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17 de mai de 2017

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA A 60ª EDIÇÃO DA WORLD PRESS PHOTO Imagem do assassino do embaixador russo é vencedora do prêmio principal. Dois brasileiros estão entre premiados.

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO APRESENTA A 60ª EDIÇÃO DA WORLD PRESS PHOTO

Imagem do assassino do embaixador russo é vencedora do prêmio principal. Dois brasileiros estão entre premiados.











Em sua 60ª edição, a exposição World Press Photo leva à CAIXA Cultural Rio de Janeiro, de 16 de maio a 18 de junho, os mais impactantes registros do fotojornalismo mundial do último ano. São 154 imagens sobre temas variados como política, economia, esportes, cultura e meio ambiente. Este ano, o Brasil tem participação expressiva. Os fotógrafos Lalo de Almeida e Felipe Dana foram premiados, e o Rio de Janeiro foi cenário de imagens vencedoras nas categorias Esportes e Assuntos Contemporâneos.



A fotografia vencedora do prêmio principal, a World Press Photo do Ano, foi “Um assassinato na Turquia”, do turco Burhan Ozbilici. O registro foi feito em dezembro de 2016, quando o policial Mevlüt Mert, que estava de folga, atirou contra o embaixador da Rússia Andrei Karlov em uma sala de exposições, em Ancara. Na imagem, o assassino aparece com a pistola na mão e o dedo em riste. Na ocasião, ele gritava: “Não se esqueçam de Alepo. Não se esqueçam da Síria”.



A foto esteve envolvida em certa polêmica e dividiu opiniões. O próprio presidente do júri - Stuart Franklin, também fotógrafo - se opôs à escolha. Segundo ele, conceder o prêmio mais importante ao registro de um assassinato premeditado é amplificar a sua mensagem. No entanto, a maioria prevaleceu e a foto foi selecionada. O júri do concurso é independente e a sua decisão é sempre respeitada pela Fundação World Press Photo.



“Foi uma decisão muito, muito difícil, mas no final a maioria sentiu que a foto era uma imagem explosiva e muito representativa do ódio contemporâneo. Nós realmente achamos que ela resumia o que uma World Press Photo do Ano deve ser e representar”, afirmou Mary F. Calvert, membro do júri.



Segundo Rafael Ferraz, diretor executivo da Capadócia Produtora Cultural, que há dez anos realiza a exposição no Brasil, essas imagens, nos dão o real conhecimento do que está acontecendo no mundo. “Por exemplo, não teríamos dimensão da crise dos refugiados, se não fossem essas fotografias. Por isso, espero que a exposição ajude as pessoas a se sensibilizarem e refletirem sobre os assuntos que estão afligindo o nosso planeta”, afirma.



O Brasil na World Press Photo 2017:

O brasileiro Lalo de Almeida, fotógrafo da Folha de S. Paulo, foi premiado pela primeira vez naWorld Press Photo. Ele recebeu o 2º lugar na categoria Assuntos Contemporâneos com o ensaio sobre bebês com microcefalia, vítimas do vírus da Zika, no Nordeste. O ensaio foi parte de um especial publicado pelo jornal em dezembro.



Já Felipe Dana, que trabalha para a agência The Associated Press e havia recebido uma Menção Honrosa em 2013, levou o terceiro lugar na categoria Notícias em Destaque com a imagem Batalha por Mosul, feita no Iraque durante a ofensiva das forças especiais iraquianas e das milícias aliadas para recuperar o controle da cidade tomada pelo Estado Islâmico.



O Brasil ainda está presente na foto do alemão Kai Oliver Pfaffenbach, que congelou o sorriso vitorioso do atleta jamaicano Usain Bolt na semi-final dos 100 metros rasos, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. A imagem recebeu o 3º lugar na categoria Esporte, fotos individuais. Já a série de fotos premiada com o 3º lugar, na categoria Assuntos Contemporâneos (histórias), apresenta a triste realidade dos moradores de um conjunto habitacional abandonado em Campo Grande, no Rio de Janeiro. Os registros são do alemão Peter Bauza.



A premiação em números:

A World Press Photo 2017 registrou inscrições de todo o mundo: 5.034 fotógrafos de 126 nacionalidades inscreveram 80.408 imagens. O júri distribuiu prêmios em oito categorias para 45 fotógrafos de 25 países: Austrália, Brasil, Canadá, Chile, China, República Tcheca, Finlândia, França, Alemanha, Hungria, Índia, Irã, Itália, Paquistão, Filipinas, Romênia, Rússia, África do Sul, Espanha, Suécia, Síria, Nova Zelândia, Turquia, Grã-Bretanha e EUA.



A exposição é realizada em 45 países e vista por mais de quatro milhões de pessoas anualmente.



A World Press Photo, organização independente sem fins lucrativos, promove este que é o mais importante concurso internacional de fotojornalismo. A fundação está empenhada em apoiar e promover altos padrões de qualidade na fotografia, com o objetivo de gerar interesse no grande público pelo trabalho dos fotógrafos e de outros jornalistas visuais, e pela livre troca de informações.



Para conhecer todas as fotografias vencedoras, acesse: http://www.worldpressphoto.org/collection/photo/2017



Serviço:

Exposição World Press Photo 2017

Entrada franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 4

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca).
Telefone: (21) 3980-3815
Visitação: de 16 de maio a 18 de junho de 2017
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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