O ESPETÁCULO “NO SE PUEDE VIVIR SIN AMOR” ESTÁ DE VOLTA, AGORA NO ESPAÇO TOM JOBIM, NO JARDIM BOTÂNICO, estréia DIA 4 ABRIL

 O amor é o tema do espetáculo em que a amizade foi a grande inspiração

Uma homenagem ao saudoso escritor Caio Fernando Abreu

A amizade entre a atriz e professora Nara Keiserman e o escritor Caio Fernando Abreu foi a grande motivação para a montagem do espetáculo “No se puede vivir sin amor”, que, depois de passar pelo teatro Sesc Copacabana e pelo Candido Mendes, volta ao cartaz, desta vez no Espaço Tom Jobim (Galpão das Artes) do Jardim Botânico, de 4 a 26 de abril, com sessões às 20h30 nas sextas-feiras e nos sábados, e às 19h30 nos domingos. A peça é uma coleção dos textos mais poéticos de Caio, morto em 1996, em que o amor é a premissa de uma existência eventualmente feliz e completa.

“No se puede vivir sin amor” foi concebida a partir de um convite feito a Nara Keiserman pela Feira do Livro de Porto Alegre, para homenagear Caio Fernando Abreu, quando ele completaria 60 anos. Depois, a performance foi trabalhada como pesquisa artístico-acadêmica e apresentada em diferentes versões em diversos eventos acadêmicos. Agora, estruturada como espetáculo teatral, mantém-se fiel aos princípios geradores: a homenagem ao autor e o compromisso com a investigação teatral.

O espetáculo segue a linha de teatralidade experimentada pela atriz no Núcleo Carioca de Teatro, assim como no grupo Atores Rapsodos, criado em 2000 com alunos formados na Escola de Teatro da UNIRIO, e aposta em dois conceitos: a utilização da literatura não dramática e a exploração das linguagens de texto e de movimento, como canais diferenciados na comunicação com o espectador.

O roteiro inclui os contos “Metâmeros”, “Mergulho II”, “Como era verde meu vale”, “Fotografias”, “Quando setembro vier” e “Creme de alface”; trechos de “Última carta para além dos muros”, e de “Dodecaedro”; além de inéditos escritos especialmente para Nara: um poema, uma carta e um texto para o programa de “Morangos Mofados”.

Foi justamente a amizade entre os dois que determinou alguns aspectos do trabalho, como a predominância do tom afetivo e a escolha dos textos, tematizando o amor e seus derivativos. “Eu fui amiga do Caio – o dirigi num espetáculo infantil em 1977, em Porto Alegre, encenei contos de ‘Morangos Mofados’ em 1982, no Rio de Janeiro, e também ‘(eu) Caio, Jogo Teatral’, com textos dele e sobre ele”. Seus textos me acompanham desde então e ainda, revela a atriz.

A encenação lida com a essencialidade. No espaço da atuação, apenas uma mesa, com poucos objetos ritualísticos, duas cadeiras. Seguindo o roteiro textual pré-estabelecido, os gestos e a vocalidade da atriz nascem dos sentimentos/emoções/imagens que emergem do próprio momento vivido, e se dá de acordo com a rede perceptiva estabelecida entre palco e plateia, como pede o bom teatro narrativo.

A versão teatral de “No se puede vivir sin amor” estreou em maio de 2013, em Belo Horizonte, e foi apresentada no 28º Festivale – Festival de Teatro de São José dos Campos.

 Sobre a transformação dos textos

Em “No se puede vivir sin amor” o mundo invocado é aquele construído por Caio Fernando Abreu. Ao ser transposto das páginas planas do livro para a ampla dimensionalidade da cena teatral, as palavras, ouvidas internamente pelo leitor no exercício solitário da leitura, ao serem pronunciadas pela atriz em cena, com seus tempos e interpretações próprias, e ouvidas/vistas por um coletivo, fazem surgir uma outra realidade, produzida por uma espécie de fricção, de confronto artístico entre o autor, a atriz e os espectadores. Os vários planos de imaginação vão se somando até a formatação de um universo particular, próprio de cada espectador. “No se puede vivir sin amor” promove um momento para além do cotidiano, em que se recupera a arte esquecida e ancestral de contar e ouvir histórias e em que é dado ao espectador o prazer de exercitar serenamente a sua sensorialidade, através dos atos de ouvir e de ver.

 Nara Keiserman pontua: “Sei de cor (de coração) os textos do Caio que mais gosto e o modo como vou falar, os movimentos que vou fazer, os momentos em que vou cantar melodias que são como sortilégios, são resultado deste aqui-agora e acredito que o que partilhamos neste evento teatral corresponde ao que nós todos, juntos, estamos precisando viver agora.”

 Sinopse

Coleção dos textos mais poéticos de Caio, em que o amor é a premissa de uma existência eventualmente feliz e completa. O roteiro inclui um poema e duas cartas escritas por Caio especialmente para Nara.

Sobre Nara Keiserman – concepção, dramaturgia e atuação

É atriz, diretora, pesquisadora e professora na Escola de Teatro da UNIRIO. Atriz e co-fundadora do Núcleo Carioca de Teatro (1991 – 2001), dirigido por Luís Artur Nunes. Diretora artística do grupo Atores Rapsodos (desde 2000). Preparadora Corporal e Diretora de Movimento da Companhia Pop de Teatro Clássico (desde 1999), no Rio de Janeiro.

Mestre em Teatro pela USP, com a dissertação “A preparação corporal do ator - uma proposta didática” e Doutora pela UNIRIO, com a tese “Caminho pedagógico para a formação do ator narrador”. Pós-doutorado na Universidade de Lisboa, com pesquisa sobre “Aspectos da cena narrativa portuguesa contemporânea”.

