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18 de jul de 2017

O poeta e escritor pernambucano Marcelo Peixoto vai lançar seu livro “Cemitério Canários" com vinte e seis contos no dia 26 de julho, às 19 horas, na livraria Instante do Leitor no Largo do Machado

O ESCRITOR MARCELO PEIXOTO LANÇA LIVRO NO RIO COM CONSTRUÇÃO TEXTUAL PARTICULAR, SEM PREPOSIÇÕES, ARTIGOS, COM UMA SINTAXE LIVRE E IMPRIME CARGA BIOGRÁFICA. O ACADÊMICO DA ABL MARCOS VINÍCIOS VILAÇA ESCREVEU: 

“NO LIVRO HÁ ORIGINALIDADE E BOA TRAMA”.



O poeta e escritor pernambucano Marcelo Peixoto vai lançar seu livro “Cemitério Canários" com vinte e seis contos no dia 26 de julho, às 19 horas, na livraria Instante do Leitor no Largo do Machado pela companhia editora de Pernambuco (CEPE). A capa é de autoria de Moema Cavalcanti, e o prefácio do premiado escritor, Raimundo Carrero. Neste livro o autor revela toda a sua criatividade e experimentação linguística. O autor também lançou seu livro em Recife no dia 14 de junho no Museu do Estado de Pernambuco, onde rendeu muita mídia.

“Sou poeta, nasci poeta, minha poesia foi adentrando no conto”, diz Marcelo. A poesia para ele é a palavra exata, palavra renovada, o que tem de excesso ele corta. Suas histórias parecem reduzidas ao fundamental: personagens, ações e gestos em pequenas janelas de emoção.

“Não uso artigo, poucas vezes uso preposição. Este livro foi um trabalho de dois anos lapidando para chegar ao essencial. Vezes uma palavra me diz muito mais que uma frase. Gosto de resumir. Resumo diz tudo”, afirma Peixoto.

Segundo Raimundo Carrero – da Academia Pernambucana de Letras – que escreveu o prefácio e a contra capa: “Para Marcelo o conto não é só uma história, mas também uma experiência de linguagem. Ganha uma conotação inteiramente diferente, com mudanças, sobretudo, nas sintaxes. Sujeito, verbo, predicado, ele os altera para que haja, por assim dizer, uma sensação nova, uma vontade nova, uma visão nova no leitor. O leitor que tiver o cuidado e o tempo a se dedicar a esse tipo de conto, vai verificar que uma espécie de luz, uma espécie de assombro, surge ao final de cada história, porque não está ali o que se deve contar”.

Marcos Vinícius Vilaça, membro da Academia Brasileira de Letras, escreveu na contra capa: “No livro Cemitério Canários há originalidade e boa trama”.

“O escritor Marcelo Peixoto não é desses autores que precisam publicar muitos livros numa sequência de pelo menos um volume por ano. Ele se insere em outra linhagem, de autores que optam pela qualidade. Basta um livro a cada grave inquietação e, às vezes, nem mesmo um livro inteiro, por assim dizer. Resolve tudo num único conto, sem prolixidade, resume tudo, às vezes, num parágrafo, numa frase, numa palavra, enfim. E este é um dos segredos de seus contos, por isso mesmo, nunca se aventurou num trecho caudaloso para chamá-lo de romance, justo num tempo em que os gêneros, romance, novela e conto estão em outra definição. Com o livro "Ai quem me dera beijar os lábios de Dorothy Lamour", publicado pelas Edições Pirata, na década de 1970, mereceu melhor destaque de Bella Jozef, importante crítica da literatura produzida na América Latina, sobretudo nos anos de chumbo, em artigos no O Globo, no Rio de Janeiro.

Saiba mais 

SERVIÇO

Lançamento no Rio de Janeiro: Dia 26 de julho, das 19 h às 22 h.

Local: Livraria Instante do Leitor – R. do Catete, 311 / lj. 202 – Catete. Edifício São Luiz – Largo do Machado

Total de Páginas: 175 

Preço: R$ 35,90

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