Espetáculo "Plataforma 2 -Uma homenagem aos artistas do cotidiano".



SINOPSE:

" Cinco pessoas completamente distintas recebem um telegrama originário de um Teatro. Motivados por suas questões pessoais, resolvem ir até o local a fim de desvendar o mistério por trás do telegrama. Sem qualquer noção do que poderá acontecer, estas pessoas embarcam no Trem e rumam para uma região distante, de onde remetia o convite. Buscando encontrar algo incomum, dividem histórias e sonhos, e vivem momentos que, tanto no Teatro quanto no Trem, são sentidas por qualquer ser humano."​​​

ELENCO: 

Andreia Tonia, Fabricio Gallagher, Gabriella Cristina, Luciana Danfer e Mariana Rego.
DIREÇÃO: Juliana Soure.
FOTOGRAFIA: Tiago Brando.
LOCAL: Sala de Espetáculos Amir Haddad - Avenida Getúlio de Moura, 1320 - Centro - Nova Iguaçu/RJ
INGRESSOS: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)
DATAS E HORÁRIOS: Sextas-feira (13/03/2015) e (20/03/2015), às 20h30min;

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CENTRO COREOGRÁFICO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO


Desde a sua inauguração em 2004, o Centro Coreográfico é um espaço onde a dança se apresenta de forma intensa e diversa, tornando-se assim, uma referência para criação, produção, intercâmbio, circulação, memória e difusão da arte da Dança.


Expiação – Pulsar Cia. De Dança (MA)

De 14 e 15 de março de 2015

Sábado, às 20h / Domingo, às 18h

Duração: 50 min | Classificação: 14 anos

ENTRADA FRANCA

O espetáculo foi inspirado em bilhetes suicidas verídicos e é um dialogo corporal continuo, sem preconceitos ou renuncias, sem questionamentos ou afirmações, apenas movimentos como relatos de historias que ora se distorcem e ora sem completam, se contradizendo em sentimentos antagônicos e inquestionáveis. Se o movimento pode torna-se fala e alcançar lugares para além das fronteiras de nosso conhecimento, o suicídio pode ser visto como a prática de um ato de comunicação, em uma sociedade que o impede de comunicar-se, o suicídio pode torna-se o único e ultimo gesto de comunicação “Definições teóricas se alternam, se completam, se contradizem: as reticências, ou mesmo um ponto de interrogação, permanecem em desafio a uma resposta definitiva e exata. Não há uma única resposta por que o caminho do suicídio é o da ambiguidade”

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Abelardo Teles

Produção: Lilian Azulay

Coreografo: Fran Mello

Iluminação: Milena Silva/Abel Lopes

Contrarregra: Richardson Carvalho

Bailarinos: Carlos Maciel, Cléo Junior, Egnaldo Gomes, Fernando Saraiva, Jaqueline Silva, Joilson Ferraz e Taíla Menezes.

Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro

Teatro Angel Viana:150 lugares

Rua José Higino, 115. Tijuca.

Tel: 3238.0601 / 3238.0357


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Galeria 535 inaugura “Comunicação em favor do direito à moradia” - mostra fotográfica gratuita


"Comunicação em favor do direito à moradia” é o tema da exposição fotográfica que foi inaugurada dia 06/03, às 18h, na Galeria 535, com curadoria do Imagens do Povo, um projeto do Observatório de Favelas. Com entrada franca, a mostra coletiva apresenta imagens produzidas por alunos das oficinas do Banco da Providência, que documentaram temas relacionados às remoções sofridas por diversas famílias devido a realização dos megaeventos no Rio de Janeiro. Sob supervisão do professor Fábio Caffé (Imagens do Povo), os jovens acompanharam de perto o cotidiano dos moradores da Vila Autódromo e do Movimento Ocupa Telerj. 

Sobre o projeto
O Projeto Inclusão Digital para Jovens Protagonistas capacita jovens de diversas comunidades do Rio de Janeiro em Tecnologias da Comunicação. Para além da formação (Comunicação e Blog, Edição de Vídeo e Fotografia), os alunos desenvolveram habilidades para utilizar a comunicação em favor do bem comum a partir de discussões sobre Cidadania, Ética e Direitos Humanos. A turma elegeu como trabalho final o tema “Comunicação em favor do Direito à Moradia".


