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19 de mar de 2015

Espaço Cultural Correios Niterói e Museu Nacional de Belas Artes/ibram/minc apresentam a exposição Djanira cronista de ritos pintora de costumes Coleção Museu Nacional de Belas Artes

O Espaço Cultural Correios Niterói e o Museu
Nacional de Belas Artes/IBRAM/MinC
apresentam, no Palácio dos Correios, de
17 de novembro de 2014 a 21 de março de 2015,
a exposição Djanira: cronista de ritos, pintora
de costumes. 


Com curadoria de Daniela Matera, a
mostra inédita apresenta ao público cerca de 120
obras de Djanira da Motta e Silva produzidas entre
1940 e 1979, ano de sua morte, e hoje pertencentes
ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes.
Comemora-se assim um duplo centenário, o de
nascimento de Djanira e o da abertura do Palácio
dos Correios, buscando-se desvelar o lirismo do cotidiano
que permeia a obra da artista, ao retratar o
povo brasileiro em seus hábitos e em seu misticismo.
Como explica a curadora, a ingenuidade de Djanira
está no modo de ver e experimentar a vida: “Antes
de pintar, vemos. Antes de viver, sonhamos. Djanira
sonhou em ser pintora. E o que é o sonho, senão
uma estória, um poema, o que contamos ao outro
e a nós mesmos? Em sua obra, Djanira evidencia o
lirismo do povo brasileiro, à procura, no cotidiano
e nos costumes de todos nós, homens comuns, o semear
de novos sonhos”.
O circo, 1944, óleo sobre tela, 97 x 117,2 cm
“Retrato de corista da Ópera de Pequim”, s/d
grafite sobre papel, 45 x 32 cm
Estudo de azulejo: N. Sra. da Conceição com Menino Jesus, s/d,
guache e grafite sobre papel, 22 x 33 cm [detalhe]
Vista da baía de Guanabara tomada de Santa Teresa [tríptico, parte central], 1979, acrílica sobre tela, 65,5 x 100,5 cm
Espaço Cultural Correios Niterói e Museu Nacional de Belas Artes/ibram/minc
apresentam a exposição
Djanira
cronista de ritos
pintora de costumes
Coleção Museu Nacional de Belas Artes
Descendente de austríacos e índios Guarani,
Djanira nasceu em Avaré, interior de São Paulo,
em 1914. Ainda jovem, após se recuperar de uma
tuberculose, mudou-se para o Rio de Janeiro e
se instalou no bairro de Santa Teresa, em razão
do ar puro dessa localidade carioca. Alugou uma
pequena casa e abriu uma pensão familiar, em
que teve como hóspede Emeric Marcier, que se
tornaria seu professor de pintura. Muitos outros
artistas, como Arpad Szenes, Maria Helena Vieira
da Silva e Milton Dacosta, frequentaram a sua
pensão, e esse ambiente lhe abriu as portas para
a vida artística.
De curiosidade incansável, Djanira nunca deixou
de viajar. Além de percorrer a Europa, viajou
para a União Soviética, país que lhe serviu
de inspiração para suas séries sobre o trabalho
industrial. Ela, contudo, tinha interesse ainda
maior por sua pátria, na qual, valendo-se do encontro
entre o corriqueiro e a experiência mística,
da reunião do que se vê e do que se crê, da sinergia
entre o fazer artístico e o fazer poético, pelo
trabalho e pela fé, soube cristalizar, sob o hábito,
imagens do que se chama Brasil. 


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