Cássia Eller – O Musical estreia pela primeira vez Barra da Tijuca Teatro Bradesco Rio - CURTA TEMPORADA em ABRIL


Cássia Eller – O Musical estreia pela primeira vez Barra da Tijuca

Teatro Bradesco Rio - CURTA TEMPORADA em ABRIL
Dias: 8, 9, 14, 15, 16, 22, 23, 28, 29 e 30 de abril
Horários: sextas e sábados às 21 e domingo às 19h.


A partir do dia 8 de abril o Teatro Bradesco recebe “Cássia Eller – O Musical”. O espetáculo já foi visto por mais de 150 mil espectadores após percorrer as 27 capitais brasileiras. O Primeiro musical a circular todas as capitais do Brasil, o espetáculo destaca a carreira de uma das vozes mais marcantes da MPB. “Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade da artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele. Mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha, doce e amiga na vida, foi forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna.

O musical tem direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, idealização de Gustavo Nunes e produção da Turbilhão de Ideias Entretenimento. O texto é de Patrícia Andrade, que flagra Cássia ainda antes do início da carreira e acompanha toda a sua trajetória musical - dos primeiros passos como cantora em Brasília a sua explosão nacional - sem deixar de lado seus amores, em especial Maria Eugênia, sua companheira com quem criou o filho Chicão. A autora fez um amplo mergulho na obra de Cássia e entrevistou familiares e amigos que a ajudaram a construir um mosaico fiel sobre a história da cantora.

A direção musical é de Lan Lanh, que tocou anos com Cássia e tem total propriedade na obra da cantora. O roteiro passeia desde uma criação autoral quase obscura, como Flor do Sol, até algumas canções que ficaram imortalizadas por ela, como Malandragem (Cazuza/Frejat), Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz) e Por Enquanto (Renato Russo). O amigo Nando Reis, que é também personagem do espetáculo, comparece com várias composições no repertório, como All Star, O Segundo Sol, Relicário, Luz dos Olhos e E.C.T., entre outras.

O papel-título é interpretado por Tacy de Campos, atriz e cantora de Curitiba que foi escolhida entre mais de 1000 candidatas que se inscreveram para as audições, quando foi definido também todo o elenco, que conta ainda com Eline Porto, Emerson Espíndola, Juliane Bodini, Jana Figarella, Jandir Ferrari, Thainá Gallo. Os diretores João Fonseca e Viniciús Arneiro não poupam elogios à protagonista: “Tacy é sensacional, muito inteligente e intuitiva, além de ter uma voz incrível”, exalta João.

“Ela surpreendeu a todos e, antes mesmo dela cantar, já estávamos magnetizados pela figura tímida e doce que ela é. Ao final da primeira música, ficamos um pouco em silêncio, admirados com o que estava diante de nós. Existem algumas semelhanças entre ela e a Cássia e foi essa pureza de estado que nos arrebatou”, complementa Viniciús.


Serviço
Teatro: “Cássia Eller – O Musical”
Temporada: De 08 a 30 de abril
Local: Teatro Bradesco
Endereço: VillageMall - Av. das Américas, 3900 - 160 - Barra da Tijuca
Telefone: (21) 3431-0100
Horários: sextas e sábados às 21 e domingo às 19h
Dias: 8, 9, 14, 15, 16, 22, 23, 28, 29 e 30 de abril

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Casa Museu Eva Klabin está com entrada gratuita nos fins de semana.

Casa Museu Eva Klabin terá entrada gratuita aos fins de semana.

Nova fase inicia neste sábado, 1º de abril


Sala Renascença A Fundação Eva Klabin, instalada há 22 anos em um casarão na Lagoa Rodrigo de Freitas, passou a ser Casa Museu. E para marcar essa transformação a visitação guiada terá entrada gratuita aos finais de semana a partir do dia 1º de abril. Atualmente, o ingresso custa R$ 10 por pessoa.

A coleção tem obras que poderiam estar nos museus mais conceituados do mundo, como pinturas de Tintoretto, Donatello, Botticelli e Pissarro. São cerca de duas mil peças que representam quase 50 séculos de história, passando do Egito Antigo ao Impressionismo, que incluem pinturas, esculturas, mobiliário e objetos de arte decorativa.