Telerj Resiste!

O “Movimento Ocupa Telerj” é fruto de um problema social antigo da cidade do Rio de Janeiro: o enorme déficit habitacional. A questão se agravou ainda mais com a chegada dos grandes eventos à cidade (Copa do Mundo e Olimpíadas) que geraram uma supervalorização dos imóveis. O movimento se deu a partir da ocupação por famílias de várias comunidades do antigo prédio da Telerj no Engenho Novo, hoje pertencente à Oi telefônica, que estava abandonado há quinze anos.

O caso ganhou repercussão internacional quando quase dois mil policiais deram início à remoção das famílias do prédio com intimidação e violência durante o processo. Muitos tiveram que abandonar o local sem documentos, houve feridos e as imagens dos confrontos rodaram o mundo. A partir do diálogo com a Arquidiocese do Rio de Janeiro, as famílias aceitaram ser encaminhadas, em caráter provisório, para o ginásio da Paróquia Nossa Senhora do Loreto - Ilha do Governador. O grupo reivindica que o governo municipal providencie uma casa para cada família, mas a prefeitura diz que a situação não é tão simples e que há outras famílias que já aguardam moradia.

Vila Autódromo: Plano Popular versus Especulação Imobiliária


A Vila Autódromo é uma comunidade localizada ao lado do autódromo de Jacarepaguá, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, que existe há pelo menos 40 anos. A permanência no local foi concedida pelo então governador do estado Leonel Brizola, que deu aos moradores um título de posse provisório do terreno por 30 anos, e posteriormente, foi retificado para 99 anos. Porém, desde 1993, a prefeitura do Rio de Janeiro move ação para a remoção dessas famílias.

Somente em 2012, a justiça autorizou em primeira instância uma retirada parcial da comunidade alegando motivos ambientais. Em setembro do mesmo ano, os moradores entregaram ao prefeito Eduardo Paes o projeto “Plano Popular da Vila Autódromo”, onde argumentam não haver incompatibilidade entre a construção do Parque Olímpico do Rio, a existência da comunidade, e a preservação ambiental. O plano foi elaborado por moradores em parceria com universidades federais do Rio.

O projeto previa uma área de recuperação ambiental na margem da lagoa, inclusão da comunidade no programa Saúde da Família e a construção de uma creche e de uma escola municipal e novas áreas de esporte e lazer. A recuperação da área é bem mais barata que a criação do conjunto habitacional: enquanto a proposta da comunidade está orçada em R$ 13 milhões, a da prefeitura custa R$ 38 milhões. Apesar do custo mais baixo, o plano não foi aceito e a prefeitura deu início as remoções das famílias. Muitos resistem por seus vínculos com a região.

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Museu de Astronomia mistura Cinema e Ciência neste sábado

O Cine Ciência exibe o filme Anjos e Demônios. Em seguida, haverá debate orientado por mediadores, como os que acontecem em cineclubes de ciência e de ficção científica. No fim de semana, tem também Planetário Inflável, Observação do Céu e Brincando de Matemático. Tudo gratuito!
  
Neste sábado, dia 14 de março, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) irá promover, às 16h, mais uma edição do Cine ciência com o filme Anjos e Demônios, direção de Ron Howard. Em seguida, haverá um debate com especialistas sobre o assunto abordado no filme. No fim de semana, os visitantes poderão conferir ainda sessões do planetário inflável, observar o céu noturno utilizando a luneta centenária e telescópios modernos e brincar de matemático. Todas as atividades são gratuitas e direcionadas a adultos, jovens e crianças.

Em Anjos e Demônios, o professor de simbologia Robert Langdon (Tom Hanks), depois de decifrar o código Da Vinci, é chamado pelo Vaticano para investigar o misterioso desaparecimento de quatro cardeais. O filme lida com o choque moderno entre certas ortodoxias religiosas e o pensamento científico. Esse conflito se desdobra num interessante suspense em que Langdon tentará evitar uma colisão entre matéria e antimatéria que poderá ocasionar uma destruição predeterminada pelos Iluminati. Após o filme, haverá debate com Dilson de Jesus Damião e Sandro Fonseca de Souza, professores de física da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Às 15h e 17h, haverá sessões do Planetário Inflável Digital. Em uma cúpula com 3,2 metros de altura e 6,4 m de diâmetro, são projetadas imagens que simulam a noite estrelada e ensinam sobre o céu e seus movimentos. Durante a atividade, o espectador tem a oportunidade de observar e aprender sobre a dinâmica dos astros. Faça chuva ou faça sol, no interior do planetário o céu está sempre limpo. As sessões são conduzidas por um mediador do MAST.

