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9 de nov de 2015

Como um simples jogo vira o estopim para uma guerra A questão é o tema de “WAR”, peça que marca o reencontro da dupla Renata Mizrahi e Diego Molina na Cia Teatro de Nós e volta em única apresentação, dia 16, no Teatro Poeira, em Botafogo

Um simples jogo de tabuleiro pode deflagrar confrontos entre três casais de amigos. Dados lançados, territórios conquistados, exércitos a postos. Começam, então, o jogo, a guerra, ou melhor, a peça “War”, mais uma parceria da dramaturga Renata Mizrahi e do diretor Diego Molina na Cia Teatro de Nós, que comemora 10 anos em 2015. Depois de temporadas de sucesso no Sesc Tijuca em agosto e no Teatro Sesi do Centro em setembro, o espetáculo terá apresentação única no Teatro Poeira, em Botafogo, no dia 16 de novembro, segunda-feira, às 21h.
“WAR” parte do famoso jogo de tabuleiro, cujo objetivo é a conquista de territórios, para falar de uma geração de moradores do Rio de Janeiro frustrados e desorientados diante de suas realidades financeira, profissional e emocional. Com humor ácido e diálogos dinâmicos, a peça descreve os desdobramentos da crise econômica da cidade e das dificuldades para a classe média para se manter. A peça também retrata o delicado momento econômico da cidade, onde a alta dos preços, a dificuldade de manter um apartamento na Zona Sul e a pressão por uma boa qualidade de vida, dificulta os relacionamentos amorosos e potencializa o abismo e as frustrações dos personagens. Assim, durante a partida, os amigos travam confrontos interpessoais, revelando seus traumas, personalidades, frustrações e desejos. No elenco, estão os atores Camilo Pellegrini, Clara Santhana, Fabrício Polido, Natasha Corbelino, Ricardo Gonçalves e Verônica Reis.
Com WAR, Renata Mizrahi – Prêmio Shell de Melhor Texto em 2014, por Galápagos – e Diego Molina dão continuidade a um trabalho de investigação teatral que começou há quase uma década. “A peça surgiu da observação do comportamento das pessoas ao jogarem War. Gosto de focar a dramaturgia nos diálogos e na construção de personagens com suas angústias, medos e subjetividades. Um recorte de tempo. Para mim, essa é a peça perfeita para a volta da minha parceria com o Diego Molina. São 10 anos em que  acompanhamos o nosso amadurecimento profissional e pessoal”, explica Renata. “Queremos que o público se sinta participando dessa noite intensa em que um grupo de amigos se junta para refletir sobre suas vidas e suas relações. Que sinta um pouco dos diversos sentimentos que afloram durante a disputa do jogo, regada a bebida e muita espontaneidade. É, sem dúvida, um grande trabalho de Renata Mizrahi, em sua melhor fase desde que fundamos a Cia Teatro de Nós”, complementa Molina.

SINOPSE
Três casais de amigos se reúnem para jogar o famoso jogo de tabuleiro “War”. Mas o que era para ser um divertido encontro de velhos amigos põe à tona a dissimulada competição que existe entre eles. Aos poucos, cada um vai revelando seus desejos e frustrações em relação a suas realidades financeira, profissional e amorosa, até que se veem obrigados a fazerem escolhas essenciais para saírem das condições em que se encontram.

SERVIÇO: 
Teatro Poeira – Rua São João Batista, 104 – Botafogo – Rio de Janeiro
Tel: (21) 2537-8053
Dia 16 de novembro, segunda-feira, às 21h
Valor: R$20 (inteira) / R$10 (meia)
Classificação indicativa: 12 anos
Duração do espetáculo: 90 minutos
Capacidade: 130 lugares

Apoio: Agenda Cultural RJ 
Divulgamos espetáculos, shows, festivais, exposições e muito mais! Divulgação Cultural, Mídia Online, Distribuição de Filipetas e Colagem de Cartazes. (21)99676-9323 (WhatsApp) agendaculturalrj@gmail.com 
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FICHA TÉCNICA:
Texto e trilha sonora: Renata Mizrahi
Direção e concepção cênica: Diego Molina
Elenco: Camilo Pellegrini, Clara Santhana, Fabrício Polido, Natasha Corbelino, Ricardo Gonçalves e Verônica Reis
Figurinos: Patrícia Muniz
Iluminação: Anderson Ratto
Cenário: Lorena Lima
Visagismo: Diego Nardes
Assistente de direção: Carolina Godinho
Fotos: Ananda Campana e Renato Mangolim
Programação visual: IviSpezani
Intérpretes de Libras: JDL Acessibilidade na comunicação
Direção de produção: Maria Alice Silvério
Produção e Realização: Companhia Teatro de Nós