Eva Klabin (1903-1991) foi uma das figuras mais emblemáticas da sociedade carioca nos anos 60, quando recebia para festas de gala na Lagoa personalidades como JK, David Rockefeller, Henri Kissinger e Shimon Perez. Além da vida social intensa, onde trocava o dia pela noite, Eva colecionou ao longo dos anos um dos mais importantes acervos de arte clássica dos museus brasileiros.

Sem herdeiros, criou a Fundação Eva Klabin em 1990 com uma exposição permanente e aberta ao público na residência em que viveu por mais de 30 anos. O imóvel, de 1931, foi uma das primeiras residências da então recém-urbanizada Lagoa Rodrigo de Freitas. Suas dimensões eram modestas e seu estilo normando foi um modismo característico da época, bastante empregado nas casas balneares da cidade.



Casa Museu Eva Klabin
Avenida Epitácio Pessoa, 2480 - Lagoa
www.evaklabin.org.br | 21 3202-8550

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NOVO MUNDO, ANTIGOS PRECONCEITOS “EUGÊNIA”: O QUE A AMANTE DE D. JOÃO VI TEM A DIZER PARA A MULHER DO SÉCULO XXI -Em cartaz no Teatro Serrador, dias 6, 13, 20 e 27 de abril, às 19h30

NOVO MUNDO, ANTIGOS PRECONCEITOS

“EUGÊNIA”: O QUE A AMANTE DE D. JOÃO VI TEM A DIZER PARA A MULHER DO SÉCULO XXI




A atriz Gisela de Castro estrela o monólogo em que fatos trágicos ganharam contornos de ironia e humor
Graças ao sucesso das temporadas anteriores, a peça reestreia

no Teatro Serrador comemorando 70 apresentação

crédito da foto: Thiago Sacramento

Nestes tempos em que as mulheres ainda sofrem preconceitos e são condenadas quando vítimas, nada mais apropriado do que refletir sobre o papel delas na história. Apropriado e, ao mesmo tempo, divertido, se a interpretação for da atriz Gisela de Castro no monólogo “Eugênia”, dirigido por Sidnei Cruz. O espetáculo volta para sua sexta temporada, desta vez no Teatro Serrador, na Cinelândia, nas quintas-feiras de abril – dias 6, 13, 20 e 27 –, às 19h30, com ingressos a R$ 40 (inteira). E essa reestreia será em grande estilo, com a 70ª apresentação de “Eugênia”.

A peça parte do texto de Miriam Halfim, que pesquisou a história da personagem-título e do contexto político e social da época. Tempo, aliás, retratado na recém-estreada novela das 18h da TV Globo, “Novo Mundo”. Eugênia José de Menezes, filha do governador de Minas Gerais, teve um romance com Dom João VI, engravidou e foi expulsa da Corte, sendo exilada num convento. Conhecido por seu desleixo corporal e apetite voraz para devorar um frango assado inteiro, o Príncipe Regente de Portugal gravou seu nome na história ora como covarde e preguiçoso, ora como um generoso monarca. Mas se o texto partiu de ampla pesquisa histórica, foi ganhando vida graças à afinação entre Gisela e Sidnei, que já haviam trabalhado juntos anteriormente. O resultado da sintonia entre atriz e diretor é um texto rico em humor e ironia, experimental e coletivo, com muito potencial performático, que diverte e faz pensar ao mesmo tempo. A história real vira, na peça, uma saga recheada de sedução, com espírito de aventura, cuja discussão perpassa tanto pelo trágico como pelo cômico.

“Quando recebi o convite para fazer Eugênia, pensei: qual a relevância de falar da amante do rei português no século XIX? Ao conhecer a história, vi o quão urgente era contá-la hoje, século XXI, em que mulheres – executivas, professoras, negras, feministas, prostitutas, cientistas, trans, latino-americanas, lésbicas, de burca, tanga ou hábito – ainda precisam clamar por direitos. Veio o roteiro, e o texto foi ganhando a embocadura da atriz, a costura do diretor, dos ensaios para a cena”, conta Gisela.