Desenvolve Pesquisa Institucional na UNIRIO, denominada “Ator rapsodo: pesquisa de procedimentos para uma linguagem gestual”. Professora Associada na Escola de Teatro da UNIRIO, responsável pelas disciplinas de Movimento na Graduação e professora efetiva na Pós-Graduação.

Tem artigos publicados em revistas especializadas e ministra Cursos, Oficinas e Workshops sobre o Teatro Narrativo e sobre o Corpo Infinito do Ator.

Entre seus alunos, há vários atores famosos e premiados como Mateus Solano, Ana Beatriz Nogueira, Marcos Palmeira e Patrícia Pillar.

 Sobre Caio Fernando Abreu - autor

Caio Fernando Abreu nasceu Santiago do Boqueirão, RS, 1948  e morreu em Porto Alegre, RS, 1996). Contista, romancista, dramaturgo, jornalista. Muda-se para Porto Alegre em 1963 e no mesmo ano publica seu primeiro conto “O Príncipe Sapo” na revista Cláudia. A partir de 1964 cursa Letras e Arte Dramática na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas abandona ambos os cursos para dedicar-se ao jornalismo. Transfere-se para São Paulo em 1968, após ser selecionado, em concurso nacional, para compor a primeira redação da revista Veja. No ano seguinte, perseguido pela ditadura militar, refugia-se na chácara da escritora Hilda Hilst (1930 - 2004), em Campinas, São Paulo. A partir daí passa a levar uma vida errante no Brasil e no exterior. Fascinado pelo contracultura, viaja pela Europa de mochila nas costas, vive em comunidade, lava pratos em Estocolmo e considera a possibilidade de viver de artesanato em uma praça de Ipanema. Na década de 1980, escreve para algumas revistas e torna-se editor do semanário Leia Livros. Em 1990, vai a Londres, lançar a tradução inglesa de “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso”. Vai para a França, em 1994, a convite da Maison dês ÉcrivainsÉtrangerset dês Traducteurs de Saint Nazaire, onde escreve a novela “BienLoin de Marienbad”. Em setembro do mesmo ano escreve em sua coluna semanal, no jornal O Estado de S. Paulo, uma série de três cartas denominadas “Cartas para Além do Muro”, onde declara ser portador do vírus HIV. Antes de falecer dois anos depois no Hospital Mãe de Deus em Porto Alegre, onde voltara a viver novamente com seus pais, Caio Fernando Abreu dedicou-se a tarefas como jardinagem, cuidando de roseiras. Ele faleceu no mesmo dia em que Mário de Andrade: 25 de fevereiro. Entre os livros de contos publicados, tem-se “Inventário do Irremediável”, “O Ovo Apunhalado”, “Pedras de Calcutá”, “Morangos Mofados”, “Os Dragões não conhecem o Paraíso”, “Ovelhas Negras”, “Estranhos Estrangeiros”. Publicou ainda romances“Limite Branco” e “Onde Andará Dulce Veiga?”, as novelas “Triângulo das Águas” e crônicas “Pequenas Epifanias” e “Teatro Completo”.

 Ficha técnica

Textos: Caio Fernando Abreu

Concepção, Dramaturgia e Atuação: Nara Keiserman

Direção, Iluminação e Arte: Demetrio Nicolau

Cenografia e Figurino: Carlos Alberto Nunes

Orientação Musical: Alba Lírio

Maquiagem: Mona Magalhães

Fotos: Matheus Soriedem

Filmagem: Ronaldo Iannotti

Produção: Natasha Corbelino

Assistente de Produção: Vanessa Garcia

Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Realização: Atores Rapsodos

Serviço: No se puede vivir sin amor

Data: 4 a 26 de abril,  sextas-feiras e sábados às 20h30; domingos às 19h30

Local: Espaço Tom Jobim - Galpão das Artes

Endereço: R. Jardim Botânico, 1008 -  Tel.: 2274-7012

Ingressos:  R$50(inteira) e R$25 (meia)

Lotação: 80 lugares

Classificação:16 anos

Duração: 60 minutos

Gênero:Drama 

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Peça "Conselho de classe" faz últimas apresentações no Teatro SESI Vista por mais de 25 mil pessoas, premiada montagem fica em cartaz até 11 de abril Sucesso de público e crítica, "Conselho de classe", espetáculo da Cia dos Atores, com texto do dramaturgo Jô Bilac e direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro, ganha nova temporada no Rio. A peça, que foi a grande vencedora do Prêmio Cesgranrio de Teatro e uma das líderes em indicações aos Prêmios Shell e APTR em 2014, vai para sua última semana em cartaz e faz apresentações até o dia 11 de abril (sábado) no Teatro SESI. Os ingressos variam de R$ 15 (meia-entrada) a R$ 30.


O espetáculo gira em torno de uma escola pública do Centro carioca e, com isso, problematiza as questões macro e micropolíticas da educação. Em cena, uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor. Esse encontro faz eclodir dilemas éticos e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição escolar. No elenco estão os atores Cesar Augusto, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Paulo Verlings (João Rodrigo Ostrower) e Thierry Trémouroux. 

O texto faz uma abordagem realista do ambiente escolar, a fim de gerar um diálogo a respeito da educação no Brasil e da atual situação no mundo. Hoje, quem deseja trabalhar em uma escola pública? No hospital público? Se o professor é mal remunerado e trabalha sob condições difíceis, que tipo de sociedade está sendo construída? 

