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1 de fev de 2016

Coletivo Errante estreia o drama “Baleia” dia 12 de fevereiro no SESC Tijuca, 19h Montagem investiga o espaço da cidade sob a perspectiva da comunicação e da violência.

O grupo teatral Coletivo Errante estreia dia 12 de fevereiro, 19h, no Teatro II do SESC Tijuca, o espetáculo Baleia, de Lívia Ataíde, cumprindo temporada às sextas-feiras, sábados e domingos, às 19h, até dia 28 de fevereiro.

A montagem é fruto da pesquisa “A teatralidade cinematográfica e o uso de novos dispositivos na produção de imagens”, realizada no curso de Direção Teatral da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com a orientação da professora doutora Gabriela Lírio Gurgel Monteiro.

Baleia é sobre o extermínio da poesia. É a investigação da cidade que anestesia, isola, violenta e se comunica de maneira muito específica. O espetáculo lança luz à temática da comunicação. Pensamos figuras que migram entre espaços absolutamente opostos. A pesquisa inicialmente debruçou-se sobre o território nordestino, dos cordéis à banda Calcinha Preta, para, por fim, tratar de um êxodo que vai além do deslocamento espacial, que passa por nossas experiências pessoais e pelo contato com realidades que deformam os desejos.

“Baleia é caminhada. É descoberta. De afeto, de linguagem, de modos de operar sobre o novo. Enfrentamento de espaços. A tentativa é de abarcar nossos próprios trajetos humanos. Em cena, tratamos de um tudo que pode ser transformado em retalho. De gente que se veste com roupa de medo. De aparições do outro mundo. De tudo aquilo que se torna plenamente possível debaixo de qualquer sol forte.” – Afirma Lívia Ataíde

SINOPSE – Baleia é uma viagem espaço-temporal que aborda as relações sociais estabelecidas no espaço da cidade grande.



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SERVIÇO
BALEIA
Local: SESC Tijuca-Teatro II
Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539
Estreia: 12 de fevereiro de 2016
Temporada: De 12 a 28 de fevereiro de 2016
Horário: Sextas-feiras, sábados e domingos às 19h.
Valor: R$2,00 (comerciário SESC), R$4,00 (meia entrada), R$ 8,00 (Inteira).
Duração: 60 min.
Classificação: 12 anos
Gênero: Drama
Funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta, das 7h às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 18h.
Telefone: (21) 3238-2139
Capacidade: 50 Lugares





Sobre o Coletivo

O Coletivo Errante, criado em 2012, é composto por cinco artistas – André Locatelli, Davi Palmeira, Lívia Ataíde, Luiza Rangel e Marcela Cantaluppi – movidos pelo interesse em errar juntos. A pesquisa continuada faz com que espaços sejam abertos para se fazer teatro, para a investigação de dramaturgia, palavra e gesto na cena. É um espaço de experimentação de linguagem e de constante fricção com o espaço da cidade.

Currículos

André Locatelli - Ator, formado em 2011 pela Casa das Artes de Laranjeiras – CAL. Integrou o elenco de diversas peças, como O Judas em Sábado de Aleluia, de Martins Pena; Flores de Plástico, de Márcio Benjamin; O Conto dos Contos Não Contados, de César Amorim, pela qual foi indicado ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no I Festival de Teatro Potiguar; Agora!, de Cláudia Mele; Cabaré Dulcina, de Antônio Pedro Borges e Gabriel Moura, vencedor do Prêmio Shell de Melhor Música em 2013; A Tempestade, de William Shakespeare; e rINOCERONTEs, de Eugène Ionesco, seu primeiro trabalho junto ao Coletivo Errante, pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Ator no 28° Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau. Na TV, interpretou Andy durante as 5 temporadas de Adorável Psicose, exibido pelo canal Multishow.

Lívia Ataíde - Cursa Bacharelado em Direção Teatral, na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Dirigiu as montagens: ópera “Cosi Fan Tutte” (2012), de Mozart, ao lado de Luiza Rangel e com coordenação cênica de André Heller-Lopes; “Nem aqui nem lá” (2012), de Cássio Pires; “A Tempestade” (2014), de William Shakespeare. Como atriz, seus mais recentes trabalhos são: “Lisístrata.”(2012), de Aristófanes, direção de Marília Gurgel; “Rinocerontes” (2014), de Eugène Ionesco, direção de Luiza Rangel – indicado ao prêmio Yan Michalski,nas categorias Direção, Ator e na Categoria especial pela Trilha Sonora; “Jacinta”(2014), de Newton Moreno, direção Mariah Valeiras.

Davi Palmeira - Ator há dez anos, cursa Bacharelado em Direção Teatral na UFRJ -. Entre seus principais trabalhos em teatro estão: “Rinocerontes” (2014) de Eugene Ionesco, direção de Luiza Rangel (Melhor Ator do prêmio Yan Michalski – Revista Questão de Crítica),“Sinfonia Sonho” (2012) com direção de Diogo Liberano (indicado ao 2º prêmio Questão de Crítica, na categoria Direção); “Três por Quatro” (2014) de Dominique Arantes, direção de Rúbia Rodrigues (destaque no Fringe – Curitiba2014); “Minha Nossa” (2012) de Carlos Alberto Sofredini , direção de Laura Nilsen; “O Tartufo” (2012) de Moliére, direção Pedro Rothe; “Lisístrata” (2012) de Aristófanes, direção de Marília Gurgel; “Prometheús Desmotés” de Ésquilo, direção de Renan Guedes; “A Lição” (2005) de Eugene Ionesco, direção de Lívia Ataíde. Em 2013, participou de três leituras dramatizadas com direção de Rafaela Amado na sexta edição do Seleção Brasil em Cena no CCBB/RJ.

Luiza Rangel - Graduada em Artes Cênicas - com habilitação em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em novembro de 2014, dirigiu o espetáculo "Rinocerontes", indicado ao Prêmio Yan Michalski, da Revista Questão de Crítica, nas categorias de Direção, Ator e na Categoria especial pela Trilha Sonora. Luiza também dirigiu o espetáculo "Catástrofe", de Samuel Beckett, com a Multifoco Companhia de Teatro, apresentando o trabalho no SESC CAMPOS.

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia e direção: Lívia Ataíde
Elenco: Davi Palmeira e Luiza Rangel
Orientação: Gabriela Lírio
Assistente de direção: André Locatelli
Stand-ins: João Vitor Novaes e Lívia Ataíde
Direção musical e trilha sonora: José Ricardo Neto
Visagismo: Lívia Porch
Iluminação: Lívia Ataíde
Fotos: Maíra Barillo
Direção de produção: Tamires Nascimento
Produção: Coletivo Errante
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
                                 




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