Exposição Fotográfica DE PEITO ABERTO: de 07 a 20 de novembro, das 7:00 às 22:00 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer - Zona Sul de São Paulo.


A Exposição Fotográfica e Palestra DE PEITO ABERTO – a autoestima da mulher com câncer de mama, uma abordagem humanista se apresentam agora em novembro de 2013, durante I Sarau da Saúde do Jardim Macedônia e a Semana da Consciência Negra, na Zona Sul de São Paulo – subprefeitura do Campo Limpo, região do Capão Redondo. 







Esta iniciativa do Pronto Atendimento Jardim Macedônia, em parceria com o Projeto DE PEITO ABERTO, o CEJAM – Centro de Estudos João Amorim, e o CEU Cantos do Amanhecer, levará uma série de atividades para a população. A programação inclui palestras e oficinas sobre saúde – em especial sobre a saúde da mulher –, cultura, cidadania, educação, meio ambiente e mobilidade urbana, entre outras ações, como sessões de “contação” de histórias para adultos e crianças e shows de música (veja programação completa). 




 “Estimular a integração com a comunidade e contribuir com o processo de gestão social foi o nosso objetivo ao desenvolver o I Sarau da Saúde do Jardim Macedônia”, diz a médica Mary Anne Bezerra, coordenadora do Pronto Atendimento Jardim Macedônia. “Nossa proposta é fazer um evento que atraia a população de nossa região e motive os profissionais da saúde, mostrando como é possível realizar ações que contribuam para a qualidade de vida e o bem-estar da comunidade e que promovam o enriquecimento humano, social, cultural, político e ambiental”, completa a médica. 






O Projeto DE PEITO ABERTO – Exposição e Palestra, da jornalista e escritora Vera Golik e do fotógrafo e sociólogo Hugo Lenzi, foi convidado pela equipe do PA Macedônia e será viabilizado com o apoio da AHM – Autarquia Hospitalar Municipal e do CEJAM – Centros de Estudos João Amorim. “Fazer parte desta ação está totalmente de acordo com o foco de nosso Projeto que quer estar nos locais onde a população mais precisa de ações que promovam a humanização da medicina e reafirmem os direitos à saúde de qualidade para toda população”, afirmam os autores. 


Serviço:

Exposição Fotográfica DE PEITO ABERTO: de 07 a 20 de novembro, das 7:00 às 22:00 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer



Palestra Interativa DE PEITO ABERTO: dia 09 de novembro, Sábado, às 15 horas. Local: CEU Cantos do Amanhecer O que: os autores apresentam o Projeto e promovem diálogo com médicos, pacientes e a população em geral sobre a importância da humanização do tratamento e das relações entre profissionais de saúde, pacientes e familiares, para transformar situações desafiadoras, como o enfrentamento do câncer de mama, em oportunidades de superação e crescimento.

TOUR ORQUESTRAL BRASIL e SIMONE LEITÃO na Sala São Paulo nesta quarta dia 30/10





São Paulo recebe nesta quarta dia 30/10 às 21h00, na Sala São Paulo, o concerto da turnê nacional que a pianista Simone Leitão vai fazer com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa (RJ).

Idealizadora do projeto, Simone diz que cultiva uma relação de amor e admiração pela orquestra, pela força de vontade dos integrantes. “É a verdadeira definição de música como instrumento de transformação social, que agora tenho a oportunidade de tirar do interior para mostrar ao Brasil”, diz a pianista. No programa do concerto, uma homenagem aos 140 anos de nascimento e 70 de morte de Rachmaninoff, compositor e maestro russo tido como um dos pianistas mais influentes do século 20. Peças de Prokofieff, Brücher, Mendelssohn e Aguiar também estão no programa do concerto.



 30/10/2013 | 21h - São Paulo – Sala São Paulo

Mendelssohn – Die Hebriden
Prokofieff – Piano Concerto no. 1
Brücher – Mocágua
Rachmaninoff – Rhapsody on a Theme of Paganini
Regente: Apo Hsu
Piano: Simone Leitão


EU, E O CORAÇÃO TORTURADO DE JEAN-NICOLAS NO SOLAR DE BOTAFOGO



Eu, e o coração torturado de Jean-Nicolas é um monólogo do filósofo e dramaturgo Edú Reis, com interpretação e criação artística de Andy Gercker. Livremente inspirado na obra "Uma Temporada no Inferno", do poeta francês Jean-Nicolas Arthur Rimbaud. 

