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15 de jul de 2015

Lilia Cabral faz curta temporada do premiado “Maria do Caritó” no Theatro Net Rio Espetáculo ficará em cartaz dias 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de julho.Depois de uma parada para as gravações da novela “Império”, Lilia Cabral retorna aos palcos com a peça Maria do Caritó aclamada por público e crítica e vista por mais de 100 mil pessoas no eixo Rio/São Paulo e na turnê pelas principais capitais do país.

O texto, escrito especialmente para a atriz por Newton Moreno, do aclamado As Centenárias, tem direção de João Fonseca. No elenco, Dani Barros, Fernando Reyes, Fernando Neves e Silvia Poggetti.

Sucesso de público e critica, Maria do Caritó foi vencedor do Prêmio Arte Qualidade Brasil 2010 nas categorias Diretor, Atriz e Espetáculo e teve indicação recorde para Prêmio Shell 2010, sendo indicado em 06 categorias: direção, texto, atriz, cenografia, trilha sonora e figurino, ficando com o prêmio de melhor direção. Indicado para o 5º Prêmio APTR em 4 categorias, ganhou o de melhor atriz coadjuvante com Dani Barros. Foi vencedor do Premio Contigo 2011 na categoria Melhor atriz para Lilia Cabral.

Para a montagem, Lilia, que coproduz o espetáculo em parceria com Maria Siman, da Primeira Página Produções, reuniu antigos amigos. “Conheço o Fernando Neves, a Silvia Poggetti e o Serroni (que assina o figurino) há mais de 30 anos, quando estudava na EAD, em São Paulo. São grandes companheiros e grandes atores. Sempre falávamos que precisávamos voltar a trabalhar juntos. Estamos muito felizes. A química continua a mesma. Parece que o tempo não mudou”, comemora a atriz. Ao grupo, foram incorporados novos amigos. “A atriz Dani Barros é incrível. Ela já havia trabalhado com o João Fonseca. Sempre gostei de seu trabalho.  O Eduardo Reys trabalha com Os Fofos Encenam, um grupo de teatro de São Paulo, de que Fernando e Silvia fazem parte. Então, além de excelente ator, era mais um motivo para chamá-lo. Estava tudo em casa!”, explica Lilia. Para comandar a trupe Lilia partiu de um antigo desejo. “Sempre quis trabalhar com o João Fonseca. Na verdade era uma vontade mutua. Conheci-o ainda como ator, antes de virar diretor e formar o grupo Os Fodidos Privilegiados, com o Antonio Abujamra. A direção de João é precisa. Ele nos deixa a vontade para criar, mas com critério. Isso é muito importante porque dá segurança ao ator”, elogia Lilia.  O texto também veio de um pedido da atriz, que encomendou a peça a Newton Moreno, um dos integrantes do grupo Os Fofos Encenam e que vem colecionando elogios com seus textos. Recebeu o premio Shell, por As Centenárias, com Andrea Beltrão e Marieta Severo, em 2007. Com a peça Agreste ganhou seu primeiro Prêmio Shell de Melhor Autor e o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Artes) de Melhor Autor em 2004. Maria do Caritó é sua terceira peça foi sua terceira estreia no Rio.
A parceria de Lilia com a Primeira Página Produções começou a a peça “ Divã”. A primeira Página é responsável pela produção do espetáculo enquanto Lilia se ocupa mais da parte artística.

Sobre sua parceira com Lilia Cabral, Maria Siman declara: “Uma boa parceria se dá onde as contribuem com seu conhecimento, expertise e talento para que o resultado final seja um lindo espetáculo”.

A comédia revela valores, costumes e crendices que permeiam o imaginário do povo brasileiro. Maria do Caritó é solteirona, chegando aos 50 anos, que está decidida a se casar, ainda que, para isso, precise enfrentar a fúria do pai e de toda a cidade, que acreditam que ela é santa. “É cômico para quem vê e trágico para quem vive”, brinca Lilia. “A Maria do Caritó é uma personagem que sente uma frustração imensa por não ter se realizado como mulher. O que mais me encantou neste texto é que ele fala sobre fé. A Maria do Caritó não deixa de acreditar”, continua. “Maria do Caritó é uma heroína que se equilibra no duplo feminino, sacra e profana, virgem e mundana, santa e palhaça, arquétipo-brincalhão de um feminino desdobrado”, completa Newton. Na cultura popular nordestina, Caritó é a pequena prateleira no alto da parede, ou nicho nas casas de taipa, onde as mulheres escondem, fora do alcance das crianças, o carretel de linha, o pente, o pedaço de fumo, o cachimbo. E assim, a moça que ficou no caritó é aquela que ficou na prateleira, sem uso, esquecida, guardada intacta.