"Conselho de classe" já fez mais de 140 apresentações e seis temporadas de sucesso - no Teatro Fashion Mall, em São Conrado; no Teatro Dulcina, no Centro; no Espaço SESC, em Copacabana; na Sede das Cias, na Lapa; no Sérgio Porto, na Zona Sul carioca; e no SESC Belenzinho, em São Paulo. O espetáculo estreou em outubro de 2013, em comemoração aos 25 anos da Cia dos Atores (projeto do qual também faziam parte os espetáculos "LaborAtorial" e "Como estou hoje"). Aclamado por público e crítica, o espetáculo foi o grande vencedor do prêmio Cesgranrio (Melhor espetáculo, Melhor direção, Melhor cenário e Melhor texto), um dos líderes em indicações aos prêmios Shell (Autor, Direção e Cenário) e APTR (Autor, Direção, Cenografia, Ator Protagonista - César Augusto e Marcelo Olinto, Espetáculo e Produção), além de ter sido indicado para o prêmio Questão de Crítica (Cenário e Ator - Marcelo Olinto). 

CIA DOS ATORES

Formada em 1988 no Rio de Janeiro pelos atores Bel Garcia, Drica Moraes, César Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle e Susana Ribeiro, em torno do diretor e também ator Enrique Diaz, a Cia dos Atores foi criada com o objetivo de suprir uma necessidade de estudar e experimentar novas possibilidades da cena teatral.
A partir de 2004, com uma sede de trabalho localizada na Lapa, esse caminho de pesquisa e renovação permanente de linguagem artística se fez possível e frutificante. São mais de uma dezena de espetáculos montados, diversos prêmios e uma carreira nacional e internacional reconhecida pela imprensa especializada.

Ficha técnica - "Conselho de classe"

Texto: Jô Bilac
Direção: Bel Garcia e Susana Ribeiro
Assistência de direção: Raquel André
Elenco: Cesar Augusto, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Paulo Verlings/João Rodrigo Ostrower e Thierry Trémouroux 
Voz Off Vivian: Drica Moraes 
Figurino: Rô Nascimento e Ticiana Passos
Cenário: Aurora dos Campos
Iluminação: Maneco Quinderé
Trilha original: Felipe Storino
Direção de produção: Tárik Puggina 
Produção: Nevaxca Produções 
Consultoria Pedagógica: Cléa Ferreira 
Realização: Cia dos Atores e Nevaxca Produções
Direção de Palco: Wallace Lima
Operação de Luz: Brisa Lima
Operação de Som: Diogo Magalhães
Fotografia: Dalton Valério (cena) e Vicente de Mello (locação) Direção de Produção: Tárik Puggina Produção Executiva: Luísa Barros Administração Financeira: Amanda Cezarina

Serviço:

Conselho de Classe
Até 11 de abril de 2015 
Horário: Quinta a sábado, às 19h30
Local: Teatro SESI Centro 
Endereço: Av. Graça Aranha, n° 1.
Capacidade: 350 lugares
Telefone: (21) 2563-4163
Classificação: 12 anos
Ingressos: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia)
Bilheteria: De segunda a sexta das 12h às 20h, sábados e feriados das 17h30 às 20h. 
Há venda de ingressos via internet no site www.ingresso.com

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Robson Caetano e Giba serão os convidados desse final de semana no talk show olímpico “Vem com Smigol”, no Teatro dos Grandes Atores clip_image002 Escobar no talk show olímpico do último sábado O humorista Marcelo Smigol receberá os medalhistas olímpicos Robson Caetano (atletismo) e Giba (vôlei) em seu talk show olímpico “Vem com Smigol” nesse final de semana. Eles responderão às perguntas ácidas do humorista e participarão de uma partida de ping-pong promovida no palco do Teatro dos Grandes Atores (Barra). Robson Caetano estará presente na sexta-feira (3/4) e Giba, no sábado (4/4), às 23h.

O espetáculo, que vai para a sua quarta semana, já recebeu os apresentadores Luiz Carlos Júnior (SporTV),  Alex Escobar (TV Globo), o técnico do Botafogo René Simões, o jogador de vôlei da Seleção Brasileira Nalbert, a jornalista Fernanda Gentil, Petkovic e Minotauro.

Sobre o espetáculo “Vem com Smigol”


Que tal unir esporte e humor em um espetáculo que mistura stand up comedy e talk show? É com essa proposta inovadora que o diretor Alexandre Régis – responsável por comédias de grande sucesso como “Nós na Fita” – se juntou ao humorista, atleta e jornalista Marcelo Oliosi, o Smigol, para estrear “Vem com Smigol – Talk Show Olímpico”.  O espetáculo ficará em cartaz todas as sextas e sábados de março e abril, às 23h, no Teatro dos Grandes Atores, e contará semanalmente com um convidado do meio esportivo para uma participação divertida.

“Sou formado em jornalismo e desde 2009 escrevo e me apresento em diversos espetáculos de stand up. Sinto que chegou a hora de apresentar o meu espetáculo solo e nada mais justo que eu tente reunir no palco as minhas habilidades de atleta, jornalista e humorista”, conta Smigol, que estreou no humor no espetáculo “Comédia a La Carte” e desde 2011 integra o time de humoristas do “Comédia em Pé”.

No espetáculo “Vem com Smigol – Talk Show Olímpico”, o humorista desfia o seu humor ácido e crítico para em seguida receber um convidado esportista para uma divertida entrevista em formato de talk show. A peça finaliza com um uma disputa de ping-pong entre Smigol e o convidado em uma mesa montada no palco do teatro.