 

O espetáculo revela um jovem artista num momento de uma grande crise existencial - ele, assim como o poeta Rimbaud não sabiam pra onde ir e muito menos o que fazer de suas vidas, é então que o jovem artista se vê e se coloca como um "novo" Rimbaud, nos tempos atuais, em Paris, numa estação de trem.

A encenação associa o olhar entusiasta e rebelde, que são características marcantes do jovem poeta ArthurRimbaud, ao nosso ato criativo de hoje. Neste ano de 2013, aqui, no Rio de Janeiro, como jovens artistas que ainda permanecem buscando alternativas, mesmo diante da disparidade educativa e cultural.
 

Apresentamos assim, um diálogo entre a poesia, o teatro e a sociedade, na tentativa de problematizar às nossas questões, e com isso alçar outros caminhos para se entender, e entender o outro. Proporcionando outras formas de leitura e de confecção de uma obra artística. Já que cabe aos jovens, um olhar novo, sobre o mundo que está sempre se transformando, e também poder apresentar à obra deste gênio “maldito” e transgressor, para outros jovens.


Eu, e o coração torturado de Jean-Nicolas, suscita perguntas típicas dos jovens que estão amadurecendo, como: O que esperamos de nós mesmos, ou do outro? Quando se está longe, para onde se volta? Quem te espera? Para onde ir? Como será o futuro? Família? Amores? A sensação de impermanência e de partida que é marcante em toda sua obra, é o tema central desta peça, e a juventude, como um território temporário, como um lugar de passagem. 


A dramaturgia também fala do que permanece vivo para outras gerações, enquanto símbolo marcante de uma época e consequentemente de um artista, lidando sempre com o sentido de alteridade das palavras “Eu” e “Outro”. Com efeito, “EU É UM OUTRO” diz Rimbaud. Trecho de Lettre du Voyant/ Carta do Vidente (Arthur Rimbaud à Paul Demeny, 15 de maio de 1871).



Esteticamente, tomamos emprestado esse olhar entusiasta e rebelde, que são características marcantes do poeta Rimbaud e que de certa forma perpetuou-se no Rock and Roll no que diz respeito a atitude e conceito.

 
O processo de ensaios deu-se por uma vasta pesquisa sobre a obra “Uma temporada no inferno” de Jean Nicolas Arthur Rimbaud. Estudamos também toda sua poética e seus “colegas” de geração (séc XIX) como: Baudelaire, Rilke e Nietzsche.

 
A peça prima pela palavra dita de modo direto e presentificado, sinalizando assim, um diálogo pulsante e urgente com a platéia, como nos grandes shows - temos então um ator/performer/showman. Cenário, figurino, trilha sonora… foram inspirados nos cantores ícones do rock: Jim Morrison, Kurt Cobain, Bob Dylan, Patti Smith… Que leram e foram influenciados por sua poesia.
 


SERVIÇO:



EU, E O CORAÇÃO TORTURADO DE JEAN-NICOLAS


Dramaturgia e Direção: Edú Reis
Atuação e Criação Artística: Andy Gercker


01 de NOVEMBRO a 01 de DEZEMBRO
Sextas e Sábados 21h - Domingos 20:30h


SOLAR DE BOTAFOGO - Espaço 2
(Rua General Polidoro, 180 - Botafogo / RJ)
Tel: (21) 2543-5411


Ingressos: R$ 40,00 (inteira)
R$20,00 (meia)


Faixa etária: 14 anos
Gênero: Experimental
Duração: 50 min.
Capacidade: 30 lugares

 
 
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"Nem mesmo todo o oceano" reestreia no Teatro Gláucio Gill

Nem mesmo todo o oceano é antes de tudo, um romance de geração e de ideias. Em 794 páginas, Alcione Araújo levanta questões de ética e valores, contando a história fictícia de um médico recém-formado, desde a sua difícil infância de menino pobre no interior de Minas, os primeiros tempos de estudante vivendo em pensões no Rio de Janeiro, as decepções amorosas, as frustrações existenciais, a difícil sobrevivência em meio às feras do asfalto selvagem, enfatizando sobretudo o seu processo de perversão espiritual.



Com adaptação e direção de Inez Viana e interpretada pela Cia OmondÉ, estando o ator Leonardo Brício a frente do elenco, a peça que chega ao palco do Teatro Gláucio Gill, é um thriller contemporâneo dentro de um romance histórico. A trama conta a história do rapaz pobre, que se sacrificou de todas as maneiras, até conseguir se formar em médico no Rio de Janeiro, que teve memorável decepção amorosa, que se casou com uma jovem burguesa, que por ter sido tão alienado e ingênuo, sua apatia política o levou a ter um envolvimento fatal com o DOI-CODI e que, inacreditavelmente, se transformou num dos médicos legistas da ditadura, tendo um fim surpreendente e trágico.

