QUITO PEDROSA LANÇA LUNAR NA SALA CECILIA MEIRELES, DENTRO DA SÉRIE OLÍMPICA



Na sexta, 12 de agosto, às 20 horas, a Série Olímpica, da Sala Cecília Meireles, apresenta o show de lançamento do CD Lunar, do compositor, saxofonista e violonista carioca Quito Pedrosa.

Transitando entre elementos do jazz, música brasileira e de outras regiões do mundo, especialmente a América Latina, o repertório de Lunar gravita em torno de um universo poético particular de Quito, tendo a lua, em suas diversas representações, como fonte de inspiração. Os timbres elegantes do álbum remetem também ao campo, buscando as semelhanças e diferenças existentes nas músicas de origem rural em diferentes cantos do planeta.

“Compus o disco muito inspirado por essa ‘personagem’ que influenciou todas as culturas. Todos os povos têm alguma maneira de representá-la: seja a lua romântica, de ficção científica, a que rege a agricultura, as marés, as emoções...”, diz ele.Marco Tommaso (piano), Bruno Migliari (baixo acústico) e Michel Nascimento (percussão), que integram seu quarteto, participam do CD e também do show, que conta ainda com o violonista e guitarrista Luciano Camara como convidado especial.

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Sábado tem show - ''Velha Guarda da Mangueira – 60 anos de Glórias'', em Vista Alegre

Haroldo Costa e DeVictor Produção, assinam o espetáculo:
Velha Guarda da Mangueira – 60 anos de Glórias.
Dia 13 de Agosto (sábado)

A Velha Guarda Show da Bateria da Mangueira, faz sua 3° apresentação, no próximo dia 13 de Agosto, na Lona João Bosco, em Vista Alegre, com o projeto Velha Guarda da Mangueira – 60 anos de Glórias. O show tem direção geral de Haroldo Costa e produção DeVictor, parceria que já dura ​há ​6 anos. E o melhor, com ingresso, por R$ ​1 real.
O projeto trata-se de um espetáculo em ​que ​comemoração ao 19° título do carnaval carioca (2016) e também os 100 anos de sambas e aos 60 anos de fundação da Velha Guarda da Mangueira, criada em 1956, por Cartola, Carlos Cachaça, Aluísio Dias, entre outros bambas da verde e rosa.
O espetáculo com duração de 1h30, conta com os melhores e mais experientes músicos da escola. Um verdadeiro misto de nostalgia, relembrando grandes sucessos.

Um pouco sobre o espetáculo

​ - O espetáculo começa com os músicos entrando no palco de mãos dadas cantando o hino da escola "Exaltação à Mangueira" (Mangueira, teu cenário é uma beleza...), ​à capela. Seguida por uma saudação, o mestre e presidente de Honra da Estação Primeira de Mangueira, Nelson Sargento, é convidado para contar brevemente, como nasceu a Velha Guarda da Mangueira e em seguida começa a apresentação musical com o samba de sua autoria "Agoniza Mais Não Morre", que é acompanhado musicalmente pelo grupo.
A partir daí, a Velha Guarda Show da Bateria da Mangueira conta e canta as histórias das diversas músicas que contemplam o repertório de sambas, como: "As Rosas Não Falam", "O Mundo É Um Moinho", "Acontece", "Corra e Olha o Céu", passeando ainda por "A Flor e o Espinho", "Pranto de Poeta", "A Mais Querida", assim como "Sei Lá Mangueira", "Fofoca no Morro", "Tem que Respeitar Meu Tamborim", "Alvorada", "Cântico a Natureza", "A Mangueira Não Morreu", clássicos como "Samba Festa de Um Povo" e "Sempre Mangueira", entre outras canções e termina com o samba "Mangueira - A Maior Escola de Samba do Brasil", que é um dos sambas inéditos, que faz alusão ao título de maior escola de samba do Brasil.

LONA JOÃO BOSCO
Endereço: Avenida São Félix, 601 - Vista Alegre
Tel. 2482 4316
Duração: 1h30
Valor do ingresso, R$ 1,00
Faixa etária: 14 anos
Horário: 20h
Capacidade: 320 lugares
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''Longe Daqui '' peça do coletivo teatral Em Companhia aborda as afetividades de uma família que vive o abismo entre os desejos individuais e a teia que os une dentro do ambiente doméstico.