O espetáculo recebeu várias indicações em premiações, como a de melhor atriz no voto popular do site Botequim Cultural de Teatro, melhor figurino no Shell e melhor cenário no Cesgranrio.

Gisela, Eugênia e as mulheres do século XXI

A personagem de Gisela, Eugênia, emerge do mundo dos mortos para contar sua versão dos fatos históricos, deixando vir à tona a hipocrisia da Corte, então estabelecida no Brasil, como vem sendo mostrado na novela “Novo Mundo”. O monólogo vai, assim, revelando os meandros da nobreza, as farsas dos governantes e as artimanhas para abafar um escândalo real: do romance entre a jovem e o príncipe, nasce uma bastarda, que vive por vários anos no claustro de um convento distante.

A peça discute o papel da mulher na formação da identidade brasileira, levantando questões de gênero ao longo da história, mas lançando um olhar contemporâneo sobre a mulher do final do século XVIII e início do XIX. Quem foi Eugênia – bela, sedutora, amada, usada, grávida, confinada em um convento? O intuito é revelar o feminino oculto e velado dentro de uma sociedade machista. O que significava/significa ser esposa, amante, concubina, mãe, freira, escrava, prostituta, bastarda? O Brasil é uma nação de bastardos? A ideia é revelar ao público a história inédita dessa mulher – cujo enredo conta muito da história do Brasil, vista por de trás dos panos.

O tema em torno do papel da mulher na sociedade brasileira é atual. “Hoje, mesmo com testes de DNA, muitas mulheres engravidam e cuidam dos filhos sozinhas, seja por opção ou simplesmente porque o pai some, não assume responsabilidade alguma. A sociedade evoluiu em muitos aspectos, mas certas situações se repetem. Para evitar problemas com o governo e com a corte portuguesa, Eugênia foi exilada sem qualquer direito. Aliás, esse é um dos poucos documentos que existem: um alvará assinado pelo próprio D. João IV, em que ele condena a amante a um êxodo trágico, humilhada perante a sociedade. Nós convivemos com coisas assim todos os dias: mulheres apedrejadas, estupradas, ainda tendo que lutar por direitos, por autonomia, por sua sexualidade, em pleno século XXI!”, reverbera Gisela.

FICHA TÉCNICA:

Texto - Miriam Halfim
Direção - Sidnei Cruz
Interpretação - Gisela de Castro
Direção musical, composição e execução - Beto Lemos
Cenário - José Dias
Figurino, adereços e design de aparência - Samuel Abrantes
Iluminação - Aurélio de Simoni
Direção de Produção - Maria Alice Silvério
Assistente de Direção - Viviane Soledade
Assistentes de Produção - George Luis Prata
Assistente de Figurino - Rosa Ebee
Preparação Corporal - Morena Cattoni
Preparação Vocal - Verônica Machado
Fotos e Programação Visual - Thiago Sacramento

SERVIÇO: Eugênia
Dias: 6, 13, 20 e 27 de abril (quintas-feiras), às 19h30
Local: Teatro Serrador
Endereço: Rua Senador Dantas, 13 – Cinelândia/Centro
Telefone:(21) 2220-5033
Ingressos: R$ 40 (inteira)
Capacidade: 276 lugares
Duração: 55 min
Classificação: 12 anos
Gênero: Comédia

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‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’ Musical infantil se despede do Morro da Urca em sessão especial com intérprete de Libras





‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’

Musical infantil se despede do Morro da Urca em sessão especial com intérprete de Libras

Peça baseada na vida e na obra de Braguinha encanta crianças de todas as idades. Espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, da Entre Entretenimento, e acaba de conquistar 2 Prêmios CBTIJ de Teatro para Crianças 2016


O musical infantil O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças se despede do Anfiteatro do Morro da Urca neste domingo, com sessão inclusiva que inclui a presença de um intérprete de libras. A peça faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido. O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças é apresentado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura, e pela Cia. Caminho Aéreo Pão de Açúcar e tem patrocínio da Atlântida Administradora de Imóveis.