O Programa de Observação do Céu (POC) tem início às 18h30, com a exibição de um vídeo sobre astronomia e a apresentação da palestra “O Céu do Mês”, na qual os visitantes têm a oportunidade de descobrir o que está visível no céu do Rio de Janeiro e saber um pouco mais sobre a natureza dos corpos celestes. Em seguida, todos são convidados a observar o céu através da centenária Luneta Equatorial e do moderno telescópio refletor de 8 polegadas de abertura. A atividade é conduzida por um astrônomo ou um mediador capacitado. O POC acontece às quartas-feiras e sábados.

E no domingo, às 16h, várias brincadeiras e curiosidades sobre a aritmética elementar são apresentadas e discutidas de forma divertida na oficina Brincando de Matemático. O raciocínio lógico dos participantes é aguçado com quebra-cabeças numéricos, jogos, enigmas e desafios lógicos. A atividade é dirigida ao público de todas as idades.

Na visita orientada que acontece às 15h e 17h, o público irá conhecer o conjunto arquitetônico do MAST. Durante a visita pelos 40 mil m² do campus, um mediador revela a história dos grandes instrumentos instalados no MAST e ensina sobre o desenvolvimento da astronomia no Brasil. Nos dias chuvosos, a atividade é substituída por uma visita mediada à exposição “As Estações do ano, a Terra em movimento”.

Esta exposição tem o foco na astronomia básica abordando temas como os ciclos das estações do ano, dos dias e das noites e das fases da Lua. Tais temas são apresentados por meio de diversos aparatos interativos 3D, multimídias, vídeos e painéis e ainda uma cenografia de céu. A mostra também inclui explicações elaboradas por culturas indígenas brasileiras, as estações do ano em diferentes áreas do planeta e do Brasil e expande o tema do ciclo das estações para outros planetas do Sistema Solar.

SERVIÇO
Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
Rua General Bruce, 586, Bairro Imperial de São Cristóvão – Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3514-5200
www.mast.br

Entrada gratuita.

Sábado, 14 de março

Planetário Inflável Digital
15h | 17h

Cine Ciência
Filme: Anjos e Demônios
Responsável: Gastão Galvão, químico e bolsista PCI do MAST
16h

Programa de Observação do céu
18h30 às 20h

Domingo, 15 de março
Visita orientada
15h | 17h

Brincando de matemático
16h


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Visitas Teatralizadas no Antigo Palácio da Justiça: Uma Forma Lúdica de Conhecer a História da Justiça e do Rio