Trailer de Nem mesmo todo o oceano com imagens em HD: http://vimeo.com/73329373

– “Em 2014, serão lembrados os 50 anos da ditadura”, disse-me Alcione Araújo, no nosso último encontro (em 2012), sobre a minha adaptação para o teatro de seu romance Nem mesmo todo o oceano, de 794 páginas. Não havia me dado conta. Mas a conta era fato. 1964...2014. Enquanto a Comissão da Verdade tenta apurar fatos, até então obscuros, dos anos de chumbo, tive a certeza: é chegado o momento de vir à tona essa história que me persegue e me fascina há 13 anos e que, desde o primeiro momento que a li, sabia que um dia teria que montá-la. Perguntas transcendentais se colocam em abundância – sobre o amor, a raiva, a liberdade, a repressão, a riqueza e a pobreza, o bem e o mal em suas manifestações que nos são tão familiares. Até mesmo a teoria comunista versus a realidade capitalista, tão fortemente debatido durante o período, goza de uma presença imponente. No fim, no entanto, essas teses são inevitavelmente enterradas na unidade familiar disfuncional, devastada pelo abuso e pela traição. Na nossa peça, assim como no romance, fatos reais se misturam à ficção, nos trazendo imediata identificação de uma das mais agravantes e dolorosas épocas do nosso país, a era da inocência perdida. Esperamos que essa história possa jogar luz no lado escuro da motivação humana –, comenta Inez Viana.

 
SOBRE INEZ VIANA
 
Natural do Rio de Janeiro, Inez Viana é formada pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, desde 1987. Em 1999, dirigiu e roteirizou o documentário Cavalgada à Pedra do Reino, baseado no Romance d’A Pedra do Reino de Ariano Suassuna. Em 2008 recebeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz por sua atuação na peça A Mulher Que Escreveu A Bíblia, pela qual também foi indicada aos prêmios SHELL e APTR. Em 2010 dirige As Conchambranças de Quaderna, texto inédito de Ariano Suassuna, onde obteve críticas elogiosas e recebendo indicações aos prêmios SHELL e APTR de Melhor Direção. Ainda em 2010, é convidada para dirigir o show João do Vale, Na Asa do Vento, no Teatro Nelson Rodrigues, com Chico César, Teresa Cristina e Flávio Bauraqui e Breque Moderno com Soraya Ravenle e Marcos Sacramento, realizado no Teatro Rival. Seguindo com a carreira de direção em teatro, em 2011 dirigiu os atores Alexandre Dantas e Claudia Ventura no espetáculo Amor Confesso onde foi indicada para o Prêmio Shell de Melhor Direção. Em 2012 com sua Cia OmondÉ dirigiu Os Mamutes de Jô Bilac e recebeu o Prêmio FITA de Melhor Direção.
 
SOBRE A CIA OMONDÉ
 
A Cia OmondÉ surgiu, no final do ano de 2009, da vontade da diretora e atriz Inez Viana em formar um grupo com atores vindo de várias partes do Brasil, para o aprofundamento de uma pesquisa cênica, onde a diversidade, brasilidade e o diálogo com a cena mundial contemporânea (tendo como grande mentor o diretor inglês Peter Brook), fossem concomitantemente estudados. Trata-se de uma busca aos signos do teatro, infinitos se pensarmos na precisão de um gesto ou na magia do aparecimento de um objeto em cena, levando o espectador a ser cúmplice e não passivo, co-autor e não somente voyer do espetáculo. Atualmente, a Cia OmondÉ é formada por dois mineiros, um potiguá, um paraibano, um paranaense e cinco cariocas.
 
FICHA TÉCNICA
 
Autor: Alcione Araújo | Adaptação e Direção: Inez Viana | Consultoria Dramatúrgica: Pedro Kosovski | Elenco: Cia OmondÉ – Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell | Cenário e  Figurino: Flávio Souza | Direção Musical: Marcelo Alonso Neves | Iluminação: Renato Machado | Assessoria de Imprensa: Ney Motta | Programação Visual: Dulce Lobo | Assistentes de Direção: Carolina Pismel, Debora Lamm e Juliane Bodini | Produção Executiva: Jéssica Santiago | Direção de Produção: Claudia Marques | Um projeto da Cia OmondÉ
 
SERVIÇO – Nem mesmo todo o oceano
 
Autor: Alcione Araújo | Adaptação e Direção: Inez Viana | Com a Cia OmondÉ – Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell | Local: Teatro Gláucio Gill - Praça Cardeal Arco Verde, Copacabana (tel. 2332-7904) | Temporada: De 28 de setembro até 21 de outubro, sextas, sábados e segundas 21h e domingos às 19:30h | Ingresso: sexta e segunda R$ 20 e sábados e domingos R$ 30,00 | Não recomendado para menores de 16 anos | Duração: 80 minutos

Agenda Cultural RJ - Gabriele Nery
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Antes da chuva Peça consagrada no Festival de Teatro de Curitiba e no Cena Contemporânea faz temporada no Centro do Rio.


