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11 de mar de 2014

O Que Me Toca é Meu Também

O público poderá prestigiar gratuitamente o espetáculo O Que Me Toca é Meu Também, do coletivo brasiliense Instrumento de Ver - Foto de João Saenger

Circo, dança e teatro chegam ao Rio de Janeiro, e investigam as memórias afetivas e suas relações com a criação artística

 Nos dias 15, 16 e 17 de março, o público carioca poderá prestigiar o espetáculo O Que Me Toca é Meu Também, do coletivo brasiliense Instrumento de Ver, que apresenta uma proposta inovadora ao reunir no mesmo espaço cênico dança, circo e teatro de forma poética e feminina. As apresentações acontecem no Galpão Gamboa Teatro e integram a programação da terceira edição do projeto GamboaVista.






 O espetáculo apresenta uma proposta inovadora ao reunir no mesmo espaço cênico dança, circo e teatro de forma poética e feminina - Foto de João Saenger




Sob a direção e concepção dramatúrgica de Raquel Karro, que já integrou projetos de importante companhias como Cirque du Soleil, Intrépida Trupe, Armazém Cia de Teatro e Cia dos Atores, as intérpretes Julia Henning e Maíra Moraes transitam pelo universo das acrobacias aéreas percorrendo uma trajetória cênica que inclui memória, reprodução, imitação e criação.

Em cena, duas atrizes acrobatas lidam com a angústia de criar, testando os limites entre a cópia, a releitura e o ineditismo. Em um cenário que reproduz uma sala de ensaio, elas interpretam uma coreografia na íntegra da mesma forma que um cover em um show de música; representam a tentativa de copiar em tempo real um número do youtube e revivem um circo cigano a partir de uma história contada. Reverência e reinvenção conduzem o público a lugares tão díspares quanto uma sala de ensaio no Planalto Central ou uma lona de circo armada no coração de Paris. 

“Queremos transportar o público a partir da imaginação, brincando com a quarta parede e com nossas relações com a plateia. Além disso, trazemos nosso ambiente de ensaio para o palco com a intenção de falar sobre a criação e de onde veem as inspirações”, afirma a atriz acrobata Julia Henning.

            O coletivo

Instrumento de Ver é um coletivo de circo, teatro, dança e música , atuante no cenário cultural de Brasília desde 2002. Tem desenvolvido projetos e parcerias com boa representatividade local. Tem como objetivo fortalecer as artes por meio da criação e produção de projetos culturais focados na auto-sustentabilidade que proporcionem experiências originais ao público, além de contribuir com a profissionalização do mercado cultural brasiliense e com a difusão artística.

 O Que Me Toca é Meu Também foi montado no final de 2011 e início de 2012 entre a ponte aérea Rio-Brasília, sob patrocínio do FAC/DF. Estreou em uma temporada no Teatro SESC Gama, no Teatro Newton Rossi em Ceilândia/DF e no Teatro Plínio Marcos, na FUNARTE Brasília, abrindo o Festival Mulheres em Cena, em abril, maio e junho de 2012. Foi também convidado para o Festival NOVADANÇA, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional e para o Festival Paulista de Circo. Realizou ainda apresentações por diversas cidades do Brasil e exterior.

 SERVIÇO

O QUE ME TOCA É MEU TAMBÉM

Com Julia Henning e Maíra Moraes

Dirigido por Raquel Karro e assistência de Daniel Lacourt

Realizado pelo coletivo Instrumento de Ver

Onde: Galpão Gamboa Teatro - Rua da Gamboa, 279 – Centro – RJ

Telefone:

(21) 2516-5929

Capacidade: 80 lugares

Quando: 15, 16 e 17 de Março (Sáb, 21 horas Dom e Seg, 20 horas)

Quanto: R$ 20 (inteira) R$ 10(meia)/R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)

Vendas de Ingressos:- No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até se esgotarem os ingressos)

Classificação Indicativa: 12 anos


Ficha Técnica:

Direção, Dramaturgia e Coreografias : Raquel Karro

Intérpretes Criadoras: Julia Henning e Maíra Moraes

Diretor Assistente e Diretor Técnico: Daniel Lacourt

Trilha Sonora Original: Luiz Oliviéri

Diretor de Arte, Cenário e Figurino: Roustang Carrilho

Iluminação: Abaetê Queiroz

Pinturas de Gabriel Marx, Plic!

Contra-Regras: Daniel Lacourt e Vini Martins

Números amorosamente cedidos e por nós revisitados:

“Coisa que dá e passa” ou “Ausência”

Direção Coreogáfica: Dani Lima

“Beatriz”

Vídeo: ClipClipUha

Direção e Coreografia: Raquel Karro

Intérprete Criadora: Beatrice Martins

Assessoria de Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação

 REALIZAÇÃO

Coletivo Instrumento de Ver
http://instrumentodever.blogspot.com

facebook.com/instrumentodever


Divulgação Cultural - Agenda Cultural RJ
Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas -
Gabriele Nery (21)99676-9323 / 99673-4350

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