Ao sobreviver no parto, em que sua mãe morre, Maria do Caritó foi prometida pelo pai (Fernando Neves) ao Santo Djalminha. “O pai é um homem fracassado, desiludido, que faz projeções através da filha”, explica Fernando. A cidade passa a acreditar que Maria é santa e faz milagres. Fininha (Silvia Poggetti) é a fiel escudeira de Maria do Caritó, que ajuda a amiga a fazer simpatias para conseguir um marido. Silvia Poggetti faz ainda os papéis de Dona Teodora, a proprietária do circo e Dona Cosma, uma beata que acredita que Maria do Caritó concebeu o milagre de fazer sua galinha voltar a botar ovos. As situações cômicas se sucedem, e os atores se dividem em vários papéis. Dani Barros além da galinha Damiana, acumula os papéis de “noiva ex-defunta” e de “Maria Ardida”. Eduardo Reyes completa o elenco, dividindo-se nos papéis de Anatolli, Coronel e José. “Anatolli é o artista de circo, que ilude a Maria do Caritó, fingindo-se de apaixonado. O Coronel é o verdadeiro pilantra, que quer tirar proveito da imagem de santa da Maria. José é a versão masculina da Maria do Caritó.

Para o cenário, Nello Marrese se baseou na ingenuidade poética do Nordeste. Dispostos no palco estão paus de sebo, baús de circo, oratório de bandeiras e alguns caritós. Foram criados com exclusividade para o espetáculo as imagens de Santo Antonio, Santa Maria do Caritó, São Djalminha e São João pelo artista plástico Anderson Thives.

            Assinada por Alexandre Elias, a trilha sonora é um elemento fundamental na encenação, onde os atores cantam e tocam instrumentos. “Uma das características do João Fonseca é gostar de trilha misturada, ou seja, tem coisas que eu compus, tem coisas pesquisadas que eu escolhi, coisas que ele escolheu e até mesmo que os próprios atores escolheram. A música desse espetáculo é dividida em duas seções: trilha gravada  e música ao vivo. Nesta última seção os próprios atores cantam solos ou arranjos vocais que preparei para o elenco, em cima da musicalidade de cada um deles. Eles também tocam instrumentos como pandeiro, triângulo e percussões diversas e variadas para efeito de sonoplastia”, explica Elias.

A atriz e bailarina  Kika Freire está responsável pela direção de movimentos dos atores. “Faço um trabalho de ajuste dos movimentos. Trabalho limpando os movimentos e criando, junto aos atores, movimentos específicos que caracterizam cada personagem”, explica Kika, que para as cenas musicais criou um desenho coreográfico. “Não chega a ser uma coreografia, como uma dança, mas uma marcação coreográfica para dar unidade e leveza às cenas”, continua.  

Paulo Cesar Medeiros assina a iluminação e os figurinos são de J.C Serroni. A direção de produção está a cargo de Maria Siman e realização da Primeira Página Produções Culturais e Lilia Cabral.

SINOPSE

Comédia – Maria do caritó ( Lilia Cabral)  tem quase 50 anos e ainda é  virgem pois foi  prometida por seu pai a  São Djalminha. Faz promessas a Santo Antonio e todas as simpatias para burlar a promessa do pai e conseguir um marido.

A EQUIPE

Newton Moreno - Autor

Nascido em Recife, formou-se Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp ( com o espetáculoPrimeiras Estórias, adaptado e dirigido por João das Neves em 1995) e Mestre e Doutor em Artes Cênicas pela USP com orientação da Profa. Dra. Sílvia Fernandes Telesi.

Fez parte da equipe de docentes da Escola Livre de Teatro de Santo André e da SP Escola de Teatro.

Em 2001, encenou seu primeiro texto Deus Sabia de Tudo....

É autor de Dentro (que participou da Mostra de Dramaturgia Contemporânea do SESI em 2002) e A Cicatriz é a Flor, estes dois textos juntos compõe a primeira etapa do Projeto Body Art ; e Agreste montado pela Cia Razões Inversas em São Paulo. Por este texto ganhou o Prêmio Shell e o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Artes) de Melhor Autor em 2004.

Recebeu Bolsa Vitae de Artes em 2003 para realizar livre adaptação teatral do livroAssombrações do Recife Velho de Gilberto Freyre. Este espetáculo ganhou os Prêmios Qualidade Brasil 2005 de Melhor Espetáculo, Direção e Ator na categoria Comédia e teve indicações ao Prêmio Shell de Teatro de 2005 para direção, iluminação e música.