Espetáculo Longe Daqui estreia no Parque das Ruínas

Com direção de Pedro Emanuel, o espetáculo Longe Daqui estreia no dia 05 de agosto o Parque das Ruínas. A peça do coletivo teatral Em Companhia aborda as afetividades de uma família que vive o abismo entre os desejos individuais e a teia que os une dentro do ambiente doméstico.

O espetáculo apresenta uma família que, no seu matiz estrutural, poderia ser de qualquer lugar, em qualquer tempo. Após longa viagem, Davi retorna ao lar, casa onde nasceu e cresceu ao lado dos irmãos. A família prepara um churrasco para recebê-lo e, deste encontro, passado e presente emergem, tornando a comunicação impossível. Presos uns aos outros, os personagens atravessam a tentativa: anseiam por encontrar qualquer saída, algo que os liberte da realidade em que se encontram.

FICHA TÉCNICA
Texto: Pedro Emanuel em colaboração com o elenco e a equipe

Direção: Pedro Emanuel

Elenco: Alice Petry, Beatriz Morgana, Daniela Porfírio, Daniele Maia, Fellipe Mesquita, Gabriel Frazão, Rafael Rodrigues, Samuel MacDowell
Atriz Substituta: Arianne Felix
Iluminação: João Gioia
Cenário: Carlos Augusto dos Campos
Figurino: Tiago Ribeiro
Trilha Sonora: Fellipe Mesquita
Programação Visual: Zeca Richa
Realização: Em Companhia




SERVIÇO
Teatro - Longe Daqui
Temporada De 05 a 26 de agosto
Dia e horário: sextas-feiras às 19h.
Local: Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Endereço: Rua Murtinho Nobre, 169 - Santa Teresa / Telefones: 21 2215-0621 | 21 2224-3922
Ingresso: R$ 30,00 / Meia-entrada: R$15,00 (Idosos e estudantes)
Duração: 75 min
Classificação: Livre
Gênero: Drama-satírico
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DANÇA VERTICAL E CIRCO DE GRAÇA NA LAPA - É o espetáculo “Vertigem”, sensação provocada pela inversão de planos com artistas atuando na vertical

Cinco bailarinas-acrobatas, cinco atos, cinco horas de ensaios por dia. O número 5 parece reger o espetáculo de dança “Vertigem”. Pode ser coincidência, mas nada mais apropriado. Segundo a numerologia, 5 é o número da criatividade e da versatilidade, é um número em busca do equilíbrio. Tudo a ver com “Vertigem”, espetáculo que, apoiado na “tecnologia circense”, combina dança aérea com acrobacia. Totalmente original, será encenado na varanda da Fundição Progresso, podendo ser visto também dos Arcos da Lapa, entre os dias 9 e 13 de agosto, com entrada gratuita.
 A direção artística e técnica é de Cláudio Baltar, que, durante 20 anos, integrou a Intrépida Trupe desempenhando funções variadas: ator-acrobata, diretor técnico e artístico. “Vertigem” é resultado de uma pesquisa iniciada nos anos 2000, motivada pelo encontro de Baltar com o coreógrafo francês Eric Leconte, que sempre foi uma inspiração para o brasileiro. Baltar e seu grupo participaram do espetáculo “Suspends”, de Leconte, no FIL (Festival de Intercâmbio de Linguagem), em 2013.
Contemplado pelos prêmios Artes Cênicas na Rua e Carequinha/Funarte, “Vertigem” fará parte da programação do Complexo Cultural Fundição Progresso durante as Olimpíadas, onde os artistas da Fundição estarão durante o mês  abrindo suas portas para mostrar seus trabalhos.  Vertigem é um espetáculo de grande impacto visual, em que a poética da cena é construída a partir dos corpos das performers, em diálogo harmônico com cenografia executada na parede e música. Música, aliás, que ficou a cargo do instrumentista e artista sonoro Negalê Jones, que trabalha combinando arte com tecnologia e executará ao vivo.
A sensação de “Vertigem” é dada ao espectador pela inversão de planos.
As bailarinas-acrobatas – Adelly Costantini, Flávia Costa, Juliete Schultz, Mariana Hartung e Rafaela AmoDeo, – mostram a delicadeza, a leveza e, ao mesmo tempo, a força da mulher.  Elas parecem estar em um chão perpendicular, saltando, dançando e evoluindo no plano vertical, em uma brincadeira de desafiar a gravidade a todo momento. Evoluem em suas coreografias suspensas por cordas, elásticos e cadeiras  compondo suas partituras como se a parede fosse o chão. Grande parte desse material foi importado da França.
O deslocamento em planos invertidos, verticais e inclinados cria imagens surrealistas surpreendentes, inspiradas no artista holandês Maurits Cornelis Escher, conhecido por obras que subvertem a estrutura regular do plano, gerando ilusões de ótica que encantam o público.
“Vertigem” promete atrair a atenção do público.
Dias 09, 10, 11,13 ( terça, quarta, quinta e sábado), às 19h. Com sessões extras às 21h nos dias 12 (sexta) e dia 13 (sábado).