“Hoje temos uma série de espetáculos de stand up e improviso. O que mais me chamou a atenção quando o Smigol me convidou para dirigi-lo foi a possibilidade de fazer algo completamente diferente do que vemos por aí”, diz Alexandre Regis.

SOBRE SMIGOL
Atleta do Hall da fama do Remo do Flamengo, campeão estadual e Brasileiro pelo rubro-negro várias vezes, Smigol iniciou a carreira no jornalismo na extinta Radio Cidade. Contratado em 2004 passou a ser repórter e apresentador do Rock Bola.

Participou de diversas coberturas, como os Jogos Pan americanos do Rio e os Jogos Olímpicos de Pequim na China 2008 e Londres 2012. Em 2005 foi para o Sportv onde participou dos programas Preliminares e Pisando na Bola ate 2010 quando foi contratado como repórter do canal apresentando matérias diárias nos programas SporTV News, Tá na Área, É Gol e Zona de Impacto. Em 2014 foi convidado pelo SBT para cobrir a Copa do Mundo no Brasil apresentando e fazendo reportagens engraçadas para o Arena SBT.


Atualmente está no Multishow e na rádio Mix FM 102.1 apresentando ao vivo de segunda a sexta às 20h o “De Primeira”, programa de esporte com muito bom humor.

VEM COM SMIGOL – TALK SHOW OLÍMPICO

Texto e atuação: Smigol
Direção: Alexandre Regis
Local: Teatro dos Grandes Atores – Sala Vermelha – Shopping Barra Square – Av. das Américas 3.555 – Barra da Tijuca.
Bilheteria: (21) 3325 1645 – Terça a domingo das 15h às 20h.
Horário: Sexta e Sábado às 23h
Estreia: 6 de março. Até 26 de abril.
Ingresso: R$ 80,00
Classificação: 12 anos  
Duração: 70 min.
Gênero: Comédia
Capacidade: 336 lugares.
Produção: Ymbu Entretenimento
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Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

Realização: Farol Cine Produções

Secretaria Municipal de Cultura apresenta Circuito Musical Circuito reunirá renomados artistas que farão um tour em três equipamentos da SMC semanalmente até julho de 2015 A Secretaria Municipal de Cultura apresenta o projeto Circuito Musical. O projeto faz parte de uma série de Ações Culturais fomentadas pela SMC/Rio e selecionadas através de edital público no ano de 2014. Ao todo serão 90 shows realizados por 30 bandas, artistas, cantores, e/ou instrumentistas.


A proposta é criar um circuito musical onde a cada semana um artista selecionado pelo edital irá realizar (03) shows em três espaços pré-determinados pela secretaria, que são:
Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá, na Praça Seca; Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca; e o Teatro Carlos Werneck, no Flamengo.
A ideia é criar um panorama musical diverso entre os selecionados.

O Circuito Musical acontecerá até julho de 2015.

Roteiro do Circuito Musical:

*Terças-feiras, às 14h - Centro Cultural Municipal Professora Sylvia Dyla de Sá localizado na Rua Barão, 1180 - Praça Seca - Entrada Gratuita;

*Sábados, às 19h30 - Centro Municipal de Referência da Música Carioca Artur da Távola localizado na Rua Conde de Bonfim, 824 - Tijuca - Ingresso R$ 20,00;

*Domingos, às 16h - Teatro Municipal de Marionetes Carlos Werneck localizado no Aterro do Flamengo (altura do nº 300 da Praia do Flamengo, esquina com a Rua Tucumã).

O mesmo artista terá o seu show gravado em Pro Tools no Centro de Referência da Música Carioca e será cedido ao artista. Também será gravado em vídeo para material de acervo do artista no Centro de Referência da Música Carioca.
Victor Biglione 
Sábado, dia 4/4, no Centro de Referência da Música Carioca – 19h30 – R$20
Domingo, dia 5/4, no Teatro Carlos Werneck – 16h - Grátis
Há mais de dez anos, o guitarrista, arranjador e compositor Victor Biglione, como solista, começou um trabalho constante na recuperação do instrumento. Nos Estados Unidos, gravou, com Andy Summers, guitarrista do The Police, dois CDs, um deles somente com clássicos da MPB e da Bossa Nova.

Com o trabalho “Violão de Aço Brasil”, Biglione traz de volta, para várias gerações, toda a tradição e sonoridade deste belíssimo instrumento, em um importante trabalho de resgate cultural de nossa riquíssima música popular. O repertório é formado por clássicos de todas as fases e décadas de nosso cancioneiro e do de outros países da América do Sul. Entre as canções estão Muié Rendeira (folclore nordestino), Duda no Frevo (Senô), Cai Dentro (Baden Powell/ P.Cezar Pinheiro), Tostão/ Fé Cega Faca Amolada (Milton Nascimento), As Rosas não falam ( Cartola), Por una Cabeza (Carlos Gardel/ Alfredo le Pera), Amazonas (João Donato) e Insensatez/ Wave (Antonio Carlos Jobim).

Serviço: Circuito Musical
Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá (programação gratuita)
Rua Barão, 1180 - Praça Seca. Tel:  3833.4769
Capacidade: 100 lugares
CRMC – Centro Municipal de Referência da Música Carioca Artur da Távola (R$20)
Rua Conde de Bonfim, 824. Tijuca. Tel: 3238.3831.
Capacidade: 150 lugares
Teatro Municipal Carlos Werneck (programação gratuita)
Aterro do Flamengo (altura do nº 300 da Praia do Flamengo, esquina com a Rua Tucumã).
Capacidade: 150 lugares
Classificação: livre.

