15 de dez. de 2017

Até dia 17/12 acontece na Caixa Cultural RJ, A RETROSPECTIVA DE DIRETORAS NEGRAS DO CINEMA BRASILEIRO. Mostra reúne 46 filmes nacionais de consagradas cineastas e promove debates sobre as obras

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE RETROSPECTIVA DE DIRETORAS NEGRAS DO CINEMA BRASILEIRO

Mostra reúne 46 filmes nacionais de consagradas cineastas e promove debates sobre as obras




A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça a domingo), a mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro, que reúne uma retrospectiva cinematográfica empreendida por diretoras negras expoentes do cinema nacional. Serão apresentados 46 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, além de dois debates sobre a participação da mulher negra na cinematografia brasileira. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Com curadoria de Kênia Freitas e Paulo Ricardo de Almeida, a mostra percorre trabalhos desde as pioneiras Adélia Sampaio e Danddara, até nomes contemporâneos, como Carol Rodrigues, Elen Linth, Juliana Vicente, Lilian Solá Santiago, Renata Martins, Sabrina Fidalgo, Viviane Ferreira, Yasmin Thayná, entre outras. Dentre os destaques selecionados, estão Amor Maldito (1984), de Adélia Sampaio; Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara; Graffiti (2008), de Lilian Solá Santiago; Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente; Um filme de Dança (2013), de Carmen Luz; O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira; Kbela (2015), de Yasmin Thayná; Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo; e Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento.

Considerada pioneira, Adélia Sampaio começou no cinema em 1969. Filha de empregada doméstica, a cineasta dirigiu quatro curtas-metragens: Denúncia Vazia, Um Deus dança em Mim, Adulto não brinca e Na poeira das ruas. Em 1984, Adélia dirigiu o filme Amor Maldito, tornando-se a primeira diretora negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Além disso, a produção também é considerada a primeira com temática inteiramente lésbica no cinema nacional.

Nos anos 1990, a realidade do cinema feminino negro no Brasil pouco se alterou. Danddara, umas das resistências do período, ingressou no cinema profissional fazendo assistência para Paulo Rufino (Canto da Terra, 1991). No entanto, seu primeiro curta, Gurufim na Mangueira (2000), foi recusado três vezes pelo Ministério da Cultura antes de ser aprovado. Ainda assim, a diretora usou de diversos subterfúgios para driblar o racismo institucional, como assinar o projeto com um pseudônimo francês (Mônica Behague) e relevar para segundo plano a sua autoria do roteiro.

“Falar das trajetórias das mulheres negras no cinema brasileiro é remontar uma história de invisibilidade e apagamentos. Até por isso, o que é impactante na produção atual é a sua coletividade e a pluralidade de projetos e obras. Uma série de iniciativas das próprias cineastas marcam esse cenário de transformação e afirmação, propondo novas formas de viabilizar e divulgar o cinema feito pelas mulheres negras. Entre tantas, podemos destacar: a plataforma de exibição online Afroflix (www.afroflix.com.br/), criada por Yasmin Thayná, e a websérie Empoderadas, criada e dirigida por Renata Martins, que se desdobrou em encontro e festival de cinema feminino negro” destaca a curadora Kênia Freitas.

“Houve o barateamento dos equipamentos de produção, sobretudo com a entrada em cena do digital, que aumentou o acesso a uma arte (ainda cara) para um número maior e mais diverso de realizadores. O estabelecimento do sistema de cotas nas universidades públicas, assim como o ProUni e o Fies, trouxe para o ensino superior – incluindo os cursos cinema e audiovisual - alunos e alunas pobres e negros, antes excluídos. A abertura de uma linha de financiamento específica na Ancine para afrodescendentes significa o reconhecimento da falta de diversidade pela instância máxima de fomento do cinema brasileiro”, complementa o também curador Paulo Ricardo de Almeida.

Sessão inclusiva e debates:

No dia 09 de dezembro (sábado), às 17h30, haverá sessão inclusiva do filme Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques, com audiodescrição e closed captions, para pessoas com necessidades especiais.

Fazem parte da programação, ainda, duas mesas de debates. No dia 07 de dezembro (quinta), às 19h, a mesa O percurso das diretoras negras no cinema brasileiro recebe as cineastas Adélia Sampaio e Sabrina Fidalgo, com mediação da curadora e doutora em Comunicação e Cultura, Kênia Freitas. Este debate terá tradução em Libras.

Já no dia 14 de dezembro (quinta), também às 19h, será realizada a mesa Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, da qual participam as cineastas Janaína Oliveira (Re.Fem) e Yasmin Thayná, com mediação do co-curador Paulo Ricardo.