Grandes sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Tem Gato na Tuba”, “Yes, nós temos bananas” transportam o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20. O resultado é um programa que agrada a toda a família. “Durante a temporada anterior, era comum vermos avós e netos numa sessão e aquela mesma avó em outra sessão sem os netos, mas com as amigas”, conta o diretor do espetáculo Diego Morais. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdos atraentes para as famílias, para aproximar as gerações”, destaca Pedro Henrique Lopes, autor do texto e ator do musical.




A peça conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. Ao ouvir as músicas compostas pelo filho, Seu Jerônimo se enche de orgulho do menino que se tornou um grande músico. De forma engraçada e emocionante, O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças trata de temas como o valor da família, da amizade e das relações humanas, a perseverança na busca por um sonho, a criatividade e a cooperação artística entre as crianças.




O espetáculo estreou em outubro de 2016 e já foi assistido por mais de 10 mil pessoas. A nova temporada, num dos pontos turísticos mais famosos da cidade do Rio de Janeiro, comemora a conquista do Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças 2016, em duas categorias: atriz em papel coadjuvante (Martina Blink) e direção de produção (Entre Entretenimento). Isso sem falar na menção especial a Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, pelo projeto Grandes Músicos para Pequenos.




Grandes Músicos para Pequenos




O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças é o segundo espetáculo do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que nasceu com o musical Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças. O objetivo é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. A ideia é promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis. “A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, ator e roteirista do musical, e um dos sócios da Entre Entretenimento, produtora cultural responsável por projetos de sucesso como O Meu Sangue Ferve por Você. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor do espetáculo, Diego Morais, sócio de Pedro na Entre Entretenimento.

O enorme sucesso de Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças inspirou a criação de O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças e de Bituca – Milton Nascimento para Crianças, que está em fase de desenvolvimento e tem estreia prevista para outubro de 2017.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br .

Ficha técnica:

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Claudia Elizeu

Roteiro original: Pedro Henrique Lopes

Coreografias: Victor Maia

Elenco: Pedro Henrique Lopes (Carlinhos), Martina Blink (Dona Isaura), Rodrigo Morura (Henrique), Augusto Volcato (Alvinho) e Beto Vandesteen (Sr. Jerônimo Braga)

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Pedro Mendonça

Produção e realização: Entre Entretenimento




Serviço:

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças

Temporada: De 12 de março a 9 de abril

Anfiteatro do Morro da Urca (acesso pelo Bondinho – Avenida Pasteur,530 - Urca)

Pela internet: Guichê Web

Telefone: (21) 2546-8433

Dias e horários: Domingos, às 11h

Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada)

Lotação: 500 pessoas

Duração: 55 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, das 08h às 20h.



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REAL IMAGINÁRIO RISCO Traços e Gestos Chico Diaz leva sua arte para outras telas


REAL IMAGINÁRIO
RISCO
Traços e Gestos
Chico Diaz leva sua arte para outras telas

Arista de traços fortes que usa os gestos como ferramenta de trabalho, o ator Chico Diaz mostra pela primeira vez mais um de seus talentos: a pintura. E faz isso graças ao incentivo dos amigos. Até dia 8 de abril , suas obras estarão expostas na galeria da Casa do Paulo Branquinho, que acaba de completar um ano de existência na Rua Morais e Vale, nº 8, térreo, na Lapa. A mostra, gratuita, vai até o dia 8 de abril, aberta sempre de terça a sábado, das 15h às 19h.

“Ainda tenho muito o que estudar. Nessa altura do campeonato, com tantos trabalhos feitos, mostrar meus quadros é uma graduação, uma possibilidade. As imagens chegam e tento trabalhar as ideias possíveis ,elas vêm de dentro e trabalho para transmiti -las”, revela o artista que se deixa levar pela sensibilidade: “o que acontece é que no embate com a matéria, com o material ou com o imaterial, as cores, as manchas, as camadas passam a exigir um significado. Aí está a graça! Procurar ver que imagem ganha o direito de emergir”.

Formado em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Chico Diaz aproveitou a habilidade com riscos e traços no exercício da pintura, que o acompanha há mais de 20 anos, numa aventura constante entre telas, papéis, tintas e pincéis.