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O espetáculo infantil "Radisfoque" terá suas sessões na Arena Jovelina Pérola Negra Espécie de ópera-jogo, a peça convida o público a interagir com a personagem Na peça "Radisfoque" a cantora lírica Gabriela Geluda faz um concerto divertido e interativo. Conforme ela canta, surgem línguas de sogra em seus dedos, bolhas de sabão aparecem de suas antenas e pipocas quentinhas estouram da cabeça de seu assistente, um cientista maluco. O espetáculo, produzido pela Ecoar, faz duas apresentações gratuitas na Arena Carioca Jovelina Pérola Negra nos dias 8 e 9/04, às 14h.

A montagem transmite sensações que se materializam, já que as crianças participam do espetáculo, alterando os movimentos no palco e, sobretudo, interagindo diretamente no repertório de música clássica, criando as composições através de muita brincadeira. Nas cenas a cantora é acoplada a diversas traquitanas como um equipamento formado por 20 línguas de sogras, uma ‘coroa-bolha’ que produz bolhas de sabão, caixas de acrílico que produzem um enorme volume de espuma, um chapéu-pipoqueira e um canhão de pipoca, que são controlados ora pela atriz, ora pelo público.

A diretora Gabriela Duvivier, que fundou a primeira companhia de improvisação teatral do Rio de Janeiro, a Cia Teatro do Nada, diz que um dos objetivos de "Radisfoque" é realizar um espetáculo baseado na comunicação e interação com o público. "Nossos ensaios sempre são muito divertidos, pois o espetáculo é todo composto de brincadeiras, e nosso objetivo é convidar o público a brincar com a gente! E, por incrível que pareça, são sempre brincadeiras realizadas sobre o universo erudito da música clássica", pontua. 

Sobre o Ecoar Educando com Arte

Criada em 1998, a Ecoar é uma sociedade independente que tem como objetivo desenvolver projetos, pesquisas, eventos, capacitações e seminários, relacionados à produção artístico-cultural e educacional. Sua atuação busca a integração dessas áreas com a comunicação, saúde, movimentos populares e meio ambiente, com o objetivo de envolver diferentes linguagens e tecnologias. Ao todo a entidade já atendeu cerca de 8 mil crianças e 18 mil jovens e adultos. 

Ficha técnica:

Criação: Gabriela Duvivier, Gabriela Geluda e Michel Groisman
Direção artística: Gabriela Duvivier
Cantora e atriz: Gabriela Geluda
Ator, criador emanipulador das traquitanas: Michel Groisman
Pianista: Tatiana Dumas
Coordenação de produção: Carla Strachmann
Design: Philippe Leon
Operador de som e luz: Diogo Magalhães

Serviço: 
Dias: 8 e 9/04, às 14h
Local: Arena Jovelina Pérola Negra
Endereço: Praça Ênio, s/n, Pavuna 
Tel.: (21) 2886-3889 
Entrada gratuita
Classificação livre
A Arena possui acesso para deficientes físicos e estacionamento gratuito. 

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CONSTELLATION – UMA VIAGEM MUSICAL PELA DÉCADA DE 50 TEMPORADA PRORROGADA ATÉ ABRIL Os anos 50 foram marcados por grandes avanços científicos, tecnológicos, transformações culturais e comportamentais. Foi a década em que começaram as transmissões de televisão, provocando uma grande mudança nos meios de comunicação. A década de 1950 é conhecida como o período dos "anos dourados”

Sucesso desde a estreia, musical “Constellation” prorroga temporada até abril no Teatro Vannucci



Escrito e idealizado por Cláudio Magnavita e dirigido por Jarbas Homem de Mello, a peça faz uma viagem musical pela década de 50.

Em cartaz desde novembro no Teatro Vannucci, o musical “Constellation – Uma viagem musical pela década de 50” se tornou uma febre e o sucesso junto ao público garantiu ao espetáculo a prorrogação da temporada até o dia 26 de abril. A peça está em cartaz de quinta a sábado às 21h30 e domingo às 20h30 no Shopping da Gávea.  
 

O ano é 1955. O cenário, uma Copacabana que vivia sua época de ouro, encantando celebridades internacionais e lançando modismos que se espalhavam pelo País. Foi neste contexto que a Varig adquiriu a aeronave mais moderna que havia no mercado da aviação e inaugurou uma nova rota entre Rio de Janeiro e Nova Iorque. Surgia o Super Constellation G, um avião super luxuoso, que reduziu o tempo de voo de 72 horas para apenas 20 horas e influenciou diretamente nos hábitos locais. Este é o pano de fundo para o musical “Constellation”, dirigido por Jarbas Homem de Mello e escrito e idealizado por Cláudio Magnavita. Sob direção musical de Beatriz De Luca e coreografias de Vanessa Guillen, o público desfruta de um repertório de 16 canções clássicas americanas da década de 50 como “Only You”, “Blue Moon”, “Stand by Me”, entre outros sucessos. No elenco estão Andréa Veiga, Jullie, Lovie, Cleiton Morais, Daniel Cabral, Drayson Menezzes, Franco Kuster, Marcio Louzada e Ugo Capelli. 

- É o primeiro espetáculo que dirijo no Rio de Janeiro, depois de dirigir vários em São Paulo. É especial, pois a peça trata de uma época de muito romantismo, Copacabana vivia seu apogeu, as pessoas se arrumavam mesmo para ficarem em casa – diz Jarbas Homem de Mello.