A entrada para ambos os seminários é franca, com ingressos distribuídos 1h antes do início.
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Serviço:
Mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 80 lugares (mais dois para cadeirantes)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Agenda Cultural RJ 
▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.
agendaculturalrj@gmail.com
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Hoje, dia 15/12 Tem DO AMOR + RUBINHO JACOBINA no Teatro Ipanema

DO AMOR + RUBINHO JACOBINA
“Do Amor” foi formado em 2006 por Gabriel Bubu (guitarra e voz), Gustavo Benjão (guitarra e voz), Ricardo Dias Gomes (baixo e voz) e Marcelo Callado (bateria e voz).

Em 2010, entrou em estúdio novamente para gravar seu primeiro disco, “Do Amor”, produzido por Chico Neves e mixado por Tchad Blake. Com esse disco a banda abriu portas para que fizesse um grande giro por vários estados do Brasil, e por países da America Latina e Europa. Três anos depois veio o album duplo “Piracema” produzido por Daniel Carvalho (Adriana Calcanhoto e Los Hermanos), lançado pelo selo Maravilha8, através de recursos da empresa de telefonia Vivo captados via Lei Rouanet.


Agora a banda está Lançando no Teatro Ipanema seu terceiro álbum, “Fodido demais”, gravado e produzido por Igor ferreira e pela banda em seu próprio estúdio, o “Estudio Do Amor”, no Rio de janeiro, depois de testar o repertório nos festivais internacionais Primavera Sound, em Barcelona e no Mexefest em Lisboa.

Rubinho Jacobina ingressou cedo na música iniciado pelo irmão Nelson Jacobina. Começou a atuar profissionalmente na cena musical carioca dos anos 90 dentro do circuito CEP 20.000, evento que se tornou referência para a cultura jovem do Rio de Janeiro a partir dos anos 90.

Participou ativamente do processo de revitalização cultural do bairro da lapa cantando samba de gafieira em apresentações semanais. Seu disco de estreia “Rubinho e Força Bruta” recebeu em 2005 o prêmio de revelação pela Associação Paulista de Críticos de Arte. O mesmo disco foi listado pela revista Bravo em 2010 como um dos 10 melhores da década. Como integrante da Orquestra Imperial, suas canções marcantes embalaram suas performances com o grupo em concertos pelo Brasil, Europa e Estados Unidos. O segundo álbum "Andando no Ar" lançado em final de 2014 pelo selo Joia Moderna mistura de forma pessoal gêneros tradicionais do universo musical brasileiro. O disco foi listado entre os melhores do ano por diversos blogs de crítica especializada.

Suas músicas tem sido gravadas por intérpretes como Roberta Sá, Nina Becker, Pedro Miranda, Ana Cláudia Lomelino. Silvia Machette, Katia B, Alfredo Del- Penho, Zabelê, Camila Costa, Ciara Civello e grupos como Banda Metrô, Autoramas e Orquestra Imperial. No momento encontra-se em fase de gravação do seu terceiro disco com canções inéditas.

Sexta, 15 de dezembro
20h
R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia e Lista amiga).
Classificação: Livre
Curto Circuito
TEATRO IPANEMA 
Rua Prudente de Morais, 824A - Ipanema
Bilheteria do Teatro: (21) 2267-3750
Horário de funcionamento: 14h às 22h – fechado normalmente às quartas-feiras.
Capacidade: 193 (cento e noventa e três) lugares

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Oficina Matisse e seu tempo, national Caixa Cultural RJ

PROGRAMA EDUCATIVO GENTE ARTEIRA LEVA JAZZ À CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EM DEZEMBRO

Último mês do ano também terá oficina de história da Arte e nova edição de atividade que apresenta as obras de Matisse para crianças.


Nas festas de dezembro, o Programa Educativo Gente Arteira presenteia os frequentadores da CAIXA Cultural Rio de Janeiro com muita música e conhecimento na atividade gratuita Jazz no Foyer, no dia 20 (quarta-feira), às 18h30, apresentando um passeio lúdico pela história do jazz e suas vertentes. O evento terá participação da cantora Loren Vandal.

Do estilo musical a um dos livros mais belos do século XX, a exposição Henri Matisse – Jazz (em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro até 22 de dezembro), inspira a oficina Matisse e seu tempo, nos dias 13, 14 e 15 de dezembro (quarta, quinta e sexta), às 18h30. Na atividade, os participantes poderão aprender mais sobre o contexto social europeu, os movimentos artísticos que se desdobraram entre o final do século XIX e a primeira metade do século XX, além das diferentes fases da produçao do artista.