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A Lenda do Vale da Lua em cartaz no Centro Cultural da Justiça Federal - Clássico infantil é dirigido pela primeira vez pelo próprio autor, João das Neves.

A Lenda do Vale da Lua estreia nova temporada no
Centro Cultural da Justiça Federal

Clássico infantil é dirigido pela primeira vez pelo próprio autor, João das Neves

Em cartaz até dia 18 de setembro;

Após temporada de sucesso, o espetáculo A Lenda do Vale da Lua reestreia no Centro Cultural da Justiça Federal. O clássico infantil recebe pela primeira vez uma montagem dirigida pelo autor, João das Neves, 40 anos após ter sido escrita. Misturando poesia, música, adereços e bonecos, a peça brinca com a imaginação de adultos e crianças.

O espetáculo conta a história do Boi Bumbá, a partir de uma brincadeira entre os irmãos Lúcia e Carlos e seus pais. Brincando de contar histórias, a família leva o público a soltar a imaginação. Sugerindo a interação entre a plateia e os atores, onde todos têm espaço para inventar e contribuir, A Lenda do Vale da Lua pretende mostrar que os sonhos e a criatividade não têm limites.

“Encenar A Lenda do Vale da Lua tantos anos após escrevê-la é como reviver a minha infância. Frequentava no final dos anos 40 e inicio dos anos 50 a Praça Serzedelo Correia, em Copacabana, onde os operários nordestinos se reuniam. Lá ouvia as pessoas cantando cordel, falando das façanhas dos heróis dos sertões e da caatinga. As cantorias faziam a alegria da criançada. Eu fui um desses meninos que beberam e aprenderam a amar essa belíssima cultura”, conta o diretor.

Com músicas originais de Chico César, a proposta do espetáculo é provocar a imaginação de pais e filhos, instigando-os ao livre o prazeroso exercício de criar: “Vocês podem ser tudo e ter todos os nomes. É só querer...”, afirma o narrador. Entre canções, cirandas, lamentos, risos, poemas, jogo de palavras, discussões e brincadeiras, A Lenda do Vale da Lua estimula as velhas brincadeiras de rodas em uma trama onde quem manda é a imaginação.

O elenco do espetáculo conta com nomes como: Luiz Claudio Gomes, que atuou e dirigiu os espetáculos: Assim a Gente se diverti e Meu DNA. Protagonizou o espetáculo Clube das Moscas, de Nanda Bernardes; Carol Gomes, que integrou o elenco de Assim a Gente se diverte, direção Luiz Claudio Gomes e Meu DNA, direção Luiz Claudio Gomes; Andreia Mota, que foi integrante do grupo de samba Quatro Cantos e participou de festivais de música na França e Itália; Grasiela Müller, que já integrou o grupo de palhaços Médicos do Sorriso e fundou a companhia Trompim Teatro; Leonardo França, cantor, ator, diretor musical e instrumentista. Integrou o musical Andança - Beth Carvalho e foi aprovado para o elenco do musical Rio – O Musical; e Pedro Maia, ator do grupo NEPAC, que participou de espetáculos como: O Barbeiro de Ervilha, A Noite dos Mortos, Bibliotecas do Mundo, e Te Conto Em Cena - Machado de Assis.