O  mergulho em suas próprias raízes marca a fase inicial de pesquisa da Cia Cortejo, grupo fluminense da cidade de Três Rios, criado em 2010, que reúne profissionais que decidiram se erradicar no interior para desenvolver seus processos criativos. O trabalho autoral e o interesse por um teatro mais político são a tônica dessa jovem companhia que vem conquistando público e crítica.



Com texto e direção de Rodrigo Portella, Antes da chuva destaca-se pela aposta na simplicidade para que a sutileza das relações dos personagens se sobressaia. A trama gira em torno do amor inocente e persistente de um jovem rapaz por uma mulher mais velha. Eles habitam um povoado ribeirinho cada vez mais deserto e decadente. Lugar este, que no passado teria sido alvo de exploradores estrangeiros. Muitas das situações vividas na peça, surgiram da história familiar dos integrantes do grupo: tias solteiras, pais separados, cartas de amor, romances de infância... Algumas das mais belas passagens foram inspiradas na história da bisavó de Bruna, uma índia peruana que desceu “fugida” o Rio Amazonas com seus 15 filhos a bordo de uma pequena embarcação.
 
A montagem estreou em abril durante o Festival de Curitiba, e de lá saiu consagrada como uma das surpresas da mostra paralela. Depois foi apresentada em Belo Horizonte, Jacarezinho, interior do Paraná, no Cena Contemporânea de Brasília e no Festival de Teatro de Juiz de Fora.

De Curitiba, a crítica Maria Eugênia de Menezes, de O Estado de São Paulo, escreveu: “Sediada na pequenina cidade de Três Rios, a jovem Cia Cortejo exibiu Antes da Chuva. Obra sem grandes efeitos, delicada, centrada essencialmente no trabalho de seus dois interpretes. Prova da beleza que só a simplicidade pode ter.”

No Rio de Janeiro, o critico Macksen Luiz escreveu que “A realização não poderia ser mais despojada, com o palco desprovido de qualquer adereço, iluminação buscando diálogo com os atores e a dupla de intérpretes como o traço definidor da cena. Portella fatia o texto para traduzi-lo como ação e movimento, numa forma narrativa que evita a mera ilustração para deixar que aflore o jogo dos afetos nos tempos do cólera. O confronto entre sentimentos mantidos por anos como razão única para continuar e a estreiteza de um mundo que se justifica pelos seus limites, circula por constante balé de corpos que se movimentam ao ritmo das aproximações e rejeições. Os atores e seus corpos são únicas e complementares presenças, cenário de seus diálogos, iluminação de seus gestos e figurino de suas interpretações. Bruna Portella e Luan Vieira demonstram integral apropriação das propostas da direção, compartilhada por Rodrigo Portella e Leo Marvet, sustentando nos 60 minutos da encenação, intensa reverberação de embate emocional, solidamente construído na sala de ensaio e trazido ao palco com a integridade do exercício bem desenvolvido.”





Assista ao trailer em HD: http://vimeo.com/73962905
 
SERVIÇO
 
Local: Sede das Cias - Rua Manoel Carneiro 10, Escadaria Selarón, Lapa (tel. 2242-4176)
Capacidade de público: 60 lugares
 
ANTES DA CHUVA – Estreia: 6 de outubro | Temporada: domingos e segundas às 20h, até 4 de novembro | Ingresso: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia) | Não recomendado para menores de 16 anos | 60 minutos | Drama | Texto: Rodrigo Portella | Direção: Rodrigo Portella e Leo Marvet | Elenco: Bruna Portella e Luan Vieira | Figurinos: Bruno Perlatto
| Trilha Sonora: Cia Cortejo | Músicas Originais: Felipe Chernicharo | Iluminação: Rodrigo Portella | Preparação Vocal: Jane Celeste Guberfain | Produção: Trilhos Produções Artísticas | Realização: Cia Cortejo
 


fotografias de Renato Mangolin

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A MULHER SEM PECADO - Nelson Rodrigues






A Mulher sem pecado, estreia em nova montagem no dia 4 de outubro a
preços populares no Teatro de Bolso Sérgio Britto, no Centro do Rio. 