Após grande sucesso no mês de novembro, a atividade Um passeio com Henri Matisse retorna em uma nova edição na qual crianças de 1 a 3 anos poderão se encantar com o mundo de cores, formas, texturas e ritmo das obras de um dos maiores nomes da arte moderna. Durante o evento, que ocorre no dia 9 de dezembro (sábado), às 11h, os participantes serão apresentados a uma experiência única que aborda a arte contemporânea de maneira totalmente adaptada ao público infantil, incluindo ações práticas.

Atividades mensais:
A programação também traz as atividades que ocorrem mensalmente, incluindo a ação Você gosta de poesia?, todas as sextas do mês, das 10h às 20h. A atividade incentiva o público a redigir um poema e deixá-lo nos varais existentes no Espaço de Leitura. A proposta é que cada um deixe um poema e leve outro, num gesto de troca e continuidade.

Enquanto isso, as Ações de Galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.

O programa educativo CAIXA Gente Arteira tem como objetivo explorar diversas linguagens artísticas, possibilitando ao público a experimentação prática e teórica sobre artes visuais, música e dança, através de oficinas, vivências e bate-papos. Mais informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo telefone (21) 3980-4898 e pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br.

Programação CAIXA Gente Arteira:
Pequena Gente Arteira – Um passeio com Henri Matisse
Datas: 9 de dezembro (sábado)
Horário: 11h
Local: Foyer
Público-alvo: Crianças de 1 a 3 anos

Oficina Matisse e seu tempo
Datas: 13, 14 e 15 de dezembro (quarta, quinta e sexta)
Horário: de 18h30 às 20h30
Local: Sala de oficina 1
Classificação indicativa: Livre

Jazz no Foyer
Datas: 20 de dezembro (quarta-feira)
Horários: 18h30
Local: Foyer
Classificação indicativa: Livre
 
Serviço:
Programa educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Você gosta de poesia?: sextas-feiras, das 10h às 20h
Ações de galeria: de terça a sexta-feira, de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: Consultar programação
Agendamento e informações: (21) 3980-4898 | agendamento@gentearteirarj.com.br

Agenda Cultural RJ ▪ Gabriele Nery ▪ Produção e Divulgação de Eventos Culturais. Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas em pontos estrategicos. Divulgação de Midia Online.

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Vem curtir o último final de semana das Férias no CCBB RJ

FÉRIAS NO CCBB
O CCBB RJ dá a largada para as férias e ocupa a nova Esplanada da Candelária durante três finais de semana de dezembro com atividades artísticas e culturais dedicadas particularmente às crianças.

À partir do dia 01/12, espetáculos musicais em palco especialmente montado para a ocasião, oficinas artísticas e atividades lúdicas, acontecem na área externa e também dentro do prédio do CCBB Rio. 
O evento gratuito apresenta duas “happy hours” às sextas; oito espetáculos musicais variados (orquestras, corais, grupos musicais) e nove oficinas, seis ao ar livre e três na área interna do CCBB Rio, aos sábados e domingos.

A programação de qualidade conta com atrações como Nicolas Krassik, Zé Renato, Nilze Carvalho, os corais Palavra Cantada e da Escola de Música Villa Lobos, Orquestra Bem Me Quer Paquetá, Filarmônica do Rio de Janeiro, sessões de observação do céu (astronomia para crianças), oficinas de percussão, pernas de pau, teatro de bonecos, trocas de livros, Farra dos Brinquedos e Cantoria de Reis Céu na Terra.

Espetáculos musicais, corais juvenis e adultos; orquestras de projetos sociais formadas por jovens; grupos musicais de samba, choro e forró; oficinas de percussão de escola de samba para crianças com instrumentos disponibilizados pela produção e de confecção de instrumentos musicais a partir de material reciclável; sessões de observação do céu para crianças, que chamdas de ‘Olhai pro Céu’, serão desenvolvidas em parceria com o Museu de Astronomia e Ciências Afins. Brincadeiras, quiosques e tendas dedicadas à alimentação complementam o evento.





Mais do que um programa para toda a família, o ‘Férias no CCBB’, por seu caráter plural e democrático, é um programa para todas as famílias. Programe-se e aproveite!




