Monólogo de Thiago Picchi e Adriana Seiffert provoca reflexões sobre produtividade, existência e a pressão por estar sempre em movimento
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E se a maior resistência possível fosse... parar? Não uma pausa breve para descansar e voltar "produtivo". Mas uma parada definitiva. Uma decisão consciente de virar monumento, de recusar o movimento incessante que o mundo exige.
É dessa provocação que nasce "A Mulher Estátua", monólogo que estreia dia 10 de abril no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, na Sala Preta (Humaitá).
Com texto e direção de Thiago Picchi e atuação de Adriana Seiffert, a peça acompanha uma artista de rua que decide transformar a própria vida em estátua. Ao permanecer imóvel na calçada, ela desperta a curiosidade de uma passante — e dessa conversa surge uma narrativa que oscila entre o trágico, o surreal e o profundamente humano.
A obra bebe na fonte do livro "Neste livro cabe uma baleia", também de Picchi, e constrói um diálogo urgente com nossas angústias contemporâneas: a solidão em meio à hiperconexão, o fetichismo da mercadoria, as transformações das cidades que expulsam os artistas de rua, e principalmente: a obsessão pelo excesso de produtividade que nos transforma em máquinas de performance constante.
> "A peça é uma homenagem a todas as pessoas que nunca realizaram um grande feito", define o autor.
A montagem ganha força no espaço intimista da Sala Preta, com apenas 25 lugares por sessão, criando uma experiência teatral intensa e próxima. A classificação é 14 anos, e as performances acontecem de 10 a 26 de abril, às 19h (sexta e sábado) e 18h (domingo).
A pergunta que fica: agir sempre é realmente a única opção?
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📍 Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto – Sala Preta
Rua Visconde de Silva s/nº, Humaitá
Ingressos: [bileto.sympla.com.br]
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E se a maior resistência possível fosse... parar? Não uma pausa breve para descansar e voltar "produtivo". Mas uma parada definitiva. Uma decisão consciente de virar monumento, de recusar o movimento incessante que o mundo exige.
É dessa provocação que nasce "A Mulher Estátua", monólogo que estreia dia 10 de abril no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, na Sala Preta (Humaitá).
Com texto e direção de Thiago Picchi e atuação de Adriana Seiffert, a peça acompanha uma artista de rua que decide transformar a própria vida em estátua. Ao permanecer imóvel na calçada, ela desperta a curiosidade de uma passante — e dessa conversa surge uma narrativa que oscila entre o trágico, o surreal e o profundamente humano.
A obra bebe na fonte do livro "Neste livro cabe uma baleia", também de Picchi, e constrói um diálogo urgente com nossas angústias contemporâneas: a solidão em meio à hiperconexão, o fetichismo da mercadoria, as transformações das cidades que expulsam os artistas de rua, e principalmente: a obsessão pelo excesso de produtividade que nos transforma em máquinas de performance constante.
> "A peça é uma homenagem a todas as pessoas que nunca realizaram um grande feito", define o autor.
A montagem ganha força no espaço intimista da Sala Preta, com apenas 25 lugares por sessão, criando uma experiência teatral intensa e próxima. A classificação é 14 anos, e as performances acontecem de 10 a 26 de abril, às 19h (sexta e sábado) e 18h (domingo).
A pergunta que fica: agir sempre é realmente a única opção?
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📍 Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto – Sala Preta
Rua Visconde de Silva s/nº, Humaitá
Ingressos: [bileto.sympla.com.br]