Justiniano e Teodora 055 - 1

Imagine conhecer um prédio histórico como o Antigo Palácio da Justiça do Rio, guiado por personagens como o grande jurista Ruy Barbosa e a deusa Têmis, da Justiça, ou pelos imperadores bizantinos, Justiniano e Teodora? Pois é o que ocorre nas visitas teatralizadas do programa Por Dentro do Palácio, promovidas pelo Centro Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (CCPJ-Rio).
No próximo sábado, dia 28/3, a visita será guiada pelos imperadores Justiniano, O Grande e sua esposa, Teodora (interpretados pelos atores Amanda Grimaldi Lerias e Andrêas Gatto). Em abril, dia 25, será a vez da dupla Ruy Barbosa e deusa Têmis (representados por Eduardo Diaz e Dulce Pena de Miranda) contar aos visitantes os segredos do Antigo Palácio da Justiça.
Temporada/2015
Desde março, o programa oferece dois tipos de sessões: as abertas à população no último sábado de cada mês, com alternância mensal da dupla de cicerones; e as agendadas, para escolas, universidades e outros grupos, com três horários disponíveis às 3ªs feiras (Justiniano e Teodora) e com dois horários disponíveis às quintas-feiras (Ruy Barbosa e Deusa Têmis). Os eventos são gratuitos e as visitas abertas ao público têm as senhas distribuídas 15 minutos antes do início da sessão, no foyer do antigo Palácio da Justiça (Rua Dom Manuel, 29, Centro, Rio, RJ).
O Roteiro
Durante o passeio, os cicerones apresentam o Antigo Palácio da Justiça, relatam fatos da história do Rio e da Justiça brasileira e revelam um pouco sobre a sua própria história. Assim, o visitante pode conhecer a arquitetura e as funções do Salão Histórico do Primeiro Tribunal do Júri, o Salão dos Passos Perdidos, o antigo Tribunal Pleno, a Biblioteca de Obras Raras e, também a Sala Multiuso do CCPJ-Rio. Tudo isso recheado de episódios históricos, relatados com humor e arte. 
Por Dentro do Palácio
O programa, criado em janeiro de 2011, nasceu no âmbito do CCPJ-Rio como resposta à demanda do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro de abrir as portas do Antigo Palácio da Justiça, após as obras de modernização e restauro (2009-2010), como um centro de cultura e memória da justiça. O suntuoso Palácio da Justiça, inaugurado no então Distrito Federal, em 1926, com a finalidade de abrigar a chamada Corte de Apelação e que, por mais de oito décadas, prestou serviço jurisdicional à cidade, há quatro anos tem servido de cenário para a realização da programação da Agenda Cultural do PJERJ, oferecida pelo CCPJ-Rio.
Dentre os seus programas, Por Dentro do Palácio tem contribuído para que a população conheça as instalações do Antigo Palácio da Justiça na companhia de personagens ícones da Justiça. No ano inaugural, o programa elegeu como seu cicerone o imortal jurista brasileiro Ruy Barbosa. Na segunda edição, Têmis, deusa grega das leis e dos juramentos, foi a personagem escolhida para ser o novo guia do palácio. No terceiro e quarto anos consecutivos, os visitantes passaram a ser recebidos pela dupla Têmis e Ruy Barbosa que, juntos, passaram a apresentar o edifício. Na nova edição, lançada em janeiro, os imperadores de Bizâncio - Justiniano e Teodora - têm a nobre missão de apresentar o palácio à população e de contar algumas façanhas do seu grandioso império. Nestes quatro anos, o programa recebeu mais de 8.000 visitantes, entre crianças e adultos de todas as idades.

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Companhia Estadual de Jazz e Mu Chebabi são as próximas atrações do Vizta, Bossa, Jazz e muito mais, no Leblon



Na próxima sexta-feira (13/03), a Companhia Estadual de Jazz retorna aos palcos do Vizta com um show recheado de temas de grandes nomes, como Horace Silver, Moacir Santos, Tom Jobim e outros. Nesta noite, a Companhia Estadual de Jazz virá com Reinaldo Figueiredo no contrabaixo, Chico Pessanha na bateria e Fernando Clark na guitarra.

No sábado, é a vez do cantor e produtor Mu Chebabi se apresentar no Vizta, no show “Músicas Bacanas e Sacanas”, em que cantará suas belas e sublimes canções e que promete animar a galera. A apresentação contará com Mu Chebabi na voz e no violão, Reinaldo Figueiredo no baixo, Fernando Clark na guitarra e Zé Mário na bateria.

Serviço:
Restaurante Vizta – 2º andar do hotel Marina Palace
Av. Delfim Moreira, 630, Leblon
Abertura da casa: 20h30
As reservas deverão ser feitas pelo telefone (21) 2529-5700 e serão garantidos até as 21h15.
Couvert: R$ 45
Capacidade da casa: 60 lugares

O projeto

Desde 2011, o Vizta, Bossa, Jazz e muito mais” faz parte do roteiro daqueles que querem curtir o melhor da música, em um ambiente aconchegante e acolhedor. O projeto acontece toda semana – sextas-feiras e sábados – sempre com um convidado especial. A atração musical já realizou mais de 500 shows e conta com uma seleção criteriosa de músicos reconhecidos.

Privilegiada por sua localização no hotel Marina Palace, o projeto foi idealizado por três amantes da boa música: Fernando Clark, guitarrista e produtor musical; André Cechinel, pianista do grupo Conexão Rio; e Reinaldo Figueiredo, humorista do programa Casseta & Planeta e contrabaixista do grupo Companhia Estadual de Jazz (CEJ).

