choro ao jazz, Silvério passeou por lembranças de infância com a circense “Hoje tem marmelada” e rendeu homenagens ao ídolo, o compositor e instrumentista Astor Piazzolla, e ao parceiro de décadas, o trombonista Zé da Velha, que não poupou elogios: “Conheço o Silvério há 32 anos e ele já era um músico talentoso. Mas, durante esse tempo, ele evoluiu muito e agora se mostra um compositor de belas melodias. A música em minha homenagem foi um presente que eu não esperava; fiquei muito emocionado. Durante esses anos, interpretamos juntos os compositores brasileiros e agora tenho a alegria de apresentá-lo como compositor. Adorei a variedade de estilos!”

Serviço

Show de lançamento do CD “Reencontro” de Silvério Pontes
Dia: 1º de novembro de 2017
Horário: 19h
Local: Casa do Choro
Endereço: Rua da Carioca 38 – Centro
Ingressos: R$ 40 reais
Classificação livre

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Confira!

Costela & Rock leva churrasco, cerveja artesanal e muito rock para a Praça do Lido

Evento acontece nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, em Copacabana, com entrada solidária e programação musical para diferentes gerações...

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