Entre os amigos que mais incentivaram Chico Diaz a expor suas obras com tinta acrílica em tela, papel e madeira, estão o artista visual e poeta Xico Chaves, que assina a curadoria da mostra, e o produtor de artes visuais e galerista Paulo Branquinho, que logo abraçou a proposta de expor pela primeira vez ao público as pinturas de Chico.

Xico é um entusiasta do trabalho do colega e xará. “A pintura de Chico Diaz nasce de uma abstração aleatória, como se fosse uma nuvem de pinceladas que vai adquirindo forma ao longo do tempo, em um processo de climas superpostos. Dessa argamassa em movimento, emergem figuras e personagens que sugerem uma transmutação contínua, como se procurassem uma feição definitiva, mas que, em sua natureza mutante, revelam certa impermanência. Ou deixa em aberto sua própria metamorfose, a natureza de sua gênese não definitiva, mas que ao final assume seu protagonismo. Para ele, certamente não existe obra acabada (como toda obra de arte). Existe, sim, um estado de conclusão, um desfecho temporário que sugere continuidade a qualquer instante. Poderá surgir outra nova fisionomia e outra interpretação sobreposta ou intermitente, mimetizada na turbulência pictórica, ou calcada com absoluta evidência. Afinal, essas figuras nascidas do imaginário são incorporações que parecem não ter fim e dão a impressão de que traduzem infinitas expressões simultâneas, Não é possível estabelecer uma classificação formal para sua pintura, mas há em sua obra uma coerência comportamental e estética na aplicação de cores e distribuição intensa da tinta sobre a superfície, de forma singular, resultando em uma anárquica harmonia, fluida, gestual e incisiva, ora com suavidade e organicidade, ora etérea e drástica,ao se apropriar de associações figurativas e simbólicas” escreveu, entusiasmado Xico Chaves no texto de apresentação da mostra.

Serviço
Exposição: “REAL IMAGINÁRIO
RISCO

Traços e gestos”
Até dia 8 de abril
Casa do Paulo Branquinho
Rua Morais e Vale, 8, térreo - Lapa
Visitação de terça a sábado, das 15h às 19h.

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CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REVELA A ANGOLA DE ONTEM E DE HOJE ATRAVÉS DA ARTE


CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REVELA A ANGOLA DE ONTEM E DE HOJE ATRAVÉS DA ARTE

Com obras de três artistas contemporâneos, a exposição Daqui pra frente discute as tensões nas relações entre ex-colônia e colonizador

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 21 de março a 14 de maio de 2017, a exposição Daqui pra frente – Arte contemporânea em Angola, que exibe obras da produção recente de três artistas da novíssima geração do país: Délio Jasse, Mónica de Miranda e Yonamine. Com a curadoria de Michelle Sales, a mostra exibe uma série de fotografias, vídeos e instalações, fazendo um mapeamento da fronteira estética entre a Angola de hoje e as imagens submersas e muitas vezes escondidas de um passado colonial recente. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

“A representação da fronteira, excessivamente recorrente no pensamento atual, discute as trocas culturais que ocorrem na situação de pós-independência que muitas das ex-colônias vivem hoje. “Na maioria das vezes, tais territórios são encarados como esquecidos, vigiados e vazios”, comenta a curadora Michelle Sales.

É justamente essa perspectiva que o trabalho dos artistas busca problematizar e questionar sob diferentes óticas. As obras de Délio Jasse, por exemplo, consistem, num embate direto de referências que fazem alusão à crise de todo o modelo colonial e seus desdobramentos contemporâneos: guerra, exílio, perdas. Através do retrato de rostos escavados numa antiga feira de antiguidades de Lisboa, Délio nos coloca frente a frente com aquilo que mais as práticas coloniais se ocuparam de apagar: as identidades.

Já Mónica de Miranda mostra os pedaços de uma memória coletiva que resiste no tempo. Angolana da diáspora, seu trabalho atravessa diversas fronteiras e esboça uma paisagem de identidades plurais inspiradas pela própria existência e vivência de uma artista itinerante. Sua poética autoral e autorreferencial, inerente a uma geração que cresceu longe de casa, já lhe rendeu diversos prêmios internacionais.