Os primeiros dois internautas que entrarem em contato com o blog, ganham um par de ingressos cada um.


A  trama gira em torno do protagonista Olegário, paralítico que
atormenta sua esposa Lídia a todo momento com seus ciúmes doentios. Os
empregados da casa, Umberto e Inézia, são verdadeiros espiões de Lídia
e seu irmão Maurício é, para Olegário, uma ameaça, sendo também
acusado de ter uma relação incestuosa com Lídia. Os outros personagens
da peça, Dona Aninha, mãe de Olegário, tida como uma louca inofensiva;
Joel, um empregado de Olegário colocado para investigar a vida da
esposa e Dona Márcia, a mãe de Lídia, pronta a fazer intrigas, também
fazem parte da história.

A montagem é uma realização de alunos egressos do curso de Preparação
e Desenvolvimento do ator de 2012 do Instituto Nossa Senhora do
Teatro. O Instituto segue os preceitos de Fernanda Montenegro e Sérgio
Britto.

Elenco: Andreza Araújo, Celso Moraes, Cintia Mello,  Daniel Belcanto,
Dayana Terra, Diego Ferreira, Evandro Lima, Luciana Viera, Mikaela
Gamel e Evelin Zanai.

Direção Coletiva

Temporada:  04/10; 18/10; 25/10 e 01/11; 08/11 .
Não haverá espetáculo dia 11/10 .

A peça começa às 21 horas. Os ingressos podem ser adquiridos no
próprio local uma hora antes do espetáculo:  Teatro de Bolso Sérgio Britto. Endereço: Rua da Constituição 34, Centro.

A entrada custa: R$ 10,00 (Meia) e R$ 20,00 (Inteira).

Os primeiros dois internautas que entrarem em contato com o blog, ganham um par de ingressos cada um.

“Mário Lago” de Marco Abujamra e Markão Oliveira faz um passeio na vida do artista por meio de suas letras, opiniões e bate papo com os amigos - O documentário será exibido na Mostra “Retratos” no Festival do Rio




“Sambista, ator e autor” é assim que Mário Lago se define no documentário “Mário Lago”, que será exibido pela primeira vez no dia 05 de outubro às 15h na Mostra Retratos no Festival do Rio. Com direção de Marco Abujamra e Markão Oliveira, o longa vai mais fundo e traz de uma forma dinâmica a vida um artista completo e um dos maiores expoentes da arte do século XX.

Com 96 minutos, a obra faz um passeio na vida do artista, por meio de suas letras e opiniões, que mudaram gerações sem abrir mão da lucidez e do carisma típicos de um exímio carioca.  O filme ainda resgata  imagens de arquivo raras, conta c músicas e curiosidades do compositor de “Amélia”, Nada Além,  da marchinha“ Aurora”, entre muitas outras.
  
Os seus 25 anos de televisão, seu amor pelo rádio e sua atuação no cinema também são retratados junto com trechos de programas da rádio nacional, novelas como “O Casarão”, “Barriga de aluguel”, na série “Hilda Furacão” e no filme “Terra em Transe” de Glauber Rocha.



Para Marco Abujamra, que também dirigiu o premiado "Jards Macalé - Um Morcego na Porta Principal”, Mário Lago era uma flor com raízes de aço. “Se é possível ser acolhido postumamente, creio que o fui. É a segunda biografia que faço, e nas duas busquei me inspirar na obra e na intimidade dos personagens para desenvolver a linguagem, para escolher como contar essas histórias. E esse mergulho delicioso na vida de Mário Lago foi um privilégio que estará sempre guardado num lugar muito especial em meu coração”, observa.
Ainda segundo Abujamra, através do filme é possível criar-se um entendimento sobre como as opções de Mário Lago influenciaram sua família. e perceber nela o reflexo do gentleman comunista, do agregador solidário, da persona tão querida que foi Mário Lago. 
Já na visão  do diretor Markão Oliveira, o documentário “Mário Lago” nos leva para um Rio de Janeiro mais gentil, alegre e delicado e também para um momento histórico, tenebroso, passando pela formação de diversas produções culturais e artísticas que marcaram o século 20 no Brasil.
No documentário podemos ver ainda um bate papo descontraído entre Gracindo Júnior, Beth Mendes, o escritor Sérgio Cabral  e  Mário lago Filho, além de vários depoimentos como de Beatriz Segal,  Lenine e muitos outros. Nele mergulhamos na visão política de Mário Lago, que foi preso 7 vezes por motivos políticos, no seu jeito boêmio e nos momentos da vida do carioca nada saudosista, que soube bem como aproveitar o seu presente, como se não houvesse ontem.