Na peça, a atriz e cantora Jullie (participante do The Voice) dá vida à jovem Regina Lúcia que está na disputa por uma passagem para Nova York no voo inaugural do Super Constellation G em um concurso da Rádio Nacional, cuja final acontecerá no Golden Room Copacabana Palace. Ela divide um quarto e sala em Copacabana com a mãe - separada do marido - e Tia Maria da Penha, interpretada por Andréa Veiga, uma vedete do Cabaré Casablanca. As três representam o início de uma geração que viveu no ano de 1955 um boom imobiliário no bairro gerado por um encantamento que tornou o bairro na Zona Sul carioca desejado por milhares de pessoas. 
 A chegada do Constellation permitiu que a alta sociedade frequentasse a Big Aplle e isso trouxe uma grande influência musical. Ao mesmo tempo, Copacabana viu seus imóveis diminuírem de tamanhos e serem ocupados por jovens sonhadoras pela american away of life. Estamos produzindo um espetáculo musical de um autor nacional apenas com clássicos americanos – conta o produtor Frederico Reder, da Brainstorming Entretenimento.

Fruto de um extenso trabalho de pesquisa de Magnavita, “Constellation” narra o voo inaugural do avião Super Constellation G, um fato que gerou inúmeras matérias nos jornais da época e proporcionou momentos históricos, com personagens que se tornaram referência daquela geração. Jorginho Guinle, Carmen Mayrink Veiga, Martha Rocha, Ieda Maria Vargas e Pelé são alguns nomes que surgem ao longo do espetáculo para ilustrar esse momento tão rico da história brasileira.

- Por ser jornalista especializado em aviação percebi que este momento histórico precisava ser contado. Este foi o primeiro voo de longo curso da Varig e justamente no início do glamour do Rio de Janeiro. Como autor, fiz questão de manter distante do processo de criação da montagem, pois sabia que estava em boas mãos – diz Cláudio Magnavita, que além de produtor teatral atualmente ocupa o cargo de Secretário de Estado de Turismo do Rio de Janeiro.

LINK DE VÍDEO: 
https://www.youtube.com/watch?v=cPFnfl8yNQk&list=UUUl2Ua4ZrhejHEC9IvkN2_w

Repertório:
Heaven on Earth (Buck Ram)
He’s Mine (Buck Ram)
My Prayer (G. Boulanger)
Blueberry Hill (Lewis / Stock / Rose)
Blue Moon (Richard Rodgers / Lorenz Hart)
When I Fall In Love (V. Young / E. Heyman)
Jambalaya (On The Bayou)
The Great Pretender (Buck Ram)
Donna (Ritchie Vallens)
Surfin’ USA (Chuck Berry / Brian Wilson)
Only You (A. Rand / Buck Ram)
Unchained Melody (A. North / H. Zareth)
Stand By Me (B. King / J. Leiber / M. Stoller)
Smoke Gets In Your Eyes  ( J. Kern / O. Harbach)
Unforgettable (I. Gordon)
Happy Day

FICHA TÉCNICA

Texto e Idelização: Cláudio Magnavita
Direção: Jarbas Homem de Mello
Direção Musical e Arranjos: Beatriz De Luca
Produção Geral: Frederico Reder
Coreógrafa e Diretora Assistente: Vanessa Guillen
Elenco: Andrea Veiga, Jullie, Lovie Elizabeth, Cleiton Morais, Daniel Cabral, Drayson Menezzes, Franco Kuster, Marcio Louzada, Ugo Capelli
Banda Constellation: Eduardo Henrique  (Band Leader e Piano),  André Barros (Guitarras, Violão e Banjo), Wagner Bispo (Contrabaixos Acústico e Elétrico), Edmar Germano (Bateria), Eduardo Henrique e Thalyson Rodrigues (Pianistas ensaiadores)
Comissários de Bordo/Elenco de apoio: Agatha Maria Kreisler, Douglas Teixeira, Luã Bregeron e Mariana Floriani
Cenógrafa: Natalia Lana
Figurino: Patrícia Muniz
Visagismo: Dicko Lorenzo

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SERVIÇO
Temporada: até 26 de abril de 2015.

Horário:  Quinta, sexta e sábado às 21h30 e domingo às 20h30

Local: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea

Bilheteria (21) 2274-7246. Horário de funcionamento: Terça a domingo de 14h às 20h.

Preço: Quinta R$ 80,00 (inteira) / Sexta R$ 90,00 (inteira) / Sábado e Domingo R$ 100,00 (inteira)

Classificação: Livre.

Duração: 120 min.

Capacidade: 400 lugares

Gênero: Musical

Inscrições abertas para a Mostra Competitiva do Festival Home Theatre Atores e diretores de todo o Brasil poderão inscrever cenas de até 20 minutos de duração



A terceira edição do Festival Home Theatre - Festival Internacional de Cenas em Casa-, que acontecerá entre os dias 20 e 31 de maio, está com inscrições abertas para a Mostra Competitiva de cenas até o dia 10 de abril. As cenas devem ter até 20 minutos e apenas 1 artista atuando. Idealizado pelo escritor, diretor teatral e cineasta Marcus Vinicius Faustini, o projeto leva teatro para casas de pessoas comuns, fazendo com que o público passe a ser um agente criador.

A equipe do Festival receberá os vídeos e currículos dos participantes e selecionará as cenas que se apresentarão no Festival. Ao final das apresentações ainda ocorrerão conversas entre público e artistas com temas pertinentes à obra. A proposta é criar um ambiente de convivência, favorecendo a aproximação do público com o processo de construção de uma cena teatral. Todas as cenas selecionadas concorrerão a 10 mil reais distribuídos em prêmios.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site http://www.festivalhometheatre.com.br

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MAST promove fim de semana com atividades de astronomia Nos dias 04 e 05 de abril, os visitantes terão a oportunidade de aprender astronomia em diversas atividades de divulgação científica. Haverá ciclo de palestras, visita orientada pelo campus do MAST, sessões do planetário e Programa de Observação do Céu! Entrada gratuita!