CURRÍCULOS
Companhia Teatro de Nós – Criada em novembro de 2005, a companhia é formada por Renata Mizrahi, Diego Molina, Elisa Pinheiro, Anderson Ratto, Bruno Perlatto e Maria Alice Silvério. O Teatro de Nós realizou sete espetáculos, apresentou diversas leituras dramatizadas e cenas curtas, promoveu mostras de teatro e ministrou dezenas de oficinas por todo o país. Os últimos trabalhos de destaque foram os espetáculos “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola”, o premiado infantil “Joaquim e as estrelas” e a série de oficinas da “Maratona com o Teatro de Nós”. www.teatrodenos.com

RENATA MIZRAHI – autora
Formada Pela UNIRIO, integra a companhia Teatro de Nós, é vencedora do Prêmio Shell, por “Galápagos”. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry de Melhor Texto em 2012 e 2010, pelas peças “Coisas que a gente não vê” e “Joaquim e as estrelas”. Foi indicada aos prêmios Shell 2015 de melhor texto por “Galápagos” e ao Prêmio Cesgranrio por Galápagos e “Silêncio!”. Por “Silêncio!” também foi indicada a melhor texto FITA 2014 e ao Prêmio Botequim Cultural. Em 2013, foi indicada ao Prêmio FITA 2013 de Melhor Texto pela sua peça adulta “Os sapos.” Renata ainda foi indicada ao Prêmio Zilka Salaberry 2013 pelo texto “Nadistas e tudistas”, com direção de Daniel Herz. Outras peças encenadas: “Bette Davis e a Máquina de Coca-Cola”, direção de Diego Molina, “O Jardim secreto”, direção de Rafaela Amado e Mariah Stuart; “Momo e o senhor do tempo”, direção de Cristina Moura; “Nada que eu disser será suficiente até que o sol se ponha”, direção de Diego Molina (2006-2008); “Um dia Anita” (com Julia Spadaccini), direção de Diego Molina, entre outras.
DIEGO MOLINA – diretor e cenógrafo
Diretor de teatro, dramaturgo e roteirista. Formado em Artes Cênicas (Direção Teatral) pela UNIRIO, é mestre em teatro pela mesma instituição. Vencedor do Prêmio Shell, em 2012, na categoria especial junto com a Cia. Alfândega 88, pela ocupação do Teatro Serrador. Entre seus principais trabalhos como diretor encontram-se os espetáculos “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola”, de Jô Bilac e Renata Mizrahi (2012); “Os trabalhadores do mar”, da obra de Victor Hugo (2012); “Joaquim e as estrelas”, de Renata Mizrahi (2010-2011). É autor e o organizador do livro “Cena Impressa”. Em 2010, foi indicado, junto com o grupo Os inclusos e os sisos, ao Prêmio Faz Diferença, na categoria Megazine. Atualmente, é autor roteirista da Rede Globo e jurado do Prêmio Zilka Salaberry.

 VERÔNICA REIS – atriz
Atriz fundadora da Cia. Atores de Laura desde 1992, sob a direção de Daniel Herz, onde fez escola e participou de 15 espetáculos com o grupo, dentre eles os mais recentes: ”Enxoval” (2010), “Adultério” (2011) e “Absurdo” (2012). Seus outros trabalhos em teatro são: “Viagem ao Centro da Terra” (2000 – direção de Ricardo Karman) e “Brutal” (2003 - texto de Mário Bortolloto e direção de Paulo Hamilton), “Os Sapos” (2013 - texto de Renata Mizhari e direção da mesma com Priscila Vidca). Por esse trabalho, ganhou o Prêmio FITA 2013 de melhor atriz. No cinema, atuou nos longas “Disparos” (2013), com direção de Juliana Silveira, “Cilada” (2012), direção de José Alvarenga, “O filho predileto” (2001), direção de Walter Lima Jr. Na televisão, atuou no sitcom “Quase anônimos” (2009), do Canal Multishow e na macrossérie “Tecendo o saber” (2005), do Canal Futura. Desde 2005, é diretora da oficina de teatro do sistema FIRJAN, sob a supervisão-geral de Daniel Herz.

CAMILO PELLEGRINI – ator
Formado em Direção Teatral pela UNIRIO. Escreveu e dirigiu as peças: “Amélia, Adormecida”, “Caminhos de Sangue”, “Madrasta”, “Amores de Sabrina”, “Brecht Morreu”, “Filhas de Betty D.” e “Gênesis dos novos deuses”. Dirigiu “Jogos na Hora da Sesta”, de Roma Mahieu; “A Casa de Bernarda Alba”, de Lorca, entre outros. Sua autoria mais expressiva foi “Brecht Morreu”, peça bilíngue, homenagem a Bertolt Brecht, encenada no Espaço Sesc, com atores brasileiros e alemães. “Caminhos de Sangue” foi traduzida para espanhol, francês e alemão e publicada em Córdoba e em Berlim. Como ator, seus principais trabalhos foram: Riscado (longa de Karine Teles e Gustavo Pizzi – 2010 – indicado a melhor ator em Gramado), Discursos (Espaço Sesc – Fábio Ferreira – 2005), Trilogia de Oscar Saraiva (Esquece, Tudo Isso Agora, Não Perturbe – 2006 a 2009), entre outros. Há alguns anos, trabalha como roteirista para a Record e escreveu em seis novelas e três séries. Assinou seis episódios da série Milagres de Jesus.  