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção: João das Neves
Músicas: Chico César
Direção Musical e Arranjos: Beto Lemos
Elenco: Andreia Mota, Carol Gomes, Grasiela Mülller, Léo França, Luiz Cláudio Gomes e Pedro Maia
Cenário e Figurino: Samuel Abrantes
Bonecos e consultoria de manipulação: Paulo Emílio Luz
Assistente de Figurino: Rosa Ebee
Assistente de Cenografia: Gustavo Fernandes
Iluminação: Djalma Amaral
Preparadora Vocal: Natália Fiche
Assessoria de imprensa: Lead Comunicação
Idealização e Direção de Produção: Valéria Alves
Produção e Realização: Sevla Produções

SERVIÇO

Teatro: “A Lenda do Vale da Lua”
Temporada: 06 de agosto a 18 de setembro (sábados e domingos)
Não haverá espetáculo no dia 27 de agosto
Local: Centro Cultural da Justiça Federal
Endereço: Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 3261-2550
Dias e horários: Sábados e domingos às 16h.
Ingressos: R$30,00
Capacidade: 141 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Gênero: Infantil

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"Rastros", novo espetáculo do Circo Crescer e Viver, em cartaz até dia 25 de setembro, de sexta a domingo.


Dirigida por Renato Rocha, montagem une o risco do circo tradicional à estética sensorial e sofisticada do contemporâneo

Com elementos que reúnem o circo clássico ao contemporâneo, "Rastros", novo espetáculo do Circo Crescer e Viver, estreou no próximo dia 22 de julho, na lona instalada na Praça Onze. Sob a direção de Renato Rocha, nove artistas executam técnicas circenses complexas e de risco, como trapézio, parada de mão, percha e contorção, entre outros. O espetáculo fica em cartaz até o dia 25 de setembro, com sessões sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 15h30 e 19h30. Os ingressos custam R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada).

Embora "Rastros" sugira uma reflexão sobre o homem contemporâneo e seus caminhos, o que se vê no picadeiro não é um espetáculo de dramaturgia, com construção de personagem clássica e definida. Concebido por meio de um processo de criação colaborativo, em que o elenco e a direção tiveram como fonte de inspiração e pesquisa as suas próprias memórias e experiências de vida, o espetáculo é uma obra aberta, a serviço das artes circenses. "Nossa ideia é levar o espectador a pensar sobre a evolução humana e sua relação com os animais e o planeta", conta Renato, que revela ainda que os artistas estarão caracterizados de seres híbridos, usando cabeça de cavalo e pata de boi, entre outros elementos.

No elenco de "Rastros" estão nove brasileiros com experiência em grandes companhias internacionais, como Cirque du Soleil e Ringling Bros. Todos têm história de vida e carreira intimamente ligadas ao Circo Crescer e Viver. "Temos certeza de que essa reunião resultará em um marco da cena circense contemporânea", espera o cofundador e diretor-artístico do Crescer e Viver, Vinícius Daumas. Ele acredita que a originalidade e as invenções artísticas, sempre presente nas criações da instituição, vão surpreender o público. O Crescer e Viver conta com outros dez espetáculos em seu repertório.

Coproduzido pela Bienal do Circo de Marseille, "Rastros" já tem data para ganhar o mundo. No início de 2016, o espetáculo fará turnê europeia, começando pela França.

A ficha técnica é composta por nomes importantes no universo do circo, das artes cênicas e da música. A premiada cenógrafa Bia Junqueira assina a direção de arte, enquanto Daniel Gonzaga é responsável pela trilha sonora original. Para a preparação de elenco, a montagem contou com a expertise do diretor de teatro Zé Alex, da Companhia EnvieZada. A francesa Eléonore Guisnet é a responsável peça direção de movimento.