As Centenárias recebeu Prêmio Shell de Teatro no Rio de Janeiro em 2008 e o Prêmio Contigo! de Melhor Autor no mesmo ano.

Memória da Cana, espetáculo dirigido por Newton, recebeu em 2009 o prêmio APCA de Melhor Espetáculo e o Prêmio Shell de Melhor Direção e Cenário.

Em 2010, estreou O LIVRO, com direção de Christiane Jatahy e atuação de Eduardo Moscóvis; e MARIA do CARITÓ, com direção de João Fonseca e Lilia Cabral e Leopoldo Pacheco no elenco, todos no Rio de Janeiro.

MARIA do CARITÓ recebeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo Comédia em 2010 e foi indicado ao Prêmio Shell e APTR de Melhor Autor.

Por TERRA de SANTO e MARIA DO CARITÓ recebeu em 2012 o Prêmio APCA de Melhor Autor; mesma distinção recebida em 2014 pela autoria de O GRANDE CIRCO MÍSTICO.

Newton desenvolve também roteiros para a Rede Globo de Televisão, onde foi
colaborador na “Grande Família” e estreia a série “AMorteamo” em maio de 2015.

João Fonseca – Diretor

Formado pelo Centro de Pesquisas Teatrais de Antunes Filho, já trabalhou com diversos diretores renomados, entre eles: Felipe Hirsch, Gabriel Villela, Paulo Autran, Antônio Abujamra. Com Abujamra, iniciou sua carreira de diretor co-dirigindo diversos trabalhos para a companhia Os Privilegiados, como: “O Casamento”, de Nelson Rodrigues (com o qual foi vencedor do prêmio Shell 1997 de melhor diretor), “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna e “A Resistível Ascensão de Arturo Ui” de Bertolt Brecht. Em 1999, assumiu o cargo de diretor artístico da companhia e dirigiu “Tudo no Timing”, de David Ives, “A Fonte dos Santos”, de J. M. Synge e “As Bruxas de Salem”, de Arthur Miller.

Seus trabalhos mais recentes foram: “Tim Maia Vale Tudo” O musical, “razões para ser bonita”, Rock in Rio – O musical, “Edukators”, “Cazuza – Pro dia nascer feliz , Zé Trindade – A última chamada, “O Grande Circo Místico”, “Cassia Eller – o musical e “Bilac vê estrelas.

Lilia Cabral – Atriz

Formada pela EAD em São Paulo, iniciou a carreira em teatro na peça “Feliz Ano Velho”, baseada em livro de Marcelo Rubens Paiva.

Seu ricos e diversificado currículo conta com mais de 30 novelas, 6 filmes e 15 peças de teatro.

Em TV destacou-se nas novelas “A Favorita”, “Paginas da Vida”, “Chocolate com Pimenta”, “Laços de Família”, “Pedra Sobre Pedra”, “Tieta” e “Vale Tudo”.

Foi indicada ao Prêmio Emmy Internacional, na categoria Melhor Atriz por sua interpretação da insensível Marta Toledo Flores na novela “Páginas da Vida” e “Viver a Vida” ambas de Manuel Carlos. Fez sucesso também como a Griselda de “Fina Estampa” Em teatro levou o grande sucesso “Divã” onde interpretava Mercedes, uma mulher madura que redescobre a vida, ao cinema. A peça saiu dos palcos por suas mãos e transformou-se em um dos grandes sucessos do cinema brasileiro em 2009, visto por mais de um milhão de pessoas. Seu mais recente trabalho em televisão foi como Maria Marta na novela “Império”  de Agnaldo Silva.

Maria Siman – Diretora de Produção

O projeto é uma coprodução da atriz Lilia Cabral e Primeira Página Produções Culturais, tendo como diretora de produção Maria Siman.

Diretora da Primeira Página, Maria Siman atua há 18 anos na área e é responsável por mais de 40 produções teatrais, dentre as quais destacam-se os grandes sucessos de
público e crítica “Incêndios” com Marieta Severo, direção de Aderbal Freire Filho, “ O Grande Circo Místico” com Fernando Eiras e grande elenco, direção João Fonseca.