Biografia dos diretores
Marco Abujamra é diretor e roteirista, entre os seus trabalhos destacam-se o doc. "Jards Macalé - Um Morcego na Porta Principal", prêmio especial do júri Festival do Rio (2008), prêmio júri popular In-Edit Brasil (2009), Direção Geral do pgm "No Amor", 1° filme colaborativo da TV Brasileira, co-produzido pelo Canal Brasil, prêmio Shell Direção Musical pela peça: O Auto da Compadecida, com direção de Antonio Abujamra.
Markão Oliveira é diretor e fotógrafo, entre os seus trabalhos, podemos destacar o doc. “Deus sabe tudo mas não é X9”, em parceria com Fábio Gavião, documentário sobre os meninos da comunidade Pereira da Silva no RJ, indicado ao Prêmio de Melhor Documentário no Festival do Rio de 2008, “A Vida é um Sopro” doc. sobre Oscar Niemayer, de Fabiano Maciel / 2007, Prêmio de Melhor Fotografia no Festival de Goiânia 2007 , “Sorria você está na Barra”, de Isabel Jaguaribe / 2013. Diretor de Fotografia dos seguintes programas: “Alternativa Saúde 2011/ 2012/ 2013 do Canal GNT, pela Conspiração Filmes, “Som do Vinil” 2012 do Canal Brasil pela Samba Filmes, “Um Pé de Que?” 2002 a 2005 / 2012/ 2013 do Canal Futura, pela Pindorama Filmes e “Pé no Chão” 2009/2010 do Canal Multishow.


Antes da chuva” no Espaço SESC

Novo espetáculo de Rodrigo Portella – diretor indicado ao Prêmio Shell 2013 – recebeu comentários elogiosos da imprensa especializada durante os festivais de Curitiba e Cena Contemporânea de Brasília

Indicado ao Prêmio Shell 2013 de melhor direção no Rio de Janeiro, pelo espetáculo Uma história oficial, Rodrigo Portella apresenta a partir do dia 9 de setembro, no Espaço Sesc, seu novo espetáculo Antes da chuva. Com texto de autoria do próprio diretor, a peça é fruto da pesquisa que a sua Cia Cortejo desenvolveu tendo principal inspiração para o processo criativo a obra O amor nos tempos do cólera, do colombiano Gabriel Gárcia Márquez. A trama gira em torno do amor inocente e persistente de um jovem rapaz (Luan Vieira) por uma mulher mais velha (Bruna Portella). Eles habitam um povoado ribeirinho cada vez mais deserto e decadente. Lugar este, que no passado teria sido alvo de exploradores estrangeiros. Apesar da forte influência de García Márquez, muitas das situações vividas na peça, surgiram da história familiar dos integrantes do grupo: tias solteiras, pais separados, cartas de amor, romances de infância... Algumas das mais belas passagens foram inspiradas na história da bisavó de Bruna, uma índia peruana que desceu "fugida" o Rio Amazonas com seus 15 filhos a bordo de uma pequena embarcação.

A encenação de Rodrigo Portella, em parceria com Léo Marvet, destaca-se pela aposta na simplicidade para que a sutileza das relações, criadas pelos personagens, sobressaia. “Os personagens foram criados especificamente para os atores Luan e Bruna. O desejo de trabalharmos juntos é anterior ao texto", afirma o autor e diretor. "Assim como o nosso espetáculo anterior, essa obra surge do encontro da literatura de García Márquez com a pequena cidade onde a companhia está sediada (Três Rios). Partimos de um pequeno povoado, ou seja, de uma microorganização social para falar sobre questões universais: amor, poder, sonhos, utopias, clichês, tabus..." A opção pelo espaço vazio – o único objeto em cena é um livro – convida o espectador a um mergulho no próprio imaginário, tornando-o ativo na construção dos diferentes espaços: o sobrado, a praça, o cais, o tribunal, a igreja, o barco.

A montagem estreou em abril de 2013 no Teatro Mini-Guaíra, durante o Festival de Teatro de Curitiba, e de lá saiu consagrada como uma das surpresas da mostra paralela. Depois foi apresentada em Belo Horizonte, Rio das Ostras, Jacarezinho, interior do Paraná, no Cena Contemporânea de Brasília e no Festival de Teatro de Juiz de Fora. De Curitiba, a crítica Maria Eugênia de Menezes, O Estado de São Paulo, escreveu: “(…) Agora, surpresa, surpresa mesmo, veio do interior do Rio de Janeiro. Sediada na pequenina cidade de Três Rios, a jovem Cia Cortejo exibiu Antes da Chuva. Obra sem grandes efeitos, delicada, centrada essencialmente no trabalho de seus dois interpretes. Prova da beleza que só a simplicidade pode ter.” Também o Estadão, de 26 de Agosto, publicou matéria de meia página para falar exclusivamente da peça: “‘Antes da Chuva’ chama a atenção no Cena Contemporânea de Brasília” (Link: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,antes-da-chuva-chama-a-atencao-no-cena-contemporanea-de-brasilia,1068091,0.htm).