FICHA TÉCNICA:
Realização e produção: Circo Crescer e Viver
Direção artística: Renato Rocha
Direção de produção: Vinicius Daumas e Alex Nascimento Barreto
Elenco (ordem alfabética): Ana Clara Nimrichter, Bruno Carneiro, Elder Oliveira, Kleber Santos, Lurian Duarte, Rafael Munhoz, Vera Aziz, Wanderson Duarte e Washington Duarte.
Direção de arte: Bia Junqueira
Direção musical e trilha sonora original: Daniel Gonzaga
Direção de movimento: Eleónore Guisnet
Iluminação: Renato Machado
Produção executiva: Lívia Simas
Coordenação de produção: Paulinho Freitas
Coordenação de comunicação: Christine Keller
Assistente de direção: Rafaela Amodeo
Assistência de figurinos - Yasmin Zyngier
Assistência de cenografia - Julia Saldanha
Preparação de elenco: Olavo Rocha (Coreano); Zé Alex (Companhia EnvieZada- técnica de viewpoints) e Helena Bittencourt Saldanha (Aéreos).
Consultoria em rigger, segurança e estruturas de montagem dos aparelhos circenses: Vertical Rigging Solutions - Vincent Schonbrodt e Daniel Araújo
Fotografia e still: Gustavo Malheiros e Juliana Chalita
Vídeo: Pontes Comunicação (Roberto Pontes) e Arte e Aliança Criativa
(Tuna Mayer)
Design de som: Quintal da Idéia - Leandro Lobo
Projeto e concepção visual e gráfica: Estúdio M´Baraká: Diogo Resende e Pedro Leobons
Assessoria de imprensa: RPM Comunicação - Érica Avelar e Diana Cavalcanti

SERVIÇO:
Rastros
De 22 de julho a 25 de setembro de 2016
Sextas e sábados às 20h / domingo às 15h30 e às 19h30
Local: Circo Crescer e Viver
Endereço: Rua Carmo Neto, 143 - Cidade Nova (ao lado da estação Praça Onze do Metrô)
Ingressos: R$ 40 (R$20 meia)
Informações (21) 3972-1391 / http://crescereviver.org.br/
Classificação indicativa: Livre
Capacidade: 240 pessoas

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''O SENADOR'' - no Teatro Municipal Ziembinski, na Tijuca. Temporada até o dia 28 de agosto com sessões aos sábados e domingos, 20h.



“O Senador” no Teatro Municipal Ziembinski, na Tijuca. A peça cumpre temporada até o dia 28 de agosto com sessões aos sábados e domingos, 20h.

Espetáculo inspirado na obra "Angelo" de Victor Hugo, o romance serve como pano de fundo para ilustrar as ações políticas na Itália do Século XVI. Nessa adaptação feita pela CIA Arte Nova (CAN), a montagem apresenta a atual cena política brasileira e suas contradições.

Dirigida por Marcello Gonçalves,
Montada diversas vezes na Europa, “Angelo” de Victor Hugo, agora “O Senador” além de abordar o submundo político, o drama conta a história de duas mulheres que buscam o amor do mesmo homem. A história é centrada em uma época em que a intriga, a política secreta, os romances ilícitos no Palácio, e o esquema dos nobres poderes eram liderados por Arqueiros Milicianos que reinavam em Pádua e Veneza.

“Ao adaptar a obra para 2015 ela não deixa de ser atual, a política flerta com a corrupção e o não direito dos cidadãos, os romances, os amantes e todo o conflito que envolve os casais se mantêm bem contemporâneos.” Marcello Gonçalves

Sobre a Cia. de Arte Nova
A Cia. nasce do encontro entre os atores Marcello Gonçalves e Bruce Brandão, com a necessidade de gerar cultura, arte e o comprometimento com o trabalho de pesquisa, para criar novas formas de se pensar o teatro. Fomentando uma nova economia de gestão e transmissão de conhecimento, a Cia. criada em julho de 2014 pretende ser um centro integrado de arte onde os atores e as equipes formam e constroem um novo olhar sobre o teatro.