15/12 – Sexta-feira

19h – Happy Hour com Nilze Carvalho
Cantora, instrumentista, compositora apresenta o cd "VERDE 

AMARELO NEGRO ANIL", indicado ao Grammy Latino 2015 pela categoria melhor álbum de samba e reflete muito da vivência que adquiriu ao longo dos anos de carreira nacional e internacional, além de mostrar toda a versatilidade musical da artista diante da riqueza da música popular brasileira.
O cd registra além de composições próprias, grandes releituras que mesclam samba com outros ritmos do cancioneiro popular.
Hoje Nilze dedica-se quase que exclusivamente a sua carreira solo com o os shows "VERDE AMARELO NEGRO ANIL" e seu mais recente trabalho de palco chamado "CHORO CANÇÃO" onde ela desfila clássicos do choro vocal desde Callado à Marisa Monte. Além de cantora, instrumentista, compositora e produtora ela fez licenciatura em música pela UNI-RIO e foi apresentadora do programa CENA MUSICAL da TV BRASIL.

16/12 –Sábado

14h as 21h - Feira de troca de livros e brinquedos

16h - Mestre Riko Oficina de percussão, serão disponibilizados instrumentos para que as crianças tenham contato seguido de um cortejo.
A Bateria Feminina Fina Batucada nasceu com o professor e um dos fundadores da Escola de Música Villa-Lobos, Mestre Riko. Em 1998, ele criou um grupo de percussão exclusivamente de mulheres. O pouco tempo de apresentações rendeu ao grupo, já no carnaval de 2002, o prêmio de melhor bateria de Escola de Samba (Grupo Mirim), cedido pela Liga das Escolas Mirins.
Em 2003, a Fina Batucada ganhou o Estandarte de Ouro, cedido pelo Jornal O Globo. Tal premiação abriu portas para que o grupo fosse responsável, a convite da Prefeitura do Rio, pela abertura do desfile das escolas de samba campeãs do carnaval carioca daquele ano.
Pela sua qualidade técnica e carisma, a Fina Batucada é convidada para tocar em diversos eventos além das passarelas de onde desfilam escolas de samba.

18h - Show Farra dos Brinquedos

O Grupo Farra dos Brinquedos desperta no público infantil o encanto pela música entre pais e filhos. Os músicos investem na variedade de ritmos, na qualidade dos arranjos e
interpretação, no caráter educativo e na dimensão cênica da música.
Criado por cantores e instrumentistas consagrados do cenário carioca, o Farra dos Brinquedos é formado por Pedro Miranda (voz e percussão), Elisa Addor (voz), Marcelo Caldi (acordeom e voz), Daniela Spielmann (saxofones e flautas), Nando Duarte (violão de 7 cordas e contrabaixo acústico), Carlos Cesar Motta (bateria e percussão) e Bebel Nicioli (flauta e clarinete).
O grupo faz um passeio lúdico por canções que retratam o dia-a-dia da relação entre pais e filhos, seus dramas e alegrias; e são inspiradas pela convivência dos jovens artistas com os pequenos. Estão presentes gêneros como samba, choro, tango, polca, salsa, marcha, baião, xote, maxixe, jazz e rock n’ roll. O colorido dos instrumentos e a variedade dos intérpretes visam estimular a interação da garotada.
Algumas canções possuem caráter pedagógico, sem perder a leveza, como é o caso de “Tira o dedo”, que relata a agonia dos pais em ensinar os pequenos a não colocar o dedo na tomada, no pudim ou no nariz. Outras despertam a ludicidade, ao falar da formiguinha, que “corre apressadinha / sai de manhã cedo / e só volta de noitinha”, e do elefante, cuja tromba é imitada por um sax tenor. Os trechos inspirados no blog frases de crianças, os figurinos de Maria Hermeto, a programação visual de Emílio Rangel
e a iluminação de Renato Machado corroboram para a atmosfera poética, fazendo o espectador navegar por diversos ambientes, de acordo com o clima de cada canção.

17/12 – Domingo

14h as 21h - Feira de troca de livros e brinquedos

16h ás 18h e 19h as 21h (Externa) - Oficina Olhai para o Céu - Observação do sol e do céu em parceria com o Museu de Astronomia, com oficinas e telescópios.