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TEATRO RIVAL PETROBRAS APRESENTA BETO GUEDES NO SHOW DO CONSAGRADO CD “AMOR DE ÍNDIO”, DIAS 13 E 14, DENTRO DO FESTIVAL RIVAL 80 ANOS


Descrição: Descrição: http://www.rivalpetrobras.com.br/novo/wp-content/uploads/2010/02/agenda773.jpg



O cantor e compositor mineiro Beto Guedes volta ao Rio de Janeiro em março para duas apresentações do show “Amor de Índio” - segundo algum solo de sua carreira, lançado em 1978 -  no Festival Rival 80 anos.   Este ano, o esperado show de Beto Guedes no Rival tem um gostinho de saudade: no repertório, canções que marcaram época como  “Feira Moderna”, “Novena”, “O Medo de Amar é o Medo de Ser Feliz”, “Luz e mistério” e “Sol de primavera”.  As apresentações  acontecem nos dias 13 e 14 de março, sexta-feira e sábado, às 19h30, no Teatro Rival Petrobras.
SOBRE “AMOR DE ÍNDIO”
Sístole e diástole. Guitarra e bandolim. Relâmpago elétrico enrolado em cobertor azul, na luz da janela. Imagem diurna combinando com a voz, com sabor de vidro e corte em embalagem de algodão.
“Amor de Índio” (1978), segundo álbum solo de Beto Guedes, é sua melhor tradução.

O processo de amadurecimento do jovem autor, cantor e polivalente instrumentista, então com vinte e poucos anos, incluía a entrada de “Feira Moderna” num FIC, a participação múltipla no seminal disco “Clube da Esquina”, os duetos com Milton em “Caso Você Queira Saber”, “Fé Cega Faca Amolada”, o exercício da criação coletiva.

Para o músico e compositor Pablo Castro, Beto Guedes é “o aviador de melodias”. Para o parceiro Márcio Borges, evocando “Jules et Jim”, “uma força da natureza que se exprime por cataclismos.”, como um vulcão que explode, se aquieta e de repente explode outra vez.

O sucesso de crítica e vendas do disco de estreia, “A Página do Relâmpago Elétrico” (1977) veio perto do casamento e, na sequência, o nascimento do primeiro filho, Gabriel, hoje um músico de talento e personalidade. E o trabalho reflete as consequências da vida pessoal na equilibrada paixão que traduz o disco.

Desenhado com a preciosa parceria de Ronaldo Bastos na coprodução, o álbum parte da balada com sotaque de rock que fornece o título e deságua na obra-prima “Cantar”, do pai, mestre Godofredo Guedes, deixando pelo caminho passos firmes e exercícios de delicadeza.

Da fundamental “Novena”, de Milton e Márcio Borges, à épica “O Medo de Amar É o Medo de Ser Livre” (Beto e Fernando Brant), o LP apresentava a fusão de cidade e interior de Tavinho Moura (“Era Menino”, “Findo Amor”, com Murilo Antunes na composição do discurso), os raios de luz refratados por Caetano Veloso (“Luz e Mistério”) e Márcio Borges (“Sol de Primavera”) e o amor ao filho como visão de um mundo de liberdade (“Gabriel”, com o padrinho Ronaldo Bastos).

A música diversa e coerente, exuberante, surpreendente e absolutamente original distribuída nas treze músicas estabelecia a ponte definitiva entre Liverpool e Belo Horizonte, via Montes Claros, com uma visão poética política universal e um respeito generoso pela Humanidade e seus corriqueiros integrantes.


Serviço: Beto Guedes
Teatro Rival Petrobras
Dias: 13 e 14 de março, sexta-feira e sábado, às 19h30
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469
Preço:
Setor:  A / Mezanino
R$ 100(Inteira)
R$   50 (Meia entrada para estudantes, idosos e professores da rede municipal)
Setor:   B
R$   90 (Inteira)
R$   70 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$   45 (Meia entrada para estudantes, idosos e professores da rede municipal)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares
Informações: www.rivalpetrobras.com.br

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O Teatro Rival Petrobras e a Banca do Blues apresentam: Quaterna Réquiem Dia 19 de março



Uma das mais importantes bandas do Rock Progressivo brasileiro, pela primeira vez no palco do Rival Petrobras.

O grupo foi criado a partir do interesse dos irmãos Elisa Wiermann (teclados, arranjos e composições) e Cláudio Dantas (bateria)  pela música de câmara e pelo rock progressivo.