Ficha Técnica:
Texto: Victor Hugo – Inspirado a obra “Angelo”
Adaptação: Cia Arte Nova
Direção: Marcello Gonçalves
Elenco: Barbara Reis, Bruce Brandão, Bruno Sousa, Cristiano Garcia, Daiane Meyer, Fabiana Sil, Michele Hayashi, Louise Clós, Tulio Schuelter, e Chico Melo
Direção de Movimento: Márcio Vieira
Assistente de Direção: Bruce Brandão
Arte Visual: Carol Vasconcellos, Studio C
Iluminação: Felipe Lourenço
Direção de Arte: Alex Brollo e Rafael Ronconi
Direção Musical: Diogo Brandão
Direção de Produção: Heder Braga
Assistentes de Produção: Milena Matos, Michele Hayashi,Louise Clós,Fabiana Sil
Caracterização: Lucas Drigues
Trilha: Marcello Gonçalves
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Operação de Luz/ Som: Cia Arte Nova
Realização: Cia Arte Nova

Dias, horários e valores:
Sábado às 20:00 - R$ 20,00 (Valor inteira)  
Domingo às 20:00 - R$ 20,00 (Valor inteira)
duração: 80 minutos
temporada:
De 06/08/2016 Até 28/08/2016
Contato:
(21) 3547-6740 (Rio no Teatro)
Classificação:
16 anos
Genero:
Comédia


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“SOLOS DE MEMÓRIA” - FICÇÃO E REALIDADE no Espaço Cultural Sérgio Porto - Entrada Franca


  Espetáculo em parceria com a obra da artista plástica Anna Bella Geiger leva espectadores a passearem pelo Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto a partir do dia três de agosto com entrada franca

Quem pensa que teatro é apenas um palco à frente do público sentado na plateia vai se surpreender com o espetáculo “Solos de memória”, com estreia marcada para o dia 3 de agosto, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, no Humaitá, com ingressos gratuitos. O projeto é de uma certa companhia, grupo teatral surgido em 2006, na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em parceria com a obra da consagrada artista plástica Anna Bella Geiger em exposição na galeria do próprio local, o espetáculo é itinerante, ou seja, os espectadores passeiam pelo espaço e vão encontrando os atores em suas performances. A apresentação começa no foyer com o prólogo “A grande beleza”, apresentado por Gisela de Castro. Seguem-se os solos, um de cada vez. Na galeria 1, são três cenas: “Substantivo feminino”, com Daniel Chagas; “Peixe calmo”, com Marcéli Torquato; e “A bioquímica dos desejos”, novamente com Gisela. O público é, então, conduzido para o pátio do lado de fora do teatro, onde acontece a última cena – “Rio no mapa de Alverina a Claudia”, apresentada por Natasha Corbelino – que pretende abordar temas atuais, como a relação da cidade com os Jogos Olímpicos.

Entre memórias que misturam referências autobiográficas com outras alheias, inclusive da própria Anna Bella Geiger, os monólogos falam de assuntos diversos – como beleza amor, identidade, desejos, memória e permanência – e também de tons diferentes entre o dramático e o cômico. A responsável por dar unidade a tanta diversidade é a diretora e idealizadora do projeto, Morena Cattoni, para quem “estar vivo é acumular memórias”. A estrutura foi criada a partir da ideia de que cada ator também é autor de sua própria fala, produzindo um solo a partir de um depoimento íntimo que propõe uma investigação sobre o limite entre o público e o privado.

“Queríamos tensionar a relação de memória e ficção. As memórias não são apenas de fatos vividos, mas também memórias da cidade em que vivemos. Memórias que permeiam o imaginário coletivo”, explica Morena, que pensou na galeria como um espaço de provocação, “onde o espectador quer algo mais além de contemplar: quer seguir a obra, investigar os processos criativos que levaram o artista a construí-la”.

Sobre uma certa companhia
O grupo uma certa companhia nasceu em 2006 ainda dentro da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com “Fragmentos de uma gaivota”, baseado na obra do dramaturgo Anton Tchekhov, Morena dirigiu os atores Daniel Chagas e Marcéli Torquato, no curso de Direção Teatral.