Neste fim de semana, dias 04 e 05 de abril, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) promove várias atividades de divulgação e popularização da ciência. O público poderá conferir o ciclo de palestras, visita orientada pelo campus do MAST, sessões do planetário inflável. E ainda observar os planetas Júpiter, Marte e Saturno, a Lua, a Constelação de Orion, Cruzeiro do Sul e as Plêiades, utilizando a luneta centenária e telescópios modernos. Todas as atividades são gratuitas!

Recentemente, uma equipe internacional de astrônomos, liderada pelo brasileiro Felipe Braga Ribas, descobriu um sistema de anéis – a exemplo daqueles de Saturno – ao redor de um pequeno corpo do sistema solar de nome Chariklo. Trata-se de um caso inédito e inesperado. Até então, pensava-se que um sistema de anéis só poderia manter-se estável ao redor de corpos maiores (para comparação, o diâmetro de Saturno é mais de 450 vezes maior que o de Chariklo).

No entanto, nenhuma das imagens astronômicas, oriundas de vários telescópios e que foram utilizadas na descoberta, sequer passa perto de mostrar Chariklo com tamanho grau de detalhe. Então, como pôde essa equipe extrair informação tão impactante? Na palestra “O que os olhos não veem, o tempo resolve”, Julio Ignacio Bueno de Camargo, pesquisador do Observatório Nacional, irá falar como isso foi feito, abordando generalidades sobre observações astronômicas e a importância do estudo de corpos similares a Chariklo. A atividade acontece no sábado às 16h.

Às 17h30, inicia-se o Programa de Observação do Céu com a exibição de um vídeo sobre astronomia e a apresentação da palestra “O Céu do Mês”, na qual os visitantes têm a oportunidade de descobrir o que está visível no céu do Rio de Janeiro e saber um pouco mais sobre a natureza dos corpos celestes. Ao anoitecer, o público tem a oportunidade de observar, através de uma luneta centenária e de telescópios modernos, planetas, a Lua e aglomerados estelares.

No sábado e no domingo, às 15h e 17h, haverá sessões do Planetário Inflável Digital. Em uma cúpula inflável, imagens do céu noturno são projetadas, oferecendo ao espectador a oportunidade de observar o céu sempre limpo. No planetário inflável, é possível simular o movimento aparente do Sol, da Lua e dos planetas, que normalmente são de longa duração e, por isso, de difícil percepção. Cada sessão desta atividade tem capacidade máxima para 30 pessoas.

E no domingo, às 16h, os visitantes poderão aproveitar a tarde fazendo uma visita orientada pelo campus do MAST. E conhecer o maior conjunto arquitetônico do Brasil na área de astronomia, o Sistema Solar em Escala, as cúpulas de observação celeste e a coleção de instrumentos científicos do Museu de Astronomia e Ciências Afins.

SERVIÇO
Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão - Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3514-5200
www.mast.br
 SÁBADO, 04 de abril 
Planetário Inflável -15h e 17h 
Ciclo de Palestras -16h 
Programa de Observação do Céu
17h30 às 20h 
DOMINGO, 05 de abril 
Planetário Inflável - 15h e 17h
Visita Orientada -16h

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BEACH COMBERS APRESENTA SURF MUSIC NO VERÃO MUSICAL NO CASTELINHO DIA 7 DE ABRIL Grupo mostra seleção do seu repertório em mais de cinco anos de estrada

Dia 7 de abril tem surf music no Verão Musical no Castelinho, bebê!  O Beach Combers leva sua música instrumental – uma mistura das guitarras magnéticas com trip lisérgica de garagem dos anos 60 -, para uma apresentação única, no Centro Cultural Oduvaldo Vianna Filho, no Flamengo, com início às 20h e entrada franca. 
 A programação do mês de abril segue com shows de Vanessa Longoni (14/04), Livia Nestrovski e Fred Ferreira (21/04) e Liber Trio (28/04). O encerramento será com Edu Kirieger, no dia 5 de maio.

Foi no inicio de 2009, que Bernar Gomma (guitarra), Guzz The Fuzz (baixo) e Lucas Leão (bateria), decidiram criar o Beach Combers no Rio de Janeiro. Com uma pegada única e uma estética sonora personalíssima, o grupo vem se destacando e, em mais de cinco anos de existência, já lançou três álbuns: o EP “Beach Combers” (2010), “Na Brasil – volume 1” (2011) e “Ninguém segura os Beach Combers” (2012).  Esse último foi prensado em vinil na Alemanha e distribuído em todo Brasil.  Com mais de 200 apresentações no Brasil, Argentina e Europa, o grupo preparou para o show no Castelinho, um set list que faz um apanhado da carreira. Estão lá as autorais “Super-homem”, “Garota  Honky Tonk” e “Tá tudo bem”, além das versões exclusivas para surf music de ” Namoradinha de um amigo meu”, “Pobre menina” e “Quando”, entre outras.

O projeto Verão Musical no Castelinho tem curadoria de Jorge Lz, e a proposta é aproveitar o espaço público para promover, gratuitamente, espetáculos que divulguem artistas que estão se destacando no meio musical. Ao todo, o projeto apresentará 15 shows, em formato pocket, até maio. O  patrocínio é da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

Verão Musical no Castelinho é produzido pela Zucca Produções, que atua, desde 2004 no meio cultural e tem no currículo peças de teatro, espetáculos de dança, exposições e festivais de música brasileira.  Também são responsáveis por lançamentos de música popular e erudita.