O quinteto instrumental “Quaterna Réquiem” realiza um trabalho com composições próprias utilizando fusões estilísticas, fundamentado nas formas da música erudita, principal atividade de sua principal compositora Elisa Wiermann, que utiliza em seus trabalhos a polifonia barroca, elementos medievais, minimalismo, e outras vertentes eruditas com a linguagem descontraída do rock. Uma música caracterizada pela elaboração formal, mas sem barreiras estilísticas e de timbres, num exercício constante de ecletismo e originalidade.

O Quaterna Réquiem tem como atuais integrantes: Elisa Wiermann (teclados e composições), Claudio Dantas (bateria acústica e eletrônica), Roberto Crivano (guitarra e violão), Phil Wiermann (guitarra e violão) e Guilherme Ashton (baixo).

“Velha Gravura”, “Quasímodo”, “Livre”, “O Arquiteto” e um DVD ao vivo, compõem sua discografia,bastante difundida em todo o mundo, que sempre recebeu enaltecedoras críticas da imprensa especializada nacional e internacional.

Este show no Teatro Rival Petrobras se baseia no recente relançamento do CD “Quasímodo” que foi remixado e remasterizado em 2014.

Imperdível!

Serviço:
Teatro Rival Petrobras
Dia 19 de março, quinta-feira, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia - Tel: 2240-4469
Preço:

Setor A / Mezanino: 
R$ 60 (Inteira)
R$ 30(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal)

Setor B: 
R$ 50 (Inteira)
R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 25 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal)

Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares


“DEIXA CLAREAR, MUSICAL SOBRE CLARA NUNES" VOLTA AO TEATRO JOÃO CAETANO



Espetáculo dirigido por Isaac Bernat faz temporada de 20 a 29 de março no centro

Com um público de mais de 30.000 pessoas ao longo de um ano de estrada, o espetáculo “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes”,  segue encantando o público por onde passa.  Foi assim no Imperator, no final do ano, foi assim, em Niterói antes do carnaval, onde lotou o Teatro da Uff, prolongando sua temporada na terra de Araribóia. O espetáculo protagonizado por Clara Santhana volta agora para uma temporada popular no mesmo João Caetano onde se apresentou, com casa cheia, em 2013. Com direção de Isaac Bernat e texto de Márcia Zanelatto, a peça-musical homenageia a artista Clara Nunes e tem sessões às sextas e sábados, às 20h; e domingos às 19h30, com ingressos a R$20 e R$10 (meia entrada).

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” tem como protagonista a atriz Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. O espetáculo é o encontro das duas Claras: a atriz e a cantora.  Durante os 75 minutos de duração, o musical apresenta várias fases da carreira e da vida de Clara Nunes e tem como ponto alto a música, que atua como uma extensão da cena.  Estão lá, clássicos da cantora, como “O canto das três raças”(Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte) e “Na linha do mar”(Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz”(João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte) e “O mar serenou” (Candeia), entre outras.   O espetáculo mistura música e poesia para contar, de forma delicada, um pouco da trajetória de Clara Nunes, com o objetivo de incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado de Clara Nunes para as novas gerações”, explica Clara Santhana. A atriz se apresenta acompanhada da banda formada por Luciano Fogaça (percussão) e Bidu Campeche(percussão/ cavaquinho), Felipe Rodrigues (violão) e Lauro Lira (flauta/violoncelo).

O musical estreou em 2013 no Teatro Café Pequeno, como uma homenagem aos 30 anos de morte da cantora mineira.  Com o sucesso, seguiu para o Teatro das Artes, o Teatro João Caetano e desde então já rodou por cidades como Niterói, Resende, Araxá (MG) e Goiânia (GO). “O mérito desse sucesso está na brilhante atuação de Clara Santhana, na direção cuidadosa do Isaac Bernat e na nossa excelente equipe de produção”, afirma a autora Márcia Zanelatto.

A atriz Clara Santhana é dirigida por Isaac Bernat, que recentemente assinou a direção de "Calango Deu" e atua na peça "Incêndios" com Marieta Severo.  Já a direção musical ficou a cargo de Alfredo Del Penho que participou de musicais como “Gonzagão, A Lenda”, “Sassaricando” e “A Ópera do Malandro”. “Transitar pelo universo musical e pela memória de Clara Nunes nos abriu uma imensa possibilidade de olhares sobre o Brasil, bem como sobre o que é ser um artista profundamente envolvido com a sua arte e com seu país”, explica o diretor Isaac Bernat.

