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Após sucesso da temporada de estreia do infanto-juvenil Paco e o Tempo, no Centro Cultural da Justiça Federal, o Grupo Gestopatas retorna ao palco do mesmo espaço cultural, dessa vez para lançar o espetáculo adulto Pareidolia – depois do fim, que ficará até o dia de 14 de Setembro

Pareidolia – depois do fim

No dia 6,quarta-feira, haverá sessão extra, às16h

Gestopatas apresentam

Pareidolia – depois do fim

Um espetáculo multilinguagens


Após sucesso da temporada de estreia do infanto-juvenil Paco e o Tempo, no Centro Cultural da Justiça Federal, o Grupo Gestopatas retorna ao palco do mesmo espaço cultural, dessa vez para lançar o espetáculo adulto Pareidolia – depois do fim, que ficará até o dia de 14 de Setembro

Pareidolia – depois do fim mescla linguagens das Formas Animadas, do Teatro Gestual, da Dança e da Percussão para abordar um contexto pós-apocalíptico do mundo, no qual habitam apenas seres “mutantes” e restos de objetos que insistem em se recriar para que a vida se perpetue, ainda que em contextos áridos e muito pouco propícios. A peça estrrou no dia 23 de agosto no Centro Cultural da Justiça Federal com sessões as quartas e quintas, às 19h.

Quatro intérpretes – atores, músicos e bailarinos – levam à cena máscaras teatrais e bonecos formados a partir da junção de objetos de uso cotidiano, elementos que “restaram” dentro do contexto abordado, e que são ressignificados durante da encenação. A direção é de Cecilia Ripoll, também responsável pelas montagem e dramaturgia de Paco e o Tempo.

Ao longo do espetáculo, os intérpretes também exploram a união de corpos de modo a sugerir a formação de rostos gigantes, fazendo jus ao título do trabalho. Vale explicar que “pareidolia” é um fenômeno psicológico conhecido por fazer as pessoas reconhecerem imagens de rostos humanos ou animais em objetos, sombras, formações de luzes e em qualquer outro estímulo visual aleatório.

O trabalho alia refinamento de pesquisa de linguagem com comunicação direta com seu público, seja através do humor, seja através de seu forte apelo imagético.

Pareidolia – depois do fim é resultante de uma pesquisa iniciada em 2014, tendo como foco principal o desenvolvimento da linguagem das Formas Animadas, especialidade do Grupo Gestopatas, que lhe rendeu Indicação ao III Prêmio CBTIJ nessa categoria, em seu mais recente trabalho, Paco e o Tempo.

O espetáculo já realizou diversas apresentações “work in progress”, tendo inclusive recebido o Prêmio Viva o Talento! (Prefeitura do Rio) para uma das edições de mostra do processo no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. Agora o trabalho tem sua estreia oficial marcada para o dia 17 de agosto, em temporada com nove apresentações.

Sinopse

Quatro intérpretes criadores mesclam as linguagens da manipulação de formas animadas, do teatro gestual, e da percussão corporal para dar vida, em cena, a máscaras e bonecos - construídos a partir de objetos de uso cotidiano. Pareidolia- depois do fimaborda um contexto pós-apocalíptico do mundo, no qual habitam apenas seres “mutantes” e restos de objetos que insistem em se recriar para que a vida se perpetue, ainda que em contextos áridos e muito pouco propícios. Direção e dramaturgia de Cecilia Ripoll.


Ficha Técnica
Direção e Dramaturgia: Cecilia Ripoll
Intérpretes criadores: Ademir de Souza, Jan Macedo, Julia Pastore e Tania Gollnick
Cenário: Ademir de Souza e Cecilia Ripoll
Figurinos: Tania Gollnick
Direção Musical: Ademir de Souza e Julia Pastore
Desenho de Luz: Pedro Struchiner
Máscaras e Bonecos: Ademir de Souza
Assistência de Direção: Aline Sampin
Comunicação Visual: Bruna Franco e Daniel Reis
Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes
Assistência de Produção: Renata Batista
Produção: André Roman
Idealização: Grupo Gestopatas
Realização: Grupo Gestopatas e AR Produções

Serviço

Tempo de Duração: 55 minutos
Classificação etária: 12 anos
Local: Centro Cultural da Justiça Federal (Cinelândia)
De 23 de Agosto a 14 de Setembro
No dia 6,quarta-feira, haverá sessão extra, às16h
Quartas e quintas-feiras, às 19h
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)


Palavras de quem já assistiu as edições “work in progress”...

“O trabalho de linguagem dos Gestopatas é algo para ser visto e apoiado. A paixão com que eles se entregam, as formas e os sons que conseguem extrair de seus corpos são surpreendentes e inovadores. Tudo com muito humor, lirismo e fantasia. Vida longa aos Gestopatas!”

- Marcio Trigo (Diretor de teatro/ televisão/cinema e escritor)

“ Neste mundo que está pra lá de “indigesto” podemos encontrar ainda nobreza, em quem se dedica e nos provoca e emociona no seu mais puro “gesto” – Gestopatas: Um arraso!”

- Marcio Tinoco (Músico, Maestro e Compositor)

“Os Gestopatas oferecem, na sua generosidade de artistas, o alarme e o colete salva-vidas: há um apocalipse no presente, mas há um presente no apocalipse, e este presente é a possibilidade de resgatar-nos de nós mesmos. Mas para isso é necessária a mudança e o amor , pois eles nos fazem ver que é possível, em meio ao “azedo de lama”, amar.”

- Rafael Lemos (Escritor, mestrando em Arte pela USP).

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