CLARA SANTHANA – atriz
Formada em Interpretação na UNIRIO. Idealizou o projeto "Deixa Clarear, Musical Sobre Clara Nunes", direção de Isaac Bernat, com o qual vem se apresentando como atriz e cantora em importantes teatros do Rio de Janeiro, como João Caetano, Teatro das Artes e Imperator. Em 2010 apresentou a performance "Oxum, Daughter of Waters", em centros culturais de Tallin (Estônia). No teatro, atuou nos musicais "Marias Brasilianas", direção de Denise Mendonça, "Noel, Feitiço da Vila”, direção de Edio Rodrigues e no infantil "No Jogo do Caipora, Curupira Joga Agora", direção de Demétrio Nicolau. Produziu e atuou na peça "Profetas da Chuva", com supervisão artística de Nara Keiserman. Integrou o Coro Cênico Em Bando Canto, sob regência de Jonas Hammar. Integra o elenco de "Lili, Uma História de Circo", que também tem direção de Isaac Bernat e texto de Lícia Manzo. Está previsto para o final do ano de 2015 o longa "Turbulência" que Clara participou, com roteiro de Arthur Vinciprova.

NATASHA CORBELINO – atriz
“Os Sapos”, de Renata Mizrahi, Sede das Cias e Circuito SESC 2014, “As Três Irmãs”, direção Morena Cattoni, 2014. “Plath: um mar se move em meus ouvidos”, direção Ana Lucia Torre, texto Maurício Arruda Mendonça, patrocínio Prefeitura do Rio FATE, no Instituto de Psiquiatria UFRJ 2012. “Homens Gordos de Saia”, de Nicky Silver, direção Morena Cattoni. Teatros IBAM, Gláucio Gill, Raul Cortez e Ziembinski e Circuito Estadual das Artes, patrocínio Governo do Estado RJ. 2009/10/11. “Uma Janela Em Copacabana”, de Luiz Alfredo Garcia-Roza, direção José Joffily, patrocínio Caixa Cultural, 2008. “A Incrível Bateria”, textos de Ruy Castro, LF Veríssimo, direção Nara Keiserman. Teatros Café Pequeno, IBAM, Miguel Falabella, patrocínio Prefeitura do Rio/FATE, 2008. “Maratona Quintana”, direção Regina Miranda, patrocínio CCBB, 2006 e Funarte, 2007. “O Narrador”, vários autores. “Atores Rapsodos”, direção Nara Keiserman, patrocínio Caixa Cultural e Prefeitura do Rio/FATE. Espaço Sesc, CCJF, Caixa Curitiba, 2005/06.

FABRÍCIO POLIDO – ator
Ator, produtor e palhaço, formado pela Universidade Estadual de Londrina/PR em Artes Cênicas, bacharel em Interpretação. Fez parte da equipe do projeto “Dulcina Abre o Pano”. Alguns espetáculos: “Os Sapos” – texto de Renata Mizrahi; direção de Renata Mizrahi e Priscila Vidca; “Navegar é preciso”, da obra de Fernando Pessoa, direção de Delson Antunes e supervisão de Camila Amado; “Anjo Malaquias”, da obra de Mário Quintana, direção de Delson Antunes e supervisão de Camila Amado; “Era uma vez... Grimm” – musical de José Mauro Brant e Tim Rescala, direção de José Mauro Brant e Sueli Guerra; “Quem quer comprar?”, livremente inspirado em textos de Caio Fernando Abreu, Carlos Heitor Cony, Heiner Muller e Bernard Marie Koltès, direção de Camilo Pellegrini; “Madame Blavatsky”, de Plínio Marcos, direção: Jefferson Primo (CPT /Antunes Filho – SP); “Saber viver nos dias que correm”, texto de Clarice Lispector e Caio Fernando Abreu, direção de José Mauro Brant.

RICARDO GONÇALVES – ator
Natural do Rio de Janeiro, tem 36 anos, e 17 dedicados às artes cênicas. Começou no curso de iniciação teatral no teatro Artur Azevedo, com o Professor Mário de Oliveira, em Campo Grande, subúrbio carioca. Após o término do curso matriculou-se na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), mas sem conseguir terminar toda escola, se formando então na Escola Estadual de Teatro Martins Pena, onde conheceu a professora Elza de Andrade que o levou para sua companhia, Confraria da Paixão, realizando três espetáculos: “A farsa da Boa Preguiça”, “A História de amor de Romeu e Julieta” e “Vem buscar-me que ainda sou teu”. Quando a companhia se desfez, passou a trabalhar por conta própria, participando de mais de 20 espetáculos teatrais, trabalhos em TV, propagandas e cinema. Atualmente, está em cartaz no Rio de Janeiro com “Os Sapos” e participa do trabalho de formação de plateia com o público infanto-juvenil, no Centro Cultural da Light.

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