SERVIÇO – “Antes da chuva” 1ª temporada: De 9 a 24 de setembro, segundas e terças às 19h, no Espaço SESCLocal: Espaço SESC – Sala Multiuso (Rua Domingos Ferreira 160 – Copacabana) | Informações: 2547-0156 | Estreia: 9 de setembro às 19h | Temporada: 9 a 24 de setembro, segundas e terças às 19h | Ingresso: R$ 20 (inteira), R$ 10 (estudantes e idosos) e R$ 5 (assoc. Sesc) | Horário da bilheteria: 15h às 21h de Terça a Domingo | Não recomendado para menores de 16 anos | Duração: 60 minutos


Manifestações Artísticas Periféricas, no Sesc Duque de Caxias, com show de Monhandas e Gente Estranha no Jardim

A mostra terá sua primeira edição, no próximo sábado (24/08), com o obejtivo de mapear e apresentar iniciativas artísticas produzidas pela juventude da Baixada Fluminense.
 
M.A.P. – Manifestações Artísticas Periféricas terá sua primeira edição neste sábado (24/08), a partir das 15h, no Sesc Duque de Caxias. Com o objetivo de mapear e apresentar iniciativas artísticas produzidas pela juventude da Baixada Fluminense fazendo conexões com outros territórios, saberes e agentes culturais. A mostra contará com um dia de apresentações ligadas as diversas linguagens artísticas e bate papo sobre esse novo panorama que dispõe muitas vezes de poucos recursos além da internet, colaboração de outros artistas e muita criatividade.
Nesta 1ª Edição, o "M.A.P" contará com os shows das bandas Mohandas e Gente Estranha no Jardim. Além de um bate papo, sobre manifestações populares, com representantes de coletivos atuantes no cenário cultural da Baixada Fluminense: Giordana Moreira, do coletivo Roque Pense; Yasmin Thayná da Revista Cranta e Mariana Bertoche, do Coletivo Interrogação. A mostra terá ainda uma oficina com o grupo Maracatu Baque da Mata.





 O “M.A.P.” será uma mostra artística mensal, com o que temos de mais novo e original na Baixada Fluminense.
 






MAP | Manifestações Artísticas Periféricas |1° edição Sábado | 24 de Agosto | 15h às 21h - Bate Papo sobre Manifestações PopularesGiordana Moreira (Roque Pense)Yasmin Thayná (Cranta)Mariana Bertoche (Coletivo Interrogação) - Oficina:Maracatu Baque da Mata - Show:Gente Estranha no JardimMohandas Fan Page | https://www.facebook.com/MAPerifericasEvento no Facebook | http://migre.me/fOffg Sesc Duque de CaxiasRua General Argolo, 47 - Jardim 25 de agosto | Caxias( (21) 3659-8412Livre para todos os públicos | Entrada Franca Assessoria de ImprensaDaniel Barrosdbarros.prod@gmail.com( (21) 3245-5934 | 7272-0033 RealizaçãoMofaia - Música & Culturawww.mofaia.com.br    Sobre os convidados






BANDAS

Mohandas

O grupo Mohandas foi formado a partir da reunião de fotógrafos, atores, VJs, acrobatas, editores e antropólogos que queriam fazer música. Assim, eles fazem uma world music misturada a sonoridade brasileira. Além da música, em ensaios abertos, eles convergem a música com outras artes. Células soldadas em metais, soldados metade pétalas, metade espirais.



Gente Estranha no Jardim

Em 2010, a Banda Gente Estranha no Jardim, surge do encontro de dois amigos, em meio ao carnaval.

 O grupo foi se consolidando e amadurecendo composições e sonoridades. Nos primeiros anos, aconteceram alguns shows pela cidade do Rio de Janeiro em eventos importantes. Num segundo momento, a banda participou de eventos na Baixada Fluminense, onde reside, conquistando o mais variado tipo de público e angariando fãs. Em abril de 2012 lança seu 1º Ep e parte em busca de novos espaços e de um novo público. Com um repertório próprio e integrando linguagens artísticas como o teatro, a poesia e as artes plásticas, a banda chama atenção por sua cena. Inspirada na música feita nas décadas de 60 e 70 e com total brasilidade, Gente Estranha no Jardim põe seus figurinos e pés no chão pra cantar as mais diversas relações: o amor, a natureza, o sexo, a amizade... Tudo se faz presente num show de pura transcendência, onde a palavra e a poesia chegam de forma muito clara e concreta.