Em 2009, Morena dirige o romance “Como me tornei estúpido”, do contemporâneo francês Martin Page. Este romance-em-cena saiu da universidade e ganhou o concurso do Centro de Estudo Artístico Experimental (C.E.A.E.), organizado por Ana Kfouri, no Sesc Tijuca, com júri formado por João Fonseca e Fatima Saad. Participa ainda de ocupações em teatros da cidade, tais como Glauce Rocha.

Em 2010, uma certa companhia (então com o nome Dez em cena) ganha uma nova atriz, Natasha Corbelino e monta “Homens gordos de saia” do americano Nicky Silver. Esse espetáculo ganha o festival de teatro de Caxias, o Circuito Estadual das Artes e realiza temporada em diversos teatros do RJ.

Em 2014, uma certa companhia se junta a Gisela de Castro, Paula Sandroni e outros atores para encenar “As três irmãs” de Anton Tchekhov, ao ar livre no jardim do Casarão Austregésilo de Athayde, no Cosme Velho. Este espetáculo reestreou em junho de 2015 e em 2016.

Trabalho mais recente em repertório, o espetáculo “Solos de memória” estreou, ano passado, no Castelinho do Flamengo, onde ficou em cartaz entre agosto e outubro;passou por Brasília, em maio de 2016; e agora está de volta no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto.

Integram uma certa companhia: Morena Cattoni (diretora), Daniel Chagas, Gisela de Castro, Marcéli Torquato, Marcio Freitas e Natasha Corbelino.

Ficha técnica
Idealização e direção: Morena Cattoni
Texto e atuação: Daniel Chagas, Gisela de Castro, Marcéli Torquato, Karla Dalvi e Natasha Corbelino.
Colaboração artística: Marcio Freitas
Figurino: Luiza Marcier
Foto: Vitor Jorge
Iluminação, ambientação cenográfica e mídias sociais: uma certa companhia
Assistente de produção: Yuka Fuchigami
Direção de produção: Julio Augusto

Serviço
Espetáculo “Solos de memória”
Dias: De quarta a segunda-feira, de 3 a 22 de agosto
Horário: 18h
Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto
Endereço: Rua Humaitá, 163 - Humaitá, Rio de Janeiro - RJ,
Telefone:(21) 2535-3846
Ingressos: ENTRADA FRANCA
Reservas pelo email: solosdememoria@gmail.com
Capacidade: 20 espectadores por sessão
Duração: 70 minutos
Classificação: 12 anos

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‘The Balcony’, inspirado em "Romeu e Julieta", tem direção do britânico John Mowat


O espetáculo possui o estilo de comédia física e visual e é dirigido pelo diretor britânico John Mowat. E conta, ainda, com a provocação artística do carioca Julio Adrião.

A Cia de Teatro Oásis realiza o projeto em homenagem aos 400 anos de morte do autor, William Shakespeare e aos 420 anos da peça "Romeu e Julieta".

Segundo Mowat, “o visual e a linguagem devem se chocar para (a encenação) funcionar. Não apenas trabalharem juntas”. O processo de criação do espetáculo foi atravessado em dupla jornada pelos produtores e atores Rodrigo Marnet e Tai Stork. Além de produzirem a vinda do diretor para o Rio de Janeiro – é a primeira vez que ele trabalha com cariocas - e realizarem dois workshops com ele (que tiveram as inscrições esgotadas), ainda trabalharam em conjunto no processo de criar o espetáculo.

Em 2014, os protagonistas conceberam um esquete em dupla, denominado "Romeu, Julieta e..." e participaram de cinco festivais no estado do Rio, pelo qual receberam mais de dez indicações a prêmios, conquistando seis, dentre os quais os de melhor esquete, melhor direção e melhor ator.

O processo de pesquisa que deu origem a The Balcony começou a se delinear, quando no terceiro dia de improvisações, um varal de roupas de chão foi utilizado para representar a sacada de Julieta (Balcony, em inglês), na qual os personagens-título trocam suas famosas juras de amor. Ali, a sacada transformou-se em um modelo portátil, o qual deveria ser sempre carregado por Julieta, representada por Tai Stork. Ao palco quase nu, restou apenas o essencial para narrar-se a história: atores.