E o trabalho de Yonamine remete à arte urbana, usando referências que vêm do grafite, da serigrafia e da pintura, num embate violento com o acúmulo cultural do caótico cenário político-econômico de Angola. A alusão ao tempo presente é recorrente na utilização de jornais como suporte. São muitas camadas históricas que se somam, produzindo imagens profundamente perturbadoras e desestabilizadoras. O artista fala de um país cujo passado foi sistematicamente apagado, seja pela Guerra Civil, pela ocupação russa, cubana e agora chinesa e coreana.

Serviço:
Exposição Daqui pra frente – Arte contemporânea em Angola
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 21 de março de 2017(terça-feira), às 19h
Visitação: de 21 de março a 14 de maio de 2017
Horários: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

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CAIXA CULTURAL RJ - Com obras de três artistas contemporâneos, a exposição Daqui pra frente discute as tensões nas relações entre ex-colônia e colonizador


CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REVELA A ANGOLA DE ONTEM E DE HOJE ATRAVÉS DA ARTE

Com obras de três artistas
contemporâneos, a exposição Daqui pra frente discute as tensões nas relações entre ex-colônia e colonizador


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 21 de março a 14 de maio de 2017, a exposição Daqui pra frente – Arte contemporânea em Angola, que exibe obras da produção recente de três artistas da novíssima geração do país: Délio Jasse, Mónica de Miranda e Yonamine. Com a curadoria de Michelle Sales, a mostra exibe uma série de fotografias, vídeos e instalações, fazendo um mapeamento da fronteira estética entre a Angola de hoje e as imagens submersas e muitas vezes escondidas de um passado colonial recente. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

“A representação da fronteira, excessivamente recorrente no pensamento atual, discute as trocas culturais que ocorrem na situação de pós-independência que muitas das ex-colônias vivem hoje. “Na maioria das vezes, tais territórios são encarados como esquecidos, vigiados e vazios”, comenta a curadora Michelle Sales.

É justamente essa perspectiva que o trabalho dos artistas busca problematizar e questionar sob diferentes óticas. As obras de Délio Jasse, por exemplo, consistem, num embate direto de referências que fazem alusão à crise de todo o modelo colonial e seus desdobramentos contemporâneos: guerra, exílio, perdas. Através do retrato de rostos escavados numa antiga feira de antiguidades de Lisboa, Délio nos coloca frente a frente com aquilo que mais as práticas coloniais se ocuparam de apagar: as identidades.

Já Mónica de Miranda mostra os pedaços de uma memória coletiva que resiste no tempo. Angolana da diáspora, seu trabalho atravessa diversas fronteiras e esboça uma paisagem de identidades plurais inspiradas pela própria existência e vivência de uma artista itinerante. Sua poética autoral e autorreferencial, inerente a uma geração que cresceu longe de casa, já lhe rendeu diversos prêmios internacionais.

E o trabalho de Yonamine remete à arte urbana, usando referências que vêm do grafite, da serigrafia e da pintura, num embate violento com o acúmulo cultural do caótico cenário político-econômico de Angola. A alusão ao tempo presente é recorrente na utilização de jornais como suporte. São muitas camadas históricas que se somam, produzindo imagens profundamente perturbadoras e desestabilizadoras. O artista fala de um país cujo passado foi sistematicamente apagado, seja pela Guerra Civil, pela ocupação russa, cubana e agora chinesa e coreana.

Serviço:
Exposição Daqui pra frente – Arte contemporânea em Angola
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 21 de março de 2017(terça-feira), às 19h
Visitação: de 21 de março a 14 de maio de 2017
Horários: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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O espetáculo "ELA É MEU MARIDO" AGORA EM CARTAZ NA BARRA


O elenco da peça “Ela é meu marido” conta agora com a atriz

Julianne Trevisol contracenando com Bia Guedes



Crédito: Ananda Campana
A peça “Ela é meu marido” volta a cartaz no próximo dia 24 de março, no Teatro dos Grandes Atores, no Shopping Barra Square, desta vez com a atriz Julianne Trevisol contracenando com Bia Guedes, que está no elenco desde o início da produção. A comédia dirigida por Diego Molina foi sucesso nas temporadas no Teatro dos 4, na Gávea, e no Bangu Shopping. A fragilidade dos relacionamentos amorosos nos tempos de hoje é um dos temas abordados no segundo espetáculo teatral de Nelito Fernandes e Martha Mendonça, dois autores do Sensacionalista. A temporada vai até 28 de maio, com sessões às 21h nas sextas e nos sábados, e às 20h nos domingos.