REPERTÓRIO
A Deusa dos Orixás -  Romildo S. Bastos/ Toninho Nascimento.
Casinha Pequenina - Folclore Popular
Ouricuri - João do Vale
Minha Missão / Guerreira / Mineira -  João Nogueira / Paulo Cesar Pinheiro
Um Ser de Luz - João Nogueira / Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte
O Canto das Três Raças / Portela na Avenida - Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte
Minha Festa / Juizo Final - Nelson Cavaquinho
Tristeza Pé no Chão - Mamão (Armando Fernandes)
Você Passa Eu Acho Graça - Carlos Imperial / Ataulfo Alves
Na Linha do Mar - Paulinho da Viola
Morena de Angola - Chico Buarque 
Ê Baiana - Fabrício da Silva/Baianinho/ Ênio Santos/ Miguel Pancrácio
O Mar Serenou – Candeia
Conto de Areia – Toninho e Romildo

Ficha Técnica:
Texto - Marcia Zanelatto
Direção - Isaac Bernat
Direção Musical - Alfredo Del Penho
Direção de Movimento - Marcelle Sampaio 
Assistência de Direção - Daniel Belmonte
Elenco: Clara Santhana
Músicos: Luciano Fogaça (percussão), Felipe Rodrigues (violão), Lauro Lira (flauta/ violoncelo) , Bidu Campeche (percussão/ cavaquinho)
Iluminação - Aurélio de Simoni 
Figurino - Desirée Bastos 
Cenário - Doris Rollemberg
Programação Visual – Marcio De Andrade
Vídeo Divulgação - Alexandre Rudah 
Fotos Divulgação - Marcelo Rodolfo
Assistência de Produção – Nicholas Bastos 
Direção de Produção – Clara Santhana e Sandro Rabello
Realização – Diga Sim! Produções

Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ZOixdVD6j0A&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=CCmBjO6-5i8

SERVIÇO
Deixa Clarear – Musical sobre Clara Nunes
Sexta e sábado, às 20h
Domingo, às 19h30
Teatro João Caetano  - Praça Tiradentes s/n - Centro
Bilheteria:  2332-9257 – Funcionamento de terça a domingo, das 14h às 18h
Ingressos a R$20 e R$10 (meia) – Temporada Popular
Lotação: 340 lugares.
Censura: Livre
Duração: 60 minutos
Temporada de 20 a 29 de março

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Viva Boal! Dia Mundial do Teatro do Oprimido Juventude do Complexo da Maré participa de evento que homenageia o criador do Teatro do Oprimido



Antecipando as comemorações do Dia Mundial do Teatro do Oprimido e do aniversário de Augusto Boal, que completaria 84 anos na próxima segunda-feira, o Centro de Teatro de Oprimido leva, na tarde de sábado (dia 14), jovens moradores do Complexo da Maré, integrantes do projeto “Teatro do Oprimido na Maré”, patrocinado pelo edital Petrobras SocioAmbiental, a uma visita guiada pela Exposição Augusto Boal, no CCBB. Nessa ocasião, 34 jovens terão a oportunidade de ver e ouvir um pouco mais a respeito do criador da metodologia teatral que praticam na comunidade onde vivem.

À noite, às 19h, na sede do Centro de Teatro do Oprimido, na Avenida Mem de Sá 31, Lapa, participam do evento "Viva Boal! Dia Mundial do Teatro do Oprimido", com peças, poesias e músicas apresentadas pelos grupos populares GTO Maré, GTO Maré 12 e GTO MaréMoTO, formados por jovens integrantes do programa "Teatro do Oprimido na Maré”. Entrada franca.

SERVIÇO

Evento: Viva Boal! Dia Mundial do Teatro do Oprimido
Data: 14 de março, sábado, às 19h
Local: Avenida Mem de Sá 31, Lapa
Classificação Livre
Únicas apresentações
Entrada franca
www.cto.org.br
--

Ney Motta | contemporânea comunicação
assessoria de imprensa
21 98718-1965 :: www.neymotta.com.br




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