Oficina
Maracatu Baque da Mata
Idealizado por músicos e articuladores culturais, reúne, desde 2011, amigos e percussionistas apaixonados pelo ritmo para difundir a cultura regional brasileira aliando a arte às questões sociais e ambientais da região.

Bate Papo sobre Manifestações Populares
Giordana Moreira (Coletivo Roque Pense)
Produtora cultural da "Terreito de Ideias" e também fundou o "Roque Pense" que é um coletivo de cultura antissexista que atua contra a discriminação pelo sexo no universo da música e da cultura urbana.

Mariana Bertoche (Coletivo Interrogação)
Estudande de Artes Visuais.  Participará do bate bapo sobre manifestações populares representando o "Coletivo Interrogação", que reúne seis jovens cabeças inquietas que partem de questionamentos para o processo artístico/criativo.

Yasmin Thayná (Revista Cranta)
Estudante de comunicação social e interessada por assuntos ligados a cultura digital, comunicação, cinema e literatura. Com passagens pela Escola Livre de Cinema e outros cursos de audiovisual, dirige, escreve e participa de produções de curta-metragem. Hoje faz parte da Revista Cranta, uma live magazine colaborativa criada por jovens da Zona Oeste, Centro do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense.

Exposição Terreiro de Fronteiras aproxima ocidente e oriente em intercâmbio artístico no Parque das Ruínas


Projeto abrange cidades no Brasil e na Turquia envolvendo artistas dos dois países


Após uma expedição por 24 cidades distribuídas em territórios na Turquia e no Brasil, os três artistas Antonio Luiz, Cem Ersavcı e Emrah Kartal – um brasileiro, um turco e um turco residente no Brasil, respectivamente – registraram imagens sobre aspectos culturais e representativos dessas localidades. Esta experiência resultou na exposição “Multi-Web-Mídia: Terreiro de Fronteiras”, que será lançada no dia 03 de agosto, às 16h, no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, permanecendo todo o mês. Além da exposição, acontecerá paralelamente a 1ª Mostra Cinema de Fronteiras, nos dias 23, 24 e 25 de agosto, na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com exibição de cinco filmes turcos.

Contemplado pelo Edital Pró-Artes Visuais da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, a segunda edição do projeto se volta para as artes visuais com atividades distribuídas em três etapas: uma “Residência Artística Visual” com a expedição dos três artistas e compartilhamento da experiência por meio do website no “Diário de Fronteiras”; o “Laboratório Criativo” em formato de workshop envolvendo a equipe artística do projeto sob a coordenação do curador Pedro Vasquez, contando também com a participação de outros gestores culturais, produtores e artistas convidados; e por fim, a “Exposição Multi-Web-Mídia: Terreiro de Fronteiras”, apresentada como resultado desse encontro e troca de experiências visuais exibindo uma diversidade cultural, ressaltando o que há de comum de cada lugar que possa representar as pessoas, lugares, ruas, ambientes, situações, artes.

Para Pedro Vasquez, apesar de inúmeras diferenças, como por exemplo, o idioma, a linguagem fotográfica e a percepção dos fotógrafos proporcionou o diálogo: “O idioma turco é de difícil compreensão para os brasileiros assim como o português o é para os turcos. Entretanto, “a escrita da luz” [significado etimológico de fotografia] oferece um terreno comum de entendimento que deixa pressagiar a boa acolhida desta exposição em ambos os países. Mesmo porque, os observadores argutos não deixarão de perceber que existem similitudes entre a singular paisagem da Capadócia e a do sertão do Cariri; como existem entre as cidades de Istambul e do Rio de Janeiro, em virtude da presença benfazeja e oniabrangente do mar”, ressalta o curador que também é subeditor da Rocco Jovens Leitores e diretor do Solar do Jambeiro, em Niterói. 

Serviço: Exposição Multi-Web-Mídia Terreiro de Fronteiras
Entrada Franca
Data: 03 de agosto a 01 de setembro
Local: Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Informações: (21) 2557- 0929/ (21) 2509 -2152

Confira!

Costela & Rock leva churrasco, cerveja artesanal e muito rock para a Praça do Lido

Evento acontece nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, em Copacabana, com entrada solidária e programação musical para diferentes gerações...

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