 “Os Difamantes” com Maria Clara Gueiros e Emílio Orciollo Netto, “Gota D´água”, musical de Chico Buarque e Paulo Pontes, direção João Fonseca com Izabella Bicalho e grande elenco. “Virgolino e Maria” direção Amir Haddad, com Marcos Palmeira e Adriana Esteves,“O Pequeno Príncipe” direção João Falcão com Luana Piovani e grande elenco, “Beijo no Asfalto” direção Michel Bercovitch com Emílio Orciollo e Leopoldo Pacheco, “Duas X Pinter” de Harold Pinter, direção Ítalo Rossi, com Joana Fomm, “Alice no País das Maravilhas” direção Ernesto Piccolo com Luana Piovani e grande elenco. “Mais Uma Vez Amor” direção Ernesto Piccolo com Luana Piovani e Marcos Palmeira, “Clarice Coração Selvagem” de Clarice Lispector, com Aracy Balabanian, “MacBeth” de W. Shakespeare, com Daniel Dantas e Renata Sorrah com direção de Aderbal Freire-Filho, “O Soldadinho e a Bailarina” musical de Gabriel Villela com Luana Piovani e grande elenco, “Doidas e Santas”com Cissa Guimarães, direção de Ernesto Piccolo,

Maria Siman é vencedora do Prêmio APTR de teatro na categoria Melhor Produção pelo espetáculo “Ensina-me a Viver” em 2008 de pelo espetáculo “  O  Grande Circo Místico” em 2015 e Premio FITA  2013 pelo conjunto da obra.

Em 2015 a Primeira Página Produções completa 18 anos de atividades.

ATORES

EDUARDO REYES

Ator, produtor e iluminador teatral, formou-se em artes cênicas na Unicamp, trabalhando profissionalmente há 12 anos. Dentre os espetáculos nos quais atuou, destacam-se Édipo Rei e Fausto Zero, ambos sob direção de Marcio Aurelio; Gota D'água e A Ponte e a Água de Piscina, de Alcides Nogueira sob direcão de Gabriel Villela; protagonizou ainda Romeu e Julieta, sob direcão de Willian Pereira, no SESI Paulista. Fez também o espetáculo O Rim, sob direção de Elias Andreatto com Adriane Galisteu e Carolina Ferraz. Como iluminador, participou dos espetáculos Deus Sabia de Tudo..., Ferro em Brasa, Assombrações do Recife Velho, O Encontro das Águas, Memória da Cana e A Mulher do Trem. Foi indicado ao prêmio Shell de Melhor Iluminação com Memória da Cana  além de conquistar o prêmio de Melhor Iluminador no Festival de Teatro de Americana, com O Encontro das Águas. Atua, produz e coordena a cia. paulistana Os Fofos Encenam desde sua criação.

FERNANDO NEVES

Fernando Neves, um dos componentes da Cia Os Fofos Encenam, é diretor, ator, bailarino e coreografo. Formado em Letras pela USP (1980). Foi aluno de Decio de
Almeida prado e Klaus Vianna. Atua profissionalmente há 28 anos. Descendente de família circense, desenvolve atualmente pesquisa sobre estética do circo-teatro. Como ator trabalhou em mais de 20 espetáculos, sob direção de Marcio Aurélio, Gabriel Vilela, Willian Pereira, Francisco Medeiros, Maurice Vaneau, Carlos Alberto Soffredini e Marco Nanini, entre outros. Dirigiu a Cia La Mínima em dois espetáculos: A Feia e o Medico e os Monstros. Realizou coreografia para diversos espetáculos. Na televisão, participou das novelas As Pupilas do Senhor Reitor (SBT), Chiquititas (SBT), Os Ricos também choram (SBT), Maria Esperança (SBT), Cidadão brasileiro (Rede Record). Ganhou os prêmios: Governador do Estado – 1988, na categoria melhor ator pelo espetáculo Lampião e Maria Bonitinha no reino do Divino; Festivale, na categoria melhor diretor (A Mulher do Trem) e Qualidade Brasil 2004 (melhor ator em Assombrações do Recife Velho).

SILVIA POGGETTI

Silvia, integrante da Cia Os Fofos Encenam, é atriz, diretora e preparadora vocal. Formada na ECA _USP (1979). Participou dos cursos Healing Sounds com Jill Purce – Inglaterra (1994). Como atriz trabalhou em Romeu e Julieta, direção Willian Pereira, O Mambembe, direção Gabriel Vilela, As Malandragens de Scapino, direção Maurice Vaneau, La Nouba, do Cirque Du Soleil, direção de Franco Dragone, entre outros. Na televisão, fez parte do elenco de Malhação (Rede Globo) e Castelo Rá-tim-bum (TV Cultura), direção Cao Hamburger. Fez a preparação vocal para o espetáculo Mãos aos Altos, de Paulo Goulart. Ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festivale 2003.