18h - Show - Folia de Reis Céu na Terra

A Cantoria de Reis do Céu na Terra visita presépios domésticos e públicos desde 1999, louvando musicalmente o sagrado nascimento de Jesus em ruas, praças e casas do Rio de Janeiro e outyros locais como Niterói, Rio das Flores, Friburgo, Duas Barras, Visconde de Mauá, Cabo Frio, Duas Barras, Teresópolis e Lumiar, no Estado do Rio de Janeiro; de Januária, Juiz de Fora, Aiuruoca, Ibitipoca e Montes Claros, no Estado de Minas Gerais; e em Maceió no estado de Alagôas. O grupo, formado a partir de relações familiares e vínculos de amizade tem visitado dezenas de domicílios há mais de uma década, beneficiando centenas de pessoas com suas preces, cantos e desejos de prosperidade a cada início de ano. No seu repertório, além de canções próprias, cantos aprendidos com grupos tradicionais com quem, inclusive têm se realizado visitações mútuas que fortalecem os vínculos de reciprocidade e manutenção das práticas ligadas a louvação pelo Sagrado Nascimento de Jesus. A jornada consiste na visita e celebração de presépios, todos integrantes vestidos de branco, e tendo à frente a bandeira que simboliza a própria estrela-guia, e que indicaria, miticamente, os caminhos a serem percorridos. O evento guarda semelhanças fundamentais com as Folias de Reis, como na ordem ritual de entrada e saída das casas, com cantos para anunciar a chegada, para entrar na
residência, e para louvar santos, cantadores, donos da casa e o presépio. A Cantoria de Reis foi homenageada recebendo placa comemorativa em 2014 na Gruta dos Santo Reis, município de Rio das Flores pelos seus 17 anos de atividade e conjunto da obra.


FÉRIAS NO CCBB 

Serviço: 

1) Datas: 01, 02, 03 (sexta-feira, sábado e domingo); 09, 10 (sábado e domingo); 15, 16 e 17 (sexta-feira, sábado e domingo) de dezembro de 2017.

2) Horários: sextas-feiras, shows às 18:30h (“happy hour”); sábados e domingos, oficinas a partir das 14h e espetáculos musicais a partir das 18h.

3) Grátis

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Ate dia 22 de dezembro, Mostra A Construção do Patrimônio apresenta reflexão sobre a preservação do patrimônio no Brasil na Caixa Cultural RJ

 CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REÚNE MAIS DE 150 OBRAS DE IMPORTANTES ACERVOS BRASILEIROS EM EXPOSIÇÃO

Mostra A Construção do Patrimônio apresenta reflexão sobre a preservação do patrimônio no Brasil


A CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, de 25 de outubro e 22 de dezembro de 2017, a exposição A Construção do Patrimônio, que apresenta mais de 150 obras entre documentos raros, quadros e esculturas, montando um panorama de importantes momentos da história das políticas públicas de preservação do Brasil, além dos desafios que envolvem a expansão do conceito de patrimônio. O projeto tem curadoria de Luiz Fernando de Almeida, ex-presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Realizado pelo Instituto Pedra, a mostra faz parte da programação das comemorações dos 80 anos de existência do IPHAN, uma das mais longevas instituições públicas brasileiras e a primeira dedicada à preservação e promoção do patrimônio cultural na América Latina.
A exposição é dividida em 12 ambientes. Dentre o acervo exposto, destacam-se registros e obras de Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Lúcio Costa, Marcel Gautherot, Germano Graeser, Eric Hess, Oscar Niemeyer, Pierre Verger, Mestre Vitalino e uma réplica de Aleijadinho. Além de importante acervo documental do IPHAN do Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, a exposição conta ainda com obras do Museu Histórico Nacional, Música Nacional de Belas Artes, Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP), MASP, Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Casa Juscelino Kubitschek, entre outros.

“Uma reflexão sobre a ideia de patrimônio poderá ser uma das mais potentes metáforas dos brutais desafios que vivemos no nosso tempo, diante da dificuldade e necessidade de projetar o nosso futuro”, afirma o curador Luiz Fernando de Almeida.

No dia 26 de outubro (quinta-feira), às 18h, Luiz recebe o público para uma visita guiada à exposição seguida de um debate com a ex-presidente do IPHAN Jurema Machado. Após a temporada no Rio, a CAIXA Cultural de São Paulo receberá itinerância da mostra a partir de janeiro de 2018.

Instituto Pedra:
O Instituto Pedra é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos baseada em São Paulo. Fundado em fevereiro de 2013, o instituto desenvolve projetos no campo do patrimônio cultural.  Seu objetivo é realizar intervenções e leituras que valorizem este patrimônio, gerando conhecimento com enfoque integrado e considerando as suas dimensões simbólica, material e territorial. Para mais informações, acesse o site www.institutopedra.com.br.

Ficha técnica:
Realização: Instituto Pedra
Curadoria: Luiz Fernando de Almeida
Curador-adjunto: Henrique Lukas
Expografia: José Luiz Favaro
Produção executiva: TZM Entretenimento (Marione Tomazoni)
Apoio: IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço:
A Construção do Patrimônio
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galerias 2 e 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 25 de outubro (quarta-feira), às 19h
Visitação: de 26 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

Agenda Cultural RJ - Produçao, Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com #agendaculturalrj Instagram