Sobre o Castelinho
Projetado em 1916 pelo italiano Gino Copede, o Castelinho teve sua construção finalizada em 1918 pela Construtora José da Silva Cardoso e Silva. A edificação eclética, obviamente de tendência italiana, mistura elementos de estilos e épocas diversificados: barroco, renascentista, neogótico francês e art nouveau.

Realizado para servir de residência ao proprietário da mesma construtora, Joaquim da Silva Cardoso e  sua esposa, o espaço foi ocupado pelo casal até 1932, quando foi vendido para um rico imigrante português. O último proprietário do castelo foi o senador Mendonça Martins até 1964, quando ele faleceu e o imóvel passou a integrar o espólio da família, dando-se início a um tumultuado processo quanto ao seu destino. A decisão final sobre a ocupação aconteceu em 1983, quando Pedro Nava, então presidente do Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural, aprovou o tombamento do famoso prédio da Praia do Flamengo, por meio do Projeto 464/84, Lei Ordinária 606/84.

Em 1989, depois de sucessivas ocupações irregulares e predatórias, iniciou-se a restauração do prédio. Finalmente, em 20 de dezembro de 1992, a Prefeitura entregou o “Castelinho do Flamengo”  à população, convertido então no Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974), em homenagem ao grande dramaturgo, mais conhecido como Vianninha, que construiu sua carreira no Rio de Janeiro.

PROJETO VERÃO MUSICAL NO CASTELINHO 

Dia 07 de abril  – terça-feira - 20h
Show de Beach Combers
Garagem do Castelinho
Praia do Flamengo 158 - Flamengo
Tel:  21.2205-0655
Capacidade: 50 pessoas
Censura livre
Entrada Franca

PRÓXIMOS SHOWS
Dia 14/04 -  Vanessa Longoni
Dia 21/04 -  Lívia Nestrovski e Fred Ferreira
Dia 28/04 -  LiberTrio
Dia 05/05 -  Edu Krieger

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“Consertam-se Imóveis” estreia dia 3 de abril no Espaço Sesc, 19h Tendo como principal eixo o sistema familiar, texto de Keli Freitas terá direção de Cynthia Reis.

                                                                                               Foto: Guga Millet

A sala multiuso do Espaço Sesc estreia no dia 3 de abril, 19h, o drama “Consertam-se imóveis” cujo texto de Keli Freitas conta com a direção de Cynthia Reis e elenco formado por Alonso Zerbinato, Jarbas Albuquerque, Raquel Alvarenga e Suzana Nascimento. As sessões acontecem de sextas a sábados, 19h e aos domingos, 18h, com temporada até dia 26 de abril.
Fruto do reencontro artístico de Cynthia Reis, Jarbas Albuquerque, Raquel Alvarenga, Suzana Nascimento e do desejo de continuidade do trabalho iniciado com a primeira peça que os reuniu, “O que você gostaria que ficasse”, criada no Brecha Coletivo, concebida e dirigida por Miguel Thiré, e com Eduardo Cravo completando o elenco.

O grupo propõe agora uma circularidade de funções, ampliando o desenvolvimento de uma linguagem estética. Sendo assim, a direção do novo trabalho fica a cargo de Cynthia Reis, também idealizadora deste projeto.

Consertam-se imóveis conta a história de uma família cuja trama é firmemente entrelaçada, figurando no centro um nó fundamental: a mãe, idosa e enferma. Ao se verem diante de situações inesperadas e de um iminente colapso, todos os seus membros se articulam em desdobrados esforços para poupar a matriarca de sobressaltos que podem ser fatais. Com relativo êxito, este controle dura até que alguns acontecimentos escapam novamente do roteiro inicial, obrigando-os a investir toda a energia em empreender novas mudanças justamente para que nada mais mude.

O texto de Keli Freitas, flerta com o estranho e com o fantástico, aproxima do cotidiano reflexões de ordem social, humana e filosófica, investiga os paradoxos nas relações humanas e seus artifícios a partir do poder que a palavra tem de remodelar a verdade, desestabilizando assim os lugares comuns da verdade e da mentira/realidade dada e realidade construída. Traz à superfície farto material para a análise das contradições verificáveis num universo pertencente a todos: o sistema familiar.

FICHA TECNICA

Idealização e direção: Cynthia Reis

Texto: Keli Freitas

Elenco: Alonso Zerbinato, Jarbas Albuquerque, Raquel Alvarenga, Suzana Nascimento

Cenário e produção de arte: Lorena Lima

Figurino: Bruno Perlatto

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Composição e direção musical: Federico Puppi

Orientação filosófica: Alexandre Mendonça

Fotografia: Guga Millet

Projeto gráfico: Raquel Alvarenga

Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

Direção de produção: Aline Mohamad

Realização: Cynthia Reis e Tucana e Produções

SERVIÇO
Consertam-se Imóveis
Estreia:
3 de abril de 2015 – Sala Multiuso
Horário: 19h sextas e sábados – 18h aos domingos
Temporada: Até 26 de abril
Local:
Espaço Sesc
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160 - Telefone:(21) 2547-0156
Valor: R$ 20,00 (Inteira) R$ 10,00 (Meia) – R$ 5,00 (Associados do SESC)
Classificação: 14 anos
Gênero: Drama
Duração: 90 min
Capacidade: 80 lugares

Agenda Cultural do Rio de Janeiro
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