A comédia aborda o relacionamento de duas amigas do tempo de escola, Drica (Julianne Trevisol) e Nanda (Bia Guedes). Apesar de já terem passado dos 30 anos, as personagens demonstram uma imaturidade afetiva que, de algum modo, as impede de se realizarem no campo amoroso. Desesperadas, numa tentativa de “se reinventarem”, elas encontram uma aparente solução para seus problemas decidindo casar-se uma com a outra, apesar do ardente desejo que nutrem pelo sexo oposto.

Jullianne está animada com a oportunidade de participar da montagem: “Fiquei muito feliz com o convite. Além de ser uma comédia com texto leve, a peça te leva a um reflexão sobre a fragilidade das relações”.

Segundo Renato Mello, do site Botequim Cultural, “Ela é Meu Marido” resulta numa comédia eficiente, que cumpre o que dela se espera: humor inteligente, conteúdo e capacidade de gerar reflexões.


SINOPSE

A peça tem dupla função: fazer rir e fazer pensar."Ela é meu marido" tem o objetivo de divertir, ao mesmo tempo em que discute o preconceito. A sexualidade, elas percebem, não é uma questão de escolha. O relacionamento das duas mostra ainda que os problemas do casamento não são uma questão de gênero, mas algo próprio da convivência entre seres humanos. Não são os homens os culpados da infelicidade das personagens, mas a dificuldade geral de conviver e aceitar o outro.

SERVIÇO

Comédia "Ela é meu marido"
Local: Teatro dos Grandes Atores
Endereço: Shopping Barra Square - Lojas 116 E 117 SS | Av. das Américas3.555- Barra
Telefone: 3325-1645
Temporada: de 24 de março até o final de maio, de sexta a domingo
Horários: sextas e sábados, às 21h; domingos, às 20h
Ingressos: R$ 80
Censura: 14 anos
Duração: 1h10.

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O espetáculo Memórias de Fogo, dirigido por Sady Bianchin, acontece todos os sábados até 15 de abril, às 19h30, no CCBB. E é de graça!


Integrado na programação da exposição Rio de Versos, parceria da FACHA com o CCBB, o espetáculo Memórias de Fogo, dirigido por Sady Bianchin, acontece todos os sábados até 15 de abril, às 19h30, no 4° andar da casa. E é de graça!

FACHA e CCBB APRESENTAM RIO DE VERSOS

Evento conta com a performance Passaporte Poético e com o espetáculo Memórias de Fogo

O Centro Cultural Banco do Brasil- CCBB e as Faculdades Integradas Hélio Alonso – FACHA apresentam, nos dias 01, 08 e 15 de abril a performance Passaporte Poético e o espetáculo Memórias de Fogo. As atrações integram o evento Rio De Versos que inclui, ainda, a exposição Imagética, em cartaz no CCBB até o dia 17 de abril.

As apresentações de Passaporte Poético acontecem sempre às 17h30, quando dez atores/poetas desenvolvem, durante 30 minutos, um diálogo com o público na rotunda do CCBB. A direção é de Sady Bianchin.

O espetáculo Memórias de Fogo é apresentado, também aos sábados, às 19h30, com uma simbiose de muita poesia brasileira, poesia encenada/interpretada, poesia musicada, poesia dançada e poesia visual dimensionada sobre os corpos dos atores, criando uma espacialização, interagindo com a geometria dos gestos.  O espetáculo tem duração de 60 minutos e direção de Sady Bianchin.
Serviço
Passaporte Poético (perfomance)
Local: CCBB – na rotunda, no térreo do centro cultural
Datas e horários: 01, 08 e 15 de abril (sábados), às 17h30
Duração: 30 minutos
Classificação: LivreElenco: Bayard Tonelli, Carla Milagres, Zeus Aleph, Marcela Giannini, Carolina da Rosa, Claudia Vassimon , Gleice Uchôa, Jorge Ventura, Iverson Carneiro, Cairo Trindade, MAno Melo, Wanda Monteiro, Sady Bianchin, MAria Laura Cravo, W.B. Lemos, Pedro Bittencourt, Edmilson Santini, Jorge Piri, Jorge Ventura.