DANI BARROS

Atriz formada pela Uni-Rio. Integrou o grupo “Os Privilegiados” dirigido por Antônio Abujamra e João Fonseca. Trabalhou no projeto “Doutores da Alegria” por 13 anos. Além do trabalho nos hospitais, atuou no espetáculo “Inventário - aquilo que seria esquecido se a gente não contasse” dirigido por Beatriz Sayad, que contava os bastidores dessa experiência.  Atuou na peça “Maria do Caritó”, dirigido por João Fonseca e “Conchambranças de Quaderna”  diriido por Inez Vianna, ganhando o prêmio APTR de Teatro de Melhor Atriz Coadjuvante com estes trabalhos.  Atuou no filme “O Veneno da Madrugada” dirigido por Ruy Guerra. Atuou no programa “Minha Nada Mole Vida” e na novela “Fina Estampa”, exibidos pela Rede Globo, Pelo seu trabalho em “Estamira” recebeu os prêmios: Shell. APCA, APTR e Questão de Crítica. Atuou na novela “Império” com a personagem Lorraine sendo indicada nos Prêmios Extra, Contigo e Revista Quem.

Ficha Técnica
Texto: Newton Moreno
Direção: João Fonseca
Direção de Produção: Maria Siman
Elenco: Lilia Cabral, Eduardo Reyes, Fernando Neves, Silvia Poggetti e Dani Barros
Cenários: Nello Merrese
Figurinos: J.C Serroni
Iluminação: Paulo César Medeiros
Direção de Movimentos: Kika Freire
Musica original: Alexandre Elias
Produção Executiva: Clarice Coelho
Coordenação Executiva: Gabriela Mendonça
Diretora executiva: Paula Salles
Realização: Primeira Página Produções Culturais


SOBRE O PALCO PETROBRAS PREMMIA
No dia 2 de julho de 2012, Maria Bethânia subia ao palco do então recém-inaugurado Theatro Net Rio. Um dos palcos mais tradicionais do Rio de Janeiro, fundado por Tereza Rachel em 1971, cravado no coração de Copacabana, acabara de ser reaberto e rebatizado de Theatro Net Rio, mantendo o nome de sua fundadora na sala com capacidade para 623 pessoas. De lá pra cá o teatro recebeu grandes nomes do cenário musical brasileiro como Caetano Veloso, Gal Costa, Lenine, Ney Matogrosso, Ângela Maria, Cauby Peixoto, entre outros. A nova geração também marcou presença em diversos gêneros com nomes como Luiza Possi, Maria Gadú, Roberta Sá, entre outros. Desde a sua reabertura o Theatro NET Rio recebeu mais de 178 shows e um público de cerca de 79.518 pessoas.

Desde 2014 o palco de todas as artes recebe o incentivo do programa Petrobras Premmia  e lança o projeto Palco Petrobras Premmia. Com o programa de fidelidade, os clientes que abastecem nos postos Petrobras participantes, poderão acumular pontos que serão trocados por ingressos no Theatro NET Rio. Além disso, todos os funcionários da Petrobras terão direito a 50% de desconto na compra de qualquer ingresso (limitado a dois ingressos) e os clientes do Cartão Petrobras terão 30% de desconto na compra de até 4 ingressos

SERVIÇO:
PALCO PETROBAS PREMMIA – MARIA DO CARITÓ
Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).
Direito à meia entrada:  Menor ou igual à 21 anos, idosos com 60 anos ou mais, professor da rede pública, estudante, cliente Net (4 ingressos), cliente O Globo (2 ingressos), classe artística com DRT (1 ingresso), cliente Mais Pão de Açúcar, revista Básica (2 ingressos), cartão pré-pago do Metrô (2 ingressos), carteira da Amave (2 ingressos), apresentando a passagem da viação Itapemirim, funcionários da Petrobras (2 ingressos)
Data: 17, 18 e 19 / 24, 25 e 26 de julho.
Horário: Sexta e sábado às 21 / Domingo às 20h
Ingresso: Sexta R$ 100,00 (plateia) R$ 50,00 (balcão e visão parcial) Sábado  e frisa) R$ 50,00 (balcão). Sábado e domingo R$ 150 (plateia) R$ 100 (balcão) R$ 50 (visão parcial).
Duração: 90 Minutos.
Capacidade do Teatro: 622 lugares.
Telefone do teatro:  21 2147 8060 / 2148 8060
Site: www.theatronetrio.com.br
Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site.
Horário de funcionamento da bilheteria: 10h. às 22h.
Formas de pagamento: Todos CC / CB
Acessibilidade
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