Sinopse

The Balcony é um espetáculo de comédia visual livremente inspirado na obra ‘Romeu e Julieta’ de William Shakespeare. Sob a direção de John Mowat e construída com a colaboração artística de Julio Adrião, a peça subverte o clássico romântico e coloca a sacada de Julieta (balcony, em inglês) no centro de um universo de imagens físicas criadas pelos atores Rodrigo Marnet e Tai Stork, que aproxima a trama Shakespeariana do público, culminando em uma experiência única realizada pela Cia de Teatro Oásis.


Serviço

THE BALCONY
Temporada: de 03 de agosto a 15 de setembro
Quartas e Quintas às 19 horas
Duração: 60 minutos
Local: CCJF (Centro Cultural da Justiça Federal)
Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Próximo às estações do Metrô da Cinelândia (saída da Avenida Rio Branco) e do VLT da Cinelândia.
Telefone: (55 21) 3261-2550
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada para estudantes, idosos, deficientes físicos, professores da rede pública de ensino e menores de 21 anos, devidamente identificados)
Classificação Indicativa: 10 anos
Capacidade de Público: 141 lugares
Equipe de Criação
Baseado na peça “Romeu e Julieta” de William Shakespeare
Direção: John Mowat
Dramaturgia e Criação: John Mowat, Julio Adrião, Rodrigo Marnet, Tai Stork
Provocação: Julio Adrião
Elenco: Rodrigo Marnet e Tai Stork
Consultoria em LIBRAS: Bruno Ramos
Direção de Movimento: Priscila Vidca
Consultoria em Dança: Dudu Pessanha
Cenografia: Colin Failes
Figurino: Clarice Rito
Trilha Sonora: Lucas Cosechen
Registro Fotográfico: Renato Mangolin
Programação Visual: Thais Gallart
Produção: Diálogo da Arte
Consultoria de Produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi
Produtores Associados: Rodrigo Marnet e Tai Stork
Assessoria de Imprensa: Patuá! Comunicação
Idealização e Realização: Cia de Teatro Oásis

Apoio: Agenda Cultural RJ
Divulgue o seu evento com a gente!
Serviço de Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes, Distribuição de Filipetas e Divulgação de Mídia Online.
Contato: Gabriele Nery
contato@agendaculturalrj.com.br
agendaculturalrj@gmail.com
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Baile Tropical é o Cluster em evento musical gratuito no Rio de Janeiro, dia 6 de agosto

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SONS E BATIDAS TROPICAIS DE TODO MUNDO CHEGAM AO RIO

Depois de passar por mais de 30 cidades em 7 países, chega ao Rio de Janeiro o Baile Tropical que completa 100 edições em parceria com O Cluster.


Surgido em 2010 em meio à efervescente cena musical paraense, e depois de passar por países como Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha, França e Coréia do Sul, o Baile Tropicalchega à 100ª edição comandado pelo DJ e produtor Patricktor4. Ela será realizada no Rio no sábado 06 de agosto, das 16 às 22hrs, na Praça da Harmonia, localizada na nova Zona Portuária. O evento é uma parceria de Patricktor4 com O Cluster e a Boca do Trombone produções.

O Baile Tropical é uma festa que junta uma diversidade de rítmos de vários países, apresentando novas tendências da música tropical - africana, latina, brasileira - no repertório de DJs e bandas de várias nacionalidades. O evento reconecta antigas sonoridades tradicionais com novos beats, ganhando espaço nas principais pistas ao redor do mundo pelas suas misturas e batidas características, timbres eletrônicos e ritmos populares periféricos, da Cúmbia ao Trap, do samba ao Moombahton entre outros.


Além da discotecagem, o evento terá barraquinhas de comidas das cinco regiões do Brasil!


Serviço:

Baile Tropical 100a. edição
Sábado, 06 de agosto, de 16h às 22h
Praça Da Harmonia
Rua Sacadura Cabral, 537
Gamboa, Rio de Janeiro

Entrada gratuita!


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