Memórias de fogo (espetáculo)
Local: CCBB – 4º andar
Datas e horários: 01, 08 e 15 de abril (sábados), às 19h30
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
O espetáculo conta com a direção de Sady Bianchin e atuação de Marcela Giannini, Renato Badeco, Sady Bianchin, Carolina da Rosa, Claudia Vassimon e Gleice Uchôa. Participação de Ronaldo Florentino. Poemas Visuais: Tchello d´Barros
Ficha técnica Rio De Versos
Direção Geral e Artística: Sady Bianchin
Assistente de Direção: Marcela Giannini
Curadoria da mesa redonda: Tchello d’Barros
Curadoria da exposição de poesia visual Imagética: Tchello d’Barros
Direção de Produção: Elissandro de Aquino
Produção: Viramundo Produções
Produtora Associada: Chamon Produções
Realização: NAC/FACHA

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Peter Pan – O Musical O popular personagem da literatura infantil se apresenta do dia 01 à 30 de Abril no Teatro Fashion Mall


Peter Pan – O Musical
O popular personagem da literatura infantil se apresenta do dia 01 à 30 de Abril no Teatro Fashion Mall

O público da zona sul poderá conferir uma nova aventura de Peter Pan com músicas autorais e releitura inédita. O espetáculo chega ao Teatro Fashion Mall e cumpre temporada de 1 a 30 de abril aos sábados e domingos às 17h. O elenco do musical, formado por nove atores, da vida a história de um dos mais queridos personagens da literatura popular.


Inspirado no conto do escocês J.M. Barrie, o musical conta a história de um menino que se recusa a crescer e vive em aventuras junto com sua amiga Sininho na fantástica e mágica Terra do Nunca. Peter e a pequena fada Sininho, ensinam os irmãos Wendy e João a voarem e todos seguem para a Terra do nunca. Lá eles também conhecem o temido capitão Gancho que jurou se vingar de Peter Pan e seus amigos. Capitão Gancho, em uma luta com Peter, acaba tendo sua mão engolida por um crocodilo, o que o faz ter ainda mais raiva dele.


Para se distanciar das montagens já realizadas, o autor desta nova adaptação, preferiu trabalhar com reflexões para os adultos que passam a se colocar em dúvida se o Peter Pan deve ou não crescer, fazendo um paralelo com a vida de seus filhos e até mesmo as suas enquanto crianças.


“Provocamos as pessoas a pensarem sobre seu dia a dia e principalmente por verem que o verdadeiro Peter Pan pode permanecer em nosso espírito de forma contínua, independente de seu crescimento físico.” – comenta o autor e diretor André Breda.


Espetáculo acessível aos deficientes: Sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, o espetáculo também participou da "Sessão Azul" no Teatro Vannucci, onde foi adaptada para crianças com transtorno do espectro autismo (TEA) - que apresentam distúrbios sensoriais.


Ficha técnica:
Texto e Direção: André Breda
Direção Musical: Cosme Motta
Elenco: Peter – Rafael Braga
Wendy - Carol Leipelt
Sininho - Clarice Monteiro
João – Adam Lee
Gancho - Alison Welleer
Índia - Larissa Fernandes
Smee – Caio Godard
Coro - Daniel Mello João Miranda
Coreografias: Arthur Rozas
Visagismo: Caio Godard
Produção: Beatriz Pedroso
Realização: RPR Produções e Smille Produções Artísticas


Serviço
Peter Pan – O Musical
Data: 1 à 30 de abril – Sábados e Domingos 17h
Teatro Fashion Mall – Sala 2 Endereço: Estrada da Gávea, 899 - São Conrado, Rio de Janeiro / RJ Inf.: (21) 2422-9800
Ingressos: Plateia inferior: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada e promocionais)
Funcionamento Bilheteria: Terça a Domingo das 15h às 21h
Classificação: Livre
Duração: 60 min

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